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Segurança com Pontes Rolantes...

...mais que uma necessidade...


... Uma PRIORIDADE!
EQUIPE DE MANUTENÇÂO E INSPEÇÃO PONTES
ROLANTES
ÍNDICE
 SEGURANÇA COM PONTES ROLANTES;

 OBJETIVOS:

 CONCEITO;
 PONTES ROLANTES - ATIVIDADES;
 PONTES ROLANTES - PARTES;

 NORMAS DE SEGURANÇA

 OPERAÇÃO;
 MANUTENÇÃO;

 EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS E MECÃNICOS

 RELATÓRIOS;
ÍNDICE
 SEGURANÇA GERAL:

 EPI;
 DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA;
 SENSOR ANTICOLISÃO;
 LIMITES REDUTORES DE VELOCIDADE;
 LIMITES FIM DE CURSO;
 SINALIZADORES;
 SIRENE;
 INTERTRAVAMENTO DE MOVIMENTOS;
 BOTÃO DE APROXIMAÇÃO;
 BOTÃO DE EMERGÊNCIA;
 TRAVA MECÃNICA GUINCHO;
 CHAVE LIMITE;
 FREIO;
 CHAVES ELÉTRICAS;
 ACIDENTES;

 RECOMENDAÇÕES;

 BIBLIOGRAFIA.
SEGURANÇA
COM
PONTES
ROLANTES
Objetivos
• Sensibilizar os operadores de Ponte Rolante
quanto a necessidade de neutralizar ao máximo
a possibilidade de provocar acidentes.
• Adoção de procedimentos de rotina pautadas
pelas normas de segurança.
• Cumprimento ao disposto na NR-11 da Port.
3214/78 MTb.
Ponte Rolante - Conceito
• Equipamento aéreo sobre trilhos, utilizado no
transporte e movimentação de cargas e
materiais.
Ponte Rolante - Conceito
As pontes rolantes representam os elos mais importantes na
cadeia da produção e são indispensáveis no transporte de
material em todas as dependências da Empresa.
Representam um grande investimento de capital, pois, seu
preço é de dez a cinqüenta vezes o de um automóvel comum.
Desse modo, cabe aos operadores uma grande
responsabilidade pela sua operação segura e hábil de suas
cargas.
Um bom operador conhece tudo que se relaciona com sua
ponte: capacidade, velocidade, sinalização dos homens
do piso e as regras de segurança.
Ponte Rolante - Atividades
• Deslocamento de cargas e materiais, no sentido vertical,
horizontal e longitudinal .

DIREITA

ESQUERDA

ATRÁS

FRENTE
TRANSLAÇÃO DA PONTE
• A PONTE MOVIMENTA-SE LIVREMENTE, TAL COMO O TROLEY E, DA MESMA MANEIRA
QUE ESTE NÃO DISPÕE DE CHAVE-LIMITE NAS EXTREMIDADES DAS VIGAS DE
ROLAMENTO, PARA DESLIGAR A FORÇA E FAZÊ-LA PARAR.
• OS QUATRO CANTOS DA PONTE SÃO EQUIPADOS COM PÁRA-CHOQUES DE MOLA, DOS
QUAIS, NÃO SE DEVE DEPENDER PARA SE OPERAR A PR.
• ESSES PÁRA-CHOQUES CONSTITUEM UM MEIO DE SEGURANÇA PARA PROTEGER AS
EXTREMIDADES DOS EDIFÍCIOS E OUTRA PONTE QUE ESTEJA NAS MESMAS VIGAS DE
ROLAMENTO.
• ANTES DE SE ATINGIR A EXTREMIDADE DAS VIGAS DE ROLAMENTO PÁRA-SE A PONTE
COMPLETAMENTE E DEPOIS, COM MOVIMENTOS CURTOS E LENTOS, COMPLETA-SE O
TRAJETO ATÉ QUE OS PÁRA-CHOQUES DA PONTE E DAS VIGAS DE ROLAMENTO SE
TOQUEM LEVEMENTE.
• APESAR DAS PONTES SEREM PROTEGIDAS COM RELÉS DIRECIONAIS CONTRA
REVERSÕES BRUSCAS, ELES, CONTUDO, NÃO ACEITAM REVERSÃO
INSTANTANEAMENTE .

Para-choque
Batente
Ponte Rolante - partes
 RODAS ➪ PODEM SER ACIONADAS OU LOUCAS E ESTÃO FIXADAS SOB OS TRUQUES DAS
VIGAS PRINCIPAIS.

 EIXO ➪ É UMA PEÇA CILÍNDRICA QUE ACIONA AS RODAS.

 ACOPLAMENTO ➪ É O COMPONENTE QUE FAZ A LIGAÇÃO DE OUTROS COMPONENTES COMO:


RODAS, EIXOS, REDUTORAS E MOTORES, PROPORCIONA FACILIDADE NA TROCA DESTES
COMPONENTES.
 MANCAL ➪ SERVE DE APOIO AO EIXO.

 REDUTORA ➪ É O CONJUNTO DE ENGRENAGENS QUE SERVE PARA REDUZIR A VELOCIDADE


DO MOTOR E AUMENTAR A FORÇA TRANSMITIDA.

 MOTOR ➪ É O SISTEMA DE ACIONAMENTO DOS COMPONENTES DE TRANSLAÇÃO DA PONTE.


 PAINEL ➪ É A PARTE DO CONTROLE DE VELOCIDADE DOS MOTORES.

 RESISTOR ➪ REGULA A CORRENTE DE ALIMENTAÇÃO DO MOTORES.

 MANETES ➪ É O MECANISMO DE ACIONAMENTO DOS PAINÉIS, RESISTORES, FREIOS E


MOTORES.

 FREIOS DE TRANSLAÇÃO ➪ TEM A FUNÇÃO DE PARAR A PONTE ROLANTE E PODE SER DO


TIPO ELETROMAGNÉTICO, HIDRÁULICO E PNEUMÁTICO.
Ponte Rolante - partes
O GUINCHO É CONSTITUÍDO DE:

➪ MOTOR, FREIO, ACOPLAMENTO, REDUTOR, TAMBOR (DROMO), MANCAL,


MAGNETORQUE OU D.B, CABO DE AÇO, ROLDANAS, EQUALIZADORES, GATO
GANCHO LIMITE.

 DROMO (TAMBOR) - PEÇA COM GORNES PARA ACOMODAR OS CABOS DE


AÇO, É ACOPLADA A REDUTORA ATRAVÉS DE ENGRENAGENS (COROA).

 MAGNETORQUE: MOTORES COM A FINALIDADE DE REDUZIR A VELOCIDADE


E PARAR O GUINCHO, É CONTROLADO PELO PAINEL DAS PONTES E
ALIMENTADO POR CORRENTE ALTERNADA.

 D. B. (DINAMIC BRAKE): SISTEMA ELÉTRICO DO PAINEL UTILIZADO PARA


REDUZIR A VELOCIDADE E PARAR OS MOTORES DE CORRENTE CONTÍNUA
DO GUINCHO.
Ponte Rolante - partes
GUINCHO:
O GATO DA PONTE É LEVANTADO E ABAIXADO, POR MEIO DE UM GUINCHO
ELÉTRICO, EM CUJO DROMO O CABO DE AÇO É ENROLADO OU DESENROLADO. PARA
SE MANTER O DROMO IMÓVEL (SEGURANDO A CARGA EM UMA DETERMINADA
POSIÇÃO). QUANDO A MANETE DO CONTROLE DE LEVANTAMENTO ESTÁ NA
POSIÇÃO DE DESLIGADO "OFF” USA-SE UM FREIO QUE SE ACHA MONTADO NO EIXO
DO MOTOR DO GUINCHO, O QUAL ESTÁ LOCALIZADO NO TROLEY.
TRATA-SE DE UM FREIO AUTOMÁTICO, QUE NÃO CAUSA PREOCUPAÇÃO AO
OPERADOR E QUE É APLICADO POR MEIO DE UMA MOLA, QUANDO A CORRENTE É
DESLIGADA.

LEVANTAMENTO:
ESTA MOLA SEGURA O FREIO NA POSIÇÃO "ON”, QUANDO A MANETE DO CONTROLE
DO GUINCHO ESTÁ NA POSIÇÃO "OFF".
MOVENDO-SE A MANETE DO GUINCHO, TANTO PARA LEVANTAR COMO PARA
ABAIXAR, FAZ-SE CIRCULAR UMA CORRENTE PELA BOBINA MAGNÉTICA DO FREIO, A
QUAL, COMPRIME A MOLA E SOLTA O FREIO.
O FREIO É ELETRICAMENTE SOLTO (PELA CORRENTE QUE CIRCULA PELA BOBINA)
QUANDO O CONTROLE É ACIONADO PARA LEVANTAR E ABAIXAR A CARGA.
Ponte Rolante - partes
ROLDANAS ➪ COMPONENTE QUE GUIA A PASSAGEM DOS CABOS DE AÇO,
ACOMPANHANDO A ELEVAÇÃO DA CARGA, ATÉ OS MESMOS SEREM
ENROLADOS NOS “GORNES DO DROMO”.
Ponte Rolante - partes
CABO DE AÇO

É UM COMPONENTE DE VITAL IMPORTÂNCIA AO


FUNCIONAMENTO E A SEGURANÇA OPERACIONAL DE UM PR.

FUNÇÃO DO CABO DE AÇO


É O ELEMENTO DE LIGAÇÃO ENTRE O MECANISMO DE IÇAMENTO DO
GUINCHO E A CARGA. É O COMPONENTE MAIS IMPORTANTE NA PR,
OFERECE UM GRANDE RISCO, QUANDO NÃO SE CUMPRE
RIGOROSAMENTE COM AS SUAS INSPEÇÕES PERIÓDICAS PELA
MANUTENÇÃO E A OPERAÇÃO, NÃO SE DEVE DE FORMA ALGUMA:
EXPOR EM CONTATO COM FOGO, ALTAS TEMPERATURAS, QUINAS
VIVAS, ABRASÃO EM ESTRUTURAS DO PRÉDIO, LAÇAR
EQUALIZADORES, ALÍVIO REPENTINO DE GRANDES CARGAS, OPERAR
O GUINCHO COM OS CABOS FORA DA VERTICAL, FORCANDO A
ROLDANA, BARRAMENTO ELÉTRICO, MÁQUINAS DE SOLDA ETC.

EQUALIZADOR DE CABO DE AÇO

É O COMPONENTE ONDE É PRESO A PONTA DO CABO DE AÇO DO GUINCHO, POR SOQUETES


OU CLIPES. SUA FUNÇÃO É DISTRIBUIR A CARGA IGUALMENTE EM TODOS OS CABOS DE AÇO.
Ponte Rolante - partes
 ESPECIFICAÇÃO DE UM CABO DE AÇO:
1) DIÂMETRO;
2) CONSTRUÇÃO (Nº DE PERNAS, FIOS E COMPOSIÇÃO);
3) TIPOS DE ALMA (FIBRA OU AÇO);
4) TORÇÃO ( REGULAR OU LANG);
5) ACABAMENTO (POLIDO, GALVANIZADO, INÓX);
6) RESISTÊNCIA A TRAÇÃO DOS ARAMES (MPS, PS, IPS, EIPS).

 ACABAMENTO DO CABOS DE AÇO:

CABOS POLIDOS: OS ARAMES NÃO POSSUEM NENHUMA PROTEÇÃO SUPERFICIAL ALÉM DA


LUBRIFICAÇÃO DO CABO.
APLICAÇÕES NORMAIS: ESCAVADEIRAS, GUINDASTES, PONTES ROLANTES, GUINCHO ETC.

CABOS GALVANIZADOS: OS ARAMES SÃO REVESTIDOS COM UMA CAMADA DE ZINCO PARA
MAIOR PROTEÇÃO CONTRA A CORROSÃO. OS ARAMES PODEM SER GALVANIZADOS NA
BITOLA FINAL OU GALVANIZADOS RETREFILADOS.
APLICAÇÕES NORMAIS: MARINHA, PESCA, ANCORAGEM DE PLATAFORMAS, CABOS
ESTÁTICOS ETC.
Ponte Rolante - partes
 FABRICAÇÃO DE CABO DE AÇO:

FORMAÇÃO DA PERNA FORMAÇÃO DO CABO

 INSPEÇÃO DE CABOS DE AÇO EM USO:


1 - DETERMINAÇÃO DO TRECHO CRITICO;
2 - MEDIDA DO DIÂMETRO;
3 - VERIFICAÇÃO DO NÚMERO DE FIOS PARTIDOS;
4 - VERIFICAÇÃO DO DESGASTE POR ABRASÃO NOS ARAMES EXTERNOS;
5 - VERIFICAÇÃO DE CORROSÃO;
6 - VERIFICAÇÃO DE DEFORMAÇÕES OU AMASSAMENTOS AO LONGO DO CABO.
Ponte Rolante - partes
Informações Técnicas
Alma

Arame

Arame Central

Perna

Cabo de Aço
Ponte Rolante - partes
 FIOS PARTIDOS POR FADIGA
E ABRASÃO:

 DEFORMAÇÃO DO CABO DE AÇO:

 DESGASTE POR ABRASÃO:

REDUÇÃO POR DESGASTE


 FIOS PARTIDOS POR FADIGA: MAIOR OU IGUAL 1/3 DO DIÂMETRO
DOS ARAMES EXTERNOS.

 FORMAÇÃO DE NÓS

 DEFORMAÇÃO EM CANTO VIVO:


Ponte Rolante - partes
 ALÇAS CONFECCIONADAS COM CLIPES
Ponte Rolante - partes
 MOITÃO (GATO)

É UMA CAIXA DE ROLDANAS LIGADA POR UM EIXO ONDE O


GANCHO É FIXADO COM POSSIBILIDADE DE GIRAR 360º OU
SER FIXADO EM UMA SÓ POSIÇÃO ATRAVÉS DO PINO
ANTIGIRO.
O GANCHO POSSUI UMA LINGÜETA QUE IMPEDE AS ALÇAS
DOS ESTROPOS E ELOS DE SE SOLTAREM DURANTE O
IÇAMENTO DA CARGA.
SIMPLES DUPLO
Ponte Rolante - partes
 MOITÃO (GATO)

TRIPLO QUADRUPLO
Ponte Rolante - partes
 GANCHO (GATO)
NORMAS
DE
SEGURANÇA
NORMAS
DE
SEGURANÇA
OPERAÇÃO
NORMAS DE SEGURANÇA
OPERAÇÃO
As normas constantes deste manual foram preparadas para
orientar os operadores de Pontes Rolantes, estabelecendo
procedimentos necessários no desenvolvimento de um trabalho
correto e seguro.

O seu cumprimento contribuirá para prevenção de acidentes


nesta atividade, e é obrigatório para todos os operadores de
Pontes Rolantes.

Lembre-se sempre, segurança é responsabilidade de todos !!!


NORMAS DE SEGURANÇA
OPERAÇÃO
Operador
• Pessoa habilitada e treinada, com
conhecimento técnico e funcional do
equipamento.
• É o responsável direto pela segurança da
operação, pessoas e demais bens interligados a
ela.
NORMAS DE SEGURANÇA
OPERAÇÃO

Qualificação e treinamento
● Somente pessoas habilitadas, treinadas e aprovadas nos testes
específicos podem ser autorizadas a operar Pontes Rolantes.

