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GUARDA MIRIM DE SUZANO

Enthony Chaves Silva Barbosa

Melinda Agatha Zuñiga

Tema delimitado: O desempenho dos alunos no ensino médio.

SUZANO – SP

2015
Guarda Mirim de Suzano

Enthony Chaves Silva Barbosa

Melinda Agatha Zuñiga

Tema delimitado: O desempenho dos alunos no ensino médio.

Monografia apresentada como exigência


parcial de avaliação na disciplina de
Projetos no Curso de Aprendizagem.

Orientador: Vanessa Camilo Alves.

Área de concentração: O desempenho dos


alunos no ensino médio.

SUZANO – SP

2015
AGRADECIMENTOS

Primeiramente queremos agradecer pela oportunidade de fazermos este


trabalho juntos, pela sabedoria, inteligência e trabalho em equipe de cada um.
Queremos agradecer ao instituto Guarda Mirim de Suzano e sua grande
formação de professores, que a cada dia vem ensinando mais e mais, e
formando os jovens para um futuro melhor. Queremos agradecer os
professores por todo esse tempo de ensino, e principalmente á professora
Vanessa que dedicou todo seu tempo ao nosso trabalho, agradeço pelo
incentivo e pela grande ajuda. Queremos também agradecer aos nossos
familiares, amigos, e as pessoas mais próximas que ajudaram muito.
EPÍGRAFE

“A verdadeira motivação vem de realização,


desenvolvimento pessoal, satisfação no trabalho e
reconhecimento”. Frederick Herzberg
RESUMO

Entre muitos problemas sociais que ocorrem na sociedade em que vivemos, o


que vem mais chamando atenção são os problemas na educação. Vários
problemas que estão acontecendo que prejudica muito os jovens e acaba
deixando de estudar por esses motivos. Eles passam cada dia por uma
situação diferente na escola, como falta de professores, violências escolares,
prédios mal conservados, falta de recursos, a rede de ensino e localidade pode
que também pode prejudicar o local em que a escola se habita e a condição e
situação do aluno. A educação é um fator muito importante, para a preparação
do jovem para seu futuro e para ter um bom conhecimento, isso depende do
método de avaliação da escola e o desempenho de cada aluno.

Palavras - chaves: Métodos de avaliação e desempenho, rede de ensino e


localidade, prédios mal conservados, falta de professores, violências escolares,
condição e situação do aluno.
ABSTRACT

Among the many social problems that occur in the society we live in, which is
more attention grabbing are the problems in education. Several problems that
are going to affect very young people and ends up leaving to study for these
reasons. They spend every day for a different situation at school, such as lack
of teachers, school violence, poorly maintained buildings, lack of resources, the
school system and locale can that can also harm the place where the school is
habitable and the condition and situation of the student. Education is a very
important factor for the preparation of the young for their future and to have a
good understanding; it depends on the school evaluation method and
performance of each student.

Key - words: evaluation methods and performance, teaching and network


location, poorly maintained buildings, lack of teachers, school violence, and
condition of the student situation.
PROJETO DE PESQUISA

Tema

O desempenho dos alunos no ensino médio.

Justificativa

Pois trata da educação que é um fator muito importante na sociedade, com


relevância na preparação dos jovens e seu desenvolvimento.

Problema

Dentre os métodos de educação, existem diversas dificuldades que


complicam o aprendizado, por exemplo, a falta de professores, interrupções,
greves, escassez de investimentos na área e violência. O produto disso é a
má formação dos alunos.

Hipótese

Criar planos de incentivo educativo e mais investimentos no mesmo.

Objetivos gerais

Apresentar o desenvolvimento dos alunos no ensino médio, destacando


todas as situações que os estudantes são submetidos.

Objetivos específicos

 Acentuar como ocorrem os métodos de avaliação escolar.


 Descrever como a rede e o local interferem no ensino.
 Indicar a conservação das instituições.

Metodologia

Compilativa.
Desempenho dos alunos no ensino médio

A educação é um fator crucial para o andamento da sociedade atual, os


estudantes se encontram entre avaliação e situação, uma gama de divisões
que demarca os pontos importantes de aprendizado na vida, formando o
jovem, o trazendo pronto para o mercado de trabalho e ou enfrentar as políticas
sociais a qual vai ser submetido.

