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Aula 1 – 26 de Julho de 2017

Direito Administrativo 1
Arli.silva@uol.com.br

Teoria geral do direito administrativo


Regime jurídico do estado, e o modo de estruturação da administração publica

1o B noções gerais de direito administrativo, regime jurídico da administração publica,


administração publica direta e indireta
2ºB poderes da administração publica

bibliografia:
Odete MedaUAR fácil
Jose dos santos carvalho filho
Celso Antonio Bandeira de Mello extremamente completo
Maria Zanella di pietro
Marçal Justen Filho – extremamente cientifico
Irene nohara tem blog

O direito é constitucionalizado e o direito administrativo é baseado na CF

Sempre existiu o Estado? Não


O estado é fruto da evolução humana, é um Contrato social p organização da sociedade thomas
hobbes diz que o homem é o lobo do próprio homem, e alguém tinha q organizar esta sociedade
e o marco dessa organização são as revoluções liberais, revolução inglesa, americana e francesa.
revolução francesa é o marco politico de um estado organizado a partir de uma Constituição

Estado – é uma associação de indivíduos o estado é uma organização jurídica politica e social
Qual Estado? Qual Estado surge com as revoluções? Estado de Direito que evolui e surge o
Estado Democrático de Direito

Estado Democrático de Direito –pressupõe que para existir legitimidade no Estado tem q
haver participação popular, as ações do estado são legitimadas a partir da população popular
No Estado democrático de direito as ações do estado dependem de ouvir a população
Orçamento participativo – é a lei q determina as despesas e receitas o q entra e sai de $$,
participativo quer dizer ouvir os moradores envolvidos, muitos municípios adotam o orçamento
participativo Exp. conselho municipal de saúde, conselho de contribuintes, conselho municipal
de transito
Audiência publica – pq tem audiência publica? Pq as decisões ambientais graves só são
legitimas com a participação popular

O administrador publico é aquele que tem competência para as ações executivas do estado deve
pautar as suas ações pelo Estado Democrático de Direito

Estado e Poder ‘’O estado é poder, concentra em si toda a capacidade de agir em nome dos
cidadãos e a institucionalização do poder”
Gabriel Chalita – o poder

 O poder do estado é diferente do poder do particular


 O estado é poder pq organiza a sociedade , e concentra em si toda a capacidade de agir
 Qual a finalidade do Estado? o estado existe p o bem comum q é o interesse publico por
isso concentra em si toda a capacidade de agir,
 O estado não pode ser omisso, pois a omissão é incompatível com qualquer ação do estado,
seja do legislativo do executivo ou do judiciário quando o estado é omisso ocorre o abuso
de poder é quando a autoridade deve agir e não age
 O estado é poder mas quem q concretiza o poder do Estado uma vez q o estado é uma
abstração? É o agente publico,
 Agente publico é qualquer um q fala em nome do estado, tem poder e não pode ser omisso
pois concretiza a vontade do estado
 Pq o estado concentra em si toda a capacidade de agir? Em nome dos cidadãos, mas os
cidadãos não podem exercer poder do modo como o Estado exerce
 Institucionalização do poder -
 Instituto jurídico significa algo relevante p o Direito e de tão relevante tem uma
regulamentação própria
 O direito administrativo estuda a administração publica que é a função executiva do Estado,
a função típica do executivo é administrar

Direito Administrativo
Objeto de Estudo
Histórico do direito administrativo
a) remota antiguidade – diorgenes Gasparini – poder do governante – poder teológico sentido
divino do poder.
b) antiguidade clássica – o povo grego era prodigo em regras de direito publico
 b.1) gregos – 1a lei da fiscalização do direito publico de como gastar o $ publico surge
com os gregos. Existia a guarda dos prédios públicos que eram guardados por soldados
que é equivalente as guardas municipaisatualmente, e existia coletoria de impostos
repartições p recebimentos dos tributos o q é hoje a receita federal
 b.2) romanos – pródigos no direito privado – romanos povos de conquistas cada cidade
conquistada precisava de uma administração – alcaide prefeito, edil vereador
c) idade média – idade do patrimônio, surge a tese da irresponsabilidade absoluta do
governante, nada pode ser oposto ao rei, se ele comete um dano ao patrimônio de alguém a
coroa jamais seria responsabilizada
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Aula 2 – 27 de Julho de 2017

O estado depende do poder, um poder institucionalizado que age em nome da sociedade,


o estado tem um poder institucionalizado e a regras p uso desse poder estão na CF o objeto de
estudo do Direito Administrativo é a administração publica,
antigamente o governante era obedecido pq o poder vinha de uma divindade os gregos são
pródigos em direito publico, naquela época havia a coletoria de tributos hoje tem a receita
federal os romanos pródigos no direito privado.
alcaide prefeito edil vereador, as terras de marinha eram particulares
idade media idade do patrimônio quem tinha direito é quem tinha patrimônio não há direito
publico pq o q imperava era o patrimônio
tese da irresponsabilidade absoluta do governante, não era possível responsabilizar a coroa
o absolutismo desaparece com as revoluções liberais o marco é a revolução francesa surge o
poder constituinte por um dissenso do chamado 3º estado q era os burgueses q sustentavam a
coroa, ( a revolução francesa queda do absolutismo do rei e distribuição do poder, ...
separação dos poderes na mão de um só que era o governante, e então o rei fica subordinado a
lei que decorre do poder constituinte q teve q se subordinar a constituição

d) idade moderna
 revolução francesa – 1789 (efeitos)
1. subordinação do governante a lei,
2. separação de poderes
3. reconhecimento de relação entre o estado e o individuo – o individuo pode reclamar
perante o estado

França – Napoleão sistematização do direito administrativo França lei nº28, pluviose do ano
VIII ( pluviose estação das chuvas, VIII 8º ano depois da revolução) essa sistematização se
espalha por outros países inclusive Portugal, a qual foi trazida p Brasil pelos portugueses, então
o nosso Direito Administrativo é de origem francesa, os espanhóis também seguiram a
sistematização francesa, então a França teve essa influencia no direito Administrativo brasileiro

Responsabilidade do Estado – desaparece a irresponsabilidade do governante q é medieval, o


estado passa a ser civilmente responsável
Caso da menor Agnés Blanco – decisões significativas 1ª sempre na frança o estado envolvido
em relação jurídica seria de competência de juiz administrador, 2º causas comuns competência
de juiz togado jurisdição dual há uma jurisdição q o estado esta envolvido, e outra jurisdição p
circunstancias comuns, a jurisdição do Brasil é una
O conselho de estado francês decide q o estado passa a ser responsável pelos danos q cause ao
patrimônio de alguém, diferente da idade media
O direito administrativo brasileiro é de origem francesa

Art. 103-A. O Supremo Tribunal Federal poderá, de ofício ou por provocação, mediante decisão
de dois terços dos seus membros, após reiteradas decisões sobre matéria constitucional, aprovar
súmula que, a partir de sua publicação na imprensa oficial, terá efeito vinculante em relação aos
demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta, nas esferas
federal, estadual e municipal, bem como proceder à sua revisão ou cancelamento, na forma
estabelecida em lei.
§ 1º - A súmula terá por objetivo a validade, a interpretação e a eficácia de normas determinadas,
acerca das quais haja controvérsia atual entre órgãos judiciários ou entre esses e a
administração pública que acarrete grave insegurança jurídica e relevante multiplicação de
processos sobre questão idêntica.
§ 2º - Sem prejuízo do que vier a ser estabelecido em lei, a aprovação, revisão ou cancelamento
de súmula poderá ser provocada por aqueles que podem propor a ação direta de
inconstitucionalidade.
§ 3º - Do ato administrativo ou decisão judicial que contrariar a súmula aplicável ou que
indevidamente a aplicar, caberá reclamação ao Supremo Tribunal Federal que, julgando-a
procedente, anulará o ato administrativo ou cassará a decisão judicial reclamada, e determinará
que outra seja proferida com ou sem a aplicação da súmula, conforme o caso.

FONTES DO DIREITO ADMINISTRATIVO


Fontes Imediatas
 Lei CF q decorre de um processo legislativo
 Sumulas vinculantes art. 103-A CF
A autoridade administrativa pode impor uma obrigação a sociedade fundamentada em uma lei
e em sumula vinculante
Fontes Mediatas
 Jurisprudência (decisão reiteradas de tribunais)
 Costumes
 Doutrina
Serve de inspiração p legislador e p a autoridade, não existe agir por costume, não se pode
impor obrigações a sociedade fundamentada em fontes mediatas,

Sumula é resumo. É uma serie de jurisprudências q viram sumulas. Não se confunde sumulas
vinculantes com sumulas persuasivas q auxiliam o juiz e tem também as sumulas impeditivas
de recurso q impede o recurso. Sumulas vinculantes só o STF edita e obriga o judiciário e o
administrador, a sumula do STJ não obriga a autoridade administrativa

Codificação do direito administrativo: o direito administrativo brasileiro NÃO é codificado,


não existe código de direito administrativo ao contrario da França e Portugal, não tem
codificação parcial é falado isso pq existe o CTN o código d e aguas o código florestal o
minerário etc. uma lei é codificada quando o seu conteúdo é muito extenso como o CC e CP
que são coletâneas de regras sobre um determinado tema normalmente estes códigos são
divididos em livros, capítulos e sessões, quando uma lei é codificada é pq ela é muito extensa
p ser chamar de lei ordinária, o direito administrativo poderia ser codificado mas ate hoje não
houve opção do legislador pela codificação

Emprego da analogia: Analogia É a comparação de casos análogos decisão por semelhança


aplicada pelo juiz quando ele não tem uma regra a ser aplicada ao caso concreto,
é possível o uso de analogia no Direito Administrativo? SIM é possível desde que o caso
análogo seja de Direito Publico, não há como buscar no direito privado

Interpretação do Direito Administrativo (publico)


O direito publico tem especifidades, particularidades, que são próprias especificas do direito
publico, publicização do direito privado, função social do contrato, horizontalidade dos direitos
fundamentais, não só na relação estado particular, mas também entre particulares. mas jamais
e privatização do direito publico, ate pode se adaptar algumas regras do direito privado ao
publico
Publicização do direito seria interpretar todo o direito a partir dos cânones constitucionais dos
postulados das regras da constituição expressas ou implícitas
Publicização do direito privado A autonomia da vontade não pode se sobrepujar a constituição

Dicotomia publico privada


Direito publico – objetividade normativa Direito privado – subjetividade
Interesse publico - interesses qualificados da sociedade, p Interesse particular – direito individual,
atender as necessidades da sociedade
Relação jurídica vertical – Estado tem preferencia na relação Relação jurídica horizontal – devem
jurídica em detrimento da sociedade, pq o Estado é poder e guardar igualdade sobre pena de invalidade
exerce esse poder em nome dos cidadãos, não há como atender do negocio jurídico
o direito publico numa relação de igualdade – PRINCIPIO DA
SUPREMCIA DO INTERESSE PUBLICO sobre o interesse
privado, justifica a posição de destaque do estado na relação
jurídica – PRINCIPIO DA INDISPONIBILIDADE DO
INTERESSE PUBLICO e quando o Estado não usa desse poder
é omissão, pois o Estado deve fazer uso de suas prerrogativas
exp. o fiscal vai à farmácia e encontra remédios vencidos, ele
apreende os produtos sem precisar pedir autorização
o Estado não pede autorização, o Estado intervém
Legalidade – a autoridade administrativa só pode fazer Autonomia da vontade – ampla liberdade
expressamente q a lei autoriza no direito publico só pode se
só não se pode fazer o que a lei
fazer o que a lei prevê expressamente proibir
Formalismo – solenidade sempre, tem forma p tudo Informalidade – só há formalidade quando
a lei prescrever -
Publicidade art. 37caput, transparência publica, o agente Sigilo – é permitido amplo sigilo nos
publico atende interesses púbico negócios jurídicos sigilo com multa p quem
da publicidade ao contrato

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Aula 3 – 2 de agosto de 2017

 Estado – organização da sociedade, temos um estado federado organizado por uma CF e


somos uma republica federativa, estado é organização jurídica, politica social de uma
sociedade
 Governo – não se confunde com estado a ideia de governo é atrelado a politica publica, é
a estruturação do modo como é governado o Estado. é politica publica, as ações de governo
são ações q definem o modo como será governado o Estado. Governos são metas diretrizes
politicas publicas q indicam o modo de governar quem tem competência de governo no
âmbito do pais o presidente
 Administração Publica – função de administrar de gerenciar de executar o Estado, função
executiva do Estado é função administrativa, mas executar o q? administrar o q? as metas
politicas, as ações de governo fixam metas, diretrizes, mas quem tem competência de
governo? Se for governo federal o presidente e seus ministros, se for um estado membro da
federação o governador do estado e seus auxiliares diretos, e no âmbito municipal é o
prefeito e os secretários municipais, como estamos no presidencialismo um ministro de
estado também tem competência de administração publica ele pensa, analisa discute e
formula politicas publicas nas ações de governo mas também determina a execução
administrativa. o objeto de estudo do Direito Administrativo é a administração Publica q p
executar as suas ações depende das politicas publicas, na área de saúde, transportes a uma
definição de metas de politicas publicas de educação de saúde de transportes exp. o
+médicos é uma de governo uma meta uma diretriz ou exp. quando o prefeito determina a
q como planejamento de ações a expansão do nº de salas de aula no município isso é uma
politica publica de educação isso precisa ser concretizado quem é q vai executar, consolidar
a ação de governo a função da administração publica q vai determinar a licitação p empresa
q vai construir as salas de aula

3realidades q não se confundem e estão implicadas uma a outra a administração publica


gerencia o estado e depende das ações de governo, o governo existe p conduzir este estado q é
a organização da sociedade, estão implicados mas são realidades distintas uma coisa não pode
ser tomada pela outra

distinção: entre tem efeitos jurídicos diferentes:

Atividade Administrativa – atividade cotidiana, mas a atividade cotidiana administrativa não


pode ser executada pelo modo q queremos pq na administração publica há procedimentos p
execução dessas atividades tem rigor quanto a forma, o q fazer e como fazer, a nossa
administração publica é procedimentalizada o que é procedimento? É modo é método de como
executar essas atividades, existe estes procedimentos para q seja possível o controle sobre as
atividades administrativas a administração publica é complexa e burocrática, por isso tem q ter
o procedimento o método de agir o como fazer a ação já esta previamente estabelecida e é
necessário q ela já esteja previamente estabelecida para q sejam acionados os mecanismos de
controle. como o órgão de controle interno controla a atividade? Pq ele sabe o procedimento,
como o MP exerce controle sobre a atividade administrativa pq eles conhecem o procedimento,
como o cidadão exerce controle sobre a atividade administrativa ele pode não conhecer o
procedimento mas tem um direito fundamental q é o direito de petição podendo perguntar a
administração publica pq ela agiu de tal maneira e ela tem q dar uma resposta motivada (claro
no mundo do dever ser, no mundo do ser vc protocola o seu direito de petição e tem q ir buscar
a sua resposta via mandado de segurança raramente a resposta vem) então a atividade
administrativa é a atividade diária procedimentalizada e procedimento é meio é método é
como fazer o modo de realizar essas atividades cotidianas

Função Administrativa – função vamos associar a competência expressa uma ideia de poder
e competência, competência é encargo formal próprio de um cargo, trabalhar bem é eficiência,
quando se diz q o agente publico é competente não quer dizer se ele trabalha bem ou mal e sim
se ele é competente p o exercício daquela atividade, ninguém pode realizar na administração
publica uma atividade administrativa sem q tenha função administrativa q é o poder de exercer
uma determinada competência e todo o agente publico tem esse poder pq todo agente publico
detém uma parcela de competência da competência q é do Estado mas como o estado é
abstração então quem q concretiza efetivamente as ações do estado seja de governo ou de
administração publica é uma pessoa física q é o agente publico a exp. o agente da vigilância
sanitária fez uma apreensão de mercadorias em um mercado pq ele detém a função
administrativa pq ele detém competência administrativa, pois se não tivesse esta competência
não poderia aprende-las então função administrativa é competência p realizar uma atividade
administrativa o agente obrigatoriamente deve observar a função administrativa ele deve ter
competência administrativa

Administração publica – tem função de administrar o estado, tudo o q é de competência do


estado previamente definida numa ação de governo, a administração publica esta vinculada a
ação de governo, é o eixo no qual a atividade administrativa é executada, vou executar o q? tem
q estar previamente definido em uma ação de governo
 - titularidade da administração publica é da função executiva, competência executiva do
Estado, função típica do Estado
 - atividades administrativas atípicas administração publica é atividade atípica do
legislativo e do judiciário, exp. câmera de vereadores é administrada pela mesa executiva
da câmera municipal é a função atípica de administrar o Poder Legislativa aplicam-se a s
regras do regime jurídico administrativo e quem administra o judiciário é o juiz, o
presidente do TJ-PR é um desembargador paralelamente as suas competências típicas
jurisdicionais ele tem a competência típica de administrar o poder judiciário decidir se vai
existir concurso publico

Modelos de Administração Publica – qual o nosso modelo de administração publica?

a) Administração Publica Patrimonialista – aquele q atendia uma ideia governante


absolutista vigorou ate inicio do século XIX e um destaque p esse modelo de administração
publica é a subjetividade do governante o governo era a imagem do rei, tudo q era realizado no
âmbito da administração publica seguia a vontade subjetiva do governante, o q ele entendia q
tinha q ser feito era feito, não se tinha a ideia de administração publica q temos hoje era a época
do patrimonialismo, o governo era patrimonialista administrava p quem detinha patrimônio e
sustentava a coroa, o efeito dessa subjetividade era o clientelismo que eram os clientes da coroa
q recebiam os favores do rei q atendia quem ele achava q deveria atender e quem trabalhava p
a coroa era os parentes os apariguados do rei nepotismo os cargos eram prêmios aos seus
parentes e amigos q atendiam os clientes do rei q recebiam os favores da coroa, e tais favores q
poderiam ser cobrados futuramente ou não, então a ideia de nepotismo vem desse governo
patrimonialista cuja a centralidade era o governante o eu do governante, tinha uma
administração publica q vigorava a pessoalidade do governante.
 ate inicio século XIX
 subjetividade do governante – o governo era a imagem do rei e seguia a vontade subjetiva
do governante, administrava p quem detinha patrimônio e sustentava a coroa
 clientelismo clientes da coroa q recebia favores do rei / nepotismo – eram os apariguados
do rei seus parentes e amigos, os cargos eram prêmios aos parentes q atendiam aos clientes
 centralidade do governante – vigorava a pessoalidade do governante

