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INSTITUTO SUPERIOR POLITECNICO DE BENGUELA

RELATORIO

BENGUELA/JANEIRO/2016
INSTITUTO SUPERIOR POLITECNICO LUSIADAS DE BENGUELA

RELATORIO

ALUNA: Cátia Solange Gonçalves Alexandre

ORIENTADOR: Alfredo Nalatu


CO-ORIENTADOR: Filipa Pintalhão

BENGUELA/ JANEIRO/2016
I-CAPITULO
PENSAMENTO
´´ A Família nasce do reconhecimento e da aceitação da bondade da
diferenciação sexual´´

Papa Francisco
DEDICATORIA
Brindo este trabalho, aos meus queridos Pais, justificando tal gesto; Primeiro,
por me terem trazido ao mundo, e segundo por terem providenciando os meus
estudos desde a tenra idade, concorrendo para que se torna-se realidade esse
sonho de formação tanto eles, quanto meu.
A família, amigos, colegas e professores por me terem acompanhado quer nos
instantes de alegria como em momentos de tristezas.
INTRODUÇAO
O presente relatório de estágio corresponde ao projecto que será apresentado
e defendido para a conclusão de fim do curso de Direito no Instituto Superior
Politécnico Lusíada de Benguela (ISPLB). Este relatório do estágio tem como
finalidade a descrição das actividades desenvolvidas enquanto Assistente
estagiária e de forma sistematica empreguei os vários conhecimentos adquiridos
ao longo do curso e o saber fazer que me foi incutido no âmbito do estágio.

O meu estágio foi realizado no Escritório Sérgio Raimundo e Associados, em


Benguela, Rua de Angola, estive concretamente no Gabinete Jurídico como
Assistente Estágiaria, e teve como orientador designado pela entidade
concedente do estágio o Dr. Alfredo Nalatu, Advogado e a co-orientadora e
supervisora designada pelo ISPLB foi a Dra. Filipa Pintalhão.

o estágio durou 60 horas, previstas no plano de estágio, as quais teve o inicio


aos 5 de Outubro de 2016, e fim em Dezembro ocorreu em Benguela.
ENTIDADE CONCEDENTE DO ESTAGIO

O ESCRITORIO DE ADVOGACIA DR RAIMUNDO E ASSOCIADOS, econtra-


se localizada em Luanda, no Bairro do Alvalade, à rua Hélder Neto, n.º50, em
Benguela, no Centro da Cidade, à rua de Angola, n⁰18, e em Cabinda, no Bairro
Deolinda Rodrigues, à rua do Timor, Zona-B, Casa nº32.

Existe há mais de 10 anos, com uma equipa de mais de 20 advogados, entre


titulares e estagiários, com formação jurídica em diversas áreas do direito para
garantir a prestação de serviços de advocacia, consultoria de qualidade e à altura
dos desígnios dos nossos clientes, mais concretamente, nas áreas do direito
civil, penal, trabalho, família, petróleo e gás, comercial e fiscal.

O Escritório e constituído por uma equipa cuja missão é privilegiar a consulta


jurídica como método de prevenção de litígios, exercendo a Advocacia de modo
a explorar a veia profilática do Direito.

A equipa que move-se iluminada por quatro valores: (i) competência; (ii) foco no
cliente; (iii) prontidão e (iv) independência.

Integram a sua equipa de trabalho, advogados altamente qualificados, formados


nas várias instituições do ensino do direito em Angola e no exterior do país,
nomeadamente Portugal, Brasil, Inglaterra e Estados Unidos da América, com
pós-graduações profissionalizantes e mestrados nas várias áreas do direito, v.g.,
civil, penal, constitucional, laboral, fiscal, comercial e petróleo e gás, alguns dos
quais a exercerem actividade docente e de direção nas Faculdades de Direito
das Universidades, Agostinho Neto, Católica de Angola, Óscar Ribas,
Independente de Angola, Técnica de Angola e Jean Piaget de Angola.

Esta equipa destaca-se pela solidez técnica e rigor ético-profissional, mas


também pelas qualidades humanas com que enriquecem a comunidade e,
sobretudo, o cliente.
Presta serviços de consultoria e de advocacia, tendo sempre como referência
primeira e última a necessidade da defesa enérgica e determinada dos direitos
e dos interesses dos nossos clientes, dentro dos marcos da ética e deontologia
da nobre profissão do advogado.

O Escritório Sérgio Raimundo Garante atendimento personalizado, quer em


regime de avença como em regime de contratação por objectivos. Valoriza cada
passo do cliente preparando um trabalho em equipa, sustentado no
conhecimento, na experiência e na capacidade de inovar.

ÁREAS DE ESPECIALIZAÇÃO
O Sérgio Raimundo Associados é um escritório multidisciplinar, que tem como
clientes dos seus serviços jurídicos, nas mais diversas áreas do direito, desde
as mais clássicas até às mais recentes estratégias de direito na actualidade, uma
enorme variedade de empresas, entidades públicas e privadas, nacionais e
internacionais.

