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A  DENSITOMETRIA  ÓSSEA ­ DMO
 É  o  exame  ideal  para  se  detectar  a  redução  da 

massa  óssea  de  maneira  precoce  e  precisa 

denominados de  Osteopenia ou de Osteoporose. 

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 O osso é um tecido vivo.

 A taxa de perda de massa óssea é de cerca de                  
               0,5 ­ 1% por ano e ocorre em ambos os sexos e 
todas as raças.

 Durante  toda  sua  vida  as  mulheres  perdem  cerca  de 


40%  de  sua  massa  óssea,  enquanto  que  os  homens 
perdem cerca de 25%

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De  forma  geral,  ocorre  um  aumento  de  massa  óssea  no 
período  que  vai  da  infância  e  adolescência  até  a  idade 
adulta,  quando  ocorre  o  pico  de  massa,  seguido  da 
diminuição gradual da massa óssea com a idade.

PICO AOS 20 ANOS

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OSTEOPENIA
Corresponde  a  diminuição 
de massa óssea, causada pela 
perda de cálcio, podendo ter, 
como  consequência,  a 
osteoporose.

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OSTEOPOROSE
 É  caracterizada 
pela  diminuição 
na  massa  óssea 
para  um  nível 
abaixo  daquele 
requerido  para  o 
suporte  mecânico 
de  atividades 
normais.

Causa    deterioração  da    microarquitetura  do  tecido  ósseo,  com 


um  consequente  aumento  da  fragilidade  óssea  e 
susceptibilidade à fratura.

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Segundo  OMS    os 
critérios  para 
diagnóstico  da 
OSTEOPENIA OU  
OSTEOPOROSE 
OSTEOPOROSE
são  obtidos  de 
acordo  com  a 
avaliação  da  DMO 
(Densidade 
Mineral Óssea).

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FATORES DE RISCO 
OSTEOPENIA  / OSTEOPOROSE
 Mulheres tem  
maior tendência 
já que possuem 
menor massa 
óssea que os 
homens.

 Outro fator  é a 
menopausa, que 
causa  alteração 
hormonal e pode 
acelerar a 
absorção da 
massa óssea.

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FATORES DE RISCO 
OSTEOPENIA  / OSTEOPOROSE
 Idade (todas as mulheres de 65 anos ou mais);

 Deficiência estrogênica com menos de 45 anos;

 Peri e pós­menopausa;

 Amenorreia secundária prolongada (por mais 
de um ano);

  Mulheres com índice de massa corporal baixo 
(menor que 19 kg/m2);
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FATORES DE RISCO 
OSTEOPENIA  / OSTEOPOROSE
 Homens com baixos níveis 
de testosterona também 
possuem maiores chances 
de ter a doença.
 
 Outro fator decisivo é o 
baixo consumo de cálcio, 
mineral importantíssimo 
para manter a saúde dos 
ossos

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MEDICAMENTOS QUE
INTERFEREM NA ABSORÇÃO DE
CÁLCIO PELOS OSSOS :
 1­ Pacientes que usaram corticoides;

 2­ Pacientes que usam antiácidos à base de 
alumínio; tais como : Maalox, Mylanta, e 
outros; 
 3­ Pacientes que tomam diuréticos no 
controle de pressão ou fórmula de 
emagrecimento.

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MEDICAMENTOS QUE
INTERFEREM NA ABSORÇÃO DE
CÁLCIO PELOS OSSOS :
 4­ Pacientes que usam medicamentos 
anticonvulsivantes ; tais como : Haldol, 
Gardenal e outros . 
 5­ Mulheres com uso de pílulas 
anticoncepcionais por períodos de 20 – 30 
anos. 
 6­ Pacientes que usam anticoagulantes tais 
como : Heparina 7­ Fumantes : o fumo

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PREVENÇÃO
 A vitamina D promove a absorção intestinal e a 
reabsorção  renal  de  cálcio  e  promove  a 
manutenção da mineralização óssea adequada.

­ Gema de ovo
­ Leite e derivados
­ Cogumelos
­ Peixes 
­ Óleo de fígado de 
bacalhau

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PREVENÇÃO
 É  recomendável  a  exposição  ao  sol  pelo 
menos 30 minutos por dia porque os raios 
ultravioletas  causam  a  formação  de  um 
precursor da vitamina D na pele.

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PREVENÇÃO

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PREVENÇÃO

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DENSITOMETRIA 
HISTÓRICO
HISTÓRIA   DMO
 Foi  desenvolvida  por  John  Cameron 
e James Sorenson em 1963. 

 O  primeiro  densitometro  comercial 


foi  criado  pela  Universidade  de 
Wisconsin em 1972.

