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A ATUAÇÃO DO PODER JUDICIARIO, FRENTE AO PROCEDIMENTO ESPECIAL

AVARIA GROSSA NO CPC 2015, E SEUS REFLEXOS NAS RELAÇÕES


COMERCIAIS.1

José Luís Ferreira Lima 2


3
Hugo Assis Passos

RESUMO

Esta pesquisa tem como foco, analisar o Procedimento Especial presente no CPC 2015,
conhecido como Avaria Grossa uma vez que o mesmo inova o Processo Civil, pois até a
vigência do Código atual não havia de forma clara nenhuma regulação no CPC de 1973. É fato
que a existência deste preponderante mercado de embarcações, não encontra-se a margem do
direito uma vez que embora em meio a tanta tecnologia, a pessoa humana continua sendo
essencial para o bom funcionamento das coisas sendo a única que pode ser responsabilizada
pelos resultados, seja em decorrência da construção, manutenção ou mesmo operação do navio.
Frente a isso o legislador achou por bem inserir no Código de Processo Civil 2015, os artigos
707 a 711 que trata da regulação da avaria grossa, tornando-se uma inovação no processo civil,
embora não fosse de todo novidade para o direito, pois o Código Comercial de 1850, já
abordava o assunto.

Palavras-chave: Avaria Grossa. Poder Judiciário. Procedimento Especial. Relações


Comerciais. Regulador.

1
Paper apresentado à disciplina Processo Cautelar, da Unidade de Ensino Superior Dom Bosco – UNDB.
2
Aluno do 7º Período do Curso de Direito da UNDB
3
Professor,Mestre, Orientador
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO.................................................................................................................XX
2 A RESPONSABILIDADE PELOS DANOS NO PROCEDIMENTO DE AVARIA
GROSSA................................................................................................................................XX
3 O PODER JUDICIÁRIO E OS ENTRAVES NA HORA DE PROFERIR A DECISÃO
MAIS PLAUSÍVEL QUANTO AO INSTITUTO AVARIA GROSSA.............................XX
4 O PAPEL DO REGULADOR NA CONSTATAÇÃO DE AVARIA GROSSA..........XX
5 DISCUSSÃO DO TEMA .................................................................................................XX
6 CONCLUSÃO...................................................................................................................XX
REFERÊNCIAS................................................................................................................XX

1 INTRODUÇÃO

Este presente estudo decorre de uma percepção quanto a inexistência de conteúdo


relacionado ao tema, avaria grossa, tendo em vista que o mesmo é algo novo principalmente no
direito processual, pois foi somente com o advento do Código de Processo Civil de 2015, que
tal temática veio a tona, preenchendo uma lacuna deixada pelo CPC de 1973. Portanto objetiva-
se por intermédio deste, apresentar conteúdo que venha servir de suporte seja para
pesquisadores, ou mesmo como auxilio jurídico para aqueles que lhe dão com o tema no dia a
dia. Feito isso, afirmamos que o tema avaria grossa, é de extrema relevância devido a
movimentação financeira elevadíssima, que envolve a área marítima, bem como a possibilidade
de relações comerciais envolvendo outros países, desta feita os operadores do direito necessitam
estarem amplamente preparados para lhe dar com tamanha responsabilidade na hora de resolver
os litígios decorrente do instituto avaria grossa, pois é fato que tem havido muita confusão
quanto a esta temática, sendo confundido algumas vezes com a avaria simples, que em síntese
não representa a necessidade de compartilhamento das responsabilidades quanto a divisão dos
prejuízos, devendo os litígios desta modalidade de avaria, ser resolvido como quebra da
obrigação e por isso sendo tratado como assunto de responsabilidade civil, portanto aqui o
propósito é aprofundar-se nas discursões atinentes aos artigos 707 a 711 do CPC 2015,
conhecido como avaria grossa, ou como preferem alguns doutrinadores chamar, avaria comum.
Desta feita apresentaremos as nuances e contradições deste instituto, reconhecendo não ser fácil
encontrar a solução para os litígios, dado o elevado volume financeiro envolvendo a temática.

2 A responsabilidade pelos danos, no procedimento de Avaria Grossa


Em todas as relações humanas o consenso entre as partes é o grande desafio,
concernente à avaria grossa, não poderia ser diferente, até dado o montante financeiro que
normalmente envolve as questões comerciais do transporte marítimo. Todavia o Instituto da
Avaria Grossa presente na Lei 13.105/2015, traz em seus artigos 707 a 711, alguns
procedimentos que visam minimizar a ausência de consenso, possibilitando ao perito nomeado,
denominado pelo legislador de regulador, apresentar instrumentos que que venham servir de
elementos na hora do juiz sentenciar os, termos da responsabilidade de cada parte. Iniciemos à
analise a partir do dispositivo abaixo:

Art. 707 Quando inexistir consenso acerca da nomeação de um regulador de avarias, o


juiz de direito da comarca do primeiro porto onde o navio houver chegado, provocado
por qualquer parte interessada, nomeará um de notório conhecimento.