O escritório oferece aos clientes um conjunto de serviços jurídicos, orientados


para as necessidades dos mesmos, segundo uma estratégia personalizada e
adaptada ao assunto que se quer ver tratado, de forma dinâmica e justa. A
confiança dos clientes e a sua principal prioridade, pelo que e reconhecido pela
eficiência e a forma como os clientes ficam satisfeitos com a forma como
trabalham nas suas principais áreas de especificação em Constitucional,
Comercial, Fiscal, Petróleo e Gás, Direito Civil, Direito Penal, Trabalho e Família.
MOTIVAÇAO DO ESTÁGIO

Desde pequena que eu sonhava ser advogada, pra mim ser Advogada e a
extensão da minha vida e a chance de poder defender aquilo que eu considero
justo e ideal, mesmo que em algumas situações diárias as pessoas acharem que
o advogado e o que menos trabalha no ramo do Direito, acham que o dia-a-dia
de um advogado se resume apenas em elaborar petições e participar em
audiências, acho isso um equívoco. Na verdade, advogar envolve muito mais
que isso, todo advogado é um conselheiro, tem que saber ouvir muito, é um
pouco psicólogo, um terapeuta, um confidente, um amigo, ou melhor um
ouvido amigo responsável por resolver conflitos entre as pessoas. Por sorte,
acredito que eu realmente escolhi uma profissão que eu adoro. Uma
profissão na qual a cada dia eu sou mais apaixonada, uma profissão na qual
tenho que aprender algo novo diariamente. Agradeço ao Escritório Sérgio
Raimundo Associados por me conceder a oportunidade de estar a par passo da
profissão que eu escolhe ser “Advogada”.
OBEJECTIVOS

Objetivos Gerais do Estagio


Pretendo adquirir conhecimentos práticos consentâneos com a realidade,
colocando em prática todos conteúdos e conhecimentos adquiridos em sala de
aula durante os 5 anos da minha formação.

Quero ter um bom acompanhamento e oportunidade de aprender realizando as


actividades durante o estágio com possíveis esclarecimentos de dúvidas,
conversas acerca das actividades e avaliações tanto com meu orientador do
estágio e com o coorientador da universidade e obter domínio prático das
matérias, uma vez que as actividades a realizar são determinadas pelo meu
orientador do estágio, cabe a mim demonstrar interesse, conhecimentos
académicos e capacidade para realizar todas as actividades que pelo facto de
me serem atribuídas, são do meu maior interesse e sempre sonhei com isso
entendo que devo aproveitar cada oportunidade como advogada estagiária do
Escritório de Advogados Sérgio Raimundo e Associados.

Objetivos Específicos do Estagio


Com base nas actividades que me forem distribuídas pelo meu orientador cabe-
me compreender e elaborar peças processuais, documentos jurídicos interpretar
e aplicar o direito, fazer pesquisas da legislação, da jurisprudência, da doutrina
e de outras fontes do Direito, desenvolver o raciocínio jurídico de argumentação
e persuasão, e estar a par passo das consultas e audiências, tudo com o máximo
respeito pela lei que pretendo solucionar as situações.

Relativamente ao tipo de processos com as quais contactarei ao longo do


Estagio:
Em Direito Penal: Os crimes de violações, estupro, Abuso de menores, Burla,
Agrações e Calunias.

Em Direito Civil: Ações para pagamento de quantia certa, Entrega da coisa certa
e Indeminizações.

Em Direito do Trabalho: Acções disciplinares, despedimentos.

Em Direito da Família: Divórcio por mútuo acordo, divórcio litigioso, Ação de


Alimentos, Reconhecimento de união de Facto por morte, Partilha da herança
II- CAPITULO
DESCRIÇÃO DAS ACTIVIDADES DO ESTÁGIO
Foram varias actividades desenvolvidas no âmbito do estágio, do qual foram
realizadas com sucesso, segundo perspectivas criadas, em que na qual elaborei
vários processos, assiste varias consultas. Mas no presente trabalho apenas
escolhi 4 processos que vou descrever de seguida, sendo certo, que os mesmos
serão demonstrados com nomes imaginários, pese embora ser factos reais, uma
vez que, por questões profissionais e de sigilo que caracteriza a classe
(Advogados), nos inibe a divulgar em haste público os nossos Constituentes
(clientes), que no meu entender, são eles a razão de ser na relação jurídica.

1º-PROCESSO
_ Processo-Crime: Ofensas Corporais e Injúria

MERITÍSSIMO SENHOR DOUTOR


JUÍZ DE DIREITO DO TRIBUNAL MUNICIPAL
DA BAÍA FARTA – SALA DOS CRIMES CUMUNS

BAÍA FARTA

Proc. nº 228/PGR/BF-2015

Por se constatarem indícios suficientes nos autos e, ao abrigo do


artigo 391º do C.P.P. conjugado com o preceito do artigo 27º parágrafo
único do Decreto-Lei nº 35.007, de 13 de Outubro de 1945, Rodrigo de
Oliveira, melhor identificado nos autos acusa em processo de Polícia
Correccional:
Jurema Dias, Casada de 56 anos de idade, filha de Júlio Manso
Dias e de Maria Guilhermina Carmelino Felisberto, natural e residente em
Benguela, Bairro Baía Azul, Município da Baía Farta, com os demais
sinais de identificação nos autos;

Porquanto, indiciam os autos de que, cerca das 17H:30 do dia


14 de Agosto de 2015, quando o ofendido deu conta que a acusada estava
a realizar obra que iria servir de cabouco (muro de vedação), por motivo
disso veio criar um clima de confusão. Tudo porque a acusada orientou
aos seus homens (Pedreiros) para fazer a referida obra justamente num
local reservado a servidão de passagem e que o mesmo impediria o acesso
ao terreno do ofendido, este, no sentido de não ser vetado ao acesso, foi
ao local juntamente com seus trabalhadores no sentido de paralisar com
tal obra.