Após analisar a posição de Barretto e Mitrulis (2001) tem se a percepção de


que os moldes escolares estão focados não só em moldes de conhecimento
padrão mas, também embargados em envolvência social e troca de
experiências preparatórias ou passadas para sua formação completa.

Os estudantes, professores, o corpo escolar, órgão da educação, o país todo


está em busca de qualidade no estudo, que sempre melhore com o tempo e é
claro que para ter certeza os órgãos governamentais impõem avaliações para
concluir se estão trazendo com suas mudanças um progresso para com o
ensino e manter o consenso importante dentre a sociedade educativa.

Acrescenta a esta ideia Luckesi (2010), que os processos avaliativos estão


ligados a círculos dominantes que partem da linha pedagógica, se encontram
com os alunos e chegam aos modelos sociais conservados.

Durante muitos anos inclusive até hoje o governo vem analisando suas jogadas
em prol da educação destacando melhoras e métodos impostos em união aos
que lidam, vivem e necessitam de aprendizado, tornando dependentes de
avaliações que ao muito servem para bater metas e não impor uma real
mudança.

“Não são suficientes para a compreensão de


uma realidade tão complexa como a educação
e, se exclusivos, tampouco são instrumentos
capazes de levar a grandes transformações
pedagógicas” (Sobrinho, 2008 p.202).

Analisando de todos os ângulos os prós e contras da escola em si eles não


permitem uma igualdade homogenia em todo o Brasil, nem mesmo em um
estado o resultado e as condições se assemelham, encontra-se sempre uma
diferença árdua. Essa desigualdade gira em torno até mesmo das instituições
pagas ou não que já traz vantagens ou o contrário ao que deveria ser de
acesso igualitário a todos os alunos.

No ensino médio é onde mais acontece essa distância entre a boa economia e
a renda baixa que de certa forma filtra o que chega ao jovem a partir das vias
que lhe são submetidas em relação a sua posição na sociedade e seu poder
aquisitivo.

“Contribui para fabricar imagens e


representações sociais positivas ou negativas
que, consoante os casos, levam à promoção ou
estigmatização dos alunos, justificando a sua
distribuição diferencial na hierarquia escolar”
(AFONSO, 2000, p. 21).

No meio de tantos detalhes além de se preparar o jovem precisa chegar bem


qualificado no mercado de trabalho em relação ao seu desempenho durante
toda a escola e em especial no ensino médio, o primeiro passo após sua saída
dos estudos básicos define um bom começo, é onde as avaliações são mais
rigorosas, com devidos destinos e propostas. Se o adolescente não obtiver
boas recomendações o mesmo poderá sair perdido e todo apoio serve pra
acoplar conhecimento fundamental.

Nas organizações, a avaliação é quase sempre


um instrumento fundamental em termos de
gestão. Particularmente importante na
estruturação das relações de trabalho. (Afonso,
2000, p. 28)

Para que todos os meios sejam justificados existem algumas provas que
definem o currículo do ensino médio e o governo no meio escolar, cada uma
com uma função imposta no desenvolvimento educativo, elas são, SAEB
(Sistema de Avaliação da Educação Básica), ENCCEJA (Exame Nacional para
Certificação de Competências de Jovens e Adultos), ENEM (Exame Nacional
do Ensino Médio) e SARESP (O Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar
do Estado de São Paulo).

“O SAEB – Exame Nacional de Certificação de


Competências de Jovens e Adultos –;
ENCCEJA; Prova Brasil; Exame Nacional de
Ensino Médio – ENEM“ (WERLE, 2010, p. 26-
27).

O SAEB faz do uso de perguntas, de duas disciplinas fundamentais


Matemática e Português, acompanhado de um questionário sobre a vida
pessoal de cada aluno, as notas obtidas entram em estatísticas que compõem
a avaliação do rendimento de cada escola e o IDEB (Índice de
Desenvolvimento da Educação Básica). Fazendo com que o governo tenha
informações desnecessárias ao qual justificam dizendo ser sobre o que pode
influenciar no rendimento sendo que tais informações só apontam o ensino não
concretizado e o poder financeiro de quem recorre ao ensino público.

