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PLANEJAMENTO E PROJETOS DE REDES FTTH

1. O que é fibra óptica 6. Tipos de Cabos e Fibras ópticas


1. - O que é fibra 1. Tipos de fibras ópticas
2. - Principio de funcionamento 2. Tipos de Cabos ópticos
3. – Tipos de Fibras ópticas 3. Onde usar cada tipo de cabo
4. - Múltiplos comprimentos de ondas 4. Preço médio de cada cabo
5. - Vantagens e Desvantagens 5. Posso usar cabo Drop para construir rede?
6. - O mito da Fibra óptica 6. Entendendo os padrões de cor
2. Topologia de redes ópticas 7. Junções ópticas
1. FTTh, FTTa, FTTb, FTTx? O que é tudo isso? 1. Clivador, o coração das junções ópticas
2. Redes Ativas VS Redes Passivas 2. O que são junções ópticas
3. Redes PTP e Redes PMP 3. Emendas ópticas
4. Topologias básicas 4. Entendendo os tipos de conectores
3. Funcionamento de redes TDM-PON 5. PigTail e PatchCord
1. O que é rede TDM-PON? 6. FastConector
2. GPON e EPON qual a diferença? 7. Limpeza de Conectores
3. Estrutura de uma rede TDM-PON 8. PASSIVOS
4. Categorias e classificações 1. DIO/DGO
5. Qualidade de produtos e homologação 2. CAIXA DE EMENDA
4. Ativos – OLT e ONU/ONT 3. CAIXA CTO
1. OLT 4. PTO
2. ONU/ONT 9. EQUIPAMENTOS DE AFERIÇÃO
3. Principais Fabricantes 1. POWER METER
5. Tipos de Cabos e Fibras ópticas 2. OTDR
3. INDENTIFICADOR DE FIBRA ATIVA EXTRAs (Aulas Gravadas)
1. Tipos de fibras ópticas
2. Tipos de Cabos ópticos 4. CANETA LOCALIZADORA DE FALHAS EPI´s (Aula Fiorini)
3. Onde usar cada tipo de cabo 10. Ferragens
1. Ancoragem de Cabo AS Novas tecnologias XG-PON, XGS-PON (Aula PARKS)
4. Preço médio de cada cabo
5. Posso usar cabo Drop para construir rede? 2. Suspensão de Cabo AS
6. Entendendo os padrões de cor 3. Reserva Técnica de Cabo AS
4. Ferragens para cabo DROP
1.0 – O que é fibra óptica
1.1 - O que é Fibra Óptica

✓ Material flexível, composto por várias


camadas, capaz de transmitir a luz a
grandes distâncias;

✓ Utiliza o princípio da reflexão (Lei de


Snell) para manter a luz confinada em seu
interior, respeitando o cone de aceitação
ou ângulo de Incidência.
1.1 – Principio de Funcionamento
1.2 – Principio de funcionamento
1.2 – Principio de funcionamento

Experimento feito por John


Tyndall em 1870.
John Tyndall foi quem
descobriu o principio da
Reflexão da Luz.

John Tyndall
1.2 – Tipos de Fibras ópticas
1.3 – Tipos de Fibras
1.3 – Tipos de Fibras

Multimodo Monomodo
• Foram as primeiras fibras a • Atualmente são fibras mais
tornarem-se comercialmente utilizadas, tanto para redes
viáveis. externas , como para redes LAN.
• Podem possuir núcleo de 50 μm ou • Possuem núcleo de 9 μm.
62,5 μm. • Trabalham em sistemas operando
• Trabalham em sistemas operando de 1310 nm a 1650 nm.
em 850 nm ou 1300 nm. • Atenuação de:
• Atenuação de: • 0,35 dB/km @ 1310 nm.
• 3,5 dB/km @ 850 nm • 0,20 dB/km @ 1550 nm.
• 1,0 dB/km @ 1300 nm • São as fibras utilizadas para FTTH.
• Sua aplicação hoje está limitada a • Padrão ITU-T: G.652, G.653, G.655,
redes LAN de curtas distâncias. G.656 e G.657.
• Padrão: ITU-T 651.1
1.3 – Frequências e Comprimentos de Onda
1.3 – Comprimento de Onda
1.3 – Comprimento de Onda
1.4 – Vantagens e desvantagens da Fibra
1.3 – Vantagens e Desvantagens da Fibra
óptica
VANTAGENS DESVANTAGENS

• Alta largura de banda. • Poucos profissionais no mercado.


• 100% dielétrica. • Ferramentas específicas para
• Alta durabilidade “dura + 20 Anos”. manutenção.
• Imune a Interferências externas. • Alto custo de implantação.
• Rede “pouco maleável”.
1.3 – Maior vantagem das redes FTTH

17
Fim do Ciclo Vicioso de Troca

18
1.5 – O Grande mito da Fibra Óptica
1.4 – O Grande mito da Fibra Óptica
FIBRA ÓPTICA FUNCIONA OU NÃO FUNCIONA,
NÃO EXISTE MEIO TERMO.

20
2.0 – FTTh, FTTb, FTTc, FTTa O que é tudo isso
2.0 O que é FTTH?
Consiste na entrega de um sinal de
FTTH é a abreviação de comunicações por fibra óptica a partir de
“Fiber To The Home”. equipamentos de comutação do operador por
todo trajeto até uma casa ou empresa.

Em português, Não sendo necessário desta forma, e


inclusive substituindo, a infra-estrutura de
“Fibra até a casa”. cobre existentes, tais como fios de telefone e
cabo coaxial.

FTTH é um método relativamente novo e de


rápido crescimento.

Capaz de fornecer largura de banda muito


maior para os consumidores e empresas.

Permitindo serviços mais robustos de


internet, vídeo e voz.
E FTTA? (Fiber to the Apartament)
FTTD? (Fiber to the desk)
FTTx

Redes de Acesso FTTx

✓ Rede Óptica Urbana (FTTB – Fiber To The Building);

✓ Rede Óptica em Prédios (FTTA – Fiber To The Apartment);

✓ Rede Óptica Residencial (FTTH – Fiber To The Home);

✓ Rede Óptica até o Cordão da Calçada (FTTC – Fiber To The Curb).


2.1 – Redes Ativa VS Redes Passivas
2.1 - Redes Ópticas Ativas
✓ Regeneram os sinais, por isso necessitam
alimentação.
2.1 - Redes Ópticas Passivas (PON)
✓ Não regeneram os sinais, por isso não necessitam
alimentação.
2.3 – Redes PTP e Redes PMP
Rede FTTH – PTP - PON
Rede FTTH – PMP - ATIVA

óptico
Rede FTTH – PMP - PON
E o GPON e EPON onde fica?
Central Rede de Acesso Cliente

1xN

1xN

OLT
1xN
2.4 – Topologias básicas
A definição da topologia consiste Convergência centralizada
basicamente em definir como os clientes
serão atendidos, a partir da central.

Temos 3 tipos de topologia: centralizada ,


convergência local .

Cada uma das topologias, possuem


vantagens e desvantagens, que veremos
a seguir.

Convergência local Convergência distribuída


3.0 – O que são redes TDM-PON?
Redes TDM-PON

Central Rede Óptica de Distribuição Cliente

Dados

Telefonia

OLT transmite dados em 1490 nm


OLT recebe dados em 1310 nm
Vídeo é transmitido em 1550 nm
PERDA DE SINAL
3.1 – Qual a diferença GPON e EPON?
Tudo mesma coisa?

PON

NÃO • “Passive Optical Network”


• Rede Óptica Passiva
• Não existem equipamentos ativos
(energizados) na planta externa.

EPON GPON

•Protocolo Gigabit Ethernet PON. •Protocolo Gigabit PON.


•Definido pelo IEEE. •Definido pelo ITU-T.
•Norma 802.3ah •Normas G.984.1 a G.984.4
•1,25 Gbps downstream •2.5 Gbps downstream
•1,25 Gbps upstream •1.25 Gbps upstream
•64 Por porta •Até 128 por porta
•OLT a partir de 1 porta •OLT no minimo 4 portas
3.2 – Visão geral das redes TDM-PON
Visão Geral – Rede Passiva e Ativa
Central Rede Óptica de Distribuição Cliente
Cabo óptico Cabo óptico
Dados Drop
Distribuição

Telefonia

1xN

d NAP
1xN

Cabo óptico
DIO Alimentação Splitters

O sinal de uma fibra


pode ser compartilhado
Metálico Conector com até 64 clientes!
Fibra Emenda
Visão Geral das redes FTTH

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CENTRAL

OLT
DIO
REDE DE DISTRIBUIÇÃO

CAIXA DE
EMENDA

SPLITTER
REDE DE DISTRIBUIÇÃO

CAIXA SPLITTER DE 1ºNÍVEL CAIXA SPLITTER DE 1º E 2º NÍVEL


REDE DE DISTRIBUIÇÃO
Splitter de 1ºNível Splitter de 2º Nível
Não Conectorizado Conectorização SC/APC

47
CLIENTE 4

REDE DE ACESSO

SPLITTER

CLIENTE 1

CLIENTE 2 CLIENTE 3
REDE DE ACESSO
CAIXA SPLITTER DE 2ºNÍVEL
REDE DE ACESSO

20KM CLIENTE 1

ONU GPON WI-FI


3.3 – Categorias e classificações
Ativos Equipamentos
OLT Maquina de fusão
ONU/ONT OTDR
Power meter
Passivos Identificador de fibra ativa
Cabos óptico
Junções ópticas Ferramentas
Splitter Clivador
Distribuidor interno (DIO) Alicate decepador de cabo
Caixa de emenda (CEO) Alicate decepador de fibra
Caixa de atendimento (CTO) Álcool isopropílico
Ponto de terminação (PTO) Ferramentas de limpeza

Ferragens Serviços
Ancoragem Projetos (Planejamento, executivo, concessionário).
Sustentação Lançamento de cabo
Caixa de emenda Montagem de caixas
Cruzamento Certificação
Ativação de clientes
3.4 – Qualidade de produtos e Homologação
QUALIDADE DA REDE

Existe um velho ditado que diz:

“Não se faz vinho bom com uva ruim, mas se faz

vinho ruim com uva boa.”

Para possuir excelência em uma rede óptica, é

necessário que a infraestrutura possua equipamentos de

qualidade, homologados pela Anatel e que todos

operadores possuam qualificação em opera-las.


HOMOLOGAÇÃO ANATEL

Uma das maneiras mais eficazes de manter um padrão mínimo

em relação a materiais ópticos é a compra de materiais homologados

pela Anatel. Toda e qualquer rede de Telecomunicações é obrigado por lei

a possuir 100% de seus materiais certificados pela Anatel. A Anatel

funciona como um Filtro para remover equipamentos de péssima

qualidade e que não obedeçam padrões mínimos de qualidade.

Todos materiais como Fibra, caixas de emenda, cordões, caixas

de atendimento e ativos devem possuir homologação.


4.0 – ATIVOS – OLT E ONU
4.1 –OLT (CENTRAL)
OLT E ONU
Central Rede Óptica de Distribuição Cliente
Cabo óptico Cabo óptico
Dados Drop
Distribuição

Telefonia

1xN

d NAP
1xN

Cabo óptico
DIO Alimentação Splitters

O sinal de uma fibra


pode ser compartilhado
Metálico Conector com até 64 clientes!
Fibra Emenda
OLT

OLT – Optical Line Termination


•É o equipamento ativo que está localizada
na central e pode conectar-se ao mesmo
tempo com vários assinantes.
•Conforme a tecnologia, podem ser do tipo
GPON ou GEPON.
•Dependendo de seu modelo e fabricante,
podem ser do tipo “stand alone”, para
serem montadas diretamente em racks
19”. Ou do tipo “chassis”, onde um sub-
bastidor é montado no rack 19” e este
pode acomodar vários cartões OLT.
•Atualmente, por padrão, podem controlar
até 64 assinantes e podem transmitir a
distâncias de até 20 km.
Resumindo...

EPON ou GPON? Funcionalidades de gerência?

Quantas ONUs por porta? Fornecedor oferece treinamento?

Qual a distância máxima até os Fornecedor oferece suporte, garantia


clientes? e manutenção no Brasil?
Qual a potência de transmissão e
sensibilidade? Anatel
Facilidade de operação? OLTs devem possuir
homologação!
Alimentação AC ou DC?
4.2 – ONU/ONT (CLIENTE)
ONT, ONU

ONT - Optical Network Terminal

• É o equipamento ativo que está localizada na casa


do assinante.
• Comunica-se com a OLT através de sua porta óptica
e possui uma ou mais portas Ethernet para
conexão dos usuários.
• Podem também apresentar saída de vídeo RF para
recepção de vídeo CATV.
• E também possuir a função de roteador WIFI.

ONU – Optical Network Unit

• Possui exatamente a mesma finalidade da ONT,


mas seu uso é voltado para aplicações outdoor.
Resumindo...

EPON ou GPON? Funcionalidades de gerência?

Bridge? Router? Faz PPPOE?


Fornecedor oferece treinamento?
Quantas por ethernet?
Fast ou Giga?
Fornecedor oferece suporte, garantia e
Possui portas SIP? Vídeo? Wifi? manutenção no Brasil?
Qual a potência de transmissão e
sensibilidade? Anatel
Facilidade de configuração?

Uso indoor ou outdoor?


ONUs / ONTs devem possuir
homologação!
Alimentação AC, DC, POE reverso?
4.4 – PRINCIPAIS FABRICANTES
NACIONAL IMPORTADA OUTROS

• PARKS • FIBERHOME • CIANET


• DATACOM • HUAWEI • NOKIA
• DIGISTAR • ZTE • VOLT
• INTELBRAS • MULTILASER
• FURUKAWA • UBIQUITI
5.0 – Tipos de Cabos e Fibras ópticas
Tipos de fibras ópticas
5.1 –Tipos de fibras ópticas
OLT E ONU
Central Rede Óptica de Distribuição Cliente
Cabo óptico Cabo óptico
Dados Drop
Distribuição

Telefonia

1xN

d NAP
1xN

Cabo óptico
DIO Alimentação Splitters

O sinal de uma fibra


pode ser compartilhado
Metálico Conector com até 64 clientes!
Fibra Emenda
Estrutura padrão de um cabo óptico
•ITU-T G.652.A e B (SM – Single Mode)

• ITU-T G.652.C e D (LWP – Low Water Peak)

• ITU-T G.657 (BI – Bend Insensitive)

• ITU-T G.653 (DS – Dispersion Shifted)

• ITU-T G.655 (NZD – Non Zero Dispersion)


•ITU-T G.652.A e B (SM – Single Mode)

• Projetada para operar nos comprimentos de onda 1310nm e alta dispersão cromática na janela
de 1550nm;
• A fibra do tipo B é a mais utilizada no mundo;
• Possui atenuação máxima de 0,35dB/Km em 1550nm.
Baixo Pico D’água (Low Water Peak)

✓ Recentemente sistemas passaram a exigir o uso em novos comprimentos


de onda como 1383 nm e 1625 nm. Essas fibras apresentam atenuação em
1383 nm, menor que 0,4 dB/km são denominadas fibras de “Baixo Pico
D'água” ou Low Water Peak (LWP - G.652D ITU-T).

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• ITU-T G.652.C e D (LWP – Low Water Peak)

• Processo de fabricação que diminuiu (G.652.C) ou eliminou (G.652.D) a contaminação por íons
de hidroxila;
• Permite a utilização dos comprimentos de onda ao redor de 1400nm.
• ITU-T G.657 (BI – Bend Insensitive)

• Fibra com baixa sensibilidade a curvatura, raio de curvatura mínimo de:


• 10mm – G.657.A1
• 7,5mm – G.657.A2 e G.657.B2
• 5mm – G.657.B3
• Modelos G.657.A1 e G.657.A2 compatíveis com a fibra G.652;
• Utilizado em larga escala para instalação de redes drop.

RESUMO – Tipos de Fibras Ópticas
Para rede externa, utilize:

• G.652.D - Baixo pico d’água e PMD


melhorado.
• Esta fibra habilita uso de sistemas CDWM.
• Que não são possíveis com as fibras
G.652.B.

Atenuação máxima por norma:

• 0,4 dB/km - de 1310 nm a 1625 nm


• 0,3 dB/km – para 1550 nm
•Mais cuidado!
•Curvatura acentuadas com este tipo de fibra, causa
Valores típicos: altas perdas, o que dificulta instalações internas.
•Para redes internas, utilize cabos com fibra G.657,
• 0,35 dB/km @ 1310 nm também conhecidas como BLI.
• 0,25 dB/km @ 1490 nm •As fibras G.657 pode ser curvadas com curvaturas
• 0,20 dB/km @ 1550 nm menores sem que isto cause perda no sinal óptico.
5.2 – Tipos de Cabos ópticos
Diferentes tipos de cabos ópticos e suas aplicações.
Cabos com “tubo looses”
•As fibras possuem revestimentos de 250 um e estão soltas dentro de um tubo.
•Esta característica permite que a fibra seja um pouco maior que seu recobrimento, permitindo
um movimento da fibra dentro do cabo.
•Isto é importante para instalações externas onde as variações de temperatura podem
provocar expansão ou contração da fibra.
•Também confere uma proteção adicional às fibras durante a instalação do cabo.
•O tubo geralmente possui um gel viscoso repelente a água.
•Os cabos ópticos para planta externa tipo DD (duto)e AS (autosuportado) são constituídos
com tubos looses .
Diferentes tipos de cabos ópticos e suas aplicações.

Cabo para uso subterrâneo em duto


• CFOA-SM-DD-G-36 FO
•CFOA ➔ Cabo de fibra óptica de acrilato.
•SM ou MM ➔ Tipo de fibra – monomodo ou multimodo.
•DD ou DDR ou DE ➔ Uso em dutos, dutos protegido contra roedores e diretamente enterrado. O cabo DD pode ser
utilizado em redes aéreas espinadas com cordoalha.
•G ou S ➔ Geleado ou Seco. Os cabos secos são adequados somente para redes aéreas.
•36 FO ➔ Número de fibras.
•Até 144 fibras, reunidas em grupos de 2, 6 ou 12 fibras.

Cabo para uso áreo


• CFOA-SM-AS-80-G-12 FO-NR
•CFOA ➔ Cabo de fibra óptica de acrilato
•SM ou MM ➔ Tipo de fibra – monomodo ou multimodo
•AS ou ASU ou AS RA ➔ Autosuportado, autosuportados com tubo único.
•80 ou 120 ou 200 ➔ Vão entre postes
•G ou S ➔ Proteção contra umidade – geleado ou seco
•12 FO ➔ Número de fibras
•NR ou RC ➔ Tipo de capa – normal ou retardante a chama.
•Até 144 fibras, reunidas em grupos de 2, 6 ou 12 fibras. Os cabos com tubo único pode ter até 12 fibras.
CABOS PARA REDE DE ACESSO
Cabos Ópticos Drop

Cabo para atendimento a clientes


• DROP-F8-FTTH-SM-G652D-02 FO-COG
•DROP ➔ Cabo para atendimento a clientes.
•F8-FTTH ➔ Tipo de cabo – cabo com mensageiro para ancoragem.
•SM-G652D ➔ Tipo de fibra – monomodo ou multimodo.
•02 FO ➔ Número de fibras
•COG ou LSZH ➔ Tipo de capa – retardante a chama ou retardante a chama com baixa emissão de fumaça
tóxica.
•Até 12 fibras, reunidas em um único grupo.

Cabo compacto para atendimento a clientes


• CFOAC-BLI-A/B-CM-01-AR-LSZH
•CFOAC ➔ Cabo de fibra óptica de acesso.
•BLI-A/B ou SM ➔ Tipo de fibra – monomodo com baixa sensibilidade à curvbatura ou monomodo padrão
•CM ou CD ➔ Tipo de mensageiro – compacto metálico ou compacto dielétrico
•01 ➔ Número de fibras
•AR ou CO ➔ Coeficiente de atrito da capa – atrito reduzido ou convencional
•LSZH ou COG ➔ Tipo de capa – retardante a chama ou retardante a chama com baixa emissão de fumaça
tóxica.
•Em geral são cabos de 1 a 8 fibras.

Obs. O padrão g.657ou BLI-A/B, são padrões de cabos que possuem baixa atenuação
em curvaturas e montagem de conectores.
5.3 – Onde usar cada tipo de cabo?
1 – CABOS AS OU DD – CONSTRUÇÃO DE BACKBONE

2 – CABOS ASU OU ASF – CONSTRUÇÃO DE DERIVAÇÕES

3 – CABOS DROP – ATENDIMENTO AO CLIENTE


5.4 – Preço médio dos Cabos Ópticos
PREÇO MÉDIO

1 – CABOS AS MULTITUBO ACIMA DE 24F – + R$ 3,00

2 – CABOS AS MONOTUBO ABAIXO DE 12F +- R$ 2,00

3 – CABOS DROP FIG 8 ABAIXO DE 12 F +- R$ 1,50

5 – CABOS FLAT HOMOLOGADOS +- R$ 0,65


4.5 – Posso usar cabo Drop para construir rede?
5.6 – Entendendo os padrões de cor e
nomenclatura?
Código de cores das fibras ópticas
Código de cores dos tubos looses
Piloto e direcional definem a sequência para cabos padrão ABNT

Sentido horário Sentido anti-horário

Tubo 1 Tubo 1

Tubo 6 Tubo 2 Tubo 2 Tubo 6

Tubo 5 Tubo 3 Tubo 3 Tubo 5

Tubo 4 Tubo 4

48 FO a 144 FO
12 fibras por tubo
Agrupamento de fibras
2 FO a 12 FO 18 FO a 36 FO
2 fibras por tubo 6 fibras por tubo

Tubo 1 Tubo 1

Tubo 6 Tubo 2 Tubo 6 Tubo 2

Tubo 5 Tubo 3 Tubo 5 Tubo 3

Tubo 4 Tubo 4
Numeração de fibras em cabos ópticos
6 fibras por Tubo Loose - Padrão ABNT
Numeração de fibras em cabos ópticos
12 fibras por tubo loose - Padrão ABNT
6.0 – Junções Ópticas
6.1 – Clivador, o coração das junções ópticas
O Clivador

O clivador é o coração das


junções ópticas, seja junções por
emenda o por conexões.
O Clivador não corta a fibra, ele
risca a fibra óptica semelhante aos
“diamantes” de corte de vidro. Após o
Risco a fibra se rompe, fazendo um
“corte” perfeito na fibra óptica.
Assim é possível fazer a junção
das fibras ópticas com baixa perda de
sinal e índice de retorno.
6.2 – O que são junções ópticas?
JUNÇÕES ÓPTICAS
Rede Óptica de Distribuição Cliente
Cabo óptico Cabo óptico
CONEXÕES Distribuição Drop
Local onde há
necessidade de
manutenção na rede

1xN
NAP
1xN

Cabo óptico
Alimentação Splitters

EMENDAS
O sinal de uma fibra
Locais onde não haverá pode ser compartilhado
Metálico Conector com até 64 clientes!
manutenção na rede Fibra Emenda
6.3 – Emendas ópticas
Emendas ópticas

As emendas ópticas são


responsáveis pela união das fibras
de dois cabos.

Conforme sua tecnologia, podem


ser classificadas como MECÂNICAS
ou POR FUSÃO.
Mecânica Fusão
Sempre inserem uma perda no •Menor custo com •Custo mais elevado,
enlace. equipamentos. máquina de fusão.
•Maior perda de inserção. •Perdas de inserção
•Pode apresentar reflexão minimizadas.
São aplicados em instalações tanto e ORL. •Problemas com reflexões
internas como externas. •Historicamente para inexistentes.
situações emergenciais, •Utilizadas na implantação
mas podem ser e manutenção de
Na manutenção de enlaces ópticos. interessantes na ativação enlaces.
de clientes também. •Perda: 0,02 a 0,1 dB
•Perda: 0,1 a 0,3 dB
E na expansão e derivação de
enlaces.
TIPOS DE MAQUINAS DE FUSÃO

1 – MAQUINAS ALINHAMENTO PELA CASCA – ABAIXO DE R$ 10.000,00

2 – MAQUINAS V-GROVE ENTRE R$ 10.000,00 E R$ 15.000,00

3 – MAQUINAS ALINHAMENTO PELO NUCLEO ACIMA DE R$ 15.000,00


6.4 – Entendendo os tipos de conectores
Principais tipos de conectores ópticos

ST – Straight Tip FC – Fiber Channel

SC – Subscriber ou Square
Connector LC – Lucent Connector
Diferença dos conectores PC e APC

SC-PC SC-APC
Indicado para sistemas 8o
digitais com
velocidades menores
de 10G.
Indicado para uso
Podem ser em sistemas
subdivididos em PC, analógicos (RFoF)
SPC e UPC. e sistemas digitais
de 10 Gbps ou
maior.
UPC tem melhor
desempenho.
APC melhora a reflexão!
Conectores APC são melhores
que os conectores PC!

Mas não devido à sua perda de


inserção.

E sim devido a menor reflexão


neste tipo de conector.

O que significa uma maior


perda de retorno do mesmo!
PC - PC
APC - APC
APC - PC
Pode misturar?

Correto ☺
Correto ☺
Funciona 
Funciona 
Perda Alta 
Perda Alta 
Especificações conforme Anatel

Perda por Inserção

PI (dB) Classe 1 Classe 2 Classe 3

Valor Médio ≤ 0,50 ≤ 0,30 ≤ 0,15

Valor Máximo ≤ 0,80 ≤ 0,50 ≤ 0,30

Perda por Retorno

PR (dB) Categoria A Categoria B Categoria C Categoria D

Valor Mínimo 30 40 50 60
6.5 – PigTail e PatchCord
Pigtails e pathcords

Pigtails
•Possui conector em apenas uma das pontas do cordão óptico.
•São utilizados para fazer a terminação da fibra do cabo óptica.
•Esta terminação pode ser feita através de uma emenda por fusão
ou mecânica.
•A ponta sem conector é emenda na fibra, enquanto a ponta
conectorizada é inserida no adaptador fêmea-fêmea do DIO.

Pathcords
•Possui conector nas duas pontas do cordão óptico.
•São utilizados para realizar a conexão do equipamento ativo (OLT,
ONU, etc) ao DIO.
6.6 – FastConector
Conectores Pré-polidos

Trata-se de um conector para montagem


em campo, onde a ponta do conector
(ferrolho) foi terminada e polida em fábrica.

A montagem do conector consiste


simplesmente em clivar a fibra que se
deseja conectorizar e inserir no conector.

Pela facilidade e simplicidade no uso, tende


a ser utilizado em caixas de terminação,
para a terminação do cabo drop e na casa
do assinante.

Dispensando assim o uso da máquina de


fusão.
UM BOM CONECTOR
6.7 – Limpeza dos conectores
Sujeira danifica a fibra!

Luz Reflexão Perda por Inserção

Núcleo
Casca

SUJEIRA
(dano permanente)

Uma vez que conectores com detritos incorporados são removidos, fendas e lascas permanecem na fibra.

Estas fendas podem atrapalhar a transmissão de luz, causando reflexão, perda por inserção ou danos a outros
componentes da rede.

A maioria dos conectores não é inspecionada até que o problema seja detectado…
DEPOIS que o dano permanente tenha ocorrido.
Migração de Partículas

15.1µ

10.3µ

11.8µ
Núcleo

Casca

Face atual do conector fixo (ONT)

Toda vez que é feita uma conexão, particulas da fibra são transferidas.

Partículas maiores que 5µm costumam explodir, e se multiplicarem.

Partículas grandes, podem gerar “air gaps” diminuindo a qualidade do contato.

Partículas menores que 5µm tendem a se mesclarem à superfície, gerando riscos e pontos irreparáveis.
Inspeção de conectores

A face do conector deve ser livre de qualquer contaminação ou sujeira, como mostra a
figura:
Fibra Monomodo

Tipos comum de contaminação e defeitos:

Sujeira/Pó Óleo/Gordura Fendas e Lascas Riscos


Limpeza de conectores ópticos.
7.0 – PASSIVOS
7.1 – DIO/DGO
DIO/DGO

DIO

•Também conhecido como BEO/DIO.


•BEO ➔ Bastidor de emenda óptica.
•DIO ➔ Distribuidor interno óptico.
•Acomodam o cabo proveniente da rede externa,
o pigtail que faz sua terminação e os
adaptadores fêmea-fêmea que serão utilizados
na interligação dos equipamentos ativos.

Racks

•Serão utilizados para acomodar o DIO e os


equipamentos ativos (OLT, roteadores, etc)
•Atenção para reservar espaço suficiente na
central para acomodar os racks necessários para
o projeto.
Racks e DIOS
Racks e DIOS
CUIDADOS NA HORA DE COMPRAR...

Rack DIO

Qual o número de portas?


Qual seu tamanho em Us.
Traz adaptadores e pigtails?
Aberto ou Fechado?
Traz kit de fixação?
Refrigerado? Fácil montagem e boa acomodação
das fibras?
Fácil montagem? Permite saída dos cordões ópticos
sem forçá-los?
7.2 – CAIXA DE EMENDA
CAIXAS DE EMENDA
Central Rede Óptica de Distribuição Cliente
Cabo óptico Cabo óptico
Dados Drop
Distribuição

Telefonia

1xN

d NAP
1xN

Cabo óptico
DIO Alimentação Splitters

O sinal de uma fibra


pode ser compartilhado
Metálico Conector com até 64 clientes!
Fibra Emenda
ADAPTAÇÕES TECNOLOGICAS
Caixas de emenda
Tipos de caixa de emenda
Tipos de caixas de emendas
Conjunto de emendas aéreo e/ou
subterrâneo.

•Caixas de emendas tradicionais.


•Utilizadas para emendas dos cabos
de alimentação e distribuição.
•Podem acomodar os splitters
primários e secundários.
•Através de múltiplas bandejas de
emendas, podem acomodar até a 144
fibras. Em geral 12 ou 24 por
bandeja.
•E podem receber múltiplos cabos,
principal e de derivação.
7.3 – CAIXA CTO (atendimento)
CAIXAS DE EMENDA
Central Rede Óptica de Distribuição Cliente
Cabo óptico Cabo óptico
Dados Drop
Distribuição

Telefonia

1xN

d NAP
1xN

Cabo óptico
DIO Alimentação Splitters

O sinal de uma fibra


pode ser compartilhado
Metálico Conector com até 64 clientes!
Fibra Emenda
CTO – Caixa Terminal Óptica

Caixa terminal aérea e/ou


subterrânea.

•Caixas de atendimento.
•Utilizadas para a interligação do cabo
drop ao assinante.
•Geralmente acomodam o splitter
secundário.
•Podem receber o drop através de
emendas por fusão ou através de
conectores ópticos.
•Quando acomodam splitter, em geral
recebem o cabo de distribuição e
possuem entrada para 8 ou 16 cabos
drops.
CTO – Caixa Terminal Óptica
Caixas mal vedadas
Resumindo...

Caixa para atendimento conectorizado Para uso aéreo ou subterrâneo?


ou por fusão?
Traz kit de fixação para postes?
Qual a capacidade de atendimentos?
Permite fixação em cordoalhas?
Quantos splitters pode acomodar?
Anatel
Permite sangria do cabo de
distribuição?
Caixas CTOs devem possuir
Permite derivação do cabo de homologação!
distribuição?
7.4 – PTO (terminação)
CAIXAS DE EMENDA
Central Rede Óptica de Distribuição Cliente
Cabo óptico Cabo óptico
Dados Drop
Distribuição

Telefonia

1xN

d NAP
1xN

Cabo óptico
DIO Alimentação Splitters

O sinal de uma fibra


pode ser compartilhado
Metálico Conector com até 64 clientes!
Fibra Emenda
PTO - Ponto de terminação óptica

PTO

• São caixas compactas, para uso na casa do


assinante.
• Recebe o cabo drop, que pode ser
emendado a um pigtail ou diretamente
conectorizado.
• Geralmente possuem 1 ou 2 adaptadores
fêmea-fêmea para a conexão do cordão de
manobra (pathcord) à OLT.
• Podem ser embutidos em caixas de tomadas
ou instalados sobrepostos em paredes.
•Indispensável seu uso quando a
ONU não estiver fixa (imóvel) na
casa do usuário.
Outras maneiras de fazer a terminação no cliente
Resumindo...

PTO para montagem de conector de


campo ou por fusão de pigtail?

Possui tamanho adequado?

É vendido com adaptador óptico e/ou


pigtail?

É vendido com acessórios de


montagem e fixação?

Traz etiqueta alertando usuário sobre


a emissão de laser?
EQUIPAMENTOS DE AFERIÇÃO

#FiberRevolution
8 – Equipamentos de Aferição
EQUIPAMENTOS DE AFERIÇÃO

1 – POWER METER
2 – POWER METER PON
3 – OTDR
4 – CANETA LOCALIZADORA DE FALHAS
5 – IDENTIFICADOR DE FIBRA ATIVA
8.1 – Power Meter
Equipamentos ópticos

Power Meter - OPM (Optical Power Meter)


O Power Meter é um equipamento
utilizado para aferir quanto de Potência de Luz
está chegando em um determinado ponto.
Ele é utilizado para conferir se o sinal
projetado está chegando na intensidade certa.

Medição em redes FTTH é sempre feita


no comprimento de Onda de 1490nm
8.2 – Power Meter PON
Equipamentos ópticos

Power Meter PON


O power meter PON tem como sua
principal especificação medir tanto a potência
de sinal da OLT, como a potência de sinal da
ONT/ONU.
Ele já vem pre-configurado para essas
medições.
As medições são feitas em 1490nm e
1310nm
8.3 – OTDR
Equipamentos ópticos

OTDR, reflectômetro óptico no domínio do


tempo, é uma ferramenta de rede que serve para
analisar “eventos” e qualidade de materiais em uma
rede óptica.
Com ele é possível saber a distância de uma
fibra óptica, onde houve rompimento, a perda de uma
fusão ou conector, e também o índice de reflexão de
sinal (ruído da rede óptica)
Tipos de OTDR
Os modelos mais utilizados de OTDR são:
OTDR – Simples
Não mede Splitter e nem redes ativas

OTDR – Fibra Ativa


Mede redes ativas, porém não mede
splitteres.

OTDR – PON – FIBRA ATIVA


Mede Tanto redes Ponto a ponto como redes
PON em redes operando (ativas)
8.4 – IDENTIFICADOR DE FIBRA ATIVA
Identificador de fibra ativa

Utilizado para saber se a fibra possui luz,


mesmo sem necessidade de cortar a fibra.
Muito útil para fazer verificações de sinal e
descobrir de qual direção o sinal está vindo.
Ele utiliza o fenômeno da refração de luz na
casca para saber a potência de luz e em qual direção
está vindo.
8.5 – CANETA LOCALIZADORA DE FALHAS
Caneta localizadora de falhas
A caneta localizadora de falhas é utilizada para
descobrir problemas em Conectores e fibras ópticas
em curtíssimas distancias, onde o OTDR não consegue
localizar.
A sua onda é aberta, marcando com um sinal
vermelho os pontos de falhas visíveis a olho nu.
9.0 – FERRAGENS
9.1 – ANCORAGEM
Ferragens

Rede autosuportada

Ancoragem
Suspensão

Reserva técnica
Quando ancoramos?

Poste Poste
inicial final
Quando ancoramos?

Transição
de vias

Transição
de vias
Quando ancoramos?
Mudança de
direção

> 10o

> 10o

Mudança de
direção
Rede autosuportada: ancoragem com grampo
Essa ancoragem é a mais simples e mais rápida de fazer, porém, é indicada apenas para um
vão máximo de 45m.

Para aplicar essa ancoragem, precisamos do Para instalar esse grampo, é necessário o
seguinte: seguinte:
•01 x Grampo de ancoragem (Cód. GA11) - •01 x Abraçadeira ajustável para poste (Cód.
Indicado para cabos de 11 a 16mm de diâmetro BAP3 + PBAP)
externo. •01 x Suporte reforçado para Bap (Cód. SRB14)
•01 x Parafuso M12x35mm (Cód. PAR35)
•01 x Olhal reto M12 (Cód. ORR12)
Rede autosuportada: ancoragem com grampo
Rede autosuportada: ancoragem com conjunto pré-formado

Essa ancoragem é mais complexa, porém, a autonomia é bem maior.

Para aplicar essa ancoragem, Para instalar esse conjunto, é


precisamos do seguinte: necessário o seguinte:
•01 x Conjunto de ancoragem •01 x Abraçadeira ajustável para
pré-formado (Cód. FDE1501) poste (Cód. BAP3 + PBAP)
Indicado para cabos de 11,2 a • 01 x Suporte reforçado para
12,5mm de diâmetro externo com Bap (Cód. SRB14)
vão Maximo de 80m. • 01 x Parafuso M12x35mm
(Cód. PAR35)
• 01 x Olhal reto M12 (Cód.
ORR12)
• 01 x Prolongador garfo olhal
(Cód. PGOMS)
• 01 x Manilha Sapatilha (Cód.
MANSA)

Obs.: É possível produzir esse conjunto para um vão de até 500m.


Rede autosuportada: ancoragem com conjunto pré-formado
Rede autosuportada: ancoragem com conjunto pré-formado
9.2 – SUSPENÇÃO CABO AS
Suspensão

Autosuportada Espinada

•Para aplicar essa ancoragem, precisamos do •Para fazer a passagem de uma rede espinada
seguinte: precisamos do seguinte:
•01 x Suporte dielétrico (Cód. FDS60) •01 x Abraçadeira ajustável para poste (Cód.
•01 x Abraçadeira ajustável para poste (Cód. BAP3 + PBAP)
BAP3 + PBAP) •01 x Conjunto isolador horizontal (Cód.
•01 x Suporte reforçado para Bap (Cód. SRB14) CIH11)
•01 x Parafuso M12x35mm (Cód. PAR35) •01 x Laço pré-formada (Cód. LPF316)
Outros modelos
9.3 – RESERVA TÉCNICA
Suspensão

Autosuportada Espinada

•Cód. OPT20 – Optloop “oval” para poste • Cód. OPT10N – Optloop “gota”
•Cód. CRUZ – Cruzeta galvanizada a fogo
9.4 – ANCORAGEM CABO DROP
Ancoragem Cabo DROP
Ancoragem Cabo DROP
Ancoragem Cabo DROP