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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP


AMANDA DE SOUZA MELO
CHISTIANE MARIA DE SOUSA BARROS
PEDRO HENRIQUE CORREIA DE FREITAS
RENAN DA SILVA SOARES
ROBSON DE MEDEIROS ROBERTO
YANNI RAQUEL DA SILVA SOARES

EFICIÊNCIA DA TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA NO


DIAGNÓSTICO DO DERRAME PLEURAL

Brasília
2018
2

AMANDA DE SOUZA MELO


CHISTIANE MARIA DE SOUSA BARROS
PEDRO HENRIQUE CORREIA DE FREITAS
RENAN DA SILVA SOARES
ROBSON DE MEDEIROS ROBERTO
YANNI RAQUEL DA SILVA SOARES

EFICIÊNCIA DA TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA


NO DIAGNÓSTICO DO DERRAME PLEURAL

Trabalho apresentado junto


Curso de Tecnologia em
Radiologia do ICS como parte da
nota das disciplinas cursadas no
semestre.

Orientadora Professora.: MSc.Viviane Vaz Queiroz

Brasília
2018
3

AMANDA DE SOUZA MELO


CHISTIANE MARIA DE SOUSA BARROS
PEDRO HENRIQUE CORREIA DE FREITAS
RENAN DA SILVA SOARES
ROBSON DE MEDEIROS ROBERTO
YANNI RAQUEL DA SILVA SOARES

EFICIÊNCIA DA TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA


NO DIAGNÓSTICO DO DERRAME PLEURAL

Trabalho apresentado junto


Curso de Tecnologia em
Radiologia do ICS como parte
da nota das disciplinas
cursadas no semestre.

Aprovados em:

BANCA EXAMINADORA
_____________________________________
Orientadora Professora: MSC. Viviane Vaz Queiroz
Universidade Paulista – UNIP
_____________________________________
Universidade Paulista – UNIP
_____________________________________
Universidade Paulista – UNIP
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RESUMO

A pleura é uma membrana delicada que recobre o lado de fora do pulmão e a


superfície interna da parede torácica. Entre as duas pleuras, existe uma camada fina
de líquido, que facilita o deslizamento suave dos pulmões dentro da caixa torácica,
quando se enchem e se esvaziam de ar. O derrame pleural ocorre quando o liquido
nesta membrana se excede do limite normal, sendo uma manifestação comum de
várias doenças. Se não tratado adequadamente, pode levar à falta grave de ar e até
à morte. O exame de raio X pode confirmar o diagnóstico, quando esse apresentar
uma grande mancha branca no local onde deveria ser visto apenas ar. O exame de
Tomografia Computadorizada permite uma melhor visualização das estruturas que se
sobrepõem em um mesmo plano, permitindo o diagnóstico do derrame pleural por
identifica possíveis alterações e lesões sólidas da pleura e lesões do parênquima
pulmonar, sobretudo após a injeção de contraste venoso.

Palavras chaves: Derrame Pleural. Pleura. Tomografia Computadorizada.


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ABSTRACT

The pleura is a delicate membrane that covers the outside of the lung and the inner
surface of the chest wall. Between the two pleuraes, there is a thin layer of fluid, which
facilitates smooth sliding of the lungs into the rib cage, as they fill and drain from air.
Pleural effusion occurs when the fluid in this membrane exceeds the normal limit, being
a common manifestation of several diseases. If not treated properly, it can lead to
severe lack of air and even death. The X-ray examination can confirm the diagnosis
when it presents a large white spot where the air should only be seen. The CT scan
allows a better visualization of the structures that overlap in the same plane, allowing
the diagnosis of pleural effusion by identifying possible alterations and solid lesions of
the pleura and lesions of the pulmonary parenchyma, especially after the injection of
venous contrast.