Administração Publico Burocrática – pela metade do século XIX um sociólogo alemão


chamado Max Weber sistematiza uma teoria da administração publica a chamada administração
publica burocrática ou racional legal cria uma obra chamada Estado e Sociedade q era um
verdadeiro manual e tudo o q constava em seu 1o volume se tem hoje estruturado na
administração publica brasileira pq a nossa administração publica é burocrática e o modo
desenvolvido por Weber visava determinar uma objetividade ao governante desaparece a
subjetiva e a pessoalidade para vigorar a impessoalidade desaparece a ideia de autoridade da
pessoa e agora a autoridade é do cargo, não interessa a pessoa e sim o cargo, a competência é
para ele autoridade executar as ações as atividades administrativas ele tem esse poder e deve
agir assim, mas por conta do cargo e não da pessoa. E pq Weber foi tão sistemático em relação
a isso pq era necessário romper com os resquícios do absolutismo do rei com a sua subjetividade
e pessoalidade administrativa. Isso levou um certo tempo ate q se assumisse essa administração
racional legal mas pq (racional legal ) pq é a razão, uma logica uma sensatez q deve existir da
autoridade administrativa legal pq com a queda dos reis surge o Estado Liberal de Direito
vigorava a época da legalidade pura legalidade em sentido estrito, então naquela época
legalidade estrita racional legal obrigatoriamente deveria ter uma sensatez da autoridade mas a
autoridade deveria aplicar a lei exatamente como o texto da lei vinha determinando um período
de pouca discricionariedade administrativa e de muita omissão do agente publico pq um dos
problemas do estado de direito foi q a lei não consegue prever todas as circunstancias p q o
governante possa agir, dai ele não tinha lei mas ele só podia agir de acordo com a lei e se não
havia lei o estado não dava a prestação necessária, o governante passa a ser subordinado a lei
mas não tem lei ou a lei é insuficiente, vigora a impessoalidade mas qual é o problema do estado
burocrático é que a centralidade esta no procedimento, a atividade administrativa do estado
passa a ser controlado, tendo um procedimento uma regra p agir e depois a ação e a
administração publica burocrática teve q ser estabelecida toda uma estrutura hierarquizada p q
ela pudesse exercer o controle de meios ou controle do método quer dizer q a lei precede
qualquer ação do governante então nesse modelo Weber pensou q 1o tem q ter a lei o legislador
determinando à administração como ela vai agir e quando o agente publico vai executando os
procedimentos é necessário uma estrutura p controlar verificar aferir aprovar o procedimento
realizado pq a eficiência esta na rotina em cumprir o procedimento, weber desaparece com as
arbitrariedade p instalar o controle de procedimentos q é uma rigidez nos métodos
 segunda metade sec. XIX
 objetividade do governante -
 autoridade do cargo
 impessoalidade
 centralidade no procedimento – problema do estado burocrático
 controle de meios ou do método – essencial na administração publica burocrática
exp. lei de licitações tem um rigor formal o procedimento tem forma p iniciar e terminar e não
se consegue passar p procedimento seguinte se o anterior não tiver concluído e mais do q
concluído a comissão de licitação exercendo o controle sobre cada passo, cada procedimento
dentro da lei para q o procedimento possa ir avançando e ao final a administração burocrática
se todos os procedimentos forem formalmente cumpridos há um resultado q é útil

atualmente a administração publica brasileira é burocrática pq é hierarquizada com o chefe


da sessão controlando o q o agente ta fazendo, o chefe do núcleo controla o controle q foi
exercido pelo chefe da sessão e tem lá o diretor q controla se tudo p traz foi bem feito p ver se
esta formalmente dentro do especificado e com isso gera lentidão q gera desconfiança, na
metade do século XIX sem problemas, porem a sociedade evolui dia-a-dia e as exigências da
sociedade para com o Estado são outras o interesse publico é outro é muito mais dinâmico e o
legislador não consegue dar suporte a administração publica q torna-se lenta, e a nossa
administração publica é oriunda desse método sendo uma administração publica burocrática
racional legal estruturada na CF, o modo como a administração publica será desenvolvida é
impregnado de ideologia, em um estado social interventor esse modelo serve

Com a queda do absolutismo do rei houve o absolutismo da lei e quando a lei não conseguia
prever todas as circunstancias necessárias e ai o governante travava pq estava obrigado a lei. O
estado social surgiu pq o estado liberal não deu conta das pessoa q viviam a sua margem, as
vezes a lei não serve ela é insuficiente p atender um mandamento maior q consta na CF dai
precisa-se da juridicidade q é o valor jurídico constitucional de uma conduta

exp. 1o mandato de FHC ele tentou adaptar a administração publica brasileira o modelo ao
modelo de administração publica gerencial,

os Estados Unidos é um estado liberal que é um estado não interventor, Donald Trump
pretende extinguir o modo de previdência social estabelecido pelo governo Obama, e pq ele
quer fazer isso? Pq ele quer voltar as ideias do liberalismo o estado lá não é social o estado
garante vc condições de vc enriquecer com as suas próprias forças

exp. objetivo de uma empresa é lucro, e o q a empresa privada faz p chegar a um resultado
lucrativo? faz planejamento, modelo de administração publica gerencial, a empresa fixa metas
e chega a essas metas com planejamento e essa ideia nos Estados Unidos que é um estado liberal
foi trazida p administração publica, q não visa lucro mas tem o superávit. Mas na equipe alguns
não tão tendo a mesma eficiência então quando alguns não são eficientes são demitidos, na
administração publica se o servidor for ineficiente nada acontece, fica lá, aposenta não tem o q
fazer e se demitir o servidor publico ineficiente ele consegue uma tutela antecipada e volta ao
serviço publico, se a sua ineficiência não alcançar uma indisciplina grave ele não sai de lá nunca
pq mesmo se na sua avaliação constar q tal servidor é ineficiente não há lei complementar p
regulamentar a possibilidade de demissão do servidor ineficiente e isso é um problema pq não
tem carreira no serviço publico e não tem reajustes, então como falar em modelo gerencial se o
servidor é mal remunerado a maquina é enorme e pesada se o servidor ineficiente permanece
lá talvez essa situação mude já há uma proposta de regulamentação desse art. 41§1oIII CF
regulamentar a avaliação de desempenho do servidor e regulamentar a ponto de serviço
ineficiente ao longo de um período na carreira dele vir a ser demitido do serviço publico e
também esta p vir acabar a estabilidade no serviço publico

Administração Publica Gerencial – surge no inicio da década de 70 nos Estados Unidos serve
p estado liberal um estado q prega a intervenção mínima do estado na sociedade, a
administração publica gerencial busca a eficiência administrativa, mas para ser eficiente a
administração publica precisa planejar e planejando ela vai buscar resultados concretos utei
viáveis p o cidadão p a sociedade, ou seja planeja ações p obter resultados p quem precisa do
estado
eficiência administrativa – p ser eficiente a administração publica precisa planejar mas
planejando ela precisa buscar resultados
planejamento  resultados
centralidade da administração - foco no cidadão
gastar bem o $$ publico com o interesse na sociedade

os modelos de administração publica dependem da ideologia de governo, e conforme esta


ideologia acaba a justiça do trabalho pq vai ser tudo contrato

reflexos do modelo gerencial no Brasil EC 19/1998


FHC nomeou um ministro q era ministro do MARE, e ouve uma incumbência a esse ministério
q era criar plano de reforma administrativa do estado brasileiro vários dispositivos foram
alterados pela EC 19/1998 conhecida como a emenda q trata da reforma administrativa do
estado brasileiro, vários dispositivos foram efetivamente alterados pra se tentar adaptar a nossa
administração publica ao modelo gerencial q tem a ideia de eficiência mas q esta atrelada a
planejamento Depois da reforma:
PPA plano plurianual de investimentos – planejamento p 4anos de um exercício fiscal tudo q a
administração publica pretende fazer em 4anos esta planejado aqui hoje é analisado p ver se é
exequível se é útil apesar de não ser vinculante só pode realizar o q planejou,
LDO lei de diretrizes orçamentaria – planejamento p um ano retira da PPA e joga aqui
LO lei orçamentaria q aprova o exercício fiscal – orçamento, receitas e despesas
LRF lei de responsabilidade fiscal – lei complementar 101/2000 serie de regras p mandar
cumprir regras q já existiam mas os TCUs incorporaram essa ideia de administração publica
gerencial e passaram a fiscalizar a administração publica a partir do seu planejamento de modo
q hoje se a administração publica vai fazer uma licitação p adquirir um carro tem q estar na
PPA na LDO e ter receita orçamentaria p isso

PPA e LDO não são vinculantes salvo o q a lei diz q é o mínimo de gasto em saúde publica em
em educação q são receitas e despesas vinculantes

Administração Publico Burocrática Administração Publica Gerencial


Veiculo de luxo p gabinete da Ouve a licitação, as regras formais foram observadas, e foi adquirido
autoridade, há um procedimento uma o veiculo p a administração publica mas essa aquisição era
lei e as regras são observadas no final conveniente e oportuna ao cidadão? Era necessário a compra de uma
o licitante vencedor vai entregar o ambulância e com o valor desse veiculo poderia ter sido comprado 2
veiculo p autoridade, formalmente a ambulâncias aqui será discutido o resultado p sociedade A regra for
licitação é hígida e aprovarão as contas observada porem a essência material objetiva q é atender ao interesse
publico não foi observada
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Aula 4 – 3 de agosto de 2017
Administração publica tem a obrigação de executar as atividades administrativas, administra o
estado a partir das ações de governo q se referem a metas diretrizes, q são as politicas publicas
de como o Estado vai ser governado a Administração publica tem a competência p executar
concretizar essas ações, 3modelos de Administração publica
Administração pub Patrimonialista – subjetiva atendia o monarca
Burocrática – racional legal implanta a objetividade trazendo a impessoalidade, e da autoridade
do cargo e não da pessoa, é uma Administração publica q se preocupa com o controle de meios
os procedimentos e as regras são previamente estabelecidos previamente fixados e há uma
estrutura hierarquizada de controle de procedimentos, se há procedimentos obrigatórios e q
vinculam a ação administrativa logo tinha q ser feito o controle desses procedimentos
Administração publica Gerencial – vem de uma ideia de planejamento e resultados p iniciativa
privada adaptado a Administração publica , e necessário q Administração planeje suas ações
age e atue de modo q tenha um resultado eficaz eficiente p sociedade esse modelo de
Administração Publica de certo modo esta inserido no nosso contexto pq a EC19/1998
estabeleceu uma reforma administrativa no Estado brasileiro p implementar institutos jurídicos
q são próprios da Administração gerencial mas a rigor nosso modelo de administração publica
é predominantemente ‘burocrático com alguns instrumentos de administração publica gerencial
interessa p administração publica para o Estado e a ideia de interesse publico.

Interesse Publico – é um conceito jurídico indeterminado pq o sentido de interpretação de


interesse é muito aberto é plurivoco ou seja com vários significados, o que é interesse?
Interesse é uma necessidade, todos nos temos determinadas necessidades individualmente e
coletivamente e como determinar o interesse publico relevante p o Estado q vai ter preferencia
nas ações governamentais q vai pautar as ações de governo q vai pautar as metas as diretrizes
p um governo de um estado isso é um interesse qualificado, alguns interesses já estão
previamente formalizados na CF como saúde e educação mas uma serie de outros interesses
públicos não estão definidos na Constituição Federal como interesses locais p exp. a
Administração publica deve identificar os interesses qualificados ouvindo diretamente a
sociedade através d e audiências publicas ou através dos vereadores q são representantes do
povo, através das associações de classe e dentro dessas necessidades ela vai qualificar algumas
q terão preferencia serão p ações de governo, seja esse governo, municipal, estadual ou federal,
de quem é a titularidade do interesse publico? O titular do interesse publico é o povo, qual o
fundamento jurídico de que a titularidade do interesse publico é do povo pq a CF determina q
todo o poder emana do povo e em seu nome será exercido, então o poder de definir e de
qualificar determinados interesses também é do povo, o governante apenas retira da sociedade
qual é o interesse qualificado para dar preferencia ele tem q ouvir o povo, pois a propriedade
do interesse publico é do povo e não do governante esse interesse uma vez definido, alguns
desses interesses constam na CF são prestações obrigatórias do Estado, previdência e
assistência social, proteção do povo indígena, saúde educação é claro q o governo atende esse
interesse publico dentro do principio da reserva do possível, principio da proporcionalidade o
estado não tem $$ p tudo não consegue nem atender minimamente o art. 6o caput da CF q elenca
uma serie de direitos fundamentais sociais, então esses interesses qualificados tem preferencia
nas ações governamentais, uma outra observação pertinente interesse publico de quem? Da
maioria ou da minoria da sociedade? O interesse não é nem da maioria nem da minoria pq o
estado tem q atender a todos como nas ações afirmativas em q o interesse é de minoria como
as cotas raciais p deficientes e o estatuto do idoso isso tudo é minoria, o estado se preocupa
com o conjunto com a harmonia ele deve sim atender a maioria mas também tem q atender a
minoria desigualar os desiguais na exata medida de suas desigualdades q é o principio da
proporcionalidade, o interesse publico atende o conjunto da sociedade nem a maioria nem a
minoria
 - conceito jurídico indeterminado
 - determinação – titularidade povo
 - prevalência nas ações governamentais - interesse qualificado
 - interesse publico –
o maioria -
o minoria -
 divisão
 Interesse Publico
o Interesse Publico Primário – imediato 1o o interesse da sociedade, numa hierarquia de
preferencia prevalece o primário exp. caminhão p bombeiros, construir um hospital
o Interesse Publico Secundário – é aquele q atende a estrutura da administração a
estrutura estatal exp. comprar um veiculo p gabinete da autoridade mas o interesse
publico secundário também é interesse publico
o Interesse Publico Primário tem prevalência sobre o Interesse Publico Secundário, pois é
o interesse direto da sociedade

Princípios Estruturantes da administração publica – pq estruturantes? São a base! E a partir


dai q se estrutura todo o regime jurídico da administração publica
( no direito prevalece a linguagem, o direito é linguagem é interpretação o q chamamos de
signos linguísticos ) e se

a) Principio da Supremacia do Interesse Publico Sobre o interesse Particular - Alguns


autores desenvolveram uma tese a relativização da supremacia do interesse publico sobre o
particular , alguns negam a existência de supremacia do interesse publico – o problema é o
vocábulo supremacia no estado democrático de direito é incompatível falar em supremacia em
imperatividade das ações estatais isso ofende o estado democrático de direito, mas a conotação
a partir de 5/10/1988 p palavra supremacia é outra tem outro contexto, a supremacia não é do
Estado mas sim do interesse publico q é de titularidade do povo então a supremacia é do povo
e compete ao estado realizar esse interesse publico e tem poder p isso e tem um regime jurídico
diferenciado p fazer prevalecer o interesse publico em detrimento do interesse particular a
relação jurídica com o estado esta presente é vertical há uma nítida desigualdade pq o estado
tem q fazer prevalecer o interesse publico mas se relativizar a ideia de supremacia do interesse
publico se traz o estado p relação de horizontalidade
exp. poder da vigilância sanitária dos produtos vencidos no supermercado o agente publico em
regra deve aprender os produtos vencidos em nome da supremacia do interesse publico,
lavrando um auto de apreensão e vão recolher estes produtos, pois o Estado os legitima a agir
assim e em nome do interesse publico este agente tem o dever de realizar essa apreensão p fazer
prevalecer a supremacia da sociedade supremacia do interesse publico em detrimento de
interesses particulares
exp. como justificar sem a supremacia do interesse publico a perda da propriedade privada por
desapropriação, e na desapropriação o estado declara de interesse publico, fixa o valor da
indenização se o proprietário não concordar com o valor da indenização o estado deposita o
valor q ele entende q é o valor a ser indenizado e pede ao juiz a emissão provisória na posse do
imóvel, e vai discutir o valor de indenização com o proprietário o q justifica essa intervenção
do estado na propriedade privada a este tanto a esta força é a supremacia do interesse publico
sobre o interesse privado não é supremacia do estado mas é do interesse qualificado da
sociedade, esse interesse publico é bem jurídico relevante e o estado é legitimado a proteger o
interesse publico, supremacia da sociedade em seu interesse qualificado e não supremacia
do Estado, a supremacia é do interesse publico q legitima o estado, esta na CF todo o poder
emana do povo, logo o povo da poderes ao estado e a toda estrutura estatal para q se faça
prevalecer essa supremacia, e esse principio é conjugado com o:

b) Principio Da Indisponibilidade Do Interesse Publico – não é possível q o estado disponha


do q não é seu o estado não pode dispor do interesse publico pq não é titular desse direito, a
administração tem atos de gestão ela gerencia o interesse publico (contrato de gestão é
gerenciamento de interesse alheio) (outorga de poderes numa procuração, poder de gerir
interesses alheios) mas o Estado não pode dispor destes poderes, ele tem a gestão do q não é
dele é encargo = obrigação do estado atender a supremacia do interesse publico sobre o
particular, o estado tem o poder de agir em nome dos cidadãos, a omissão é incompatível com
a ação estatal quando o estado é omisso deve agir e não age ele ofende o principio da
indisponibilidade do interesse publico pq a omissão do Estado torna disponível aquilo q não é
disponível, o encargo a obrigação do estado é de fiscalizar e realizar concretizar o interesse
publico, o estado deve agir para garantir a eficácia do interesse publico q não é dele estado, e o
estado tem a obrigação de fiscalizar e realizar
exp. a vigilância sanitária deve fiscalizar p realizar o interesse publico, a qualidades dos
produtos no mercado e digamos q o estado não fiscalize vc vai comprar produtos deteriorados
ele tornou disponível o interesse q não é dele pq ele deve agir p conservar não pode dispor do
interesse publico a medida q o estado não age ele determina q o interesse publico é disponível
pq o estado q detêm o aparato p a ação e se vc denuncia ele não age esta sendo omisso esta
dispondo do interesse publico, as vezes o estado deixa de agir não por má fé, mas pq não tem
verba, não tem estrutura pq não tem pessoal,
O principio da reserva do possível não pode ser usado como desculpa p omissão estatal
Quando as politicas publicas não funcionam há a disposição do interesse publico, quando há
uma fila de 3anos p se fazer uma cirurgia de urgência ai a pessoa já morreu isso é dispor do
interesse publico

a supremacia do interesse publico não é do estado e sim do povo pq todo o poder emana
do povo e em seu nome será exercido

- interesse publico  encargo / ônus


da administração publica
cabe a administração publica a fiscalização e realização do interesse publico