Estado no local, o ofendido orientou aos seus trabalhadores que tapassem


o cabouco feito, de forma a repor as limitações que a Administração
Municipal/BF delimitou como servidão de passagem que estava a ser alvo
da acusada. Em reacção do sucedido, fez com que um do integrante da
parte da acusada reclamassem e posteriormente entrar em cena de
agressão, quando o mesmo introduziu-se no interior da casa para ir a busca
do Cão, criando pânico a todos, uma vez que o mesmo cão é de uma raça
perigosa.

Assim, é na altura que o ofendido e os seus trabalhadores, a


darem conta do Cão, cada um procurou forma de se defender a sua medida,
tendo um dos trabalhadores atingindo o mesmo Cão com uma pá, facto
este que fez com que o mesmo animal (Cão) voltasse ao quintal, e que se
não fosse por essa intervenção, provocaria coisas piores. No decorrer do
mal entendido, o afiliado (Benevith Camia) da acusada fez uma ligação a
mesma pedindo a sua comparência, e mesma de seguida apareceu em
companhia do seu esposo, que se faziam transportar da sua viatura.

Da viatura saiu a condutora, ora acusada nos presentes autos,


Guilhermina Manso Dias que perguntou o que estava acontecer, mas num
tom de ameaças, mostrando que goza de influências e que mesmo que
prosseguisse a referida construção, que estaria a vetar o acesso do
ofendido, em nada lhe pesaria em termos de repressão. Com essa atitude
demonstrada pela acusada fez com que assustasse o ofendido e não
demorou que o ofendido despertasse do medo, a acusada desferiu uma
forte bofetada na face do ofendido, que resultou em hematoma e equimose
na região da face do mesmo, conforme prova documento, que consta no
presente autos, ex vi folha nº 18.

Todavia, a referida agressão aconteceu sob o olhar sereno de


todos, e em reacção os ânimos alteram-se pelos dois lados, tendo ofendido
em gesto de sair naquele mesmo lugar, tinha que empurrar a acusada, de
forma a se libertar do meio que se encontrava, tendo se refugiado junto do
seu trabalhador, se não aconteceria coisa pior, porque a par da agressão a
acusada foi usando pedras para atingir o ofendido.

Bem tal comportamento ofensivo em nada preocupou os


agressores que em companhia do seu marido e apoiante no acto foram várias
vezes atrás do ofendido para continuar com a agressão, o mesmo (ofendido)
sob de todo jeito se proteger das acções preconizadas pela acusada.

A acusada agiu de forma livre, consciente e voluntária, agindo com dolo


directo e necessário, encontramos configurados os elementos objectivos e
subjectivos do crime de ofensas corporais voluntárias Simples;

Lembrando que enquanto a acusada dava bofetada violentamente


ao ofendido proferiu repetidamente as seguintes frases “filha da puta…….
“ “ cabrão….” branco de merda “ na rua a frente de inúmeras pessoas,
manchando a honra e o bom nome do ofendido.
Pois, os factos imputados ao ofendido, foram feitos publicamente,
em alto som e viva voz, factos ofensivos á sua Bona fama, reputação,
dignidade e decoro e rectidão;

Note digno Magistrado, que o tipo Penal ou melhor o concurso


formal de infracções que encontramos sub espécie visa proteger a honra
objectiva e subjectiva, que é posta em causa, e o bem violado é de difícil
recuperação, causando danos morais na esfera do ofendido de valor
incalculável

Com tal comportamento cometeu assim a arguida, os crimes de


Ofensas Corporais Voluntárias Simples, p. e p. pelo artigo 359º e Injuria,
p. e p. pelo artigo 410º todos do Código Penal, correspondentes aos crimes
de Ofensas Corporais Voluntárias Simples e Injuria.

Outrossim, como Consequência lógica é sujeitar-se o autor da


infracção à responsabilizações penal e civil pelos danos morais sofridos pelo
ofendido mediante o devido processo legal, que se efectivará no processo
criminal, podendo o pedido de indemnização ser introduzido no processo
penal, artigo 29º do Código do Processo Penal, a ser fixado a data a altura do
julgamento e o ressarcimento das despesas hospitalares suportadas pelo
ofendido;

Prova: A constante nos autos.


S. C: A estabelecida nos autos.

Declarantes:
Silva Paulo;
Victorino Sapalo;

Requer que recebida a douta acusação particular, se marque data para


julgamento.

Benguela, aos 18 de Novembro de 2016.

