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CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FACULDADE DE SAÚDE, CIÊNCIAS HUMANAS E

TECNOLÓGICAS DO PIAUÍ
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

DEVID GONÇALVES LUZ NUNES - 14223018


FELIPE MATOS DE SOUSA - 14123129
ÍTALO RODRIGUES DA COSTA - 15123248
VALTERO BUENO AIRES DOS PASSOS NETO - 13123123
WESLEY DA CUNHA OLIVEIRA - 16123117

ARQUITETURA E URBANISMO

TERESINA – PI
ABRIL DE 2016
Com base no Plano Diretor de Teresina, responda:

1. Quais os objetivos desta Lei?

O Plano Diretor fixa objetivos políticos, administrativos, econômicos, social e físico ambiental que devem
orientar o desenvolvimento sustentável do município.

2. Em função de que são estabelecidas as diretrizes do Plano Diretor? Qual a importância


destas?

Em função ao desenvolvimento econômico, à consolidação do polo de saúde, ao desenvolvimento rural,


à geração de trabalho e renda, ao meio ambiente, ao saneamento, ao uso e ocupação do solo urbano,
ao sistema de circulação e transporte, à revitalização do centro urbano, à habitação, à assistência social,
aos serviços de saúde, à educação, às atividades culturais e às atividades de esporte e lazer.

A importância das diretrizes deste plano deve, obrigatoriamente, nortear as adequações necessárias da
legislação de parcelamento, uso e ocupação do solo, patrimônio ambiental e posturas.

Com base na Lei de Parcelamento do Solo de Teresina, responda:

3. O que é desdobro?

E a divisão de lotes, integrantes de loteamento, desmembramento ou fracionamento, para a formação


de novos lotes.

4. O parcelamento admite abertura de novas vias?

Sim, o parcelamento do solo urbano, caracterizado por planos de arruamentos, planos de loteamentos,
desmembramentos, remembramentos, fracionamentos e desdobros de terrenos.

5. Em que situações não é permitido parcelar o solo?

I – em áreas com declividade superior a 30% (trinta por cento);

II – em áreas marginais aos cursos d'água, em conformidade com a legislação federal;

III – em áreas de domínio ou servidão, relativas a rodovias, ferrovias e redes de alta tensão;

IV – nas zonas de preservação ZP4, ZP5, ZP6 e ZP7;

V – em terrenos baixos, alagadiços ou sujeitos a inundações, antes de tomadas, pelo requerente, as


providências para assegurar o escoamento adequado das águas;

VI – em áreas aterradas com materiais nocivos à saúde pública, sem que já estejam comprovadamente
sanadas; e

VII – em áreas com condições geológicas não aconselháveis à implantação de edificações.

6. Nas zonas de preservação, não é permitido edificar, salvo exceções. Quais são as exceções?

Somente é permitido para o desenvolvimento de atividades agropecuárias, culturais, de recreação e de


lazer e para a implantação de estações de tratamento de esgotos sanitários.
7. É possível tornar parcelável um terreno com inclinação superior a 30%? Como?

Não é permitido o parcelamento do solo em áreas com declividade superior a 30% (trinta por cento).

8. O projeto de parcelamento pode dispensar a consulta prévia? Que documentos devem constar
no ato de requerimento da consulta?

Não. O documento de consulta prévia deve indicar:

I – requerimento de consulta, assinado pelo proprietário do terreno;

II – comprovação de propriedade da área, objeto do pedido;

III – duas cópias do levantamento planialtimétrico na escala de 1:1000, com curvas de nível de metro em
metro, indicando os limites do terreno, a orientação magnética e as vias oficiais próximas;

IV – certidão negativa dos impostos municipais que incidam sobre a área em questão; e

V – cópia do projeto em meio digital, atendendo aos padrões exigidos para inserção na base cartográfica
do município.

9. Em que caso é permitida a dispensa da RRT ou ART nos projetos de parcelamento?

O projeto de parcelamento pode dispensar a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) ou Registro


de Responsabilidade Técnica (RTT), de profissional habilitado, quando relativo a apenas dois lotes ou
quando da incorporação de pequena faixa de terreno ao lote contíguo, devendo esta reestruturação
constar de escritura de transmissão.

