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SÍNDROME DE BURNOUT: IMPORTÂNCIA DA PSICOLOGIA DO ESPORTE NA

ATIVIDADE PROFISSIONAL DO EDUCADOR FÍSICO.


Eduardo Henrique de Lima Cordeiro1
Fabio Carlos Pereira2
Renan Borges3
Tiago Landim4

RESUMO
Este artigo aborda a síndrome de burnout sob o ponto de vista da psicologia do
esporte. Para tanto, buscamos nas fontes bibliográficas, a fundamentação e origens
da síndrome de burnout, de modo geral, para buscar compreender como o assunto é
abordado dentro da psicologia do esporte. Neste sentido, o nosso intuito é pesquisar
a abordagem adequada dos educadores físicos em relação aos atletas com relação a
síndrome, os sintomas, causas, e modos mais comuns de análise e tratamento.
Acreditamos que este conhecimentos são essenciais para a percepção e ação
corretas dos educadores em casos específicos onde os seus alunos apresentem
sintomas deste desequilíbrio psicofisiológico.
Palavra-chave: Burnout; psicologia do esporte; educação física.
______________________________
1 Eduardo Henrique de L. Cordeiro é graduando do curso de Educação Física das Faculdades
Integradas de Fernandópolis (FIFE), Fundação Educacional de Fernandopolis(FEF),2014.
2 Fabio Carlos Pereira é graduando do curso de Educação Física das Faculdades Integradas de
Fernandópolis (FIFE), Fundação Educacional de Fernandopolis(FEF),2014.
3 Renan Bogres é graduando do curso de Educação Física das Faculdades Integradas de
Fernandópolis (FIFE), Fundação Educacional de Fernandopolis(FEF),2014.
4 Tiago Landim é graduando do curso de Educação Física das Faculdades Integradas de
Fernandópolis (FIFE), Fundação Educacional de Fernandopolis(FEF),2014.
ABSTRACT

This article approaches the burnout syndrome from the point of view of sports
psychology. In order to do this, we search the literature sources, the background and
origins of the burnout syndrome, in general, to try to understand how the subject is
approached within the psychology of the sport. In this sense, our intention is to
investigate the appropriate approach of physical educators regarding athletes
regarding the syndrome, symptoms, causes, and most common modes of analysis and
treatment. We believe that this knowledge is essential for the correct perception and
action of educators in specific cases where their students present symptoms of this
psychophysiological imbalance.

KeywordS: Burnout; sports psychology; physical education.


1 INTRODUÇÃO

De acordo com Scala (2000), a psicologia do esporte é uma área nova,


ainda em formação. A aplicação desta nova área do conhecimento é destinada
principalmente para o esporte de alto rendimento, mas também tem aplicabilidade nos
esportes escolares, recreativos e de reabilitação.
Apesar de ser uma área ainda em processo de estabelecimento de suas bases
conceituais, a psicologia esportiva tem crescido nos últimos anos. Conforme nos
informa Hikari (2017), sua origem ocorre nos Estados Unidos e Rússia, no início do
século XX e, no Brasil, a psicologia do esporte inicia-se com João Carvalhaes, em
1958, na Copa do Mundo.
Ainda conforme Rubio (2002), trata-se de um campo interdisciplinar,
abrangendo conhecimentods das ciências do esporte, antropologia, filosofia,
sociologia, que tratam do aspecto sócio-cultural, mas como área multiprofissional
envolve elementos de medicina, biomecânica e fisiologia. É um estudo científico de
indivíduos e seus comportamentos no contexto do esporte e dos exercícios físicos,
aplicando tais conhecimentos e comprovando sua utilidade nessa prática.
A prática de esporto tem tido grande influência na sociedade, é um fenômeno
de que movimenta a paixão das pessoas, como presenciamos nas Olimpíadas e, no
Brasil, principalmente na Copa do Mundo. Além do aspecto passional, o esporte tem
importância na aquisição e manutenção de uma boa saúde física e mental. Conforme
ensina Balbinoti et al. (2011), praticar alguma atividade física de modo regular tem
efeito na diminuição do estresse, melhora as interações sociais, além de contribuir
para a autoestima e a estética corporal. A prática esportiva também tem resultados
positivos na dinâmica inter-pessoal ao estimular atividades competitivas.
A prática esportiva está presente em todas as faixas etárias, sendo adaptável
de crianças a idosos. Outro aspecto importante a ser ressaltado, é a capacidade de
mobilização do esporta, seja através de mensagens de seus ídolos, times ou mesmo
na prática do dia a dia, com sua influência positiva na convivência.
A psicologia do exercício trata principalmmente do estudo científico da
relação entre comportamento humano e contexto esportivo. Rubio (2002) nos informa
que a psicologia do esporte é “é a transposição da teoria e da técnica das várias
especialidades e correntes da Psicologia para o contexto esportivo” e complementa,
dizendo que existe tanto na forma de “aplicação de avaliações para a construção de
perfis, seja no uso de técnicas de intervenção para a maximização do rendimento
esportivo”.
A mesma autora ainda complementa que a psicologia do esporte não se
resume ás técnicas e métodos explicitados acima: “psicologia do esporte não é feita
apenas dos aspectos relacionados com a prática esportiva. Ela também é feita do
estudo do fenômeno esportivo a partir do referencial da psicologia social” (RUBIO,
2002). Sob este viés, são considerados aspectos como a psicologia do atleta, relações
com treinadores e públicos, além de questões de identidade, manejo de ansiedade,
considerando, portanto, todo o contexo social que o atleta está incluso.
Neste trabalho buscamos buscamos estabelecer uma aplicação da psicologia
do esporta à síndrome de burn-out em atletas. Em primeiro lugar, faremos uma revisão
bibliográfica para entender as causas e consequências deste tipo de esgotamento,
para depois, seguindo a mesma metodologia, estabelecer parâmetros de abordagem
a partir da psicologia do esporte.

2 SÍNDROME DE BURNOUT

A síndrome de burn-out é um estado de exaustão. O termo, em inglês, vem da


junção das palavras “burn”, queimar, e “out”, fora, o que nos dá o significado
aproximado de queimar para fora, arder para fora.
Condições relativas à síndrome, normalmente ocorrem quando as pessoas se
sobrecarregam de atividades, embora seus corpos protestem em relação as
demandas internas e externas. A síndrome foi reconhecida depois de 1974, quando o
psicólolo anglo-germânico Herbert Freudenberg aplicou o termo a um número
crescente de casos de colapso físico e mental causado pelo excesso de trabalho ou
estresse. A relação entre estresse e ansiedade é crucial, pois permite distinguir a
síndrome de burn-out de uma simples exaustão. No caso da exaustão causada pela
síndrome de burn-out há um intenso sentimento de insatisfação com a realização das
atividades que se sabe não podem ser completadas, há sempre alguma demanda,
ansiedade ou distração que não pode ser silenciada.
Ainda na definição de Pires, Brandão e Machado (2005) burnout é uma
síndrome por vir acompanhada de um conjunto de sintomas. De acordo com estes
autores a síndrome se caracteriza com sintomas em três dimensãoes. Em primeiro, a
já mencionada exaustão emocional, com sentimentos de extrema fadiga. Depois,
despersonalização, com sentimentos negativos, descuido e mesmo desinteresse
pelas outras pessoas, expressado por comportamento impessoais. Por fim, reduzida
satisfação pessoal, como já referido, a pessoa com a síndrome sempre está em busca
de novas atividades, embora esteja sobrecarregada, devido a sua constante
insatisfação consigo mesmo.
A síndrome de burnout não é apenas sintoma de excesso de trabalho, mas sim
a necessidade do corpo de da mente de espaço livre das demandas e expectativas
do mundo.