● Todos os operadores de Pontes Rolantes devem ser


submetidos à exames médicos específicos, e só poderão
operar tais equipamentos se considerados aptos pelo médico.
NORMAS DE SEGURANÇA
OPERAÇÃO

Identificação do Operador
● Todos os operadores de equipamentos móveis de transporte
(guinchos, empilhadeiras, pontes-rolantes) serão identificados
por um crachá específico, que deverá constar nome, foto, tipo
de equipamento autorizado a operar, prazo de validade, data e
assinatura do emitente;

● O operador deverá ostentar o seu crachá em local visível para


facilitar sua identificação.
NORMAS DE SEGURANÇA
OPERAÇÃO

Regras Gerais
● Antes do início da jornada de trabalho, o operador da Ponte
Rolante deverá realizar uma inspeção visual no
equipamento(check list), devendo ser observados os itens a
seguir descriminados. Toda e qualquer anomalia observada,
nesta inspeção ou durante a operação, deverá ser comunicada
de imediato à chefia. Comunique também a existência de
outras situações de riscos, mesmo que fora de sua área de
atuação:
NORMAS DE SEGURANÇA
OPERAÇÃO
Inspeções Diárias
➨Visuais: Realizadas antes de ligar o
equipamento
(cabos, ganchos, cabos auxiliares, fiação, estado da botoeiras,
travas, vazamentos, etc...)
➨Funcionais: Realizadas durante o
funcionamento do equipamento
(comandos, freios, trepidações, sirenes, etc...)
NORMAS DE SEGURANÇA
OPERAÇÃO
Inspeções Diárias
Informações Técnicas
• O operador deverá em todo início de jornada de trabalho
efetuar uma inspeção visual no cabo de aço, visando
identificar alguma avaria no cabo conforme figura ao lado.
• Construções de cabos
– Construção é um termo genérico empregado para indicar o n° de
pernas, o n° de arames de cada perna, a sua composição e o tipo da
alma.
NORMAS DE SEGURANÇA
OPERAÇÃO
Regras Gerais - Check List
➨ Cabos e Correntes:
✓ Sinais de corrosão
✓ Fios ou elos partidos, quebrados ou trincados
✓ Amassamentos
✓ Sinais de desgastes anormais

➨ Parte Elétrica:
✓ Estado das botoeiras de comando
✓ Sinalização das botoeiras de comando
✓ Fios sem isolação
NORMAS DE SEGURANÇA
OPERAÇÃO
Regras Gerais - Check List
➨ Roldanas:
✓ Canais desgastados e/ou desgastados desigualmente.

➨ Freios:
✓ Atuação firme e absolutamente segura.

➨ Aspectos Gerais:
✓ Sinais de corrosão no equipamento e/ou acessório
✓ Capacidade de carga não definida;
✓ Trava de segurança do gancho em más condições.
NORMAS DE SEGURANÇA
OPERAÇÃO
FLUXO DO RELATÓRIO DE INSPEÇÃO DA PR
O OPERADOR INSPECIONA E
PREENCHE O RELATÓRIO

O TÉCNICO DE
DESENVOLVIMENTO AVALIA
O RELATÓRIO

SIM
NÃO
ANOMALIAS

PASSAR AS ANOMALIAS PARA O


ARQUIVAR POR
INSPETOR DE MANUTENÇÃO
UM MÊS

ATENDIMENTO PROGRAMAR
IMEDIATO ATENDIMENTO

O TÉCNICO DE DESENVOLVIMENTO
EFETUA RETORNO AO OPERADOR

ARQUIVAR POR SEIS


MÊSES
NORMAS DE SEGURANÇA
OPERAÇÃO
Regras Gerais - Operação
➨ Não posicione as mãos / pés debaixo da carga;
➨ Nunca suspenda ou desça pessoas com a ponte;
➨ Nunca estique repentinamente cabos ou correntes;
➨ É terminantemente proibido ultrapassar a capacidade máxima
de carga estabelecida no equipamento;
➨ Manter distância mínima de 2 metros entre as cargas suspensas
por pontes rolantes que trabalhem no mesmo trilho;
➨ Evitar o esmagamento de correntes / cabos ao abaixar a carga;
NORMAS DE SEGURANÇA
OPERAÇÃO
Regras Gerais - Operação
➨ É vedado emendar ou prolongar correntes, utilizando
parafusos ou outras formas rudimentares de conexão;
➨ Antes de levantar a carga, verifique sempre se os cabos ou
correntes não estão cruzados;
➨ Não forcar correntes e/ou cabos presos ou dobrados;
➨ Não permita pessoas na área em que estiver sendo
movimentada a carga;
➨ Use sempre calços quadrados para apoiar a carga no piso;
NORMAS DE SEGURANÇA
OPERAÇÃO
Regras Gerais - Operação
➨ Usar protetores para os cabos quando estes se apoiarem em
cantos vivos da carga;
➨ É fundamental o conhecimento do peso e do centro de
gravidade da carga a ser suspensa;
➨ Não utilize a ponte rolante para o transporte de tambores e
recipientes pressurizados;
➨ Informe seu superior imediato sempre que seu EPI estiver
danificado e solicite a troca.
NORMAS DE SEGURANÇA
OPERAÇÃO
1- Participar da reunião relâmpago;

2- Passagem de turno, relatar as irregularidades existentes na ponte rolante e a situação do


serviço que está sendo executado;

3- Testar os componentes da ponte rolante como: tração, troley, guincho, limite e sirene;

4- Fazer inspeção de rotina e anotar no relatório as irregularidades encontradas;

5- Cumprir com os padrões e normas existentes no seu setor de trabalho;

6- Não tomar bebida alcóolica antes de ir trabalhar;

7- Não fumar dentro da cabine;

8- Não fazer uso de drogas;

9- Não ler jornais e revistas, principalmente, se não estiver relacionado com a empresa e o
seu trabalho;

10- Estar atento constantemente durante a sua jornada de trabalho;


NORMAS DE SEGURANÇA
OPERAÇÃO
11- No “bom dia operador”, passar para o inspetor as irregularidades existentes;

12- Utilizar os EPI’s em conformidade com as recomendações da área;

13- Orientar ou alertar os colegas numa situação de risco;

14- Sugerir melhorias e opinar quando tiver em situação de dúvidas quanto a tarefa a
executar;
15- Manter um relacionamento agradável com seus colegas;

16- Sempre melhorar e aperfeiçoar seu conhecimento em ralação ao equipamento e na


operação;

17- Antes de ligar a chave geral, verificar se há etiquetas e pessoas trabalhando na ponte;

18- Obedeça somente aos sinais enviados corretamente, por pessoas credenciadas e
identificadas com faixa verde no capacete;

19- Comunique ao seu supervisor qualquer defeito encontrado;


NORMAS DE SEGURANÇA
OPERAÇÃO
20- Observe as condições das lingadas e se estão de acordo com as regras de
segurança;

21- Não passar com carga suspensa sobre pessoas;

22- Não usar a reversão da ponte, somente em caso de extrema necessidade;

23- Evitar freadas bruscas;

24- Não operar com manete sem mola de retorno;

25- Não transportar cilindros de gases (cheio ou vazios) com eletroimã;

26- Não usar a chave limite para desligar o gato;

27- Não empurrar uma PR com a outra;

28- Não arrastar carga com a PR.


NORMAS DE SEGURANÇA
OPERAÇÃO
REGRAS DE SEGURANÇA PARA OPERADORES DE PR
01. UMA PONTE ROLANTE SOMENTE DEVE SER OPERADA POR PESSOAS REALMENTE
CAPACITADAS E, DEVIDAMENTE AUTORIZADAS.
02. PROCURE ENTRAR OU SAIR DA PONTE COM AS MÃOS LIVRES, SERVINDO-SE DOS
CORRIMÃOS DAS ESCADAS DE ACESSO, ELES EXISTEM PARA ESTE FIM. EVITE CAMINHAR
AO LONGO DAS VIGAS DE ROLAMENTO.
03. PROCURE CONHECER A PONTE EM QUE TRABALHA NOS SEUS PRINCIPAIS DETALHES,
FAMILIARIZANDO-SE COM AS CARACTERÍSTICAS DE SEUS MECANISMOS.
04. INSPECIONE SUA PONTE NO INÍCIO DE CADA TURNO, VERIFICANDO O FUNCIONAMENTO DA
CHAVE-LIMITE, FREIOS E DOS OUTROS DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA. AS
IRREGULARIDADES ENCONTRADAS DEVEM SER COMUNICADAS E SEM PERDA DE TEMPO,
AO SUPERVISOR.
05. OBEDEÇA SOMENTE OS SINAIS DADOS PELA PESSOA CREDENCIADA E QUE ESTIVER
DIRIGINDO O SERVIÇO DE LINGADA NO PISO. QUANDO OBSERVAR SINAIS DE MAIS DE UMA
PESSOA, PARE OS MOVIMENTOS DA PONTE ATÉ QUE A SEGURANÇA SEJA
RESTABELECIDA.
06. OBEDEÇA O SINAL DE PARADA DE EMERGÊNCIA DE QUEM QUER QUE SEJA, PEDINDO PARA
CESSAR QUALQUER MOVIMENTO DA PONTE, EM CASO DE PERIGO IMINENTE.
07. ACEITE APENAS OS SINAIS CONVENCIONAIS JÁ EM USO NA USINA. (QUADRO DE SINAIS
CONVENCIONAIS). QUANDO HOUVER NECESSIDADE DE FALAR COM O OPERADOR DE PR,
FAZER USO DO RÁDIO DE COMUNICAÇÃO.
NORMAS DE SEGURANÇA
OPERAÇÃO
REGRAS DE SEGURANÇA PARA OPERADORES DE PR

08. NÃO DISCUTA COM HOMENS DO PISO. EM CASO DE DESENTENDIMENTO RELACIONADO


COM A OPERAÇÃO DA PONTE, SOLICITE A PRESENÇA DO SUPERVISOR.
09. COLOQUE O TROLE EXATAMENTE SOBRE A CARGA ANTES DE ACIONAR O GUINCHO, PARA
EVITAR O BALANÇO DA LINGADA. NÃO MOVIMENTE NUNCA A PONTE OU O TROLEY,
ENQUANTO A CARGA ESTIVER NO PISO.
10. AO DESCER O GATO DA PONTE ALÉM DO PISO NORMAL, DEIXE, NO MÍNIMO, TRÊS VOLTAS
DO CABO DE AÇO NO DROMO.
11. QUANDO LEVANTAR O GATO COM OU SEM CARGA, PRESTE ESPECIAL ATENÇÃO PARA
QUE A CHAVE-LIMITE NÃO SEJA TOCADA.
12. NÃO LEVANTE CARGAS ALÉM DA CAPACIDADE DA PR, ESTROPOS DE CABO DE AÇO,
CINTA, CORRENTES ETC.
13. OBSERVE SE OS ESTROPOS ESTÃO FIRMEMENTE AMARRANDO A CARGA E SE AS PARTES
FROUXAS OU SOLTAS FORAM RETIRADAS ANTES DE COMEÇAR A SUBIR.
14. ENQUANTO A PONTE ESTIVER EM MOVIMENTO, MANTENHA AS MÃOS SOBRE OS
CONTROLES, DE MODO A PODER INTERVIR, RAPIDAMENTE, EM CASOS DE EMERGÊNCIA.
15. OBSERVE SE NÃO HÁ NINGUÉM EM POSIÇÃO PERIGOSA NO PISO ANTES DE SUSPENDER
UMA CARGA. FAÇA SOAR A SIRENE E COMECE LENTAMENTE A LEVANTAR A CARGA.
NORMAS DE SEGURANÇA
OPERAÇÃO
REGRAS DE SEGURANÇA PARA OPERADORES DE PR

16. NÃO OPERE A SUA PONTE SE NÃO ESTIVER EM BOAS CONDIÇÕES FÍSICAS.
17. NÃO OPERE A SUA PONTE QUANDO HOUVER HOMEM TRABALHANDO NAS VIGAS DE
ROLAMENTO, A MENOS QUE ESTEJAM DEVIDAMENTE AUTORIZADOS .
18. NÃO DEIXE CARGA DE ESPÉCIE ALGUMA PENDURADA NO GATO DURANTE OS PERÍODOS
DE REFEIÇÃO OU DEPOIS DE TER DEIXADO O SERVIÇO.
19. EVITE BATER COM A SUA PONTE EM OUTRAS, EM POSIÇÕES VIZINHAS, EXCETO, QUANDO
DEVIDAMENTE AUTORIZADO. AINDA ASSIM, PROCURE BATER DEVAGAR DE MODO A NÃO
PROVOCAR ACIDENTES PESSOAIS OU MATERIAIS.
20. QUANDO DUAS OU MAIS PR”s TIVEREM QUE MOVIMENTAR UMA SÓ CARGA,
SIMULTANEAMENTE, OS OPERADORES DEVEM COORDENAR SEUS MOVIMENTOS POR
RÁDIO DE COMUNICAÇÃO.
21. NÃO TENTE NUNCA REPARAR O EQUIPAMENTO ELÉTRICO OU FAZER QUAISQUER OUTROS
SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO EM SUA PONTE. EM CASO DE DEFEITO, CHAME O
SUPERVISOR.
22. NÃO AMARRE, NÃO BLOQUEIE E NEM INTERFIRA DE MODO ALGUM COM O
FUNCIONAMENTO DO PAINEL, CHAVE-LIMITE OU OUTRO DISPOSITIVO DE SEGURANÇA
QUALQUER.
23. NÃO SUBSTITUA FUSÍVEIS QUEIMADOS. CHAME OS ELETRICISTAS PARA FAZER ESTE
SERVIÇO E APURAR A CAUSA DO DEFEITO.
NORMAS DE SEGURANÇA
OPERAÇÃO
REGRAS DE SEGURANÇA PARA OPERADORES DE PR

24. NO CASO DE FALTAR ENERGIA ELÉTRICA, MANTENHA OS CONTROLES DESLIGADOS ATÉ


QUE A MESMA SEJA RESTABELECIDA.
25. SE ENCONTRAR A CHAVE DE EMERGÊNCIA DESLIGADA, NÃO LIGUE MESMO PARA QUE
SEJA PARA INICIAR O SEU TRABALHO, ATÉ CONSTATAR QUE NINGUÉM ESTÁ
TRABALHANDO EM ALGUM SETOR DA PR.
26. ANTES DE LIGAR A CHAVE DA PONTE VERIFIQUE SE TODOS OS CONTROLES ESTÃO NA
POSIÇÃO DE DESLIGADO (OFF).
27. PERMANEÇA NA CABINE DE SUA PONTE MESMO DURANTE OS REPAROS FEITOS PELA
TURMA DE MANUTENÇÃO, COLABORANDO E INDICANDO-LHES AS FALHAS QUE POR ACASO,
VOCÊ TENHA CONSTATADO.
28. MANTENHA A SUA PONTE SEMPRE LIMPA E LIVRE DE OBJETOS, FERRAMENTAS, PEDAÇOS
DE MADEIRA, PORCAS, PARAFUSOS ETC, QUE POSSAM CAIR SOBRE HOMENS NO PISO.
RECOLHA A ESTOPA PARA EVITAR INCÊNDIO, GUARDANDO-A NUM RECIPIENTE FECHADO.
29. EM CASO DE INCÊNDIO NA PONTE USE O EXTINTOR, SOLICITANDO AO SUPERVISOR O SEU
PRONTO RECARREGAMENTO.
30. NÃO PERMITA PESSOAS ESTRANHAS EM QUALQUER LUGAR DA PONTE SEM AUTORIZAÇÃO
SUPERIOR. CASO HAJA AUTORIZAÇÃO, SOMENTE MOVIMENTE A PONTE QUANDO TIVER
CERTEZA ABSOLUTA DE QUE NÃO HÁ PERIGO DE ACIDENTE.
31. QUANDO AS VIGAS PRINCIPAIS NÃO ESTIVEREM PERPENDICULARES ÀS VIGAS DE
ROLAMENTO DO PRÉDIO AVISE IMEDIATAMENTE AO SEU SUPERVISOR.
NORMAS DE SEGURANÇA
OPERAÇÃO
REGRAS DE SEGURANÇA PARA OPERADORES DE PR

