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José Lins do Rego

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José Lins do Rego Cavalcanti (Pilar, 3 de junho de 1901 — Rio
José Lins do Rego
de Janeiro, 12 de setembro de 1957) foi um escritor brasileiro que,
ao lado de Graciliano Ramos, Érico Veríssimo, Rachel de Queiroz
e Jorge Amado, figura como um dos romancistas regionalistasmais
prestigiosos da literatura nacional.[1] Segundo Otto Maria
Carpeaux, José Lins era "o último contador de histórias."[2] Seu
romance de estreia, Menino de Engenho (1932), foi publicado com
dificuldade, todavia logo foi elogiado pela crítica.[3]

José Lins escreveu cinco livros a que nomeou "Ciclo da cana-de-


açúcar", numa referência ao papel que nele ocupa a decadência do
engenho açucareiro nordestino, visto de modo cada vez menos
nostálgico e mais realista pelo autor: Menino de Engenho (1932),
Doidinho (1933), Bangüê (1934), O Moleque Ricardo (1935), e
Usina (1936). Sua obra regionalista, contudo, não se encaixa
somente na denúncia sócio-política, mas, como afirmou Manuel
Cavalcanti Proença, igualmente em sua "sensibilidade à flor da O jovem José Lins do Rego, em 1918.
pele, na sinceridade diante da vida, na autenticidade que o Nascimento 3 de junho de 1901
caracterizavam."[4] Pilar, Paraíba
Morte 12 de setembro de 1957 (56 anos)
José Lins nasceu na Paraíba; seus antepassados, que eram em Rio de Janeiro, Distrito Federal
grande parte senhores de engenho, legaram ao garoto a riqueza do
Nacionalidade brasileiro
engenho de açúcar que lhe ocupou toda a infância. Seu contato com
Cônjuge Philomena Massa Lins do Rego
o mundo rural do Nordeste lhe deu a oportunidade de,
nostalgicamente e criticamente, relatar suas experiências através Prémios Prêmio Carmem Dolores Barbosa
(1954)
das personagens de seus primeiros romances. Lins era ativo nos
meios intelectuais. Ao matricular-se em 1920 na Faculdade de Gênero Regionalismo
literário
Direito do Recife ampliou seus contatos com o meio literário de
Movimento Modernismo (Segunda Geração)
Pernambuco, tornando-se amigo de José Américo de Almeida
literário
(autor de A Bagaceira).[5] Em 1926, partiu para o Maceió, onde se
Magnum opus Fogo Morto
reunia com importantes nomes, Graciliano Ramos, Rachel de
Queiroz, Aurélio Buarque de Holanda e Jorge de Lima. Quando
Assinatura
partiu para o Rio de Janeiro, em 1935, conquistou ainda mais a
crítica e colaborou para a imprensa, escrevendo para os Diários
Associados e O Globo.[6]
José Lins do Rego
É atribuída a José Lins do Rego a invenção de um novo romance
moderno brasileiro.[7] O conjunto de sua obra é um marco Ministro dos Esportesdo Brasil
histórico na literatura regionalista por representar o declínio do
Período 1942–1954
Nordeste canavieiro. Alguns críticos acreditam que o autor ajudou
Presidente Getúlio Vargas
a construir uma nova forma de escrever fundada na "obtenção de
Residência Rua General Garzon 10, Rio de
um ritmo oral", que foi tornada possível pela liberdade conquistada Janeiro RJ, Brazil
e praticada pelos modernistas de 1922.[8] Sua magnum opus, Fogo
Assinatura
Morto (1943), é vista como o "romance dos grandes
personagens."[9] Massaud Moisés escreveu que esta obra-prima de José Lins "é uma das mais representativas não só da ficção dos
anos 30 como de todo o Modernismo."[10]

Índice
Biografia
Infância
Juventude e início da carreira literária
Perfil da obra e trajetória literária
Despojamento
Fortuna crítica e legado
Análise
Academia Paraibana de Letras
Academia Brasileira de Letras
Obras
Publicação no estrangeiro
Filmografia
Referências
Bibliografia
Ligações externas