2.2 SÍNDROME DE BURNOUT NO ESPORTE

Ainda conforme Pires, Brandão e Machado (2005), a identificação da síndrome


de burnout no esporte teve início há mais de 20 anos. Dizem estes autores que “foi
observado que profissionais como os professores de Educação Física, treinadores,
preparadores físicos, atletas e árbitros se constituíam em indivíduos propensos à
aquisição desta síndrome” (PIRES, BRANDÃO E MACHADO, p. 149). Os estudos
indicam que, embora a princípio o burnout estaja mais associado aos atletas, ele pode
afetar as pessoas em diversos campos das atividades relacionadas ao esporte.
Existem três modelos teóricos propostos para abordar a síndrome de burnout
dentro do esporte, tratando espeficiamente dos atletas. (PIRES, BRANDÃO E
MACHADO, 2005)
O primeiro modelo, conhecido como Cognitivo-afetivo, elaborado Eliot R. Smith,
considera o burnout “como uma reação ao estresse crônico”. Basicamente, depois de
esforço desmedido, o atleta não alcança recompensa, seja financeira ou de status
social, ou mesmo o alcance de metas, e abandona a atividade esportiva. Este modelo
considera que há várias fases no desenvolvimento da síndrome de burnout e envolve
componentes fisiológicas, psicológicas e comportamentais.
Outro modelo, de Jay Coakley, mais associado a construção da identidade
esportiva do atleta, entrelaça este aspecto com as exigências sociais em relação ao
esporte. Resumidamente, este modelo considera que a identidade dos atletas pode
apresentar um déficit de desenvolvimento, especialmente se são jovens, pois passam
grande parte do tempo junto aos treinadores e colegas, ao invés de socializar com
seus pares fora do ambiente competitivo. Elabora sobre a pressão constante que os
esportistas sofrem da sociedade no sentido de apresentar sempre resultados
melhores e supreendentes. De fato, considerando este ponto de vista, a prevenção
de quadros de burnout seria mais prolífica com mudanças de mentalidade na
sociedade.
O último modelo, o Modelo de Resposta Negativa ao Estresse de Treinamento,
de John M. Silva, focaliza nas respostas negativas ao treinamento, considerando que
o esporte e o esforço realizado pode apresentar resultados tanto positivos quanto
negativos. Basicamente, o esportista apresenta falhas em seus mecanismos de
adaptação corporal ao enfrentar o estresse psicofisiológico. Posteriormente, há uma
sobrecarga nos treinamentos, levando ao final ao burnout.
Chiminazzo e Montagner (2004) informam que o modelo Cognitivo-afetivo de
Smith é o que mais se ajusta e o mais usado atualmente.
No caso dos atletas, Venardi et al (2012) reconhecem que a síndrome está
relacionada com ansiedade em relação ao desempenho, dificuldade para conciliar o
estudo com a atividade esportiva, insegurança em relação ao trabalho como atleta
profissional. A síndrome pode afetar negativamente os atletas não somente no
aspecto psicológico, mas também pode levar a desatenção e estar associada a lesões
mais frequentes.
Treinadores e árbitros também podem ser afetados pela síndrome.
No caso dos árbitros, informa Pires et al (2005), a maior fonte de ansiedade e
preocupação diz respeito a possibilidade de falhar, quando podem se transformar em
vilões perante o público. Pior ainda, que quando estes profissionais desenvolvem bom
trabalho, não são reconhecidos, o que pode aumentar a insatisfação. Há, ainda, uma
diferença significativa entre os treinadores do sexo masculino e feminino, sendo o
último grupo muito mais afetado pela síndrome. Interessante notar, que as atletas
também têm mais tendência ao esgotamento físico e mental. Os motivos causadores
são semelhantes aos grupos anteriores: preocupação com a performance, valor
social, acrescentado de excesso de controle e sobrecarga nas atividades.
Desta forma, percebe-se que a síndrome de burnout, que antes estava
associada a professores e pessoas que em posições de liderança em empresas, é
bastante prevalente no mundo esportivo.
Em comum com todas as abordagens do burnout, percebe-se que há três
dimensões que evidenciam a síndrome, consideradas como os principais: exaustão
emocional, que é quando o esportista não consegue dar mais de si no nível afetivo e
se sentem sem energia; despersonalização, ocorre quando uma resposta insensível
e impessoal é dada a outras pessoas no ambiente, ocorre uma alteração de
personalidade, uma mudança relacional do indivíduo; insatisfação com o próprio
desempenho, que são sentimentos de incompetência e falta de sucesso. (VERARDI
et al, 2012). Na tabela I, fazemos uma comparação entre os sintomas do
sobretreinamento (overtraining) e a síndrome de burnout. Chiminazzo e Montagner
(2004) afirmam que o sobretreinamento pode ser uma estágio anterior à síndrome de
burnout, mas que não se deve confundí-las. Considerando já o aspecto de prevenção
e enfrentamento, é necessário que o educador físico esteja atento aos sintomas.
Sobretreinamento Síndrome de burnout
Apatia Baixa motivação ou energia
Letargia Problemas de concentração
Distúrbio do sono Perda do desejo de jogar
Perda de peso Falta de preocupação
Frequência cardíaca de repouso elevada Distúrbio do sono
Dor ou lesão muscular Esgotamento físico e mental
Mudanças de humor Autoestima diminuída
Pressão arterial de repouso elevada Afeto negativo
Distúrbios gastrintestinais Mudanças de humor
Recuperação tardia de esforço Abuso de substâncias farmacológicas
Perda de apetite Mudanças de valores e crenças
Isolamento emocional
Ansiedade aumentada
Altos e baixos de humor
Tabela I – Comparação dos sintomas de sobretreinamento e burnout. Fonte: Verardi et al. (2012).
Adaptada.