32. TESTAR O FREIO DO GUINCHO COM A CARGA, À POUCA ALTURA, RETORNANDO A MANETE
AO PONTO ZERO, CASO O FREIO NÃO SEGURE A CARGA, SOLTE A CARGA E SOLICITE A
MANUTENÇÃO.
33. NÃO OPERE A PONTE ROLANTE SE A CHAVE-LIMITE APRESENTAR DEFEITO OU SE OS
CABOS DE AÇO NÃO OFERECER SEGURANÇA.
34. LEVANTE A CARGA A UMA ALTURA SUFICIENTE, DE MODO QUE NÃO ATINJA OS HOMENS E
EQUIPAMENTOS QUE SE ENCONTREM NO PISO. .
35. NÃO TRANSPORTAR CARGAS SOBRE OS HOMENS DO PISO. PARA AVISÁ-LOS DA
APROXIMAÇÃO DA PONTE, USE OS SINAIS DE ALARME DA MESMA.
36. NÃO COLOQUE A CARGAS EM LOCAL INSEGURO.
37. QUANDO TIVER QUE COLOCAR UMA CARGA SOBRE UMA PRANCHA, UM TRANSPORTADOR
OU UM CARRO, QUE AINDA NÃO ESTEJA EM POSIÇÃO, USE O BOM SENSO QUANTO AO
LOCAL E A MANEIRA COMO VAI MANTER A CARGA, ATÉ A CHEGADA DOS MESMOS.
38. NÃO OPERE SUA PONTE COM ESTROPOS, CORRENTES, ETC, PENDURADOS NO GATO,
AMEAÇANDO A SEGURANÇA DOS QUE ESTÃO NO PISO, INCLUSIVE EQUIPAMENTO.
39. NÃO PERMITA QUE NINGUÉM SUBA NAS CARGAS OU NO GATO DA PONTE, EXCETO, PARA
INSPEÇÃO OU REPAROS.
40. NÃO FAÇA LEVANTAMENTOS DE CARGAS DO PISO COM OS CABOS FORA DO PRUMO,
EXCETO, QUANDO DEVIDAMENTE AUTORIZADO.
NORMAS DE SEGURANÇA
OPERAÇÃO
Movimentação de Cargas
➪ Aproxime-se da carga;
➪ Avalie peso e demais condições da carga;
➪ Conheça a capacidade da Ponte Rolante;
➪ Selecione o cabo de aço auxiliar de acordo com o tipo de carga
e peso. Verifique ângulo dos cabos. Consulte a tabela de pesos
e capacidade dos cabos;
➪ Fixe a carga adequadamente;
➪ Proceda o içamento lentamente e com cuidado;
➪ Use velocidade reduzida;
➪ Redobre a atenção ao operar da cabine e com ajudante.
NORMAS DE SEGURANÇA
OPERAÇÃO
Elevação de Cargas
● Certifique-se que há espaço suficientemente para levantar a
carga;
● Tome cuidado especial com as instalações aéreas, tais como,
tubulações de água, gás, elétricas, etc...
● Observe se a carga está segura, especialmente no caso de
peças soltas;
● Levante a carga um pouco, se ela inclinar para um dos lados,
abaixe-as e acerte o balanceamento;
● Não passe com a carga sobre pessoas e nem permita que elas
passem sob a carga.
NORMAS DE SEGURANÇA
OPERAÇÃO
Emergências / Incêndios
✙ Saiba como agir em casos de emergência;
✙ Ao ouvir alarme de incêndio, desligue a Ponte Rolante;
deixando-a em local que não obstrua a passagem;
✙ Não obstrua os equipamentos de emergência, tais como
hidrantes, extintores, macas e corredores;
✙ Conheça o manejo dos extintores de incêndio;
✙ Nos casos de princípio de incêndio, peça ajuda e inicie o
combate às chamas utilizando o extintor adequado;
✙ Evite incêndios, não fume durante a operação.
NORMAS
DE
SEGURANÇA
MANUTENÇÃO
NORMAS DE SEGURANÇA
MANUTENÇÃO
• A manutenção de Pontes Rolantes deve ser executada por
profissionais especializados, e antes de qualquer serviço
desta natureza o equipamento deve ser desenergizado e
instalado sinalização de alerta no quadro de energia e de
comando.
• A manutenção preventiva deve visar sempre:
✓ Basculamento / Elevação
✓ Cabos e seus acessórios
✓ Trilhos e Roldanas
✓ Lubrificação geral
✓ Freios
✓ Elétrica / Comandos
NORMAS DE SEGURANÇA
MANUTENÇÃO
Informações Técnicas
• Deverá ser feita inspeção nas
castanhas e parafusos de
fixação do cabo de aço no
Dromo.

• Deverá ser observado duas voltas e meia (voltas de


segurança) quando o cabo estiver em seu limite inferior.
(todo em baixo)
NORMAS DE SEGURANÇA
MANUTENÇÃO
Lubrificação
A LUBRIFICAÇÃO CORRETA É UMA DAS PARTES MAIS IMPORTANTES DA MANUTENÇÃO DAS
PR’S E DE SUA SEGURANÇA OPERACIONAL. ASSIM SENDO A BOA LUBRIFICAÇÃO É DE SUMA
IMPORTÂNCIA PARA EVITAR DESGASTES EXCESSIVOS DE PEÇAS E/OU PARADAS
FREQÜENTES POR QUEBRA.
AS SEIS FUNÇÕES PRINCIPAIS DA LUBRIFICAÇÃO SÃO:
 MINIMIZAR O DESGASTE;
 REDUZIR O ATRITO;
 MINIMIZAR O ACUMULO DE POEIRA;
 IMPEDIR A FERRUGEM;
 ABSORVER CALOR;
 MELHORAR A TRANSMISSÃO DE POTÊNCIA.
NORMAS DE SEGURANÇA
MANUTENÇÃO
Lubrificação
OS MOTORES E AS CAIXAS REDUTORAS SÃO COMPLEXOS E PRECISAM DE GRANDE
VARIEDADE DE LUBRIFICANTES ESPECIAIS E NA QUANTIDADE E NO TEMPO CORRETO DE
SUBSTITUIÇÃO.
EM ALGUNS CASOS, GRAXA OU ÓLEO EM DEMASIA SÃO TÃO RUINS OU ATÉ PIOR QUE A FALTA
DE LUBRIFICANTE.
NESTES SISTEMAS, CADA CONEXÃO NO CICLO É LUBRIFICADA COM UMA QUANTIDADE PRÉ-
DETERMINADA DE LUBRIFICANTE.
DEVIDO À ALGUNS ENTUPIMENTOS DE TUBOS E/OU QUEBRAS DE TUBOS QUE
COMPROMETERAM ALGUNS PONTOS IMPORTANTES DE ALGUMAS PR’S NÃO SE TEM USADO OS
SISTEMAS CENTRALIZADOS DE LUBRIFICAÇÃO IRRESTRITAMENTE.
QUANDO A RESPONSABILIDADE POR FALTA DE LUBRIFICANTE SE TORNA MUITO CRÍTICA E
MUITO GRAVE NÃO SE UTILIZA O SISTEMA CENTRALIZADO NAS PR’S. NOS CASOS ACIMA SE
UTILIZA O SISTEMA TRADICIONAL OU SEJA LUBRIFICAÇÃO PONTO A PONTO EXECUTADA POR
PESSOA ESPECIALMENTE TREINADA PARA GARANTIR A EFETIVA CHEGADA DA GRAXA A
TODOS OS PONTOS CRÍTICOS DAS PR’S, TAIS COMO, POR EXEMPLO, NAS ROLDANAS DOS
CABOS DE AÇO DAS PR’S DE TRANSPORTE DE PANELAS DE METAL LÍQUIDO DA ACIARIA.
NORMAS DE SEGURANÇA
MANUTENÇÃO
Lubrificação
AS OBSERVAÇÕES MAIS IMPORTANTES DE LUBRIFICAÇÃO A SEREM FEITAS PELOS
OPERADORES DE PR’S DIARIAMENTE SÃO:
 VERIFICAR O NÍVEL DE ÓLEO DAS REDUTORAS E DAS CAIXAS DE ENGRENAGENS
DOS DROMOS;
 VAZAMENTOS DE ÓLEO NAS JUNÇÕES E NOS REDUTORES;
 VAZAMENTO DE ÓLEO NO COMPRESSOR DO FREIO;
 VERIFICAR VAZAMENTO DE GRAXA NOS ACOPLAMENTOS , NOS MOTORES
ELÉTRICOS, NOS MANCAIS, NAS RODAS, NAS ROLDANAS E NOS PINOS DE
ARTICULAÇÃO.
 NÃO DEIXAR DE OBSERVAR A EXISTÊNCIA E O ESTADO DOS PINOS GRAXEIROS E
DOS TAMPÕES.
NORMAS DE SEGURANÇA
MANUTENÇÃO
SERVIÇOS EM PONTES ROLANTES

REGRAS DE SEGURANÇA
PARA SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO EM PR’S E VIGAS DE ROLAMENTO.

1- PARAR A PONTE NA ÁREA DE MANUTENÇÃO;


2- O ACESSO DA PR DEVERÁ SER ATRAVÉS DE ABERTURA COM PORTÃO, COM MOLA OU
TRANCA;

3- MANTER OS PASSADIÇOS, LIVRES, O CORRIMÃO LIMPO, AS ESCADAS COM RODA PÉ;

4- OS LOCAIS COM RISCO DE QUEDA DEVERÃO TER GUARDA-CORPO, NÃO SENDO


POSSÍVEL, DEVERÁ TER CABO GUIA PARA FIXAR O CINTO DE SEGURANÇA;
5- A CHAVE TEM QUE ESTAR DESLIGADA, COM SUPORTE PARA FIXAR CADEADOS DE
BLOQUEIO E COM AS ETIQUETAS DE SEGURANÇA DOS ENVOLVIDOS, PRESAS.;

6- SERVIÇO EXECUTADO NO PANTÓGRAFO PRINCIPAL, A CHAVE SECCIONADORA TEM QUE


ESTAR DESLIGADA COM O CADEADO PRESO NO SUPORTE E COM A ETIQUETA DO LÍDER
DA MANUTENÇÃO;
7- A PR DEVERÁ PARAR PARA MANUTENÇÃO PREVENTIVA (MP), OU QUALQUER OUTRO
SERVIÇO, SOMENTE COM AUTORIZAÇÃO DA SUPERVISÃO DA OPERAÇÃO;
NORMAS DE SEGURANÇA
MANUTENÇÃO
SERVIÇOS EM PONTES ROLANTES

REGRAS DE SEGURANÇA
PARA SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO EM PR’S E VIGAS DE ROLAMENTO.

8- O OPERADOR DA PR DEVERÁ PEGAR AS ETIQUETAS DE SEGURANÇA DO PESSOAL DA


MANUTENÇÃO E DEVOLVE-LAS APÓS O TÉRMINO DO SERVIÇO, A CADA UM
PESSOALMENTE;
9- ANTES DE INICIAR OS TESTES, O OPERADOR DA PR DEVERÁ FAZER UMA INSPEÇÃO NOS
SETORES DA PONTE E VERIFICAR OS SEGUINTES ITENS:

A)- EXISTÊNCIA DE PEÇAS SOLTAS, FERRAMENTAS (EX.: PARAFUSOS, PEDAÇOS DE


CANTONEIRAS, LATAS, MATERIAL DE LIMPEZA ETC);

B)- OLHAR NOS PAINÉIS A EXISTÊNCIA DE ETIQUETAS DE SEGURANÇA NOS DISJUNTORES


E PEÇAS SOLTAS NO FUNDO DO PAINEL;
C)- VERIFICAR NAS RODAS DA PR OU DO TROLEY SE TEM CALÇO IMPEDINDO SEU
MOVIMENTO E NO TRILHO DA VIGA DE ROLAMENTO A RETIRADO DO BATENTE MECÂNICO
MÓVEL;
NORMAS DE SEGURANÇA
MANUTENÇÃO
SERVIÇOS EM PONTES ROLANTES

REGRAS DE SEGURANÇA
PARA SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO EM PR’S E VIGAS DE ROLAMENTO.

D)- VERIFICAR NO PISO SE HÁ RESÍDUO DE ÓLEO OU GRAXA;

E)- OBSERVAR SE TEM CORDA, CORRENTE, ESTROPO ETC, SEGURANDO ALGUM


COMPONENTE.

F)- VERIFICAR SE OS CABOS DE SEGURANÇA CONTRA QUEDA DE COMPONENTES ESTÃO


FIXADOS CORRETAMENTE;

G)- CERTIFICAR-SE SE OS EXTINTORES ESTÃO NO SUPORTE E EM PERFEITAS CONDIÇÕES DE


USO;

H)- OBSERVAR A ILUMINAÇÃO SE ESTÁ COM TODAS AS LÂMPADAS FUNCIONANDO;

I)- CHECAR SE O SINALEIRO ESTÁ FUNCIONANDO;

J)- A CABINE DO OPERADOR DEVERÁ ESTAR LIMPA, ISENTA DE PEÇAS, FERRAMENTAS ETC.
NORMAS DE SEGURANÇA
MANUTENÇÃO
SERVIÇOS EM PONTES ROLANTES

REGRAS DE SEGURANÇA
PARA SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO EM PR’S E VIGAS DE ROLAMENTO.

10- Antes de iniciar os testes, o operador da PR deverá acionar a sirene, insistentemente e começar
conforme a solicitação do líder da manutenção;
11- Serviço que for preciso movimentar a ponte ou o troley, deverá ser coordenado pelo líder da
manutenção, com auxílio de rádio de comunicação;
12- PR parada fora do acesso, deverá ter fita zebrada e placas, avisando da dificuldade de acesso;

13- A área sob a PR deverá estar isolada com fita zebrada e com placas: “HOMENS TRABALHANDO
EM CIMA”, ou “PROIBIDA A PASSAGEM DE PESSOAS”, alertando sobre o serviço que está sendo
executado;

14- Para as PR’s em manutenção com a necessidade de se locomover, o operador deverá estar com
o rádio de comunicação para alertar o operador da PR vizinha ao se aproximar;

15- A PR vizinha deverá ter na cabine e em local visível, um aviso alertando o operador sobre a
manutenção.
NORMAS DE SEGURANÇA
MANUTENÇÃO
SERVIÇOS EM PONTES ROLANTES
REGRAS DE SEGURANÇA
PARA SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO EM PR’S E VIGAS DE ROLAMENTO.
- INÍCIO:

1- A supervisão avisa ao operador da PR, do serviço a ser executado;


2- Acesso à viga de rolamento via PR, a mesma deverá estar parada no local determinado pela
supervisão da manutenção, para o acesso do pessoal;
3- O local que será executado o serviço, deverá estar isolado e com batente mecânico móvel, com
bandeiras de um lado a outro da vigas. (bandeiras suspensa);
4- O piso, área sob o local do serviço, deverá estar isolado com fita zebrada, com placas alertando do
serviço e uma pessoa da manutenção com rádio e, autoridade de parar o serviço, se alguém entrar
na área isolada;
5- Todas as peças substituídas não poderão ficar na viga de rolamento. Deverão ser retiradas durante
o serviço ou após o mesmo;
6- Deverá ter uma pessoa da manutenção na cabine da PR com rádio para alertar o operador e o
pessoal na viga;
7- Serviços executados nas vigas - lado do barramento - não podendo ser desligado, é necessário
cobrir com mantas de borracha, antes de iniciar o serviço;
8- Peças ou ferramentas deverão ser transportadas para as vigas por guindaste ou por corda, para
evitar o trânsito de pessoas pela viga, fora da área isolada;
NORMAS DE SEGURANÇA
MANUTENÇÃO
SERVIÇOS EM PONTES ROLANTES

REGRAS DE SEGURANÇA
PARA SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO EM PR’S E VIGAS DE ROLAMENTO.

9- O local do serviço deverá estar bem iluminado e com sinaleiro rotativo;

10- O cabo guia deverá estar preso e em boas condições;

11- No caso de presenciar brincadeiras com a equipe de manutenção no setor de trabalho, o operador
deverá comunicar imediatamente ao seu supervisor. Não é permitido brincadeiras de espécie alguma.
NORMAS DE SEGURANÇA
MANUTENÇÃO
SERVIÇOS EM PONTES ROLANTES

Emergências / Incêndios
✙ Saiba como agir em casos de emergência;
✙ Ao ouvir alarme de incêndio, desligue a Ponte Rolante,
deixando-a em local que não obstrua a passagem;
✙ Não obstrua os equipamentos de emergência, tais como
hidrantes, extintores, macas e corredores;
✙ Conheça o manejo dos extintores de incêndio;
✙ Nos casos de princípio de incêndio, peça ajuda e inicie o
combate às chamas utilizando o extintor adequado;
✙ Evite incêndios, não fume durante a operação;
EQUIPAMENTOS
ELÉTRICOS
E
MECÂNICOS
EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS ➫

OS EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS DAS PONTES ROLANTES CONSISTEM,


ESSENCIALMENTE, DE MOTORES, CONTROLADORES, FREIOS E
CHAVES LIMITE, CUJOS PRINCÍPIOS BÁSICOS DE FUNCIONAMENTO,
PASSAREMOS A DESCREVER.