Biografia

Infância
Nascido no Engenho Corredor, município paraibano de Pilar, filho de João do Rego
Cavalcanti e de Amélia Lins Cavalcanti (morta pelo marido, esquizofrênico). Antes
da morte da mãe, morou no Engenho de seu pai, o famoso Engenho Tapuá, no
município paraibano de Sao Miguel de Taipu. Após o falecimento de D.Amélia, Zé
Lins, aos quatro anos, muda-se para o engenho de seu avô materno. Este era o
famoso Coronel Bubu do Corredor (José Lins Cavalcanti de Albuquerque, senhor de
8 engenhos da várzea do Rio Paraíba). Zé Lins permaneceu no Corredor até aos 12
anos de idade. Logo depois fez as primeiras letras no Internato Colégio de Itabaiana,
no Instituto N. S. do Carmo e no Colégio Diocesano Pio X na então cidade da
Casa do Engenho Corredor, onde
Paraíba atual João Pessoa. Depois estudou no Colégio Carneiro Leão e Osvaldo nasceu José Lins do Rêgo.Arquivo
Cruz, em Recife. Desde esse tempo revelaram-se seus pendores literários. É de 1916, Nacional.
por exemplo, o primeiro contato com O Ateneu, de Raul Pompeia. Em 1918, aos
dezessete anos portanto, José Lins travou conhecimento com Machado de Assis,
através do Dom Casmurro. Desde a infância, já trazia consigo, outras raízes, do sangue e da terra, que vinham de seus pais, passando
de geração em geração por outros homens e mulheres sempre ligados ao mundo rural do Nordeste açucareiro, às senzalas e aos
negros rebanhos humanos que a foi formando.

Juventude e início da carreira literária


Após passar sua infância no interior e ver de perto os engenhos de açúcar perderem espaço para as usinas, provocando muitas
transformações sociais e econômicas, foi para João Pessoa, onde fez o curso secundário e depois, para Recife, onde matriculou-se, em
1920, na faculdade de Direito.

Nesse período, além de colaborar periodicamente com o Jornal do Recife, fez amizade com Gilberto Freyre, que o influenciou e, em
1922, fundou o semanário Dom Casmurro.

Formou-se em 1923. Durante o curso, ampliou seus contatos com o meio literário pernambucano, tornando-se amigo de José
Américo de Almeida, Osório Borba, Luís Delgado, Aníbal Fernandes, e outros. Gilberto Freyre, voltando em 1923 de uma longa
temporada de estudos universitários nos Estados Unidos, marcou uma nova fase de influências no espírito de José Lins, através das
ideias novas sobre a formação social brasileira.

Casando em 1924 com sua prima Philomena (Naná) Massa Lins do Rego, filha do senador Antônio Massa. Em 1925, ingressa no
Ministério Público de Minas Gerais como promotor em Manhuaçu, zona da mata (MG), onde entretanto não se demorou. No mesmo
ano abdica de seu cargo na promotoria e transfere-se em 1926 para a capital de Alagoas, onde passou a exercer as funções de fiscal de
bancos, até 1930, e fiscal de consumo, de 1931 a 1935. Em Maceió, tornou-se colaborador do Jornal de Alagoas e passou a fazer
parte do grupo de Graciliano Ramos, Rachel de Queiroz, Aurélio Buarque de Holanda, Jorge de Lima, Valdemar Cavalcanti, Aloísio
Branco, Carlos Paurílio e outros. Ali publicou o seu primeiro livro, Menino de engenho (1932), chave de uma obra que se revelou de
importância fundamental na história do moderno romance brasileiro. Além das opiniões elogiosas da crítica, sobretudo de João
Ribeiro, o livro mereceu o Prêmio da Fundação Graça Aranha. Em 1933] publicou Doidinho, o segundo livro do "Ciclo da Cana-de-
Açúcar".

