Você está na página 1de 10

GALPÃO POLIVALENTES DE MADEIRA:TECNOLOGIA DE CONSTRUÇÃO

RURAL ADAPTADA À REALIDADE LOCAL

Irenilza de Alencar Näás, Raquel Gonçalves-e Humberto Metello

RESUMO: Apresenta-se um projeto alternativo de difusão de Tecnologia de Construções


Rurais de Madeira que são os ”Galpões Polivalentes-.Tecnologia adaptadas à realidade
local” onde serão implantados nas áreas de assentamento na região Amazônica, (07 unidades
demonstrativas) e áreas indígenas em Mato Grosso localizadas principalmente acima do
paralelo 13. O projeto de Arquitetura conduz em valorizar o espaço físico interno e externo e
oferecer às Associações de Classe e às Associações Comunitárias da zona rural mato-
grossense, um espaço coberto com ambientes internos que represente a sede
administrativa/social, e desenvolver a qualificação profissional integrada onde a comunidade
possa reunir, discutir e resolver os seus problemas cotidianos. A tecnologia adaptada à
realidade local tem a preocupação também de envolver conceitos básicos de Conforto
Ambiental, Durabilidade do Material/Madeira, Segurança da Construção bem como envolver
a Comunidade Rural em regime de Mutirão, Ajuda Mútua e Auto Construção.
Palavras-Chaves: Construção Rural, Reforma Agrária, Amazônica, Associação Comunitária.

HANGAR VERSATILE OF MADEIRA:TECNOLOGIA OF RURAL


CONSTRUCTION ADAPTED TO THE LOCAL REALITY

ABSTRACT:It presents an alternative project of diffusion of Technology of Rural


Constructions of Wood that you/they are the "Hangar Versatile - .Tecnologÿ adapted to the
local " reality where you/they will be implanted in the establishment areas in the Amazon
region, (07 demonstrative units) and indigenous areas in Mato Grosso located mainly above
the parallel 13. The project of Architecture leads in to value the internal and external physical
space and to offer to the Associations of Class and the Community Associations of the rural
zone mato-grossense, a space covered with internal atmospheres that represents the thirst
administrativa/social, and to develop the integrated professional qualification where the
community can gather, to discuss and to solve your daily problems. The technology adapted
to the local reality he/she also has the concern of involving basic concepts of Environmental
Comfort, Durability of Material/Wood, Safety of the Construction as well as to involve the
Rural Community in regime of Collective effort, it Helps Mutual and Auto Construção.
Keywords: Rural Construction, Reforms Agrarian, Amazon, Community Association.
1.-INTRODUÇÃO
Em conseqüência dos grandes desequilíbrios sociais em função da atração migratória, êxodo
rural e desordenada ocupação das diversas cidades no Estado de Mato Grosso, observa-se
constantemente a dramática situação da grande maioria da população com os seguintes fatos.
Como reunir a população para discutirem os seus destinos e adotar soluções de seus
problemas se não existem, nessas comunidades, locais próprios para se reunirem?
Como exigir desenvolvimento de uma comunidade, se as suas associações representativas
não dispõem sequer de uma pequena sede administrativa e social para discutirem os seus
problemas cotidiano ?
Na análise desses questionamentos, constata-se ser esses os fatores negativos de natureza
infra-estrutural no processo de desenvolvimento social das populações principalmente os de
baixa renda.
Observa-se nas comunidades rurais, também, a inexistência de um pequeno espaço coberto
que represente a sede administrativa, que possa reunir, discutir e resolver os seus problemas
cotidianos e desenvolver uma série de atividades importantes para o seu desenvolvimento
pessoal e social. .( Figura 1)

Figura 1 Aspecto de uma creche improvisada na comunidade rural


Local: Coxipó -Açu, Estado de Mato Grosso,(1987)

Na tentativa de minimizar esses problemas sociais, que são fatores negativos de natureza
infra-estrutural da comunidade, a Universidade Federal de Mato Grosso através do
Departamento de Arquitetura e Urbanismo desenvolve um projeto alternativo de difusão de
Tecnologia de Construção Rural de Madeira que são os “Galpão Polivalente Tecnologia
adaptada à realidade local”, que vem atender aos inúmeros problemas sociais das
comunidades carentes em diversas formas de utilização no Estado de Mato Grosso

2.-OBJETIVOS DOS GALPÕES POLIVALENTES.