Key words: Pleura, Pleural Effusion,


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SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO ...................................................................................................... 07
2. REVISÃO DE LITERATURA ................................................................................ 08
2.1 Tomografia Computadorizada.................................................................... 08
2.2 Derrame Pleural .......................................................................................... 10
2.3 Anatomia do Pulmão .................................................................................. 11
2.4 Tomografia computadorizada no diagnóstico do derrame pleural ........ 12
3. CONSIDERAÇÕES FINAIS .................................................................................. 14
REFERÊNCIAS ................................................................................................. 15
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1 INTRODUÇÃO

A Tomografia Computadorizada (TC) é um meio de diagnóstico por imagem


que utiliza os raios X para emitir uma radiação colimada na área de interesse pois
cada estrutura tem uma capacidade diferente de atenuar a radiação, de modo com
que essa radiação ultrapasse as estruturas atingindo os detectores com intensidade.
É indicada quando os métodos de radiografia convencional não são eficientes na
elucidação diagnóstica ou ainda no estudo de patologias específicas pré-definidas
(Araújo, 2007; Mourão, 2015).
O Exame de TC, permite uma melhor visualização de estruturas que se
sobrepõem em um mesmo plano, permitindo mais facilmente o diagnóstico do
derrame pleural pois permite identificar possíveis alterações do parênquima pulmonar
ou do mediastino, como também espessamento pulmonar, espessamento nodular e o
envolvimento da pleura mediastinal (Nobrega, 2005).
O derrame pleural é uma patologia respiratória do tipo restritivo e é
caracterizada pelo acumulo de líquido excessivo entre as pleuras, que são uma
camada que envolve o pulmão e é constituída por dois folhetos que são a Pleura
Visceral e a Pleura Parietal, contínuos na região do hilo do pulmão. Essa patologia
não é considerada uma doença, mas sim a manifestação de outras doenças ou
traumas e se não tratada pode levar o paciente a dispneia ou até mesmo a morte
(Marques, 2018).
Tendo como objetivo estudar as técnicas da Tomografia Computadorizada para
o diagnóstico do derrame pleural, como demonstrar sua relevância com esse
diagnóstico, como a sua melhor qualidade.
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2 REVISÃO DE LITERATURA

2.1 Tomografia Computadorizada (TC)

A Tomografia Computadorizada é um método de diagnóstico por imagem, que


permite a geração de imagem de cortes anatômicos cujo contraste é obtido pela
absorção diferenciada do feixe de raios X pelos tecidos. Surgiu em 1972 na Inglaterra
por Godfrey M. Hounsfield a Tomografia Computadorizada. No Brasil o primeiro
equipamento foi instalado no Hospital de Beneficência Portuguesa de São Paulo. Em
1979, Hounsfield recebeu o prêmio Nobel de medicina (Portela, 1997; Santos 2010).
Porém não possuíam muita tecnologia, mais com a evolução os equipamentos
também foram evoluindo e com isso foram criadas suas gerações.
- (1972 - 1974) Primeira e Segunda Gerações: Haviam poucos detectores,
translação e rotação do tubo e dos detectores em volta da área estudada.
- (1975) Terceira Geração: Maior número de detectores, onde os tubos e os
detectores giravam em torno da área.
- (1980) Quarta Geração: Possui coroa de detectores fixa, onde apenas o tubo
gira em volta do paciente.
- (1990) Quinta Geração: Os aparelhos são helicoidais que possuem
movimentos simultâneos, que formam imagens bidimensionais e tridimensionais.
- (1998) Sexta Geração: Os aparelhos são multislice que possuem além de
movimentos simultâneos do gantry e mesa, fileiras de detectores que permitem
diversas aquisições simultâneas (Nóbrega, 2005; Araújo, 2007).
Atualmente os equipamentos utilizados são os helicoidais e multislice que
representam a quinta e sexta geração. Devido cada estrutura possuir uma capacidade
diferente de atenuar a radiação, todas as estruturas são representadas e visualizadas
em tons de cinza de acordo com a densidade na escala de Housnfield (Nobrega,
2005).
As diferentes densidades das estruturas só podem ser observadas devido o
pixel, pois cada pixel recebe múltiplas projeções para produzir uma intensidade
característica a densidade de cada estrutura. Já o volume tridimensional da imagem
é possível devido a profundidade do pixel, que é obtido através da espessura do corte,
denominado de voxel (Santos, 2010; Mourão, 2015).
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Os tomógrafos são compostos por um gantry, uma mesa de posicionamento que