Vinculatividade e Discricionariedade Administrativa – antes de ser poder é modo de agir é


conduta como q o agente publico age para o exercício da atividade administrativa para o
cumprimento da função administrativa ou age de modo vinculado ou de modo discricionário só
existem essas duas possibilidades de ação vinculada ou discricionária, se são modos de agir
ação é igual a conduta. Historicamente se estuda isso como poder, como modo de agir conduta
vinculada ou discricionária
O que é poder ou conduta vinculada, pq vinculada? o agente publico deve agir conforme a regra
previamente fixada, poder vinculado ou regrado, pq regrado? Pq antes da ação há uma norma
determinando como agir
Conduta ou poder

a) Vinculatividade Administrativa - regra previamente fixada, conduta regrada – pq essa


expressão regrada pq antes da ação há uma norma determinando como agir,
exp. concurso publico tem um resultado e nesse resultado tem uma ordem de classificação a
Administração publica tem q nomear rigorosamente pela ordem de classificação de forma
vinculada mesmo raciocínio p o procedimento licitatório tem a classificação dos vencedores e
a administração publica p contratar deve contratar com o licitante vencedor, ou seja há regras
de agir previamente estabelecidas e a autoridade esta vinculada a essas regras de agir
exp. Odete alguém vai o teatro e as cadeiras são numeradas e vc compra uma dessas cadeiras e
vc só pode sentar na cadeira q adquiriu
vinculação a autoridade não pode agir de outra forma senão aquela previamente fixada
exp. vc vai a administração municipal e pede uma licença p construir vc pega o seu projeto a
obra q vc pretende construir entrega a administração publica e ela vai analisar se a sua obra
estiver adequada a legislação de obras do município a conduta da autoridade é vinculada e ela
vai deferir o seu pedido se o seu projeto não estiver adequado as exigências legais a autoridade
indeferirá o seu pedido pq ela esta vinculada há uma regra q fixa qual será o comportamento na
situação concreta mas o legislador não consegue definir previamente qual devera ser a conduta
do agente publico a vida em sociedade é muito dinâmica o legislador ou a autoridade
administrativa competente através de atos administrativos normativos não consegue não tem
como prever todas as circunstancias concretas e estabelecer u modo de agir a conduta da
autoridade portanto surge a chamada:

b) Discricionariedade Administrativa – é uma escolha uma opção a ser feita pelo agente
publico ele não tem a regra um modo vinculado de agir ele tem hipóteses ele tem q ter pelo
menos 2hipoteses p escolher a sua ação p poder optar numa determinada circunstancia concreta
exp. a Administração vai construir um hospital no centro ou em algum bairro o Administração
vai determinar discricionariamente pq não tem uma lei q diga onde ela o construirá
exp. determinar a abertura do concurso publico é escolha da autoridade, não tem uma lei q diga
p autoridade contratar determinados profissionais, determinar a abertura de concurso públicos
é escolha opção da autoridade então na discricionariedade administrativa nos temos na
discricionariedade administrativa: temos parâmetros normativos mas a regra não vai determinar
p o agente publico como ele deve agir com parâmetros como na conduta vinculada o q gera
uma zona de incerteza p a autoridade administrativa q tem 2ou+ hipóteses dentro de um caso
concreto, se há uma zona de incerteza dentro desses parâmetros ele tem 2ou+ hipóteses e precisa
tornar isso certo quando o agente publico precisa realizar uma opção discricionária saímos p a
zona da certeza exp. o hospital será construído em local determinado, será realizado concurso
publico para x advogados, agora ele implementou a escolha isso é discricionariedade mas
estamos na Administração publica a escolha discricionária sempre sem exceção será
OBJETIVA pq no direito publico a vontade do agente não importa, pois, se a escolha for
subjetiva eu volto na administração publica patrimonialista, a escolha tem q ser justificada e
motivada a partir de parâmetros normativos, explicar o pq da escolha, a discricionariedade é
mérito administrativo
mérito é aquilo q é própria de alguém, todos tem mérito p alguma coisa, qual o mérito do Poder
Legislativo é produzir leis, do poder judiciário é dizer o direito mediante uma sentença e na
administração publica o mérito é a decisão discricionária,
p realizar a escolha a autoridade tem q fazer um juízo deve tomar a decisão a partir de dois
elementos do julgamento da conveniência e oportunidade. Somente o agente publico
competente p o ato q pode fazer esse julgamento de conveniência e oportunidade? Exp. a
administração vai comprar um veiculo p autoridade p isso deve verificar a oportunidade, o
veiculo p autoridade esta muito deteriorado então sim é conveniente e se é momento de gastar
$ com isso é um juízo de valor e quem faz esse juízo de valor é a autoridade administrativa pq
a escolha discricionária é mérito administrativo o juiz não pode realizar essa escolha ele não
tem como analisar essa conveniência e oportunidade o juiz não tem competência p fazer isso
não é mérito do juiz, o juiz pode anular uma escolha discricionária a partir do motivo,
prof. romeu felipe barcelar explica discricionariedade e vinculatividade com um exp. imagina
uma linha férrea a composição esta vinculada a aqueles trilhos a ferrovia com o trem estão
vinculados e o q acontece quando o trem chega no pátio ferroviário abrem-se opções de linhas
ferras o trilho esta lá mas as hipóteses são diversas, ainda q estejamos falando de
discricionariedade administrativa há parâmetros normativos fixados no exercício da
discricionariedade a nomeação p cargo comissionado, segue o principio da moralidade e é
vedado o nepotismo a escolha portanto não é arbitraria é discricionária, não há livre arbítrio p
escolha discricionária, pq não há livre arbítrio p escolha discricionária? E pq discricionariedade
não se confunde com livre arbítrio? Pq tem parâmetros normativos p essa escolha
discricionária. Livre arbítrio só existe p subjetividade autonomia da vontade direito privado,
não há livre arbítrio p escolha discricionária

NORMAS / REGRAS / PRICIPIOS

Norma
o Regra
o Princípios – plano da abstração

Norma – preceito de conduta, é prescrição é indicação de conduta é como eu devo agir ou


não agir
Regra – direito positivo escrito – é um tudo ou nada – esta no plano do concreto eu leio a regra,
a regra é a lei ou é ou não é aplicável a uma circunstancia concreta
Princípios – plano da abstração também tem conteúdo, principio tem VALOR normativo
o regime jurídico da administração publica e não encontra regra p toda as circunstancias e
mesmo quando há uma regra há uma lei esta lei pode ser insuficiente p alcançar a máxima
eficácia constitucional e sim o agente publico pode afastar a aplicação de uma lei e aplicar o
principio em uma situação concrete pq o principio tem valor normativo, em circunstancias q
não se aplica a lei p proteger a saúde de alguém ou p privilegiar o estatuto do idoso as vezes a
lei não deixa ele dar atenção ao idoso então ele tem q afastar a lei, pois, se ele aplicar a lei ele
prejudica o idoso, pq principio também tem conteúdo normativo e pode impor ao agente publico
obrigação de fazer e não fazer

extrair a norma da regra é um processo intelectivo eu leio eu interpreto


a regra contem a norma mas o conteúdo normativo não esta só na regra

exp. judicialização da saúde, da saúde suplementar dos planos de saúde, quando vc contrata um
plano de saúde a regra diz q não há cobertura p um determinado nº de doenças no contrato lei
regra esta explicito a exclusão de tais doenças, ai a pessoa fica doente numa doenças daquelas
em q não há cobertura, porem sem o tratamento p essa doença a pessoa pode morrer então o
juiz afasta a regra afasta a lei e vai na CF e diz q o direito a vida e a saúde é dever do Estado e
de todos e portanto também dever das operadoras de plano de saúde a chamada saúde
suplementar pq o juiz afasta a regra escrita e vai no principio? Pq a regra esta no tudo ou nada
e existe circunstancias na vida q se for aplicada a regra vc inviabiliza a vida de uma pessoa,
então a regra esta no plano do concreto a regra existe e o principio esta no plano da abstração
o juiz tem a possibilidade de maleabilidade do principio ele vai conjugar ele vai interpretar o
principio e se ele entender q aquele principio no caso concreto afasta a aplicação da regra ele
decide de acordo com o principio pelo principio da máxima eficácia constitucional o juiz
sabe q o estado deve amparar a saúde em circunstancias extremas situações de conflito entre a
regra escrita e princípios, ou ate mesmo o conflito entre princípios
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Aula 5 – 9 de agosto de 2017

O estado tem poder q é um poder diferenciado p o estado agir em nome dos cidadãos e falamos
dos dois princípios o da Supremacia do interesse publico sobre o particular e a Indisponibilidade
do interesse publico q é de titularidade do povo e não do estado cabe ao estado a obrigação
através de suas funções realizar e fiscalizar o interesse publico
Diferença entre regras e princípios, princípios tem valor normativo e norma é um preceito um
indicativo de conduta isso é fundamental p o direito do Estado nem todas as regras q pautam o
modo de agir do agente publico estão fixados em regras q é direito escrito direito positivado a
maior parte das condutas da administração publica parte a aplicação principiologica dai o
significado de principio ser relevante para o Estado

Regime jurídico administrativo (ou publico) – é a aplicação de tudo isso, regime jurídico
administrativo é um conjunto de normas, (e não de regras) aplicáveis a administração publica
esse regime se operacionaliza através de um binômio:
a) Prerrogativas – vantagens para o uso do poder, o regime jurídico tem prerrogativas q são
vantagens p o Estado e ninguém mais tem são de exclusividade do Estado, a relação jurídica
quando o Estado esta presente é representada por uma linha vertical porem a sociedade não
é subordinada ao Estado o q existe é uma prerrogativa do estado dentro do regime jurídico
q o coloca numa posição de destaque q é fundamentada nos princípios da supremacia do
interesse publico sobre o interesse particular e indisponibilidade do interesse publico, a
prerrogativa portanto é vantagem estatal para o uso do poder q coloca o estado em
preferencia dentro do regime jurídico fundamentado na obrigação do estado de fazer a
prevalecer o interesse publico sobre o particular, interesse publico q é indisponível
exp. de prerrogativa do Estado: desapropriação o estado determina ao particular a perda da
propriedade somente o estado tem essa prerrogativa, é uma prerrogativa do estado em nome do
interesse publico a autoexecutoriedade dos atos da administração publica seus atos em regras
são autoexecutaveis é um exemplo de prerrogativa do estado no regime jurídico q não pede
autorização p agir essa autorização já consta nas regras de competência do agente, a presunção
de legitimidade dos atos da administração, no direito privado temos q provar a legitimidade se
eu alego eu provo, o estado não, os seus atos se presumem verdadeiros legítimos somente o
estado tem essa prerrogativa admitida a prova em contrario exp. atos do poder de policia, atos
da vigilância sanitária quando encontra irregularidades apreende mercadorias impõe o embargo
de atividades e pode fazer isso pq é prerrogativa, o estado tem uma serie de prerrogativas
vantagens q o diferenciam o estado dentro da relação jurídica dos particulares
b) Sujeições – restrições, em um estado democrático de direito o governante não é absoluto,
o governante tem regras e sujeições tem imposições, se o regime admite varias vantagens
prerrogativas p o uso do poder e impõe limites impostos na CF, nas leis aplicadas a
administração publica e princípios q sujeitam restringem impõem uma conduta ao agente
publico – sujeições são restrições impostas ao uso do poder pela autoridade
administrativa encontradas na CF e nas leis,

Princípios constitucionais expressos –


Explícitos aplicáveis a administração publica, catalogados no Art. 37 caput CF –
Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos
Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade,
impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:
Princípios são abstratos e precisam ser analisados p serem aplicados ao caso concreto
L Legalidade
I Impessoalidade
M Moralidade
P Publicidade
E Eficiência

Principio da Legalidade – só é possível fazer o q a lei expressamente permite, surge na


revolução francesa estado liberal de direito o rei passa a ser subordinado a lei, principio da
legalidade estrita o rei só poderia fazer o q estivesse explicito em lei, mas e se não tiver lei? E
estado existe p ação, mas como faz o estado e o agente publico senão tiver lei? Hoje a
legalidade tem q ser analisada mediante ao principio da juridicidade q significa q a conduta
do agente deve ter um valor jurídico constitucional, ou seja a juridicidade tem um alcance maior
q a simples legalidade isso é neoconstitucionalismo é horizontalidade dos direitos fundamentais
da CF é obrigatório ao agente publico observar a juridicidade administrativa é um valor
diferenciado de conduta, e isso se extrai do principio da máxima eficácia constitucional é
obrigação de qualquer agente publico cuidar p q o texto da constituição seja respeitado por
todos nesse sentido é impossível q se raciocine a legalidade no sentido de q se não a lei a
autoridade administrativa não pode agir vai agir sim! E existem princípios q amparam a conduta
do agente principio tem valor normativo se tem valor normativo se extrai regra de conduta do
agente q deve encontrar valor jurídico constitucional ‘’pode ser q a lei seja insuficiente em uma
determinada circunstancia concreta ‘’ Luiz Roberto Barroso – há circunstancias em q a lei
basta p q a conduta tenha um valor jurídico constitucional q é um valor q atenda a todo o
ordenamento jurídico q cujo o vértice é a CF – escapar da ideia q o agente publico só pode
aplicar o q a lei prevê hoje a conduta do agente tem q encontrar forma valor dimensão jurídica
constitucional
Exp. transporte escolar do município, a pessoa vem consultar na sede do município e perde a
carona p voltar p interior, ai pega carona no transporte escolar p voltar p sua casa o q é proibido
mas a secretaria de educação autoriza mas ai alguém vê e denuncia q houve um transporte
irregular, logo a secretaria vai responder por isso pq a lei é expressa q é proibido carona em
veículos de transporte escolar, essa secretaria agiu de forma ilegal e terá q se justificar perante
a CF pelo principio da dignidade da pessoa humana, e se fosse um idoso seria abrangido pelo
estatuto do idoso, é obrigatório ao agente publico atender a juridicidade administrativa pq nessa
circunstancia concreta a lei era insuficiente, se a secretaria não autoriza o transporte dessa
pessoa teria agido dentro da lei mas provavelmente responderia por qualquer dano causado a
aquela pessoa pq a lei naquela circunstancia concreta era insuficiente

Gustavo binembo principio da juridicidade administrativa

Principio da Impessoalidade – o agente publico tem de agir com impessoalidade, q decorre do


principio da igualdade q é quando o estado desiguala é p igualar p q todos tenham a mesma
chance perante a vida em sociedade – mesmo em ações afirmativas o estado é impessoal
significa q o estado não pode beneficiar alguns em detrimento de outros salvo a necessária
desigualdade

Principio da Moralidade – é definição de moral é impregnada de pessoalidades, a moral é um


conceito indeterminado – a imoralidade é uma característica daquele q desatende a moral
jurídica, na administração publica não há subjetividade, a moral jurídica é composta a
obediência a CF a leis, princípios aplicados a administração e preceitos éticos da administração
publica, moral jurídica é quando o agente publico guarda respeito a CF a leis e a princípios e
ao conjunto de ética publica q é como ele deve pautar a sua conduta quando age em nome do
interesse publico mas em algumas circunstancia esses preceitos de moral jurídica constam em
uma regra escrita como os servidores públicos federais está explicitado em uma regra, mas não
há necessidade de isso estra expressamente fixado bastando q esse conjunto de Constituição,
leis e preceitos éticos sejam observados e quando isso é ofendido ocorre ofensa ao principio da
moralidade .... o principio da moralidade foi elevado a condição de principio autônomo pela
CF88 mas pq? Autônomo pq uma ofensa a esse principio bastaria p responder por improbidade
administrativa, mas deve ser a moral jurídica a moral comum não serve

Principio da Publicidade – de regra é proibido sigilo na administração publica, CF garante o


sigilo p garantir a segurança do estado e da sociedade de regra a publicidade impera sobre as
ações da administração publica mas há exceções p garantir a segurança do estado e da sociedade
Publicidade formal – existem determinados atos da administração publico q devem ser
publicados no diário oficial ocorre quando o ato administrativo deve ser publicado no diário
oficial exp. nomeação de servidor publico, concurso publico
Transparência – toda e qualquer ação da administração publica deve transparente deve ser
publicizada e se não for publicizada invalida a conduta do agente , por essa razão se tem o portal
da transparência

Principio da Eficiência – é a boa administração aquele da EC19/1998


Quando a administração publica será eficiente? Quando ela planejar ações q são planejadas
PPA LDO LO planejamento – quando a administração publica planeja ela tem resultados, mas
não se admite qualquer resultado na administração publica tem ser resultados com eficácia p a
sociedade sendo gasto de forma adequada a atender o interesse publico exige eficácia exp. logo
uma administração publica pode ate cumprir todas as formalidades necessárias p compra de um
bem mas a aquisição daquele bem pode não ser eficaz aos anseios sociais
Eficiência esta atrelado a planejamento de ações e os resultados dessas ações uteis a sociedade

Além desses princípios constitucionais expressos Há inúmeros princípios aplicáveis a


administração publica e está também há princípios implícitos e os princípios específicos

Princípios implícitos aplicáveis à administração publica, todos decorrem a uma sistemática da


constituição aplicados a administração publica e com conteúdo normativo
 Finalidade – qual é o fim útil do Estado? interesse publico, a finalidade do estado a
finalidade da administração publica toda a ação da administração pub visa o interesse
publico, a administração existe p fiscalizar e realizar o interesse publico a finalidade esta
vinculada ao principio da legalidade, mas a legalidade é ampla, não engloba só a lei em
sentido estrito aprovada pelo legislador compreende aos princípios aplicados a
administração publica aos atos administrativos enato o interesse publico é muito mais do q
a lei estrita, o principio da finalidade determina atenção ao interesse publico
 Motivação – fundamental p administração publica as condutas do agente publico podem
ser somente de dois modos, vinculada ou discricionária, quando a conduta do agente é
vinculada o motivo p agir já consta na regra de vinculação é a justificativa daquele ato
daquela ação, mas na conduta discricionária é fundamental a justificativa pq a
discricionariedade é uma escolha e a motivação são as razoes as justificativas daquele ato
motivação são as razoes de fato e de direito e justificam a conduta do agente publico,
notadamente quando a conduta é discricionária, razoes de fato e de direito são necessárias
p se saber o pq da conduta administrativa na conduta vinculada não há necessidade da
motivação uma vez q já consta na regra de agir pois é uma conduta regrada na conduta
discricionária não tem essa regra mas tem parâmetros normativos p autoridade realizar a
escolha, pq é fundamental a motivação? pq na conduta discricionária há hipóteses de
escolha
 Autoexecutoriedade – os atos da administração publica são autoexecutaveis, ou seja basta
a competência p agir do agente e a autorização legal, os atos da administração são
autoexecutaveis por uma lei previamente elaborada exp. vigilância sanitária q p apreender
produtos irregulares não precisam acionar o jurídico pq os seus atos são autoexecutaveis
basta q exista uma autorização legal e q o agente seja competente, e quando a
autoexecutoriede fere direito liquido e certo da pessoa ai existe mecanismos de proteção
contra os seus efeitos se impetra mandado de segurança por exp. ou possibilidade de
liminar,
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Aula 6 – 10 de agosto de 2017

Razoabilidade e proporcionalidade são chamados de princípios instrumentais q são


ferramentas q auxiliam a interpretação da conduta do agente é o modo como ele agiu se há
necessidade de aferir a ação do agente o que não é proporcional não é razoável mas são
diferentes na aplicação

 Razoabilidade – conduta razoável, conduta logica, sensata, nasce em 1215 com o rei Joao
sem terra, q teve q assinar um documento q não era razoável q as pessoas perdiam suas
terras sem o devido processo legal. O Principio da Razoabilidade serve p aferir a conduta
do agente q deve ter uma conduta logica aceitável, conduta é lógica e sensata

 Proporcionalidade – necessário verificar a extensão a força da conduta do agente, é uma


ideia de medida o STF diz q o principio da proporcionalidade deve ser aplicada a medidas
restritivas de direitos, p saber se é valida aquela conduta precisamos do principio da
proporcionalidade ou então quando diante de medidas sancionatórias exp. dosimetria da
pena é aplicação do principio da proporcionalidade
Qual é o raciocínio feito p declarar uma lei inconstitucional é o principio da
proporcionalidade verificando o quanto aquela lei ofende a constituição declarando a
inconstitucionalidade de toda a lei ou de parte dela também é conhecido como principio da
proibição do excesso, o principio da proporcionalidade tem 3 sub princípios, ou o tríplice
aspecto da proporcionalidade, então temos uma conduta do agente publico e precisamos
saber se a conduta do agente não é excessiva num determinado caso concreto, p saber se
não houve excesso se não houve uma desproporção da conduta no caso concreto, o STF diz
que o principio da proporcionalidade é aplicado quando estamos diante de circunstancias
restritivas de direito ou sancionatórias, exp. servidor publico q comete uma infração
disciplinar um motorista bate um veiculo zero de 150mil da administração publica com
danos de 25mil, ai o servidor é suspenso por 25dias ai o q esse servidor faz? Então a conduta
da autoridade administrativa foi impor uma sanção disciplinar ao servidor publico É uma
medida sancionatória ai p ver se teve excesso nessa medida usamos principio da
proporcionalidade
1. Sub principio da Necessidade (utilidade) - era necessário essa suspensão ao
servidor q causou o dano? Essa suspensão tem caráter pedagógico
2. Sub principio da Adequação – infração disciplinar a negligencia do servidor
causou dano ao patrimônio publico a adequação é compreendida entre uma relação
de meio e fim, qual o meio utilizado pela autoridade publica para chegar ao fim
desejado q era a sanção, o meio utilizado p sancionar o servidor foi adequado houve
um processo administrativo disciplinar p sancionar é adequado o processo
administrativo, meio é a conduta do agente p chegar ao fim pretendido foi adequado
– adequação significa relação meio e fim, meio é a ação do agente .exp. da padaria
o meio foi uma forca decorrente da competência dele .... o meio foi embargo de q
foi embargada o exercício de atividade, o meio utilizado foi uma forca decorrente
de sua competência dele como um agente do poder de policia da administração a lei
determina a ele q ele pode apreender mercadorias ou suspender o funcionamento do
estabelecimento, então o embargo do exercício de atividades foi o meio q o agente
entendeu q era o meio necessário p impedir q alguém fosse contaminado
(finalidade) isso é adequação realizar o meio necessário para garantir q o interesse
publico seja satisfeito relação de adequação meio/fim confronta a conduta do agente
com o caso concreto
3. Sub principio da Proporcionalidade em sentido estrito – a proporcionalidade
propriamente dita é a ideia de justa medida é analisada uma relação custo beneficio
– a forca da ação do agente publico p chegar o fim pretendido, relação custo
beneficio da conduta da autoridade e o fim alcançado será q a conduta tomada pela
autoridade foi proporcional ou não foi proporcional houve desiquilíbrio pela
autoridade?

