Você está na página 1de 10

1.

INTRODUÇÃO
Este trabalho tem como o tema: Conferência sobre os Cuidados Primários,
Cuidados Primários, Conceito e tipos de cuidados. Foi desenvolvido sob orientação da
docente da Disciplina de I.E.C. Procura-se, nas entrelinhas deste trabalho abordar de
modo sucinto e com clareza todos os aspectos inerente ao tema em estudo.

Deste modo, houve a necessidade de traçar-se os seguintes objectivos gerais e


específicos.

Objectivos Geral: Conhecer os cuidados primários de saúde com vista a aplicação


prática no dia-a-dia como um técnico qualificado de saúde.

Objectivo Específico: saber o que são os cuidados primários de saúde;


Determinar os tipos de cuidados primários de saúde
Mostrar as vias objectivas de aplicação dos cuidados a ter com a
comunidade.

Para a realização do trabalho socorreu-se da metodologia de revisão bibliográfica,


baseada na pesquisas em livros, artigos científicos e sites de internet, usou-se o método
qualitativo das informações recolhida e assim conclui-se o trabalho.

Quanto a estrutura do trabalho, inicialmente apresenta-se a introdução, seguida do


referencial teórico, ou desenvolvimento, onde se apresenta os aspectos gerais e
pertinentes inerentes ao tema em análise, posteriormente temos a conclusão, seguida das
referências bibliográficas.
2. CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE CUIDADOS
PRIMÁRIOS DE SAÚDE

Em setembro de 1978, a Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de


Saúde, realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em Alma-Ata, na República
do Cazaquistão, expressava a “necessidade de ação urgente de todos os governos, de todos
os que trabalham nos campos da saúde e do desenvolvimento e da comunidade mundial
para promover a saúde de todos os povos do mundo.

Onde formulou a seguinte declaração:

I) A Conferência enfatiza que a saúde - estado de completo bem- estar físico,


mental e social, e não simplesmente a ausência de doença ou enfermidade - é
um direito humano fundamental, e que a consecução do mais alto nível
possível de saúde é a mais importante meta social mundial, cuja realização
requer a ação de muitos outros setores sociais e econômicos, além do setor
saúde.

II) A chocante desigualdade existente no estado de saúde dos povos,


particularmente entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento, assim
como dentro dos países, é política, social e economicamente inaceitável e
constitui, por isso, objeto da preocupação comum de todos os países.

III) O desenvolvimento econômico e social baseado numa ordem econômica


internacional é de importância fundamental para a mais plena realização da
meta de Saúde para Todos no Ano 2000 e para a redução da lacuna existente
entre o estado de saúde dos países em desenvolvimento e o dos desenvolvidos.
A promoção e proteção da saúde dos povos é essencial para o contínuo
desenvolvimento econômico e social e contribui para a melhor qualidade de
vida e para a paz mundial.

IV) É direito e dever dos povos participar individual e coletivamente no


planeamento e na execução de seus cuidados de saúde.

V) Os governos têm pela saúde de seus povos uma responsabilidade que só pode
ser realizada mediante adequadas medidas sanitárias e sociais. Uma das
principais metas sociais dos governos, das organizações internacionais e de
toda a comunidade mundial na próxima década deve ser a de que todos os
povos do mundo, até o ano 2000, atinjam um nível de saúde que lhes permita
levar uma vida social e economicamente produtiva. Os cuidados primários de
saúde constituem a chave para que essa meta seja atingida, como parte do
desenvolvimento, no espírito da justiça social.

VI) Os cuidados primários de saúde são cuidados essenciais de saúde baseados


em métodos e tecnologias práticas, cientificamente bem fundamentadas e
socialmente aceitáveis, colocadas ao alcance universal de indivíduos e
famílias da comunidade, mediante sua plena participação e a um custo que a
comunidade e o país possam manter em cada fase de seu desenvolvimento, no
espírito de autoconfiança e automedicação.

VII) Cuidados Primários

VIII) Todos os governos devem formular políticas, estratégias e planos nacionais de


ação para lançar/sustentar os cuidados primários de saúde em coordenação
com outros setores. Para esse fim, será necessário agir com vontade política,
mobilizar os recursos do país e utilizar racionalmente os recursos externos
disponíveis.

IX) Todos os países devem cooperar, num espírito de comunidade e serviço, para
assegurar os cuidados primários de saúde a todos os povos, uma vez que a
consecução da saúde do povo de qualquer país interessa e beneficia
diretamente todos os outros países. Nesse contexto, o relatório conjunto da
OMS/UNICEF sobre cuidados primários de saúde constitui sólida base para o
aprimoramento adicional e a operação dos cuidados primários de saúde em
todo o mundo.

X) Poder-se-á atingir nível aceitável de saúde para todos os povos do mundo até
o ano 2000 mediante o melhor e mais completo uso dos recursos mundiais,
dos quais uma parte considerável é atualmente gasta em armamento e conflitos
militares. Uma política legítima de independência, paz, distensão e
desarmamento pode e deve liberar recursos adicionais, que podem ser
destinados a fins pacíficos e, em particular, à aceleração do desenvolvimento
social e econômico, do qual os cuidados primários de saúde, como parte
essencial, devem receber sua parcela apropriada.

A Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde concita à ação


internacional e nacional urgente e eficaz, para que os cuidados primários de saúde sejam
desenvolvidos e aplicados em todo o mundo e, particularmente, nos países em
desenvolvimento, num espírito de cooperação técnica e em consonância com a nova
ordem econômica internacional. Exorta os governos, a OMS e o UNICEF, assim como
outras organizações internacionais, entidades multilaterais e bilaterais, organizações
governamentais, agências financeiras, todos os que trabalham no campo da saúde e toda
a comunidade mundial a apoiar um compromisso nacional e internacional para com os
cuidados primários de saúde e a canalizar maior volume de apoio técnico e financeiro
para esse fim, particularmente nos países em desenvolvimento. A Conferência concita
todos a colaborar para que os cuidados primários de saúde sejam introduzidos,
desenvolvidos e mantidos, de acordo com a letra e espírito desta Declaração.
3. CUIDADOS PRIMÁRIOS

3.1 Conceito:

Os cuidados primários de saúde são cuidados essenciais de saúde baseados em


métodos e tecnologias práticas, cientificamente bem fundamentadas e socialmente
aceitáveis, colocadas ao alcance universal de indivíduos e famílias da comunidade,
mediante sua plena participação e a um custo que a comunidade e o país podem manter
em cada fase de seu desenvolvimento, no espírito de autoconfiança e autodeterminação.
Fazem parte integrante tanto do sistema de saúde do país, do qual constituem a função
central e o foco principal, quanto ao desenvolvimento social e económico global da
comunidade

Segundo a OMS, os Cuidados de Saúde Primários (CSP) são definidos na como


os cuidados essenciais de saúde, prestados mediante o uso de métodos e técnicas
práticos, cientificamente fundamentados e aceitáveis socialmente. Correspondem ao
primeiro nível de contacto com o sistema de saúde do país, e devem estar associados a
sistemas de referência integrados e funcionais por forma a garantirem o acesso a cuidados
de saúde por todos os cidadãos, principalmente aos mais necessitados. Com efeito, os
CSP dever-se-ão pautar pela acessibilidade universal, equidade e justiça social.

Pelo facto dos Cuidados de Saúde Primários (CSP), serem prestados de modo
continuado e próximo das populações, constitui-se como um pilar de segurança e auto confiança
das mesmas. Esta confiança sairá reforçada se se verificar a participação e envolvimento das
comunidades no planeamento, gestão e prestação dos cuidados, sendo que para participar é
fundamental que haja um investimento na educação dos indivíduos (aquisição de capacidade de
participação).

Os CSP deverão ser integrados num sistema nacional de saúde, que por sua vez deverá
atender á real situação do país e recursos de que dispõe (económicos, sociais, políticos,
culturais...), de forma que este seja sustentável ao longo dos tempos. Por conseguinte, os CSP, e
sistema de saúde como um todo, são uma dependência e reflexo do nível de desenvolvimento de
cada nação.

Os CSP procurarão responder ás principais necessidades e problemas de saúde das


populações, prestando serviços de protecção da saúde (ou prevenção da doença), cura e
reabilitação. Para tal, disporá de equipas multi e interdisciplinares: médicos, enfermeiras,
parteiras, auxiliares, agentes comunitários e praticantes tradicionais, todos com formação
apropriada ao tipo de cuidados que prestam.

Como áreas prioritárias de intervenção, os CSP teriam: a educação para a saúde; a


nutrição apropriada; a qualidade da água e saneamento básico; os cuidados de saúde materno-
infantil (o que inclui o planeamento familiar); a imunização (dirigida ás principais doenças
endémicas); a prevenção e controlo de doenças endémicas; o tratamento de doenças e lesões
comuns; e o fornecimento de medicamentos essenciais.

● Na criação dos CSP, os governos têm um papel decisivo, competindo-lhes: a elaboração de


políticas, estratégias e planos de acção; a coordenação dos vários sectores implícitos e
interessados; mobilização e gestão racional dos recursos do país.
4. TIPOS DE CUIDADOS PRIMÁRIOS

Os cuidados primários de saúde:


De acordo com Barbara Starfield, as principais características da cuidados primários à
saúde (CSP) são:

4.1 Constituir a porta de entrada do serviço — espera-se da APS que seja mais
acessível à população, em todos os sentidos, e que com isso seja o primeiro
recurso a ser buscado. Dessa forma, a autora fala que a APS é o Primeiro Contato
da medicina com o paciente.

4.2 Continuidade do cuidado — a pessoa atendida mantém seu vínculo com o


serviço ao longo do tempo, de forma que quando uma nova demanda surge esta
seja atendida de forma mais eficiente; essa característica também é chamada
de longitudinalidade.

4.3 Integralidade — o nível primário é responsável por todos os problemas de saúde;


ainda que parte deles seja encaminhado a equipes de nível secundário ou terciário,
o serviço de Atenção Primária continua co-responsável. Além do vínculo com
outros serviços de saúde, os serviços do nível primário podem lançar mão de
visitas domiciliares, reuniões com a comunidade e ações intersetoriais. Nessa
característica, a Integralidade também significa a abrangência ou ampliação do
conceito de saúde, não se limitando ao corpo puramente biológico.

4.4 Coordenação do cuidado — mesmo quando parte substancial do cuidado à saúde


de uma pessoa for realizado em outros níveis de atendimento, o nível primário
tem a incumbência de organizar, coordenar e/ou integrar esses cuidados, já que
frequentemente são realizados por profissionais de áreas diferentes ou terceiros,
e que portanto têm pouco diálogo entre si.

1 - Refletem, e a partir delas evoluem, as condições econômicas e as características


socioculturais e políticas do país e de suas comunidades, e se baseiam na aplicação dos
resultados relevantes da pesquisa social, biomédica e de serviços de saúde e da
experiência em saúde pública.

2 - Têm em vista os principais problemas de saúde da comunidade, proporcionando


serviços de proteção, cura e reabilitação, conforme as necessidades.

3 - Incluem pelo menos: educação, no tocante a problemas prevalecentes de saúde e aos


métodos para sua prevenção e controle, promoção da distribuição de alimentos e da
nutrição apropriada, previsão adequada de água de boa qualidade e saneamento básico,
cuidados de saúde materno-infantil, inclusive planejamento familiar, imunização contra
as principais doenças infecciosas, prevenção e controle de doenças localmente endêmicas,
tratamento apropriado de doenças e lesões comuns e fornecimento de medicamentos
essenciais.
4 - Envolvem, além do setor saúde, todos os setores e aspectos correlatos do
desenvolvimento nacional e comunitário, mormente a agricultura, a pecuária, a produção
de alimentos, a indústria, a educação, a habitação, as obras públicas, as comunicações e
outros setores.

