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O QUE ELA DESEJA

MAYA BANKS
Série - Para o Seu Prazer 03

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Maya Banks
Série Para o Seu Prazer 03

Traduzido e Revisado do Inglês


Envio do arquivo: Δίκη
Revisão Inicial: Cris Reinbold
Revisão Final e formatação: Cleusa
Imagem: Elica
Talionis

*** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. *** 1
O QUE ELA DESEJA
MAYA BANKS
Série - Para o Seu Prazer 03

Mia Nichols sempre amou o Texas Rangers Jack Kincaid, mas ele manteve distância. Uma
noite, ela o seduz, e ele cede à tentação que o perseguia há muito tempo. Na manhã seguinte,
porém, desaparece, deixando-a se perguntando se ele está vivo ou morto. Dois anos depois, ele
aparece no clube onde ela é stripper, determinado a levá-la de volta para Dallas. Mas Mia está
envolvida em uma situação perigosa, e Jack vai precisar de tudo que tem para salvá-la e ganhar o
seu perdão.

Comentário Cris Reinbold: Maya e a Mexicana americana. Este está muito para Maria do Bairro,
podemos chamar Mia Stripper a Coitada!!! Mas vale a leitura, é mais cheio de ação que os outros
dois que o foco era só o sexo.

Comentário Cleusa: Só para lembrar o primeiro livro é “O que ela quer” e o segundo “O que ela
precisa”. Os dois livros conta a estória de Kit e seus amigos de infância Mac e Ryder, que depois de
vários problemas acabam aceitando compartilhar kit, já que ela ama ambos. Nesse “O que ela
deseja” é a estória de Mia, amiga de Ryder. Este é muito melhor que os anteriores, tem uma estória
consistente. Claro que não faltam cenas quentes, mas Mia e Jack vivem uma estória de tropeços e
reconciliações. Muito sofrimento para ambos, principalmente Mia que se vê em um mundo
maquinações e miséria. Como Cris disse vale a pena ler e o livro é curtinho.

CAPÍTULO 1

Sem coragem, sem glória, sem orgasmo. Ela queria o último, mas lhe faltava a primeira.
Mia Nichols limpou as mãos nervosamente em suas pernas nuas e tencionou correr tão longe

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e tão rápido quanto podia do quarto de Jack Kincaid. Mas não chegou tão longe.
Escapou, utilizando a chave que Jack dera para emergências. Dispensou culpar-se por um
momento com o fato de este não era realmente uma emergência. A menos que você considere
desespero uma crise.
O fato de que estava ali, nua, realmente não podia ser interpretada tanto como uma crise
como se fosse um plano ousado para tomar a iniciativa. Sim, que a fez se sentir muito melhor. Não
estava se jogando em Jack, exatamente. Estava apenas indo atrás do que queria. O que queria há
anos. O que achava que ele queria muito quando não estava tão envolvido com seu maldito senso de
responsabilidade.
Sabia que ele estava do outro lado da parede dormindo. Os sons suaves de sua respiração
profunda filtrada através da fenda na porta de seu quarto.
Você quer isso, Mia. Você o quer para sempre. Vai buscá-lo pelo amor de Deus. Não terá
uma oportunidade melhor.
Invocando sua pouca coragem, calmamente entrou no quarto. Seu corpo foi banhado pela
luz suave que se filtrava através das cortinas semicerradas. Os lençóis emaranhados em seus
quadris, mal cobrindo a parte inferior de seu tronco, deixando a parte superior nua.
Lambeu os lábios e se aproximou. Deus, ele estava lindo. Duro, magro, as linhas e os
ângulos de seu corpo foram feitos apenas para o toque de uma mulher. Podia passar horas
explorando as depressões e saliências musculosas.
Estava longe dela, o queixo áspero com barba por fazer, destacando contra o travesseiro.
Um braço descansava de lado, sua mão segurando os lençóis na altura da cintura. Seu outro braço
arremessado para o lado, seus dedos abertos como se estivesse procurando por algo.
Aproximou-se da cama. Não houve um momento em que conseguisse se lembrar de não
amá-lo. Os anos antes de entrar em sua vida desapareceram não valendo a pena lembrar. Eles eram
uma massa confusa de dor e angústia, de coisas que preferia não lembrar.
Ele a salvou. Cuidou dela. A certeza que teve o que precisava. Só que precisava dele. Não
apenas no papel de um tutor, alguém que olhasse por ela e para as coisas de vez em quando. Queria
mais do que as conversas informais que tinham, e a pizza compartilhada ocasionalmente no fim de
semana.
Ela não era mais a garota que ele salvou. Há muito tempo cresceu como uma mulher. Com
necessidades de mulher. E hoje à noite Jack Kincaid ia ver em primeira mão. Se não a jogasse para
fora de sua cama, logo que ela chegasse lá.
Nervosa, ela se inclinou para baixo, sem saber o que fazer primeiro. Beijá-lo? Tocá-lo?
A decisão foi tomada Não chegou a fazer qualquer uma.

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Assim que se inclinou para roçar a boca em seu maxilar, um braço duro fechou em torno
dela. Sua outra mão deslizou sob o travesseiro em um movimento rápido, e se viu olhando para o
cano de uma arma de aparência desagradável.
Ela soltou um engasgo de susto e tentou se afastar. O braço em volta da cintura apertou.
― Que diabos você está fazendo, ― ele olhou para cima e para baixo de seu corpo, ― nua
no meu quarto? ― Ele exigiu.
Suas bochechas queimaram, e ela encolheu do brilho de surpresa e raiva em seus olhos.
Isso não estava acontecendo do jeito que planejou.
Seus braços soltaram, permitindo que ela se afastasse um pouco. Jack colocou a arma sobre
a mesa de cabeceira e se sentou, arrastando os lençóis com ele.
Mas ela conseguiu o suficiente de uma olhada para saber que ele, obviamente, dormia nu, e
que não foi afetado pelo seu corpo nu.
― Mia o que você está fazendo aqui? ― Ele perguntou de novo, seu tom não tão estridente
quanto ao que foi antes.
― O que parece que estou fazendo ― ela perguntou, exasperada.
Cruzou os braços sobre os seios, sua humilhação crescendo a cada segundo.
Ele levantou uma sobrancelha. ― Parece que estava tentando subir nua em minha cama.
― Observador ― a disse maliciosamente.
Seu olhar passou para cima e para baixo de seu corpo. ― Que raio de jogo é este Mia?
Porque tenho que dizer, não tenho tempo para isso. ― Ela deixou cair os braços, até que se
levantou orgulhosamente diante dele. ― Quero você Jack. ― Ele esfregou a mão pelo cabelo curto.
― Ah inferno Mia, vista sua bunda e dê o fora daqui. Não tenho estômago para as meninas
brincando de serem adultas. ― Suas bochechas queimaram furiosamente. ― Não sou uma criança!
― Você é muito jovem para mim ― disse ele sem rodeios.
Aproximou-se dele, permitindo que os seios ficassem na frente de seu rosto. Ela viu como
seus olhos monitoraram para baixo, viu seu corpo apertar em resposta.
― Não sou uma criança ― ela repetiu. ― Sou uma mulher com as necessidades de uma
mulher. Quero você por tanto tempo Jack. Não me mande embora. Posso ver que você me quer. ―
Jack sorriu ironicamente. ― Veio no lugar errado docinho. Não tenho um osso suave no meu corpo.
Leve a sua virgindade, seus sonhos de flores e doce conversa em outro lugar. Ando muito tempo
duro, e se nós transarmos não darei a mínima que seja sua primeira vez.
Um tremor rolou por seu corpo. Seus mamilos endureceram a pontos, e ouviu Jack xingar.
Caminhou para frente, ainda mais perto dele. Queria tocá-lo tanto que doía.
― Não quero que seja gentil ― ela sussurrou. ― Quero que você seja você. Quero você.

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― Cristo Mia. Sou velho demais para você. Você é apenas uma garota. Pegue algumas
malditas roupas. ― Ela ignorou-o, pressionando seu corpo contra ele enquanto se movia sobre a
cama. Olhou para ele, seus olhos buscando os dele. Quando seus olhares se encontraram, viu a fome
refletida em seus olhos escuros. Ele a queria. Poderia afastá-la, mas podia ver a verdade.
Hesitante, entrelaçou os braços ao redor de seu pescoço. Endureceu ao seu toque, mas ele
não foi para longe dela. Seus lábios pairaram a uma pulsação do dela, e o ouviu sugar a respiração.
― Beije-me ― disse ela.
Tocou os lábios nos dele e encontrou-o firme e resistente. Não desistiu, aprofundou o beijo,
passando a língua nos lábios.
― Porra Mia ― ele xingou.
Ele a puxou contra ele e voltou a beijar com intensidade. Suas mãos corriam para cima e
para baixo em suas costas enquanto ele devorava sua boca.
Ela gemeu contra seus lábios enquanto suas mãos se enredaram em seu cabelo. Ele a puxou
de volta pelos cabelos e olhou fixamente para seu rosto.
― Certifique-se sobre isso Mia. Se não virar suas costas e tirar sua bunda daqui agora, não
há como voltar atrás.
― Beije-me ― disse ela novamente.
Ele hesitou por um longo momento, olhando para ela com olhos duros. Olhos que brilhavam
de desejo. Arqueou contra ele, tentando-o com seu corpo. Seus braços se apertaram ao redor dela.
Podia sentir a flexão de seus músculos fortes, e soube naquele momento que ganhou.
Ele rolou sobre e debaixo dele, chegando de volta e jogando os lençóis. Seu corpo duro
balançava sobre ela, esfregando e apertando contra sua pele. Ele tomou suas mãos e as puxou acima
da cabeça.
Ela o deixou seguir seu caminho, uma onda de necessidade em brasa estourando por ela em
sua exibição de poder e controle. Quantos anos o cobiçou? Amava-o desde que era uma adolescente
sonhadora, apenas sentindo as primeiras dores da adolescência.
Sua coxa roçou seu membro, a inserção muscular na perna entre as dela. Sua boca se moveu
através dela como uma tempestade. Quente, rápido e intenso.
― Deixe-me tocar em você ― ela disse ofegante.
Ele fundiu sua boca sobre ela, silenciando de forma eficaz. Apesar de seus esforços, segurou
firmes as mãos batendo contra a cabeceira da cama quando ela tentou alcançá-lo novamente.
― Fique quieta ― ele rosnou.
Sua cabeça caiu para trás enquanto se aninhou em seu pescoço. Seus dentes roçaram a pele
sensível abaixo da orelha antes de afundar na curva de seu pescoço.

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Veio para frente, arfando de prazer. Ele chupou sua carne, beliscando e mordendo
deslizando sua língua sobre a área para acalmar. As chamas lamberam sobre seu corpo. Ela torceu e
se contorceu, mas ele segurou-a firmemente, não permitindo que ela se mova.
Seu pau cutucou impaciente sua boceta. Esfregou de cima abaixo sobre sua fenda úmida.
― Abra para mim ― falou sua voz rouca e profunda, o comando enviou deliciosas emoções
por sua espinha.
Relaxou as pernas, e logo ele estava em sua entrada, sondando com veemência, a cabeça
inchada de seu pau espalhando suas dobras apertadas.
Em um impulso forte ele entrou profundamente em seu interior. Uma dor ligeira apareceu,
mas foi deixada de lado quando ele começou a se mover, o atrito atiçando o fogo fora de controle.
Engasgou e lutou para libertar seus braços. Queria agarrá-lo e apertar sua preciosa vida como
sensações insuportáveis abalando seu corpo.
Ele bateu as mãos de volta no colchão, mais uma vez, proferindo um comando severo.
― Pare.
Ela derreteu em seu corpo, a sua visão borrando com o seu desejo. Ele resistiu e ondulava os
quadris, mergulhando em sua boceta lisa mais e mais.
― Por favor ― ela suspirou.
Ele pegou os lábios entre os dentes e puxou, sugando seu lábio inferior. Sua língua deslizou
sobre a plenitude de sua boca, saboreando enquanto balançava contra ela. Em seguida, os dentes se
afundaram, e ela provou o salgado de sangue. Ele lambeu e acalmou, beijando a carne tenra.
―Você é tão linda ― ele murmurou enquanto mordeu uma linha de baixo de seu queixo até
o pescoço.
― Muito jovem, muito bonita e de longe muito imprudente.
― Eu preciso... Eu preciso ― ela começou. Convulsionou violentamente contra ele. Seu
corpo apertado indo fora de controle.
― O que você precisa Docinho ― ele perguntou quando lançou um de seus braços para
alcançar entre eles.
Ele acariciou seu clitóris trêmulo.
― Isso, oh meu Deus, isso!
Ela começou a abaixar o braço livre, mas ele rosnou em protesto.
― Mantenha-o alto onde possa vê-lo.
Ele estendeu a mão com a mão que segurava a outra e capturou seus dedos, articulando
contra a outra mão. Continuou a dedilhar sua carne escorregadia enquanto cavalgava com mais
força.