MOTORES:
OS MOTORES ELÉTRICOS POSSUEM DUAS PARTES FUNDAMENTAIS, A SABER:
➤ ESTATOR
É COMPOSTO PELA CARCAÇA, POLOS DE CAMPO, BOBINAS DE CAMPO E AINDA PELAS TAMPAS DA
CARCAÇA ONDE ESTÃO LOCALIZADOS OS PORTA-ESCOVAS E OS MANCAIS QUE SUSTENTARÃO O
EIXO DO MOTOR .
QUANTO MAIOR A CORRENTE ELÉTRICA QUE CIRCULA NOS ENROLAMENTOS, MAIOR SERÁ A
INTENSIDADE DO CAMPO MAGNÉTICO E, PORTANTO, MAIOR SERÁ A FORÇA DE ATRAÇÃO OU
REPULSÃO DESSES CAMPOS, OU SEJA, MAIOR SERÁ O TORQUE DO MOTOR.
A QUANTIDADE DE CORRENTE ELÉTRICA QUE CIRCULA NO MOTOR DEPENDE, DENTRE OUTROS
FATORES, DA QUANTIDADE DE RESISTÊNCIA EXISTENTE NO CIRCUITO DO MESMO, OU SEJA, QUANTO
MAIOR A RESISTÊNCIA DO CIRCUITO, MENOR SERÁ A CORRENTE QUE FLUIRÁ NO MOTOR.
CONCLUÍMOS ENTÃO, QUE PODEMOS VARIAR O TORQUE DO MOTOR E, CONSEQÜENTEMENTE, SUA
VELOCIDADE, VARIANDO A QUANTIDADE DE RESISTÊNCIA EM SEU CIRCUITO ELÉTRICO. NAS PONTES
ROLANTES, ISTO É CONSEGUIDO, COMO VEREMOS MAIS ADIANTE, POR INTERMÉDIO DO
CONTROLADOR.
➤ ROTOR

É COMPOSTO POR UM EIXO NO. QUAL SÃO FIXADOS O COLETOR (QUANDO TRATAR-SE DE
MÁQUINA DE CORRENTE CONTÍNUA) E UM NÚCLEO DE FERRO LAMINADO COM RANHURAS
NAS QUAIS SÃO ENROLADAS AS BOBINAS QUE CONSTITUEM O ENROLAMENTO DO ROTOR.

BOBINAS QUE CONSTITUEM O ENROLAMENTO DO ROTOR

0 FUNCIONAMENTO DE UM MOTOR É BASEADO NA ATRAÇÃO


E REPULSÃO DOS CORPOS POLARIZADOS MAGNETICAMENTE.
QUANDO UMA CORRENTE ELÉTRICA CIRCULA NOS
ENROLAMENTOS DO ROTOR E DO ESTATOR, APARECEM
CAMPOS MAGNÉTICOS, ANÁLOGOS A IMÃS, CUJOS POLOS DE
MESMO NOME SE REPELEM E DE NOME CONTRÁRIO SE
ATRAEM, DANDO ORIGEM A UMA FORÇA QUE PRODUZ O
MOVIMENTO DE ROTAÇÃO DO MOTOR, FORÇA ESTA
CHAMADA DE "TORQUE".
PAINEL DE TRAÇÃO UTILIZADO NORMALMENTE EM PR DE
PEQUENO PORTE DE 5 À 10 T.

COMPONENTES
1 - BOBINAS;
2 - CONTATORES;
3 - TEMPORIZADORES;
4 - BLOCO DE TERMINAL;
5 - FUSÍVEIS;
6 - DISJUNTOR;
7 - CABOS;
8 - SOBRECARGA (RELÊ).
MANETES OU CHAVE COMANDO ➪
PARA QUE SE REALIZE OPERAÇÕES MECÂNICAS, TAIS COMO PARTIDA, ACELERAÇÃO,
DESACELERAÇÃO, REVERSÃO E PARADA NOS DIVERSOS EQUIPAMENTOS DE UMA PONTE ROLANTE,
DEVEMOS ESTAR ÁPTOS A CONTROLAR O FLUXO DE CORRENTE ELÉTRICA NO CIRCUITO DO MOTOR
ACIONADOR DO REFERIDO EQUIPAMENTO. ISTO É FEITO ATRAVÉS DO USO DAS MANETES, A QUAL, É
PROJETADA PARA REALIZAR AS MUDANÇAS DESEJADAS NO CIRCUITO ELÉTRICO DO MOTOR
(USUALMENTE CHAMADO DE CIRCUITO DE POTÊNCIA). A OPERAÇÃO DO EQUIPAMENTO DE
CONTROLE (TEMPORIZADOR) PODE SER DESCRITA SIMPLIFICADAMENTE COMO SEGUE:
➤O MOVIMENTO DA CHAVE DE COMANDO (MANETE) ACARRETA A OPERAÇÃO DE
DISPOSITIVOS ELETROMECÂNICOS (RELÉS E CONTATORES) NO PAINEL DE CONTROLE..
ESTES DISPOSITIVOS INTERROMPEM O FLUXO, INVERTEM O SENTIDO DO FLUXO OU, MUDAM
A QUANTIDADE DE ELETRICIDADE QUE VAI PARA O MOTOR, ATRAVÉS DA VARIAÇÃO DA
QUANTIDADE DE RESISTÊNCIA NO CIRCUITO DE POTÊNCIA. CONSEQÜENTEMENTE, O MOTOR
PÁRA, INVERTE O SENTIDO DE ROTAÇÃO, REDUZ OU AUMENTA A SUA VELOCIDADE, EM
RESPOSTA À ESTAS MUDANÇAS ELÉTRICAS.

➤ ALÉM DAS FUNÇÕES DE DAR PARTIDA, INVERTER O SENTIDO DE ROTAÇÃO, CONTROLAR


A VELOCIDADE E PARAR O MOTOR, O EQUIPAMENTO DE CONTROLE AINDA TEM A
FINALIDADE DE PROTEGER O MOTOR. SENÃO, VEJAMOS:

NA PARTIDA, DEVIDO À SUA INÉRCIA, O MOTOR SOLICITA UMA CORRENTE ELEVADA QUE, SE
NÃO FOR LIMITADA POR INTERMÉDIO DE RESISTÊNCIAS INCLUÍDAS NO CIRCUITO,
DANIFICARÁ COMPLETAMENTE OS ENROLAMENTOS DO MOTOR (SERIA O CASO, POR
EXEMPLO, DE SE LEVAR A MANETE BRUSCAMENTE PARA O PONTO DE MÁXIMA
VELOCIDADE, ONDE TODA A RESISTÊNCIA DO CIRCUITO É ELIMINADA). PARA QUE ISTO NÃO
OCORRA, O EQUIPAMENTO DE CONTROLE É CONSTITUÍDO DE DISPOSITIVOS TEMPORIZADOS
QUE CONTROLAM A RETIRADA DE RESISTÊNCIAS POR ETAPA, CONTROLANDO TAMBÉM,
CONSEQÜENTEMENTE, A CORRENTE DO MOTOR, QUANDO A MANETE É LEVADA
BRUSCAMENTE ALÉM DO SEGUNDO PONTO.
➤ AINDA UMA OUTRA SITUAÇÃO QUE ACARRETA CORRENTE ELEVADA NO MOTOR, É A DE
SE APLICAR REVERSÃO BRUSCA, POIS, COMO SE PODE CONCLUIR: SE A CORRENTE
SOLICITADA PELO MOTOR QUANDO ESTE ESTÁ PARADO É ELEVADA. QUANDO SE APLICA
REVERSÃO, A PONTE ESTÁ RODANDO NO SENTIDO CONTRÁRIO AO QUE O MOTOR ESTÁ
LIGADO, IMPULSIONADA PELA INÉRCIA MECÂNICA, EXIGINDO, PORTANTO, CORRENTE MAIS
ALTA. NESTE CASO, PODE DANIFICAR NÃO SÓ O PRÓPRIO MOTOR, COMO OS
COMPONENTES MECÂNICOS, TAIS COMO: ENGRENAGENS, EIXOS, ACOPLAMENTOS ETC. O
TEMPORIZADOR EVITA TAL OCORRÊNCIA POR MEIO DE DISPOSITIVOS QUE MANTÊM TODA
RESISTÊNCIA NO CIRCUITO, LIMITANDO A CORRENTE ATÉ A VELOCIDADE CHEGAR A ZERO E
O MOTOR COMEÇAR A GIRAR NO SENTIDO PARA O QUAL ESTÁ LIGADO, DANDO INÍCIO À
ACELERAÇÃO CONTROLADA.

➤ O SISTEMA DE CONTROLE DE CORRENTE, DURANTE O PERÍODO DE ACELERAÇÃO E


REVERSÃO DA PONTE, NÃO É SUFICIENTE PARA DAR PROTEÇÃO TOTAL AO MOTOR, UMA
VEZ QUE TAL SISTEMA SÓ É ATUANTE DURANTE AQUELE PERÍODO. NO CASO DE
DESAJUSTE DOS RELÉS TEMPORIZADOS, AGARRAMENTO NAS PARTES MECÂNICAS DA
PONTE OU CURTO-CIRCUITO NOS RESISTORES, O MOTOR ESTARIA SUJEITO A SER
QUEIMADO POR CORRENTE EXCESSIVA, SE O SISTEMA DE CONTROLE NÃO FOSSE DOTADO
DE RELÉS DE SOBRECORRENTE QUE DESLIGAM O MOTOR QUANDO A CORRENTE
ULTRAPASSA O LIMITE PRÉ-DETERMINADO.
MANETES
➪ SE A PONTE FOR EQUIPADA COM CONTROLES MANUAIS, ACELERA-SE A MANETE
MOVENDO-SE A MESMA GRADATIVAMENTE NA DIREÇÃO DESEJADA. A ACELERAÇÃO
CORRETA ELIMINA A PATINAÇÃO DAS RODAS DA PONTE, PERMITE A CARGA QUE ESTÁ
PENDURADA ADQUIRIR O IMPULSO QUASE NA MESMA PROPORÇÃO QUE A PONTE, O QUE
EVITARÁ A ESTA E AO MOTOR, ESFORÇOS DESNECESSÁRIOS. SE FOR USADO O
CONTROLE MAGNÉTICO (MASTER SWITCH) A MANETE PODE SER LEVADA DE UMA SÓ VEZ
ATÉ O FIM DO CONTROLE, POIS, A ACELERAÇÃO É AUTOMÁTICA E SE PROCESSA POR
MEIO DE RELÉS ADEQUADOS.

MANETE SEM MOLA DE RETORNO


➪ O OPERADOR EXPERIENTE TIRA VANTAGEM DO BALANÇO AVANÇADO,
EVITANDO EXCESSO DE TOQUES NAS MANETES DO TROLEY E TRAÇÃO, PARA
CENTRALIZAR A CARGA.
➪ À LONGA DISTANCIA, O OPERADOR DEVE ACIONAR A MANETE DE TRAÇÃO
NO 5º PONTO E RETORNAR AO PONTO ZERO, AO SE APROXIMAR DO LOCAL
DESEJADO PARAR A PONTE, UTILIZANDO O FREIO DE TRAÇÃO COM O MÍNIMO
BALANÇO POSSÍVEL.
MÉTODO UTILIZADO PARA RETIRAR BALANÇO
➪ QUANDO O OPERADOR PASSA DE UMA PONTE EQUIPADA COM CONTROLE MANUAL
PARA OUTRA DE CONTROLE MAGNÉTICO, DEVE OBSERVAR QUE ESTA ÚLTIMA
ACELERAÇÃO SE PROCESSA AUTOMATICAMENTE E PROPORCIONALMENTE À CAPACIDADE
QUE O MOTOR POSSUI DE ADQUIRIR VELOCIDADE E DE MOVER A CARGA, NÃO PODENDO
SER FORÇADO, COMO NO CASO DO CONTROLE MANUAL.
O OPERADOR DEVE TAMBÉM OBSERVAR SE AS MANETES ESTÃO NA MESMA POSIÇÃO DA
ANTERIOR, A FIM DE EVITAR ENGANOS.

➪ O OPERADOR EXPERIENTE TIRA RAPIDAMENTE O BALANÇO DA CARGA, DEPOIS DE TER


PERCORRIDO UMA CERTA DISTÂNCIA E ESTAR PRÓXIMO DO PONTO ONDE A CARGA DEVE
SER ARRIADA. O BALANÇO OCORRE DEVIDO A FLEXIBILIDADE DO CABO DE AÇO DO
GUINCHO E A INÉRCIA DA CARGA.
➪ QUANDO A MANETE DE TRAÇÃO DA PONTE É ACIONADA, A PONTE SE MOVIMENTA, A
CARGA FICA UM POUCO PARA TRAZ E COM O CABO DE AÇO FORA DA PERPENDICULAR.
➪ QUANDO A VELOCIDADE É REDUZIDA EM VIRTUDE DE APLICAÇÃO DO FREIO, O IMPULSO
DA CARGA NÃO É CONTIDO IMEDIATAMENTE, O QUE RESULTA NUM BALANÇO DA MESMA
PARA FRENTE E, NESTA POSIÇÃO AVANÇADA, OCORRE UM PUXÃO NA PONTE.
SISTEMA DE CONTROLE REMOTO

➪ ESSE COMPONENTE NÃO UTILIZA LIGAÇÕES POR FIOS AOS PAINÉIS, FUNCIONA
COM ENERGIA DE BATERIAS, ENVIADO SINAIS DE RÁDIO FREQÜÊNCIA AOS PAINÉIS
DE CONTROLE.
CHAVE LIMITE ➪
AS CHAVES LIMITE SÃO DISPOSITIVOS PARA CONTROLAR ELETRICAMENTE OU
LIMITAR O MOVIMENTO DE EQUIPAMENTOS MECÂNICOS. ELAS PODEM SER
USADAS PARA LIMITAR O CURSO DE UMA MÁQUINA, PARA PARÁ-LA EM
DETERMINADO PONTO, PARA ALTERAR O MOVIMENTO DE UMA MÁQUINA
DURANTE FASES DE SEU CICLO DE OPERAÇÃO OU PROPORCIONAR
INTERLOQUE ENTRE DOIS OU MAIS ACIONADORES. PARA CITAR ALGUNS DOS
USOS MAIS COMUNS, AS PONTES ROLANTES SÃO EQUIPADAS COM UMA
CHAVE LIMITE QUE EVITA QUE O GATO DA PONTE, AO SUBIR, ULTRAPASSE O
SEU CURSO NORMAL, ATRAVÉS DO DESLIGAMENTO DO MOTOR .

CHAVE LIMITE TIPO CONTROLE


➤ UM DOS TIPOS MAIS COMUNS É AQUELE QUE É OPERADO PELO PRÓPRIO
GATO. OUTRO TIPO, É O QUE É LIGADO AO DROMO E ESTÁ PRONTO A OPERAR
DEPOIS DE UM DETERMINADO NÚMERO DE VOLTAS OU ROTAÇÕES DO DROMO. A
PRIMEIRA, TAMBÉM CHAMADA "TIPO FORÇA", ISTO É, AQUELA LIGADA
DIRETAMENTE NO CIRCUITO DE POTÊNCIA DO MOTOR, É A MAIS UTILIZADA E TEM
VANTAGENS DEFINITIVAS SOBRE A SEGUNDA, TAMBÉM CHAMADA DE "TIPO
CONTROLE", ISTO É, AQUELA LIGADA NO CIRCUITO DE CONTROLE, PORQUE NÃO
SÓ DESLIGA O MOTOR DA LINHA COMO TAMBÉM O FAZ PARAR RAPIDAMENTE
POR MEIO DE UMA FRENAGEM ELÉTRICA.

➤ A CHAVE LIMITE É UM DISPOSITIVO DE SEGURANÇA E, COMO TAL, NÃO DEVE


SER USADA COMO MEIO DE PARAR O MOTOR DO GUINCHO, TODA VEZ QUE O
GATO SOBE. UM OPERADOR CONSCIENTE E CUIDADOSO, EVITA ESTA PRÁTICA,
PARANDO O MOTOR COM O PRÓPRIO CONTROLE, DEIXANDO QUE A CHAVE
LIMITE SOMENTE SEJA OPERADA OU USADA EM CASO DE EMERGÊNCIA.
FREIO ELETROMAGNÉTICO ➪
TODOS OS FREIOS ELÉTRICOS SÃO PROJETADOS DE FORMA A SEREM
LIBERADOS QUANDO CIRCULAR CORRENTE ELÉTRICA EM SEU ENROLAMENTO.
EM OUTRAS PALAVRAS, ELES SÃO ATUADOS POR MOLA E LIBERADOS
ELETRICAMENTE. ASSIM, QUANDO É APLICADA UMA CORRENTE ELÉTRICA NA
BOBINA DO FREIO, É ESTABELECIDO UM CAMPO MAGNÉTICO SUFICIENTEMENTE
FORTE PARA VENCER A FORÇA DA MOLA E ATRAIR UM ÊMBOLO OU PLACA DE
AÇO, CUJO MOVIMENTO SE TRANSMITE POR MEIO DE ALAVANCAS ÀS SAPATAS
DO FREIO, AFASTANDO-AS DA POLIA E LIBERANDO O FREIO.