 Demorou  vinte  e  seis  anos  para 


chegar ao Brasil, o primeiro aparelho 
foi trazido em 1989.
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PRINCÍPIOS FÍSICOS ­DMO
Em  densitometria  óssea,  considera­se    que 
somente  3  materiais  contribuem  para  a 
atenuação do feixe: 

o  tecido  mole  que  inclui  músculo,  gordura, 


pele, vísceras;

os tecidos  ósseos  como  colágeno  e  medula 


óssea; e o osso mineral. 

O ar e a água não contribuem para 
formação da imagem
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ABSORMETRIA
 Os equipamentos de 
densitometria óssea são 
baseados na medida da 
atenuação do feixe de 

radiação quando ele 
passa através do osso.

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ABSORMETRIA POR FÓTON ÚNICO 
      SINGLE  PHOTON ABSORPTIOMETRY 
– SPA

 Criado  no  ano  de  1964  (EUA),  possui  apenas 


um  feixe  de  energia,  não  identificava  partes 
moles  (gorduras  e  músculos),  somente  parte 
óssea.

 Utilizam  o  isótopo  Iodeto  de  Sódio  125  (I125).   


emitindo um único nível energético.

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 E com isso a medida de massa óssea ficava 
limitada a avaliação de apenas uma parte 
anatômica (antebraço).

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ABSORMETRIA POR  FÓTON 
DUPLO DPA (DUAL PHOTON 
ABSORPTIOMETRY)
 Apresentava dois  feixes 
de energia, possibilitou 
quantificar a medida 
óssea da coluna lombar e 
fêmur.

Fontes inicialmente usadas   
  
    I­125 (28 keV)
   Am­241 (60 keV)
   Cs­137 (662 keV).

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ABSORMETRIA POR  FÓTON DUPLO DPA 
(DUAL PHOTON ABSORPTIOMETRY)
Posteriormente,  o    Gadolínio­153  passou  a  ser 
usado  uma  vez  que  emite  e  fótons  com  duas 
energias distintas (44 e 100 keV).

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ABSORMETRIA POR  FÓTON 
DUPLO DPA DESVANTAGENS
 Uso  de  fontes  radioativas  e  maior 
risco de exposição;

 Necessidade  de  troca  das  fontes 


devido ao tempo de  meia­vida;

 O  tempo  de  varredura  para  exames   


de  alta  precisão  como  de  quadril  e 
coluna, eram longos (20­40 minutos) e 
a resolução era limitada.
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IMPORTANTE
• Fontes Seladas são fontes
radioativas estão hermeticamente
encapsuladas, de tal forma que o
material radioativo não se disperse
em condições normais de uso;

• Impedindo o contato direto com o


material (ou seja, impedindo a
contaminação do meio).

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ABSORMETRIA POR DUAL ENERGY  X­
RAYS 
 DEXA OU DXA
 Em  1987  substituindo  a  fonte  de  gadolínio 
por  um  tubo  de  RX,  foi  desenvolvido  o 
DEXA.
 E  com  esse  novo  método  passou­se  a  medir 
mais sítios além da coluna lombar e fêmur.
 Além  de  permitir  tempos  de  varredura 
muito mais curtos em torno de 6 minutos.

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Dual X­Ray  Absorptiometry – DXA

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 DXA­EQUIPAMENTOS DETECTORES

1ª GERAÇÃO­ PEN BEAN 2ª GERAÇÃO –FAN BEAN
Feixe em Lápis  Feixe em Leque

 Possuía feixe único   Possui feixe em leque 
de radiação colimado  acoplado a um 
e um detector  conjunto de 
localizado no braço  detectores alinhados, 
do aparelho. localizados no braço 
scaner.
  Melhor  resolução da 
 Tempo de varredura 
longo imagem e menor  
tempo de exame.

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1ª GERAÇÃO­ 
PEN BEAN
Feixe em Lápis  2ª GERAÇÃO –FAN 
BEAN
Feixe em Leque

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EQUIPAMENTO  ­   DXA VANTAGENS

 Equipamento  que  utiliza  como  fonte  de 


radiação os Raios­X.

 Emite  menor  dose  de  radiação  e  melhor 


resolução  de  imagens  com    irradiação 
mínima.

 Tempo de varredura menor em torno de    
  6 minutos. 

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RADIAÇÃO???

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 Uma radiografia do tórax expõe o paciente a           
         0,1 mSv. Isso equivale a  10 dias de exposição 
10 dias 
à radiação ambiente.