5 - Requerem e promovem a máxima autoconfiança e participação comunitária e


individual no planeamento, organização, operação e controle dos cuidados primários de
saúde, fazendo o mais pleno uso possível de recursos disponíveis, locais, nacionais e
outros, e para esse fim desenvolvem, através da educação apropriada, a capacidade de
participação das comunidades.

6 - Devem ser apoiados por sistemas de referência integrados, funcionais e mutuamente


amparados, levando à progressiva melhoria dos cuidados gerais de saúde para todos e
dando prioridade aos que têm mais necessidade.

7 - Baseiam-se, nos níveis locais e de encaminhamento, nos que trabalham no campo da


saúde, inclusive médicos, enfermeiros, parteiras, auxiliares e agentes comunitários,
conforme seja aplicável, assim como em praticantes tradicionais, conforme seja
necessário, convenientemente treinados para trabalhar, social e tecnicamente, ao lado da
equipe de saúde e responder às necessidades expressas de saúde da comunidade.

5. Características dos Cuidados Primários de Saúde

Cuidado em saúde não é apenas um nível de atenção do sistema de saúde ou um


procedimento técnico simplificado, mas uma ação integral que tem significados e sentidos
voltados para compreensão de saúde como o ‘direito de ser’. Pensar o direito de ser na
saúde é ter ‘cuidado’ com as diferenças dos sujeitos – respeitando as relações de etnia,
gênero e raça – que são portadores não somente de deficiências ou patologias, mas de
necessidades específicas. Pensar o direito de ser é garantir acesso às outras práticas
terapêuticas, permitindo ao usuário participar ativamente da decisão acerca da
melhor tecnologia médica a ser por ele utilizada.

Cuidado em saúde é o tratar, o respeitar, o acolher, o atender o ser humano em seu


sofrimento – em grande medida fruto de sua fragilidade social –, mas com qualidade e
resolutividade de seus problemas. O ‘cuidado em saúde’ é uma ação integral fruto do
‘entre-relações’ de pessoas, ou seja, ação integral como efeitos e repercussões de
interações positivas entre usuários, profissionais e instituições, que são traduzidas em
atitudes, tais como: tratamento digno e respeitoso, com qualidade, acolhimento e vínculo.

O cuidar em saúde é uma atitude interativa que inclui o envolvimento e o


relacionamento entre as partes, compreendendo acolhimento como escuta do sujeito,
respeito pelo seu sofrimento e história de vida. Se, por um lado, o ‘cuidado em saúde’,
seja dos profissionais ou de outros relacionamentos, pode diminuir o impacto do
adoecimento, por outro, a falta de ‘cuidado’ – ou seja o descaso, o abandono, o desamparo
– pode agravar o sofrimento dos pacientes e aumentar o isolamento social causado pelo
adoecimento. O modelo biomédico que orienta o conjunto das profissões em saúde, ao se
apoiar nos meios diagnósticos para evidenciar leões e doenças, afastou-se do sujeito
humano sofredor como totalidade viva e permitiu que o diagnóstico substituísse a atenção
e o ‘cuidado’ integral à saúde. Entretanto, mais do que o diagnóstico, os sujeitos desejam
se sentir cuidados e acolhidos em suas demandas e necessidades.

O ‘cuidado em saúde’ é uma dimensão da integralidade em saúde que deve


permear as práticas de saúde, não podendo se restringir apenas às competências e tarefas
técnicas, pois o acolhimento, os vínculos de intersubjetividade e a escuta dos sujeitos
compõem os elementos inerentes à sua constituição.

O ‘cuidado’ é uma relação intersubjetiva que se desenvolve em um tempo


contínuo, e que, além do saber profissional e das tecnologias necessárias, abre espaço
para negociação e a inclusão do saber, dos desejos e das necessidades do outro.