➤ QUANDO A CORRENTE ELÉTRICA É INTERROMPIDA, O CAMPO MAGNÉTICO


DEIXA DE EXISTIR E A AÇÃO DA MOLA FAZ COM QUE AS SAPATAS COMPRIMAM A
POLIA ATUANDO O FREIO. ESTES FREIOS SÃO SEMPRE INSTALADOS DE FORMA A
SEREM LIBERADOS QUANDO SE APLICA CORRENTE AO MOTOR E, ATUADOS
QUANDO ESTA CORRENTE FOR INTERROMPIDA. PORTANTO, A OPERAÇÃO DO
FREIO É TOTALMENTE INDEPENDENTE DO OPERADOR .
INTRODUÇÃO
PONTE E TROLEY
O CONTROLE PROJETADO PARA CONTROLAR OS MOVIMENTOS DA PONTE OU DO TROLEY, É DO TIPO
REVERSÍVEL COM FRENAGEM, POR REVERSÃO.
O MOTOR ACIONADOR DA PONTE OU DO TROLEY, É LIGADO À LINHA DE ALIMENTAÇÃO COM
RESISTORES DE ACELERAÇÃO NO CIRCUITO. O SENTIDO DE ROTAÇÃO É SELECIONADO PELA CHAVE DE
COMANDO NO SEU PRIMEIRO PONTO. AS VARIAÇÕES DE VELOCIDADE E TORQUE, SÃO OBTIDAS NOS
PONTOS SUBSEQUENTES, VARIANDO-SE ASSIM A QUANTIDADE DE RESISTÊNCIA NO CIRCUITO DO
MOTOR. QUANDO O ÚLTIMO PONTO É SELECIONADO, O MOTOR É LIGADO DIRETAMENTE À LINHA DE
ALIMENTAÇÃO, ATINGINDO A SUA VELOCIDADE MÁXIMA.

O EXPOSTO, ANTERIORMENTE, APLICA-SE A UM CONTROLE MANUAL QUE LEVA OS CIRCUITOS PRINCIPAIS


DIRETAMENTE AO MOTOR; A POSIÇÃO DA MANETE DO CONTROLE DETERMINA ASSIM A QUANTIDADE DE
ENERGIA PARA O MOTOR. QUANDO É USADO O CONTROLE MAGNÉTICO, UMA PEQUENA CHAVE DE
COMANDO PERMITE AO OPERADOR ESCOLHER A DIREÇÃO DESEJADA. OS CIRCUITOS PRINCIPAIS PARA O
MOTOR SÃO FEITOS PELOS CONTATORES MAGNÉTICOS DO PAINEL DE CONTROLE E O FECHAMENTO
DESSES CONTATORES É CONTROLADO POR MEIOS DE RELÉS. QUE COMANDAM AS OPERAÇÕES DE
ACELERAÇÃO OU DE PARADA. POR ESTE MÉTODO AUTOMÁTICO, AO SE CENTRALIZAR O TROLE POR MEIO
DA REVERSÃO, O MOTOR NÃO É FORÇADO, QUER ESTEJA A MANETE NO PRIMEIRO PONTO, NO ÚLTIMO OU
NOS PONTOS INTERMEDIÁRIOS. QUANDO O TROLE PARAR, A MANETE DEVE SER LEVADA PARA A POSIÇÃO
"OFF", CASO CONTRÁRIO O TROLE SERÁ ACELERADO EM DIREÇÃO OPOSTA.
TROLEY

PARA SE PARAR UM TROLEY QUE NÃO SEJA EQUIPADO COM FREIO, APLICA-SE A
REVERSÃO AO RESPECTIVO MOTOR, ISTO É, CONSEGUINDO-SE ACIONAR A MANETE DO
CONTROLE NA DIREÇÃO OPOSTA ÀQUELA EM QUE O TROLEY ESTÁ SE DESLOCANDO.
QUANDO O TROLEY PARAR, A MANETE DEVE SER TRAZIDA PARA O CENTRO, NA POSIÇÃO
"OFF". SOB CONDIÇÕES NORMAIS, RECOMENDA-SE QUE O PRIMEIRO PONTO SEJA USADO
PARA FORÇAR O MOTOR A PARAR COM A. REVERSÃO, USANDO-SE O SEGUNDO, O
TERCEIRO OU OS DEMAIS PONTOS DO CONTROLE, A PARADA DO TROLEY É MAIS RÁPIDA,
O QUE, ENTRETANTO, PODERÁ PROVOCAR O DESLIZAMENTO DAS RODAS, ALÉM DE SER
PREJUDICIAL AO MOTOR E AO MECANISMO DO TROLEY. ESSES PONTOS DEVEM SER
EVITADOS POR ESTANCAREM OS MOTORES.
TROLEY
NÃO SE DEVE MOVIMENTAR O TROLEY À LONGA DISTÂNCIA COM A MANETE
COLOCADA NOS PONTOS INTERMEDIÁRIOS, ALGUNS TROLEYS CORREM COM MUITA
FACILIDADE, PORQUE SÃO PROVIDOS DE MANCAIS COM ROLAMENTOS. QUANDO SE
OBSERVA QUE O TROLEY SE MOVIMENTA COM MUITA RAPIDEZ E QUE A MANETE JÁ
SE ENCONTRA NO ÚLTIMO PONTO DO CONTROLE, NÃO SE DEVE TRAZÊ-IA PARA O
MEIO DO CONTROLE E SIM PARA A POSIÇÃO DE "DESLIGADO". DEIXA-SE O TROLEY
ANDAR LENTAMENTE E PARAR NO PONTO DESEJADO, APLICANDO-SE UMA
REVERSÃO NO MOTOR .
FRENAGEM POR REVERSÃO

PARA SE PARAR UM TROLEY, QUE NÃO SEJA EQUIPADO COM FREIO ELÉTRICO, APLICA-SE
REVERSÃO AO MOTOR ACIONADOR DO MESMO. ISTO É CONSEGUIDO ACIONANDO-SE A
CHAVE DE COMANDO (MANETE) NA DIREÇÃO OPOSTA ÀQUELA EM QUE O TROLEY ESTÁ
DESLOCANDO. QUANDO O TROLEY PARAR, A MANETE DEVE SER LEVADA PAR.A A POSIÇÃO
"OFF"; CASO CONTRÁRIO, O TROLEY SERÁ ACELERADO EM DIREÇÃO OPOSTA. A FIM DE
AUMENTAR A VIDA DOS EQUIPAMENTOS DA PONTE OU DO TROLEY, O CONTROLADOR
POSSUI UM SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA REVERSÕES BRUSCAS.

NESTE ITEM VIMOS AINDA QUE, AS REVERSÕES BRUSCAS NÃO SÓ CAUSAM DANOS AO
EQUIPAMENTO ELÉTRICO DEVIDO A PIQUES EXCESSIVOS DE CORRENTE, COMO TAMBÉM, À
PARTE MECÂNICA, EM CONSEQÜÊNCIA DO TORQUE ALTO. NO EQUIPAMENTO ELÉTRICO, AS
PARTES MAIS ATINGIDAS SÃO OS COMPONENTES DO MOTOR E DO CONTROLADOR,
ENQUANTO QUE, NO EQUIPAMENTO MECÂNICO AS ENGRENAGENS, ACOPLAMENTOS,
RASGOS, CHAVETAS E SISTEMA DE FIXAÇÃO, SÃO AS PARTES MAIS ATINGIDAS.

➪ CHAVES PRINCIPAIS DE DESLIGAMENTO:


INTRODUÇÃO
TODA PONTE ROLANTE É EQUIPADA COM UMA CHAVE DE OPERAÇÃO MANUAL PARA
DESLIGAMENTO DA ENERGIA ELÉTRICA, QUANDO ISTO SE FIZER NECESSÁRIO.
EM ALGUNS CASOS, ALÉM DA CHAVE GERAL, QUE É SEMPRE INSTALADA FORA DA PONTE,
EXISTEM DUAS OUTRAS QUE PODEM SE ENCONTRADAS. UMA DENTRO DA PRÓPRIA CABINE
DO OPERADOR E OUTRA, JUNTO À PASSAGEM POR ONDE ENTRA E SAI O OPERADOR .
FREQÜENTEMENTE, ENCONTRA-SE UM TIPO DE CHAVE MANUAL MAGNÉTICA MONTADA NA
ENTRADA DA PONTE COM UM BOTÃO DE COMANDO DE PARADA DE EMERGÊNCIA,
INSTALADO NA CABINE.
FREIO DE CARGA MECÂNICO
É UM FREIO DE TRAVA QUE ATUA SOMENTE NA DESCIDA DE CARGA. QUANDO
ESTA SOBE, O FREIO É SOLTO DE MODO QUE NÃO HAJA NENHUM
"ARRASTAMENTO" NO MOTOR.
REVERSÃO
É O MOVIMENTO DO CONTROLE EM DIREÇÃO OPOSTA ÀQUELA EM QUE A CARGA
OU A PONTE ESTÁ SE MOVIMENTANDO. TRATA-SE DE UMA CORRENTE DE
REVERSÃO QUE INTERROMPE O MOVIMENTO DIANTEIRO DA CARGA OU DO
MOTOR. QUANDO A CARGA FICA IMÓVEL, A MANETE DE CONTROLE DEVE
PERMANECER NO CENTRO, NA POSIÇÃO "OFF", DO CONTRÁRIO, VERIFICAR-SE-Á
UMA ACELERAÇÃO DO MOTOR EM DIREÇÃO OPOSTA.
OBLIQÜIDADE
APLICA-SE, GERALMENTE, AO MOVIMENTO DA PONTE. É UMA CONDIÇÃO QUE SE
VERIFICA QUANDO AS VIGAS DA PR NÃO ESTÃO PERPENDICULARES AOS
TRILHOS DAS VIGAS DE ROLAMENTO INDICANDO, ASSIM, QUE UMA DAS
EXTREMIDADES DA PONTE ESTÁ MAIS AVANÇADA DO QUE A OUTRA, O QUE
CONSTITUI UMA IRREGULARIDADE QUE DEVE SER CORRIGIDA SEM PERDA DE
TEMPO.
TORQUE
É O TERMO QUE EXPRIME A CAPACIDADE DE UM MOTOR PARA EXERCER FORÇA
OU PARA GIRAR EM TORNO DE SEU EIXO E PRODUZIR TRABALHO. O TORQUE DE
UM MOTOR PODE SER ALTERADO POR MEIO DE UM CONTROLE, DE ACORDO COM
AS NECESSIDADES DA CARGA.
BATENTES
➪ A MAIORIA DAS PONTES NÃO É PROVIDA DE CHAVE-LIMITE NA EXTREMIDADE, PARA
DESLIGAR A FORÇA E FAZER PARAR O MOTOR DO TROLEY. OS TRILHOS DO TROLEY
SÃO EQUIPADOS COM BATENTES NAS EXTREMIDADES, DEVENDO-SE TOMAR MUITO
CUIDADO PARA EVITAR QUE ELES SEJAM ATINGIDOS PELO TROLEY À ALTA
VELOCIDADE, O QUE PODE OCASIONAR UM DESCARRILHAMENTO PERIGOSO.

➪ PARA SE FAZER COM QUE O TROLEY ENCOSTE NOS BATENTES, NO SENTIDO DE


LEVANTAR OU ABAIXAR UMA CARGA NA EXTREMIDADE DA PONTE, RECOMENDA-SE
QUE O TROLEY SEJA LEVADO ATÉ UMA PEQUENA DISTÂNCIA DOS BATENTES E AÍ
PARAR. EM SEGUIDA, POR MEIO DE MOVIMENTOS CURTOS, DESLOCA-SE O TROLEY
ATÉ TOCAR OS BATENTES, AJUSTANDO-SE, ENTÃO, A MANETE DO CONTROLE NO
CENTRO, NA POSIÇÃO "OFF". DEVE-SE TER SEMPRE EM MENTE QUE O TROLEY NÃO
TEM FREIO E QUE, PORTANTO, SEUS MOVIMENTOS SÃO LIVRES.
MANETES
INTRODUÇÃO
 OS MOVIMENTOS DO GUINCHO SÃO COMANDADOS PELA CHAVE DE COMANDO (MANETE)
CORRESPONDENTE E CONTROLADOS POR CIRCUITOS ELÉTRICOS ESPECIALMENTE
PROJETADOS PARA ESTE FIM. O MOVIMENTO DO GUINCHO NA DIREÇÃO DE SUBIR,
EVIDENTEMENTE, SEMPRE SOLICITA POTÊNCIA DO MOTOR, COM OU SEM CARGA LINGADA.
NA DIREÇÃO DE DESCER, ESTA POTÊNCIA É SOLICITADA QUANDO O GUINCHO DESCE SEM
CARGA E COM CARGAS LEVES LINGADAS, MA,S QUANDO O GUINCHO DESCE COM A CARGA
PESADA,, ESTA TENDE A ARRASTAR O -MOTOR, NECESSITANDO NESTE CASO, DE UMA
FRENAGEM PARA CONTROLE DE VELOCIDADE.

LEVANTAMENTO
 AVANÇANDO A CHAVE DE COMANDO (MANETE) PARA O PRIMEIRO PONTO, PARA SUBIR, O
FREIO É LIBERADO E O MOVIMENTO ASCENDENTE DO GUINCHO É INICIADO LENTAMENTE
DEVIDO AO BAIXO TORQUE DO MOTOR CAUSADO PELA GRANDE QUANTIDADE DE
RESISTÊNCIA EXISTENTE NO CIRCUITO. O AUMENTO DOS VALORES DO TORQUE E DA
VELOCIDADE DE LEVANTAMENTO É OBTIDO NOS PONTOS SUBSEQUENTES DA CHAVE DE
COMANDO (MANETE), DIMINUINDO-SE GRADATIVAMENTE A QUANTIDADE DE RESISTÊNCIA NO
CIRCUITO DO MOTOR. NO ÚLTIMO PONTO, O MOTOR É LIGADO DIRETAMENTE À LINHA, OU
SEJA, SEM NENHUMA RESISTÊNCIA NO CIRCUITO E O GUINCHO ATINGIRÁ SUA VELOCIDADE
MÁXIMA DE SUBIDA. EM QUALQUER POSIÇÃO DO GUINCHO, A CHAVE DE COMANDO (MANETE)
PODE SER CENTRADA PARA APLICAR O FREIO E PARAR O MOVIMENTO ASCENDENTE.
DEFINIÇÕES
QUANDO SE ESTÁ PRONTO PARA LEVANTAR UMA CARGA, USA-SE O PRIMEIRO PONTO DO
CONTROLE PARA SE TIRAR A FOLGA DO CABO DE AÇO. ISTO EVITARÁ O TRANCO E A
DEFORMAÇÃO DO CABO. QUANDO O CABO ESTIVER ESTICADO, ACIONA-SE A MANETE DO
CONTROLE LENTAMENTE PARA TRÁS, ATÉ QUE A CARGA COMECE A SE MOVER. EM
SEGUIDA, MOVE-SE A MESMA PONTO POR PONTO, ATÉ ATINGIR A VELOCIDADE MÁXIMA.
AO SUSPENDER UMA CARGA, O MOTOR DO GUINCHO TEM QUE LEVANTÁ-IA CONTRA A
AÇÃO DA GRAVIDADE; TERÁ QUE DESPENDER MAIS ESFORÇO PARA DESLOCAR UMA
CARGA PESADA DO QUE UMA LEVE, E, SUA MARCHA SERÁ MAIS LENTA COM UMA CARGA
PESADA DO QUE COM UMA CARGA LEVE. O FREIO DO GUINCHO SE SOLTA QUANDO O
MOTOR É ACIONADO E ATUA. PARA SUSTER A CARGA EM QUALQUER POSIÇÃO, QUANDO
O MOTOR PÁRA. ESSE FREIO É AUTOMÁTICO E, POR SER PROVIDO DE MOLAS, ATUA
INSTANTANEAMENTE PARA SUSTER A CARGA, QUANDO HÁ FALTA DE ENERGIA.
DEFINIÇÕES