Inicialmente percebe-se que o instituto avaria grossa não fez parte do CPC de
1973, todavia já havia constado do CPC de 1939, mais precisamente nos artigos 765 a 768,
permanecendo tais dispositivos vigentes, conforme preceitua o caput do art. 1218, e , inciso
XIV, do Código de 73. Esta vigência é reforçada pelo Código Comercial mais precisamente
em seus artigos 763 e 764, e por ser mais abrangente permanece como instrumento balizador
na decisão do juiz.
Este instituto é retratado por Cassio Scarpinnella (2016), em seu Manual de
Direito Processual Civil, conforme se percebe no texto que segue:

As avarias são, de acordo com o art. 763 do CCom, de duas espécies, as grossas (ou
comuns) e as simples (ou particulares). A avaria grossa (ou comum) – cujo rol
(exemplificativo) está no art. 764 do CCom, com a ressalva do art. 765 –, em
consonância com aquele mesmo dispositivo legal, “é repartida proporcionalmente
entre o navio, seu frete e a carga”. Elas devem necessariamente constar do Diário da
Navegação, o mesmo ao qual deve ser dada adequada publicidade por outro
procedimento recuperado pelo CPC de 2015, a “ratificação dos protestos marítimos e
dos processos testemunháveis formados a bordo”, de que tratam os arts. 766 a 770. A
finalidade do procedimento especial é a de nomear regulador (arbitrador) daquelas
avarias para que as responsabilidades derivadas pela sua ocorrência sejam repartidas
entre quem de direito, o que, embora revogado pelo CPC de 1939, ocupava extensa
disciplina prevista nos arts. 772 a 796 do CCom em Capítulo intitulado
eloquentemente de “Da liquidação, repartição e contribuição da avaria grossa”.

O instituto avaria grossa recebeu atenção por parte do Fórum Permanente de


Processualistas Civis (FPPC) por intermédio do Enunciado nº,75, no qual ficou estabelecido
que o juiz deverá nomear por intermédio de um só ato o regulador da avaria grossa, e a citação
das partes interessadas.(CREMONEZE,2016)
3 O Poder Judiciário e os entraves na hora de proferir a decisão mais plausível quanto
ao instituto Avaria Grossa