  A DMO gera uma dose de 0,001 mSv equivalente    
                                a  menos  de  um  dia  de  exposição  à 
radiação ambiente. 

 A  mamografia,  gera  uma  dose  de  0,7  mSv    o 


equivalente  a  três  meses  de  exposição  à  radiação 
ambiente
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Princípios Básicos:

Tempo

Distância

Blindagem

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OUTROS MÉTODOS PARA ESTUDO 
OSTEOPOROSE

E a Ressonância Magnética

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RIA
EQUIPAMENT
OS 

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EQUIPAMENTO  SALA ­ DENSITOMETRIA

COMANDO DO SISTEMA 
EQUIPAMENTO DETECÇÃO 

MESA 
DE 
EXAMES

FONTE  DE 
RADIAÇÃO
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EQUIPAMENTOS ACESSÓRIOS
 Blocos de calibração

 Phantom's

 Posicionador de Coluna

 Posicionador de Fêmur

 Posicionador de Antebraço

 Posicionador de Corpo inteiro

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EQUIPAMENTOS ACESSÓRIOS

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FAIXAS

BLOCO

IMOBILIZADOR

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EQUIPAMENTOS ACESSÓRIOS

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EQUIPAMENTOS ACESSÓRIOS

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GRANDEZAS 
DE ESTUDOS 
NA DMO
GRANDEZAS DE ESTUDO
São os parâmetros medidos para análise 
quantitativa da massa óssea.

BMD ( Bone Mineral 
BMC  ( Bone Mineral Content)
Density)

 Grandeza da  
 Grandeza de 
Conteúdo  Densidade 
Mineral Ósseo  
Mineral Óssea  
dado em                
    g ou g/cm .
g ou g/cm  dado em g/cm2. 
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MEDIDAS  QUANTITATIVAS
Na DMO usamos 2 valores distintos: 
os  valores T Score 

 os valores Z Score

Eles  são  um  indicador  da  densidade  óssea 


quando  se  compara  com  a    ideal  ou  com  a 
esperado para pessoas em sua situação de vida 
comuns.

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MEDIDAS  QUANTITATIVAS 
T SCORE
 Os  valores  T  são  tipicamente 
reportados  em  termos  de 
desvios  padrão  da  densidade 
óssea  média  para  adultos 
jovens  e  saudáveis  do  seu 
gênero. 
 O  número  indica  o  quão  perto 
ou  quão  longe  sua  densidade 
óssea está da média.

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MEDIDAS  QUANTITATIVAS
Z SCORE

  Essa  medida  compara  sua 


densidade  óssea  com  a  de 
outros  indivíduos  de  mesmo 
peso,  sexo,  histórico  racial  e 
étnico e idade.

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T­SCORE

O quadrado com o 
ponto preto 
representa o 
paciente.

Cada barra colorida 
abaixo da seção

Z­SCORE

Valores muitos baixos
indicam necessidade            
De estudo mais detalhado 
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MAIOR

IGUAL

MENOR

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MEDIDAS  QUANTITATIVAS
 A barra azul 
exibe   a 
Referência em 
Relação à 
Idade.
 E demonstra a 
mudança na 
densidade 
óssea associada 
com o 
envelhecimento

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OMS

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OMS

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PROTOCOLOS 
PARA 
O EXAME
DMO
PREPARO GERAL DO EXAME

 Pedir à paciente que tire os sapatos 
e/ou  qualquer  tipo  de  metal  que 
possa interferir no exame.

    Tais  como:  fivelas,  botões,  sutiãs 


com  arco  de  metálico,  roupas  com 
zíper,  colchetes,  e  se  necessário 
fazer uso do avental. 

o Anamnese

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PREPARO GERAL DO EXAME

 Iniciar o exame verificando o   
PESO E ALTURA

 Posicionar o paciente à mesa em 
decúbito  dorsal,    com  a  LCM 
perpendicular ao PMS.

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PROCEDIMENTOS INICÍO 
MEDIÇÃO:  

Essas etapas precisam ser realizadas na sequência 
indicada.

1­Registrar ou selecionar informações de 
paciente:

Registrar informações para um novo paciente.

Selecionar  um  registro  de  paciente  no  banco  de 


dados 

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PROCEDIMENTOS INICÍO MEDIÇÃO:  

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CAIXA DE DIÁLOGO INFORMAÇÕES DO 
PACIENTE:

NOME

NÚMERO DE PRTOCOLO

NOME DO MÉDICO

ANIVERSÁRIO

ALTURA

PESO

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MODOS DE MEDIÇÃO
 As  dimensões  do  paciente  determinam  o  modo 
de medição apropriado.
 O  programa  predetermina  o  modo  apropriado 
com base na altura e peso do paciente.