Perfil da obra e trajetória literária


O mundo rural do Nordeste, com as fazendas, as senzalas e os engenhos, serviu de
inspiração para a obra do autor, que publicou seu primeiro livro - Menino de
engenho - em 1932.

Em 1926 decidiu deixar para trás o trabalho como promotor público no interior de
Minas Gerais e transferiu-se para Maceió, Alagoas. Lá conviveu com um grupo de
escritores muito especial: Graciliano Ramos (o autor de Vidas Secas), Rachel de
Queiroz (a jovem cearense, que já publicara o romance O Quinze), o poeta Jorge de
Lima, Aurélio Buarque de Holanda (o mestre do dicionário), que se tornariam seus
amigos para sempre. Convivendo neste ambiente tão criativo, escreveu os romances
Doidinho (1933) e Bangue (1934). Daí em diante a obra de Zélins, como era
Gilberto Freyre e José Lins do Rego,
anos 1950. Arquivo Nacional. chamado, não conheceu interrupções: publicou romances, um volume de memórias,
livros de viagem, de conferências e de crônicas. E Histórias da Velha Totônia, seu
único livro para o público infanto-juvenil, lançado em 1936.

Em 1935 mudou-se para o Rio de Janeiro. Seus livros são adaptados para o cinema e traduzidos na Alemanha, França, Inglaterra,
Espanha, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras.

Em 1957 José Lins morreu. Encontra-se sepultado no Cemitério de São João Batista no Rio de Janeiro. A obra de José Lins do Rego
é publicada pela editora José Olympio.

Despojamento
O estilo de José Lins é inteiramente despojado e sem atitudes ou artifícios literários.[11] Ele próprio via a si mesmo como um escritor
instintivo e espontâneo, chegando a apontar que suas fontes da arte narrativa estavam nas ruas: "Quando imagino nos meus romances
tomo sempre como modo de orientação o dizer as coisas como elas surgem na memória, com os jeitos e as maneiras simples dos
cegos poetas."[12] Apesar desta simplicidade linguística com que escreve, ele descreve com muita técnica os estados psicológicos de
seus personagens, seguindo assim uma linha inaugurada por Proust. Além disso, ele tem um domínio da tradição literária e consegue
fazer uma crítica dos hábitos em um estilo que lembra Thomas Hardy
.

Fortuna crítica e legado


Durante seu tempo de vida, José Lins foi lido e criticado por todos os grandes intelectuais do país. Mesmo o seu livro de estreia,
Menino de Engenho, foi assim descrito porJoão Ribeiro, um dos mais importantes críticos literários da época:

"Bem examinadas as coisas, este livro pungente é de uma realidade profunda. Nada há
nele que não seja o espelho do que se passa na sociedade rural e na das cidades do Norte
e do Sul do Brasil. É de todo o Brasil e um pouco de todo o mundo." — João Ribeiro.[13]

Menino de Engenho é amplamente considerado pela crítica como o pioneiro de uma "obra que se revelou de importância fundamental
na história do moderno romance brasileiro".[7] O colega Gilberto Freyre afirmou que José Lins havia iniciado, de fato, um "novo
romance em língua portuguesa" e provocado no Nordeste a poesia modernista-tradicionalista que Jorge de Lima havia inaugurado
[14] Alfredo Bosi, por sua vez, encontrou na obra de José Lins a mais alta
com "O Mundo do Menino Impossível" e "Essa Nega Fulô".
expressão literária, poética e recordativa da transição do engenho para a usina na região canavieira da Paraíba e de Pernambuco.[15]
Wilson Martins não ficou satisfeito com Fogo Morto em seu História da Inteligência Brasileira, e afirmou que o "o livro passa de
simples reelaboração do Ciclo da Cana-de-Açúcar, sem nada lhe acrescentar e até tirando-lhe alguma coisa."[16] Bosi considerou, no
.[17]
entanto, Fogo Morto a verdadeira "superação" do ciclo da cana-de-açúcar