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― Diga meu nome ― pediu.


― Jack ― ela gritou.
― Goze para mim, Mia. Goze aqui na minha mão, enquanto estou tocando e comendo. ―
Ela revirou os quadris quando uma enorme onda começou a construir em sua barriga. Espalhou-se
como fogo em sua boceta, toda a sua atenção voltada para as profundezas a que chegou com seu
pau.
― Goze agora.
Ela abriu a boca para gritar, e ele bateu com a sua boca sobre ela chupando sua resposta em
sua garganta. Ela fechou os olhos e gritou novamente. Ele chupou sua língua em sua boca, e ela
perdeu toda a capacidade de respirar.
Pequenas faixas de tensão começaram a pipocar em sua boceta. O som de suas bolas
batendo contra sua boceta molhada, eróticos sons encheu o quarto.
― Coloque suas pernas em volta de mim ― ele arquejou. ― Leve-me profundamente. ―
Obedeceu e gemeu quando ele foi ainda mais profundo. Fez uma pausa, seus quadris trêmulos
contra a parte de trás de suas pernas. Em seguida, seu pau empurrou e pulsou, e a inundação de sua
libertação derramou.
Estava lá há muito tempo, profundamente enraizado, as mãos segurando com força sobre
sua cabeça.
Relaxou o corpo encharcado de suor. Ela torceu incansavelmente, amando como seu corpo o
acomodava, embalava. Um ajuste perfeito.
Finalmente, soltou suas mãos, e ela baixou os braços até os ombros, segurando-o perto dela.
― Machuquei você? ― Perguntou rispidamente.
Ela balançou a cabeça. Dor era a última coisa que experimentou. Tanto quanto as primeiras
vezes não poderiam ficar melhores do que isso.
Lentamente, ele se livrou de seu abraço, deslizando de sua boceta em uma corrida molhada.
Saiu da cama e voltou um momento depois com um pano úmido.
Ele abriu as pernas dela até que estava nua para ele. Então, limpou suavemente sua boceta
ainda trêmula, limpando e acalmando com a toalha fria. Quando terminou, jogou o pano no quarto e
voltou-se para ela.
Estava olhando para ele, sem saber o que vinha a seguir. O silêncio parecia estranho, mas
sempre soube que ele não era um fã de muita conversa. Tendia a fazer as coisas com ação.
Ele deslizou para cima da cama até que eles estavam frente a frente. Em seguida, ele passou
um braço sobre sua cintura e a puxou para cima apertada contra ele.
― Você define o seu curso docinho. É minha agora, e não desisto facilmente do que me

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pertence.
Ela suspirou de alívio. Não estava a mando embora como temesse que fizesse. Posse
queimou escuro em seus olhos. Eles brilharam na luz baixa quase predatórios.
― Sempre quis você Jack ― disse com voz rouca. ― Sempre quis pertencer a você.
Ele enfiou a cabeça sob o queixo. ― Não sabe o que isso implica. Pode não se sentir assim
quando descobrir exatamente o que isso significa. ― Olhou com curiosidade para ele. Ele balançou
a cabeça para ela em uma pergunta silenciosa.
― Estou cansado, e você parece com o gato que comeu creme. Toda suave e contente. Está
em meus braços. Podemos conversar amanhã.
Ela se aconchegou em seus braços fortes, deitando a cabeça em seu peito duro. Amanhã
parecia bom.

CAPÍTULO 2

Mia despertou com um pau no fundo de sua vagina, a boca de Jack sobre seu peito. Ela
engasgou quando ele chupou seu mamilo, em seguida, mordeu pela raiz.
― Você está acordada.
Ela abriu a boca para responder, mas ele deslizou a língua por seus lábios, devorando-a com
seu beijo. Depois de vários momentos de tirar o fôlego, ele se afastou.
― Precisamos conversar Mia.
Ela arfava incapaz de formular uma resposta. Ele estava transando com ela em câmara lenta,
golpes profundos. Falar?
Ela não podia sequer pensar.
― Não podemos falar mais tarde?
Ele a beijou novamente, em seguida, deslizou sua boca pelo seu rosto na curva de seu
pescoço. Mordeu e sugou, marcando-a. Roxeava facilmente, e sabia que teria um inferno de um
chupão quando acabasse.
― Jurei que nunca ia tocar em você. Não quando fosse muito jovem e não tivesse ideia do
que queria. Disse que nunca iria a você, que teria que vir a mim. ― Sua respiração engatou e seu
pulso acelerou. Ele a queria.
― Nós não deveríamos fazer isso. Você não compreende como seria se me pertencesse.

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Ela estremeceu. Seu coração pulsava e doía com o poder dessas palavras. Sua. Deus, como
desejava pertencer a alguém. Sua vida inteira foi cheia de vontade de ser amada por alguém.
Jack foi seu herói desde o dia em que apareceu a porta da casa de seu pai em uma apreensão
de drogas de rotina. Ele a salvou das garras de seu pai quando a levou com ele. Então Jack a
segurou enquanto chorava. Ele foi responsável por encontrar um apartamento e um emprego.
Insistiu que terminasse o colegial. Em suma, salvou sua vida.
― Eu sou sua ― disse ela.
Ele se retirou e se manteve na borda da entrada vagina. Em seguida, revirou os quadris e se
afundou nela.
― Não sou um homem fácil de conviver. Não tem ideia do que está se metendo. ― Ela fez
uma careta. Ele era tão sério. Como se fosse um assassino ou algo assim.
Um telefone tocando distraiu de sua declaração enigmática. Ela olhou para a mesa de
cabeceira, mas o telefone não era o único toque.
Acima dela, Jack congelou então xingou.
― Tenho que atender ― disse quando se afastou de seu corpo.
O ar frio caiu sobre ela, e se sentou, estendendo a mão para os cobertores. Puxou-os até o
queixo e observou quando Jack tropeçava em seu jeans jogado no chão.
Ele enfiou a mão no bolso e tirou um telefone celular.
― Sim, ― ele rosnou.
Mia abraçou os joelhos contra o peito e esperou.
― O quê? Quando? ― Ele parou e soltou um palavrão. ― Onde? ― Disse finalmente. ―
Ok, estarei lá.
Ele fechou o telefone, em seguida, caminhou de volta para a cama. Ela olhou para ele, a
decepção com um peso no peito.
― Tenho que ir. Sinto muito. ― Inclinou o queixo e a beijou com força. ― Não sei quando
estarei de volta.
Ela assentiu com a cabeça e estremeceu quando um frio tomou conta dela.
Ele passou alguns minutos vestindo sua calça jeans e uma camisa em seguida, prendendo o
coldre. Pegou sua arma e a empurrou no coldre.
Parou o tempo suficiente para dar um olhar ardente, em seguida, desapareceu pela porta do
quarto.
Mia suspirou em decepção e deslizou as pernas para o lado da cama. Levantou-se um pouco
instável após as atividades da noite. Ele não mentiu. Não foi o gentil. A dor entre suas pernas era
uma prova disso.

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Mas amava isso nele. Sua maneira, bruto. Compreendia o fato que ele não jogava seu sorriso
de macho afetado. Gostava dele forte e inflexível. Fazia se sentir segura.
Arrastou-se para o chuveiro e tomou um banho rápido sob o jato quente. Depois, pegou suas
roupas do chão do lado de fora da porta de Jack onde as jogou na noite anterior.
Então se dirigiu para a cozinha em busca de comida.
Passou o dia na expectativa de sua volta. Quando a noite caiu se perguntou se deveria ficar
ou voltar para seu apartamento. Talvez tivesse ficado ocupado com um caso. Ela precisava pegar
uma muda de roupa de qualquer maneira.
Mas queria estar aqui quando ele voltasse. Então esperou finalmente adormecendo no sofá à
meia-noite.
Na manhã seguinte, acordou com um feixe de luz solar esfaqueamento pela janela do outro
lado da sala. Vindo diretamente nos olhos, fez uma careta e virou a cabeça. Seus olhos caíram sobre
o relógio de parede que paira sobre o sofá, 09h00.
Sentou-se, olhando ao redor da sala. Onde estava Jack? Levantou-se e andou para trás e para
frente. O que devia fazer? Nem sequer tentou ligar para ela. Mordeu o lábio nervosamente.
Odiava a incerteza que sentia. Talvez devesse ir para casa e esperar por ele ligar.
Depois de lutar contra a indecisão, procurou em volta por seus sapatos e saiu pela porta da
cozinha para a garagem. Seu Honda Civic estava estacionado na rua, e entrou no interior quente.
Levou 15 minutos até seu condomínio de apartamentos e entrou não querendo perder se Jack
voltasse para casa, rapidamente embalou algumas mudas de roupas além de seu uniforme de
trabalho para o dia seguinte. Voltou para seu carro e viajou de volta para a casa de Jack.
Para seu desapontamento seu caminhão ainda não estava quando parou em sua garagem.
Apalpando a chave reserva que Jack lhe deu, foi até a porta da cozinha e entrou.
Para o resto do dia, assistiu TV, navegou à toa através da coleção de revistas sobre a mesa
do café, antes de adormecer novamente no sofá.
Na manhã seguinte, se preparou para o trabalho e foi para o almoço. Depois de um dia cheio
de garçonete, estava exausta e mais do que pronta para ver Jack. Passou por seu apartamento para
tomar banho e se trocar. Queria parecer melhor, não como um murcho pano suado.
Quando parou na garagem de Jack, notou um sinal de A Venda em seu quintal. Mas que
diabos? Não sabia que estava vendendo sua casa. Certamente teria conversado sobre isso.
Nervosismo se estabeleceu em seu estômago enquanto saía de seu carro. O caminhão de
Jack ainda não estava lá, mas ele tinha que vir a casa em algum momento, se queria ter um corretor
de imóveis.
Ela pegou a chave e inseriu-a na fechadura. Não se moveu. Colocou-a novamente e torceu.

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A chave não funcionou. Que diabos estava acontecendo? Olhou em confusão na porta. As
fechaduras foram trocadas.
Andou até a janela da frente e tentou abrir. Trancada. Quando olhou para dentro, congelou.
Todos os móveis da sala desapareceram. O lugar estava completamente vazio.
Impecável.
Ficou ali por um longo momento, incapaz de processar o que estava vendo. Em seguida,
voltou para seu carro. Isso não fazia sentido. Nada disso fazia sentido. Onde estava Jack?
Sua bolsa estava no banco, e se atrapalhou com os conteúdos, finalmente arrancando o
celular. Discou informações e pediu o número do distrito de escritório dos Texas Rangers.
Depois de alguns momentos, ela estava conectada ao escritório de Jack. Um homem atendeu
com a saudação padrão, e Mia se encheu de coragem e perguntou por Jack Kincaid.
Houve uma longa pausa.
― Me desculpe minha senhora, não há ninguém aqui com esse nome. ― O nó cresceu no
estômago de Mia. Alguma coisa estava errada. Horrivelmente, terrivelmente errada.
― Deve haver algum engano ― disse ela. ―Jack Kincaid trabalha para o Texas Rangers.
Ele trabalhou ai por muitos anos.
― Me desculpe minha senhora ― ele repetiu. ― Não temos registro de um Jack Kincaid.
― Mas ele trabalha ai. Não sou louca!
Houve outra longa pausa. ― Realmente sinto muito. Não há nada que possa fazer. Nunca
ouvi falar de Jack Kincaid.
Mia fechou seu telefone em descrença atordoada. Como poderia ter desaparecido? O que
aconteceu? Certamente não iria sair da cidade sem falar com ela.
Voltou para o apartamento dormente, em estado de choque, desacreditando no que viu e
ouvido. Estava sonhando? Será que não acordou nos braços de Jack, a coisa toda nada mais do que
um pesadelo bizarro?
As lágrimas começaram a cair, logo que entrou em seu apartamento. Encolheu em seu sofá,
jogando uma velha manta ao seu redor para o conforto. O que deu errado? Mentiu para ela? Ele
estaria morto em algum lugar? Que tipo de situação bizarra ocorreu que sua casa estava no mercado
e ninguém no Texas Rangers sabia quem ele era?
A resposta simples é que ele a deixou, puro e simples. Mas não podia encarar isso.
Não podia encarar a ideia de que depois de finalmente chegar perto dele, ele se foi.
O que ia fazer? Nunca se sentiu tão sozinha em sua vida. Ou com tanto medo.
Ao longo das próximas semanas, levantou-se e foi para o trabalho, ia à casa de Jack,
chegava a sua casa, ia para a cama e começava a rotina toda de novo. Perdeu peso, sabia que parecia

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o inferno.
As outras garçonetes estavam lançando olhares desconfiados em sua direção.
Conseguiu se envergonhar completamente quando foi onde Jack trabalhava e pediu para vê-
lo. No final, foi escoltada para fora e disseram não muito gentilmente para não voltar.
Então, três meses após o desaparecimento de Jack, Mia foi à sua casa, assim como fazia
todos os dias. Só que hoje viu um grande caminhão em movimento na frente. Duas crianças
brincavam no gramado da frente, enquanto os pais dirigiam à mudança do caminhão. O aviso de A
Venda mudou para um grande e gordo Vendido.
Parou o carro no meio da rua e ficou olhando. Suas mãos tremiam, e seus olhos ardiam.
Enxugou o rosto, desejando que a sensação de mal estar brotando em seu estômago fosse embora.
Ele se foi. Realmente se foi.
Até agora esperava que um dia chegasse de carro aqui e visse seu caminhão estacionado na
garagem. Até hoje, não desistiu. Mas agora... Agora tinha que encarar a realidade. Ele a deixou e
sua vida para trás. Por que, não sabia. Estava com medo de examinar as razões. Mas era evidente
que ele não estava voltando.

CAPÍTULO 3

Dois anos mais tarde

Jack Kincaid ficou olhando para fora da janela de seu escritório em Dallas. Flexionou seu
pescoço e girou seu ombro. Mesmo depois de estar de volta há seis meses, mas ainda tinha
problemas em estar confinado à mesa novamente.
Passou os 18 meses em uma vida diferente que ia contra tudo o que lutou em uma base
diária, mas que lhe deu liberdade às vezes e gostou.
Tentou evocar a culpa pela vida que levava. Disse a si mesmo que deveria se arrepender.
Mas o simples fato foi, no final, derrubou o maior cartel de drogas no Texas-Hell, todo ao sul. Fez o
que tinha que fazer, e o mundo era um lugar melhor para ele.
Uma sensação incômoda de pesar filtrou através de sua mente. Nada pelo trabalho que fez,
mas por uma menina, toda suave e doce. Olhos azuis inocentes e cabelo muito loiro. Mia.
Soltou um suspiro e se afastou da janela. Sabia quando recebeu o telefonema que não
voltaria. Naquele dia, deixou Jack Kincaid e sua vida para trás. Tornando-se Todd Kirkland.

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Membro da gangue de motoqueiros mais notório no sul.


Mia era jovem. Apenas achava que o queria. Ficaria irritada por alguns dias, mas ia em
frente e viveria sua vida sem ele. Talvez se estabelecesse com um cara legal e tivesse alguns bebês.
Esperava encontrá-la casada quando voltasse. Só que ela não estava.
Perguntou discretamente sobre ela na lanchonete onde trabalhava apenas para ser informado
de que ela deixou o emprego não muito depois que ele saiu à paisana. Talvez tivesse ficado
inteligente e parasse de esperar por um homem que só pensava que ela queria estar com ele. Onde
quer que ela fosse esperava que fosse feliz. Ela teve muita dor em sua jovem vida.
Mas ainda assim, naquela noite, a noite que ela veio a ele, tão cheia de fogo e paixão, ainda
ardia em sua mente. Seu corpo ainda reagia a essa memória. Não importa que devesse tê-la chutado
para fora de sua cama no momento em que se plantou lá. Ele era 14 anos mais velho que ela.
Quase idade suficiente para ser seu pai, porra.
Esse fato deveria tê-lo parado. Nunca deveria ter tomado sua inocência. A parte egoísta de si
mesmo não estava arrependida por isso. Essa memória o levou por uma série de momentos terríveis
nos meses seguintes.
Sentou-se atrás de sua mesa balançando a cabeça. Remoendo o passado. Mia estava muito
longe.
A porta do escritório abriu, e olhou para cima para ver quem penetrou em sua solidão.
Relaxou quando viu que era Kenny, seu amigo de longa data no Rangers.
Kenny tinha uma expressão peculiar. Quase cauteloso. Jack levantou uma sobrancelha,
perguntando o que estava na mente de seu amigo.
― Você não vai acreditar no que eu vi na outra noite ― começou Kenny.
Jack resmungou e se sentou atrás de sua escrivaninha. ― Quem? ― Perguntou tentando
fingir interesse que não sentia.
― Mia.
Jack fugiu a atenção. ― Mia? Mia Nichols? ― Kenny assentiu.
O coração de Jack começou há bater um pouco mais. Ainda estava por aí? Mais perto do que
pensava? Perguntou-se se ela estava feliz. Balançou a cabeça. No sentido de olhar o passado.
Sim, passou muitos anos cuidando dela, mas era hora de parar de pensar nela, caramba.
Então franziu as sobrancelhas quando se lembrou de um fato importante. ― Mas esteve fora
da cidade durante toda a semana trabalhando em um caso no sul do Texas. ― Novamente Kenny
assentiu.
― Onde? Onde a viu? E tem certeza que é ela?
― Curvilíneas, de olhos azuis e longos cabelos loiros? Pequeno sinal de nascença na curva

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Série - Para o Seu Prazer 03

de seu quadril? ― Jack olhou fixamente para o amigo. ― Como diabos sabe que ela tem uma
marca de nascença em seu quadril? ― Sua garganta apertou desconfortável. ― Diga-me não sabe
disso porque ela está morta.
― Não, não ― Kenny apressou-se a assegurar. ― Não, está muito viva e dançando. ―
Algo caiu sobre Jack. ― Então, o que fazia ela então? ― Ele perguntou casualmente.
― É uma stripper.
A boca de Jack se abriu, e se inclinou para trás em sua cadeira. Que porra é essa? ― Diga
isso de novo?
Kenny entrou ainda no escritório de Jack e sentou na cadeira perto da parede.
― Os rapazes e eu saímos para este conjunto de strip sujo a poucos quilômetros da cidade
de onde estávamos. E lá estava ela. Na dança palco. ― A sensação de mal estar inchou sua barriga.
Uma stripper? Porra era essa a sua ideia de seguir em frente com sua vida? Viver numa cidade
decadente e despir para viver?
A ideia de outros homens olhando para ela, vendo seu corpo nu enviou uma onda de raiva
rolando através de seu sistema.
― Você tem certeza sobre isso, Kenny?
― Tão certo como poderia estar sem perguntar o nome dela, ― Kenny respondeu. ― Ela
saiu do palco, e não a vi novamente. Mas tenho certeza que era ela. ― Seu punho bateu em sua
mesa. O que aconteceu com ela? Por que estava dançando pelo amor de Deus? Estava em algum
tipo de problema? Foi esta a única maneira que poderia ganhar a vida? Descobriu que era difícil de
acreditar. A Mia que conhecia nunca iria vender seu corpo todas as noites.
Culpa e arrependimento penetrou seu peito. Sabia a dois anos que estava melhor sem ele.
Agora não tinha tanta certeza. Não podia virar as costas para o fato de que ela podia precisar de
ajuda.
Como ele já virou as costas para ela uma vez.
― Onde? ― Ele exigiu. ― Onde é esse clube?
Kenny olhou estranhamente para ele. ― Olha cara, não quis incomodá-lo. Apenas pensei
que você gostaria de saber que a vi. Você passou muitos anos tendo a certeza que ela estivesse bem.
―Você fez certo Kenny. Agora me diga onde é esse clube. Murphy está na minha bunda
para tirar férias depois da minha passagem secreta. Acho que vou jogar em cima dele.

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Série - Para o Seu Prazer 03

Jack entrou no clube, olhando ao redor do lugar. Cerrou os dentes bem apertados, no limite.
O lugar era pequeno, velho na aparência. A clientela não era o que chamaria de mais elevada.
Sentou-se no canto mais distante, não querendo chamar a atenção para si mesmo. Examinou
os arredores e tomou nota de cada pessoa. Então seus olhos foram em direção ao palco improvisado
no meio do salão. Basicamente era uma plataforma elevada com alguns degraus mal feitos para os
dançarinos subir e descer.
Esperou impacientemente pela dançarina completar sua rotina. Quando terminou, desceu,
aceitou algumas sugestões e desviou de uma série de mãos.
Sua mandíbula se apertou com mais força. Porra, a ideia de Mia, sua Mia, trabalhando
nestas condições o fez querer quebrar alguma coisa.
Distraiu-se quando a garçonete veio trazer seu drinque. Ele acenou com impaciência e
rosnou em frustração quando ela parou na mesa em frente a ele, obscurecendo sua visão do palco.
Quando ela se afastou, concentrou-se no palco novamente com todo o fôlego de seu corpo.
Lutou para respirar, fechou e abriu as mãos.
Era ela. Inconfundivelmente era ela.
Seu olhar faminto a devorava. Estava tão linda. Estava mais magra do que se lembrava. Seus
olhos estavam assombrados, não tão cheios de brilho e inocência. Embora tivesse agora vinte e dois
anos, tinha a aparência de alguém que viu e experimentou muito mais do que alguém de sua idade.
Ela ansiava pela perda da inocência. Nunca deveria tê-la tocado. Nunca.
Se não tivesse, ainda estaria em seu antigo apartamento, em seu antigo emprego, segura
onde podia vigiá-la. Assim como fez por ela desde a noite em que a salvou de seu pai drogado.
Quando ela desabotoou a blusa e seus seios saltaram livres do sutiã, seu pau endureceu
dolorosamente. Então, olhou ao redor para ver o mesmo desejo na metade da multidão de homens
reunidos. Raiva coalhou seu sangue, efetivamente estancando sua própria reação física.
O desempenho inteiro era uma tortura para ele. Queria saltar para o palco e amarrar a camisa
em volta, protegê-la dos olhares lascivos dos outros.
Quando a música acalmou e ela terminou sua rotina, ele se levantou preparado para
enfrentá-la. Ela desceu os degraus até o chão, vestiu uma camiseta, em seguida, se dirigiu ao bar.
Deslizou sobre um tamborete ao lado de um cara que parecia ser o modelo de capa de uma revista
Harley.
Ele se sentou para assistir este novo desenvolvimento. Os dois conversaram, e ela sorriu pela
primeira vez desde que a viu aparecer no palco. Em seguida, ela se inclinou e o abraçou, abraçou o
cara da moto.
O motociclista a beijou suavemente na testa e alisou o cabelo longe de seu rosto.

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Série - Para o Seu Prazer 03

Porra, ia matar o filho da puta.

Mia afastou-se do abraço de Ryder Sinclair e sorriu para ele. ― Estou tão feliz por você
Ryder. Sei o quanto você ama Kit. Só queria que você não estivesse me deixando. ― Tristeza sem
caroço dentro de seu estômago. Ryder foi seu único amigo desde que chegou a este buraco. A única
pessoa que se sentiu livre para ser ela mesma. Agora, estava saindo com Kit Townsend e Mac. Os
três decidiram por uma relação bastante singular, mas podia ver Ryder mais do que feliz com o
acordo.
― Odeio deixar você menina ― disse Ryder com o rosto mole. ― Não gosto da ideia de
você ficar aqui sozinha.
Ela riu. ― Quase não estou sozinha.
― Os idiotas aqui não contam — ressaltou.
― Como Mac está passando? ― Perguntou ansiosa para mudar a conversa de sua solidão.
― Está melhor. Kit está cuidando dele, mimando-o como uma criança de dois anos. ― Mia
sorriu tristemente. ― Vou sentir sua falta Ryder.
― Vou sentir falta de você também menina. ― Enfiou a mão no bolso e tirou um pedaço de
papel. ― Este é o meu número. Se precisar de mim, precisar de alguma coisa quero que ligue ok?
Ela pegou o papel e dobrou em sua mão. ― Obrigado.
― É melhor você ir para casa agora. ― Ele olhou ao longo dos seus olhos. ― Parece
cansada. Posso dar uma carona?
― Sim, gostaria muito. Um último passeio de Harley. ― Eles caminharam pelo corredor em
direção ao camarim, onde recolheu suas coisas.
Então, saiu pela porta de trás. Foi mais fácil do que passar pela frente, ter que passar pelas
hordas de homens com tesão.
― E Kit vai ficar com raiva que está aqui esta noite? ― Ela perguntou levemente quando
subiu atrás dele na moto.
― Não, ela sabe que vim para dizer adeus. Se a conheço, ela está em casa trepando em Mac.
Mia levantou uma sobrancelha e se inclinou atrás de Ryder quando eles entraram no
pequeno beco ao lado do clube. ― E você perdeu tudo ao vir me ver? Sinto-me honrado de forma
positiva.

