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2.9.

1 Cálculo do Casco do Vaso de Pressão Cilíndrico

Para as paredes dos vasos de pressão cilíndricos, o código ASME,


Seção VIII, Divisão 1 (2017), afirma que a partir da pressão interna,
calcula a espessura do casco utilizando a tensão circunferencial (eq. 2.9)
e a tensão longitudinal (eq. 2.10) do casco, devendo ser considerada a
maior espessura encontrada entre essas duas equações.

Ao calcular a espessura do casco considerando a tensão circunferencial (eq. 2.9), antes de


utilizar a equação, é necessário observar se a espessura da parede não excede a metade do raio interno
ou se a pressão de projeto interna não excede a 0,385SE. (ASME VIII, 2017).

𝑃𝑅
𝑡=
𝑆𝐸 − 0,6𝑃
Onde:
t = Espessura das paredes do vaso de pressão (conforme norma Petrobras N-0253,
deve ser acrescido de sobre-espessura para corrosão; para vasos que operam com vapor
e ar, a sobre-espessura deve ser de 1.5mm);
P = Pressão de projeto interna;
R = Raio interno do vaso de pressão no corpo cilíndrico;
S = Tensão admissível do material na temperatura de projeto (conforme código
ASME, Seção II, Parte D);
E = Eficiência da junta soldada (ver Tabela 2.10).

Ao calcular a espessura do casco, considerando a tensão longitudinal (eq. 2.10),


antes de utilizar a equação, é necessário observar se a espessura da parede não excede a
metade do raio interno ou se a pressão de projeto interna não excede a 1,25SE (ASME
VIII, 2017).
𝑃𝑅
𝑡=
2𝑆𝐸 + 0,4𝑃

Onde:

t = Espessura das paredes do vaso de pressão (conforme norma Petrobras N-0253,


deve ser acrescido de sobre-espessura para corrosão; para vasos que operam com vapor
e ar, a sobre-espessura deve ser de 1.5mm);
P = Pressão de projeto interna;
R = Raio interno do vaso de pressão no corpo cilíndrico;
S = Tensão admissível do material na temperatura de projeto (conforme código
ASME, Seção II, Parte D);
E = Eficiência da junta soldada (ver Tabela 2.10).
A pressão máxima de trabalho admissível (PMTA) para os vasos de pequena
espessura é dada pela equação 2.11.a, quando a espessura do casco for dada em função da
tensão circunferencial, e pela equação 2.11.b, quando a espessura do casco for dada em
função da tensão longitudinal (ASME VIII, 2015).

(2.11.a)

□□□
□□□□ = (2.11.b)
□ − 0.4□
Onde:

PMTA = Pressão máxima de trabalho admissível;


e = Espessura das paredes do vaso de pressão, calculada pelas equações 2.9 e
2.10;
R = Raio interno do vaso de pressão no corpo cilíndrico;
S = Tensão admissível do material na temperatura de projeto (conforme código
ASME, Seção II, Parte D);
E = Eficiência da junta soldada (ver Tabela 2.10).

TELLES (2013) ressalta que independentemente da espessura mínima


calculada para suportar a pressão interna, as paredes dos vasos de pressão
também devem ter resistência estrutural.

A tensão máxima permitida para projeto não deve exceder os limites das
tensões admissíveis dos materiais listadas no código ASME, Seção II, Parte D
(ASME VIII, 2015).
o mínimo exigido de espessura das conchas sob pressão interna não deve ser menor do que
o calculado pelas seguintes fórmulas, exceto conforme permitido pelo apêndice obrigatório 1
ou apêndice obrigatório 32. Além disso, deve-se providenciar para qualquer um dos
carregamentos listados no parágrafo 22. , quando tais cargas são esperadas. A espessura do
projétil fornecida também deve atender aos requisitos do ug-16, exceto conforme permitido no
apêndice obrigatório 32.
© conchas cilíndricas. A espessura mínima ou a pressão máxima de trabalho permitida das
conchas cilíndricas deve ser a maior ou menor pressão, conforme indicado por 1 ou 2 abaixo.
(1) Esforço circunferencial (juntas longitudinais) Quando a espessura não excede a metade
do raio interno, ou P não excede 0,385SE, as seguintes formula deve ser aplicada: