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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ

Instituto de Engenharia Mecânica

EME-16: MÁQUINAS DE FLUXO

“COLETÂNEA DE DESENHOS SOBRE MÁQUINAS DE FLUXO”

Conteúdo Página
Generalidades, classificação e elementos mecânicos e cinemáticos 1 - 12
Esquema de uma instalação de bombeamento 13
Esquemas de instalações com turbina hidráulicas 14 - 16
Turbinas Pelton 17 - 18
Turbinas Francis 19 - 24
Turbinas Kaplan 25 - 27
Turbinas bulbo 28
Turbinas Deriaz 29
Turbinas Michell-Banki 29
Bombas radiais (centrífugas) 30 - 36
Bombas axiais 37 - 38
Bomba diagonal 39
Centrais de acumulação 40
Ventiladores radiais (centrífugos) 41 - 42
Ventiladores axiais 43 - 44
Acoplamentos hidráulicos 45
Conversores hidrodinâmicos de torque 46
Algumas aplicações de acoplamentos hidráulicos 47
Bomba regenerativa 48
Esquema de um ejetor 48
Volutas para máquinas de fluxo radiais geradoras 49 - 50
Difusores para ventiladores axiais 50
Difusor aletado de bomba centrífuga 51
Volutas interna e externa de ventiladores centrífugos 51
Vedações 52
Elementos mecânicos construtivos de bombas centrífugas 53 - 54
Diversos tipos de máquinas de deslocamento positivo 55 - 56

Waldir de Oliveira
03/03/2009
1

Figura 1.1 Esquema ilustrativo de máquinas de fluxo: (a) motora e (b) geradora

Figura 1.2 Esquema ilustrativo de máquinas a pistão: (a) motora e (b) geradora
2

Q1/2 3
n qA = n 10 ; n [rpm] ; Q [m3/s] ; Y [J/kg]
Y 3/4

Figura 1.3 Classificação de máquinas de fluxo motoras quanto à direção do escoamento

Q1/2 3
n qA = n 10 ; n [rpm] ; Q [m3/s] ; Y [J/kg]
Y 3/4

Figura 1.4 Classificação de máquinas de fluxo geradoras quanto à direção do escoamento


3

Figura 1.5 Campo de aplicação de turbinas hidráulicas em função do nqA

Figura 1.6 Campo de aplicação de turbinas hidráulicas em função do ns


4

Figura 1.7 Campo de aplicação de bombas hidráulicas em função do ns


5

Figura 1.8 Escoamento no interior de um canal fixo

Figura 1.9 Escoamento no interior de um canal movendo-se com velocidade u = constante


6

Figura 1.10 Projeções meridional e normal (transversal) da linha de corrente PQ

Figura 1.11 Velocidade meridional do escoamento relativo wm


7

a) Rotor radial (wa = 0)

b) Rotor axial (wr = 0)

c) Rotor diagonal (wr ≠ 0 e wa ≠ 0)

Figura 1.12 Componentes de velocidades do escoamento relativo


8

Figura 1.13 Convenção de pontos para máquinas de fluxo motora e geradora

Figura 1.14 Grades radiais móvel e fixa de máquinas de fluxo motora e geradora

Figura 1.15 Grades axiais móvel e fixa de máquinas de fluxo motora e geradora
9

Figura 1.16 Grades axiais móvel e fixa de máquinas de fluxo motora e geradora e
triângulos de velocidades para a condição de entrada sem choque
10

Figura 1.17 Grades radiais móvel e fixa de máquinas de fluxo motora e geradora e
triângulos de velocidades para a condição de entrada sem choque
11

Figura 1.18 Grades axiais fixa e móvel de máquinas de fluxo geradora do tipo aleta/pá e
triângulos de velocidades para a condição de entrada sem choque
12

Figura 1.19 Choque de entrada devido à variação de vazão

Figura 1.20 Choque de entrada devido à variação de rotação


13

Figura 1.21 Esquema de uma instalação de bombeamento


14

Figura 1.22 Esquema de uma instalação com turbina hidráulica


15

Figura 1.23 Esquema de uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH) com turbina Francis

Figura 1.24 Usina Hidrelétrica de Marimbondo


16

(a) Disposição para baixa queda em canal lateral

(b) Disposição para baixa queda no fluxo do rio

(c) Disposição para alta queda no vale

(d) Disposição para alta queda na montanha

Figura 1.25 Algumas disposições de usinas hidrelétricas


17

Figura 1.26 Turbina Pelton com 1 injetor

Figura 1.27 Turbina Pelton com 2 injetores:


H = 940 m; Q = 4,42 m3/s; n = 500 rpm; Pe = 37500 kW
18

Figura 1.29 Distribuição do jato em pás


sucessivas de turbina Pelton

Figura 1.28 Detalhes da pá e do jato Figura 1.30 Defletor (a) e agulha (b) do
de turbina Pelton injetor de turbina Pelton

Figura 1.31 Turbina Pelton de eixo vertical com 6 injetores:


H = 398 m; Q = 45,27 m3/s; n = 180 rpm; Pe = 158240 kW
19

Figura 1.32 Dimensões relativas de rotores de turbinas Francis


para produzirem a mesma potência
20

Figura 1.33 Rotores de turbinas Francis dos tipos lento, normal e rápido
21

Figura 1.34 Corte de rotor de turbina Francis (não se refere à projeção meridional)

Figura 1.35 Detalhes do rotor de turbina Francis

Figura 1.36 Seções meridionais de rotores de turbina Francis


22

Figura 1.37 Turbina Francis rápida com compensação do empuxo axial através de furos
no cubo do rotor e no canal de desvio w e furos x

Figura 1.38 Turbina Francis dupla sem cinta (coroa externa) no rotor, H = 177 m, n = 750 rpm, Pe =
7350 kW. (5) espaço entre o rotor e a caixa espiral, (6) palhetas diretrizes, (8) palhetas fixas, (9) anel de
Fink, (11) tubo de compensação
23

Figura 1.39 Detalhes construtivos de rotor de turbina Francis rápida

Figura 1.40 Turbina Francis da Usina Hidrelétrica de Marimbondo.


H = 61,9 m, Q = 323 m3/s, n = 100 rpm, Pe = 185,4 MW
24

Figura 1.41 Anel de regulação (anel de Fink) do distribuidor de turbina Francis

Figura 1.42 Palhetas diretrizes do distribuidor de turbina axial


25

Figura 1.43 Corte longitudinal e nomenclatura (segundo Macintyre) de turbina Kaplan

Figura 1.44 Componentes principais de acionamento das pás do rotor de turbina Kaplan
26

Figura 1.46 Rotor Kaplan em corte total e


parcial mostrando o sistema de acionamento
das pás do rotor Kaplan
Figura 1.45 Turbina Kaplan e representação em grade
linear do rotor (Corte A-B)

Figura 1.47 Usina Hidrelétrica de Três Marias - MG


27

Figura 1.48 Grupo de máquinas (turbina e gerador elétrico) da Usina Hidrelétrica de Três Marias - MG
28

H = 13,6 m
n = 103,4 rpm
Pe = 41,22 MW
Npá = 4 pás

Figura 1.49 Turbina bulbo de eixo horizontal com rotor Kaplan

Figura 1.50 Turbina bulbo de eixo inclinado com rotor Kaplan


29

Figura 1.51 Turbina Deriaz

Figura 1.52 Vista explodida de turbina Michell-Banki (Ossberger)


30
31

Figura 1.54 Diversos tipos de rotores de bombas hidráulicas para diferentes líquidos

Figura 1.55 Disposição em série de três rotores (3 estágios) centrífugos

Figura 1.56 Detalhes do rotor e do difusor aletado de bomba centrífuga de múltiplos estágios
32

Figura 1.57 Rotor aberto de bomba centrífuga

Figura 1.58 Rotor fechado de bomba centrífuga

Figura 1.59 Bomba centrífuga de um estágio, modelo ETA – KSB, com rotor fechado
33

Figura 1.60 Bomba centrífuga de um estágio

Figura 1.61 Bomba centrífuga de um estágio com difusor aletado


34

Figura 1.62 Rotor de bomba centrífuga para H = 60 m, Q = 300 m3/h, n = 1450 rpm

Figura 1.63 Bomba centrífuga de central de acumulação


35

Figura 1.64 Bomba centrífuga dupla para central nuclear

Figura 1.65 Bomba centrífuga de nove estágios


36

Figura 1.66 Bomba centrífuga dupla de dois estágios para


H = 170 até 190 m, Q = 14,5 m3/s, n = 333 rpm, Pe = 27600 kW

Figura 1.67 Disposição em série de rotores centrífugos de bombas de múltiplos estágios (6 estágios)
37

Figura 1.68 Rotor de bomba axial e representação em grade linear referente ao diâmetro médio

Figura 1.69 Rotor e difusor de bomba axial

Figura 1.70 Bomba axial de eixo vertical


38

Figura 1.71 Bomba axial com carcaça curvada e pás reguláveis em repouso

Figura 1.72 Bomba Kaplan de eixo inclinado para central de acumulação


39

Figura 1.73 Bomba diagonal


40

Figura 1.74 Grupo de máquinas de central de acumulação: turbina Francis de 105 MW e H = 290 m;
bomba centrífuga de dois estágios de 71 MW e H = 268 m e
turbina Pelton auxiliar para arranque da bomba centrífuga

Modo de operação como bomba:


H = 271 até 294 m
Q = 74,1 até 63,6 m3/s
n = 333,3 rpm
Pe = 215 até 202,5 MW

Modo de operação como turbina:


H = 286 m
Q = 76,4 m3/s
n = 333,3 rpm
Pe = 195,8 MW

Figura 1.75 Turbina-bomba para central de acumulação


41

Figura 1.76 Ventilador centrífugo com sistema diretor (aletas reguláveis) na entrada

Figura 1.77 Formatos de pás de rotores radiais

Figura 1.78 Três tipos de pás desenvolvendo os mesmos Y, Q, n (portanto, a mesma potência) e o
mesmo ângulo β1, desenhadas na mesma escala
42

Figura 1.79 Diversas formas construtivas de seção meridional de rotores radiais

Figura 1.80 Algumas configurações de pás de rotores radiais fixadas aos discos interno e externo por
meio de rebites

Figura 1.81 Rotores radiais com pás curvadas para trás (β5 < 90o) em formato de arco de círculo
43

Figura 1.82 Ventilador axial do tipo estator/rotor (aleta/pá)

Figura 1.83 Ventilador axial do tipo rotor/estator (pá/aleta)


44

Figura 1.84 Pá de ventilador axial e perfis aerodinâmicos de cinco seções da pá

Figura 1.85 Pá de ventilador axial e perfis aerodinâmicos de cinco seções da pá


45

Figura 1.86 Acoplamento hidráulico de rotação constante

Figura 1.87 Acoplamento hidráulico de rotação variável


46

Figura 1.88 Concepção do conversor hidrodinâmico de torque realizada por


Hermann Föttinger (1877-1945)

Figura 1.89 Seção meridional de um conversor hidrodinâmico de torque do tipo


B-T-E (bomba-turbina-estator)
47

Figura 1.90 Duplo acoplamento hidráulico montado em compressor centrífugo de motor aeronáutico

Figura 1.91 Duplo acoplamento hidráulico montado em ventilador axial


48

Figura 1.92 Bomba regenerativa

Figura 1.93 Detalhe da periferia do rotor da


bomba regenerativa da Figura 1.92 Figura 1.94 Rotor de bomba regenerativa

Figura 1.95 Esquema de um ejetor


49

Figura 1.96 Volutas, em formato de espiral logarítmica e de seção circular, para bomba centrífuga

Figura 1.97 Voluta, em formato de arco de círculo e de seção retangular, para ventilador centrífugo

Figura 1.98 Voluta dupla, em formato de arco de círculo e de seção circular, para bomba centrífuga
50

Figura 1.99 Voluta de seção retangular, com Figura 1.100 Semi-voluta de seção retangular,
divisórias na saída, para ventilador centrífugo com divisórias, para ventilador centrífugo

Figura 1.101 Diversos tipos de carcaças difusoras para ventiladores axiais


51

H = 60 m, Q = 300 m3/h, n = 1450 rpm

Figura 1.102 Rotor e difusor aletado de bomba centrífuga

------ Voluta externa


____ Voluta interna

Figura 1.103 Esquema de volutas externa e interna, em formato de espiral logarítmica e de seção
retangular, para ventilador centrífugo
52

Figura 1.104 Vedação radial de árvore (eixo) de turbina hidráulica

Figura 1.105 Vedações (a) radial e (b) axial entre a árvore (eixo) e a carcaça
53

Figura 1.106 Elementos mecânicos e hidromecânicos de bomba centrífuga de um estágio


54

Figura 1.107 Elementos mecânicos e hidromecânicos de bomba centrífuga de três estágios


55

Figura 1.108 Bomba de lóbulos duplos


do tipo Roots Figura 1.109 Bomba de lóbulos duplos
de rolos

Figura 1.110 Bomba de lóbulos triplos

Figura 1.111 Bomba de parafusos sendo um condutor e dois conduzidos


56

Figura 1.112 Bombas de deslocamento positivo rotativas

Figura 1.111 Bomba de pistões axiais


57

REFERÊNCIAS

Bran, R., Souza, Z., 1979, “Máquinas de Fluxo”, 2a Edição, Ao Livro Técnico S. A.
Eck, B., 1973, “Fans - Design and Operation of Centrifugal, Axial-flow and Cross-flow Fans”,
Pergamon Press
Fernandes, E. C., 1978, “Máquinas de Fluxo”, Apostila, ITA – Instituto Tecnológico de Aeronáutica
Macintyre, A. J., 1980, “Bombas e Instalações de Bombeamento”, Editora Guanabara Dois S.A.
Macintyre, A. J., 1983, “Máquinas Motrizes Hidráulicas”, Editora Guanabara Dois S.A.
Mataix, C., 1975, “Turbomáquinas Hidráulicas”, ICAI, Madrid
Pfleiderer, C., 1960, “Bombas Centrífugas y Turbocompresores”, Editorial Labor S. A.
Pfleiderer, C., Petermann, H., 1979, “Máquinas de Fluxo”, Livros Técnicos e Científicos S. A.
Voith Research and Construction