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Série - Para o Seu Prazer 03

Ele riu, em seguida, ligou o motor e desceu a rua. Eles percorreram várias quadras para o
condomínio de apartamentos de qualidade duvidosa que Mia chamava de lar. Seu apartamento em
Dallas era pequeno como caixa de sapatos, mas era limpo e seguro. Duas coisas que não poderia
dizer sobre a sua residência atual.
Ryder estacionou perto da escada, e Mia desceu da moto.
― Quer que eu a leve para cima? ― Perguntou.
Ela se inclinou e o beijou na bochecha. ― Não, vai para casa e para Kit. Obrigado por tudo,
Ryder. Agradeço.
Seus olhos escuros brilharam com emoção, lembrando-a de outro par de olhos escuros,
como esses há muito tempo.
Encolheu-se com a memória e bloqueou solidamente de sua mente.
Ele descansou a mão em seu rosto. ― Você cuide de si mesma menina. ― Ela sorriu. ― Eu
vou. Você também Ryder. Seja feliz.
Ela se virou e subiu as escadas para o apartamento, velhas emoções familiares aumentando
em seu peito. Ryder era apenas um amigo, mas ainda sentia a velha dor da deserção. Coisas que
prefira não lembrar.
Enquanto entrava por sua porta, viu mais do que o habitual o estado decrépito de seu
apartamento. Desespero ameaçou dominá-la, e lutou ferozmente para não sucumbir.
Sim, ela estava uma bagunça, mas iria trabalhar seu caminho para fora disso. Mais seis
meses e estaria livre. Livre para pegar e sair, seguir seu próprio caminho, continuar a sua existência
solitária.
Enfiou-se no pequeno armário que chamava de banheiro e tomou um banho morno para
remover o suor e o cheiro do bar.
Quando terminou, entrou em seu quarto, o único outro quarto além da cozinha e vestiu a
blusa do pijama. Adorava a sensação sedosa do material. Era um luxo, ironicamente comprado
tantos anos atrás, quando planejou seduzir Jack.
Jack. Não passava um dia que não pensasse nele. Tentou manter sua imagem, sua memória
de assombra-la, mas nunca foi bem sucedida. E hoje era pior.
Ryder pelo menos disse adeus. Algo que Jack nunca fez. Covarde.
Estava prestes a mergulhar em sua cama quando ouviu uma batida em sua porta. Um arrepio
de apreensão contornou a espinha. Nunca teve visitas. Não é alguém que ela acolheu de qualquer
maneira.
A batida ficou mais alta, então caminhou para fora de seu quarto e estendeu a mão para a
maçaneta da porta. Abriu uma polegada e olhou para a escuridão. Quando viu o homem parado ali,

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Série - Para o Seu Prazer 03

sua mão caiu da maçaneta. Seu coração disparou e bateu, e as palmas ficaram suadas. Não podia
ser. Não depois de todo esse tempo. Mas era.
Lá na porta da casa dela estava Jack Kincaid. E não parecia feliz.

CAPÍTULO 4

― Deixe-me entrar Mia ― Jack exigiu.


Mia balançou a cabeça em negação. O que ele estava fazendo aqui? Sacudindo a mão, ela
estendeu a mão e abriu a corrente. Então abriu a porta devagar, com os olhos comendo sua
aparência.
Ele estava mais severo do que se lembrava. Talvez um pouco mais magro. Seus músculos
tonificados não sofreram, no entanto. Se alguma coisa, ele estava mais aficionado do que nunca.
Mas seus olhos. Eles queimaram através dela, provocando um arrepio assustador.
― Sempre me perguntei o que diria se o visse de novo ― ela disse suavemente. ― Agora
percebo que não tenho nada a dizer.
Ela acentuou sua declaração ousada batendo a porta na cara dele e rapidamente trancando a
fechadura. Colocou a corrente no lugar e se afastou da porta.
Jack bateu ferozmente. ― Droga Mia, deixe-me entrar ― Ela fugiu para seu quarto,
lágrimas nos seus olhos quando se ajoelhou ao lado da cama. O chão duro em seus joelhos, mas
ignorou a dor enquanto balançava para trás e para frente. Por que ele veio? Por que agora?
Ficou tão aliviada ao vê-lo vivo, mas o fato de que não estava morto significava que poderia
vir para ela, ligar, escrever. Nada!
À distância, podia ouvi-lo gritar através da porta. Todo o apartamento reverberou com sua
batida. Então ouviu um estalo alto quando a porta explodiu para dentro.
Arrastou-se quando Jack caminhou para o quarto.
― Porra Mia, qualquer um poderia ter entrado aqui. Foi como um brinquedo de criança.
O que diabos você está tentando fazer, ser estuprada ou morta? ― Sua boca estava aberta.
Suas bochechas queimando, e raiva quente, líquido fervia dentro dela.
Voou para ele, chutando, batendo e gritando com ele, com tudo que ela tinha.
― Você me desculpe bastardo inútil!
Ele segurou seus braços, segurando-a facilmente longe dele, mas ela não parou.

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Série - Para o Seu Prazer 03

― Pare com isso Mia, antes que se machuque.


― Foda-se!
Ela torceu e se contorceu, chutando as canelas, até que finalmente ele a puxou contra ele,
envolvendo os braços em volta dela, até que ela pensou que iria sufocar. Ele segurou-a firmemente,
suprimindo seu discurso.
Ainda assim, tentou lutar. Quando isso não funcionou, xingou-o, usando cada palavra que
aprendeu no seu tempo no clube de strip.
― Jesus ― ele soltou. ― Parece que a única maneira de calar sua boca é assim. ― Ele
puxou seu cabelo, inclinando a cabeça para trás, em seguida, fundiu seus lábios nos dela. Ele estava
com muita raiva fervendo em um caldeirão de fogo derramado sobre ela.
Ela apertou os lábios fechados, mas ele forçou abri-los com a língua e os dentes. Beliscou e
chupou até que, finalmente, sua boca se abriu um suspiro escapando. Lágrimas quentes corriam
livremente pelo rosto. Por dois anos, sonhou com este momento, de tocá-lo, amá-lo novamente.
Ela afastou a boca longe. ― Pare. Não quero isso.
― Olhe para mim quando você diz isso Mia. Porque não acredito em você ― respondeu
asperamente. ― Olha-me nos olhos e me diga que não me quer, e vou recuar. ― Ela olhou para ele,
permitindo que a dor e a angústia do passado derramassem em sua face.
― Eu... não posso.
Odiava a si mesma por ter dito isso. Por sentir como se fosse morrer se ele não a tocasse.
Sofria por ele, ansiava por ele, não teve qualquer outro homem.
Ele a puxou contra ele novamente, selando a boca. Banqueteou-se com os lábios, lambendo
e chupando, saboreando, permitindo sentir seu gosto.
Mia se viu apoiada na cama. Jack fez uma pausa longa o suficiente para tirar a blusa do
pijama, arrancando em um puxão forte. Em seguida, caiu na cama, segurando-a debaixo de seu
corpo tenso.
Não teve tempo para pensar, para recuperar o fôlego, fazer algo mais do que sentir a onda
tumultuosa de paixão como rolou sobre eles.
Ela choramingou quando ele mordiscou seu pescoço, sua orelha e, em seguida, seu queixo.
Ele lambeu onde mordeu, alternando calma com a punição.
― Não posso esperar ― ele grunhiu. ― Tenho que ter você agora. Esperei muito tempo. ―
Ele se levantou e arrancou sua camisa. Seus músculos incharam e rolaram. Seus olhos se
arregalaram quando viu uma tatuagem em seu abdômen. Um símbolo complexo, que não estava
familiarizada com desenho a direita e até três centímetros do seu umbigo.
Suas mãos caíram para os jeans, e ele lentamente tirou. Cueca veio junto e seu pau saltou da

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O QUE ELA DESEJA
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Série - Para o Seu Prazer 03

roupa. Ele chutou livre das calças e se arrastou de volta para a cama, pairando sobre ela.
― Você é minha.
Raiva fresca subiu sobre ela novamente, e ele deve ter percebido seu protesto iminente,
porque antes que pudesse abrir a boca, ele abriu as pernas e mergulhou em um movimento rápido.
Ela gemeu na plenitude, a sensação arrogante dele enchendo-a. Ele balançou as coxas duras
contra ela, flexionando, empurrando mais profundo.
Ele se afastou e inclinou a cabeça para a barriga macia. Sua língua girava em torno de seu
anel na barriga. Ela estremeceu quando seus dentes roçaram a pele sensível. Beijos sussurrados
através de sua carne. Chupou o piercing preso entre os dentes.
― Isso é novo ― ele murmurou contra seu umbigo.
― Como sua tatuagem ― disse secamente.
Ele olhou para ela, a escuridão girando como um vórtice negro em seus olhos. Eles
nublaram e sua expressão endureceu.
― Fiz o que tinha que fazer.
Mudou-se para cima de seu corpo, deslizando seu pau de volta para sua boceta. Mais uma
vez, ela engasgou enquanto estendia para acomodá-lo. Cada terminação nervosa, cada centímetro
do tecido delicado gritando por liberação. Fazia tanto tempo. Muito tempo sem ele.
― Por que, Jack? Por que me deixou? ― Perguntou como uma coceira de lágrimas ardendo
nos olhos.
Ele a ignorou enquanto chupava seus mamilos. Agiu como um homem faminto, como
alguém que passou muito tempo sem os prazeres de uma mulher. Segurou um seio enchendo a mão,
bateu no mamilo com o polegar. Apertou quando o bico enrijeceu.
Então, inclinou a cabeça e roçou os dentes ao longo da ponta. Uma, duas, então mordeu a
carne enrugada, e ela engasgou com a incrível sequência de fogo que explodiu através de seu corpo.
Seus dedos cravaram em seu cabelo, deslizando através dos fios. Estava mais longo. Ele
sempre usou curto, apenas um pouco mais do estilo militar. Agora parecia selvagem e despenteado,
como seus olhos. O que o perturbou tanto? O que aconteceu nos últimos dois anos?
Queria saber, mas mais do que isso, queria que a dor horrível em seu corpo e coração se
apaziguasse. Por esta noite, ela pegaria o que poderia ter. Ele a usou e isso não a fez sentir um pingo
de culpa por tê-lo de novo. Teria tempo de sobra para odiá-lo amanhã.
― Olhe para mim ― Jack exigiu.
Ela piscou e focou sua atenção nele. Ele se acalmou dentro dela, segurando no fundo do seu
corpo. Segurando o mamilo entre dois dedos, rolando o ponto para trás.
Ele moveu seu corpo, acariciando o apego de seu pau nas paredes molhadas de sua vagina.

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O QUE ELA DESEJA
MAYA BANKS
Série - Para o Seu Prazer 03

Dentro e fora. ― Quem você vê? Quem está transando com você ― perguntou seus olhos
penetrantes.
― Você ― disse ofegante.
― Diga meu nome caramba.
― Jack.
Aprovação retumbou em seu peito.
― A quem você pertence?
Ela congelou. Como ele poderia pedir a ela que pertencesse a ele? A questão a feria e irritou
ao mesmo tempo e a deixou sem fôlego. Empurrou-o, tentando não deixar que a dor horrível
alcançá-la completamente.
― Eu te odeio ― sussurrou enquanto uma lágrima escorria pelo seu rosto.
Arrastou um dedo em seu olho, pegando a única lágrima e a afastou. Então ele baixou os
lábios, levando a boca suavemente, ao contrário de seus movimentos fortes apenas alguns segundos
antes.
Estendeu a mão para baixo e segurou suas nádegas, puxando-a mais contra ele.
Ele a abraçou embalou enquanto afundava nela. Ela balançou a cabeça. Não desta forma.
Não sabia como lidar com esse lado de Jack. Precisava dele forte, exigente, não um homem terno e
amoroso.
Ela entrelaçou os braços ao redor de seu pescoço e puxou-o para ela. Seus lábios deslizaram
do ombro até o pescoço. Sacudiu a língua para fora de sua orelha e sorriu um sorriso secreto quando
seu grande corpo estremeceu.
Em seguida, afundou seus dentes na carne logo abaixo da orelha. Todo o seu corpo
estremeceu e ele xingou. Suas mãos agarraram seu traseiro apertando, massageando e espalhando as
bochechas. Ele bateu a frente, que precede o ritmo que definiu momentos antes.
― Você me deixa louco ― ele murmurou em seu ouvido. ― Sonhei com isso. De tê-la de
todas as maneiras imagináveis. De colocar a minha marca em você, tão forte, tão profundo que não
há dúvida a quem você pertence.
― Mais ― implorou. Mexeu-se inquieta debaixo dele, a selvageria surgiu fora de controle.
Pela primeira vez em dois anos, sentiu-se livre. Seus problemas desapareceram. Nada mais
no mundo importava, mas os dois, aqui e agora.
― Goze comigo, Docinho, ― ele rangeu para fora. ― Deixe ir. Confie em mim desta vez.
― Confie nisso.
Novamente ele deve ter percebido que ela estava em perigo de desaparecer. Ele alcançou
entre eles e acariciou sua carne trêmula.