São equipamentos sociais comunitários cuja finalidade é de construir nas comunidades rurais
em Mato Grosso onde constitui-se de espaços suficientes para que a comunidade possa
discutir e revolver os seus problemas cotidianos, as suas reivindicações de melhoria e
estabelecer uma consciência crítica de conduzir os seus próprios destinos e aspirações na
comunidade.
3.-UTILIZAÇÃO DOS GALPÕES POLIVALENTES NA ÁREA RURAL

O Galpão Polivalente tem a preocupação de oferecer uma série de opções como equipamentos
sociais nas áreas de assentamento rural principalmente na região Amazônica, onde oferece
para a comunidade mato-grossense uma série de oportunidades na escolha de equipamentos
que conjugam ações conforme a relação abaixo:

Projeto:1-CENTRO COMUNITÁRIO NA ÁREA RURAL


Área Construída:123,00m² Área Coberta :237,00m²
Finalidade
Desenvolve uma série de ações educativas e profissionalizantes na comunidade, promovendo
reflexões sobre temas ligados a realidade cotidiana atual, bem como desenvolver o espírito
associativista e comunitário local.
Consolida, também, diversas atividades sociais, culturais e recreativas proporcionando melhor
relacionamento entre si, bem como reivindicar os seus direitos e deveres como cidadões

Projeto:2-CRECHES COMUNITÁRIAS RURAL


Área Construída:172,00m² Área Coberta :375,00m²
Finalidade
Será desenvolvido ações que proporcione á criança, guarda, assistência preventiva de saúde,
alimentação, atividade de estimulação motora, além das ações educativas e das necessidades
em cumprimento aos preceitos legais estabelecidos no Estatuto da Criança e do Adolescente.

Projeto:3-CENTRO DE GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA NA ÁREA RURAL


Área Construída:245,00m² Área Coberta :473,00m²
Finalidade
Este projeto estimula e apoia ações voltadas a ocupação produtiva e geração de renda familiar,
contribuindo para o fortalecimento das organizações das cooperativas comunitárias, o
crescimento da economia local e conseqüentemente a melhoria da qualidade de vida do
produtor rural

4.-OPERACIONALIZAÇÃO DO PROJETO

Para operacionalizar o Projeto serão envolvidos vários órgãos a nível Federal, Estadual e
Municipal. bem como as Organizações Não-Governamentais (ONGs) e as formas associativas
comunitárias e a própria comunidade em geral interessadas no projeto alternativo, onde
pretende envolver um trabalho integrado com os seguintes seguimentos:

a)-.Envolver os órgãos públicos como a Associação Mato-Grossense dos Municípios -AMM,


as Prefeituras Municipais do Estado e os Conselhos Municipais de Desenvolvimento Rural-
CMDR onde estarão sempre presente na discussão, elaboração e implantação do projeto no
Município, cabendo-lhes com equipe técnica-administrativa, apoiar, orientar e fiscalizá-lo.

b)-.Respeitar e obedecer as normas técnicas oficiais municipais com relação ao Plano Diretor
do Município, Código de Obras local, de Posturas, Uso do Solo, Zoneamento regional,
Regularização de Posse, e outras etc para isto deverá manter alguns contatos com os órgãos
públicos de planejamento na esfera Federal, Estadual e Municipal.
c)- Criar parceria com os Centros de Pesquisa na área de Tecnologia de Projetos Alternativos na
área de Construções Rurais e uso de materiais alternativos como a madeira, solo-cimento,
ferro-cimento, solo-cal e muitos outros.
d)-.Envolver os Centro de Pesquisa na área de Tecnologia da Madeira destacando o respaldo da
Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), do Serviço Nacional de Aprendizagem
Industrial (Senai/MT) e da Secretaria da Agricultura do Estado de Mato Grosso com o Centro
Tecnológico da Madeira (Indea/MT) e de outros Centros de Pesquisa de renome Nacional
onde serão desenvolvidos estudos e pesquisas de novos protótipos com serviços de natureza
laboratorial, controle de qualidade e identificação da Madeira e sua aplicação ( Figura 2).