O Instituto da Avaria Grossa possui uma larga abrangência pois a expansão


comercial é algo constante e um objetivo claro das grandes empresas, logo mais do que ser um
tema de abrangência territorial Nacional, o mesmo repercute no Código Comercial Marítimo,
cobrando do Juiz um conhecimento de toda a legislação seja ela Nacional ou Internacional, pois
muitas vezes os conflitos quanto ao tema de dão em águas internacionais, ou mesmo as partes
envolvidas estão sujeitas a legislações internacionais. Sendo assim não apenas o juiz mais
também a Pessoa do Regulador que vier a nomear, precisa deter amplos conhecimentos técnicos
que o possibilite a assessorar o juiz na hora de decidir.
O sistema capitalista tem sido responsável pela abertura do mercado de capitais,
sendo o comércio uma força impulsionadora dos países que buscam constantemente novos
parceiros, tornando necessário a abertura das fronteiras tanto para entrada como para a saída de
grandes volumes de produtos industrializados. Face a isso requer-se uma legislação mais
flexível, capaz de romper com os obstáculos que impedem a expansão comercial.
(SILVA,2011).
Existe alguns procedimentos neste instituto que termina por dificultar a solução
para os litígios, principalmente quando houver na relação interesses estrangeiros, pois neste
caso as partes poderão estar sujeitas a mais de uma legislação havendo assim a necessidade de
conhecimento do Direito Internacional, para que se aplique a norma adequada. Todavia é bem
verdade que graças a uma tecnologia bem mais avançada que permite a construção de
embarcações cada dia mais estruturadas, as viagens marítimas deixaram de ser uma aventura,
mas tornou-se de fato o exercício de um profissionalismo dinâmico, que não permite que o juízo
ou mesmo as demais partes envolvidas estejam desconexas com o restante do mundo, como
afirma Paulo Henrique Cremoneze (2015).
Não raro, os sinistros marítimos com interesses de embarcadores, consignatários e
seguradores de cargas brasileiros ocorrem em águas internacionais, sob o manto de
legislações estrangeiras, sistemas jurídicos diversos e são regulados fora do país.
Assim, os interessados brasileiros, ao menos num primeiro momento, numa fase
inicial de tratamento de um determinado sinistro, são obrigados, não raro com alguma
truculência comercial, à aceitarem imposições tidas como absurdas aos olhos do
sistema legal do Brasil.Com base em disposições contratuais adesivas dispostos nos
anversos dos conhecimentos marítimos, os armadores e/ou transportadores declaram
avarias grossas mesmo nos sinistros cujas causas antecedentes foram provocadas por
eles mesmos. E o fazem porque essas cláusulas contratuais (adesivas) remetem ao uso
das Regras de York/Antuérpia, convenção internacional da qual o Brasil não foi
signatário e que não é válida no sistema legal do país.
Portanto cabe não só ao juiz, mas também, a pessoa do regulador que ele vier a
nomear, conhecer ainda que de forma menos jurídica, mas de caráter técnico internacional e
assim possa apresentar os elementos plausíveis para que o poder judiciário dê uma resposta
satisfatória ao litígio.
Daniel Neves(2016), traz um compreensão bem extensiva sobre as incumbências do
juiz quanto a este instituto, conforme exposto no texto que segue.
Apesar de ser conduta exigível do regulador a indicação do prazo, este será analisado
pelo juiz, que, então, intimará as partes, tratando-se, portanto, de prazo a ser fixado
pelo juiz, ainda que em regra ele siga o prazo indicado pelo regulador. A prorrogação
do prazo é possível, desde que se demonstre de forma justificada sua necessidade. Nos
termos do § 2o do art. 708 do Novo CPC, se o consignatário não apresentar garantia
idônea a critério do regulador, este fixará o valor da contribuição provisória com base
nos fatos narrados e nos documentos que instruírem a petição inicial, que deverá ser
caucionada sob a forma de depósito judicial ou de garantia bancária. Significa dizer
que a não apresentação de garantia no prazo legal faz com que o consignatório perca
o direito de escolher a forma de garantia, que passa a ser exigida nos exatos termos da
lei. A mesma consequência de se exigir a prestação de garantia por meio de depósito
judicial ou de garantia bancária é gerada quando a garantia prestada não for aceita
pelo juiz, seja por ausência de idoneidade ou pela insuficiência. Nesse caso,
entretanto, é adequado que o juiz, antes de aplicar a consequência prevista no art. 708,
§ 2º, do Novo CPC, intime a parte, oportunizando-lhe a regularização da garantia já
prestada. Caso nenhuma garantia seja prestada ou a prestada não seja aceita, o
regulador requererá ao juiz a alienação judicial de sua carga na forma dos arts. 879 a
903 do Novo CPC.

A analise apresentada por Daniel (2016), retrata a aplicabilidade de outros institutos


do Código de Processo Civil, ao instituto de avaria grossa, reforçando a percepção de que o
direito não deve ser analisado de forma fragmentada, mas como um todo entrelaçado.
Portanto Caso o regulamento não seja impugnado, fazendo-se presumir que as
partes concordam com o trabalho apresentado pelo regulador, o art. 710, § 1º, do Novo CPC
prevê a prolação de sentença homologatória. Na realidade, tratar-se-á de sentença condenatória,
já que nela haverá condenação ao pagamento do rateio e da taxa de contribuição.

4 O Papel do Regulador na constatação de Avaria Grossa

Como já mencionado em outro tópico a pessoa do regulador é o elo de ligação entre


o incidente e o poder judiciário, pois o segundo em linhas gerais decidirá conforme o direito
processual, consubstanciado no direito material trago aos autos pelo regulador, que é quem de
fato terá contato com as partes envolvida no incidente, cabendo ao regulador estabelecer o
regulamento da avaria grossa no prazo de 12 meses, conforme o artigo 710 do CPC 2015.

Portanto o poder judiciário uma vez provocado, designará um perito de notório


conhecimento, que terá a responsabilidade de estabelecer os parâmetros em comum acordo com
as partes, que servirão elementos objetivos ao juiz ao proferir sua decisão, portanto mais uma
vez cabe ressaltar que o Regulador necessita aplicar seus conhecimentos técnicos de
conformidade com legislações nacionais e internacionais de acordo com cada caso.(SAMPAIO,
Jr.,2016)