10. A cargo de quem devem acontecer as obras de infraestrutura de um loteamento. E qual a


responsabilidade do loteador e do município sobre as mesmas?

É de responsabilidade exclusiva do loteador, a implantação de todas as obras constantes dos projetos


aprovados, que serão fiscalizados pelos órgãos técnicos competentes.

Com base na lei de ocupação do solo de Teresina, responda:

1. Quais os objetivos desta Lei?

I – orientar a ocupação do solo quanto ao adensamento, estruturação e desempenho das funções


urbanas;

II – melhorar as condições de conforto ambiental, garantindo um nível adequado de bem-estar à


população; e

III – garantir um padrão estético harmonioso e equilibrado ao desenho urbano da cidade.

2. Cite instrumentos da lei capazes de melhorar as condições de conforto ambiental da


população.

A execução de planos, programas, projetos, obras e serviços referentes à construção, reconstrução,


reforma e ampliação de edificações de qualquer natureza.

3. Por que o índice de aproveitamento pode limitar a altura das edificações? Há outro limitante?
Qual?

Este índice multiplicado pela área total do lote estabelece a quantidade máxima de m2 possíveis de
serem construídos nesse lote, somando-se todos os pavimentos. Com isso, fica sobre entendido um
gabarito (altura) máxima para a edificação, uma vez que também e definido para cada região uma taxa
de ocupação.

Sim, a taxa de ocupação (TO).

4. O que é taxa de ocupação? Para que serve?

A TO é a relação percentual entre a projeção da edificação e a área do terreno. Ou seja, ela representa
a porcentagem do terreno sobre o qual há edificação.

Serve para indicar a configuração que o tecido urbano próprio daquela zona virá a assumir ao longo de
seu desenvolvimento.

5. O que são zonas especiais? Exemplifique.

Zonas Especiais são áreas com definições específicas de parâmetros reguladores de uso e ocupação
do solo.

I - Zona Especial de Concentração de Serviços de Administração Pública - ZE1;

II - Zona Especial de Serviços de Infraestrutura de Transportes Aeroviários,

Rodoviários e Ferroviários - ZE2;

III - Zona Especial de Concentração de Atividades Educacionais e de Pesquisas

Científicas e Tecnológicas - ZE3;

IV - Zona Especial de Experimentação Agrícola - ZE4;

V - Zona Especial de Concentração de Atividades Médico-hospitalares - ZE5;

VI - Zona Especial de Reserva de Área Urbana - ZE6;

VII - Zona Especial de Serviços de Saneamento Urbano - ZE7; e

VIII - Zona Especial de Serviços de Sepultamentos (cemitérios) - ZE8

6. É possível construir um prédio comercial em uma zona residencial? Explique.

o zoneamento pode determinar que uma porção da cidade pode abrigar usos residenciais e comerciais
de pequeno porte (padarias, mercearias, etc.), mas não pode abrigar usos comerciais de grande porte
nem usos industriais.

7. Quando é obrigatório edificar um terreno?


Compete ao proprietário do imóvel ou ao seu ocupante, a execução e conservação de passeios, muros e
cercas. E fica obrigado a mantê-lo capinado, drenado, murado e em perfeito estado de limpeza, evitando
que seja usado como depósito de lixo, detritos ou resíduos de qualquer natureza.

8. O que outorga onerosa do direito de construir?

E aquelas onde o direito de construir pode ser exercido acima do permitido pelas aplicações do índice de
aproveitamento e da taxa de ocupação, mediante contrapartida financeira a ser prestada pelo
beneficiário.

9. Uma operação urbana consorciada é vantajosa para qual (ou quais) partes envolvidas?

E vantajosa para o Poder Público Municipal, com a participação dos proprietários, moradores, usuários
permanentes e investidores privados, com o objetivo de alcançar em uma área transformações
urbanísticas estruturais, melhorias sociais e valorização ambiental.