permite que o paciente seja posicionado adequadamente para a realização precisa do
exame. A central de comando é composta por computadores que permitem que seja
selecionado o protocolo adequado para cada exame, e ainda a visualização e
processamento das imagens para que sejam montadas as documentações do
paciente (Santos, 2006, Araujo, 2007). O Gantry é o tubo pelo qual o paciente entra
para ser exposto ao Raio X para que as imagens sejam geradas, e no interior deste
são encontrados:
 Tubo de Raios X: esse tubo no aparelho de TC é semelhante ao de
radiografia convencional, porem diferencia-se no posicionamento que irá
anular o efeito anódico e na capacidade de dissipar o calor (Araujo, 2007).
 Sistema de resfriamento: esse sistema tem como função resfriar o
equipamento para evitar seu aquecimento excessivo, considerando-se que
quanto maior a capacidade de suportar o aquecimento, maior será o tempo
de aquisição das imagens (Araujo, 2007).
 Detectores: são responsáveis pela captação da radiação, formadas por
cristais luminescentes ou câmaras de ionização. Os cristais luminescentes
interagem com os feixes de Raios X, que através de pequenas câmaras
fotomultiplicadoras amplificam o sinal e o transformam em corrente elétrica
para permitir a aquisição das imagens (Araujo, 2007).
A câmara de ionização possui reservatórios com gás xenônio, que irão interagir
com os feixes para produzir ionização que gera corrente elétrica e produz as imagens
(Figura 1) (Araújo, 2007)

Figura 1: Ilustração do Tomógrafo


Fonte:http://www.dca.fee.unicamp.br
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Nos equipamentos mais modernos, durante a aquisição das imagens ocorre o


giro dos detectores e do tudo em 360º em aproximadamente 1 segundo. Outro fator
principal da aquisição é pitch, que faz a relação do deslocamento da mesa pela
espessura do corte utilizado, sendo que quanto maior for essa relação, menor será o
tempo de aquisição (Nobrega, 2005).
A tomografia computadorizada por ser um exame de ótima qualidade é indicada
em qualquer situação que tenha alteração anatômica dos tecidos, por isso sua
aplicabilidade se estende a diversas doenças como: doenças congênitas, cistos,
doenças infeccionas, traumáticas, fraturas entre outras diversas aplicações (Nobrega,
2005; Santos, 2006).
Fornecendo mais detalhes do que uma radiografia simples a TC, realiza uma
série de radiografias que são analisadas por um computador, que em seguida, fornece
diversas cortes em diferentes planos, como cortes longitudinais e transversais.
Durante a TC, uma substância visível na radiografia denominada contraste radiopaco,
pode ser injetada na corrente sanguínea ou administrada por via oral para ajudar a
esclarecer certas anormalidades em exames de tórax, uma vez que uma TC de alta
resolução pode revelar mais detalhes sobre distúrbios pulmonares (Santos, 2010;
SBMFC, 2010).

2.2 Derrame Pleural

A pleura é altamente vascularizada e seu líquido é constantemente renovado.


Os microvasos sanguíneos e linfáticos que irrigam a pleura são os responsáveis por
trazer e levar o líquido pleural, mantendo sempre um volume constante dentro da
cavidade. Quando há uma perturbação deste balanço, começa a haver retenção de
líquidos no espaço pleural e o derrame se forma (Marchi, 2006).
O derrame pleural é uma patologia do tipo respiratória restritivo que é
caracterizada pelo acumulo de líquido excessivo entre as pleuras constituindo uma
manifestação do comprometimento pleural primário e/ou secundário. Podendo ocorrer
por diversos motivos como: a insuficiência cardíaca, cirrose hepática e a pneumonia.
Esse líquido pode ser formado por sangue, pus, líquido leitoso ou líquido rico em
colesterol (Drake, 2015).
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Como uma manifestação de outras doenças ou traumas, o derrame pleural se