Antonio Candido destacou a análise das personagens de Fogo Morto: "O que torna esse romance ímpar entre os publicados em 1943
é a qualidade humana dos personagens criados: aqui, os problemas se fundem nas pessoas e só têm sentido enquanto elementos do
drama que elas vivem."[18] Massaud Moisés pôs este romance entre os livros dos anos 30, muito embora ele tenha sido lançado em
1943, pela razão de ser a obra uma expressão "acabada do espírito do projeto estético e ideológico regionalista característico daquela
década."[19] Luciana Stegagno Picchio afirmou que graças a José Lins "o regionalismo tornou-se um ato pessoal, um instrumento de
realização literária."[20] Sérgio Milliet afirmou que José Lins fez uma grande obra ao "oferecer-nos uma imagem muito nítida do
Nordeste dos últimos engenhos, evoluindo lentamente entre crises políticas e lutas domésticas, modorrento sob o sol das secas."[21]
Carpeaux escreveu que todo o universo da casa-grande, da senzala, dos senhores de engenho e etc. "nunca mais existirá a não ser nos
romances de José Lins do Rego."[22]

Análise
Mário de Andrade escreveu que Fogo Morto era um "dado psicológico único".[23] A
criação literária de José Lins do Rego, como ele próprio afirma, foi baseada,
fundamentalmente, nas histórias de trancoso, contadas pela velha Totônia e pela
leitura de Os doze pares da França, de Carlos Magno, que ele leu aos doze anos,
ainda no internato de Itabaiana, tendo recebido, também, influências deVictor Hugo,
Proust, Hardy, Stendhal e os que ele chamava de "os grandes russos da minha vida:
Tolstói, Tchecov e Dostoievski". Entre os nacionais, ele cita Raul Pompeia,
Machado de Assis, Gilberto Freyre e Olívio Montenegro. Participou do movimento
regionalista de 33 organizado por Gilberto Freyreno Recife .

A obra de Zé Lins caracteriza-se, particularmente, pelo extraordinário poder de


descrição. Reproduz no texto a linguagem do eito, da bagaceira, do nordestino,
tornando-o no mais legítimo representante da literatura regional nordestina.

A Menino de Engenho, seguiram-se Doidinho, 1933; Banguê, 1934; Moleque


Ricardo, 1935; Usina, 1936; Fogo Morto, 1943, fechando, com este, o Ciclo-da Funeral de José Lins do Rêgo, 1957.
Arquivo Nacional.
Cana-de-Açúcar. Em 1937 publicou Pedra Bonita e, em 1953, Cangaceiros que
formaram o Ciclo do Cangaço. Outras publicações: Pureza; Riacho doce; Água mãe
(prêmio da Fundação Felipe de Oliveira); Eurídice (Prêmio Fábio Prado); Meus verdes anos (memórias); Histórias da velha Totônia;
Gordos e magros; Poesia e vida; Homens, seres e coisas; A casa e o homem; Presença do Nordeste na literatura brasileira; O vulcão
e a fonte, (1958, póstuma). Conferências: Pedro Américo; Conferência no Prata; Discurso de posse na Academia Brasileira de Letras.
Viagem: Bota de sete léguas. Em colaboração comRaquel de Queiroz e Graciliano Ramos Brandão entre o mar e o amor
.

Academia Paraibana de Letras


Éspectro patrono da cadeira 39 da Academia Paraibana de Letras, que tem como fundador Coriolano de Medeiros. Atualmente
ocupada por Sérgio de Castro Pinto.

Academia Brasileira de Letras


Foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras em 15 de setembro de 1955,
para a cadeira 25.

Obras

Posse de José Lins do Rêgo na


Academia Brasileira de Letras.