Cita Torres (1996) que um progresso que se baseia em tendências superiores


de um sistema escolar com intenção de melhorar a qualidade do ensino em
prioridade aos menos favorecidos neste meio, está na verdade mantendo uma
garantia por suas mudanças a má qualidade pública.
ENCCEJA Tem como objetivo avaliar competências obtidas em todo o
processo escolar, inclusive externamente como experiências na sociedade,
culturais, ou de caráter trabalhista para quem não conseguiu concluir a
escolaridade no tempo médio.

Conforme Nóvoa (2009) o ensino nem sempre caracteriza as habilidades a se


desenvolver para o acolhimento social ou que trate de processo a visão
profissional.

ENEM veio como recurso para avaliar os resultados finais do ensino médio,
trazer por meio desta avaliação uma chance de ensino superior e acréscimo
curricular. Apesar de seus benefícios ainda tem a validação superior que não
difere a quem teve melhores ou piores condições de estudo.

“Sem hierarquias de excelência, não há êxitos


ou fracassos declarados e, sem eles, não há
seleção, nem desigualdades de acesso às
habilitações almejadas do secundário ao
diploma” (PERRENOUD, 1999, p. 26).

SARESP tem como função direta Avaliar o sistema escolar e com base nos
resultados mediar investimentos por sobre a rede estadual, o que não deveria
acontecer, pois deveria ser realizado independente de avaliações em metas
que também não são obtidas pela falta dos mesmos investimentos.

Campos e Sobreira (2005) Abordam com clareza o ponto de que não é gasta a
quantia necessária no ensino nem pra obter as questões mínimas que são
abordadas, tendem a melhorar o material, mas não a qualidade em si
mantendo abaixo da média a proporção do estudo.

Estas provas têm por foco promover, avaliar o estudo dos alunos num molde
estudantil definido e por tempos fixo, padronizado, que não observa nem leva
em conta como é ou poderia ser a vida de cada jovem. Não situando nem
destacando o que pode tornar seu desempenho escolar baixo, ou abaixo de tal
meta que o governo estipula, não se baseando em fatos cordiais e de muita
relevância para o jovem.

Em grande parte da rede escolar o desenvolvimento é alterado com uma união


de motivos que complicam o aluno a ponto crítico, no qual ele mesmo não se
submete ao estudo pela ineficácia do cotidiano escolar, tornando difícil seu
andamento, formação e entrada no mercado de trabalho.
Rede de ensino e localidade

Os problemas sociais vêm afetando muito a população, principalmente nas


escolas, isso é uma preocupação para os jovens no ensino médio das escolas
publicas. Todos os dias os alunos passam por uma situação diferente na
escola, escolas sendo fechadas, falta de agua para o consumo, violências de
alunos com os professores e ente outros, isso depende muito do local onde a
escola se encontra. A rede de ensino e o local também pode prejudicar na
educação, uma escola do governo de São Paulo o ensino é bem diferente do
que uma escola no interior. Pode ser a falta de materiais didáticos, falta de
professores ou até as condições da escola. O que mais afeta os alunos é o
estado da escola, eles não se sentem bem com o próprio local da escola e
acabam abandonando os estudos, deixando de concluir o ensino médio por
causa do local que se abita a escola.

Dentro desse ciclo, alunos que não se sentem


como parte da escola, ajudando a mantê-la em
ordem, também têm mais chances de
abandonar os estudos. Com uma estrutura bem
cuidada e ações que envolvem os jovens para
conservá-la, a importância daquele local para a
vida do estudante torna-se mais evidente.
(PORTILHO Evelize, “Estrutura precária afeta
ensino”).

Prédios mal conservados

Os alunos não se sentem bem no local em que estudam também a escola não
ajuda muito. Mesas e cadeiras quebradas, muros pichados, banheiros sujos,
porta e janelas em mal estado, acabam deixando os estudantes
desconfortáveis, não imaginando a escola com um bom local para se estudar
tranquilamente, e sim um local bagunçado. Muitos jovens abandonam as
escolas por esses motivos, falta de atividades diferentes pelo local não ser
apropriado. Ou não se interessam em fazer algo em um local sem condições e
acabam não estando presente mais na local. Uma escola mais conservada, em
bom estado faz com que o aluno se sinta em casa e pode contribuir para que
os alunos não abandonem o local.