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O QUE ELA DESEJA
MAYA BANKS
Série - Para o Seu Prazer 03

― Goze comigo Mia.


Ela arqueou as costas, esforçando-se para mais perto dele, tentando levá-lo mais
profundamente em sua boceta apertando. Seu estômago se apertou e rolou. Ela fechou os olhos e
enterrou os dedos em seus ombros.
Em seguida, retirou-se, e seus olhos abriram-se em protesto. Ele não perdeu tempo com
explicações. Ele virou-a de bruços e abriu as pernas em um único movimento. Então ele foi para
ela, dirigindo nela por trás.
Seu estômago pressionou contra o colchão. Suas mãos espalmadas para fora cobrindo sua
cabeça, e ela enterrou os dedos nas folhas, torcendo o material como sua necessidade consumia.
Ele balançou contra ela, deixando-a mais profundamente na cama. Ela torceu o rosto para o
lado, a boca aberta num grito silencioso. Seus dedos se enroscaram em bolas.
Seus quadris bateram contra sua bunda. Mais rápido. Mais duro. Ele não mostrou
misericórdia em seu implacável assalto de seus sentidos. Suas mãos agarraram sua bunda,
empurrando para cima para sua boceta ser mais facilmente acessível.
―Jack, por favor! Por favor. ―Sua voz foi sumindo, até que apenas um pequeno soluço
escapou de sua garganta.
Ela precisava dele, precisava de seu controle sobre ela. Ansiava por dois longos anos. Só ele
poderia fazê-la se sentir assim. Assim protegida e acarinhada. Por alguns momentos, ela poderia
esquecer a sua deserção. Esqueça tudo, mas o fato de que ele estava aqui, dando a ela o que ela
precisava.
Ele bateu nela uma última vez, e ela arqueou seu traseiro no ar, o desespero indo para ela.
Uma cascata de prazer intenso apertou todos os músculos do seu corpo enquanto se esforçava,
aguardando liberação do pico agudo quando foi impulsionada para cima.
E então se quebrou em um milhão de pedaços. Eles flutuavam em cima dela, quase podia
ver o que parecia quando fechou os olhos e enterrou o rosto na cama.
Atrás dela, Jack empurrou e apertou seu corpo dentro dela, inchando em seu interior. Fluido
quente disparou para frente, surgindo em seu corpo a espera. Seu pau se contraiu, fora de controle,
raspando contra as paredes de sua vagina.
Oh Deus, oh Deus, oh Deus. Engoliu em seco e tentou respirar, tentando recuperar-se, mas
seus pulmões pareciam apertados, o peito tão apertado que era doloroso.
Jack caiu sobre ela, seu corpo quente cobrindo-a completamente. Ele acariciou o rosto e seu
cabelo enquanto ele ofegava em seu ouvido.
Ela fechou os olhos, não querendo que a realidade se intrometesse. Ela só queria ficar assim
um pouco mais. Em um mundo onde não se sentisse muito malditamente machucada.

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O QUE ELA DESEJA
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Série - Para o Seu Prazer 03

Jack a abrandou, deslizando para fora do sua boceta em uma inundação quente. Rolou para o
lado e a puxou em seus braços. Não resistiu, fechando os olhos assim que sua cabeça se reuniu com
o peito. Suas mãos acariciaram através de seu cabelo, e murmurou coisas em seu ouvido que não
podia ouvir.
Isso não se importa. Por uma noite estava de volta onde pertencia. Era uma noite que não
queria que acabasse.

CAPÍTULO 5

Mia levantou da cama, com cuidado para não perturbar Jack, que estava dormindo
profundamente. Mesmo em repouso, sua expressão não era de paz. Sua testa franzida e seus lábios
estavam pressionados firmemente.
Ela recolheu roupas da pequena mesa ao lado da cama e caminhou até a cozinha para se
vestir. Um grande bocejo esticou o queixo, e flexionou o corpo dolorido. Jack usou seu corpo várias
vezes até as primeiras horas da manhã. Possuía mais e mais, como se não conseguisse o suficiente.
Se não se apressasse ia chegar atrasada, não era algo que Martin gostaria de ter.
Ele expressou em termos muito claros que era para estar no clube mais cedo para se preparar
para os eventos da noite.
Mia suspirou. Odiava as festas particulares de seu chefe. Odiava estar em exposição, ter que
aturar e tatear nos convites indecentes.
Chefe. O que era uma risada. A palavra patrão implicava um acordo recíproco. O chefe era
alguém que você poderia cortar os laços. Martin não era seu chefe. Ela era sua escrava de merda.
Ela olhou para os restos estilhaçados da porta enquanto caminhava do lado de fora. Era
melhor Jack arrumar muito bem, porque não tinha dinheiro para comprar outra. Não, não oferecia
muito em termos de proteção, mas com certeza não dormir com a porta aberta era convite a quem
quisesse.
O calor invadiu seu corpo assim que desceu as escadas instáveis. Estava quente e úmida, e
seria uma bagunça pegajosa pelo tempo que andasse os cinco quarteirões para trabalhar. Teria que
tomar banho antes de ir para o serviço.
Arrastou pela rua, batendo os saltos não fazendo muito para proteger os pés do calor
sufocante subindo na calçada.
O que Jack está fazendo aqui? Isso não faz qualquer sentido. Aparecer com uma atitude,

*** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. *** 23
O QUE ELA DESEJA
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Série - Para o Seu Prazer 03

jorrando fora que ela era dele. Grande merda. Foi sua para ser tomada há dois anos. Isso foi há
muito tempo. Tanta coisa aconteceu desde então. Era como se 20 anos tivesse passado, em vez de
dois.
Suspirou de repente se sentindo tão cansada que mal conseguia manter a cabeça erguida.
Conseguiu ser uma bagunça. Havia dias em que se perguntava se alguma vez sairia.
Em suas fantasias mais loucas, imaginou Jack vindo resgatá-la, mas agora que estava aqui,
só queria que se fosse. Não havia nada que pudesse fazer para ajudá-la, e não queria que soubesse o
quanto longe ela desceu desde que ele a deixou.
Ele estava dois anos atrasados.

Jack abriu os olhos e olhou para o lugar ao lado dele na cama. Vazio. Virou-se, com a
cabeça ainda confusa do primeiro sono que teve em dois anos.
Sentou-se, balançando as pernas para o lado da cama assim que seus pés tocaram o chão
com um baque.
― Mia ― ele chamou.
Ele se levantou e caminhou descalço pelo chão em direção ao banheiro minúsculo. Não a
encontrou lá, enfiou a cabeça na cozinha. Deus que aterro era esse. Não podia imaginar sua vida
aqui. Era uma maravilha ela ainda não ter sido assassinada.
Raiva subia em cima dele quando percebeu que ela foi embora. Bateu na parede frágil com o
punho, em seguida, amaldiçoou uma raia azul quando colocou um buraco de bom tamanho na
mesma. O que é um pedaço de merda.
Todo o apartamento era um grande buraco de rato.
Pisou de volta para o quarto e pegou sua camisa e jeans. Não tinha ideia de onde ela foi, mas
ia sentar aqui como um idiota e esperar por ela voltar.
Até onde poderia ter ido a pé, afinal? Pensou nas chances que ela voltasse para o clube.
Poucos minutos depois, saiu do estacionamento do condomínio de apartamentos e dirigiu
em direção ao clube de strip. Parou em frente à entrada da frente e desligou o caminhão.
Nenhum dos sinais de néon estava iluminado, e uma verificação rápida do seu relógio disse
que o clube não abriria por várias horas. Então, por que diabos veio tão cedo? Se estivesse mesmo
aqui.

*** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. *** 24
O QUE ELA DESEJA
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Série - Para o Seu Prazer 03

Jack caminhou até a porta da frente e sacudiu a maçaneta. Era uma velha porta de madeira,
provavelmente não mais resistente do que qualquer porta do apartamento de Mia. Abriu então e
entrou.
A sala da frente estava vazia. Ninguém limpou da noite anterior ainda.
Garrafas de cerveja vazias, guardanapos e papel espalhados pelo chão e os forros de mesa.
Confete espalhado sobre o palco e a área ao redor.
Um som distante alertou Jack para o corredor e foi nessa direção. Quando passou várias
portas, uma aberta e Mia quase caiu em sua cabeça.
Ele a pegou pelo braço para firmá-la, e ela fez uma exclamação de susto.
― Que diabos você está fazendo aqui Mia? ― Ele exigiu.
Ela olhou para ele com os olhos arregalados, mas não falou.
Ele a balançou para dissipar de seu torpor. ― Por que se esgueirou para fora da minha cama
e saiu sem sequer uma palavra?
Sua boca estava aberta. ― Seu maldito hipócrita! Foda-se. Usei você Jack. Assim como
você me usou. Precisava disso e você foi o pau mais próximo. Foi uma boa trepada, mas tenho
trabalho a fazer. Saia.
Jack cerrou os dentes quando a raiva surgindo como um líquido fundido em suas veias. Ela
estava chateada, e estava o atraindo. Tentou como o inferno não reagir a ela em sua declaração, mas
cortou o movimento de Mia.
―Você está errada. Foi muito mais que uma boa trepada ― ele corrigiu.
Ela ficou vermelha de raiva e puxou o braço para longe dele.
― Ei, Mia, esse cara incomodando você?
Jack levantou a cabeça para ver um grande homem que apareceu no corredor. Ele enrolou o
nariz.
O cara poderia tomar um banho. Pateta gordo com cabelos gorduroso. Não gostou da forma
como o homem estava olhando de lado para Mia.
Inquietação brilhou nos olhos de Mia.
― Não, não, ele estava indo embora ― Mia disse com firmeza.
Ela olhou para Jack, diretamente em seus olhos, e pôde ver o medo gritante refletida em seu
olhar.
― Não empurre isso, ― ela sussurrou. ― Por favor, Jack, basta ir. ― A súplica em sua voz
atingiu um nervo profundo dentro de Jack. Ela estava com medo deste bastardo, e que fez Jack
querer arrancar o filho da puta pedaço por pedaço.
Ele hesitou uma fração de segundo, quando o homem gordo caminhou ao lado deles. Os

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olhos de Mia deslizaram de volta para Jack mais uma vez antes de ela correu pelo corredor e entrou
em um dos quartos.
O homem gordo virou seu olhar babando em Jack quando Mia desapareceu da vista.
― Interessado na minha Mia?
Minha Mia, Jack queria rosnar.
O homem gordo pegou um cigarro e colocou-o entre os dentes. ― Ela pode ser sua por um
preço justo.
― Ela não estava interessada na minha oferta ― Jack disse lentamente.
O homem gordo riu. ― Tenho esse pedaço de bunda, e se me pagar o suficiente, isso pode
ser seu. Ela não tem uma palavra a dizer sobre o assunto.
Demorou cada grama de autocontrole para não pegar o filho da puta.
― Vou pensar sobre isso ― disse ele em seu lugar. ― Que horas começa o show? Acho que
talvez eu vá ficar por aqui até então.
O homem gordo sorriu. ― Hoje a noite começa mais cedo. Tem alguns clientes importantes
de fora da cidade. Mas as outras garotas apareceram em breve, e a dança vai começar em duas horas
ou mais. Sente-se na frente. Meu bartender chegará em breve. Primeira bebida é por minha conta.
― Observou o gorducho fodido caminhar pelo corredor. Se Mia praticamente não implorasse para
ele não fazer uma cena, teria desmontado o bastardo com as próprias mãos, em seguida, puxado
Mia pelo cabelo.
Então agora estava preso ao sofrimento com mais uma noite de Mia se despindo para uma
horda de homens com tesão. Não sabia o que diabos estava acontecendo por aqui, mas com certeza
não ia se sentar como um idiota. Mia tinha muito a explicar. Ela, obviamente, ainda precisava de
alguém para cuidar dela, e que ele ia puxar o rabo dela de volta para Dallas, onde poderia fazer isso.