não devidamente tratado pode levar o paciente a dispneia ou até mesmo a morte.
Podendo o espaço pleural ser preenchido por (Paulsen, 2015):
 Sangue: Formando o hemotórax, que geralmente é decorrente de uma lesão
torácica ou por distúrbio da coagulação sanguínea;
 Pus: Chamado de epiema, acumula-se geralmente quando a pneumonia ou
o abcesso pulmonar se alastra até o interior do espaço pleural, podendo
complicar o estado de maneira que seja necessária cirurgia torácica;
 Líquido leitoso: Formando o quilotorax que é como resultado de uma lesão
no ducto linfático principal do tórax, no caso o ducto torácico ou na obstrução
do mesmo decorrente de tumor.
Em condições normais a pleura é lubrificada por aproximadamente 15 ml de
líquido pleural possuindo um aspecto claro e seroso. Quando ocorre alguma alteração
esse líquido fica em excesso provocando o derrame pleural. O líquido rico em
colesterol ocorre devido um derrame pleural de longa evolução, como em situações
causadas pela tuberculose ou artrite reumatoide (Oncoguia, 2010; Paulsen, 2015).

2.3 Anatomia do pulmão

Os pulmões são órgãos pares em forma de cone, que se localizam na cavidade


torácica e são separados pelo mediastino onde se situam: o coração, grandes vases,
esôfago, traqueia, brônquios principais, nervos linfáticos. Cada Pulmão é envolvido
em uma membrana serosa de dupla camada, a pleura (Paulsen, 2015; Waschake,
2015).
A pleura é uma camada que envolve o pulmão e é constituída por dois folhetos,
sendo a camada mais externa denominada de pleura parietal, e é aderida a parede
da cavidade torácica e ao diafragma (Drake, 2015). A camada mais interna,
denominada pleura visceral, que reveste a superfície do pulmão, voltada para as
outras vísceras (Marques, 2018).
Entre as pleuras existe um espaço denominado, cavidade pleural, que contém
um líquido responsável pelo deslizamento e lubrificação dos dois folhetos durante a
respiração, chamado de líquido pleural, produzido pela pleura, impedindo assim o
atrito entre o mesotélio visceral e parietal. Devido essa estrutura possuir grande
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permeabilidade pode ocorrer o acúmulo de líquido entre os dois folhetos o que é uma
consequência de outras doenças (Figura 2) (Marques, 2018; RT Saúde, 2018).

Figura 2: Anatomia da Pleura


Fonte: http://elmovimiento1.blogspot.com

2.4 Tomografia Computadorizada no Diagnóstico do Derrame Pleural

A Tomografia Computadorizada (TC) permite uma melhor visualização das


estruturas que se sobrepõem em um mesmo plano, permitindo mais facilmente o
diagnóstico do derrame pleural pois identifica possíveis alterações e lesões sólidas da
pleura e lesões do parênquima pulmonar, sobretudo após a injeção de contraste
venoso (Nobrega, 2013). A tomografia de tórax pode auxiliar na investigação da
etiologia do derrame pleural ao identificar alterações do parênquima pulmonar ou do
mediastino (Cirino, 2002; IVC, 2014).
Na TC com paciente em posição supina, o líquido pleural se acumula nos
recessos pleurais posteriores. Estas lesões podem simular massas na radiografia
convencional, mas são identificadas com segurança como coleções na TC. Para o
diagnóstico deve-se realizar cortes contíguos e cortes adicionais com o paciente em
decúbito lateral de 10mm após ter sido administrado contraste. Esse diagnóstico é
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mais indicado para a avaliação de derrame pleural alojado em cissura, pois em


exames comuns, as lesões podem simular massas (Figura 3) (Junior, 1999; Marchi et
al, 2006).