Romances Coletânea de Prefácios Infanto-juvenil


Crônicas
Menino de engenho Caminhos do Pajeú, Histórias da Velha
(1932) Gordos e magros Luís Cristóvão dos Totônia (1936). Rio
Doidinho (1933) (1942). Rio de Santos, 1955 de Janeiro, José
Janeiro, Casa do Olympio.
Bangüê (1934)
Estudante do Brasil.
O Moleque Ricardo
Poesia e vida
(1935)
(1945). Rio de
Usina (1936) Janeiro, Universal.
Pureza (1937) Homens, seres e
Pedra bonita (1938) coisas (1952). Rio
Riacho doce (1939) de Janeiro, Serviço
Água-mãe (1941) de documentação
do Ministério da
Fogo morto (1943)
Educação e Saúde.
Eurídice (1947)
A casa e o homem
Cangaceiros (1953) (1954). Rio de
Histórias da velha Janeiro,
Totonha (1936) Organização
Meus Verdes Anos Simões.
(memórias) (1956) Presença do
Nordeste na
literatura brasileira
(1957). Rio de
Janeiro, Serviço de
Documentação do
Ministério da
Educação e Saúde.
O vulcão e a fonte
(1958). Rio de
Janeiro, O Cruzeiro.
Dias idos e vividos -
antologia (1981).
Seleção,
organização e
estudos críticos de
Ivan Junqueira. Uio
tie Janeiro, Nova
Fronteira.
Ligeiros Traços:
escritos de
juventude (2007).
Seleção,
organização e notas
de César Braga-
Pinto. Rio de
Janeiro: Editora
José Olympio.
Flamengo é puro
amor: 111 crônicas
escolhidas (2008).
Seleção,
organização e notas
de Marcos de
Castro. Rio de
Janeiro: Editora
José Olympio.[24]

Publicação no estrangeiro
L'enfant de la plantation, éditions Deux Rives, Paris, 1953.
L'enfant de la plantation, éditions Anacaona, Paris, 2013. Nova tradução de Paula Anacaona.

Filmografia
Menino de engenho (1965). Produção: Glauber Rocha e Walter Lima Júnior. Direção: Walter Lima Júnior.
José Lins do Rego (documentário). Prêmio doInstituto Nacional do Cinemacomo a melhor direção de curta-
metragem em 1969. Produção:
José Lins do Rego (curta-metragem). Produção: José Olympio Editora. Direção: W
alter Lima Júnior.
Fogo morto. Produção: Miguel Borges. Direção: Marcos Faria.
José Lins do Rego: Engenho e Arte(documentário).Produção:TV Escola. Direção: Hilton Lacerda. TV Escola: José
Lins do Rego.
O Engenho de Zé Lins(documentário, 2006). Produção e direção:Vladimir Carvalho. Prêmio de Melhor Montagem
no Festival de Brasília de 2006.

Referências
1. Hafez, 1997, p.13
2. CARPEAUX, 1980, citado por Hafez, 1997, p.19
3. Hafez, 1997, p.10
4. CAVALCANTI PROENÇA, 1974, citado por Hafez, 1997, p.18
5. Hafez, 1997, p.7
6. Hafez, 1997, p.11
7. LOUSADA, 1965, p.xii.
8. Hafez, 1997, p.20
9. MELLO E SOUZA, 1992, citado por Hafez, 1997, p.25
10. MOISÉS, 1989, citado por Hafez, p.26
11. Hafez, 1997, p.19
12. REGO, 1945, pp.54-55
13. Citado por LOUSADA, 1965, p.xii.
14. FREYRE, 1977, apud Haofez, 1997, p.24
15. BOSI, 1982, p.397
16. MARTINS, 1979, apud Hafez, 1997, p.28.
17. BOSI, 1982, p.398.
18. CANDIDO, 1992, apud HAFEZ, 1997, p. 25-26.
19. Hafez, 1997, p.26.
20. PICCHIO, 1981, apud Hafez, 1997, p.26-27.
21. MILLIET, 1981, apud Hafez, 1997, p.27.
22. CARPEAUX, 1980, intro.
23. Andrade, 1980 (texto originalmente publicado emO empalhador de passarinho. 2. ed., SP, Martina, pp.291-295).
24. Flamengo é puro amor(http://www.record.com.br/livro_sinopse.asp?id_livro=21103). Grupo Editorial Record