O q significa 25dias de suspensão do servidor são 25 dias a menos de remuneração redução do


numero de férias perda do descanso semanal remunerado, a administração teve um dano
patrimonial mas a remuneração tem caráter alimentar portanto é necessária a manutenção do
servidor e de sua família, quem teve contra si um prejuízo maior ao final, o poder publico com
o dano patrimonial ou o servidor? os elementos p aferição desse equilíbrio são tirados do
cotejo do caso concreto com a conduta do agente, quanto de injusto cometido quanto de pena,
o agente publico quando diante de restrição de direitos ou medidas sancionatórias
Exp. vigilância sanitária ..... se comete excesso caberia mandado de segurança medida
sancionatória ou restritivas d direitos
Não basta quando medidas restritivas ou sancionatórias a razoabilidade pq não tem condições
de estabelecer a analise desses sub princípios
Esse tema no Marçal justen filho e no bandeira de melo

Principio da Autotutela –
Súmula Nº 473 1967 - A administração pode (deve) anular seus próprios atos, quando eivados de
vícios que os tornam ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de
conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os
casos, a apreciação judicial.
Esse poderá não é poderá é devera, a administração publica quando se depara com a ilegalidade
nos seus atos ela DEVE declarar a nulidade não é poderá pq poderá é discricionariedade qual o
motivo q conduz a declaração de nulidade de um ato quando o ato for ilegal invalido, ato valido
é sinônimo de ato legal, e ato invalido é sinônimo de ato ilegal, quem detêm competência p
anular um ato da administração publica? A autoridade administrativa competente ou o
judiciário e o efeito da anulação é EX TUNC, ou seja é retroativo
Sumulas 473 Motivo Competência Efeito
Anulação Ilegal invalido Autoridade administrativa Ex tunc – retroativo
competente ou o juiz
Revogação Conveniência ou Somente a autoridade Ex nunc – a decisão
oportunidade administrativa não retroage
Ato Valido ainda Mérito administrativo
não impugnado Conduta discricionária
Exp. no ano 2000 houve publicação de edital de licitação p construção de obra publica e em
2002 a obra foi concluída, agora em 2017 transitou em julgado uma sentença declaratória de
nulidade, o efeito retroativo anula a licitação e nulo será o contrato firmado
houve uma licitação, um contrato a obra concluída em 2002 e alguém impugnou pedindo a
declaração de ilegalidade, a ANULAÇÃO de um ato ilegal q contem vícios tem efeito
retroativo mas protegendo o direito do 3o de boa fé, mas só vai alcançar a retroatividade
quem deu causa a ilegalidade o empreiteiro de obras não se envolveu a cadeia de nulidades,
não deu causa a ilegalidade do edital então não pode ser alcançado pelo efeito retroativo o juiz
vai identificar quem teve contato com ilegalidade ai o juiz declara a nulidade e impõe multa
civil a aqueles q participaram da ilegalidade, mas se não tiver 3o de boa fé todos devem
recompor o dano ao patrimônio publico – o efeito é retroativo mas alcança apenas aqueles q
deram causa há ilegalidade,

a revogação é por juízo de conveniência ou oportunidade


conveniência esta numa relação de razoabilidade algo conveniente é algo logico sensato p q
seja feito exp. digamos q a administracao publico vai comprar carro p gabinete mas não tem
ambulância
oportunidade esta numa relação de tempo o momento p esse gasto é oportuno o tempo
exp. a administração determina a abertura de um edital de licitação para a aquisição construção
de determinada obra publica no transcurso dessa licitação ou após dela percebe-se q será feito
um remanejamento de verba orçamentaria e não vai mais ter $$ p executar aquela obra a
licitação é legal é valida mas a administração faz esse juízo de conveniência e oportunidade,
nesse caso não seria o momento oportuno. Conveniência e Oportunidade é
mérito administrativo cada um dos 3poderes da republica tem um mérito q é próprio o mérito
do legislativo é produzir leis, o mérito do judiciário dizer a lei ao caso concreto e o mérito da
administração publica a ação administrativa conveniente ou oportuna, o ato administrativo
conveniente ou oportuno somente a autoridade administrativa q analisa somente ela faz esse
juízo de conveniência e oportunidade, é vedado ao juiz fazer esse juízo
o mérito administrativo é próprio da escolha discricionária na conduta vinculada o legislador já
analisou a conveniência e oportunidade antes de construir a regra a conduta vinculada não é
mérito administrativo que é uma escolha discricionária dentre 2ou+hipóteses deve ser feito o
julgamento de conveniência e oportunidade não atendendo a isso deve ser revogada. A
revogação passa por esse juízo de conveniência e oportunidade pq é mérito administrativo
pq revogação sempre será discricionária, então quem é competente p revogar um ato ou
conduta administrativa somente a autoridade administrativa pode revogar e não o juiz,
só é possível revogar ato valido ou ainda não impugnado pq se o ato for invalido a autoridade
administrativa ou o juiz devera declarar a nulidade. e o ato ainda não impugnado exp. houve
um edital de concurso publico alguém impugna esse edital alegando ilegalidade no edital não
pode a autoridade revogar esse edital? não pode revogar pq? Pq 1o tem q resolver a impugnação
proposta ao ato administrativo e pq resolver 1o a impugnação oposta ao ato administrativo pq
pode ser q a decisão com relação a impugnação de q o ato é invalido,
Revogação só é possível de ato valido ou ainda não impugnado, se houver impugnação 1o
tem q decidir a impugnação, se a autoridade entender q o ato é legal ela poderá revogar, pq o
ato pacifico de revogação é um ato valido sempre sem exceção o efeito será ex nunc a
decisão não retroage pq o ato é valido exp. editado o ato administrativo esta lá o ato produzindo
efeitos, houve a determinação da revogação do ato, a revogação suspende a eficácia jurídica do
ato, mas isso é valido e a revogação produz efeitos p frete não retroage, mas e se administração
publica continua dando eficácia ao ato administrativo revogado isto ensejara q a autoridade
administrativa determine a revogação desses atos continuados ? Não nulidade pq agora o ato é
ilegal ( a autoridade determinou a revogação efeito ex nunc não retroage pq o ato é valido
porem continuaram dando eficácia após a revogação ai é ilegal nulidade NÃO é nova
revogação pq o ato agora é ilegal) essa extensão é indevida ilegal pq ofende o ato
administrativo da revogação.
O ato administrativo de revogação pode ser declarado nulo? Pode, pq ele pode ser legal,
uma vez q revogação exige juízo de conveniência ou oportunidade é discricionariedade é mérito
administrativo, e a escolha discricionária exige motivação explicitar as razoes de o pq o ato é
inconveniente ou inoportuno, o juiz pode controlar a revogação de ato administrativo pode
analisar o motivo e anular o motivo da revogação exp. houve uma licitação e o vencedor não é
de interesse da administração ai a autoridade e engendra motivos p revogar o procedimento, é
claro q se não ficarem comprovados os motivos pela autoridade vai ser declarada a nulidade do
ato de revogação pq ai contem uma ilegalidade, e os efeitos da declaração de nulidade do ato
revogador retroagem e o ato administrativo continuara produzindo seus efeitos pq a ideia é
prejudicar direito de 3os.
O efeito produzido pela revogação é a suspensão da eficácia jurídica do ato administrativo
Revogação efeito ex nunc se houver continuidade da eficácia do ato revogado é ilegal e
deve ser declarada a nulidade / e o ato q revoga pode ser declarado nulo também pq é um
ato administrativo

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ato revogação nulidade

Exp. a administração publica pretende construir uma UPA e ela tem 4 localidades p construir
esse UPA na localidade A o procedimento é legal
A– B– C– D
5km 15km 22km 20km
fazendo essa analise o MP não concorda a escolha discricionária da administração pois a
localidade C esta mais longe, e não concordando propõe uma ação civil publica, lembrando q
o procedimento foi legal, com todas as regras observadas, o q tinha de lei p cumprir foi
cumprido, ai vai se anular ou se revogar a conduta

o ato é ilegal pq ofende principio da razoabilidade e principio tem valor normativo e


obriga a conduta do agente, não é só ilegal quando ofende a lei em sentido estrito, pode
ofender um ato administrativo da autoridade competente pode ofender princípios que quando
desatendido na administração publica tornam o ato ilegal pq principio tem valor normativo, o
procedimento no ponto de vista da regra escrita esta correto, a escolha do local o motivo não é
razoável e razoabilidade é principio e feriu principio é ilegal a conduta ai então o juiz
determina a anulação da conduta por ofensa a principio, o juiz pode condenar o agente
publico pq ele ofendeu as princípios e anular o ato administrativo

O Juiz pode revogar conduta administrativa?Sim! Quando ele esta na sua atividade
atípica não esqueçam das atividades administrativas atípicas o regime jurídico da
administração publica é também aplicável quando estamos diante da atividade administrativa
atípica então o juiz administra o poder judiciário exercendo atos administrativos então o juiz
no exercício de sua competência como diretor de um fórum pode revogar atos administrativos
por motivos de conveniência e oportunidade
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Aula 7 – 16 de agosto de 2017
Histórico da adm publica / modelo da adm publica não cai na prova
IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA
art. 37 §4o CF – o legislador constituinte estabeleceu na constituição o sancionamento
determinou q se sancione aqueles agentes públicos ou não q cometem .atos de improbidade
administrativa
Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados,
do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade,
moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:
(...)
§ 4º - Os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos, a
perda da função pública, a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário, na forma e
gradação previstas em lei, sem prejuízo da ação penal cabível.

LEI 8429/1992 – lei com sanções extremamente rigorosa p punição p quem comete atos de
improbidade administrativa a jurisprudência sobre improbidade administrativa tanto na justiça
estadual quanto federal são corriqueiras
o que é um ato de improbidade administrativa?

probo – caráter integro, honrado, de boa fé, de boa índole, comportamento ético moral
irrepreensível se ocupa em pautar as suas ações pela conduta moral ....
probidade – rigor quanto aos deveres éticos

ato de improbidade administrativa cometida no exercício de uma função publica, no direito


privado as normas de moral não obrigam juridicamente, mas no direito publico essas normas
éticas morais são pautadas em sua condita e o agente e o agente deve respeita-las e quando as
normas éticas e morais são feridas no âmbito da administração publica geram a improbidade
administrativa, o q se exige do agente publico ou do particular q mantem uma relação jurídica
com o poder publico é probidade, ou seja q seja uma pessoa de boa ‘fé honrada q haja com
lealdade e p com o fim útil do estado q é o interesse publico, dentro da administração publica
os atos devem ser de probidade

ato é ação é conduta um ato de improbidade é a conduta q afeta, atinge a ética exigida daquele
q mantem uma relação jurídica com o estado, quando essa conduta é ferida caracteriza o ato de
improbidade, isso é uma circunstancia complexa pq um erro administrativo uma ofensa a um
principio da administração e isso ir a caracterizar improbidade administrativa e essa analise é
feita em ultima ratio é o juiz q é o responsável por sentenciar se aquela pessoa faltou com a
devida probidade administrativa, mas p o juiz chegar ate a sentença q vai caracterizar ou não o
ato como improbidade administrativa a pessoa tem q responder a um processo a uma ação de
improbidade administrativa. Então doutrinariamente e jurisprudencialmente o ato de de
improbidade esta conduta tem q ser uma conduta estremada de má fé estremada desonestidade
atos extremos não pode ser um mero erro, tem q saber se houve boa fé do agente e ele cometeu
o erro e causou prejuízo ao patrimônio publico ou será q ele quis causar o dano com dolo então
ato de improbidade são estes atos extremos de ofensa a moralidade publica e q impedem a
gestão publica qualquer ação caracterizada como improbidade administrativa causa dano ao
interesse publico, a administração publica tem a finalidade de gerenciar o interesse publico que
é de titularidade do povo, e o estado detêm poderes p fazer prevalecer essa supremacia do
interesse publico sobre o particular e o interesse publico é indisponível então quando o agente
publico tem uma ação q fere ao interesse publico q ocasiona um dano extremo e esse dano é
caracterizado como improbidade q esta na má fé do agente publico na deslealdade quem faz o
juízo de valor dessa conduta se ela é ou não improba ou se é uma conduta reprovável q não
alcança a improbidade administrativa esse juízo de valor é feito pelo juiz ao sentenciar, o ato
de improbidade é uma ação uma conduta de improbidade administrativa vinculada a
desonestidade e a má fé. a lei de improbidade administrativa tipifica condutas tipifica as
improbidades existentes:

atos extremos de ofensa a moralidade publico


Espécies de improbidade tipificadas
1) atos q causam enriquecimento ilícito art. 9o – a pessoa se enriquece de algumas ações
caraterizadas como improbidade
2) atos q causam dano ao erário art. 10 – erário publico é o patrimônio publico
3) atos q ofendem princípios da administração publica art. 11 -

aplicabilidade da lei de improbidade administrativa


Sujeito Ativo art. 1o §Ú art. 2o, art. 3o – qualquer pessoa q age em nome do estado servidor
publico ou não contra administração direta e indireta e outras pessoas q são subvencionadas
pelo poder publico – ou um particular q não tenha ligação jurídica com a administração
Sujeito Passivo – administração publica direta ou indireta com ou sem remuneração(mesário
jurado) qualquer pessoa q haja em nome do estado agente publico ou não e também pessoa
jurídicas q não pertencem ao estado mas exercem atividade mediante coordenação do estado
APAE seja mantida com $ publico
exp. APAE recebe subvenção $publico p o custeio de suas atividades se um diretor cometer
desvio desse $q é publico será sujeito ativo da lei de improbidade administrativa

lei de improbidade administrativa dispõe de determinadas circunstancias de infração civil por


improbidade administrativa não é uma lei q trata de tipos penais estamos falando de ilícito civil
uma mesma conduta pode gerar p um servidor publico uma sanção disciplinar interna, uma
sanção civil por improbidade administrativa e ainda a mesma conduta configurar crime contra
a administração publica

dispositivos processuais
a) representação à autoridade administração ou MP art. 14 – fala de representação, levar a
noticia de fato de q alguém cometeu uma ação de improbidade administrativa, essa
representação pode ser p autoridade administrativa ou p o próprio MP o representante deve
identificar-se, mas pode representação anônima? sim pode mas tem q ser uma representação
séria, muitas ações de improbidade administrativa podem começar de denuncia anônima, mas
além da representar ela deve mostrar as provas q tem ou indicar ou indica p autoridade ou MP
onde estão as provas ai basta investigar muitas representações são anônimas mas não pode ser
qualquer representação e tem um tipo penal p quem faz representação falsa, a representação
portanto apesar da lei pedir a qualificação do representante é possível q seja feita de forma
anônima o §2o diz q a rejeição da representação pela autoridade administrativa se a
representação não estiver qualificada, mas diz q a autoridade administrativa deve representar
ao MP exp. digamos q alguém com provas ou pelo menos indícios de autoria e materialidade
de improbidade administrativa comunica isso ao prefeito, ele pode investigar e reponde por
omissão
b) informação (ciências) ao MP – art. 15 - se a representação for a autoridade administrativa
ela obrigatoriamente deve comunicar ao MP quais os procedimentos q adotou, a lei disciplinou
isso pq pode ser q a autoridade receba a representação e arquive a administração ate pode fazer
isso mas com a ciência do Ministério Publico q é o fiscal da lei pq a autoridade administrativa
pode ter a intenção de omitir os fatos
c) sequestro de bens- art. 16 – é possível o sequestro de bens preliminarmente quando a
representação contem provas robustas o MP ou a autoridade administrativa pode requerer ao
juiz o sequestro de bens para assegurar futura indenização se for o caso então é possível o
sequestro de bens exp. ordem de bloqueio judicial nas contas - é uma ação civil
d) ação de improbidade administração ou ação civil publica por ato de improbidade
administrativa art. 17 – o q não pode é ação popular fundada em improbidade administrativa
o autor da ação popular? o cidadão q não pode pedir não tem legitimidade o juiz nem recebe
impossibilidade jurídica do pedido, o cidadão não tem legitimidade p propor ação de
improbidade administrativa, mas e quem pode? o titular da ação de improbidade
administrativa pode ser a própria administração publica ou os dirigentes da administração
indireta autarquia fundação empresa publica e sociedade de economia mista ou o MP – cidadão
não pode, e não pode pq ele não pode pedir suspensão dos direitos políticos e perda de cargo
ou função, se a ação for inaugurada pela administração publica obrigatoriamente o MP deve
acompanhar a ação como fiscal da lei, mesmo se for esquecido de intimar o MP o juiz recebe a
ação e como é questão de ordem publica intima o MP p acompanhar a ação, uma vez
protocolada a ação o juiz a recebe e analisa e intima os requeridos p defesa preliminar
(intimação dar ciência de qualquer ato de interesse da parte p alguma manifestação dela ) o juiz
recebe a ação e manda intimar os requeridos p uma manifestação previa a chamada defesa
preliminar
 d1) defesa preliminar – art. 17 §7o – aqui não é defesa de mérito exp. um dos requeridos
é membro de comissão de licitação e o q se discute é um ato de improbidade administrativa
no procedimento licitatório essa pessoa vai dizer, eu fui arrolado ai mas eu não era mis
membro da comissão de licitação ao tempo da suposta fraude dos atos ai descritos pelo
ministério publico na ação e ai junta o decreto de sua exoneração da comissão de licitações
esse é o intuito dessa manifestação preliminar é dizer o pq não deve estar ali tentar ser
excluído do polo passivo da ação, ai o juiz recebendo essas manifestações preliminares vai
fazer o chamado juízo de admissibilidade exp. essa ação tem 5 requeridos e todos fazem a
defesa preliminar e o juiz vai analisar e entende q 2 deles não deveriam estar na ação há
uma ilegitimidade passiva deles e o juiz extingue a ação com relação a esses dois e vai
receber a ação contra os demais
 d2) admissibilidade art. 17 §8o – ver se recebe ou não a ação se o juiz entender q a ação
não tem pertinência não recebe a ação, o q da direito a recurso do autor da ação q vai apelar
dessa decisão
 d3) decisão pelo recebimento  citação ...  art. 17 §9o – prazo de citação de 15 dias
corridos pq ainda não há processo, a integração do processo ocorre com a citação de todas
as partes, aqui não é citação é só notificação, é um conhecimento uma ciência p q os
requeridos verem se é pertinente estarem ali
d1 d2 d3 são particularidades do processo administrativo rito especifico