O enfrentamento do problema pode ser através de ações diretas no ambiente


ou direcionadas ao atleta. No caso da ação direta inclui mudanças nos treinos, por
exemplo. Quanto a solução do problemas em si pode requerer terapias cognitivas.

3 PSICOLOGIA DO ESPORTE E ENFRENTAMENTO DA SÍNDROME DE


BURNOUT

A psicologia do esporte é um campo do saber dentro da psicologia com


atividade recente. Como afirmamos anteriormente, suas bases começam a se
estabelecer no século passado. Para o profissional de educação física, que atua em
relação inter-pessoais, é importante a postura correta para agir em casos onde se
percebe algum desequilíbrio psicofísico. Nesta seção, trataremos do burnout em
atletas, a área com maior número de investigações científicas e da qual pretendemos
tecer algumas conclusões.
Em Verardi et al (2012, p. 308), encontramos a informação que para “vários
pesquisadores em psicologia do esporte, as características de burnout em atletas são
semelhantes às experimentadas por profissionais que atuam em contato direto e
frequente com outros seres humanos”. Normalmente, um ambiente ou rotina muito
estressante causa a fadiga e indisposição nos profissionais que, por esgotamento,
desistem de suas funções. Normalmente, um ambiente estressor é o antecendente da
síndrome de burnout, que vem associada a ideias de que os recursos pessoais, como
força e capacidade, são insuficientes ou inadequados para enfrentar o stress. Daí que
muitos atletas de alta performance abondem suas práticas no auge de suas carreiras.
A relação entre treinador e atleta pode ser difícil, com grandes demandas,
corrobora para a evolução da síndrome. Por sua vez, Verardi (2012) argumenta que
a relação treinador/esportista é importante, mas não é fundamental. Afirmam os
autores que o burnout precisa ser entendido, no caso dos atletas, em função da
demanda por desempenho esportivo, sendo este o ponto fundamental da prática deste
profissionais.
O papel do educador físico é estar atento aos sinais de esgotamento daqueles
sob sua supervisão. Para tanto, devem prestar atenção aos primeiros sintomas, que
normalmente se revelam como, mencionadas, pelas características gerais de
exaustão emocional, despersonalização e redução da realização pessoal com o
esporte.
Além das observação direta de educadores e responsáveis, é possível
monitorar o estado dos atletas através de testes específicos. O Inventário burnout para
atletas, denominado de IBA, analisa seis fatores, de acordo com estes autores que
são desânimo, falta de energia, expectativa de ineficácia, exaustão, desinteresse e
excitabilidade. (CHIMINAZZO E MONTAGNER, 2004). Outro teste importante é o
Inventário Maslach de Burnout (MBI) usado não somente para atletas. Específico para
ateltas é o Athlete Burnout Questionnaire (ABQ), baseado no anterior. (VERARDI et
al., 2012).
No entanto, nas palavras de Chiminazzo e Montagner (2004) a identificação
não deve ser feita apenas através de instrumentos de medição, o que pode incluir
desde os testes acima mencionados a exames laboratoriais. Dizem os autores que é
no “contato direto com o técnico e demais profissionais no dia-a-dia dos treinamentos”
que se deve procurar o primeiros indícios da síndrome. Relatam ainda estes autores
a quantidade escassa de literatura sobre o assunto, que gera desinformação entre os
interessados.
A estratégia de enfrentamento do burnout dentro do meio esportivo quando se
trata da saúde dos atletas pode ser abordada, portanto, de diversas frentes. No mais
os autores ressaltam a necessidade de diminuir a dependência de atletas,
principalmente se são jovens, do ambiente e das pessoas com quem treinam, de modo
que possam desenvolver suas identidades de modo mais integral e não desenvolvam
patologias psifisiológicas.