EM TAIS CASOS, OS FREIOS TRABALHAM, SIMULTÂNEA E


AUTOMATICAMENTE COM A CORRENTE DO MOTOR. OS CONTROLES SÃO,
GERALMENTE, EQUIPADOS COM MANETES VERTICAIS, DISPOSTAS DE
FORMA A SEREM FACILMENTE MOVIDAS PELO OPERADOR, PARA FRENTE E
PARA TRÁS. O GATO É LEVANTADO QUANDO A MANETE DO CONTROLE É
PUXADA PARA TRÁS E, ABAIXADO QUANDO A MANETE É EMPURRADA PARA
FRENTE.
LEVANTAMENTO
NO SEGUNDO PONTO UM AUMENTO DE VELOCIDADE COM O QUAL O GATO VAZIO É
LEVANTADO MAIS TORQUE PARA O LEVANTAMENTO DE UMA CARGA DE PESO MÉDIO, QUE
NÃO PODE SER LEVANTADA NO PRIMEIRO PONTO POR SER MUITO PESADA.
NO TERCEIRO PONTO VERIFICA-SE UM AUMENTO ADICIONAL DE VELOCIDADE PARA O GATO
VAZIO E PARA UMA CARGA MÉDIA. MAIS FORÇA AINDA PARA UMA CARGA PESADA QUE,
DEVIDO AO PESO NÃO PODERIA SER SUSPENSA NO PRIMEIRO NEM NO SEGUNDO PONTO DO
CONTROLE.
O QUARTO PONTO BEM COMO OS SUBSEQUENTES DÃO AUMENTOS ADICIONAIS DE
VELOCIDADE ATÉ QUE SEJA ATINGIDA A POSIÇÃO "FULL ON" (TODA FORÇA) A QUAL
FORNECE A VELOCIDADE MÁXIMA A QUE O MOTOR DEVE LEVANTAR A CARGA.
NO PRIMEIRO PONTO POUCA VELOCIDADE, BAIXO TORQUE PARA LEVANTAR O GATO VAZIO
LENTAMENTE.
CHAVE LIMITE
OPERAÇÃO
EVITE USAR A CHAVE LIMITE COMO UM MEIO DE PARAR O GATO DA PONTE QUANDO ELA
SOBE. TRATA-SE DE UM DISPOSITIVO DE PROTEÇÃO PARA O OPERADOR E PARA OS HOMENS
DO PISO, RAZÃO PORQUE DEVE SER RESERVADO SOMENTE PARA OS CASOS DE
EMERGÊNCIA. PARA AS CARGAS ALTAS QUE NECESSITAM DE ULTRAPASSAR O LIMITE PARA
GANHAR ALTURA, LEVA-SE O GATO A UMA PARADA COMPLETA, ANTES DE ENTRAR NO
CURSO DA CHAVE LIMITE. RELIGA-SE O MOTOR DO GUINCHO USANDO-SE UMA VELOCIDADE
REDUZIDA ATÉ QUE A CHAVE LIMITE SEJA OPERADA.

CHAVE-LIMITE USADA EM GUINCHO DE FRENAGEM DINÂMICA

O GATO VAZIO E À PLENA VELOCIDADE, TERÁ SEU MOVIMENTO


INTERROMPIDO AQUI.

O GATO COM CARGA E À PLENA VELOCIDADE, TERÁ SEU


MOVIMENTO INTERROMPIDO NESTE PONTO

A CHAVE LIMITE SERÁ OPERADA QUANDO O PESO ATINGIR


ESTE PONTO.

IMPORTANTE:
IMPORTANTE NÃO SE DEVE ALTERAR A POSIÇÃO DO PESO DA CHAVE LIMITE
PARA AUMENTAR O CURSO DO GATO, A MENOS QUE HAJA AUTORIZAÇÃO
SUPERIOR.
CHAVE LIMITE
TESTE E OPERAÇÃO DAS CHAVES-LIMITE
AS REGRAS A SEGUIR, REFERENTES AO TESTE DE CHAVES-LIMITE ESTÃO EM
VIGOR NA MAIORIA DAS USINAS ONDE EXISTE UM GRANDE NÚMERO DE
PONTES EM OPERAÇÃO. ESSAS REGRAS FORAM CUIDADOSAMENTE
PREPARADAS COM O INTUITO DE MELHOR ORIENTAR OS OPERADORES
QUANTO AO MÉTODO CORRETO QUE DEVEM SEGUIR.
➪ A CERTEZA DE QUE A CHAVE LIMITE ESTÁ EM BOAS CONDIÇÕES DE
OPERAÇÃO É NECESSÁRIA DURANTE TODO O TURNO, UMA VEZ QUE O RECEIO
DE UM ACIDENTE OCASIONADO PELA ULTRAPASSAGEM DO CURSO NORMAL,
SERÁ AFASTADO DA MENTE DO OPERADOR, CAPACITANDO-O PARA TRABALHAR
COM TODA A SEGURANÇA.
➪ NO INÍCIO DE CADA TURNO, RECOMENDA-SE QUE O OPERADOR VERIFIQUE
AS CONDIÇÕES DE TRABALHO DA CHAVE LIMITE, ACIONANDO O MOTOR
CUIDADOSAMENTE, DE MODO A SUSPENDER O GATO DA PONTE. A CHAVE
LIMITE É UM DISPOSITIVO DE SEGURANÇA E, COMO TAL, NÃO DEVE SER USADA
COMO MEIO DE PARAR O MOTOR DO GUINCHO, TODA VEZ QUE O GATO SOBE.
UM OPERADOR CONSCIENTE E CUIDADOSO EVITA ESTA PRÁTICA, PARANDO O
MOTOR COM O PRÓPRIO CONTROLE, DEIXANDO QUE A CHAVE LIMITE SOMENTE
SEJA OPERADA OU USADA EM CASO DE EMERGÊNCIA.
CHAVE LIMITE
PARA SE TESTAR A CHAVE LIMITE NO INÍCIO DE CADA TURNO,
PROCEDE-SE DA SEGUINTE FORMA:
1. LEVA-SE A PONTE PARA UM LUGAR ESPAÇOSO ONDE O GATO, NO CASO DE
CAIR, NÃO ATINJA NINGUÉM EMBAIXO NO PISO E NEM DANIFIQUE QUALQUER
EQUIPAMENTO.
2. A)- SUSPENDE-SE O GATO ATÉ O PONTO EM QUE APENAS TOCA A PARTE
INFERIOR DA CHAVE LIMITE E TRAZ-SE O CONTROLE PARA A POSIÇÃO "OFF".
B)- PROCEDE-SE CUIDADOSAMENTE DESSE PONTO EM DIANTE, USANDO-SE O
PRIMEIRO PONTO DO CONTROLE. SE A CHAVE LIMITE ESTIVER OPERANDO
NORMALMENTE, O MOTOR DO GUINCHO SERÁ DESLIGADO E O CONTROLE
DEVERÁ SER TRAZIDO PARA A POSIÇÃO "OFF".
C)- DURANTE ESTE TESTE, OBSERVA-SE O GATO DA PONTE. SE ELE NÃO
PARAR UM POUCO ANTES DE TOCAR O DROMO, DESLIGA-SE RAPIDAMENTE O
MOTOR, SOLICITANDO-SE, EM SEGUIDA, A PRESENÇA DA MANUTENÇÃO.
NO CASO DE SE OBSERVAR QUALQUER ANORMALIDADE NA PARADA, PELA
CHAVE LIMITE, COMUNICA-SE O FATO À SUPERVISÃO E À MANUTENÇÃO. O
ARRASTAMENTO EXCESSIVO PODE SER CAUSADO PELO FREIO DO GUINCHO,
QUE PODERÁ ESTAR DESAJUSTADO PELA OPERAÇÃO DEFEITUOSA DA CHAVE
LIMITE. VERIFICA-SE ENTÃO SE O PESO PARADO NA POSIÇÃO CORRETA.
PANTÓGRAFO
 É UMA PEÇA DE MADEIRA OU DE AÇO COM ISOLADORES, FIXOS NA ESTRUTURA SOBRE
A CABINE FRENTE AO BARRAMENTO. É COMPOSTO DE PINOS, CONTRA-PINOS, SAPATAS
COLETORAS E CONECTORES DE CABO. SUA FUNÇÃO É RECEBER ENERGIA DO
BARRAMENTO PRINCIPAL E ENVIAR PARA A CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO NA PR.
CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO DE CABOS ELÉTRICOS
 DISTRIBUI ENERGIA PARA ALIMENTAR A CHAVE GERAL, CABINE, PAINEL DE ILUMINAÇÃO,
PAINEL DO FREIO DE TRAÇÃO, PAINEL DO AR CONDICIONADO E DO RÁDIO DE
COMUNICAÇÃO.
CHAVE GERAL
 DISTRIBUI ENERGIA PARA ALIMENTAR OS PAINÉIS DE TRAÇÃO, TROLEY, GUINCHO E
ELETROIMÃ. É CONSTITUÍDA PELO SISTEMA “FACA” - LIGA DESLIGA, CONTATORES E
CONTROLE ELÉTRICO, ACIONADO POR BOTOEIRA PELO OPERADOR NA CABINE,
OBSERVADO NO SINALEIRO VERMELHO (LIGADO), VERDE (DESLIGADO)

PAINEL DE TRAÇÃO, TROLEY E GUINCHO


 SÃO CAIXAS METÁLICAS FIXADAS AO LADO DA VIGA DE ROLAMENTO DO TROLEY
PRINCIPAL. SUA FUNÇÃO É RECEBER SINAIS DA MANETE ACIONADA PELO OPERADOR,
CONTROLANDO A VELOCIDADE DO MOTOR VIA RESISTÊNCIAS. É CONSTITUÍDO DE CABOS,
CONECTORES, CONTATORES, ABAFADORES, DISJUNTORES, RELÊS, RELES TEMPORIZADOS,
INTERLORQUES, CHAVES, FUSÍVEIS, ETC.
CHAVES DE COMANDO (MANETES)
 É O MECANISMO DE ACIONAMENTO DA TRAÇÃO, TROLEY E GUINCHO. É
UTILIZADO NAS PR’S COM CABINE.

COMPONENTES
7
5
1 - CAIXA DE ENGRENAGEM;
2 - BLOCO DE CONTATO;
6 3
1 3 - CARCAÇA;
4 - MOLA DE RETORNO
2 5 - PUNHO DE ACIONAMENTO;
4 6 - TRAVA DE SEGURANÇA;
7 - SISTEMA “HOMEM MORTO”.
GUINCHO
ABAIXAMENTO
➪ ACIONANDO A CHAVE DE COMANDO (MANETE) NO SENTIDO "DESCER", O
FREIO É LIBERADO E O MOTOR FORNECE TORQUE PARA ACIONAR O GUINCHO
NO SENTIDO DE ABAIXAR QUANDO A CARGA FOR LEVE. QUANDO A CARGA FOR
PESADA E TENDER A ARRASTAR O MOTOR, ESTE FORNECERÁ UM TORQUE EM
SENTIDO CONTRÁRIO AO DE ABAIXAMENTO, OU SEJA, FORNECERÁ UMA
"FRENAGEM DINÂMICA" PARA CONTROLAR A VELOCIDADE DE DESCIDA DA
CARGA. A VARIAÇÃO DA FORÇA DO FREIO DINÂMICO É UMA CARACTERÍSTICA
INERENTE DO CIRCUITO, NÃO DEPENDENDO, PORTANTO, DO OPERADOR. COMO
NO CASO DE LEVANTAMENTO, A VARIAÇÃO DA VELOCIDADE DE ABAIXAMENTO
NOS CINCO PONTOS DA CHAVE DE COMANDO (MANETE) É OBTIDA PELA
VARIAÇÃO DA QUANTIDADE DE RESISTÊNCIA NO CIRCUITO ELÉTRICO DO
MOTOR, TAMBÉM NO CASO DE ABAIXAMENTO EM QUALQUER POSIÇÃO DO
GUINCHO, A CHAVE DE COMANDO PODE SER CENTRADA PARA APLICAR O FREIO
E PARAR O MOVIMENTO DESCENDENTE. NUNCA O MOTOR DO GUINCHO DEVE
SER FRENADO POR REVERSÃO PARA DIMINUIR A VELOCIDADE OU FAZER
PARAR A CARGA.
ABAIXAR
NO PRIMEIRO PONTO
PARA ABAIXAR TODAS AS CARGAS E DESCER
LENTAMENTE.
LENTAMENTE ESTE É O PONTO USADO PARA
DESCER UMA CARGA LENTAMENTE. SE O
CONTROLE FOI DEIXADO NESSE PONTO, A
CARGA ATINGIRÁ UMA VELOCIDADE MAIS
ALTA DO QUE O GATO VAZIO OU COM A
CARGA LEVE.
NO SEGUNDO PONTO
PARA ABAIXAR,
ABAIXAR OBTEM-SE UM AUMENTO DE
VELOCIDADE DE TODAS AS CARGAS.

NO TERCEIRO PONTO
E OS DEMAIS PONTOS,
PONTOS DÃO UM AUMENTO
ADICIONAL DE VELOCIDADE MAIS ALTA, COM
O CONTROLE NO ÚLTIMO PONTO.
ABAIXAR
ABAIXAMENTO
➪ QUANDO SE DESCE UMA CARGA, AO SE APROXIMAR A MESMA DO PISO, REDUZ-SE A
VELOCIDADE VOLTANDO-SE A MANETE DO CONTROLE PARA POSIÇÃO 'OFF".
➪ PARA SE ASSENTAR A CARGA CUIDADOSAMENTE, É ACONSELHÁVEL PARAR O
MOTOR QUANDO A MESMA ESTIVER À POUCOS CENTÍMETROS DO PISO E DEPOIS
RELIGAR O MOTOR USANDO-SE O PRIMEIRO PONTO DO CONTROLE OU LIGAR E
DESLIGAR O PRIMEIRO PONTO VÁRIAS VEZES, ATÉ QUE A CARGA TOQUE O PISO.
➪ QUANDO O GATO DESCE, A GRAVIDADE É FAVORÁVEL AO MOTOR, DE MODO QUE AS
CONDIÇÕES SÃO EXATAMENTE OPOSTAS AO CASO DE LEVANTAMENTO, ISTO É, UMA
CARGA PESADA REQUER MENOS FORÇA PARA DESCER DO QUE UMA CARGA LEVE E
TAMBÉM, DESCE MAIS RÁPIDO DO QUE UMA LEVE.
TESTE DE FREIO DO GUINCHO

1 - APÓS ALINHAR OS CABOS DE AÇO, ACIONAR O GUINCHO PARA SUBIR, PARA A + OU -


20CM DO PONTO DE APOIO.
OBSERVAR SE A CARGA MANTÉM O MESMO PONTO, ESTANDO SEGURA, DAR
CONTINUIDADE AO IÇAMENTO. VENDO QUE O FREIO NÃO ESTÁ SEGURANDO A CARGA,
POSICIONAR A CARGA NO PISO OU NO PONTO DE APOIO, COMUNICAR AO SUPERVISOR
E SOLICITAR A PRESENÇA DA MANUTENÇÃO NA PONTE.

2 - PR’S QUE TRABALHAM COM CARGA ABAIXO DA CAPACIDADE NOMINAL, FAZER TESTES
UMA VEZ POR TURNO, RECOMENDA-SE NO INÍCIO.

3 - PR’S QUE TRABALHAM COM A CAPACIDADE NOMINAL, TESTAR OS FREIOS EM TODAS AS


CARGAS.

4 - AS PR’S QUE TRABALHAM EVENTUALMENTE (AUTORIZADO PELO SUPERVISOR) COM A


CARGA ACIMA DA CAPACIDADE NOMINAL, E NO MÁXIMO ATÉ 20%, TESTAR OS FREIOS
EM TODAS AS CARGAS.
ACESSÓRIOS
Acessórios
• Tenazes mecânicas automáticas para bobinas.
– Ferramentas desenvolvidas para permitir o manuseio e transporte de
bobinas com eixo na posição vertical.

• Tenazes eletromecânicas para bobinas.


