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AVC – AVALIAÇÃO CONTÍNUA

FOLHA DE RESPOSTA

Disciplina: Fundamentos da Educação Especial


Disci

CRITÉRIOS DE PARTICIPAÇÃO NAS ATIVIDADES

A Avaliação Contínua (AVC) é uma atividade que compreende a elaboração de uma produção discursiva, podendo ser uma resenha,
estudo de caso ou resposta de uma pergunta. Esta avaliação vale até 3,00 pontos.

Atenção1: Serão consideradas para avaliação somente as atividades com status “enviado”. As atividades com status na forma de
“rascunho” não serão corrigidas. Lembre-se de clicar no botão “enviar”.

Atenção2: A atividade deve ser postada somente neste modelo de Folha de Respostas. Obrigatoriamente na versão Pdf.

Importante:
Sempre desenvolva textos com sua própria argumentação. Lembre-se de indicar quais foram as fontes de referência de
pesquisa. Nunca copie e cole informações da internet, de outro colega ou qualquer outra fonte como sendo sua produção, já
que essas situações caracterizam plágio e invalidam sua atividade.

CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES - DISCURSIVA

 Forma: 1,00 ponto


Linguagem e clareza: o texto deve estar correto quanto à ortografia, ao vocabulário e às terminologias, e as ideias devem ser
apresentadas de forma clara, com introdução, desenvolvimento e conclusão, sem incoerências. (1,00)

 Conteúdo: 2,00 pontos


Raciocínio: o trabalho deve seguir uma linha de raciocínio que se relacione com o material didático. (0,50)
Coerência: o trabalho deve responder às questões propostas pela atividade. (1,00)
Embasamento: a argumentação deve ser sustentada por ideias presentes no conteúdo da disciplina. (0,50)

Pontuação total da Avaliação Contínua (AVC) – 3,00 pontos

CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES - CÁLCULO

 Raciocínio: 1,50 Ponto


O trabalho deve seguir uma linha de raciocínio e coerência do início ao fim. O aluno deve colocar todo o desenvolvimento da
atividade até chegar ao resultado final.

 Resultado Final: 1,50 Ponto


A resolução do exercício deve levar ao resultado final correto.

Pontuação total da Avaliação Contínua (AVC) – 3,00 pontos

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Resolução / Resposta
As instituições de ensino ao pensar em educação especial, por sua vez, têm
que buscar diversos caminhos e metodologias para realizar a inclusão desses alunos,
não apenas no âmbito escolar e sim, dentro da sociedade. A busca por diversas
tentativas e metodologias, nos remete a seguinte questão: “como é sentida e
vivenciada essa questão pelos alunos, pais e corpo docente?”.
Segundo a asseveração de Azanha (1983), que foi amplamente discutida com
a rede estadual paulista, na década de 80, mostrando a importância de que não pode-
se falar de cada escola de um modo feral, mas sim de cada escola individualmente,
tendo como base as suas necessidades e realidades sociais.
O professor coordenador, por ser um elemento fundamental, na educação
especial (dentro do ambiente escolar), tem como foco e objetivo mediar e articular
os professores na questão pedagógica para criar meios inclusivos nos conteúdos a
serem trabalhados em sala de aula. Outrossim, realizar ações através da inclusão
social envolvendo professores, alunos, funcionários, pais de alunos e comunidade.

Para isso, o coordenador pedagógico utilizaria tais metodologias:

- Como articulador, sua função principal é possibilitar o trabalho coletivo


dos professores, através das propostas curriculares, baseando-se em sua realidade e
da comunidade escolar;
- Como formador, norteia o corpo docente a se aprofundarem em sua área
específica e que consiga realizar ações que envolva os alunos como um todo.
Respeitando e articulando a necessidade individual de cada um;
- Como transformador, buscar meios de auxiliar o andamento das metas
estabelecidas aos professores e mediar cada caso, mantendo o processo de ensino
aprendizagem de cada aluno.
Como articulador, possibilitar parcerias, de modo que, movidas por
necessidades semelhantes, insira no âmbito escolar o significado do trabalho
coletivo.
Outro meio para essa mediação é possibilitar a interdisciplinaridade, que
possibilita a formação do aluno se expandir, evitando a fragmentação do ensino e
confrontação das propostas e ações curriculares.
Destacamos dois aspectos na função coordenador pedagógico, tendo em
vista que nesse momento ele se torna a peça de formador na unidade escolar e
sociedade:
1° seu compromisso com a formação, representa o projeto político

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pedagógico da escola, que tem como objetivo atender as necessidades de cada aluno
individualmente e em equipe como inclusão de todos.
2º o compromisso com o desenvolvimento dos professores tem de levar em
conta as suas relações interpessoais com os demais membros da escola: alunos, pais,
comunidade, sendo estas relações entendidas em sua diversidade e multiplicidade,
aceitas como se apresentam, aproveitadas como recurso para o processo formativo,
como explicado em “O coordenador pedagógico e questões da contemporaneidade”.
Como transformador, espera-se sua participação no coletivo da escola como aquele
que permite e estimula à pergunta, a dúvida, a criatividade, a inovação. Só assim a
escola se instituirá não apenas como espaço de concretização do currículo, mas
também como espaço de mudanças curriculares necessárias e desejadas pelos
professores, para cumprir seus objetivos educacionais e assim realizar de forma
efetiva os objetivos da Educação Especial.
O coordenador como mediar da educação especial na unidade escolar, após
traçar as metas a serem tomadas com o corpo docente e equipe escolar, tem como
objetivo traçar metas a serem trabalhadas com as famílias, metas essas que podemos
classificar da seguinte forma:
1º Demonstrar os reais objetivos das ações as serem tomadas com o aluno,
mostrando que a escola em geral está trabalhando com projeto pedagógico em uma
inclusão efetiva, deixando o educando mais confortável no ambiente escolar;
2º Apresentar resultados periódicos a família, das ações que foram tomadas e
as principais mudanças (caso houver);
3º Realizar uma “cobrança” efetiva da família, para identificar as principais
mudanças comportamental e social do educando fora do ambiente escolar, caso haja
alguma mudança efetiva seja ela positiva ou não, a escola deve ser comunicada,
para em conjunto realizarem as alterações nas metas da escola.

Referencias:
AZANHA, J.M.P., Documento preliminar para reorientação das atividades
da Secretaria. Secretaria de Estado da Educação de São Paulo, 1983.