SUGESTAO:

Aos 17 de Novembro o Sr Rodrigo de Oliveira veio com a preocupação ate ao


nosso escritório que sofreu uma agressão por parte da Sra. Jurema Dias, e
queria abrir um processo crime contra a agressora por ter lhe desferido uma
bofetada e ter ofendido em viva voz ao lado de demais pessoas.

Na verdade isso foi assente entre ambas as partes, visto que o acontecido,
apesar de que podia ser resolvido com base numa boa conversa, já que, o
ofendido notou que agressora estava a fazer obras no local reservado a
passagem e esta mesma obra iria impedir o acesso ao terreno do ofendido.

Era questão de chamar a razão a acusada, explicar-lhe que a obra ora efctuada
estaria a prejudicar terceiros, mas, ainda assim o ofendido procurou evitar e sem
sucesso, que dias depois veio acontecer a devida obra, que em reacçao o
ofendido nada mais fez se não impedir a referida construção, tendo de seguida
o mesmo (ofendido) orientar aos seus trabalhadores que tapassem o cabouco.
Ora, quando a acusada apercebeu-se da orientação feita pelo ofendido, em
resposta de forma alterada, orientou que prosseguissem com os trabalhos.
Vendo que se encontravam muitos alterados, antes da agressão e da ofensa e
antes de intentarmos o processo judicial, pedimos a comparência da Sra. Jurema
ao nosso escritório para uma breve conversa, ela recusou-se a comparecer e
que mais tarde o pior veio acontecer, onde no mesmo local e por mesmo motivo
(um queria construir e o outro impedir a construção) se consumou a agressão
referido na P.I., foi assim que, depois da actitude inesperada da mesma”
acusada”, fizemos a Petição Inicial em que na qual acusamos a acusada no
crime de ofensas corporais voluntarias e simples tipificado no artigo 359 do
código penal e no crime de injuria no seu artigo 410 do código penal, porque com
base nos dados que o ofendido expões a acusada agiu de forma livre e
consciente, agindo com dolo directo e necessário, lembrando que que acusada
ao dar a bofetada ao ofendido proferiu algumas frases ofensivas manchando a
honra e o bom nome do ofendido.
2º- PROCESSO

MERITÍSSIMO SENHOR JUIZ DE DIREITO


DA SALA DA FAMÍLIA DO TRIBUNAL
PROVINCIAL DE BENGUELA

BENGUELA

Carlos Tiqueti, casado, natural de Chipindo Província da Huíla, nascido


aos 21 de Novembro de 1959, Bilhete de Identidade nº 002277689HA032,
emitido pelo Arquivo de Identificação nacional aos 17 de Dezembro de
2010, residente actualmente em Benguela.
Vem intentar

ACÇÃO ESPECIAL DE DIVÓRCIO LITIGIOSO

Contra: Ana Maria, casada, funcionaria pública, natural do Huambo,


residente actualmente em Benguela, sendo localizável na Escola de
Formação de Professores IMNE/Benguela, com base nos seguintes
fundamentos:

I-OS FACTOS


O Requerente e a Requerida, aos 25 de Julho de 1997, contraíram o
matrimónio em regime de comunhão de bens adquiridos, conforme atesta
o assento de Casamento que aqui se junta e se dá por integralmente
reproduzidos para todos os efeitos legais, (conforme doc. nº1)


O Requerente e a Requerida, desde aquela data, passaram a viver em
comunhão de cama, mesa e habitação.


Porém, da relação matrimonial não procriaram filhos.


Durante o período em que durou a convivência conjugal a Requerida foi
frequentemente violando os deveres conjugais, sobretudo quando esta
(Requerida) se sentia inconformada pelo facto de não ter capacidade
reprodutiva.

A título de exemplo: com frequência a Requerida violava os deveres de
respeito e lealdade, ofendendo moralmente o Requerente assim como os
parentes mais próximo (do Requerente), não permitindo qualquer
proximidade com estes, instalando um mal clima entre as partes.


A partir daquele momento (cujo o Requerente ignorava), devido ao
comportamento da Requerida a convivência matrimonial entre ambos
começou a deteriorar-se chegando a comprometer a comunhão de vida dos
cônjuges, impossibilitando a realização dos fins sociais do casamento.


Em consequência, a relação matrimonial foi-se, dia após dia, se
deteriorando, que tornou impossível a plena comunhão de vida entre os
cônjuges, havendo reciprocamente a violação do dever de respeito com
expressões ofensivas a integridade moral do Requerente.


Razão pela qual levou às partes em habitarem em residências separadas.

Todavia, a separação de facto entre o Requerente e a Requerida deu-se no
ano de 2011.
10º
Sendo certo que, até a presente data, e passados mais de 3 anos, o
Requerente e a Requerida continuam separados de forma ininterrupta.

11º
Separação que tornou a relação matrimonial sem qualquer sentido para as
partes, visto que ambos já não mantêm qualquer tipo de relações de
natureza pessoal, sendo este o fundamento específico do divórcio.

12º
O fundamento específico a ser invocado como causa do pedido do
divórcio é o constante da alínea a) do art.º 98º do Código da Família: “…..
Pela separação de facto por tempo superior a três anos…..”