“Para educadores, um ambiente escolar limpo,


pintado e organizado faz o aluo se sentir
acolhido, disposto a usufruir o que o espaço
oferece e empenhado a aprender mais. Todo
espaço que cerca o estudante em de ser
atrativo e passar alguma informação. Por isso é
importante que os jovens gostem de ficar nela,
se sintam à vontade e não queiram ir embora o
mais rápido possível”.(PORTILHO Evelize.
“Estrutura precária afeta ensino”).

Falta de professores

Um dos problemas na educação é a falta de professores nas escolas, eles não


são os causadores da educação estar ruim, muitas pessoas não escolhem
essa profissão para seguir dizem que recebem muito mal e passam muito
nervoso. E isso não é mentira os professores recebem menos que o piso
salarial e fazem bem mais que isso, ensinam os jovens a terem um futuro digno
e educam-nos. As greves são causadas por isso, os professores de escolas
públicas não recebem tão bem, e trabalham muito. Eles fazem todo esforço
para os alunos terem uma boa educação, ensinam tudo o que puderem. Não é
o professor que é ruim, ou ensina mal é que nas escolas estaduais o ensino
está atrasado, e isso acaba prejudicando muitos os jovens que querem uma
boa educação.

Logo, agora não mais pelo bom senso e sim


pelo costume, a “culpa” tenderia a cair sobre o
profissional docente. Dessa forma, os
professores se tornam alvos ou ficam no fogo
cruzado de muitas esperanças sociais e
politicas em crise nos dias atuais. As criticas
externas ao sistema educacional cobram dos
professores cada vez mais trabalho, como se a
educação, sozinha, tivesse que resolver todos
os problemas sociais. (BRUINI, Eliane da
Costa. “Educação no Brasil”).

Condição e situação do aluno

Muitos jovens estudam em escolas públicas, por não ter condição de pagar
uma escola particular, ou não estudaram o suficiente para entrar numa dessas
escolas particulares que fazem um Vestibulinho para entrar. O jovem deixa de
estudar por muitos motivos, pela escola ser longe demais e não ter dinheiro
para a condução, por ajudar a família trabalhando vez de estudar, tendo que
ficar em casa em para cuidar de um parente e entre outros. A condição e a
situação que o jovem tem prejudica muito, ele precisar ter a escola completa,
para ajudar ele no futuro. Muitas situações que os jovens têm que passar que
afeta muito eles. Digamos que o jovem precise muito estudar, se não ira perder
muitas oportunidades. Muitos problemas que os jovens passam que afastam
da escola, por isso a escola tem que ser um local bem adaptável, para fazer
com que o aluno se sinta bem e não o afaste da escola, e que permaneça até
concluir o ensino médio.

Nível baixo de escolaridade: esse item é


resultado das diferenças de rendimento, desse
modo, muitas crianças em idade escolar são
forçadas a deixar os estudos para
desenvolverem algum tipo de trabalho, com a
finalidade de contribuir com renda familiar.
(FREITAS, Eduardo De. “Subdesenvolvimento
e os problemas sociais”).

Violências escolares

A cada dia que passa a violência veem aumentando nas escolas públicas, os
alunos se desentendendo, agressão física e verbal, alunos que agrediram o
professor e até outros funcionários e professores agredindo alunos, jovens
entrando armados nas escolas e uso de bebidas e drogas na porta da escola. A
cada dia que passa os professores, alunos e outros funcionários convivem com
esse tipo de agressão e ameaças. Vemos tudo isso acontecendo, passando em
noticiários as violências que ocorrem diariamente nas escoas. Isso é um
problema para as escolas, pois é uma coisa que eles não conseguem controlar,
a escola não é um local para brigas, os jovens tem que se sentir seguro em sua
própria escola mais ele tem medo e se sentem inseguro. Isso só vem piorando,
ninguém toma uma iniciativa para isso melhorar a falta de seguranças na
escola também é ruim, pois isso ia ajudar muito, ou fazer campanhas para não
à violência nas escolas. Isso assusta os pais dos jovens por que em vez de
fazerem uma melhoria para isso, esse assunto violência só vem piorando.