1o o juiz intima p uma manifestação preliminar onde o requerido vai tentar ser excluído do polo
passivo da ação o juiz recebendo essas manifestações ele faz o chamado juízo de
admissibilidade e recebendo a ação ai sim ele vai mandar citar para q os requeridos façam a sua
contestação

o art. 12 incisos I, II, III definem as penas é ação civil pq o legislador chamou de pena e não de
sanção a ação de improbidade é uma ação CIVIL, o legislador chamou de pena mas é
sanção civil, o juiz do cível não fixa pena p minguem
sanções (penas)
art. 12 I  art. 9o –
art. 12 II  art 10 -
art 12 III  art 11 -
art. 9º  enriquecimento ilícito – atos de improbidade administrativa q importam
enriquecimento ilícito a pessoa se enriquece com a conduta improba, Constitui ato de
improbidade administrativa importando enriquecimento ilícito, a conduta é direcionada a
enriquecerce ilicitamente, a jurisprudência entende q o art. 9o caput o tipo enriquecimento ilícito
exige dolo da conduta do agente, então quando a administração ou o MP ingressa com a ação
civil publica por improbidade administrativa se deve fazer prova da intenção do especial fim
de agir: dolo especifico o enriquecimento ilícito, mas isso é matéria de defesa p o MP vai
ingressar com a ação mesmo em casos de culpa, enriquecimento ilícito é qualquer circunstancia
em q o agente publico aufira vantagem em detrimento ao erário exp. uso de papel de repartição
administrativa p fins privados do agente. Exp. servidor q vai p casa com o veiculo publico e faz
as suas atividades diárias com o carro publico. É qualquer vantagem q se tenha mas a doutrina
se inclina a conduta dolosa do agente qualquer vantagem seria enriquecimento ilícito

art. 10  improbidade administrativa q causa dano ao erário – o entendimento majoritário


entende q tem q ter dolo na conduta do agente vontade de causar dano ao erário

art. 11  ofensa a princípios da administração publica – aqui não se fala em patrimônio ao


menos culpa, q é negligência imprudência e imperícia um erro pode causar ofensa a princípios
aplicáveis a administração publica, qualquer principio, a omissão enseja a ofensa exp. o
portador de cargo comissionado sabe da fraude na licitação mas se omite por medo de perder o
cargo, ai quando vem a ação civil publica de improbidade administrativa percebe-se q foi
omisso o q ofende a princípios da administração publica e gera responsabilização,

art. 19  tipo penal – é uma ação civil mas o legislador colocou um tipo penal mas pode pq é
uma legislação esparsa, alguém faz a representação mas é alguém q sabe ou deveria saber q a
pessoa é inocente e mesmo assim representa pode vir a responder por este crime previsto no
art. 19

art. 20  trata da possibilidade afastamento agente publico no curso da ação quando o agente
é detentor de cargo eletivo, p afastar o eleito pelo voto popular as provas tem q ser muito graves
q o eleito vai causar um prejuízo a instrução processual se continuar no exercício do cargo ele
vai ocultar provas ou ameaçar pessoa nesse caso o juiz pode determinar o afastamento mas na
duvida permanece no cargo, pois vigora o estado democrático de direito, pq a perda do cargo
ou suspensão dos direitos políticos são sanções previstas no art. 12 só operam efeitos após o
transito em julgado da decisão

art. 23  prescrição I, II, III – são 3 prazos prescricionais


I – mandato (prefeito vereador deputado), 5 anos ate o termino do mandato, cargo eletivo ou
de confiança 5 anos do termino do vinculo,
II – quem é aprovado por concurso na administração publica há uma lei q define prazo de
prescrição p pena de demissão infração disciplinar normalmente o prazo é 5anos p q com os
conhecimentos dos fatos a autoridade possa demitir o servidor publico q comete infração
disciplinar de natureza grave, ai o legislador disse q o prazo p prescrição é o mesmo prazo p
demissão do servidor concursado mas qual é o prazo? Depende do estatuto daquele servidor, p
servidor publico federal é 5anos, no estatuto do servidor publico do Estado do Paraná é 5anos,
então o prazo prescricional p ação de improbidade administrativa contra servidor publico
concursado? Depende do prazo fixado na lei disciplinar p sanções de demissão
III – ate 5 anos da data da apresentação a administração publica da prestação de contas final –
a administração publica t q presta conta p os tribunais de conta da união dos estados conforme
o caso, exp. prefeito apresenta suas contas ao tribunal de contas em janeiro do ano seguinte e a
partir dessa data da entrega das contas 5 anos é o praz prescricional se existir alguma
irregularidades nessas contas q possam gerar a sanção por improbidade administrativa haverá
um prazo prescricional de 5anos

... normalmente as sanções se referem a perda de cargo ou função, suspensão de direitos


políticos por um determinado período de tempo ressarcimento ao erário quando a dano a este
quanto mais grave a infração mais grave é a sanção aplicada ...

chama de pena mas é ação civil


a ação de improbidade administrativa ela é contra um agente publico um servidor publico q seja
dos quadros da administração não tem ação de improbidade administrativa exclusiva contra
particulares, somente terá ação de improbidade administrativa quando esse particular estiver
associado a um agente publico, sempre p propor ação de improbidade administrativa temos q
ter um agente publico propriamente dito q é aquele q tem um vinculo de trabalho extensivo
com a administração presente, mas nunca o particular isoladamente

 Enriquecimento ilícito art. 9o dolo tem q ter vontade


 Dano ao erário dolo art. 10 tem q ter dolo
 Ofensa ao principio art. 11 ao menos culpa em qualquer modalidade de culpa
A parte geral do CP auxilia muito na defesa administrativa
Qualquer ato de improbidade também ofende a princípios então normalmente vem conjugado
(art. 9o + art. 11) ou (art. 10 + art. 11) o q torna a sanção bem mais grave o juiz ao sentenciar e
caracterizada a improbidade administrativa usara a sanção do (art. 12 I + art. 12 III) ou (art. 12
II + art. 12 III) – qualquer erro ofende a princípios então é bem complicado fazer a defesa do
art. 11 por ser uma analise subjetiva
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Aula 8 – 17 de agosto de 2017

Organização Administrativa do Estado


 Administração publica federal é de responsabilidade da União
 Administração publica estadual de responsabilidade dos estados
 Administração publica municipal de responsabilidade dos municípios
 Administração publica distrital de responsabilidade do Distrito Federal

Distinção – é a existência ou não de personalidade jurídica


 Órgão publico – são despersonalizados não tem personalidade jurídica – é um centro
especializado de competências administrativas q NÃO tem personalidade jurídica
então não responde por seus atos , exp. ministério da saúde é um órgão publico vinculado
a uma pessoa jurídica q é a união – a secretaria municipal de educação é um órgão publico
vinculado a uma estrutura de pessoa jurídica q é o município o órgão publico esta
localizado em uma pessoa jurídica pertencente ao estado
 Ente administrativo ou ente politico administrativo – união Estados DF e municípios
 Entidade administrativa – tem personalidade jurídica autarquias, fundações, empresas
publicas e sociedades de economia mista

Personalidade jurídica é ser sujeito de direitos e obrigações podem demandar e ser


demandados juridicamente sendo sujeito de direitos e obrigações quem não tem personalidade
jurídica portanto não é sujeito de direitos e obrigações
Exp. veiculo pertencente ao ministério da saúde se envolve em acidente de transito a
reponsabilidade é da união, pq ela q detêm personalidade jurídica

Decreto-Lei 200/1967 – divisão –estabeleceu a 1a reforma administrativa do estado brasileiro


dividiu a administração publica em direta e indireta
Distingue quem exerce a atividade administrativa de modo direto ou de modo indireto

a) Administração Publica Direta - ( administração publica central ou centralizada)


centralização administrativa
 União – ministério da previdência e assistência social tem competência de fixar
politicas governamentais e em algum momento a união entendeu q era necessário ..... q
criou uma autarquia federal chamada INSS
 Estados -
 DF -
 Municípios -
decorrem da divisão federada do estado brasileiro art. 18CF
a atividade administrativa é realizada de modo direto e centralizado pela União, estados,
Município ou DF enfim por um ente politico administrativo falamos que é a administração
publica direta quem executa a atividade, e é direta e centralizada pq a atividade administrativa
é realizada diretamente pelo ente administrativo sendo executada de modo centralizado
exp. sus quem executa a atividade administrativa do SUS é a União logo uma atividade
administrativa centralizada pq é realizada pela União administração publica direta
exp. se alguém quer construir uma casa, precisa de uma licença p construir vai ate a
administração do município a secretaria de urbanismo municipal e lá vai requisitar a sua licença
p construir então é uma atividade administrativa realizada pela administração publica direta
municipal

b) Administração Publica Indireta – ( administração publica descentralizada) ou


descentralização administrativa
as vezes por eficiência administrativa a administração sente a necessidade de determinar outras
pessoas jurídicas p q estas também executem atividades administrativas ai quando a outras
pessoas jurídicas distintas da administração direta porem de algum modo vinculada a
administração direta fala-se na descentralização administrativa, ou seja a administração publica
indireta trata de outras pessoa jurídicas distintas da pessoa central e q em nome dela executam
atividades administrativas, a administração publica indireta é composta por pessoas jurídicas
distintas diferentes daquelas pessoa jurídicas da administração direta mas q executam
atividades administrativas em nome da pessoa jurídica central, a administração publica indireta
existe por força de uma necessidade da administração publica direta
art. 37, XIX CF
 Autarquias – autarquia administrativa autônoma INSS se não existisse INSS as pessoas
iriam na administração publica direta
 Fundações -
 Empresas Publicas -
 Sociedades De Economia Mista –
exp. se alguém quer se aposentar não vai ate ao ministério da previdência e assistência social
não! Vai ao INSS q é uma autarquia q não é centralizada portanto é decentralizada então quem
quer se aposentar usa a administração publica indireta indo em uma autarquia decentralizada
chamada INSS,
ministério da previdência e assistência social tem competência p fixar politicas governamentais
sobre previdência e assistência social em determinado momento a União entendeu ser
necessário retirar algumas atividades deste ministério e levar estas atividades a uma outra
pessoa jurídica distinta da União p q executasse parte dessas competência do ministério ai criou
uma autarquia federal chamada INSS retirando atividades da administração central custeio e
benefícios da previdência social e trouxe p autarquia INSS q tem como sua especialidade
custeio e benefícios da previdência social e se não existisse INSS as pessoa iriam buscar a sua
aposentadoria no ministério da previdência e assistência social q faz parte da administração
publica direta, então percebeu-se q para o funcionamento melhor da maquina publica algumas
atividades deveriam ser decentralizadas, p q aquelas pessoa da administração publica indireta
se ocupassem especialmente especificamente de uma determinada matéria
exp. administração publica direta município de Guarapuava secretaria municipal de urbanismo
e serviço publico tiraram essas atividades de coleta de lixo e criaram uma sociedade de
economia mista a SURG p realizar estas atividades transferiram de modo decentralizado p uma
pessoa jurídica da administração indireta, o dia q deixar de existir a SURG o serviço volta p o
ente politico administrativo Município administração direta

Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados,
do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade,
moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:
(...)
XIX - somente por LEI ESPECÍFICA poderá ser criada autarquia e autorizada a instituição de
empresa pública, de sociedade de economia mista e de fundação, cabendo à lei
complementar, neste último caso, definir as áreas de sua atuação;

só existem essas 8 pessoas jurídicas pertencentes ao Estado 4 da administração publica


direta: União, Estados Municípios e o DF art. 18 caput e 4 da administração publica indireta
Autarquias, Fundações, empresas publicas e sociedades de economia mista art. 37 XIX o
resto é órgão publico existem alguns órgãos públicos q dão a errônea impressão pela sua quase
independência q são pessoas jurídicas como o MP q é órgão publico desprovido de
personalidade jurídica, digamos q um membro do MP venha no uso de suas prerrogativas causar
um dano moral a alguém o ofendido terá q ingressar ação contra a União e não contra o MP pq
a União é quem detêm a personalidade jurídica, pq o MP como órgão publico esta vinculado a
administração federal q é representado por uma pessoa jurídica a União, já as entidades
administrativas e entes administrativos sim possuem personalidade jurídica e podem ser
demandados

modos de distribuição de competência administrativa 29’


 DESCONCENTRAÇÃO ADMINISTRATIVA – é distribuição de competências
administrativas p órgãos públicos subordinados dentro uma mesma pessoa jurídica, o
chefe do poder concentra em si todo o poder decisório todas as competências de
administração publica mas não tem como alguém administrar concentrando todo esse poder
então ele precisa ser desconcentrado o poder desconcentrar as competência administrativas
para os órgãos públicos dentro da mesma pessoa jurídica, então o poder central do
presidente é desconcentrado nos ministérios q são órgãos públicos logo abaixo do
presidente ele desconcentra p os ministérios q desconcentram p toda uma estrutura
subordinada de órgãos públicos, desconcentra pq tem q distribuir e não tem como distribuir
dentro de uma mesma pessoa jurídica se não for desconcentrando por isso q se trata
organização administrativa do estado pq se explica como q se organizam essas
competências
 DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA – pressupõe obrigatoriamente outras
pessoa jurídicas distintas da administração central é quando se trata de outra pessoa jurídica,
ai estão Autarquias, empresas publicas, fundações, sociedade de economia mista também
recebem competências administrativas mas de modo Decentralizado

descentralização desconcentrada a presença de órgãos públicos dentro das autarquias, uma


unidade administrativa dentro do INSS é uma desconcentração pq é um órgão q esta contido
dentro de uma pessoa jurídica decentralizada

características comuns as entidades DECENTRALIZADAS da Administração Publica


INDIRETA
a) existência de Lei ESPECIFICA - p criar ou instituir uma pessoa jurídica da administração
indireta – Somente por lei especifica p evitar q se criem autarquias, fundações empresas
publicas ou sociedades de economia mista no bojo de uma outra lei qualquer, lei especifica
é uma lei q só pode tratar de uma única matéria que é a regulamentação de uma pessoa
jurídica da administração indireta se é exigido lei especifica p criar ou instituir essas pessoas
p extingui-las também é necessário lei especifica, não pode ser extinta por um decreto por
exp. – e p existir uma entidade decentralizada a iniciativa do projeto de lei especifica só
pode ser do chefe do executivo exclusivamente não podendo um membro do poder
legislativo ter iniciativa de criar uma autarquia seria inconstitucional
b) personalidade jurídica própria – distinta diferente da instituição criadora ou instituidora
c) principio da especialidade – as pessoas jurídicas da administração indireta quando
instituídas p tratar de um único tema um tema central, a competência temática da entidade
exp. a competência do INSS custeio e benefícios da previdência social e nada mais cada
uma dessas pessoas jurídicas são especializadas em uma única matéria e por isso são
instituídas aliviam a administração direta q não precisa ser tão especifica em um
determinado tema
a. Funai tem competência p proteção e desenvolvimento do povo indígena
b. imetro fiscalização do sistema métrico nacional
d) ausência de subordinação hierárquica – as entidades da administração indireta possuem
autonomia administrativa portanto não há subordinação hierárquica, as pessoas jurídicas da
administração indireta a descentralização administrativa representamos por uma linha
horizontal a relação é de colaboração com a administração publica direta e é um direito
subjetivo publico das autarquias defender sua autonomia
e) vinculação temática a administração direta – não há subordinação hierárquica mas a o
chamado principio da especialidade e só existe pessoa jurídica da administração indireta
por uma necessidade da administração publica direta q é quem determina a existência da
administração publica indireta através do chefe do poder executivo então existe uma
vinculação entre a administração direta e a indireta não é vinculação subordinada é uma
vinculação temática exp. o INSS integrante da administração indireta trata de determinado
tema determinada competência e tem o ministério da previdência e assistência social
membro da administração direta q trate desse mesmo tema competência correlata e o
ministério fiscaliza o INSS quanto a sua competência, o Ibama tem vinculo temático com o
ministério do meio ambiente, imetro guarda vinculação temática com o ministério da
ciência e tecnologia. Vinculação temática é uma supervisão um vinculo existente entre a
administração publica direta e a indireta pelo tema pela competência estabelecido a pessoa
da administração indireta
f) responsabilidade civil da administração publica direta sobre os atos praticados pela
da administração publica indireta, quem tem personalidade jurídica é sujeito de direitos
e deveres e responde pelos seus próprios atos e cada uma das entidades da administração
publica indireta tem personalidade jurídica própria logo respondem pelos seus atos, mas a
administração publica indireta existe por forca de uma necessidade da administração
publica direta, então a responsabilidade civil da administração direta pelos atos da
administração indireta é subsidiaria não há solidariedade – exp. se alguém sofre um dano
pelo o INSS, a pessoa ingressa a ação de danos contra o INSS q tem personalidade jurídica
e é sujeito de direito e obrigações e não contra a União nem contra o ministério da
assistência social, e ingressa somente contra o INSS pq a responsabilidade da União é
subsidiaria não há solidariedade, somente se o patrimônio da entidade da administração
indireta não conseguir solver a indenização a qual foi condenado ai q se buscara o
patrimônio da administração direta - a administração direta vai subsidiar a administração
indireta
exp.
 órgãos públicos todos os ministérios e secretarias municipais e estaduais
 policia federal é órgão publico de uma divisão desconcentrada de órgãos públicos
vinculados ao ministério da justiça e ambos vinculados a união
 Detran PR – autarquia
 forcas armadas - órgão publico
 ministério publico - órgão publico
 tribunais de contas - órgão publico

o órgão publico é ilegítimo passivamente pq não tem personalidade jurídica e a ação é extinta,
a ação deve ser proposta em face a pessoa jurídica a qual esse órgão publico é vinculado, no
caso de problemas com a PM se processa o PR

Diferença entre desconcentração e descentralização


Desconcentração prevê a existência de órgãos públicos dentro de uma mesma pessoa jurídica
de modo hierárquico subordinado a linha é vertical com autoridade superior e inferior
Descentralização pressupõe obrigatoriamente outras pessoa jurídicas distintas da
administração central representamos por uma linha horizontal a relação é de colaboração

Desconcentrar e decentralizar é conveniência e oportunidade o poder judiciário não pode


mandar desconcentrar e decentralizar muito menos o legislador, a iniciativa de um projeto de
lei p desconcentrar ou decentralizar é do poder executivo através de lei especifica q devera ser
aprovado pelo poder legislativo
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Aula 9 – 23 de agosto de 2017

A administração publica estruturada em 2granges grupos a administração publica direta e a


administração publica indireta. a administração publica direta é a central, a centralizada fala-se
em centralização administrativa e a administração publica indireta a descentralização
administrativa ou administração publica descentralizada. Tanto na administração publica direta
quanto na administração publica indireta existem pessoas jurídicas que são as únicas pessoas
jurídicas do estado na administração publica direta: união estados DF e municípios e na
administração publica indireta: autarquias, fundações, empresas publicas e sociedades de
economia mista. Então temos essa estruturação da administração publica temos os entes
políticos administrativos: união estados DF e municípios, as entidades administrativas:
autarquias, fundações, empresas publicas e sociedades de economia mista e os órgãos públicos
q são despersonalizados e sempre são vinculados agregados a uma destas pessoas jurídicas, o
órgão não tem personalidade jurídica portanto não é sujeito de direitos e obrigações quem
responde pelo órgão é a pessoa jurídica a quem ele esta vinculado, alguns órgãos parecem ter
uma autonomia tão grandes q podem ser confundidos com pessoas jurídicas mas esta autonomia
se deve por sua competência estar prevista na CF como o MP que tem uma competência
constitucional relevantíssima, mas não é pessoa jurídica é órgão, as forcas armadas não são
pessoas jurídicas são órgãos, os tribunais de contas também são órgãos públicos todos
despersonalizados vinculados a uma pessoa jurídica nem q seja orçamentariamente.
Características existentes a todas as entidades da administração publica direta q haverá uma lei
especifica que CRIA a autarquia ou que AUTORIZA a instituição de fundações, empresas
publicas e sociedades de economia mista. Que não há relação de subordinação entre a
administração publica direta e indireta há apenas uma vinculação temática sempre uma pessoa
da administração publica indireta terá um vinculo temático de competência com a
administração publica direta exp. Ibama uma autarquia federal q tem competência sobre temas
vinculados a meio ambiente e tem vinculação temática com o ministério do meio ambiente e
recursos renováveis e assim o é a todas as entidades da administração publica indireta e também
é importante frisar q não há responsabilidade solidaria entre a administração publica direta e
indireta há uma responsabilidade subsidiaria, ou seja subsidiariamente se o patrimônio da
administração publica indireta não puder solver com eventual indenização ou responsabilização
ai sim a pessoa jurídica da administração publica direta subsidiariamente ira responder