II-DOS BENS A PARTILHAR


13º
Não existem bens a partilhar, sendo certo, que os mesmos (os cônjuges)
já chegaram a um acordo, em que, o Requerente deixou todos os bens que
partilharam na vigência do casamento a favor da Requerida.
Nomeadamente: 1º- Uma casa no bairro Cetenco (com recheios
mobiliários)
2º - Uma Viatura Jeep marca Toyota Land-Cruizer

III-DO DIREITO
14º
O art.º 97º do Código de Família expressa como fundamento do pedido de
divórcio litígioso que exista uma grave ou duradoura, esteja
comprometida a comunhão de vida dos cônjuges e impossibilitada a
realização dos fins sociais do casamento.
15º
Prescreve ainda o Código de Família, no seu art.º 78º “ Os cônjuges
poderão requerer o divórcio sempre, que deteriorem, de forma completa e
irremediável, os princípios em que se baseava a sua união e o casamento
tenha perdido o sentido para os cônjuges…….”

16º
Também se pode verificar na estatuição do art.º 79º alínea b), “ O divórcio
pode ser pedido…. por apenas um dos cônjuges, com base nos
fundamentos previstos na lei”
17º
O referido processo de divórcio não precisa de ser cumulado com a
obrigação de alimentos uma vez que a Requerida não carece de alimentos,
porque exerce a função de professora.

18º
Com os preceitos acima citados e os factos narrados, resulta claramente o
direito de o Requerente recorrer a este Tribunal, para por termo ao
casamento, por se mostrarem deteriorados e irremediáveis os princípios
nos quais se norteiam e alicerçam a relação matrimonial.

IV-DO PEDIDO
19º
Diante do exposto, termos em que, nos melhores de direito e com o Douto
Suprimento de Vossa Excelência, deve a presente a acção ser julgada
procedente por provada e em consequência:
a)- Ser decretado o divórcio entre o Requerente e a Requerida, com
todas as consequências legais daí decorrentes, com efeitos retroagidos na
data da separação a fixar em sentença.

Valor da causa: 1. 408. 001,00 Kz

Junta: procuração forense e duplicados legais.

Conselho de Família
Casimiro Sakupia
Fátima Segunda Pacheco Eduardo
Paulo Eduardo

Arrola como testemunha


Abrantes Aristides
Afonso Fernando Calei

Benguela, aos 15 de Outobro de 2016


SUGESTÃO:

Carlos Tiquete casado com Ana Maria em comunhão e bens adquiridos,


conformado com a separação desde 2011 com a requerida que por razão de
desrespeito que levou a douta separação.
A requerida violou o dever de respeito e lealdade ao proferir expressões
ofensivas a integridade moral do requerente, foi o motivo principal que
habitualmente vivem separados, o facto é que a requerida não tinha capacidade
reprodutiva, fez com que a mesma se sentisse incorformada e até mesmo com
frequência violava os deveres de respeito ate mesmo com os parentes mais
próximos do requerente não permitindo qualquer aproximidade.
Com todos estes factos o requerente decidiu pedir o divórcio com o fundamento
especifico que estavam separados por tempo superior a 3º anos este argumento
consta da alínea a) do artigo 98 do código da Familia, e não existem bens a
partilhar, sendo certo que os cônjuges já chegaram a um acordo, em que, o
Requerente deixou todos os bens que partilharam na vigência do casamento a
favor da Requerida, nomeadamente uma casa cita no bairro da cetenco com
recheios mobliarios e uma viatura Jeep marca toyot Land-Cruizer.
Eu, enquanto assistente, percebi que o mal menor deve ser afastado antes de
recorrer a um divorcio, uma vez que, os cônjuges até chegarem ao casamento
tiveram varias oportunidades de se conhecerem um a outro, o que no meu ver
conclui que não observaram este principio, de tal modo que a Requerida foi
violando os deveres conjugais. Logo, por não ter condições de convivência
conjugal, a melhor maneira foi a que o requerente optou (divorciar-se) apesar
que não sou apologista em separação, ainda mais que os mesmo para além de
caserem pelo registo também tiveram um casamento religioso (sendo um
sacramento instituido), mas, pelo caso descrito e por aquilo que o nosso
constituinte nos apresentou, nada restou senão subsumir ao pedido do
requerente.
3-PROCESSO
MERITÍSSIMO SENHOR DOUTOR
JUIZ DE DIREITO DA SALA DA FAMÍLIA
DO TRIBUNAL PROVINCIAL DE BENGUELA

BENGUELA

Processo nº822/2014-Autos de
Acção de Impugnação de Filiação

Wilson Afonso Sawaka e Marta Natália Tchilombo, Requerido no


processo à margem cotado e melhor identificado nos autos, tendo sido
notificado da Acção de Impugnação de Filiação que move contra si o
Manuel Sawaka, junto deste Tribunal, “data venia”, vem por este
intermédio defender-se apresentando a sua,

CONTESTAÇÃO


Aceita-se, por serem exacta a expressão da verdade o facto constante no
artigo 2º.

Já o mesmo não se poderá dizer no concerne à restante matéria,
impugnando-se todos os demais factos articulados, seja por não serem
verdadeiros, seja por não terem o alcance que o Requerente lhe
pretende conferir.