Mia subiu ao palco, ignorando os assobios e vaias. A música não tinha sequer começado
ainda e já existiam pedidos para que ela tirasse.
Seus olhos percorreram a multidão, e seu coração disparou quando viu Jack de pé contra a
parede. Seus braços estavam cruzados sobre o peito, e seu olhar nela. Cada faceta de seu corpo
gritava posse. Rolava para fora dele em ondas. Parecia pronto para atacar a qualquer momento.
Pegou seu olhar, sabia que estava olhando para ele. Passou os olhos para cima e para baixo

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de seu corpo. Eles brilharam com desejo, com paixão mal contida. E provocou. Arqueou como uma
corrente elétrica entre eles.
Lentamente, desviou o olhar dele e tomou sua posição contra o poste no centro do palco.
Sua disposição era diferente esta noite. Normalmente, ela passava por algo lento e sexy.
Algumas voltas sugestivas poderiam compensar qualquer nervosismo ou inibição. Naquela
noite, porém, a música bateu. Todos os tambores pareciam uma batida selvagem.
Ela sacudiu e dançou os seios balançando contra o pequeno pedaço de material a cobrindo.
Seus quadris rolaram selvagem com o ritmo. A música invadiu seu corpo. Ela fechou os olhos e
esqueceu todo o senso de tempo e lugar.
Esta noite não estava dançando para uma multidão de estranhos. Ao contrário, imaginou que
era apenas ela e Jack. Ela teceu um feitiço sedutor, atraente e convidativo.
Sabia que a observava. Sentiu seus olhos sobre ela, queimando, escaldante como um
maçarico. Despiu-se enquanto ele a despia. Deixando material deslizar de seu corpo como se ele
estivesse fazendo isso a si mesma.
Seu cabelo caiu enquanto ela se desprendia da liga pela nuca. Os fios cobriam os seios e os
mamilos jogando um jogo erótico de esconde-esconde.
Fechou os olhos e jogou a cabeça para trás em abandono. Suas mãos em concha nos seios,
apertando, empurrando para cima. Abriu os olhos, sonolenta, em seguida, deixou os seios caírem.
Suas mãos deslizaram para baixo de sua barriga, mergulhando provocadoramente perto de
sua vagina. Mergulhou dois dedos sob o pedaço de seda e os deixou permanecer quando o ruído da
multidão ficava mais alto.
Arriscou outro olhar para Jack e estremeceu com a necessidade crua em seus olhos. Sim, ela
tinha um show totalmente em seu benefício. Deu a ele um gostinho do que ele jogou fora. Esperava
que ele tivesse um tesão do inferno.
A batida forte dos tambores se intensificou. Torceu e girou, jogando os braços sobre a
cabeça e indo até o clímax no final da performance. Caiu no chão, resistindo e se contorcendo
quando fingiu orgasmo.
Notas de vinte dólares choveram em torno dela. Homens subindo para a ponta do palco,
ondulando dinheiro em ambas as mãos.
Ela lentamente se levantou, recolhendo as notas no chão e colocando-as sedutoramente em
seu decote. Andou perto da multidão, balançando os quadris quando dedos roçavam sua pele.
Quando chegou ao fundo das escadas, Martin estava esperando por ela, um envoltório sobre
o braço. Estremeceu quando ele a tocou. Foi para trás quando ele envolveu em torno dela e
caminhou à frente para seu camarim.

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Série - Para o Seu Prazer 03

Martin correu atrás dela, xingando enquanto conduzia sua considerável gordura pelo
corredor.
― Você bombou hoje à noite Mia. Muito bem feito. Meus visitantes ficaram muito felizes
com o seu desempenho, e eles olham para frente em um ambiente mais particular. Se troque e me
encontre na sala de volta. Não demore. Eles estão esperando. ― Mia fez uma pausa em sua porta e
se virou para olhar para ele. ― Realmente não me sinto bem Martin. Não podemos fazer isso outra
hora?
Seu rosto ficou vermelho, e balançou um dedo curto e grosso em seu rosto. ― Não brinque
com essa besteira. Você vai estar lá ou outra coisa. Você não pode dizer que prefere o interior de
uma cela de prisão. ― Ela balançou a cabeça.
― Não ― ela sussurrou.
― Não penso assim. Agora apresse sua bunda. Não estou no humor para seus jogos
estúpidos esta noite.
Mia abaixou em seu camarim e fechou a porta, certificando-se de trancar a porta. Ela se
inclinou pesadamente contra a porta e deslizou para o chão, com o rosto entre as mãos.
Se pudesse voltar para aquela noite terrível. Balançou a cabeça, afastando as lágrimas. Não
podia mudar o passado, e não havia nenhum sentido de agir como uma maldita covarde. O melhor
que podia fazer era esperar o seu tempo, pagar sua dívida com Martin, em seguida, sair fora desta
vida e desta cidade.
Arrastou-se do chão e rapidamente se vestiu. Sabia o que Martin esperava. Não tinha que ir
nua, mas poderia muito bem estar com seu maiô acanhado. Quando tirou os saltos agulha, vacilou
um pouco e agarrou a borda da penteadeira para o equilíbrio.
Estava cansada, seus pés já feridos e agora era esperada para servir cocktails e canapés em
saltos de três polegadas. Adorável.
Uma batida impaciente tocou em sua porta.
― Estou indo ― ela resmungou.
Cuidadosamente caminhou até a porta e abriu. Martin ficou ali olhando para cima e para
baixo de seu corpo, um brilho apreciativo em seus olhos.
― Muito bom. Agora vamos. Eles estão esperando por você.
― Apenas quem são eles ― perguntou, desconfiada enquanto o seguia pelo corredor.
― Não é da sua conta ― ele retrucou. ― Eles pagaram caro por sua vez, e espero que você
seja educada.
― Enquanto isso é tudo que estou esperando fazer ― ela lembrou.
―Você vai fazer o que disse, ― Martin disse em uma voz perigosamente baixa.

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Ele parou no final do corredor do lado de fora da sala, muitas vezes cuidava de assuntos
particulares ou alugava para despedidas de solteiro. Era uma boa sala em todo o edifício de má
qualidade.
Ele abriu a porta e empurrou Mia para frente. Ela piscou e olhou em volta nervosamente
para o grupo de homens sentados em vários intervalos. Podia ver o brilho de apreciação, a centelha
de luxúria que estavam nos seus olhos quando a viu.
Ela olhou para Martin, preparada para protestar, mas seu olhar parou.
Prisão, ele murmurou para ela.
Mia olhou para trás novamente para os homens reunidos e se perguntou se talvez a prisão
fosse uma alternativa preferível.

CAPÍTULO 6

Jack viu o homem gordo arrumar uma confusão com Mia até o final do corredor e empurrá-
la para uma sala. Suas mãos flexionadas e se fecharam em punhos ao seu lado. Algo na estava certo
aqui.
Seus instintos sempre o alertavam para o que estava errado, e eles estavam gritando agora.
Obrigou-se a ser paciente. Queria derrubar a maldita porta e puxar Mia para fora da sala,
mas viu o medo nos olhos dela. Estava em algum tipo de problema. Não queria levá-la assim.
Poucos minutos depois, o homem gordo saiu do quarto, e Jack avançou. Eles se encontraram
no meio caminho, e Jack flexionou uma nota de descontração em sua voz.
― Nos encontramos de novo ― disse ele.
O homem gordo olhou com irritação e sorriu quando viu Jack. ― Você está aqui para ver
Mia?
Jack acenou com a cabeça. ― Tenho dado atenção a sua proposição. ― O homem gordo
apontou o polegar por cima do ombro. ― Ela está divertindo alguns dos meus convidados, mas
você está convidado a ir dentro por um preço.
Os olhos de Jack se estreitaram. ― Exatamente o tipo de entretenimento que estamos
falando. Tenho que te dizer, não gosto de partilhar. ― Homem gordo riu. ― Você me dá
quinhentos e ela é sua pela a noite. Ela não está transando com qualquer um dos convidados. Prefiro
muito mais atormentá-los um pouco. Balançar a cenoura na frente do seu nariz até que eles esteja
tão fudidamente com tesão, vão pagar os olhos da cara por uma chance de estar com ela. Tenho

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planos para Mia, e eles não incluem ser uma prostituta comum.
― E, no entanto, você vai dar ela para mim nesta noite ― disse Jack.
O homem gordo encolheu os ombros. ― Ela poderia ir. Além disso, ela não gosta muito de
você o que pude ver. Servirá a vadia bem se eu lhe der a você. Talvez ela vá descobrir que não dá as
ordens por aqui.
Jack queria envolver as mãos em torno do pescoço do filho de uma cadela e espremer até
que seus olhos estalassem para fora. Pegou sua carteira, cuidado para não trair a sua raiva pelo
tremor de suas mãos. Tirou cinco notas e as deu para o homem gordo.
O homem gordo recolheu o dinheiro e colocou no bolso. ― Apenas se certifique que ela
esteja de volta antes de seis amanhã à noite. Ela tem um show para fazer e um compromisso
importante logo em seguida. ― Ele riu quando disse a última.
Jack acenou com a cabeça, sua mandíbula apertada demais para falar.
O homem gordo fez um gesto em direção à sala final. ― Fique à vontade ― Jack caminhou
para a porta e parou pouco antes de abri-la. ― Você está ai dentro Mia? — Sussurrou. — Por que
diabos está vendendo a si mesma todas as noites? ― Abriu a porta e viu a cena diante dele. Um
grupo de homens vestidos com terno descansava nos bancos espalhados pelo quarto. Música filtrada
através de alto-falantes baratos, e todos os olhos foram para frente da sala. Jack seguiu a direção de
seus olhares para ver Mia executando uma dança sensual, usando uma cadeira como um adereço.
Estava vestida. Mal. Seus mamilos e boceta estavam cobertos, mas isso foi tudo o que
poderia dizer. Ela olhou para cima e viu. Parou de se mover por um momento enquanto olhava de
volta para ele. Fixou em seus belos olhos azuis. Então, olhou para o lado e voltou a dançar.
Logo a música terminou, e Mia fez seu caminho através dos homens sentados, sorrindo e
flertando. Ela tomou os pedidos de bebida, em seguida, escorregou até o bar para servi-las.
Embora parecesse pronta e confiante podia ver suas mãos tremendo enquanto colocava as
bebidas em uma bandeja. Viu o medo e a vergonha em seus olhos. Seja qual fosse a situação sabia
de uma coisa, sem dúvida. Mia não queria estar aqui.
Ele se recostou na cadeira e tentou não parecer diferente dos outros homens na sala.
Quando Mia serviu os outros, ela se aproximou seus olhos meio fechados.
― O que você está fazendo aqui? ― Ela sussurrou.
Levantou uma sobrancelha. ― Certificando-me de que não entre em qualquer dificuldade.
― Martin não vai gostar ― ela sussurrou. ― Você precisa ir.
― Oh, quer dizer o homem gordo? Ele sabe que estou aqui. Seja uma boa menina e me
pegue uma bebida ― disse ele com um tapinha em sua bunda.
Ela estremeceu e se afastou. Jack piscou para os outros homens que estavam assistindo.

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Série - Para o Seu Prazer 03

Ele não tinha ideia de quem eram ou o perigo que pode representar, mas não estava disposto
a baixar a guarda em torno deles. Deixe-os pensar que fosse apenas mais um cara à procura de sexo.
As horas se aproximavam do início da manhã. Mia parecia exausta, morta em seus pés, e
ainda os homens queriam mais. Mais bebidas, mais dança. Quando eles ficaram bêbados, ficaram
mais altos e mais exigentes.
Em determinado momento, um deles puxou Mia até seu colo e prendeu o rabo entre as
pernas.
Ele segurou o peito com o material de seu top e apertou.
Jack começou a sair da sua cadeira, assim quando Mia despejou uma bebida sobre a cabeça
do cara. O homem atirou para fora de seu assento, jogando Mia no chão.
― Cadela! Você foi pagar por isso!
O homem enxugou com raiva o líquido correndo pelo terno caro. Então estendeu a mão para
seu cinto, e Jack teve o suficiente.
Ele empurrou o seu caminho através dos homens que estavam todos de pé agora, deixando o
homem irritado a sua frente.
Jack se abaixou e pegou Mia, embalando-a em seus braços. Ela se agarrou a ele, com o
coração batendo em seu peito. Estava com medo de sua ação.
― Vou dar aos senhores uma boa noite. ― Jack disse. ― A senhora e eu temos alguns
negócios a tratar. Não é docinho.
Ela assentiu com a cabeça e enterrou a cabeça em seu peito.
― Espere um minuto maldito ― homem com raiva protestou. ― Nós pagamos pelo tempo
da puta.
― Acerte com Martin ― Jack gritou por cima do ombro enquanto se dirigia para a porta. ―
Desde que ele prometeu a menina para mim esta noite.
Jack viu outro rapaz colocando a mão no ombro do homem irritado. ― Deixe ir. Nós vamos
ter a nossa chance amanhã à noite.
Jack franziu a testa, mas continuou indo para a porta.
Ele levou Mia através do clube agora vazio e foi onde o caminhão estava. Suas mãos
pequenas enroladas confiantes em seu pescoço e seu rosto ficou enterrado em seu peito. Ela
balançou um pouco, e isso o deixou mais nervoso a cada minuto.
Abriu o lado do passageiro de seu caminhão e a colocou suavemente. Então deu a volta e
deslizou para o banco do motorista.
Ele olhou para vê-la enrolada longe dele, o rosto para a janela. Reprimiu uma maldição e
ligou o motor. Passou seu complexo de apartamentos depois de alguns minutos e continuou

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Série - Para o Seu Prazer 03

dirigindo em direção a uma parte da cidade um pouco menos decadente.