Bibliografia
ANDRADE, Mário de. "Fogo Morto" in REGO, José Lins do.Romances Reunidos e ilustrados X - Fogo Morto . RJ,
José Olympio, 1980.
BOSI, Alfredo. "José Lins do Rego" inHistória Concisa da Literatura Brasileira. 3. ed., SP, Cultrix, 1982.
BURITI, Iranilson. Gritos de Vida e de Morte: a decadência dos senhores de engenho na Paraíba. Dissertação
(Mestrado em História). Recife: UFPE, 1997.
Braga-Pinto, César. Homem de Palavra, Homem de Letras: Literatura e responsabilidade na obra de José Lins do
Rego." Luso-Brazilian Review - Volume 42, Number 1, 2005, pp. 179-199.
________. José Lins do Rego: sujeito aos ventos de Gilberto Freyre."Revista de Critica Literaria Latinoamericana.
2004, Vol. 59, p. 183-203.
CARPEAUX, Otto Maria. "O brasileiríssimo José Lins do Rego" in REGO, José Lins do.Romances Reunidos e
ilustrados X - Fogo Morto. Rj, José Olympio, 1980 (= prefácio à primeira edição deFogo Morto, outubro de 1943).
CAVALCANTI PROENÇA, Manoel. "O negro tinha caráter como o Diabo!" in Estudos Literários. RJ, José Olympio &
INL, 1974 (= introdução aO Moleque Ricardo, RJ, José Olympio, 1966.)
FREYRE, Gilberto. "Recordando José Lins do Rego" inVida, forma e cor. RJ, Record, 1987.
________. "Prefácio à primeira edição deCasa-Grande e Senzala" in Obra Escolhida. RJ, Nova Aguilar, 1977.
HAFEZ, Rogério. "Fogo Morto de José Lins do Rego" inOs Livros da Fuvest, 1997, Ed. Sol.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. "Notas sobre o romance" inO espírito e a letra - Estudos de crítica literária . Vol. 1.
(1920-1947). SP, Companhia das Letras, 1996.
________. "Situação do romance" e "Fluxo e refluxo - I" inO espírito e a letra - Estudos de crítica literária
. Vol. 1.
(1920-1947). SP, Companhia das Letras, 1996.
________. "Nossa revolução" inRaízes do Brasil. 16. ed., RJ, José Olympio, 1983.
LOUSADA, Wilson. "Breve Notícia. Vida de José Lins do Rego". In: REGO, José Lins do.Menino de Engenho.
[1932] 8ª ed. RJ: José Olympio, 1965.
MARTINS, Wilson. 'História da Inteligência Brasileira. Vol.VII (1933-1960). SP, Cultrix/Edusp, 1979.
MELLO E SOUZA, Antonio Candido de. "Um romancista da decadência" inBrigada ligeira e outros escritos. SP,
Editora da UNESP, 1992.
________. "A nova narrativa" inA educação pela noite e outros ensaios. SP, Ática, 1987.
MILLIET, Sérgio. Diário Crítico de Sérgio Milliet - Vol.X. SP, Martins - Edusp, 1981.
MOISÉS, Massaud. "José Lins do Rego" inHistória da Literatura Brasileira. Vol. V: Modernismo. SP, Cultrix - Edusp,
1989.
PICCHIO, Luciana Stegagno. "Éscriture et idéologie de José Lins do Rego, 'menino de engenho'" La in Littérature
Brésilienne. Paris, Presses Universitaires de France, 1981.
REGO, José Lins do. Poesia e Vida, RJ, Ed. Universal, 1945.

Ligações externas
Perfil no sítio oficial da Academia Brasileira de Letras(em português)
Biografia de Lins do Rego na página da Fundação Joaquim Nabuco
Biografia de Lins do Rego
Espaço Cultural José Lins do Rego
Sabem quem foi José Lins do Rego ?(fr)
Museu José Lins do Rego
Perfil e biografia de Lins do Rego em francês

ABL - quarto acadêmico da cadeira 25 Sucedido por


Precedido por
Afonso Arinos de Melo
Ataulfo de Paiva 1955 — 1957 Franco

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