Limites de Dimensões de Paciente Coluna Lombar 
 Dimensões do paciente

  Espesso > 25 cm > 25 cm

  Padrão 13­25 cm 13­25 cm
  Fino < 13 cm < 13 cm

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SELECIONAR LOCAL DE MEDIÇÃO

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FUNÇÃO
ONE  SCAN

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O OneScan destina­se ao uso sem o bloco de pernas.
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DMO CLUNA LOMBAR ONE SCAN

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Use a linha central na mesa do scanner como 
referência para assegurar que a correia para pés 
esteja centralizada.

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DMO CLUNA LOMBAR  SEM ONE SCAN

Certifique­se de que 
as coxas do paciente 
formam  um  ângulo 
de  60°  a  90°  com  o 
bloco de suporte.

  Esta  etapa  ajuda  a 


separar  as 
vértebras  e  nivelar 
a  parte  inferior  das 
costas.

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MARCAÇÃO INÍCIO DA 
VARREDURA

Ajuste  a  posição  da  luz 


do laser. 
Posicione  a  luz  do  laser 
aproximadamente  5  cm 
abaixo  do  umbigo  do 
paciente  e  no  mesmo 
plano  longitudinal  da 
linha média do paciente.

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Monitore  a  imagem  para  assegurar  que  ela  esteja  correta. 
Certifique­se de que:
1  Todo    L4    é 
mostrado

2 A parte superior de 
L5    é  mostrada  na 
primeira  e  segunda 
varreduras.

3  Aproximadamente 
1/2  de  T12  é 
mostrada.

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PACIENTE FEZ USO       
         DE CONTRASTE

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CRITÉRIOS EXAME COLUNA LOMBAR

 1­Utiliza a análise da média de  L1­L2­L3­L4.
 2­ Coluna deve estar centrada e retificada.
 3­  Visualização do último par de costelas e 
parte de T12.
 4­ As cristas ilíacas devem aparecer um pouco 
e devem estar alinhadas.
 5­ Ausência de artefatos: metais e / ou próteses 
de silicone nas mamas e / ou glúteos.

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CRITÉRIOS EXAME 
COLUNA LOMBAR
   Excluir  uma  ou  mais  vértebras  que  estejam 
afetadas  por  alterações  morfológicas, 
estruturais ou artefatos.

 Três  vértebras  devem  ser  usadas  se  não  for 


possível  usar  quatro,  e  no  mínimo  duas  se  não 
for possível usar três.

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MEDIÇÃO E 
ANÁLISE

 DE FÊMUR

DUAL FÊMUR

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DMO ­ Medição de Fêmur/ Dual Fêmur
Posicione o paciente centralizado com a LCM. 

Use o PMS como referência.

Os braços do paciente devem estar cruzados sobre o peito       
           afastados das laterais do quadril.  

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DMO ­ Medição de Fêmur/ Dual Fêmur
1­ Rotação da perna suficiente para 
análise adequada.
2 – Retificação do fêmur.
3 – Ausência de metal.

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DMO ­ Medição de Fêmur/ Dual Fêmur

Ajuste a posição da                  
luz do laser 
aproximadamente                      
              7 ­ 8 cm abaixo do         
         Trocanter maior;

 Em que a linha transversal 
(Sínfise Púbica) e a linha 
média do fêmur se 

interceptam.

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Uso de prótese e / ou qualquer outro motivo que 
dificulte ou impossibilite a execução do fêmur em 
estudo, escolhe­se o fêmur contralateral.

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Monitore  a  imagem  para  assegurar  que  ela  esteja  correta. 
Certifique­se de que:

O Fêmur mostra:
1­ Trocanter maior 
2­ Colo femoral 
3­ Ísquio.

TROCANTER MENOR

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1. Colo Femoral 
Inferior

5 2. Trocanter

3.  Ward's

4.  Diáfise

5. Quadril inteiro 
(definida como a 
região combinada 
do colo femoral, 
trocanter
e regiões da diáfise).

6. Colo superior do fêmur

7. Comprimento do eixo do quadril (HAL)
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Comprimento do eixo 
do  quadril (HAL)

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MEDIÇÃO E 
ANÁLISE DE 
ANTEBRAÇO

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1. Coloque o 
equipamento 
para o 
antebraço 
sobre a mesa.

2. Sente o 
paciente em 
uma cadeira 
próximo à 
mesa de 
varredura e 
centralize o 
antebraço.
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Coloque o braço no quadro de posicionamento com a 
palma virada para baixo e com a mão próxima da 
etiqueta Lunar (1), e diga ao paciente para descontrair o 
pulso.