Pelo que é totalmente falso o que o Requerente alega nos articulados 1º
4º, 5º, 6º, 11º, 12º 13º, 14º, 15º, 16º, 17º, 18º, 20º, 21º, 29º, da P.I.

Porquanto,


O A e a R. Marta Natália Tchilombo começaram a namorar em 1976,
porque o 1º filho desta relação é de 1977, conforme cópia do B.I
(Constantino Domingos Sawaka), depois em 1979 tiveram gémeos que
infelizmente foi nado morto no parto. (vide doc. nº1)


Em 1981 tiveram uma terceira filha (Filomena Cristina Sawaka) e em
1985 viria então nascer o Wilson Afonso Sawaka. (Vide, doc. nº2 e 3)


Conforme os factos notórios, como pode o A alegar que namorou com a
R em 1985, se na verdade já em 1977 tiveram o 1º filho, prova mais que
clara de que a relação começou em 1976.


Nesta altura não havia nenhuma desconfiança até porque o A é quem
constantemente ia a casa da R, Marta Natália Tchilombo.


Também não corresponde a verdade, quando a dada altura o A afirma
que o R foi baptizado aos 02 de Dezembro de 1986, uma vez que o R foi
baptizado já adulto.


Nunca foi questionada a paternidade do R, Wilson Sawaka até porque
quem ficava com o Wilson Sawaka era sua avó (sogra da R), a senhora
Cecília Selengui.

10º
O R deixou de viver com o A quando este tinha 22 anos e não aos 26 anos
de idade.
11º
O R, Wilson já adulto viveu e trabalhou no Lobito e a R, Marta Tchilombo
sempre viveu e esteve no Município da Ganda, logo seria impossível esta
influenciar o R, Wilson a não estudar.

12º
Aliás, qual é a mãe que não aceitaria que seu filho estudasse?

13º
Não corresponde a verdade o vertido nos articulados 13º a 24º da P.I, na
medida em que o R Wilson só levou a sua mãe para conhecer o seu filho
porque o A nunca aceitou que o R se casasse e sempre deixou bem claro
que não aceitaria o respectivo neto, como pode confirmar a testemunha
Nelson M. Gonçalves Sawaka.

14º
O R só não casou naquela data não é pelo facto narradas pelo A.

15º
Mas sim, porque é prática do A. destruir casamentos agendados de seus
filhos, conforme pode provar a testemunha, Nelson M. Gonçalves
Sawaka.

16º
Não corresponde a verdade que o R. realizou a todo custo o casamento,
até porque o R, Wilson não é casado e desafia o A a provar tal acto.

17º
O A diz que alguém confidenciou-lhe que o R. Wilson Sawaka não é seu
filho, logo deve o A dizer e provar quem foi que lhe disse quem é o dito
pai do R.

RECONVINDO:

18º
Logo, não tem fundamento algum tudo que o A alega.

19º
Daí que o artigo 191º, nº 3, 195º, ambos do Código da Família, artigo
483º nº 1, artigo 562º, 446º, 454, todos do C.C. e 446º e 454º, ambos do
C.P,C., não fazem sentido algum e nem se aplica ao caso concreto.

20º
Porquanto, o A sabe e é do seu perfeito conhecimento que na verdade o
R Wilson Afonso Sawaka é seu filho biológico, tal como podem também
provar as testemunhas aqui arroladas.

21º
Assim sendo, o A pretende a título de retaliação aos RR é obter uma
decisão violadora do direito de outrem, o que com este procedimento
actua claramente, como litigantes de má fé o seu comportamento em
muito ultrapassam a “simples” litigância temerária, devendo como tal ser
condenado em multa e indemnização, pois com tal comportamento do
A tem causado danos morais e materiais aos RR, devidos encargos que
emanam do processo desde as custas, deslocações até ao pagamento
dos honorários de Advogados.

22º
Ora, de acordo com o artigo 456º do C.C., diz-se litigância de má fé “…o
que tiver deduzido pretensão ou oposição cuja falta de fundamento não
ignorava”.

23º
Com efeito, a luz do supracitado artigo, “o litigante de má fé será
condenado em multa e numa indemnização à parte contrária se esta
pedir”.

24º
Nestes termos e nos demais de direito e, com o sempre mui douto
suprimento de Vossa Excelência, roga obséquio ao Meritíssimo Juiz deste
augusto Tribunal, para que em função do alegado e tendo em conta as
provas apresentadas julgue improcedente a presente acção e
consequentemente:

a) Absolver os RR. do pedido, com todas as consequências legais,


incluindo o pagamento dos honorários dos Advogados, que aqui
se fixa, o equivalente em kwanzas, 1.50000,00 (Um Milhão e
Quinhentos Mil Kwanzas);

b) Que seja condenado o A, a título de indemnização por litigância


de má-fé e pelos danos morais causados aos RR num valor não
inferior ao equivalente em kwanzas: 3.000.000,00 (Três Milhões
de Kwanzas), a ser ordenado por este augusto tribunal.

VALOR DA RECONVENÇÃO: Akz: 3.000.000,00 (Três Milhões de


Kwanzas).