AUTARQUIAS – a palavra diz e q autogoverno p compreender vai pela atividade


SIGINIFICADO – sempre é uma pessoa jurídica de direito publico decentralizada
CRIADA por Lei Especifica tem q ser especifica pq se for só lei qualquer inciso qualquer §
alínea da lei poderia criar uma autarquia e o legislador constituinte p evitar isso por isso p todas
as entidades da administração publica indireta exige-se lei especifica
ATIVIDADES – própria e exclusivas do estado, próprias e exclusivas da administração direta
exp. de atividade exclusiva do estado q não pode ser realizada por particulares: poder de policia
fiscalização, regulação q é atividade própria exclusiva do estado e se o estado não a realizar a
atividade ele pode determinar essa atividade há uma autarquia como por exp. agencias
reguladoras Aneel Anatel, Detran, Ibama realizam atividades q são próprias e exclusivas do
estado o INSS também tem função de fiscalização dos custeio da previdência. Enato aquilo q
for uma atividade própria exclusiva do estado pode ser realizado por uma autarquia elas são
criadas p realizar atividades próprias e exclusivas do estado somente as autarquias tem essas
características ( fundação, empresa publica e sociedade de economia mista não são assim) exp.
em Guarapuava tem a secretaria municipal de transito que é uma desconcentração, mas poderia
a administração municipal ao invés de ter a secretaria municipal de transito criar uma autarquia
municipal de transito sim! Porem o q se tem é a administração direta fiscalizando
regulamentando o transito municipal no âmbito do território municipal se a administração direta
não quiser realizar essa atividade ela criara uma autarquia p realizar essa atividade, mas somente
uma autarquia poderia ser criada p regulamentar o transito Não poderia ser uma fundação nem
uma empresa publica nem uma sociedade de economia mista NÃO! P regulamentar o transito
é ou administração direta ou Autarquia como a existente em Ponta Grossa, mas provavelmente
em algum momento Guarapuava terá uma autarquia municipal de transito uma vez q a ideia da
descentralização e tornar uma atividade especifica com uma personalidade jurídica própria. O
poder publico ao criar uma autarquia esta decentralizando e uma autarquia só pode ser criada e
extinta por lei especifica, não se cria autarquia por decreto somente por lei especifica. poder de
policia somente pode ser realizado pelo estado não é próprio o exercício do poder de policia
por pessoa jurídica de direito privado ainda q vinculado ao estado, posterior a isso o TJ-PR
considerou a nulidade de todas as autuações da URBS em Curitiba nos últimos 5anos por ser
uma sociedade de economia mista pessoa jurídica de direito privado q realizava fiscalização de
transito, a fiscalização de transito em Guarapuava é atualmente uma desconcentração
administrativa, que em tese poderá ser decentralizada p uma autarquia municipal de transito,
mas por razão de conveniência e oportunidade da administração municipal a fiscalização de
transito no município se faz por órgão publico desconcentrado
INICIO DA PERSONALIDADE JURÍDICA DE UMA AUTARQUIA – quando ela passa
ser sujeito de direitos e obrigações pq a autarquia é criada pq é instituto jurídico próprio do
direito publico diferente de fundação q é instituto jurídico do direito privado a administração
publica cria a autarquia e estabelece seu regime jurídico, uma autarquia tem inicio na sua
atividade jurídica com a publicação da lei especifica no diário oficial da a origem da pessoa
jurídica, mas e se a lei não for publicada não se tem a pessoa jurídica, a extinção de uma
autarquia também se da por uma lei especifica q vai revogar aquela lei anterior sendo um ato
revogador. Só depois da vacatio legis q a lei tem eficácia enquanto não houver a eficácia da lei
não é sujeito de direitos e obrigações está criada temos a personalidade jurídica mas não se tem
efeitos
REGIME JURÍDICO – Publico sem exceções estando obrigados a licitação, aos contratos
públicos o acesso aos cargos efetivos se da por concurso publico
Não há subordinação entre administração direta e administração indireta mas a administração
direta exerce (Controle/Supervisão/Tutela) sobre a administração indireta mas não há
subordinação hierárquica, as pessoa jurídicas da administração indireta tem direito subjetivo
publico a autonomia administrativa mas existe uma vinculação temática e existe essa
vinculação temática pq a autarquia é criada p realizar atividades q seriam próprias do estado a
autarquia sofre (Controle/Supervisão/Tutela)
CONTROLE / SUPERVISÃO / TUTELA
(Controle/Supervisão/Tutela) FINALÍSTICA E DE RESULTADOS – exp. o INSS tem uma
finalidade q é o pq q foi criado no caso o INSS é pq realize o custeio e beneficio da previdência
social, então a administração publica direta vai verificar se efetivamente a autarquia esta
cumprindo com a obrigação com o encargo ao qual ela foi criada verificar os resultados a ideia
de decentralizar é a eficiência administrativa por isso q se tem a administração publica indireta
p se ter pessoa jurídica especializada p uma atividade especifica então a administração publica
direta através do ministério q detêm a vinculação temática verifica a os resultados p saber se
esta sendo cumpridos os resultados esperados – cumpre com a finalidade? Alcança os resultados
esperados com a descentralização?
(Controle/Supervisão/Tutela) FINANCEIRO – as autarquias tem personalidade jurídica
própria, patrimônio próprio e orçamento próprio mas a execução desse orçamento é
supervisionado no caso das federais pelo ministério do planejamento e o TCU e se for estadual
haverá uma secretaria estadual q fara esse controle financeiro e o tribunal de contas do estado
e se for municipal uma secretaria e o Tribunal de contas do estado salvo nos municípios q tem
tribunal de contas municipal
(Controle/Supervisão/Tutela) POLITICO – a possibilidade q tem a administração publica
direta de designar os dirigentes da administração publica indireta
Pq ênfase a esse controle? Não há subordinação hierárquica e essas pessoas jurídicas da
administração indireta possuem autonomia administrativa q configura seu direito subjetivo
publico q é uma faculdade de agir e uma autarquia pode defender a sua autonomia
administrativa contra a ingerência a administração publica direta uma vez q respondem pelos
seus próprios atos exp. o presidente do INSS entra em colisão com o presidente da republica
este será exonerado e isso é um modo da administração publica direta ter o controle ou seja a
administração publica direta relativiza a autonomia da administração publica indireta

autarquias, fundações, empresas publicas e sociedades de economia mista todas tem o sistema
de Controle / supervisão / tutela – exp. BB tem a Petrobrás tem em tese tem

como diferir a associação de uma fundação art. 62 fundação


o que é preciso p instituir uma fundação ou instituição precisa de pessoas, e uma fundação
necessita necessariamente de uma dotação patrimonial de bens - dotação é especificar
distinguir do todo uma parte e esta parte tem um encargo gravado com uma destinação
finalidade especifica – fundação depende de Dotação – Funai é uma fundação instituída pelo
estado – p instituir uma fundação por particulares exclusivamente privada precisamos de
autorização do MP q deve analisar a minuta o estatuto se a dotação de bens é suficiente p a
finalidade se o parecer for negativo não tem fundação da fundação p verificar

FUNDAÇÕES -
SIGNIFICADO – é uma dotação ou destinação patrimonial de bens gravada com uma
finalidade publica especifica
LEI AUTORIZATIVA ESPECIFICA – autoriza instituir uma fundação e não cria e pq o
legislador constituinte não diz q essa lei especifica cria uma fundação mas sim diz q autoriza
instituir uma fundação pq fundação é um instituto jurídico próprio do direito privado não é
fundação um instituto de direito publico como é a autarquia, se não é próprio do direito publico
ele não pode criar o q não é dele, não pode criar aquilo q já existe juridicamente falando, o
instituto jurídico autarquia é criado pelo direito publico e depois vc da o nome e a competência
e o instituto jurídico fundação vc autoriza e depois nomeia e da competência é o instituto
jurídicos q é autorizado a existir e é autorizado pq é instituto jurídico do direito privado o direito
publico se apropria de institutos jurídicos q são próprios do direito privado exp. pq o inciso o
art. 37 XIX CF criar autarquia e autorizar a instituição de fundação empresa publica e sociedade
de economia mista, o legislador quis dizer q pode-se pegar o instituto jurídico do direito privado
e adapta-lo p utilização no direito publico, por isso é autorização não tem como criar o q já
existe, cada fundação tem q ter uma lei especifica autorizando a ser instituída
ATIVIDADES – serão definidas por lei complementar mas não tem essa lei complementar
ainda mas é consenso doutrinário q essas fundações não vão realizar atividades econômicas q
são próprias e de empresa publica e sociedade de economia mista não pode as q são próprias de
autarquias q são exclusivas do estado então sobra: assistência social, educação, saúde,
pesquisa – IBGE, Funai
Inicio da personalidade jurídica -
PERSONALIDADE JURÍDICA DE DIREITO – pq q autoriza pq o instituto jurídico é de
direito privado o estado fica autorizado a adaptar um instituto jurídico fundação a uma atividade
estatal então a personalidade jurídica da fundação se inicia com o registro do estatuto ou
do ato constitutivo no órgão competente tem q registrar o estatuto, se não houver o registro do
estatuto não tem personalidade jurídica.
Uma fundação pode ser instituída com personalidade jurídica de direito publico ou privado, a
autoridade administrativa tem discricionariedade ao instituir uma fundação e determinar se ela
terá personalidade jurídica de direito publico ou privado
 Publico
 Privado
Regime jurídico – tem q saber qual é o regime jurídico aplicado – qual a conclusão do STF
quanto ao regime jurídico aplicado em uma fundação
a) antes da CF 1988 – fundação não era entidade da administração publica indireta ou pelo
menos não com previsão constitucional e as fundações pertencentes ao estado e mantidas com
$ publico e nem prestavam contas e a CF fez constar as fundações como uma das pessoas
jurídicas da administração indireta
b) após CF 88 até a EC 19/1998 –
c) após EC 19/1998 – e mudou a redação do inciso XIX do art. 37 por lei especifica ficava
autorizada a instituição de fundação
STF diz q se a Fundação for instituída com:
Personalidade jurídica de direito publico = o regime jurídico será semelhante das autarquias
Personalidade jurídica de direito privado = semelhante das empresas publicas * qual o regime
jurídicos das empresas publicas? O regime jurídico será o regime jurídico próprio das
empresas publicas
Expressão fundação autárquica – uma fundação com personalidade jurídica de direito publico
não é idêntica a uma autarquia o STF disse q é semelhante, pois p criar uma autarquia não
precisa de dotação de bens
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Aula 10 – 24 de agosto de 2017 -

autarquias são pessoas de direito publico pessoas próprias do estado .e precisam de uma lei q
crie essas autarquias, vimos a distinção de o pq o art. 37 XIX menciona criar autarquias e outra
hora ele fala em autorizar fundação, empresa publica e sociedade de economia mista, fala em
autorizar pq estes institutos jurídicos são próprios do direito privado e se são institutos
existentes não tem como a lei criar, não vai criar o q já existe, então ela vai autorizar a instituição
de uma fundação e criar uma autarquia q existem p realizar atividades próprias e exclusivas do
estado, tudo q o estado tem como atividade própria uma autarquia pode fazer como atividade
de fiscalização e regulação poder de policia do estado q pode ser executado pela administração
publica direta ou pela administração publica indireta na forma de uma autarquia. p autarquias
existe controle supervisão e tutela q é exercido p qualquer uma das 4 entidades da administração
publica indireta sendo o controle finalístico e de resultado e o controle financeiro destaque ao
controle politico q atribui o poder ao chefe do poder executivo de designar os dirigentes da
administração indireta o q acaba relativizando a autonomia administrativa q essas entidades
possuem se houver um conflito de ideias entre o presidente da republica e o presidente de uma
entidade da administração indireta isso pode levar a exoneração do dirigente da entidade da
administração indireta e isso é ruim pq relativiza a autonomia administrativa.
Fundação é uma dotação patrimonial, é um patrimônio destinado a uma finalidade especifica e
e a definição de fundação instituída pelo estado e pelo poder publico é a mesma do art. 62 do
código civil, mas quem dota e especifica esse patrimônio é o poder publico pq é ele q quer
instituir a fundação e a lei especifica apenas autoriza, mas p q exista a personalidade jurídica
da fundação é necessário o registro do ato constitutivo, numa fundação o ato constitutivo é o
estatuto social sem esse registro não tem personalidade jurídica não tem fundação o q se tem
unicamente é uma autorização , e hoje as fundações podem ser instituídas com personalidade
jurídica de direito privado e de direito publico e ai surge o questionamento de qual regime
jurídico aplicável a uma fundação quando ela for instituída com personalidade jurídica de
direito publico ou quando ela for instituída com personalidade jurídica de direito privado p isso
o STF determina q quando a fundação é instituída com personalidade jurídica de direito publico
o STF considera elas semelhantes as autarquias e sendo semelhantes as autarquias aplica-se o
regime jurídico publico sem exceção o STF considera semelhantes pq fundação p existir precisa
de patrimônio q vai atender a finalidade da fundação enquanto a autarquia só precisa da lei
especifica q a cria. E se a fundação é instituída com personalidade jurídica de direito privado
elas são semelhantes as empresas publicas

Empresas Estatais (gênero) comporta duas espécies empresas publicas e sociedades de


economia mista – empresa estatal significa empresa do estado, mas não confundir gênero
empresa estatal com empresa publica quando se fala em empresa estatal deve se verificar se a
circunstancia se refere a empresa publica ou a sociedade de economia mista é importante por
conta do regime jurídico e das poucas diferenças q existem.
- EMPRESAS PUBLICAS –
 Correios prestadora de serviços públicos
 CAIXA exploradora de atividade econômica
 Radiobras prestadora de serviço publico
 BNDS prestadora de serviço publico (fomento)

- SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA –


 Copel – exploradora de atividade econômica
 Banco do Brasil exploradora de atividade econômica
 Petrobrás exploradora de atividade econômica
 Eletrobrás exploradora de atividade econômica

Art. 173. Ressalvados os casos previstos nesta Constituição, a exploração direta de atividade
econômica pelo Estado só será permitida quando necessária aos imperativos da segurança
nacional ou a relevante interesse coletivo, conforme definidos em lei.
§ 1º - A lei estabelecerá o estatuto jurídico da empresa pública, da sociedade de economia mista e
de suas subsidiárias que explorem atividade econômica de produção ou comercialização de bens
ou de prestação de serviços, dispondo sobre:
I - sua função social e formas de fiscalização pelo Estado e pela sociedade;
II - a sujeição ao regime jurídico próprio das empresas privadas, inclusive quanto aos direitos e
obrigações civis, comerciais, trabalhistas e tributários;
III - licitação e contratação de obras, serviços, compras e alienações, observados os princípios da
administração pública;
art. 173 caput – motivos autorizadores - o caput do artigo começa com essas expressão
ressalvados os casos previstos nesta constituição, o quer dizer quando se fala em ressalva se
fala em exceção, nessas atividades de monopólio do estado não precisa de autorização pq o
próprio constituinte determinou q aquelas atividades são atividades de monopólio estatal, mas
todas as demais atividades econômicas p q o estado execute de modo direto tem q estar
autorizadas nas hipóteses taxativas, mas como saber o q é imperativo da segurança nacional ou
relevante interesse coletivo Quando o município o estado membro ou a união pretender instituir
uma empresa publica ou sociedade de economia mista devera no projeto de lei autorizativa
comprovar relevante interesse coletivo ou q aquela instituição vai atender a um imperativo da
segurança nacional só esses motivos q podem levar a instituição de uma sociedade de economia
mista ou empresa publica que são entidades da administração publica indireta e dependem de
lei especifica essa exigência de lei especifica não esta no caput do art. 173 mas esta no inciso
XIX do art. 37 que trada das pessoas jurídicas da administração publica indireta, então o caput
determina q a exploração de atividade econômica de modo direto pelo estado precisa de lei essa
lei é a lei especifica q vai determinar a instituição de uma empresa publica e de uma sociedade
de economia mista
art. 173 §1º - atividades q são próprias dessas empresas estatais qualquer atividade econômica
ou prestação de serviços públicos poderá ser realizada por uma empresa publica ou sociedade
de economia mista, somente essas atividades comerciais e econômicas
art. 173 §1º II - regime jurídico - qual é o regime jurídico aplicável a uma empresa estatal é
a sujeição dos regimes próprios das empresas privadas segundo a CF mas isso esta errado, a
interpretação literal desse inciso II incide em erro, é a partir da atividade q se chega ao regime
jurídico essas estatais atendem a um regime jurídico MISTO OU HIBRIDO, p compreender
se há privilégios tributários a essas empresas ou não vc precisa saber o sistema tributário e o
regime jurídico de trabalho é CLT sem exceção independentemente de qual seja o trabalho
quem trabalha numa empresa publica ou sociedade de economia mista, o regime jurídico é
trabalhista
art. 173 §1º III – essas empresas estatais devem atender a licitação contratos princípios
aplicáveis a administração publica –

qual é o regime jurídico de uma empresa estatal parte da atividade q ela exerce, quando ela é
prestadora de serviço publico ou exploradora de atividade econômica, quem é o titular da
atividade? Pq o titular da atividade determina o regime jurídico. Vejamos as atividades:

EXPLORADORAS DE ATIVIDADE ECONÔMICA exp. Copel BB Caixa Petrobrás


titularidade da atividade quem exerce o domínio sob a atividade determinara o regime jurídico
e a titularidade da atividade econômica pertence ao mercado, pertence a iniciativa privada art.
173 caput CF, se o estado p realizar atividade econômica precisa estar autorizado mediante lei
é pq ele não é o titular da atividade ele só tem aquela parcela de atividade do art. 177 pq o
constituinte determinou como monopólio estatal mas as demais atividades tem titularidade
privada se a titularidade dessa atividade econômica é privada e se q detêm a titularidade da
atividade determina o regime jurídico, logo o regime jurídico aplicado a atividade econômica
explorado pelo estado é o regime jurídico privado exp. o santa cruz é um centro econômico
dentro de Guarapuava e desperta máximo interesse das instituições financeiras e o BB pretende
atuar aqui e o Itaú também quem inaugura a agencia antes? Itaú, pois é empresa privada –
quando estamos diante de uma empresa publica ou sociedade de economia mista que explora
atividade econômica precisa-se saber se estamos diante da atividade meio ou da atividade fim
p determinar o regime jurídico, nesse exemplo provavelmente o Itaú abre antes pq é mais rápido
pq é exclusivamente privado e como o BB é estatal sendo uma sociedade de economia mista
exploradora de atividade econômica em regime de concorrência com o mercado mas é estatal
e o BB tem q obedecer regras q as demais instituições privadas não precisam não tem, o BB
tem q fazer licitações, construir a agencia e concursos públicos p contratar funcionários etc.
mas pq? O BB ou qualquer outra empresa estatal q explora atividade econômica pertence ao
estado pq o art. 173 §1o III diz q essas estatais obrigatoriamente devem observar licitação
contratos princípios aplicáveis a administração publica, mas tudo isso é aplicável na atividade
meio, mas o q é a atividade meio? É infraestrutura a logística necessária p realização da
atividade fim, e a atividade fim é a atividade econômica no caso do BB a atividade financeira
na atividade fim o regime jurídico é privado e na atividade meio o regime jurídico é
publico, é preciso fazer essa distinção pq são estatais pertencentes e obrigadas ao regime
jurídico do Estado, ora será privado ora será publico e por isso o chamado regime jurídico ou
misto das

PRESTADORAS DE SERVIÇOS PÚBLICOS – exp. correios, radiobras, BNDS(fomento)


SURG - de quem é a titularidade dessa atividade de serviço publico? A titularidade é do Estado
é do poder publico como saber q a titularidade da prestação de serviço publico é do estado,
como saber q a titularidade de prestação de serviço publico é do estado consta no art. 175 CF
incumbe ao poder publico na forma da lei a prestação de serviços públicos então o titular do
serviço publico é o Estado e qual o regime jurídico do Estado? publico então quando a empresa
publica ou a sociedade de economia mista é prestadora de serviços públicos o regime jurídico
publico sem exceção