A linha vermelha (2) indica o centro da área de medição. 
Centralize o antebraço do paciente ao longo dessa linha.

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A linha azul (4) indica o ponto inicial da medição.
Posicione o antebraço do paciente de modo que a 
extremidade distal do cúbito fique nessa linha.

Este  é  o  local  em  que  você  posicionará  a  luz  do 


laser, quando iniciar uma medida.

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Use o gráfico mostrado na tela Nova Medição para 
ajustar  a  posição  da  luz  do  laser.  Posicione  a  luz 
do  laser  no  centro  do  pulso,  adjacente  à  estiloide 
da Ulna.

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ANÁLISE DE ANTEBRAÇO
 Se  necessário,  selecione  ROIs  na  barra  de 
ferramentas  Analyze  (Analisar)  para  ajustar  as 
ROI.
 Assegure­se  que  as  ROI  do  antebraço  estão 
posicionadas corretamente como a seguir:

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Posicionamento de ROI para antebraço

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DMO
 DE CORPO 
INTEIRO

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 DMO­ CORPO INTEIRO 
­POSICIONAMENTO

A) O  corpo  do  paciente 


está  no  centro  da 
mesa do scanner. 

B) As  mãos  do  paciente 


deverão estar viradas 
para  o  lado  com  os 
polegares  para  cima, 
com  as  palmas 
direcionadas  para  as 
pernas  e  os  braços 
estendidos  ao  longo 
do corpo do paciente.

C) Fitas de velcro.
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Monitore a imagem para assegurar que ela 
esteja correta.

Uma  imagem  correta  de  Corpo 


Inteiro  mostra  todo  o  corpo  do 
paciente.
Certifique­se de que:
  1­ a cabeça,
  2­ os pés 
    3­  os  braços    do  paciente  sejam 
exibidos na imagem.

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CRITÉRIOS DE 
MEDIÇÕES
ANÁLISE DO 
EXAME
ANÁLISE DO EXAME
 AJUSTE DOS  ROIS
 As  ROIs  não  precisam  ser  ajustadas  na  maioria 
das circunstâncias. 

 Os  procedimentos  para  ajustar  a  posição  das 


ROIs são específicos para cada local de medição.

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Ferramentas para ajuste das  ROIs

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Se necessário, selecione ROIs da barra de ferramentas 
(Analisar) para ajuste.

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L1 NOMEADA 
ERRADA

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DEPOIS CORREÇÃO

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ANÁLISE DO EXAME 
 TIPIFICAÇÃO  DO PONTO

 A  tipificação  de  pontos  é  uma  ferramenta  que 


permite visualizar como o programa classifica os 
pontos  de  amostra,  e  alterar  a  classificação,  se 
necessário. 

 A tipificação de pontos determina a colocação de 
bordas ósseas.

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ANÁLISE DO EXAME  TIPIFICAÇÃO  DO PONTO
 Selecione  Points  (Pontos)  na  barra  de 
ferramentas.
 O  programa  determina  automaticamente  se  a 
amostra é osso, tecido, neutro, ar ou artefato.

ÓSSEO
NEUTRO GORDURA
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ANÁLISE DO EXAME  TIPIFICAÇÃO  DO PONTO

Osso: Verifique se o osso está classificado como 
Osso.

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ANÁLISE DO EXAME  TIPIFICAÇÃO  DO PONTO

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CONTROLE DE
 QUALIDADE 
APARELLHO 
DMO
CONTROLE DE QUALIDADE
 1. Manutenção preventiva diária (Teste de 
controle de qualidade).

Posicione                   
      o bloco­controle 
sobre a mesa do 
exame conforme 
mostra a imagem 
na tela. 

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CONTROLE DE QUALIDADE
 2. Manutenção preventiva semanal 
(Phanton unidades).

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CONTROLE DE QUALIDADE

 3. Manutenção preventiva mensal (Phanton 
unidades).

 4. Manutenção preventiva anual (Externa). 

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FATORES DE AFETAM A PRECISÃO
 Técnica  do  operador  para  posicionamento  e 
análise do exame
 Calibração inadequada do equipamento
 Presença  de  outras  fontes  de  radiação  no 
ambiente
 Desconhecimento  da  história  do  paciente  ­   
Presença de artefatos (botões,zíperes,etc)

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 Contrastes baritado (deve­se aguardar 5 

dias para se fazer a densitometria)
 Contraste oleoso (mielografia) pode 

permanecer depositado no organismo por 
vários anos.
 Calcificações na Aorta abdominal.

 Cálculos Renais e Biliares.

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OBRIGADA!
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