A violência é um problema social que está


presente nas ações dentro das escolas, e se
manifesta de diversas formas entre todos os
envolvidos no processo educativo. Isso não
deveria acontecer, pois escola é lugar de
formação da ética e da moral dos sujeitos ali
inseridos, sejam eles alunos, professores ou
demais funcionários. (BARROS, Jussara De.
"Escola X Violência”; Brasil Escola).
Hipótese

Tais problemas transformam a educação brasileira em algo não produtivo,


assim alguns pontos devem ser reparados para que ela se torne o orgulho de
um futuro pra nação, assim como os que usam deste meio e para que isso
aconteça certas ações devem ser feitas.
.
Com o primeiro foco no gosto estudantil, sem interesse não há onde nem como
chegar, assim um plano de incentivo para os alunos traria um ambiente mais
confortável para estudar e que fizesse os estudantes gostarem do que estão
fazendo, realmente querer fazer por ser bom e não por obrigação ou por
mando de alguém.

Estes planos se desenvolveriam no uso do estudo em situações do cotidiano,


que viriam a ser úteis, ou de aplicação do mesmo em áreas que são de maior
atenção do jovem trocando algo padrão por um raciocínio mais envolvente e
interativo.

Sendo algo que se renova sempre, até mesmo possa incluir o aprendiz nas
decisões escolares, fazendo dele mais seguro e confiante dentre o que está
acontecendo sem insatisfações pois ele também escolheu tal mudança.

Outra mudança poderia ser incentivar de todas as formas a inclusão social, o


contato cultural, e a preparação para o mercado de trabalho, feitos em projetos
com detalhes discutidos dentre alunos e corpo docente escolar.

Apesar de todos estes movimentos alterarem o andamento do aprendizado


nenhum deles é possível sem que cada parte da educação receba uma boa
análise, e um grande investimento necessário na economia, qualidade,
conforto, segurança, viabilidade e sustento educativo que seria a vontade de
melhorar a busca pelo conhecimento brasileiro.
Consideração final

O mundo da educação está sem o destaque que deveria ter na sociedade, e


isso implica nas próximas gerações que viram a interagir neste meio, sem a
qualidade necessária os outros pontos importantes não evoluirão e o país
continuará no mesmo patamar em que está. Para que o progresso seja
constante tudo deve melhorar e vem na frente os que trarão estas mudanças,
os jovens que estão espalhados pelos ensinos médios de diversas escolas
todos moldarão a nova sociedade que sempre é nova a cada geração que sobe
e que cada próxima seja melhor do que a anterior.
Referências

TORRES, Rosa Maria. Educação para todos: a tarefa por fazer. Porto Alegre:
Artmed, 2001.

BARRETTO, Elba S. de Sá; MITRULIS, Eleny. Trajetória e desafios dos ciclos


escolares no país. Revista de Estudos Avançados, São Paulo, v. 15, n. 42, p.
105-142, 2001.

NÓVOA, António. Professores: imagens do futuro presente. Lisboa: Educa


2009.

LUCKESI, Cipriano, Carlos. O papel da didática na formação do educador. In:


CANDAU, Vera, Maria (org). A didática em questão. 30. ed – Petrópolis, Rio de
Janeiro: Vozes, 2010.

IDEB: apesar do avanço, só 64 cidades têm nota de países desenvolvidos. O


Estado de São Paulo, São Paulo, 23 jun. 2008.

AFONSO, Almerindo Janela. Avaliação educacional: regulação e


emancipação. São Paulo: Cortez, 2000.

SOBRINHO, José Dias. Avaliação educativa: produção de sentidos com valor


de formação. Avaliação: Revista da Avaliação da Educação Superior,
Campinas; Sorocaba, v. 13, n. 1, p. 193-207, mar., 2008.

WERLE, Flávia Obino Corrêa (Org.). Avaliação em larga escala: foco na


escola. São Leopoldo: Oikos; Brasília: Líber Livro, 2010.

PERRENOUD, Philippe. Avaliação: da excelência à regulação das


aprendizagens entre duas lógicas. Tradução Patrícia Chittoni Ramos. Porto
Alegre: Artes Médicas Sul, 1999.

http://www.gazetadopovo.com.br/educacao/estrutura-precaria-afeta-o-ensino-
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Acesso em: 21/11/2015 ás 16h01min

http://www.brasilescola.com/educacao/educacao-no-brasil.htm

Acesso em: 04/11/2015 ás 16h00min

http://www.brasilescola.com/geografia/subdesenvolvimento-os-problemas-
sociais.htm

Acesso em: 26/11/2015 ás 16h05min

http://brasilescola.uol.com.br/educacao/escola-x-violencia.htm

Acesso em: 01/12/2015 ás 21h10min