O juiz ao nomear o regulador conforme determina o art. 707, atribuirá ao mesmo a


responsabilidade quanto a definição do tipo de haveria, isso de fato coloca o regulador numa
posição privilegiada quanto a decisão do juiz, uma vez que o mesmo é o perito seu laudo
,representará o parâmetro de tomada de decisão do juiz. Para Daniel Assumpção(2016), a
previsão de que cabe ao regulador a declaração de quais danos são passiveis de rateio na
modalidade de avaria grossa, conforme o art. 708, nem sempre esta declaração é feita por ele,
mas sim pelo transportador, sendo este o maior interessado na regulação das avarias grossas, e
que por este motivo o regulador só fará a declaração quando o transportador não o fizer. Ainda
sobre o tema o Novo código de processo civil anotado(2015), escrito pela OAB de Porto
Alegre, faz a seguinte afirmação:
Para nos familiarizarmos melhor com o tema em destaque será necessária breve
inserção no Código Comercial, que através do artigo 761 define avaria como “todas
as despesas extraordinárias feitas a bem do navio ou da carga, conjunta ou
separadamente, e todos os danos acontecidos àquele ou a esta, desde o embarque e
partida até sua volta a desembarque”. Ainda, é determinante que saibamos que o
Código Comercial através do artigo 763 classifica as avarias em grossas ou comuns e
simples ou particulares. As avarias classificadas como grossas ou comuns são
repartidas proporcionalmente entre o navio, seu frete e a carga, sendo que as avarias
simples ou particulares são divididas ou só pelo navio ou só pela coisa que sofreu o
dano ou deu causa à despesa.

Como dito acima, o Código Comercial traz uma classificação quanto aos tipos de
avarias, e que a depender desta classificação haverá divisão ou não quanto as responsabilidades
entre as partes pelos danos provocados pela avaria, isso se for comprovado tratar-se de avaria
grossa. Uma vez que os danos provocados pela avaria simples é suportado só pelo navio ou pela
coisa que sofreu o dano ou foi responsável pelo prejuízo. Reafirmando-se todavia que é preciso
legitimidade para a propositura da ação, e que somente aqueles que sofreram danos decorrentes
dos atos de avaria grossa, como os proprietários da carga danificada, segurador, transportador
etc. possuem interesse na demanda.
O referido Código Anotado(2015), avança seu entendimento sobre o instituto avaria
grossa, reforçando ser a pessoa do regulador o elemento central deste instituto, não sendo
todavia alguém isento de falhas, por isso seu laudo pode ser questionado ao juízo do porto, que
terá o prazo de dez dias pra decidir quanto as controvérsias envolvendo o incidente, entretanto
o que de fato os artigos 707 a 711, trazem de forma abrangente é a responsabilidade do
regulador, seja na abertura dos termos da avaria grossa, ou mesmo quanto aos critérios
apresentados pelo regulamento que vier a descrever, ressaltando-se todavia que o mesmo possui
um prazo limite de até doze meses, para confeccionar este regulamento, que por sua vez poderá
ser contestado em até dez dias ao juiz como já dito anteriormente. É também de
responsabilidade do regulador estabelecer o prazo para as partes apresentarem os documentos
necessários para a abertura da avaria grossa. Portanto está amplamente constatado que o
regulador é de fato um auxiliar do juízo, e sua atuação é de fundamental importância no
desvendamento ou solução ao litigio decorrente da abertura de avaria grossa.

5 DISCUSSÃO DO TEMA

O instituto avaria grossa dado sua recente inserção no Código de Processo Civil,
trará ainda longos e acalorados debates principalmente quando os litígios envolverem interesses
internacionais, e que na sua maioria dado o crescimento das relações comerciais do Brasil com
vários outros países, que possuem legislação diferentes, ou ainda com a existências de
convenções e tratados dos quais o Brasil não é signatário, isso implicará num entrave para que
as disseções sejam solucionadas em curto espaço de tempo.

Por sua vez é preciso que haja interesse de todas as partes envolvidas, para que o
desfecho do litigio de dê de forma mais célere, por outro lado requer-se a aplicação do princípio
da boa- fé, sem a qual os contratos são passíveis de serem anulados, ou ainda serem
considerados sem efeitos nos dispositivos, contrários a legislação vigente. Portanto a pessoa do
regulador precisa está atento ao relatório apresentado pelo transportador, para que não se
considere avaria grossa ou comum, as avarias simples ou particulares, pois neste ultimo caso
esta avaria é trata-se de responsabilidade civil, cujos danos necessariamente não serão
compartilhados pelas partes envolvidas, mas serão absolvidos pelo transportador e pelo navio.

6 CONCLUSÃO

Ao concluir este estudo, sem que tenha tido a pretensão de esgotar o tema, ressalto
a importância do legislador ter inserido no CPC 2015, o instituto da avaria grossa preenchendo
a lacuna que o CPC de 1973, havia deixado e que por sua vez ante a inercia da abordagem do
tema, fez com que o CPC de 1939 permanecesse em vigor, em relação a este instituto, a luz do
artigo 1218 do CPC 1973. Portanto a grande inovação da legislação atual, foi trazer a baila a
discussão sobre a essencial existência do regulador como auxiliar da justiça e o seu elevado
grau de importância e competência necessária que deva possuir, para que venha cumprir com
tão inestimável responsabilidade, seja no campo do direito pátrio ou mesmo internacional.
REFERÊNCIAS

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VADE MECUM RT 2018: edição especial. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais,2018.