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS

A psicologia do esporte tem um importante papel tanto na prevenção como


tratamento de transtornos relacionados a prática esportiva.
O princípio básico da prática esportiva é de que deva haver interesse e
satisfação pessoal. Percebe-se que o esporte é uma ação social e quando se está
desligado da realidade dos seus praticantes a tendência é o desenvolvimento de
patologias. O burnout surge exatamente quando há uma disfunção entre ambiente,
suas exigências e o atletas e suas capacidades. É preciso observação antenta do
educador aos sinais de esgotamento mental, perda de interesse, falta de
preocupação, depressão e ansiedade.
No mais, é necessário perceber que o educador físico não é aquele que
simplesmente ensina as regras do jogo, mas sim aquele que educa de forma ampla
para a cidadania.

REFERÊNCIAS
BALBINOTI et al. Motivação à prática regular de atividades físicas e esportivas: um
estudo comparativo entre estudantes com sobrepeso, obesos e eutróficos. Motriz.
Rio Claro, v. 17, n.3, p. 384-394, 2011.

CHIMINAZZO, J. G. C.; MONTANGER, P. C. Treinamento esportivo e burnout.


Efdeportes. Buenos Aires, n. 10, 2004. Disponível em:
<https://www.efdeportes.com/efd78/burnout.htm> Acesso em: 23 de abr. de 2019.

HIKARI, D. Introdução a psicologia do esporte e prática esportiva. Simples Mente:


revista eletrônica de psicologia científica. Out. 2017. Disponível em:
<http://revistasimplesmente.com.br/introducao-psicologia-do-esporte-e-pratica-
esportiva/> Acesso em: 23 de abr. de 2019.

PIRES, D. A.; BRANDÃO, M. R. F.; MACHADO, A. A. A síndrome de burnout no


esporte. Motriz. Rio Claro, v.11, n.3, p.147-153, 2005.

RUBIO, K. Origens e evolução da psicologia do esporte no Brasil. Revista


Bibliográfica de Geografía y Ciencias Sociales. Barcelona, Vol. VII, n. 373, 2002.
Disponível em <http://www.ub.edu/geocrit/b3w-373.htm> Acesso em: 23 de abr.
2019.

SCALA, C. T. Proposta de intervenção em psicologia do esporte. Revista Brasileira


de Terapia comportamental e cognitiva. São Paulo, v. 2, n. 1, p. 53-59, 2002.

VERARDI et al. Esporte, stress e burnout. Revista Estudos de Psicologia.


Campinas, v. 29, n.3, p. 305-313, 2012.