– Ferramentas desenvolvidas para solucionar problemas de carga e descarga e
manuseio de bobinas de chapa de aço (ou outros materiais) com eixo na
posição horizontal.
– Substituem com vantagens os ganchos e cabos de aço, pela velocidade e
segurança na atuação.
– As tenazes eletromecânica podem conter giro de até 360°.
Tenaz Mecânica para Bobinas
Tenaz Eletromecânica Com e Sem
Giro para Bobinas
Tenaz Eletromecânica com Giro
Tenaz Eletromecânica sem Giro
ELETROIMÃ
RELATÓRIOS
RELATÓRIOS
1 - DIÁRIO - APLICADO NAS ÁREAS DAS LINHAS DE PRODUÇÃO COM USO DE
PR’S, DURANTE ÀS 24:00 HORAS DO DIA.
➤ RELATÓRIO DO OPERADOR (DE FUNDO BRANCO). DEVE SER PREENCHIDO
PELO OPERADOR DE CADA TURNO, CONFORME ESPECIFICADO:
 TRAÇÃO - 00:00 - 08:00;
 TROLEY - 08:00 - 16:00;
 ESTRUTURA / ELÉTRICA - 16:00 - 24:00;
2 - SEMANAL - UTILIZAR O MESMOS RELATÓRIOS PARA AS PR’S QUE
TRABALHAM APENAS NO REGIME DIURNO.
➤ RELATÓRIO DO OPERADOR (DE FUNDO VERDE). DEVE SER PREENCHIDO
PELO OPERADO, NO 1º DIA ÚTIL DA SEMANA
3 - MENSAL - UTILIZAR O MESMOS RELATÓRIOS PARA AS PR’S DE USO
POUCO FREQÜENTE.
➤ RELATÓRIO DO OPERADOR (DE FUNDO AMARELO). DEVE SER PREENCHIDO
PELO OPERADOR, NO 1º DIA ÚTIL DO MÊS.

NOTA: O MODELO DE RELATÓRIO CSN-6716, REVISÃO 1, DEVE SER UTILIZADO


POR TODOS OS OPERADORES DE PR’S DA UPV, PODENDO APENAS SER
MODIFICADO NOS ITENS DOS IMPLEMENTOS E DE ACORDO COM AS
NECESSIDADES ESPECÍFICAS DE CADA ÁREA DE PRODUÇÃO DA USINA.
SEGURANÇA

GERAL
SEGURANÇA GERAL

Equipamentos de Proteção Individual


- E.P.I.-
✜ A empresa fornece, orienta, treina e exige o uso de todos os EPI necessários à
função. Use-os corretamente. Os tipos mais comuns utilizados por operadores de
Pontes Rolantes são:
➪ Capacete;
➪ Luvas;
➪ Óculos;
➪ Protetores Auriculares;
➪ Botinas com biqueira de aço;

✜ O não uso do EPI constitui falta, passível portanto de punição.


SEGURANÇA GERAL

Dispositivos de Segurança Pontes


Rolantes
• Sensor Anticolisão
• Limites redutores de velocidade
• Limites fim de curso
• Sinalizadores
• Sirene
• Intertravamento de movimento
• Botão de aproximação
• Botão de Emergência
SEGURANÇA GERAL

Dispositivos de Segurança Pontes


Rolantes
Sensor Anti-colisão
• Dispositivos, na maioria das vezes de transmissão ótica, que tem por fim
delimitar uma distância de segurança entre duas ou mais pontes que
compartilham a mesma viga de rolamento ou que estejam em outra
situação de colisão, como por exemplo pontes rolantes com viga de
rolamento sobre e sob uma da outra.
• Esta distância de segurança tem por objetivo evitar a colisão entre as
pontes ou por exemplo evitar que duas ou mais pontes acessem o mesmo
vão da viga de rolamento no mesmo instante ( limitação de carga).
SEGURANÇA GERAL

Dispositivos de Segurança Pontes


Rolantes
Limites redutores de velocidade
• Dispositivos que tem por fim quando acionados, em reduzir a velocidade de um dos
movimentos, ou seja, retirar a inércia do conjunto em movimento, seja do movimento
translação da ponte, do movimento do carro (troley) e do movimento de elevação.
• Normalmente este limites são instalados para atuar entre 3 a 8 metros da
extremidade das vigas de rolamento.
• No movimento de elevação alguns deste limites são chamados de chaves rotativas,
mas a função é a mesma e estão instalados para atuar entre 500 a 1000 mm do fim
de curso do dromo.
• Resumindo, os limites de velocidade auxiliam no funcionamento dos limites fim de
curso estes dispositivo.
SEGURANÇA GERAL

Dispositivos de Segurança Pontes


Rolantes
Limites fim de curso
• Dispositivos que tem por fim quando acionados, em parar o movimento,
seja o movimento translação da ponte, o movimento do carro (troley) e o
movimento de elevação.
• Normalmente este limites são atuados entre 400mm a 1500 mm da
extremidade das vigas de rolamento.
• No movimento de elevação alguns deste limites são chamados de chaves
rotativas, mas a função é a mesma e estão instalados para atuar entre 300
a 500 mm do fim de curso do dromo.
SEGURANÇA GERAL

Dispositivos de Segurança Pontes


Rolantes
Sinalizadores
• Dispositivos que tem por fim sinalizar por código de cor luminoso a
condição de funcionamento.
– Sinalizador Verde - significa que a ponte rolante esta energizada e que esta
apta a funcionar se um dos comandos for feito.
– Sinalizador Vermelho - significa que a ponte rolante esta energizada , mas
não esta apta a funcionar se um dos comandos for feito.
– Sinalizador Azul com efeito (opcional) - significa que a ponte rolante esta
energizada e em movimento do carro ou da ponte.
SEGURANÇA GERAL

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Rolantes
Sirene
• Dispositivos que tem por fim em alertar ao pessoal de solo de que a ponte
esta movimentando carga sob a passarela , próximo da mesma , ou outra
situação que exija o uso da sirene.
SEGURANÇA GERAL

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Rolantes
Inter-travamento de movimento
• Dispositivo, com desenvolvimento por circuito elétrico que tem por fim em
só permitir um único comando de movimento por vez.
SEGURANÇA GERAL

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Rolantes
Botão de aproximação
• Em estudo de desativação. Não tem sentido estabelecer limites de fim de
curso e anti colisão com o uso deste botão. Ele é fonte de acidentes,
principalmente o de colisão.
SEGURANÇA GERAL

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Rolantes
 TRAVA (GATO)
SEGURANÇA GERAL

Dispositivos de Segurança Pontes


CHAVE LIMITE ➪
Rolantes
CHAVE LIMITE
É UM DISPOSITIVO DE SEGURANÇA QUE LIMITA A ESPAÇO DE
LEVANTAMENTO DO GUINCHO E NÃO É PARA SER USADO CONTINUAMENTE.

 PARA EVITAR QUE O GATO DA PONTE ULTRAPASSE O CURSO NORMAL AO SUBIR, AS PONTES SÃO
EQUIPADAS COM UMA CHAVE LIMITE. UM DOS TIPOS DE CHAVE LIMITE MAIS COMUM É AQUELA QUE
É OPERADA PELO PRÓPRIO GATO. OUTRO TIPO, É A QUE É LIGADA AO DROMO E ESTÁ SEMPRE
PRONTA A SOLTAR DEPOIS DE UM DETERMINADO NÚMERO DE VOLTAS OU DE ROTAÇÕES DO
DROMO.

 AS CHAVES LIMITES SÃO INSTALADAS DE MODO A DESLIGAR A FORÇA DO MOTOR, O QUE


AUTOMATICAMENTE, FAZ ATUAR O FREIO DINÂMICO. QUANDO A CHAVE LIMITE É OPERADA,
INVERTE-SE O CONTROLE PARA ABAIXAR O GATO; ESTA OPERAÇÃO DEVE SER FEITA "BELISCANDO-
SE" O CONTROLE ATÉ QUE SE OBTENHA A REPOSIÇÃO DA CHAVE LIMITE. ALGUMAS CHAVES LIMITE
NÃO SOMENTE DESLIGAM O MOTOR DA LINHA COMO TAMBÉM O FAZEM PARAR RAPIDAMENTE POR
MEIO DE UMA FRENAGEM ELÉTRICA. ISTO EVITA UM "ARRASTAMENTO" EXCESSIVO E PERMITE QUE A
CHAVE LIMITE SEJA AJUSTADA COM UMA FOLGA MÍNIMA ENTRE O GATO E O DROMO, DEIXANDO
ASSIM UM CURSO MAIOR QUE ELIMINA A OPERAÇÃO FREQÜENTE DA MESMA.
SEGURANÇA GERAL

Dispositivos de Segurança Pontes


Rolantes
CHAVE LIMITE ➪
 EMBORA EXISTA UMA PARADA PARA CIMA, DEVE-SE TER EM
MENTE QUE PARA BAIXO ELA NÃO EXISTE. SE O MOTOR CONTINUAR
LIGADO DEPOIS DO GATO TOCAR O PISO, O CABO SAIRÁ DA SUA
POSIÇÃO DO DROMO E COMEÇARÁ A SE ENROLAR EM SENTIDO
CONTRÁRIO. QUANDO OCORRER, PARE IMEDIATAMENTE A
OPERAÇÃO DA PR, COMUNIQUE AO SUPERVISOR E CHAME A
MANUTENÇÃO SEM PERDA DE TEMPO, POIS, O ENROLAMENTO DO
CABO EM SENTIDO OPOSTO PODE CAUSAR SÉRIOS DANOS À PR.
 ALÉM DISSO A CHAVE LIMITE TORNA-SE INOPERANTE. SE O
CABO CONTINUAR A SE ENROLAR EM DIREÇÃO OPOSTA, O GATO
PODE SE CHOCAR CONTRA O DROMO, PARTIR O CABO DE AÇO E
SOLTAR A CARGA, DANIFICANDO A PONTE E PROVOCANDO SÉRIOS
ACIDENTES COM OS HOMENS DO PISO.
SEGURANÇA GERAL

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FREIO ➪
SISTEMA DE FREIO HIDRÁULICO CILINDRO MESTRE TIPO III
SEGURANÇA GERAL

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FREIO ➪

SANGRIA DO SISTEMA HIDRÁULICO


SEGURANÇA GERAL

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FREIO ➪
SISTEMA DE FRENAGEM PROPORCIONAL

PAINEL ELETROPNEUMÁTICO.

COMPONENTES
1 - MOTOR DO COMPRESSOR;
2 - COMPRESSOR.
SEGURANÇA GERAL

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FREIO ➪
FREIO PNEUMÁTICO À DISCO ➪ ESQUEMA DE INSTALAÇÃO DO FREIO ELETROPNEUMÁTICO DE
UMA PR DE GRANDE PORTE, COM TRACIONAMENTO POR QUATRO MOTORES NA
TRANSLAÇÃO.

COMPONENTES
1 - PEDAL DE ACIONAMENTO;
2 - TUBULAÇÃO DE AR;
3 - PAINEL ELETROPNEUMÁTICO;
4 - CONJUNTO DO ATUADOR;
5 - DISCO DE FRENAGEM.
SEGURANÇA GERAL

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FREIO ➪
FREIO PNEUMÁTICO À DISCO

 FUNCIONA ATRAVÉS DE UM COMPRESSOR INSTALADO NA PASSARELA DOS PAINÉIS, UM


PRESSOSTATO REGULADO PARA DESLIGAR À 80 LPS E A RELIGAR À 60 LPS. SENDO
OBSERVADO NO MANÔMETRO PELO OPERADOR.
CARACTERÍSTICAS:
FÁCIL REGULAGEM, FÁCIL MANUTENÇÃO E INSPEÇÃO SIMPLES.

Contra
porca

Parafuso

de ajuste

SISTEMA DE FREIO PNEUMÁTICO À DISCO CONJUNTO DE FRENAGEM PEDAL DE ACIONAMENTO


SEGURANÇA GERAL

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CHAVE DESCONECTORA CHAVES ELÉTRICAS ➪
 É O DISPOSITIVO USADO PARA DESLIGAR TODO O BARRAMENTO PRINCIPAL DA PR. A
MANUTENÇÃO A UTILIZA PARA TROCAR ISOLADORES, SUPORTES, REPARO OU TROCA DOS
TRILHOS. FIXADOS NA VIGA DE ROLAMENTO EM TODA A EXTENSÃO DO PRÉDIO. ELA FICA
LOCALIZADA NUMA COLUNA AO LADO DO BARRAMENTOE NO MEIO DO GALPÃO PRÓXIMO
AO PISO.

CHAVE SECCIONADORA
 É O DISPOSITIVO USADO PARA DESLIGAR PARTE DO
BARRAMENTO PRINCIPAL DA PR. ESTÁ LOCALIZADA PRÓXIMO DA
GARAGEM DE MANUTENÇÃO NA VIGA DE ROLAMENTO OU NA
PASSARELA DE ACESSO À CABINE. A MANUTENÇÃO A DESLIGA
PARA FAZER REPARO NO PANTÓGRAFO PRINCIPAL, TROCA DE
SAPATAS COLETORAS, CIRCUITO DE ILUMINAÇÃO OU CHAVE
GERAL.
BOTÃO DE EMERGÊNCIA
 ESTÁ LOCALIZADO NO PAINEL DENTRO DA CABINE, SERVE PARA DESLIGAR A CHAVE
GERAL E TODOS OS COMPONENTES DA PR. NAS PR’S MAIS ANTIGAS É DESLIGADO POR UM
DISJUNTOR DENTRO DA CABINE.
SEGURANÇA GERAL

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Acessórios
• Sensor de alinhamento
– Localizado na parte inferior dos braços, bem próximo das garras da tenaz ,
tem por fim em determinar quando o furo da bobina esta centralizado. Ou
seja, o comando de fechar só será permitido se este sensor detectar o
alinhamento dos braços pelo o furo da parte central da bobina, afim de não
danificar as bordas da bobina.

• Sensores de bordas
– Localizados um em cada garra , tem por fim em determinar as bordas laterais
da bobina, Ou seja, o comando de fechar é interrompido quando ambos
sensores de borda detectarem a presença das bordas da bobina, afim de não
deixar amassá-las ou danificá-las.
SEGURANÇA GERAL

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Acessórios
• Sensores de carga
– Localizados um em cada garra , tem por fim em determinar a presença da bobina nas
garras Ou seja, uma vez detectado a presença da bobina, mesmo que em um dos
sensores o comando de abrir é desabilitado . Isto é para evitar acidentes , como por
exemplo a queda da bobina. Este é em sensor de segurança.

• Sensores de limites de giro


– Localizados na parte superior da tenaz, tem como finalidade delimitar o giro nos
sentidos horário e Anti-horário da tenaz.

• Sensores de abertura máxima


– Localizados na parte central da tenaz, tem como finalidade delimitar a abertura
máxima dos braços da tenaz.
SEGURANÇA GERAL

Dispositivos de Segurança Pontes Rolantes


Acessórios
Detalhe dos Sensores de Detalhe dos Sensores de
Alinhamento, Borda e Carga Giro e Abertura Máxima
Poing
Ai!
Ai, ai, ai!
PONTES ROLANTES
E
IÇAMENTO DE
CARGAS

Ai, ai, ai!


Acidente Impessoal
Acidente Impessoal
Acidente Impessoal
Acidente Impessoal
Acidente Impessoal
Acidente Impessoal
Acidente Fatal

• Ao depositar a bobina no chão, o


gancho da P.R continuou
descendo ,soltando - se do gancho
“C”. Posteriormente o gancho “C”
girou em torno da bobina
atingindo o operador. Em
conseqüência sofreu
politraumatismo, vindo a falecer.
PR’s NO MESMO VÃO
O OPERADOR DEVERÁ ESTAR ATENTO COM
O POSICIONAMENTO DA PR VIZINHA PARA
EVITAR BATIDAS ENTRE AS MESMAS.
EVITE CORRER COM A PR, EMPURRAR OU
CHOCAR-SE COM OUTRAS.
RECOMENDAÇÕES
RECOMENDAÇÕES
NÃO OPERE UMA PR SEM SABER
COMO ESTÃO AS CONDIÇÕES DOS
SEUS COMPONENTES. PARA OPERAR,
É NECESSÁRIO FAZER UMA INSPEÇÃO:

- CHAVE DE EMERGÊNCIA DESLIGADA:


1- VERIFICAR NOS PAINÉIS SE EXISTEM CADEADOS OU ETIQUETAS DE SEGURANÇA
PRESAS NAS CHAVES OU NOS DISJUNTORES.