Sua cabeça apareceu. ― Para onde estamos indo?
― Para um hotel. De jeito nenhum, vamos voltar para aquela merda que você chama de
apartamento. ― Para sua surpresa, ela não discutiu. Mas então parecia muito cansada para dizer
muito de nada.
Parou no estacionamento de um hotel e desligou o motor. ― Fique aí ― ele ordenou. ―
Vou pegar um quarto.
Cinco minutos depois, voltou com a chave na mão. Parou na vaga de estacionamento vazio e
saiu do caminhão. Empurrando as chaves do caminhão em seu bolso, saiu e deu a volta para o lado
de Mia. Quando abriu a porta, viu que ela estava dormindo.
Não querendo perturbá-la, ele colocou os braços debaixo de seu corpo pequeno e a pegou
para fora do caminhão. Caminhou em direção ao quarto do hotel e quando chegou à porta, mudou
seu peso para que pudesse chegar à fechadura da parte de baixo de suas pernas.
Amanhecer já estava rastejando pelo céu. Logo seria completamente claro. Abriu caminho
para o quarto, feliz por ver que as janelas tinham cortinas escuras. Mia precisava descansar.
Chutou a porta se fechando atrás dele, em seguida, levou Mia para a cama. Ele a colocou lá
e ela abriu os olhos. Medo, confusão e incerteza brilharam dentro deles.
Ele puxou as cobertas para trás, tirando-as de debaixo dela. Então subiu ao lado dela e
puxou os lençóis sobre os dois.
Podia sentir sua inquietação. Estava tensa. O que para ele não tinha certeza.
― Dorme Mia ― ele murmurou em seu cabelo. ― Vamos conversar quando você acordar.
― Ele a puxou contra ele, segurando-a com firmeza. Seu corpo dobrado contra onde pertencera. Ela
se moldou a ele tão perfeitamente. Ele enfiou os dedos em seu cabelo sedoso.
Amanhã. Amanhã ia descobrir o que diabos estava acontecendo. Amanhã colocaria um fim
a esta besteira. Por enquanto ia se envolver em volta dela tão firme como poderia, até que ela não
soubesse onde ela terminava e ele começava. E esperava que ela entendesse a mensagem alta e
clara. Ela era dele, e não ia deixá-la ir. Nunca mais.

CAPÍTULO 7

Mia acordou de um sono profundo. Seus olhos se arregalaram, em seguida, registrou um


corpo pressionado firmemente a dela. Jack.
Ficou lá sem se mover, seu rosto pressionado contra o duro músculo do peito dele.

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Série - Para o Seu Prazer 03

Incapaz de conter o impulso esfregou e esfregou mais perto. Inalou profundamente. Seu
perfume encheu suas narinas, quente e reconfortante.
Sua mão enrolou em seu cabelo, esfregando sobre a parte detrás de sua cabeça. Espirais
suaves de prazer irradiavam e cantarolavam sobre seu corpo. Seu corpo amava o seu toque, mesmo
que sua mente gritava seu protesto.
― Que horas são?― Ela sussurrou.
― Quase cinco horas.
Endureceu. Quase na hora de ir para o clube. Não havia nenhuma maneira que seria capaz
de escapar desta vez, e Jack exigiria saber o que estava acontecendo. Fechou os olhos. Tinha que
estar lá hoje à noite. Não havia nenhuma maneira que pudesse enfrentar a cadeia e o cara irônico
que esperava por ela lá.
Ela se afastou de Jack e se sentou na cama. Agarrou um travesseiro e pôs em seu estômago e
o abraçou com ambos os braços. Quando arriscou um olhar para Jack, imediatamente se arrependeu.
Ele olhou fixamente para ela, seus olhos escuros descascando para trás cada camada de sua
pele. Desviou o olhar.
Ele estendeu a mão e pousou em suas costas, acariciando seus cabelos distraidamente.
― Precisamos conversar Mia.
Ela engoliu em seco. Sim, eles precisavam conversar. Mas então realmente não queria saber
por que ele a deixou. Já tinha chegado a algumas conclusões bastante desagradáveis sobre ela
própria. Isso sem falar sobre por que estava tirando a roupa em um clube de strip de má qualidade.
E não estava com pressa para discutir isso.
Ela ficou de pé ao lado da cama, recusando-se a olhar para Jack. ― Preciso voltar para o
meu apartamento ― disse ela. ― Tenho que ir para o trabalho em uma hora. ― Jack pulou para
fora da cama. Ficou na frente dela e agarrou seus braços em suas mãos.
― Você não vai voltar para lá Mia.
― Tenho.
Jack deixou suas mãos deslizar para baixo os braços. ― Sei que você está com raiva Mia.
Preciso explicar por que saí.
Ela balançou a cabeça. ― Isso realmente não importa neste momento Jack. ― Ela olhou
para ele com tristeza. ― É tarde demais de qualquer maneira.
Ele segurou seu queixo em sua mão e olhou fixamente para ela. ― O que está acontecendo
aqui? A Mia que conhecia nunca iria tirar a roupa por dinheiro. Você era uma virgem na primeira
vez pelo amor de Deus. Lembro-me da Mia que sorrateiramente entrou em minha cama, e olho para
você agora, e não consigo conciliar as duas em minha vida.

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Série - Para o Seu Prazer 03

As lágrimas encheram seus olhos. Seu julgamento a feriu. Não deveria, mas fez.
― Você perdeu o direito de me julgar quando me abandonou há dois anos.
Ela foi para longe dele e virou as costas, tentando acalmar o tremor em seu corpo.
― Mia tive que sair. Tive que sair, mas não foi por sua causa. ― Ela virou-se de volta.
― Então por que me deixou Jack? Estou morrendo de vontade de saber por que você iria sair
e nunca mais me ligar. Por que sua casa foi à venda dois dias depois, e quando liguei em seu
escritório me disseram que Jack Kincaid nunca trabalhou lá? ― Sua expressão entorpecida e
arrependimento brilharam em seus olhos.
― Você tem alguma ideia do que foi para mim ― ela sussurrou. ― Não sabia se estava
morto ou se alguém estava fazendo uma brincadeira doente, ou talvez eu fosse só uma transa rápida
e fosse covarde demais para me dizer que não me queria.
― Deus, Mia, não foi assim.
― Então, como foi Jack? Estou esperando.
Lágrimas escorriam pelo seu rosto. Enxugou com raiva, mas continuaram a cair por suas
bochechas. Tanta dor estava presa dentro dela, estava perto de explodir.
Ele passou a mão pelo cabelo rebelde e fechou os olhos.
― Você mudou Jack ― disse ela em voz baixa. ― Não sei o que aconteceu, mas não é a
mesma pessoa. Suas roupas, seu cabelo, a tatuagem. ― Ele estendeu as mãos e segurou os ombros.
Ele a empurrou suavemente para a cama.
― Por favor, Mia, basta ouvir o que tenho a dizer. ― Ela olhou para ele, esperando.
― Estava trabalhando disfarçado em um caso. Estava tentando ganhar acesso a uma grande
gangue de motoqueiros no sudoeste do Texas. Eles eram um dos maiores traficantes de drogas em
todo o sul do país. Tinham conexões na fronteira, e sua rede é tão grande, tão grande envergadura
que era praticamente impagável.
― Suas conexões tornava quase impossível para um agente disfarçado entrar e eu estava
tentando há um ano. Nós tínhamos praticamente desistido quando a ligação veio, fui mandando para
o México para atender a liderança. Sabíamos que este era um grande passo. Sabíamos também que
enquanto eu estava lá, eles lançariam uma extensa verificação de antecedentes. Descobrindo todos
os detalhes da minha vida desde o meu nascimento. Não podia arriscar nada. Tivemos que fazer que
Jack Kincaid desaparecesse. Então deixei. ― Ela olhou para ele por um longo momento, então
soltou uma gargalhada. Uma onda de histeria tomou conta dela, e escondeu o rosto entre as mãos.
― Que diabos é tão engraçado? ― Exigiu.
Ele estendeu a mão e inclinou o queixo para cima, forçando-a a encontrar seu olhar.
― Você deixou. Simples assim ― disse ela impotente. ―Ainda bem que significou muito.

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Série - Para o Seu Prazer 03

Jack ajoelhou-se na frente dela, segurando as mãos. ― Vivia cada dia em um inferno de
minha própria autoria, fazendo coisas que não me orgulho, coisas que tinha que fazer para derrubar
uma rede de criminosos.
Ela se levantou e sacudiu as mãos. Tentou controlar sua raiva, sua dor. Então ela se virou e
concentrou seu olhar sobre ele.
― Diga-me uma coisa Jack. Por que você não se certificou que eu soubesse o que estava
acontecendo? Você não acha que eu teria entendido? Que qualquer coisa era melhor do que
conhecer o inferno de não saber se estava vivo ou morto, ou simplesmente não dando a mínima por
mim? Ou talvez você achasse que dizer tudo a mim após o fato eu o perdoaria por ser tão cruel,
porque é um maldito herói agora.
Ele não respondeu imediatamente. Parecia confuso com a pergunta.
― Vou dizer por que você não se incomodou ― disse ela em voz baixa. ― Porque você não
me ama. Não se importa comigo.
Ele começou a protestar, mas levantou a mão para silenciá-lo.
― Não estou me fazendo de mártir aqui Jack. Estou enfrentando fatos. Se você me amasse,
se eu fosse importante para você, eu o conheço bem o suficiente para saber que você teria movido
céus e terra para ter certeza que eu soubesse alguma coisa. Não iria querer me preocupar. Não se
permitiria sair sem que eu soubesse que você se importava. Quero dizer, honestamente, um policial
simplesmente iria sem contar a sua esposa?
― Mia...
Novamente ela levantou a mão. ― Sou uma menina grande Jack. Não posso ter sempre
agido assim, mas sou capaz de cuidar de mim mesma. Passei os últimos dois anos odiando quando
deveria me odiar por me jogar em você como fiz. Fiz isso muito fácil para você, e paguei o preço.
O silêncio se apoderou deles, ficando pesado como um cobertor sobre a sala.
Finalmente ela quebrou o silêncio. ― Preciso ir para o trabalho Jack. Não tenho escolha.
Não é tão fácil como simplesmente pegar e sair. Não precisava fugir como uma menininha magoada
quando você foi embora, mas fiz, e agora tenho que enfrentar as consequências. ― Jack fechou a
distância entre eles. Segurou o rosto dela entre as mãos e olhou para ela, a fúria em seus olhos.
― O que diabos você está falando Mia? O que está acontecendo aqui?
― Por favor, Jack ― ela sussurrou. ― Leve-me para o meu apartamento para que possa me
trocar. Tenho que fazer isso. Não tenho uma escolha.
Seus olhos se estreitaram e sua mandíbula marcou. ― Que tipo de problemas você está? ―
Fechou os olhos, desejando que pudesse dizer. Mas não poderia ajudá-la. Dizer não mudaria nada.
― Por favor, Jack. Não me faça implorar.

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Ele xingou violentamente. ― O que é esse filho da puta tem de você Mia? ― Ela sentiu o
sangue escorrer de seu rosto. Ele estava ficando muito perto da verdade. Mas então como é que ele
saberia o que ela fez?
― O que importa é que tenho que trabalhar. Hoje à noite é importante Jack. Se eu não
aparecer, estarei em um monte de problemas ― disse ela em voz baixa.
Ele vacilou indecisão clara gravada em seu rosto. ― Tudo bem ― ele disse finalmente. ―
Vou levar você Mia. Mas depois de hoje à noite, você não vai voltar. Não dou a mínima para que
tipo de problema você acha que tem. Está conversa está longe de terminar. Depois desta noite você
vai me dizer que diabos está acontecendo, e não vai deixar nada de fora. Estamos entendidos? ―
Mia suspirou de alívio.
― Vou com você ― ele acrescentou. ― Não confio na porra do gordo, tanto quanto
poderia.