Figura2 -Centro de Tecnologia da Madeira em Mato Grosso


Local: INDEA, Cuiabá, MT,1995.

5.-UNIDADE DE PRODUÇÃO
É um local coberto com espaços suficientes para a estocagem, preparação, montagem e
acabamentos dos elementos construtivos bem como instalação de equipamentos para
beneficiamento da madeira e de outros sistemas construtivos alternativos.
A execução dos trabalhos na área de tratamento e preservação da madeira será realizada por
técnicos qualificados e com larga experiência no setor.
A composição da equipe técnica envolve uma série de técnicos entre Supervisor;
Marceneiros; Carpinteiros; Montadores; Preservadores; Operadores de Máquinas; de
Acabamentos e de Campo; Motoristas; Auxiliares, e Braçais.(Figura 3)

Figura 3-Unidade de produção na execução dos elementos construtivos


Local: INDEA, Cuiabá, MT, 1994
6.-IMPLANTAÇÃO DO PROJETO/CARACTERÍSTICA MACROCLIMÁTICA
LOCAL.
Para proporcionar Conforto Ambiental aos seus usuários o projeto deve efetuar um estudo e
posicionamento da edificação no terreno em relação das características macroclimáticas da
região como: temperatura, umidade relativa, pluviosidade, nebulosidade e principalmente a
radiação solar e os ventos dominantes incidindo nas paredes do galpão.
De modo geral, a edificação deve ser posicionadas com as suas aberturas orientadas no
sentido dos ventos dominantes, bem como protegê-la da melhor maneira possível da radiação
solar utilizando recursos para criar sombras como: densa arborização ( Bosque), pergolados,
caramanchões, etc.vinda da nascente (L) e do poente (W), observar, portanto, a relação ao
eixo Norte -Sul, conforme ilustração abaixo:
Sabe-se que na posição norte a incidência solar será menor, se comparada à somatória da
radiação recebida pelas fachadas leste e oeste

7.-AS DIMENSÕES DOS GALPÕES POLIVALENTES: PROJETO MODULAR


São construções de 7,00m de largura com beiral de 2,00m na cobertura, formando assim
11,00m de área coberta por uma modulação básica de 3,5m x 3,5m em todo o seu perímetro,
onde a modulação facilita a padronização de todos os elementos construtivos como: a
fundação direta em pilares de madeira tipo “sanduiche”, os painéis de fechamento do piso
elevado e lateral, as esquadrias (portas e janelas), vigamentos de amarração inferior e
superior, modulação das tesouras padrão para cobertura.-(Figura 4)

Figura 4- Modulação de 3..50m x3.50m do Galpões Polivalentes,1987


8.-A FORMA DE CRESCIMENTO

Os Galpões Polivalentes têm a flexibilidade de ser construídos em diferentes fases, com


aumento automático para outras atividades, sem comprometer a implantação inicial do
projeto.
Nesse sentido, tem a opção de proporcionar uma série de disposição em termos de valorização
do espaço, com a colocação de vários galpões independentes, bastando para isto a colocação
de calhas metálicas entre a união dos blocos.
Para tirar o maior aproveitamento dessa composição, os espaços vagos deixados entre os
blocos podem com uso adequado, utilizar para uma boa arborização, jardinamento e
desenvolver atividades de recreação e lazer. (Figura 5).

Figura 5- Conjunto de Galpões Polivalentes.

9.-A ESCOLHA DOS MATERIAIS PARA FECHAMENTO DAS PAREDES

Em Mato Grosso, em função da elevada temperatura diária, deve-se escolher materiais de


construção com baixa capacidade térmica para evitar acúmulo de calor sobre as superfícies e
materiais externos.
Isto porque a radiação solar incidindo sobre os painéis de madeira externos gera um fluxo
térmico desagradável, que se transmite para o interior dos ambientes.
O projeto de Arquitetura condiciona oportunidades em utilizar vários processos tradicionais
ou alternativos para fechamento das paredes internas e externas.
Pode-se adaptar uma tecnologia de baixo custo com matéria-prima de abundância da região
onde será implantado o projeto e com aceitação da comunidade envolvida, e uso de materiais
alternativos como solo-cimento, ferro-cimento, solo-cal e muitos outros.