Como sempre, farão Vossas Excelências a reiterada e objectiva,

Justiça.
Valor da Acção: o mesmo da Acção de Impugnação.
Junta: Procuração forense e 3 documentos.

Arrola como testemunhas:


a) Nelson M. Gonçalves Sawaka;
b) Domingos Chimuco;
c) Sabina Chambula;

Benguela, aos 15 de Maio de 2015.


SUGESTÃO

Segundo o senhor Manuel Sawaka, disse altura na sua P. I, que R (Wilson)


nasceu já houve alguns familiares e amigos que questionavam a paternidade de
R, na dada altura A (Manuel Sawaka) morria de amores pela Sra. Marta e não
prestou devida atenção a tal rumores, ouviu conselhos de pessoas, mais velhas
sobretudo seus progenitores proferiu assumir a paternidade e a viver com a Sra.
Marta e cuidar do filho até aos 26 anos de idade, que só depois disso revolveu
impugnar a paternidade do seu próprio filho.
E, alega ainda que o que motivou a intentar a tal acção foi devido os vários
comportamentos inadequados de R, primeiro por ter reprovado no primeiro ano
da faculdade e por influencia da mãe, e segundo por certo dia aproveitando-se
da ausência de seu pai em casa da R acompanhado de sua mãe biológica (Marta
Tchilombo) e seus amigos invadiram a residência de A sem piedade onde o R
teria agredido fisicamente a esposa de seu pai a Sra. Rosa Sawaka, segundo o
A, com esta situação tornou-se insuportável o ambiente desolador criado por R
com tal acto bárbaro, A ficou desmoralizado com a triste situação e não
encontrou motivos para o R fizesse essa acção, agredir sua esposa em sua
própria casa, ainda por se tratar de uma pessoa que criou desde o berço ate aos
26 anos de idade.
Com esta situação tomou ouvido dos familiares e ai a voz dos familiares do A
que afinal sabiam da fraude na atribuição da paternidade ao R, começou a soar
mais alto, desta feita A, chegou a ser confidenciado sobre quem terá sido o autor
da gravidez e consequentemente o pai de R. este facto despertou o A, no sentido
de indagar se o R é ou não seu verdadeiro filho, e a forma que existe e o recurso
ao tribunal, atendendo a tecnologia hoje não e difícil provar a paternidade, visto
que pelo teste de DNA tudo se esclarece, na verdade consta dos serviços de
saúde sobre o assunto, mas a Sra. Marta recusou fazer o tal teste, eles
afirmaram que no caso de não houver acordo na realização do teste só o tribunal
tem competência de ordenar tal realização dai a razão da presente acção de A.
Mas a Sra. Marta e seu filho Wilson alegam que era totalmente falso o que A
(requerente diz nos articulados da P.I). Segundo Marta, Começou a namorar o
A em 1976 e desta relação nasceu seu primeiro filho (Constantino) e infelizmente
os 2 filhos gémeos nado morto no parto, 3 filha (Filomena) e em 185 veio então
nascer o Wilson, mas A alega em sua P.I começou a namorar em 1985, como
pode A alegar que começou a namorar em 1985 se na verdade em 1977 já
tiveram o seu primeiro filho, prova que mas clara de que a relação começou em
1976, e nesta altura não houve nenhuma desconfiança até porque A é quem
constantemente ia para casa de R (Marta) e alega que nunca foi questionada a
paternidade de R (Wilson) até porque quem ficava com Wilson era sua sogra
Dona Cecília Selengui, e Wilson deixou de viver com A quando tinha 22 anos de
idade e não aos 26 anos, já era adulto e trabalhou no Lobito e a Sra. Marta vivia
no município da ganda seria impossível esta influenciar Wilson a não estudar a
Sra. R pede que A prova quem foi que lhe confidenciou que Wilson não e seu
filho, até porque A sabe que do seu perfeito conhecimento que na verdade o
Wilson é seu filho biológico conforme factos notórios e também as testemunhas
aqui arroladas a provar.
A agiu de ma fé em desenrolar argumentos que não correspondem a realidade,
e como tal ser condenado em multa e indeminização, pois com tal
comportamento tem causado danos morais e matérias segundo o artigo 456 do
código civil, aos RR devidos encargos que emanam do processo desde as
custas, deslocações ate ao pagamento dos honorários de advogados, uma vez
que, os resultados de análises feitos e orientado pelo Tribunal Provincial (sala
de família) e que foi prontamente apresentados, demostraram claramente que o
R é filho de A. Vide relatório medico em anexo:
I\NÀlfSES Ct..lNICAS

a)

244.101 - Mediag Análises Clínicas

Largo Irene Cohen (Junto ao Governo Provincial de Luanda)


Ingombotas - Luanda

Número de petição Paciente Idade Referência externa Data de recepção

A161414 MANUEL SAWAKA TPBJ52-PRETENSO A120-08-2015

Provas requeridas

Estudo de Paternidade Juducial em sangue-cartao


Metodo: Reação em cadeia da Polimerase (PCR) + Análise de STRs (Short Tandem Repeats).
Estudam-se os loei polimórficos:08S1179, 021S11, 07S820, CSF1 PO, 03S1358, TH01, 013S317, 016S539,
02S1338, 019S433, VWA, TPOX, 018S51, 05S818, FGA, Amelogenina.