Art. 175. Incumbe ao Poder Público, na forma da lei, diretamente ou sob regime de concessão ou
permissão, sempre através de licitação, a prestação de serviços públicos.
A diferença em relação ao regime jurídico é importante por conta da responsabilidade civil das
estatais, se for uma estatal q preste serviço publico a responsabilidade é a mesma do estado
responsabilidade civil objetiva, mas na atividade fim quando o explorador é de atividade
econômica a reponsabilidade é subjetiva se alguém sofrer algum dano pelo BB, Caixa ou Copel
no exercício da atividade fim a responsabilidade será subjetiva

diferenças entre uma empresa publica e uma sociedade de economia mista como o BB e a caixa
são muito parecidas a 1a vista parece q é a mesma coisa

formação do capital social estruturação empresarial


competência
judicial
EMPRESA PUBLICA Capital 100% publico Qualquer modo Justiça
CAIXA empresarial exceto S/A Federal
SOCIEDADE DE Mista pq é conjugação de $publico e S/A lei 6404/1976 Justiça
ECONOMIA MISTA $privado é uma S/A p se formar o estado estadual
Banco do brasil Copel tem q ter no mínimo 51% e a iniciativa
Sanepar privada pode ter no máximo 49%

BB e Caixa são ambos exploradores de atividades econômicas e tem 3 diferenças entre estas
estatais
 formação do capital social – p formar uma empresa precisa integralizar um capital
o Empresa Publica - não se pode ter empresa publica q p integralização do capital social
tenha $publico e $privado na empresa publica a formação do capital tem q ser de $
exclusivamente publico
exp. a EMBRAPA empresa publica prestadora de serviço publico,
exp. Paraná vai instituir uma empresa publica e abre a possibilidade a municípios e a
União q se devidamente autorizadas por lei estes entes federados quiserem aportar
capital p integralizar o capital da empresa publica do estado do PR o capital tem q ser
publico mas pode ter participação de um estado de um município e da união p
integralizar o capital dessa empresa em situação hipotética a união quando instituiu a
Embrapa poderia abrir aos estados e aos municípios p formação do capital social como
é uma empresa da união a maior parte do capital deve vim da união se fosse uma
empresa de um município o município deveria aportar a maior parte do capital o q não
pode é $ privado p capitalizar empresa publica
o Sociedade de Economia Mista – conjugação de capital publico e capital privado, a
sociedade de economia mista é uma S/A sociedade por ações ou sociedade anônima,
pois os acionistas são anônimos e vende ações na bolsa exp. Petrobrás vende ações na
bolsa então uma sociedade de economia mista como o BB, Copel, Eletrobrás, Sanepar
p serem formadas o estado tem q ter no mínimo 51% das ações e no máximo a iniciativa
privada pode ter 49%
 Estruturação Social -
o Empresa Publica – qualquer modo empresarial exceto S/A
o Sociedade De Economia Mista – S/A
 Competência Judicial diferença quanto a competência judicial de acordo com uma
estrutura federal a CF é quem determina a competência da justiça federal
o Empresa Publica exp. advogado vai discutir um contrato bancário contra a Caixa q é
uma empresa publica e pela regra do art. 109 I CF essa discussão será na Justiça
federal exp. se a caixa for propor uma falência contra uma empresa é competência da
Justiça Federal, agora se a Caixa tem interesse em uma falência q já esta distribuída em
uma vara da justiça estadual, se a empresa publica for estadual ou municipal a
competência da justiça estadual
o Sociedade De Economia Mista – a mesma causa com o BB onde será proposta a ação
o BB sociedade de economia mista federal pertencente a União e vc vai propor a ação
na justiça estadual art. 109 I CF q determina as causas de competência da justiça
federal, e lá nesse artigo não esta escrito sociedade de economia mista então a causa é
de competência da justiça estadual ainda q essa sociedade de economia mista seja
pertencente a União, qualquer discussão seja de atividade meio ou fim pq CF q define
a competência da justiça federal e não fala em fundação nem em sociedade de economia
mista, mas e se for uma fundação instituída com personalidade jurídica de direito
publico ai sim a competência será da justiça federal pois é semelhante a uma autarquia
o regime jurídico é o mesmo de uma autarquia logo fundação federal q tenha
personalidade jurídica de direito publico a competência é da justiça federal

Art. 109. Aos juízes federais compete processar e julgar:


I - as causas em que a União, entidade autárquica ou empresa pública federal forem interessadas
na condição de autoras, rés, assistentes ou oponentes, exceto as de falência, as de acidentes de
trabalho e as sujeitas à Justiça Eleitoral e à Justiça do Trabalho;

Considerações finais
 tanto empresa publica como sociedade de economia mista são institutos jurídicos do direito
privado o estado apenas adapta estes institutos ao regime do estado no q for possível, o
estado p explorar atividade econômica precisa de uma empresa publica ou uma sociedade
de economia mista
 Quando nasce a personalidade jurídica de uma empresa estatal?
com o registro do ato constitutivo no órgão competente
não nasce com a publicação da lei autorizativa
 (Controle/Supervisão/Tutela) - controle finalístico ou de resultados controle financeiro são
aplicáveis a essas estatais e aqui é emprego publico não é cargo

Reforma Administrativa do Estado EC 19/1998


Houve uma tentativa no Brasil de adaptar o modelo de administração publica gerencial que um
gerenciamento por resultados q é próprio da iniciativa privada q tem esse modelo gerencial p
ter eficiência quanto ao lucro e na atividade administrativa p q ele tivesse eficiência quanto a
gestão administrativa os estudos dessa alteração de modelo de administração publica resultaram
na chamada reforma administrativa do estado brasileiro consignada na emenda constitucional
19/1998 q alterou diversos dispositivos na constituição federal tentando estabelecer uma
passagem de administração burocrática p gerencial
institutos jurídicos q surgiram com a reforma administrativa do estado estando alguns
expressamente previstos na CF e outros q se não estão previstos constitucionalmente decorrem
dessa ideia de administração publica gerencial
a) contrato de gestão
b) organizações sociais (OS)
c) organizações da sociedade civil de interesse publico (OSCIP)
d) agencias executivas
e) agencias reguladoras

Contrato de Gestão art. 37 §8o q foi incluído pela EC19/1998– é um contrato de


gerenciamento de metas é próprio da iniciativa privada que tem atividade fixada em metas e é
isso q se objetiva na administração publica, o objetivo do contrato de gestão é a eficiência
administrativa – critica quanto ao art. 37 §8o quem q pode obrigar-se em um contrato quem
tem capacidade jurídica p contratar e pela leitura desse dispositivo denota-se q órgãos públicos
por serem desprovidos de personalidade jurídica não são sujeitos de direitos e obrigações mas
órgão obriga-se a contrato de gestão, há um erro técnico do legislador constituinte mas no
direito constitucional a constituição não tem palavras erradas, não há palavras destituídas de
conteúdo existem sim hoje contratos de gestão firmados entre órgãos públicos ou entidades
administrativas
exp. a UFPR q é uma autarquia federal pretende receber verba publica pq quer fazer um projeto
antes do contrato de gestão essa autarquia apresentava esse projeto a união liberava a verba
necessária e depois a UFPR prestava contas ao TCU mas com contrato de gestão a ideia é q o
projeto seja apresentado a um órgão da administração q sejam fixadas metas prazos p
cumprimento dessas metas e a medida q a execução desses prazos e ai sim a liberação do
$publico proporcional ao cumprimento do projeto a ideia é dar mais seriedade e não
simplesmente fazer repasses as entidades e órgãos públicos sem a exigência da contrapartida
q é o resultado eficiente p o interesse publico administração publica gerencial cumprimento de
metas o q pretende a entidade q busca maior verba orçamentaria maior autonomia
administrativa o q ela pretende ela tem q transformar em metas e são definidos prazos p
execução de tais metas há um controle ou fiscalização das metas se as metas não forem
cumpridas por ineficiência administrativa o contrato traz sanções a serem aplicadas a aquele
administrador q assumiu a responsabilidade as metas a serem alcançadas quando as metas são
alcançadas a CF prevê q o contrato deve fixar os termos da ampliação de uma autonomia
orçamentaria gerencial financeira, o q pretende alcançar qual o beneficio pretendido por aquela
entidade ou órgão q firma um contrato de gestão é o q vai alcançar no final se cumprir o contrato
de gestão esse contrato de gestão é utilizado p organizações sociais e agencias executivas
Significado objetivo – eficiência administrativa
Clausulas necessárias –
a) metas a serem alcançadas
b) prazo execução metas
c) sistema de controle fiscalização
d) sanções
e) termos da ampliação da autonomia orçamentaria financeira
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Aula 11 – 31 de agosto de 2017
Exercícios em sala
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Aula 12 – 6 de setembro de 2017

Contexto de reforma administrativa do estado brasileiro, reforma q ocorreu no governo FHC


tinha ideia de aumentar a participação da sociedade nas coisas do estado, devera se ter
diminuição do estado a ideia é enxugar o estado, privatização etc. com uma reforma
administrativa do estado vai se ter mais mecanismos de administração gerencial do q de
administração burocrática
1. 1o setor – setor do estado atividades próprias do estado
2. 2o setor – mercado iniciativa privada, quando estado atua no 2o setor ele precisa estar
autorizado e p q existam empresas estatais precisa de lei autorizativa especifica
3. 3o setor – explorado pela reforma administrativa do estado setor da parceria toda atividade
q não for exclusiva do estado podem particulares em parceria com o estado executarem essa
atividade exp. ongs realizam atividade q é própria do estado mas não exclusiva do estado,
então as organizações sociais atuam no 3o setor sendo organizações não governamentais,
mas são qualificadas como organizações sociais

Organizações Sociais – OS (lei 9637/1998) – pessoa jurídica de direito privado sem finalidade
lucrativa qualificada como organização social p executar atividade própria ao estado mas não
exclusiva dele e não pertence ao estado não é administração publica indireta são pessoas
jurídicas exclusivamente de particulares sem finalidade lucrativa, o seu excedente financeiro é
revertido p própria atividade, então p buscar qualificação como organização social essas
Pessoas jurídicas de direito privado, não podem ter finalidade lucrativa, não pertencem ao
estado sem finalidade lucrativa são qualificadas (atribuir algo a uma pessoa já existente), já
existe uma pessoa jurídica q busca a qualificação como organização social nos termos da lei
9637/1998 para execução de atividades próprias do Estado, porem não exclusivas deste – se
busca qualificação é pq já existe como pessoa jurídica, mas se já existe como pessoa jurídica
e busca qualificação, de q pessoa jurídica se trata? Q natureza jurídica é essa organização social?
Associação ou é uma fundação q adaptou os seus estatutos a exigência da lei e ai então busca a
qualificação o titulo como organização social p realizar atividades q são próprias do estado mas
não exclusivas do estado

Qualificado
 Competência art. 2o II – quem é competente p qualificar? Do ministro ou do ministério q
tenha vinculação com a atividade social da pessoa jurídica q busca qualificação Exp.
instituir associação com finalidade de proteção ao meio ambiente associação uma vez
elaborado o estatuto será feita uma assembleia aprovado esse estatuto registramos no
cartório tem-se a pessoa jurídica associação mas ai queremos mais queremos buscar a
qualificação como organização social p desenvolvimento de nossas atividades. onde buscar
a qualificação? no ministério do meio ambiente há um vinculo entre atividade e o ministério
Deve haver uma vinculação temática entre a atividade exercida e o ministério responsável
pela qualificação art. 2o II lei 9637/1998
 Discricionariedade art. 1o – as organizações sociais ficaram muito politizadas, e ficaram
muito politizadas pq no caput do art. 1o diz q o poder executivo poderá (discricionariedade)
qualificar organizações sociais pessoas jurídicas de direito privado sem fins lucrativos cuja
as atividades sejam dirigidas ao ensino a pesquisa etc. mas para a qualificação dessas
pessoas jurídicas tem um juízo de oportunidade e conveniência próprio pelo ministério
competente p a qualificação isso trouxe um efeito negativo q é a politização dessas
entidades, sendo essas qualificações não muito utilizadas atualmente

Atividades uma organização social se presta as atividades elencadas em lei são 5 atividades
 Pesquisa, meio ambiente, educação Cultura, desenvolvimento tecnológico

Vinculo jurídico entre organização social e o poder publico


Contrato de gestão art. 37 §8o CF – contrato q fixa metas, prazo p cumprimento das metas,
sanções se houver descumprimento das metas e os termos de uma maior autonomia gerencial e
financeira quando as metas são cumpridas

Conselho de administração – diz a lei no art. 3o I a obrigatoriamente de 20% a 40% dos


membros de conselho de administração devem pertencer a administração publica dessas
pessoas jurídicas
São extremamente politizadas pq dependem de manifestação politica p conseguir a
qualificação, e o estado o poder publico deve obrigatoriamente fazer parte do conselho de
administração dessas pessoas jurídicas

Efeitos da qualificação
a) reconhecimento de utilidade publica e de interesse social –
receber servidores públicos cedidos pela administração publica direta p q executem as
atividades de uma organização social, porem estes servidores são pagos pelo órgão de origem
exp. município firma contrato de gestão com uma organização social p o exercício de
determinada atividade, ai essa organização social pode requerer servidores públicos do
município e a lei autoriza q sejam cedidos p organização social mas estes servidores continuam
sendo pagos pela administração municipal. O estado p contratar com a organização social não
precisa licitar,
b) dispensa de licitação art. 24 XXIV lei 8666/1993 – é dispensável licitar p contratar com as
organizações sociais, se o estado faz parte do conselho de administração e se o estado pode
contratar sem licitar
exp. ai acontece q na aera de saúde mediante a uma organização social começou a administrar
um hospital, uma organização social contrata sem fazer concurso publico ela não precisa afinal
não pertence ao estado sendo uma pessoa jurídica de direito privado o q ocasionou q a
administração publica começou a contratar pessoal sem concurso publico e alocar estas pessoas
na estrutura administrativa dos municípios, sendo uma forma de burlar o concurso publico e
como as organizações sociais não licitam o estado começou a fazer aquisição na área de saúde
sem licitar em nome das organizações sociais

ORGANIZAÇÃO SOCIAL é uma pessoa jurídica que é idealizada p realizar atividades


q são próprias do estado mas não exclusiva dele em regime de parceria com o estado, e
para q possam realizar essa atividade devem adaptar seus estatutos a uma exigência legal
lei 9637/1998 e buscar a qualificação como organizações sociais. A própria lei exige q em
determinadas circunstancias as organizações sociais devem seguir os mesmos princípios
q a administração publica, pois se mantem com $$publico, essas instituições começaram
a dar muito problemas politizadas demais, discricionárias contratações irregulares
dispensa de licitação e uma serie de circunstancias q desvirtuam a sua existência ai o
estado através de outra lei instituiu as chamadas OSCIP

Organização Da Sociedade Civil De Interesse Publico OSCIP Lei 9790/1999 – essas tem
bastante são as verdadeiras entidades do 3o setor
no ano de 1999 foi publicada outra lei p 3o setor lei 9790/1999
pessoas jurídicas de direito privado sem finalidade lucrativa q buscam qualificação como
OSCIP para a execução de atividades próprias de estado porem não exclusivas do estado

qualificação
 competência art. 5o – ministério da justiça, qualquer q seja atividade,
 vinculatividade art. 1o §2o – não há discricionariedade há vinculação exp. instituímos a
associação e adaptamos o estatuto as exigências da lei 9790/1999 e vamos requerer junto
ao ministério da justiça a qualificação como OSCIP q cabe verificar a adaptação do estatuto
a lei, sendo uma competência vinculada art. 1o §2o se estiver adequado o estatuto a lei
qualifica e se não estiver devolve a instituição requerente p q ela adapte o seu estatuto as
exigências legais, e haverá vinculação da atividade do ministro e obrigatoriamente ele terá
qualificar a entidade não há discricionariedade sendo um direito subjetivo publico, é direito
liquido e certo da pessoa jurídica a qualificação como OSCIP
atividades art. 3o – as OSCIP tem diversas atividades sociais, vinculados a diversos setores da
economia,

vinculo jurídico com o poder publico


 termo de parceria art. 9o – tem natureza jurídica de contrato se fixa obrigações p OSCIP
e se fica obrigações p o estado, obrigações é diferente de meta

conselho de administração – NÃO PODE o estado fazer parte do conselho de administração


da OSCIP

efeitos da qualificação
 reconhecidas como de utilidade publica -

licitação obrigatória – o poder publico p contratar uma OSCIP obrigatoriamente deve licitar
o q se chama de licitação por projetos exp. o município decide fazer uma campanha p erradicar
a mortalidade infantil, e quer fazer esse programa com uma OSCIP, terá q ser feita a abertura
de um edital de licitação, nessa licitação só vão competir OSCIP q vão apresentar de acordo
com o edital projetos p erradicação da mortalidade infantil a OSCIP q vencer a licitação vai
trazer p essa atividade capital privado pq ela vai buscar esse capital,

direito do 3o setor – cada vez mais as grandes empresas (multinacionais) trabalham com
OSCIP p desenvolvimento dos seus projetos sociais pq a seriedade em tese é maior

as OSCIP são privadas mas a elas é aplicada o regime jurídico publico mas são aplicados os
princípios de direito publico, OSCIP não fazem parte do estado mas atuam para o estado

agencias são utilizadas no Direito norte americano lá sim existe diversas agencias mas o
contexto do direito americano é completamente diferente do direito administrativo
brasileiro pq nos Estados Unidos o estado é liberal e no Brasil o estado é interventor

AGENCIAS EXECUTIVAS –
natureza jurídica – Autarquia ou Fundação
o q são e pq foram idealizadas?
Previstas na lei 9649/1998 art. 51 essa lei tinha a função da estruturação da administração
publica federal no governo FHC, todo governante define a sua estrutura, e nessa lei se previu a
possibilidade de qualificação de determinadas pessoas como agencias executivas, então
agencias executivas são: pessoas jurídicas de direito publico qualificadas como agencias
executivas, que mediante contrato de gestão, assume a responsabilidade de desenvolvimento
de um plano estratégico de restruturação e desenvolvimento institucional
exp. IMETRO é uma autarquia federal q num determinado momento (1999) foi qualificada
como agencia executiva pq o IMETRO tinha uma serie de problemas quanto a sua estrutura
financeira e administrativa e a ideia era extinguir o IMETRO, mas p não extinguir uma
autarquia e criar outra o governo entendeu q poderia qualificar como agencia executiva uma
pessoa jurídica vinculada ao direito publico q apresenta-se um plano de restruturação e
desenvolvimento institucional. De como ser viável economicamente e administrativamente,
diante disso o IMETRO elaborou um projeto p ser viável a finalidade publica, sendo esse
projeto submetido ao presidente da republica
pessoas jurídicas de direito publico qualificada, se é qualificada é pq a pessoa jurídica já existe,
então quais pessoas jurídicas podem ser qualificadas como agencias executivas?
autarquias e fundações,
qualificar é atribuir um titulo, e atribui-se um titulo a pessoa jurídica q já existe, então
autarquias e fundações q apresentem ao governo um plano de reestruturação e
desenvolvimento podem buscar a qualificação como agencia executiva, são pessoas
jurídicas de direito publico já existentes pq agencia executiva NÃO da origem a nova
personalidade jurídica, só se qualifica o q já existe, então apenas qualifica a pessoa jurídica
q já existe com a finalidade de restruturação e desenvolvimento dessa pessoa jurídica mediante
a um contrato de gestão, q fixa metas a serem cumpridas a um determinado prazo, uma vez
cumpridas as metas recebe maior verba orçamentaria, foi o q o IMETRO fez apresentou ao
presidente da republica um projeto de restruturação e desenvolvimento fixou quais seriam as
metas a serem transportadas p um contrato de gestão e quanto financeiramente cumprindo as
metas etapa por etapa ele receberia de $$publico a ideia é de administração gerencial cumpra a
meta e tenha um beneficio a ideia do mundo privado, ao invés de ficar injetando $ em uma
entidade deficiente

quando se fala de agencia executiva é descentralização ou desconcentração?


descentralização é distribuição de competências p outras pessoas jurídicas
desconcentração é distribuição de competências dentro da mesma pessoa jurídica
agencia executiva é desconcentração é qualificação de pessoa jurídica já existente, q apenas
são qualificadas, pois só se qualifica o q já existe então não pode ser descentralização pq não
se tem novas pessoas jurídicas, são as mesmas pessoas jurídicas q se comprometem a resolver
outras competências logo desconcentração administrativas

estados e municípios também podem ter agencias executivas desde q tenha-se lei própria p
qualificar como agencia executiva estadual ou municipal

não se confundem com agencias reguladoras uma agencia executiva é p desenvolvimento


institucional, uma agencia reguladora existe p fiscalização / regulação

AGENCIAS REGULADORAS – fiscalização / regulação


Natureza jurídica – Autarquia em regime especial exp. ANEEL ANATEL ANA ANVISA
ANS ANTT ANTAQ ANCINE ANAC, pq são em regime especial? E pq existe agencia
reguladora? existem p regular setores estratégicos p o Estado, os estados e municípios também
podem ter agencias reguladoras
Agencias independentes – enquanto se fala do INSS do IBAMA se fala q tem autonomia
administrativa, aqui a agencia reguladora por ser em regime especial, é uma agencia
independente não q ela seja desvinculada do estado, pois é administração publica indireta é
autarquia, mas aqui nas agencias independentes não se fala em autonomia administrativa e sim
em independência administrativa pq não existe controle politico, NÃO sofrem controle
supervisão ou tutela politica, e seus dirigentes não são indicados de forma direta, então as
agencias reguladoras tem independência administrativa pela ausência de controle politico, e
tem q ter uma estrutura p essa independência administrativa e qual a estrutura q as distingue as
autarquias em regime especial ditas agencias reguladoras das demais autarquias, 1o não tem
controle politico

Estrutura administrativa
Nomeação de dirigentes – por ato administrativo complexo, ou seja há necessidade de poderes
diferentes p nomeação dos dirigentes o presidente da republica indica o nome e o senado devera
ratificar, sabatinando o nomeado por isso ato complexo pq são poderes diferentes se o senado
concorda com o nome o presidente da republica nomeia o dirigente, mas se o senado não
concordar o presidente não poderá nomear e terá q designar outro nome p ser sabatinado pelo
senado. p ter eficácia a nomeação do dirigente é necessário poderes distintos o legislativo e o
executivo
Diretoria colegiada – as decisões técnicas das agencias reguladoras q são autarquias técnicas
são por votação composta a maior parte tem 5 membros, a lei q cria a agencia reguladora
normalmente define o nº de dirigentes e os dirigentes q compõe são geralmente são pessoas q
conhecem da área tecnicamente da área q irão regular.