2- VERIFICAR NA CHAVE GERAL, SE A MESMA ESTÁ DESLIGADA OU BLOQUEADA.

3- VERIFICAR SE OS COMPONENTES DE TRANSLAÇÃO DA PR ESTÃO EM BOA CONDIÇÕES;

4- VERIFICAR SE OS COMPONENTES DO TROLEY ESTÃO EM BOA CONDIÇÕES;

5- VERIFICAR SE OS COMPONENTES DO SISTEMA DE IÇAMENTO ESTÃO EM BOAS


CONDIÇÕES;

6- VERIFICAR O BARRAMENTO PRINCIPAL;

7- VERIFICAR SE ALGUMA COISA PODE IMPEDIR AS RODAS DO TROLEY OU DA PR SE


LOCOMOVEREM SOBRE OS TRILHOS.

8- VERIFICAR SE OS CABOS DE AÇO DO GUINCHO ESTÃO EM BOA CONDIÇÕES

9- VERIFICAR AS CONDIÇÕES DO LIMITE DO GUINCHO;


RECOMENDAÇÕES
NÃO OPERE UMA PR SEM SABER
COMO ESTÃO AS CONDIÇÕES DOS
SEUS COMPONENTES. PARA OPERAR,
É NECESSÁRIO FAZER UMA INSPEÇÃO:

- CHAVE DE EMERGÊNCIA DESLIGADA:


10- VERIFICAR A EXISTÊNCIA DOS PARÁ-CHOQUES DO TROLEY E DA PONTE;
11- VERIFICAR A EXISTÊNCIA DOS BATENTES DO TROLEY E DA PR;
12- VERIFICAR AS CONDIÇÕES DAS MANETES E PEDAL DE FREIO.

ESTANDO TUDO EM BOAS CONDIÇÕES,

LIGAR A PONTE ROLANTE E FAZER OS TESTES COM


TODO O CUIDADO NA TRANSLAÇÃO DA PONTE:

TROLEY, GUINCHO, CHAVE LIMITE E SIRENE.

ENTÃO, VOCÊ DEVE DAR INÍCIO A OPERAÇÃO.


IMPORTANTE
 NÃO ABANDONE NUNCA A SUA PONTE, EXCETO, QUANDO
ABSOLUTAMENTE NECESSÁRIO. AGUARDE NA CABINE A CHEGADA DO SEU
SUBSTITUTO AUTORIZADO PELO SUPERVISOR;

 NÃO TRANSPORTE CILINDROS DE OXIGÊNIO OU DE ACETILENO CHEIOS OU


VAZIOS E COM ELETROIMÃ, POR ORDEM DE QUEM QUER QUE SEJA;

 NÃO APLIQUE BRUSCAMENTE O FREIO DE PÉ,. OS "CALOS" DAS RODAS


RESULTAM DA PATINAÇÃO DA PONTE;

 LEMBRE-SE:

- AFINAL, A OPERAÇÃO SEGURA DA PONTE É RESPONSABILIDADE SUA;

- A VIDA DE MUITOS DEPENDE DO SEU CUIDADO CONSTANTE E DO SEU BOM


SENSO.
IMPORTANTE
ILUMINAÇÃO:

➪ O GALPÃO QUE TEM PONTE ROLANTE DEVE POSSUIR REFLETORES PENDURADOS NO


TETO EM TODA EXTENSÃO;
➪ NOS SETORES, ONDE SÃO REALIZADOS OS SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO, DEVE-SE
AUMENTAR O NÚMERO DE REFLETORES;
➪ OS GALPÕES FECHADOS NA LATERAIS DEVEM POSSUIR REFLETORES DO LADO
OPOSTO À CABINE DA PR, PARA NÃO PROVOCAR REFLEXOS E SOMBRAS QUE
PREJUDIQUEM A VISIBILIDADE DOS OPERADORES;
➪ POÇOS E GALERIAS DEVEM POSSUIR REFLETORES COM O FOCO DIRECIONADO PARA
DENTRO OU PARA A ABERTURA DO POÇO;
➪ OS SERVIÇOS DE SOLDA, MAÇARICOS OU REFLEXOS DE LUZ VINDOS DE POÇOS DE
ÁGUA, ESPELHOS ETC, DEVEM SER ELIMINADOS OU, QUANDO NÃO FOR POSSÍVEL,
DEVEM SER PROTEGIDOS COM BIOMBOS;
➪ AS JANELAS DAS CABINES DAS PONTES ROLANTES DEVEM SER PROJETADAS COM
QUEBRA REFLEXO PARA FORA DA CABINE;
➪ OS VIDROS DAS CABINES NÃO DEVEM SER PROJETADOS, UM EM FRENTE AO OUTRO,
NA POSIÇÃO VERTICAL, PARA EVITAR IMAGENS FALSAS.
IMPORTANTE
➪ TODA PR TEM QUE POSSUIR A SIRENE FUNCIONANDO. O OPERADOR DEVERÁ USÁ-LA
TODA VEZ QUE TRANSPORTAR CARGA.;
➪ EXISTEM VÁRIOS TIPOS DE SIRENE, PARA PONTE É UTILIZADA O TIPO PADRÃO, NÃO SE
DEVE MUDAR O TIPO DA SIRENE DA PONTE, POIS É AQUELE SOM QUE O PESSOAL DA
ÁREA TEM HÁBITO DE OUVIR;
➪ NAS ATIVIDADES QUE OFERECE GRANDES RISCOS, A SIRENE DEVERÁ SER ACIONADA
INSISTENTEMENTE;
➪ AS PESSOAS QUE TRABALHAM NAS ÁREAS ONDE TEM PONTE ROLANTE, DEVERÃO
SER ORIENTADAS QUANTO OS RISCOS DE CARGA SUSPENSA;
➪ AS PESSOAS QUE UTILIZAM PR, DEVERÃO SER TREINADAS PARA SINALIZAR AO
OPERADOR COMO UTILIZAR ESTROPOS, TENDO CONHECIMENTO DAS REGRAS DE
SEGURANÇA.

IMPORTANTE:
➪ ANTES DE ENTRAR NUMA ÁREA QUE TEM PR, AS PESSOAS DEVERÃO PARAR NA
ENTRADA DO GALPÃO E OLHAR PARA CIMA, VERIFICAR O POSICIONAMENTO DA PR
EVITANDO ASSIM, PASSAR EMBAIXO DE CARGA SUSPENSA.

“SEGURANÇA É UMA QUESTÃO DE


ATITUDE!”
IMPORTANTE
AR CONDICIONADO:

➪ NAS PONTES ROLANTES, QUE TÊEM AR CONDICIONADO, O OPERADOR DEVE DAR


ATENÇÃO PARA:
• MANTER OS FILTROS LIMPOS AUMENTARÁ A VIDA ÚTIL DO AR CONDICIONADO;
• A CABINE NÃO DEVERÁ TER FRESTAS NAS JANELAS PARA QUE A CLIMATIZAÇÃO NÃO
SEJA PREJUDICADA COM O AR DE FORA. AS PORTAS DEVERÃO ESTAR FECHADAS E
VEDADAS COM BORRACHAS;
• A REGULAGEM DO TERMOSTATO DEVERÁ SER DE ACORDO COM O CLIMA DAS
ESTAÇÕES DO ANO. NO VERÃO É MUITO EXIGIDO. O OPERADOR DEVERÁ DESLIGAR O
AR PELO MENOS UMA HORA, DUAS VEZES POR DIA, E QUANDO NÃO TIVER QUE FICAR
NA CABINE DESLIGAR O AR;
• AS IRREGULARIDADES DEVERÃO SER ANOTADAS NO RELATÓRIO DE INSPEÇÃO E
COBRAR ATENDIMENTO NAS M.P’S E RONDAS PROGRAMADAS.

•IMPORTANTE:
➪ A MANUTENÇÃO DEVERÁ TER DISPONÍVEL NA OFICINA SOBRESSLENTES DE BOA
QUALIDADE, ACOMPANHAR O DESEMPENHO, DAR ATENDIMENTO IMEDIATO NAS
EMERGÊNCIAS, ELIMINAR PENDÊNCIAS NÃO DEIXANDO ACUMULAR, BUSCAR
EMERGÊNCIA ZERO E DAR DISPONIBILIDADE OPERACIONAL À PR.
IMPORTANTE
SINALEIRO:

➪ TODAS AS PONTES ROLANTES DEVERÃO TER SINALEIRO NA ESTRUTURA DA CABINE


E DO LADO DE FORA:
- VERMELHO ACESO - INDICA QUE A PR ESTÁ LIGADA.
- VERDE ACESO - INDICA QUE A PR ESTÁ DESLIGADA.

➤ O PESSOAL QUE TRABALHA NA ÁREA DEVERÁ TER CONHECIMENTO QUE, COM O


SINALEIRO VERMELHO ACESO, NÃO É PERMITIDO PASSAR SOB A PONTE, POIS ELA
PODERÁ SE MOVIMENTAR A QUALQUER MOMENTO.

➤ AS PR’S QUE UTILIZAM ELETROIMÃ, TAMBÉM UTILIZAM SINALEIRO VERMELHO.


ESTANDO O MESMO ACESO, INDICA QUE O PAINEL ESTÁ LIGADO E O ELETROIMÃ SENDO
UTILIZADO.
IMPORTANTE: O OPERADOR DO PISO NÃO DEVERÁ CONECTAR E DESCONECTAR OS
PLUG’S DO ELETROIMÃ QUANDO O SINALEIRO ESTIVER ACESO, MESMO ESTANDO
APAGADO, AGUARDAR AUTORIZAÇÃO DO OPERADOR DA PR POR SINAL CONVENCIONAL
(ABRINDO OS BRAÇOS).
IMPORTANTE
SINAL LUMINOSO E SONORO GIRATÓRIO:
➪ OS EQUIPAMENTOS QUE TRAFEGAM NO PISO ONDE TEM PR, DEVEM TER SINAL
LUMINOSO E SONORO, PARA DESPERTAR A ATENÇÃO DO OPERADOR E DO PESSOAL QUE
TRABALHA NA ÁREA.
➪ OS EQUIPAMENTOS FIXOS LOCALIZADOS NA ÁREA E QUE PODEM SER ABALROADOS POR
CARGAS IÇADAS PELA PR, TAMBÉM DEVEM TER SINAL LUMINOSO / SONORO.

EXTINTORES:
➪ É RECOMENDADO O TIPO CO2, DEVIDO AOS COMPONENTES ELÉTRICOS EXISTENTES NA
PR. DEVE TER UM NA ENTRADA OU DENTRO DA CABINE E UM NA PASSARELA DOS PAINÉIS
AO LADO DA CHAVE GERAL.

OBS.: SENDO UMA PR DE GRANDE PORTE E COM MUITOS COMPONENTES, DEVE-SE TER
MAIS UM EXTINTOR. DEVE TER AINDA UM OUTRO EXTINTOR NO TRUQUE, LADO DA CABINE
PARA ATENDER OS MOTORES DO GUINCHO E TROLEY.

IMPORTANTE:
➪ DE ACORDO COM O TAMANHO E O NÚMERO DE COMPONENTES ELÉTRICOS EXISTENTES,
A QUANTIDADE DE EXTINTORES DEVERÁ AUMENTAR, PROPORCIONALMENTE AOS
REQUISITOS DO PROCESSO OPERACIONAL.
BIBLIOGRAFIA
FONTE:
FONTE
♣➤ TREINAMENTOS EQUIPE DE PONTES :

♣ LUIZ CARLOS DE ALMEIDA;


♣ CARLOS ANTÔNIO TEXEIRA DA SILVA;
♣ GILSON PEREIRA DOS SANTOS;
♣ REGINALDO WILCEKI PORTELA;
♣ FÚLVIO MASHIO;
♣ MAURO FRANÇA.

♣➤ TREINAMENTOS EQUIPE CSN - COMPANHIA SIDERÚRGICA NACIONAL


DEOP/ GST;
GST
♣ MATERIAL TÉCNICO: CÉLIO R. MONTEIRO, ENERSTO J. MEDUNA, ADILSON
J. SIQUEIRA e VALDIR P. DOS REIS.

♣ ➤ ANIMAÇÕES;
♣ ANIMAÇÕES (CRIAÇÃO): LUIZ CARLOS DE ALMEIDA;

♣ ➤ OUTRAS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS;


♣ NR - 11 – NORMA REGULAMENTADORA PARA TRANSPORTES, MOVIMENTAÇÃO,
ARMAZENAGEM E MANUSEIO DE MATERIAIS;
♣ ISE n°20 – OPERAÇÕES COM CARGAS SUSPENSAS;
♣ ISE n°30 – SISTEMA DE INSPEÇÃO DE PONTES ROLANTES;
FIM
Luiz Carlos de Almeida
e-mail: luizp3@ibest.com.br
NORMA REGULAMENTADORA 11 - NR 11.
TRANSPORTE, MOVIMENTAÇÃO, ARMAZENAGEM E
MANUSEIO DE MATERIAIS
11.1. Normas de segurança para operação de elevadores, guindastes, transportadores
industriais e máquinas transportadoras.
11.1.3. Os equipamentos utilizados na movimentação de materiais, tais como
ascensores, elevadores de carga, guindastes, monta-carga, pontes-rolantes, talhas,
empilhadeiras, guinchos, esteiras-rolantes, transportadores de diferentes tipos, serão
calculados e construídos de maneira que ofereçam as necessárias garantias de
resistência e segurança e conservados em perfeitas condições de trabalho. (111.003-9 /
I2)
11.1.3.1. Especial atenção será dada aos cabos de aço, cordas, correntes, roldanas e
ganchos que deverão ser inspecionados, permanentemente, substituindo-se as suas
partes defeituosas. (111.004-7 / I2)
11.1.3.2. Em todo o equipamento será indicado, em lugar visível, a carga máxima de
trabalho permitida. (111.005-5 / I1)
11.1.3.3. Para os equipamentos destinados à movimentação do pessoal serão exigidas
condições especiais de segurança. (111.006-3 / I1)
NORMA REGULAMENTADORA 11 - NR 11.
TRANSPORTE, MOVIMENTAÇÃO, ARMAZENAGEM E
MANUSEIO DE MATERIAIS
11.1.5. Nos equipamentos de transporte, com força motriz própria, o operador deverá
receber treinamento específico, dado pela empresa, que o habilitará nessa função.
(111.008-0 / I1)
11.1.6. Os operadores de equipamentos de transporte motorizado deverão ser
habilitados e só poderão dirigir se durante o horário de trabalho portarem um cartão
de identificação, com o nome e fotografia, em lugar visível. (111.009-8 / I1)
11.1.6.1. O cartão terá a validade de 1 (um) ano, salvo imprevisto, e, para a
revalidação, o empregado deverá passar por exame de saúde completo, por conta do
empregador. (111.010-1 / I1)
11.1.7. Os equipamentos de transporte motorizados deverão possuir sinal de
advertência sonora (buzina). (111.011-0 / I1)
11.1.8. Todos os transportadores industriais serão permanentemente inspecionados e
as peças defeituosas, ou que apresentem deficiências, deverão ser imediatamente
substituídas. (111.012-8 / I1)
NORMA REGULAMENTADORA 11 - NR 11.
TRANSPORTE, MOVIMENTAÇÃO, ARMAZENAGEM E
MANUSEIO DE MATERIAIS
11.1.9. Nos locais fechados ou pouco ventilados, a emissão de gases tóxicos, por
máquinas transportadoras, deverá ser controlada para evitar concentrações, no ambiente
de trabalho, acima dos limites permissíveis. (111.013-6 / I2)
11.2.9. O piso do armazém deverá ser constituído de material não escorregadio, sem
aspereza, utilizando-se, de preferência, o mastique asfáltico, e mantido em perfeito
estado de conservação. (111.028-4 / I1)
11.3. Armazenamento de materiais.
11.3.2. O material armazenado deverá ser disposto de forma a evitar a obstrução de
portas, equipamentos contra incêndio, saídas de emergências, etc. (111.032-2 / I1)
11.3.3. Material empilhado deverá ficar afastado das estruturas laterais do prédio a uma
distância de pelo menos 0,50m (cinqüenta centímetros). (111.033-0 / I1)
11.3.4. A disposição da carga não deverá dificultar o trânsito, a iluminação, e o acesso
às saídas de emergência. (111.034-9 / I1)
11.3.5. O armazenamento deverá obedecer aos requisitos de segurança especiais a cada
tipo de material.
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