Figura 3: TC de toráx demonstrando derrame pleural bilateral


Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0365-05962009000600013

O derrame pleural pode usualmente ser distinguido de líquido na cavidade


peritoneal por uma cuidadosa análise seguindo 4 sinais: sinal do diafragma, sinal da
interface, sinal da área livre e o sinal do deslocamento da crura (pilar do diafragma).
O sinal do diafragma se refere à distribuição diferente do derrame pleural comparado
com o líquido intra-abdominal em relação ao diafragma. O sinal da interface se refere
à interface entre o líquido e o baço ou o fígado. (Mocelin, 2001; OPAS, 2018). Na
ascite as interfaces são bem demarcadas, enquanto que no derrame pleural as
interfaces são maldefinidas, porque o diafragma está interposto entre o líquido e o
fígado ou baço. A área livre é a porção do lobo direito do fígado que não apresenta
cobertura peritoneal. O sinal do deslocamento da crura se refere ao deslocamento
anterior da crura diafragmática pelo derrame pleural, que ocorre porque o líquido está
interposto entre a crura e a coluna vertebral. Coleções intra-abdominais não produzem
este deslocamento (Junior, 1999).
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3. CONSIDERAÇÕES FINAIS

A presente pesquisa relatou o surgimento da Tomografia Computadorizada


(TC) e a utilização deste exame para o diagnóstico do derrame pleural, suas causas
e sintomas de acordo com a anatomia pulmonar.
Relatando como a Tomografia Computadorizada se torna a melhor visualização
da patologia devido certos detalhes que não podem ser percebidos em exames
convencionais, dificultando assim o diagnóstico preciso.
Teve-se como base exemplar pesquisas e revisões de literatura, verificando-se
a importância do exame para o diagnóstico da patologia, além de mostrar a
importância de que realizado com todos os padrões de segurança para evitar riscos à
saúde do paciente e/ou profissional.
Desta forma o diagnóstico por meio de TC é fundamental, pois permite uma
boa avaliação e um diagnóstico preciso do derrame pleural quando comparado com o
convencional.
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REFERÊNCIAS

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Anatomia Associada. 8ª ed. Rio de Janeiro: Editora Elsevier; 2010. 58-60p.

Cirino, L.M.I; Neto, M.J.F.; Tolosa, E.M.C. Classificação ultra-sonográfica do derrame


pleural e do empiema parapneumônico. Radio Bras, 2002 jun 02. P. 81 – 8

Drake, R.L.; Vogl, A.W.; MitchelL, A.W.M. Gray’s anatomia clínica para estudantes. 3
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http://www.oncoguia.org.br/conteudo/derrame-pleural/1326/109/

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Disponível em: www.vencerocancer.org.br/cancer/diagnostico-2/tomografia-
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Marchi E., Lundgren F., Mussi T. Derrame Pleural: parapneumônico e empiema. São
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Mocelin, H.T; Fischer G.B. Fatores preditivos para drenagem de derrames pleurais
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Mourão, A.P. Tomografia Computadorizada: Tecnologias e Aplicações, 2ª ed. Rio de


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Nóbrega, Almir Inácio de Manual de Tomografia Computadorizada 1 ed. São Paulo:


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16

Nobrega A.I; Tecnologia Radiológica e Diagnóstico por imagem 5º Ed. v.3 São
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Disponível em: https://www.opas.org.br/o-que-e-derrame-pleural-agua-no-pulmao-
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http://www.rtsaude.org/derrame-pleural/

Santos G.C.: Manual de Radiologia: Fundamentos e Técnicas. 1ª ed. Editora: Yendis


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Santos, A. A. . Tomografia Computadorizada: princípios físicos e aplicações. 2. ed. São Paulo:,


2006. Editora: Corpus v. 1. 156p .

SBMFC. Quão precisa é a Tomografia Computadorizada para o câncer de pulmão?


Rio de Janeiro – RJ 2010 Mai. 11. Disponível em: https://www.sbmfc.org.br/quao-
precisa-e-a-tomografia-computadorizada-para-o-cancer-de-pulmao/