As autarquias em regime especial tem Mandato fixo dos dirigentes – a lei diz qual o prazo de
vigência de um mandato de um dirigente, na agencia reguladora o dirigente tem direito
subjetivo publico ao mandato de dirigido, ele é nomeado normalmente 3anos em alguns casos
sendo admitida a recondução por igual período, mesmo o presidente da republica ou ministro
não gostando desse dirigente ele tem q suportar pq ele tem direito diferente do q acontece nas
demais autarquias onde os dirigentes podem ser exonerados
Hipóteses de perda do mandato do dirigente de agencia reguladora
1. 1o termino do prazo do mandato
2. 2o renuncia
3. 3o sentença judicial (civil ou penal) condenatória transitada em julgado,
4. 4o processo administrativo disciplinar – o dirigente comete infração disciplinar grave e pode
ser demitido – a lei vai dizer quais são essas infrações e ao final transitada em julgado a
decisão administrativa ele será demitido
5. 5o processo administrativo de natureza técnica – o dirigente não entende da área da agencia

as decisões técnicas da diretoria colegiada são irrecorríveis a administração publica direta,


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Aula 13 – 13 de setembro de 2017

Duvidas

O ato discricionário pode sofrer atuação judicial ?


Uma decisão discricionária pode ser irrazoavel, uma fixação de uma sanção disciplinar e é
suspenso p 10 dias a suspensão é discricionária, mas pode ser desproporcional ser muita sanção
p pouca infração isso é analisado a partir do principio da proporcionalidade

O ato administrativo vinculado valido pode sofrer anulação ?

O juiz pode anular ou revogar conduta decisória da autoridade q desatende ao interesse publico
primário?

1. Determinado Prefeito Municipal, com a finalidade de dotar a população de local


apropriado para a prática de esportes, determina como manda a lei, a realização de
licitação para a construção de um moderno complexo esportivo com capacidade para
80 mil espectadores. O Ministério Público, provocado por um grupo de Vereadores
oposicionistas, determina a anulação do processo licitatório, fundamentando a
ilegalidade do projeto no fato de que a população do município não ultrapassa 35 mil
habitantes. Explique juridicamente o significado dos princípios aplicáveis ao caso,
vinculadores da Administração Pública.
Ideia do principio da razoabilidade e proporcionalidade diferença se refere na aplicação,
Quando se aplica razoabilidade e quando se aplica proporcionalidade? A diferencia foi trazida
pelo STF Diante de uma circunstancia sancionatória ou circunstancia de restrição de direitos se
utiliza o principio da proporcionalidade e quando é uma circunstancia q se precisa medir a força
de uma conduta é proporcionalidade
Mas quando é falta de logica e de sensatez é falta de razoabilidade assim o STF difere
Ofende a finalidade, moralidade,

2. Dr. Remedius, farmacêutico de renome, pretende instalar em determinado município,


uma farmácia de sua rede farmacêutica. Escolhe o local, e dá entrada no pedido de
alvará para o funcionamento, no órgão administrativo competente. Manifesta-se o
Poder Público inicialmente pelo indeferimento pois face à lei de Zoneamento Municipal,
naquele local somente é permitida a instalação de supermercados. Insatisfeito, o
requerente recorre administrativamente, e pede a um amigo que goza de algum
prestígio junto às autoridades locais, para que acompanhe o trâmite da insurgência. Os
pareceres iniciais foram revistos, e o Prefeito entende por deferir o requerimento. Neste
ato, é possível entender que houve desatendimento a pelo menos dois princípios da
Administração Pública. Identifique-os.
principio da impessoalidade,
principio da legalidade ofendeu a lei de zoneamento
principio da moralidade
principio tem valor normativo, uma conduta da administração publica pode ser anulada por
ofensa a principio aplicáveis a administração publica, norma é indicativo é preceito de conduta,
a autoridade não deve pautar apenas pela lei, mas também a aqueles princípios q informam a
conduta administrativa

pq principio tem valor normativo? Pq o fundamento do direito esta no principio o principio


tem valor fundante é base p todo o ordenamento jurídico base p o direito, a CF tem base
principiológica, o principio veio antes q a lei, principio tem valor normativo

principio da proporcionalidade, é quanto tem muita sanção p pouca infração

3. Não é relevante para o direito a distinção entre órgão público e entidade pública, se
considerado o enunciado do parágrafo 8º do art. 37 da Constituição Federal. É válida a
afirmação? Justifique.
distinção entre órgão publico e entidade administrativa, o §8o do art. 37 fala de contrato de
gestão entre órgãos públicos, mas órgãos públicos não podem se obrigar em contratos, pois não
tem personalidade jurídica, mas firma contratos pq a constituição autoriza a, mas como a CF
não tem palavras erradas então já que a CF autoriza contratos entre órgãos despersonalizados
contrato de gestão é uma exceção q é autorizada entre órgãos a contratar, mas o direito continua
distinguindo órgão de entidade pq não poderia uma EC alterar o direito e deixar essa diferença
irrelevante, órgão publico não tem personalidade jurídica não é sujeito de direitos e isso é
absolutamente relevante p o direito pq só pessoa jurídica é sujeita de direitos e obrigações

4. Quando se menciona desconcentração administrativa, temos pela existência de


entidades administrativas. Juridicamente é possível concordar com esta afirmação?
desconcentração é órgãos, distribuição de competência na mesma pessoa jurídica, mas no
judiciário também tem desconcentração

5. O Regime Jurídico da Administração Pública exige uma atuação diferenciada com


relação ao setor privado. Assim, as prerrogativas existem como medidas protetivas ao
cidadão em face da Administração Pública, evitando o abuso por parte desta. Estabeleça
os comentários que entender pertinentes sobre a assertiva.
Binômio q caracteriza o regime jurídico publico: prerrogativas e sujeições
prerrogativa é vantagem p o estado estabelecer a supremacia do interesse publico sobre o
interesse particular. Prerrogativas são vantagens p estado mas ao estado é imposto sujeições ou
restrições p garantir q ele cometa abuso de poder,
prerrogativa é uso do poder de um modo vertical supremo com relação a sociedade
o q é garantia p o cidadão é as sujeições dentro desse regime jurídico, sujeição é restrição elas
sim garantem o cidadão, sujeição é imposição p estado sujeição pela sociedade são garantias
contra o abuso de poder no uso das prerrogativas do estado,
o poder é institucionalizado foi criado através do direito limites sujeições p o uso do poder p o
uso das prerrogativas, o cidadão esta sujeito as prerrogativas do estado, e as sujeições são
garantias quanto ao exercício legal das prerrogativas, são as leis e os princípios q são aplicáveis
p o combate p prerrogativa
o Brasil é um estado democrático de direito – esse democrático são sujeições impostas ao estado
dentro da CF

6. Pela sistemática constitucional da descentralização, todas as autarquias sempre


gozam de independência e autonomia administrativa, sendo autorizada sua existência
por lei específica. As fundações dependem para o exercício das competências
definidas na lei autorizativa específica, de prévia manifestação do Ministério Público e
registro de seus Estatutos. Por outro lado, as empresas públicas e sociedades de
economia mista são criadas ou para a prestação de serviços públicos ou para a
exploração de atividades econômicas. O texto contém afirmações. Em seu
entendimento estão corretas? Justifique.
independência administrativa somente as agencias reguladoras, elas tem um modo de estrutura
administrativa q garante a sua independência de atuação administrativa pela ausência de
controle politico nas agencias reguladoras, controle politico na administração publica indireta
é a possibilidade q tem o chefe do poder executivo de designar os dirigentes da administração
publica indireta, nas agencias reguladoras não é assim não tem esse controle politico, uma vez
q seus dirigentes não são indicados, pois a nomeação de seus diretores é feita por ato
administrativo complexo o chefe do executivo indica um nome q deve ser aprovado pelo senado
não sendo aprovado terá q ser indicado outro nome e o dirigente tem mandato fixo e isso garante
a autonomia administrativa e o dirigente só perde seu mandato em causas fixadas em lei, então
não tem exoneração como nas autarquias comuns o presidente só pode exonerar dirigentes das
autarquias comuns, não pode exonerar dirigente de agencias reguladoras, pois o dirigente de
agencia reguladora tem direito subjetivo publico ao seu mandato, então não são todas as
autarquias q tem independência administrativa apenas as agencias reguladoras,
agencia reguladora é uma autarquia em regime especial, mas é autarquia portanto é
administração publica indireta, autonomia administrativa é uma competência q ‘atribuída aos
membros da administração publica indireta q possuem autonomia p executar as suas
competências, a autonomia administrativa é relativizada pelo controle politico que o Estado
exerce, controle politico q não tem nas agencias reguladoras, exp. se o ministro do meio
ambiente for ate o Ibama e fizer imposições q eventualmente não venham a ser aceitas é simples
substitui a presidência do Ibama, o banco central é autarquia tem autonomia administrativa mas
vive sobre o batuta do ministério da fazenda
as autarquias são ciadas inciso XIX art. 37 CF
Fundação instituída pelo estado não precisa de manifestação do MP p autorizar elas são
instituídas por lei autorizativa especifica, se não houver lei autorizativa especifica não, e
manifestação do MP só p fundações regidas pelo código civil, e as empresas publicas e
sociedades de economia mista são autorizava a instituição, pq a autarquia é instituto jurídico do
direito publico e as demais são institutos de direito privado se estão no CC e é do direito privado
elas não pertencem ao estado como instituto jurídico, mas para o estado instituir algo q é do
direito privado fundação e empresas publicas e sociedades de economia mista a lei deve
autorizar o estado instituir algo q é do direito privado por isso não se cria fundação,

A personalidade jurídica das entidades da administração indireta nascem, a autarquias com a


publicação no diário oficial e as demais com o registro do estatuto do ato constitutivo no órgão
competente

7. A desconcentração corresponde a uma descentralização de atividades efetivada por


uma entidade a outra. Comente.
A descentralização corresponde a existência de pessoas jurídicas e a desconcentração de
órgãos dentro da mesma pessoa jurídica

8. Explique a razão de se exigir a aplicação de regimes jurídicos diferenciados às


empresas estatais.
a atividade econômica é de titularidade privada art. 173 caput da CF, logo na atividade fim o
regime jurídico é privado entretanto estas empresas pertencem ao estado então quando no
exercício de atividade meio, ou prestado serviço publico o regime jurídico será publico, quando
é prestadora de serviço publico o regime jurídico será publico pq a titularidade do prestação de
serviço publico é do estado art. 175 caput , o regime jurídico quando estado exerce exploração
atividade econômica o regime jurídico sempre é hibrido sem exceção
quando é prestadora de serviço publico obvio q o regime jurídico é publico,
o III §1o art. 173 exige q as empresas estatais obedeçam a licitações e aos princípios aplicáveis
a administração publica então na atividade meio o regime jurídico é publico

9. Se uma fundação, instituída pelo poder público, não possui recursos para solver uma
condenação para indenizar prejuízos causados a terceiro, caberá à administração
central, solidariamente adimplir com o valor indenizatório. Esta afirmativa é correta?
Justifique juridicamente sua resposta.
a responsabilidade é subsidiaria da adm direta p com a indireta, na 1a fase da ação sempre se
ajuíza a ação contra a fundação

10. Determinado administrador público municipal, com respaldo em pacífico


entendimento judicial do Tribunal de Justiça de seu Estado, decisão que não desborda
do entendimento do Superior Tribunal de Justiça, vem exigindo determinados
comportamentos que ensejam obrigação de fazer. Entretanto, houve impugnação
administrativa em algumas dessas ocasiões. Preocupado, o administrador consulta-o
sobre esta situação. Quais os argumentos jurídicos que deverão ser informados?
Fonte imediata lei e sumula vinculante q podem gerar obrigação de fazer e não jurisprudência
Refere-se as fontes do Direito administrativo. A lei é a fonte imediata e também as súmulas
vinculantes. E a obrigação de fazer está sendo imposto pelo entendimento do STJ, ou seja,
o fato é ilegal, porque somente através de lei pode gerar a obrigação de fazer. O ato é nulo
gera anulação.
Ele decide com base em jurisprudência. E não pode somente com base na lei.

11 De passagem pelos corredores de uma faculdade de direito, você percebe que


alguns alunos estão discutindo sobre alguns temas de direito administrativo. Você se
concentra basicamente sobre este ponto: ...” percebe-se que o direito administrativo
tem suas origens históricas na França, muito embora alguns doutrinadores
identifiquem traços de atuação pública ao longo da história da humanidade, ainda que
em alguns períodos a presença do público não seja perceptível, face a predominância
do privado. Na concepção que temos da dicotomia público versus privado, percebemos
a nítida exigência de enquadramento da administração pública aos parâmetros da lei
(em sentido estrito primeiramente, mas também em sentido lato). Esta nítida distinção
faz com que as normas de direito privado sejam afastadas, servindo apenas de
aplicação subsidiária. A própria interpretação das normas de direito administrativo exige
operação específica do intérprete que deverá observar a igualdade jurídica entre o Estado e
o cidadão, (errado pois não há igualdade jurídica entre Estado e Cidadão é, o que há é
uma desigualdade jurídica). e considerar a aplicação da analogia, passível de uso no
direito administrativo de modo indistinto. (errado porque não pode ser de modo
indistinto e preciso que a analogia seja de direito publico e não de direito privado, isso
não pode) Chama a atenção o fato de que não se deve esquecer que a titularidade
administrativa, dentro do Estado, pertence ao Poder Executivo, inexistindo autorização para
que os demais poderes constituídos da República, possam exercer atos de administração
pública. (errado porque tem atividades administrativas de forma atípica que pode ser
exercido por outro órgãos. Não há sentido constitucional em pensar de modo diverso.”
Afastando-se do grupo, você passa a estabelecer raciocínio ponderado sobre o que
ouviu. Quais argumentações jurídicas você teria para discordar, ou concordar com
eles?

12 Pondere o que entender necessário juridicamente sobre a seguinte assertiva:


basicamente a administração pública tem por prioridade a fixação de linhas mestras de
comando, de fixar objetivos essenciais para que o Estado chegue à efetivação de suas
finalidades.
governo fixa metas fixa linhas mestras de comando não é atividade administrativa é atividade
de governo
a questão está errada pq não se trata de atividade administrativa e sim de metas de governo
Isso é competência de governo e não de administração pública. Questão se refere a distinguir
entre Estado Governo e Administração Pública.
Traduzindo o que está escrito na questão são políticas públicas.
A questão não tem nada a ver com administração pública (linhas mestras de governo). Após
as metas de governo ai sim cabe a administração pública concretizar.

13 Analise esta definição de Celso Antônio Bandeira de Mello, sobre o princípio da


supremacia do interesse público sobre o interesse privado: “este princípio proclama a
superioridade do interesse da coletividade, firmando a prevalência do interesse público
sobre o interesse particular, como condição, até mesmo, de assegurar este último. A
supremacia do interesse público sobre o interesse privado é pressuposto de uma
ordem social estável, em que todos e cada um possam sentir-se garantidos e
resguardados”. Portanto, é factível concluir que este princípio expressa absoluta
autonomia da vontade estatal, sempre que existir um conflito de interesses individuais
que coloquem em risco interesses da sociedade. Estabeleça os comentários que
entender juridicamente pertinentes, em razão das conclusões expostas.
o estado não é absoluto o estado é relativizado, o estado não é absoluto desde a revolução
americana, mesmo p fazer prevalecer as prerrogativas do estado p fazer prevalecer a supremacia
do interesse publico sobre o interesse privado o estado deve obediência as sujeições as
restrições aos limites impostos ao estado, q são garantias do cidadão

14) vinculação temática não é subordinação não há subordinação entre a adm direta e indireta

14. B
Considere o seguinte excerto doutrinário: ‘A ação estatal obedecerá a planejamento
que vise a promover o desenvolvimento econômico-social do País e a segurança
nacional, [...] e compreenderá a elaboração e atualização dos seguintes instrumentos
básicos:
a) plano geral de governo;
b) programas gerais, setoriais e regionais, de duração plurianual;
c) orçamento-programa anual;
d) programação financeira de desembolso.’ A partir do texto, é possível compreender
que se trata de atividades próprias de administração pública, essenciais ao
desenvolvimento do Estado. É possível concordar com esta conclusão? Justifique.

O que está entre aspa trata-se de ação de governo.

Os mecanismo de controle do governo são estabelecidos para o legislador. Que fiscalização


a ação de governo é o legislador.

Ação de Governo não temos como nos opor a ação de governo é de competência do legislador
ou dos próprios órgão governamental.

Órgãos governamentais existe?

lista 31/8
1) errada, a impessoalidade é principio constitucional não pode uma lei autorizar, seria
inconstitucional essa lei pq ela fere o §1o do art. 37 da CF

2) o judiciário não não pode revogar ato administrativo pq é mérito administrativo mas ele pode
anular,

3) principio da publicidade é formal todo ato ou ação administrativa exige formalidade

4) é possível concordar pq vinculação temática não é subordinação não há subordinação entre


a adm direta e indireta

5) não há controle hierárquico entre a adm direta e indireta e o fato de ser possível nomear
dirigentes é controle politico o que previsto entre a entre a adm direta e indireta é a supervisão
ministerial

6) principio da juridicidade – é exigido valor jurídico constitucional da conduta do agente


publico quando a autoridade desobedece a lei deve-se analisar se a desobediência não justificou-
se por algo maior quando a conduta ilegal do agente atende a razoabilidade a proporcionalidade
ela tem valor jurídico constitucional

7) não é nem maioria e nem minoria o interesse publico tem q ser harmônico,

8) a PF é órgão e desconcentração administrativa