Nota: Envia-se o informe original

Oirector Laboratório: Or. J.v. Martínez Mas - 05023C

Barcelona. 01-09-2015

Sistema de gestión certificado por AENOR, en base a Ia norma UNE-EN ISO 9001 Y con número de registro ER·015212013
;. ,,~.5lS
~1En~QUES
~."CELONA 

Teste de Paternidade

Identificação IDamostra IDAmbar Tipo amostra


Pretenso Nacionalidad TPBJ52- Sangue em
Pai: e P A161414 FTA
Filho(a}: Manuel Sawaka Angolana TPBJ52-F
A161415 Sangue em
Data Wilson Afonso Sawaka Angolana
2015/08/24 FTA
análise:
Descrição do estudo
O teste de paternidade consiste na análise de uma amostra de sangue de cada participante (prete
= pai e
-c filho), seguindo o seguinte procedimento:
~
o,
Extracção e purificação do AON
~ PCR - Amplificação de 15 regiões de AON (STR- short tandem repeats) que são únicas em
c::,
cada
r-:
::.;
indivíduo. A combinação destas 15 regiões constitui o perfil genético (impressão digital
", genética)
'"
ç-
Electroforese capilar - Leitura dos perfis genéticos do pretenso pai e filho
'E
" Resultados
Software de análise - Comparação dos perfis genéticos do pretenso pai e filho
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M
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.Q Marcadores Alelos Alelos Alelos compatíveis índice de
~ Genéticos Filho Pretenso Pai com o Pretenso Pai Paternidade, L
g
....• 0851179 15 15 11 15 15 4,32526
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055818 10 11 10 11 10e11 4,47810

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AMELOGENINA
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1EDI
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CELO
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N!! de incompatibilidades: O
índice de Paternidade combinada:
3.730.256
Probabilidade de Paternidade:
99,99999

Valores de Referência:
Exclusão de paternidade: P=O
Inclusão de paternidade: P > 99,73000 (Valor máximo: 99,99999)

Conclusão
O pretenso pai (amostra TPBJ52-P) não pode ser excluído de ser o pai biológico do filho (amostra
TPBJ52-F).
A probabilidade de paternidade é de 99,99999, o que significa uma paternidade õiológica
praticamente
provada. Dos 15 marcadores genéticos caracterizados, todos são compatíveis com a paternidade
biológica.

A probabilidade de paternidade é calculada seguindo Ias recomendações do GHEP-ISFG (Grupo


de Habla
Espafiola y Portuguesa de Ia International Society for Forensic Genetics)

Os valores de índice de paternidade (l) apresentados na tabela constituem a valorização da prova e


baseiam-se num cálculo matemático representado pela razão l=A/B, onde A é a verossimilhança
que o
pretenso pai testado seja o pai biológico e B é a verossimilhança que um outro indivíduo aleatório
da
população, não parente da mãe ou do pretenso pai testado, seja o pai biológico. Neste caso, o índice
de
paternidade combinada de 3.730.256, significa que é 3.730.256 vezes mais provável que o pretenso
pai
testado seja o pai biológico do que outro indivíduo aleatório da população, não parente da mãe ou
do
pretenso pai testado.
L'Hos italet deI lIobre at, 28 de A osto de 2015
Dr. J.V.Martinez Mas

Director de laboratorio
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III-CAPITULO
APRECIAÇÃO DO ESTÁGIO
MOTIVO PESSOAL

Depois de várias experiencias como advogada estagiaria no Escritório de


Advocacia estou motivada com que aprendi e compreendi que existe uma
profissão tao nobre, realizadora, sensacional e extraordinária chamada
ADVOCACIA e e com muita satisfação que pretendo continuar com a profissão
que escolhe em ser advogada embora o mercado de trabalho é concorrido,
porém existem boas oportunidades de trabalho com excelentes remunerações
quando o profissional possui uma determinada bagagem conhecimentos e
experiencias a maneira como falar, comportar-se, como agir, escrever, ao opinar
e ao atuar perante a sociedade e aos constituentes, não poderei mais portar-me
como uma estudante que anos atrás ingressou nas linhas dos estudos da
Universidade. Tenho que adaptar-me ao mundo jurídico, moldando às suas
exigências, só assim será um fator de sucesso na minha profissão.
CONCLUSAO

O presente Relatorio foi efectuado com sucesso, em conclusão deste afirmo que
os objectivos estabelecidos para o meu estágio no escritório Sergio Raimundo e
Associados foram cumpridos, superei as minhas espectativas, sentindo-me hoje
muito mais capacitada na área Advogacia e conheci a realidade do estágio que
realizei contribuiu para eu adquirir alguma desenvoltura e experiência na
actuação como assistente estagiaria nos demais processos na qual elaborei,nas
consultas na qual presenciei e só me faltou assistir os julgamentos. possibilitou-
me compreender que a competência do Advogado vai sendo construída na
medida que este vai exercendo a sua profissão.