10.-A IMPORTÂNCIA DAS ESQUADRIAS

O Estudo das aberturas, dimensionamento e posicionamento das esquadrias tem a finalidade


de obter o melhor aproveitamento natural da ventilação e da luminosidade do local, isto,
porque nos oferece melhor condição de higiene, conforto físico, melhor qualidade de luz e
visualização da paisagem externa.
11.-A COLOCAÇÃO DAS DIVISÓRIAS INTERNAS
A organização dos espaços internos em função do mobiliário, das pessoas e dos equipamentos
de produção devem facilitar a ventilação cruzada e as divisórias internas, de preferência
devem ser removíveis e com alturas sempre menores que o pé direito do ambiente, ou devem
ser permeáveis à passagem do ar.(Figura 6)

Figura 6-Detalhe de uma divisória baixa.

12.-A ESCOLHA DA VEGETAÇÃO


Na região da Amazônia mato-grossense existem por natureza grandes áreas gramadas,
florestas e bosques onde pode-se tomar partido para a implantação do projeto Arquitetônico
obtendo assim melhor conforto ambiental e visual do ambiente interno e externo
Serão executados um projeto de paisagismo tropical com a utilização de plantas ornamentais,
sejam árvores, arbustos, gramados etc bem como plantas nativas que estejam ameaçadas de
extinção.( Figura 7).

Figura 7-Modelo de Galpão Polivalente aproveitando vegetação local


Local: Centro de Pesquisa da LBA, Cuiabá Estado de Mato Grosso, (!987)
13.-CONCEPÇÃO TÉCNICA DA COBERTURA
Em Mato Grosso, em determinadas regiões do estado com temperatura superior a 38° (verão),
incidindo sobre as superfícies envidraçadas, paredes externas, piso e principalmente na
cobertura gera um fluxo térmico violento, que se transmitem para o interior do Galpão
Para diminuir a alta temperatura no espaço interno são relacionados a seguir algumas
propostas na construção da Projeto da Cobertura, com os seguintes detalhes técnicos:

a.-Forro de madeira inclinado


b.-Criação da câmara de ar
c.-A Utilização dos beirais longos e telhado em quatro águas
d.- O lanternim nas coberturas
e.-A influência da cor na cobertura

a.-FORRO DE MADEIRA INCLINADO

O forro de madeira no interior e no beiral exterior serão inclinados, acompanhando o


caimento da cobertura de 37%, essa diferença de pé direito é importante para poder se
instalar saídas de ar na parte superior dos ambientes internos.
São utilizados sistemas de fechamento reguláveis podendo ser hermeticamente fechados
no período do Inverno, uma vez que neste período se deseja que o ar aquecido permanência
no interior dos ambientes e aberto no verão para poder efetuar a aeração interior. O forro
constitui uma barreira que constrói o fluxo térmico originado pela insolação da cobertura, e
deste modo protege os indivíduos no interior da edificação.

b.-CRIAÇÃO DA CÂMARA DE AR

Existem na parte inferior da cobertura duas camadas de ar, a primeira localiza-se abaixo da
telha, isto é, apoiada na estrutura da tesoura, a segunda existe com a formação do forro de
madeira inclinado.
Na primeira camada próximo a telha usa-se um revestimento aluminado de alta
durabilidade que intercepta 95% da radiação (Calor), isto porque o material tem
emissividade bastante pequena, logo aumenta a resistência térmica da câmara.
Uma dessas câmaras, deverá ser ventilada, isto porque uma câmara de ar ventilada tem seu
desempenho térmico aumentado uma vez que a ventilação promove a troca de ar nessa
câmara evitando assim que esse ambiente se mantenha aquecido, conforme detalhes
esquemático a seguir.
c.-A UTILIZAÇÃO DOS BEIRAIS MAIS LONGOS E TELHADO EM QUATRO (4)
ÁGUAS
A característica importante da cobertura é o seu uso em quatro águas e a tesoura padrão que
se alongam formando um beiral bastante avantajado em todo o perímetro da edificação com
dimensão aproximada de 2,00 m.
Esse beiral permite que todo os ambientes internos tenham sombras e as janelas e portas
possam ser abertas durante as chuvas, sem o perigo de molhar dentro dos cômodos,
contribuindo assim para manter a temperatura ambiente agradável bem como proteger os
pilares estruturais de madeira tipo “sanduiche” e as paredes externas. (Figura 8)