O trabalho interdisciplinar e a articulação dos profissionais, gestores dos serviços


de saúde e usuários em redes, de tal modo que todos participem ativamente, podem
ampliar o ‘cuidado’ e fortalecer a rede de apoio social. Com isso, a noção de ‘cuidado’
integral permite inserir, no âmbito da saúde, as preocupações pelo bem estar dos
indivíduos – opondo-se a uma visão meramente economicista – e devolver a esses
indivíduos o poder de julgar quais são suas necessidades de saúde, situando-os assim
como outros sujeitos e não como outros-objetos.
6. CONCLUSÃO
Chegados aqui, a conclusão que se pode aludir do estudo realizado é a seguinte,
os cuidados primários de saúde é fruto de uma conferência realizada em setembro de
1978, pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em Alma-Ata, na República do
Cazaquistão. Esta conferência teve como principal objectivo normalizar os cuidados que
os serviços de saúde do mundo todo devem prestar ou garantir para se melhorar cada
vez mais a qualidade de vida das populações.

Deste modo, a meu ver, que os cuidados primários de saúde são um conjunto de
ações de saúde, no âmbito individual e coletivo, que abrangem a promoção e a proteção
da saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação e a
manutenção da saúde. É desenvolvida por meio do exercício de práticas gerenciais e
sanitárias democráticas e participativas, sob forma de trabalho em equipa, dirigidas a
populações de territórios bem delimitados, pelas quais assume a responsabilidade
sanitária, considerando a dinamicidade existente no território em que vivem essas
populações. Utiliza tecnologias de elevada complexidade e baixa densidade, que devem
resolver os problemas de saúde de maior frequência e relevância em seu território. É o
contato preferencial dos usuários com os sistemas de saúde. Orienta-se pelos princípios
da universalidade, da acessibilidade e da coordenação do cuidado, do vínculo e
continuidade, da integralidade, da responsabilização, da humanização, da equidade e da
participação social
7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1. Starfield, B. Atenção primária — Equilíbrio entre necessidades de saúde,


serviços e tecnologia. Brasília: Unesco, Ministério da Saúde, 2002.
2. BRASIL, MS - Pacto pela Saúde – Política Nacional de Atenção Básica. Volume
4
3. http://www.ensp.unl.pt/dispositivos-de-apoio/cdi/cdi/sector-de-
publicacoes/revista/2000-2008/pdfs/E-01-2001.pdf
4. http://www.who.int/whr/2008/whr08_pr.pdf
5. Declaração de Alma-Ata. Conferência Internacional sobre os Cuidados de Saúde
Primários. Cazaquistão, 1978. (disponível em www.saudepublica.web.pt/05-
PromocaoSaude/Dec_Alma-Ata.htm)
6. Garcia, Ana Cristina. Conferência sobre a saúde e seus determinantes.
Apresentação power-point para o curso de especialização de administração
hospitalar. Lisboa: Escola Nacional de Saúde Pública (UNL), 2006.
7. Sousa, J. Manuel. Conferência sobre Ambiente e Saúde. Apresentação power-
point para os cursos de mestrado e de especialização. Lisboa: Escola Nacional de
Saúde Pública (UNL), 2006.
ÍNDICE

1. INTRODUÇÃO ................................................................................................................... 1
2. CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE CUIDADOS ......................................... 2
PRIMÁRIOS DE SAÚDE .......................................................................................................... 2
3. CUIDADOS PRIMÁRIOS ................................................................................................. 4
3.1 Conceito: ............................................................................................................................ 4
4. TIPOS DE CUIDADOS PRIMÁRIOS .............................................................................. 5
4.1 Constituir a porta de entrada do serviço .................................................................... 5
4.2 Continuidade do cuidado . ........................................................................................... 5
4.3 Integralidade ............................................................................................................... 5
4.4 Coordenação do cuidado ............................................................................................. 5
5. Características dos Cuidados Primários de Saúde ........................................................... 6
6. CONCLUSÃO ..................................................................................................................... 8
7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .............................................................................. 9