Figura 8-Modelo de Galpão Polivalente em 4 águas


Local: Centro de Pesquisa da LBA,Cuiabá,MT,1987

d.- O LANTERNIM NAS COBERTURAS


O sistema de lanternim nas coberturas é usado devido à maior eficiência para a renovação
natural do ar aquecido, pelo ar de temperatura externa.
O princípio básico desse tipo de ventilação reside no fato de ser o ar quente mais leve,
elevando-se sozinho a medida que se aquece o ambiente.
Tendo por base este princípio será necessário prever uma entrada de ar fresco pelo ponto
mais baixo das paredes de fechamento e uma saída pelo ponto mais alto possível, por
exemplo, na cumeeira ou perto dela, onde segue abaixo os tipos de lanternin. ( Figura 9 )

Figura 9 Detalhe do lamternin


Local: Centro de Pesquisa da LBA,Cuiabá,MT,1987
e.-A INFLUÊNCIA DA COR NA COBERTURA

O uso de pintura branca nas telhas de fibrocimento, promove significativamente a reflexão


da radiação solar, e com isso acarreta uma redução na quantidade de calor de radiação,
gerado na cobertura.

14.-CONSIDERAÇÒES FINAIS

Observa-se em muitas comunidades Rurais a falta de um local estruturado nas condições


adequadas onde essa comunidade possa utilizar como meio de integração social e
profissionalizante, ou mais, como meio de apoio a qualquer necessidade e relacionamento
entre si, bem como reivindicar os seus direitos e deveres como cidadões
Com isso, os resultados deste trabalho dos Galpões Polivalentes vem minimizar essas
necessidades como proposta alternativas em oferecer melhor conforto ambiental, qualidade e
durabilidade na construção e o envolvimento das comunidades organizadas na construção dos
seus equipamentos sociais.

SIGLAS

AMM: Associação Mato-Grossense dos Municípios


CMDR Conselhos Municipais de Desenvolvimento Rural
FEAGRI: Faculdade de Engenharia Agrícola.
FIEMT: Federação das Industrias no Estado de Mato Grosso.
FTEN: Faculdade de Tecnologia e Engenharia da UFMT
INDEA: Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso.
LBA: Legião Brasileira de Assistência
SENAI/MT :Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial
UFMT :Universidade Federal de Mato Grosso
UNICAMP: Universidade de Campinas
USP: Universidade de São Paulo.

15.-REFERÊNCIA BIBLIOGRAFICA

FILHO, A.E.A. (1989) Dez Alternativas Tecnológicas para Habitação. Brasília. Relatório /
PNUD, MINTER. cap. 8, p. 213-249. Construção de Habitação através de Tecnologia do
tipo Solo-Cal.
HELLMEISTER, J.C. (1983). A casa de madeira para a Amazônia. In: Encontro Brasileiro
em Madeiras e em Estruturas de Madeiras, 1. São Carlos, 1983. Anais. São Carlos - USP,
EESC, SET, LaMEM. 1983. p. 1-41.
METELLO, H.S.; OLIVEIRA, S.H. (1993). Painéis ilustrativos das etapas construtivas para
auxílio dos trabalhos de mutirão habitacional. NEPH / UFMT, Cuiabá, Mato-Grosso. p. 70
- Estágio Supervisionado.
METELLO, H.S.; RIBEIRO, C.L. (1993). Painéis ilustrativos de detalhes de projetos
arquitetônicos de moradia de interesse social. NEPH / UFMT, Cuiabá, Mato-Grosso. p. 57
- Estágio Supervisionado.
MONTEIRO GILDO, G.A. – Ventilação e Coberturas, SP. Edgard Blucher, 1994.