CAPÍTULO 8

Jack olhou de soslaio para Mia enquanto dirigia em direção ao clube. Não podia acreditar
que estava concordando com isso. Devia dirigir para a direita fora da cidade e manter a condução.
Levaria Mia tão longe deste lugar que podia.
Mas não podia fazer isso sem saber o que esperar do homem gordo e o que tinha sobre Mia.
Fosse o que fosse Mia temiam profundamente.
Hoje à noite, enquanto Mia dançava sua última dança ia descobrir o que estava acontecendo.
Ela parecia cansada. E também condenadamente vulnerável. Suas palavras ecoaram em sua
memória. Ela entregou a declaração de que ele não ama ou se importa com ela com tanta dor, tanta
emoção nadava naqueles olhos azuis que sentiu um tiro no intestino. E ainda não foi capaz de
responder, porque droga, ela estava parcialmente certa.
Naquela noite, todo o episódio parecia ser um sonho para ele. Isso já havia fugido de seu
controle, tão inesperado, como uma de suas fantasias eróticas ganhando vida. Lutou contra seus
sentimentos e reações físicas por Mia por tanto tempo que não foi capaz de evitar seu ataque direto.
E depois, ele se sentia culpado como o inferno.
Uma parte dele sabia que não explicou a ela, não a fez entender sobre a sua saída, porque
secretamente esperava que ela seguisse em frente com sua vida e o esquecesse. Se não tivesse que
sair, ele a teria levado mais de sua vida, possuído completamente, e isso não era o que ela precisava.

*** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. *** 36
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Era jovem, com a vida toda pela frente. Não precisa estar vinculada a um homem que
exigiria tudo dela. Quem iria esperar que ela se entregasse completamente e totalmente a ele. Não
pode mudar quem ele era para ela ou qualquer outra pessoa, mas seria condenado se não podia
protegê-la dele. E suas necessidades.
Mesmo agora, dois anos depois, a sua resposta voltou de frente em sua vida, levá-la para
casa e carimbar como sua. Balançou a cabeça. Ele a queria, mas sabia que não era suficiente. Ela
merecia muito mais. Mais do que poderia dar.
Que deixou a questão sobre o que fazer quando levasse ela o fora dali. Levá-la de volta para
Dallas? Retomar de onde parou antes, olhando por ela como fez quando tinha dezesseis anos e sem-
teto?
Entrou no estacionamento do clube de strip e desligou o motor. Então olhou para Mia
novamente.
― É isso Mia. Quero dizer isso. O dá noite passada. Vamos acabar com isso, e então você
vai me dizer o que preciso fazer para tirá-la de qualquer bagunça que você entrou ― Ela virou a
cabeça, levantando os olhos para encontrar seu olhar. Havia tanta tristeza refletida nas piscinas
azuis.
― Não há nada que você possa fazer Jack. Isso é algo que só posso corrigir.
― Uma merda.
Ela abriu a porta e deslizou para fora do caminhão. Ele arrancou as chaves da ignição e
seguiu até a porta. Ela se virou e colocou sua pequena mão no peito dele.
― Não goze Jack. Só vai piorar as coisas. Se quiser vir para ver, tudo bem. Volte um pouco
mais tarde. Mas se você for bancar o bacaba comigo e olhar sobre o meu ombro, só vai piorar as
coisas para mim.
Ficou tenso, todos os instintos gritava para ir de qualquer maneira, para não deixá-la fora de
sua vista.
― Preciso saber o que está acontecendo Mia.
Ela olhou para baixo, com o cabelo loiro brilhante caindo sobre os ombros. ― Vou te contar
tudo. Esta noite. Prometo.
Ele empurrou o queixo para cima com o dedo. ― Vamos encontrar uma maneira Mia. Juro.
Não importa o quanto ruim você pensa que é, vou encontrar uma maneira de sair.
Ela sorriu e estendeu a mão para tocar seu rosto. ― Obrigado Jack.
Ele deu um passo para trás. ― Não vou entrar até o show, mas estarei aqui assistindo. Quero
ter certeza que nada te aconteça.
Ela soltou um longo suspiro. ― Não estou em perigo Jack. Não são apenas as coisas que

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O QUE ELA DESEJA
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Série - Para o Seu Prazer 03

tenho que fazer. Consequências por escolhas que fiz. Não quero que se preocupe.
― Não há absolutamente nada que possa fazer sobre isso. ― Ela se virou e abriu a porta
para o clube. Ela olhou para ele uma vez antes de fechá-lo atrás dela.
Jack caminhou lentamente de volta ao seu caminhão. Não gostou da ideia de deixar Mia
sozinha, mas precisa de tempo para fazer um pouco de investigação. O primeiro em sua lista era o
cara gordo. Um cara como ele era obrigado a ter sujeira empilhada um alto milhas em algum canto
do seu universo. Era apenas uma questão de encontrá-las.
Abriu o celular e fez uma chamada rápida para Kenny.

Mia bateu na porta de Martin e esperou que ele atendesse. Ele exigiu que viesse no início de
hoje, apesar de sua hora à noite para entreter seus convidados babando. Parecia agitado
ultimamente, não é que estivesse sendo até sensacionalistas sobre qualquer coisa era incomum. Ela
estava convencida de que ele tinha o hábito de merda bastante desagradável. Irônico que ele a
salvou de cumprir uma pena de prisão por posse de drogas.
Abriu a porta quando ela o ouviu estalar o comando para entrar.
Sua expressão se iluminou quando ele a viu em pé na porta.
― Ah, aí está você. Bom, muito bom. Entre.
Ela arqueou uma sobrancelha desconfiada pelo quanto corria ao redor da mesa para
cumprimentá-la.
― Sente-se ― disse ele, empurrando uma cadeira para ela.
― O que é isso tudo Martin? ― Perguntou, cansada quando se sentou.
Ele enxugou a testa suada com um pano, em seguida, deixou-a cair de volta para sua mesa.
― Você minha querida é a resposta para todos os meus problemas, assim como eu fui uma
vez a resposta para todos os seus.
― Duvido seriamente.
― Ah, mas você é ― disse ele com um brilho de entrar olhos. ― Você vê Mia, não é, como
direi isto, há muito interesse em uma garota como você. Estou aqui para obter um lucro arrumado
um leilão pelo o maior lance.
Ela levantou. ― Você está louco, porra! Não há nenhuma maneira vou me vendendo para
ninguém. Já tive o suficiente disso. Se a minha alternativa é a prisão, então que assim seja. ―

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O QUE ELA DESEJA
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Série - Para o Seu Prazer 03

Martin sorriu. A confiança em seu sorriso a enervava. Deixou-a com medo.


― Não me lembro de oferecer uma escolha na matéria. Isso não é mais sobre o seu trabalho,
é uma dívida para mim, uma dívida que aumentou pelo caminho. Você vê, o bom xerife e eu temos
um pequeno acordo. Eu encho seus bolsos, e ele, bem, ele me fornece as meninas adequadas para o
meu negócio.
― Seu filho da puta!
Ela se virou para tempestade do quarto apenas para se encontrar impedida na porta, um
homem de aparecia formidável muito grande. Não tinha sequer ouvido falar dele.
Ela encolheu, e pela primeira vez sentiu medo real. Tinha um gosto metálico na boca. Olhou
para trás e para frente entre os dois homens em pânico.
― O que você está fazendo? ― Ela exigiu.
― O leilão de escravos é um negócio lucrativo ― começou Martin. ― Um negócio que
estive envolvido em algum tempo. Não planejei vendê-la tão cedo. Você traz um monte de clientes
para o clube. Mas já despertou o interesse de vários partidos. Várias partes ricas. Tenho a
necessidade de uma grande soma de dinheiro. A quantia que você certamente vai dar quando
colocá-la no bloco de leilão. Sempre posso substituí-la no clube. Há sempre uma jovem disposta a
entrar em apuros.
Seu olhar deslizou sobre seu corpo, e ele estalou os lábios de satisfação. ― Ao final da
noite, você vai ter um novo mestre, alguém que não vai te tratar tão bem como eu não tenho,
nenhuma dúvida, e estarei livre dos meus atuais problemas de dinheiro.
― Não vou fazer isso ― disse ela com voz trêmula. ― Não vou concordar com isso.
― E mais uma vez minha querida você não tem escolha. ― Ela sentiu uma picada no ombro
dela, e se virou para ver o homem que estava na porta segurando uma seringa na mão. A sala girou
e borrou sua visão. Então, sentiu as pernas bambear enquanto caiu no chão.

CAPÍTULO 9

Jack sentou em sua cadeira e tomou um gole de sua cerveja. Ele tentou agir casual, mas seus
nervos estavam no limite. Seu chamado para Kenny foi produtivo. Talvez. Isso pudesse significar
alguma coisa ou pudesse significar absolutamente nada.

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A pequena cidade que Mia veio morar não era conhecida por ser o centro da justiça e modo
de vida americano. O Texas Rangers estava investigando o departamento do xerife local por um
ano, mas até agora não conseguiu descobrir nada de concreto. Mas a suposta conexão entre o xerife
e um Martin Lindelle foi suficiente para fazer o radar interno de Jack saltar fora da escala.
Em seguida, houve o fato de que um período de seis meses atrás, Mia foi parada por um
vice-xerife. Nenhuma acusação arquivada, nenhuma suspeita de má conduta, e ainda assim de
repente, Mia decidiu ficar quando afirmava estar de passagem. E, ironicamente, passou a trabalhar
para o homem que diz ter uma conexão ilegal ao xerife.
Ficou mais interessante e coincidente a cada minuto, e Jack não achou muita coincidência.
Tudo o que sabia era que queria ter Mia fora da cidade o mais rápido possível.
Tamborilou com os dedos sobre a mesa e olhou para o relógio. Mia deveria estar dançando
agora. Em vez da outra stripper estavam dez minutos sobre sua rotina e a multidão sabia.
Movimento no corredor do outro lado da sala focou o olhar de Jack na porta. Viu Martin
olhar para frente e espreitar como se procurasse alguém no quarto.
Jack se levantou e vestiu o seu melhor sorriso de escárnio idiota. Era algo que aperfeiçoou
durante o seu tempo encoberto com os Filhos do Pecado. Caminhou casualmente em direção a
Martin.
Enquanto ele se aproximava, Martin olhou para cima.
―Você está procurando para Mia? ― Martin perguntou de forma calculada.
Jack permitiu sua expressão nublar. ― Sim, não estou feliz com o arranjo da noite passada.
A cadela escapou de mim depois me nocautear no frio. ― A sobrancelha de Martin subiu de
surpresa.
Jack deslizou sua camisa para cima, apenas o suficiente para que Martin tivesse um
vislumbre da tatuagem em seu abdômen.
― Não estou acostumado a ser roubado. Não estou feliz com isso em tudo. Que tipo de
golpe que vocês dois estão dando, afinal? Você recolheu o dinheiro e ela arranca do cliente? ― Os
olhos de Martin focaram a tatuagem. Jack sabia que ele reconheceu o símbolo. Deveria.
Apareceu na TV o suficiente recentemente.
Martin correu uma mão nervosa pelo cabelo. ― Não sabia que ela saltava fora, eu juro.
― Onde ela está? ― Jack resmungou. ―Temos negócios inacabados. ― O suor escorria na
testa de Martin. Ele lambeu os lábios nervosamente. ― Ela não está bem, não está aqui,
exatamente.
― O que quer dizer exatamente? ― A voz de Jack caiu para um nível perigosamente baixo.
Sabia que soava ameaçador, e esperava o inferno que assustasse o cara gordo.

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O QUE ELA DESEJA
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Série - Para o Seu Prazer 03

Ele fechou a distância entre ele e Martin, e agarrou a gola da camisa de Martin e puxou
perto. ― Você me diga onde ela está gordo fodido, ou vou ter um grande prazer em talha-lo em
pequenos pedaços e alimentar os urubus com seu rabo. Tenho certeza que você já ouviu falar do que
acontece com as pessoas que cruzam com o diabo.
Os olhos de Martin saltaram para fora de sua cabeça enquanto olhava para a direita e para a
esquerda. Acenou freneticamente para o fim do corredor. ― V... vamos em m... meu escritório.
Talvez possamos esclarecer este assunto pouco acima.
Jack lançou o homem tremendo, então o seguiu pelo corredor e em seu escritório.
Martin se sentou atrás de sua mesa, enquanto Jack optou por ficar em pé. Queria manter a
intimidação sobre o saco leve.
― Tive um grande interesse em Mia ― Martin começou quando enxugou a testa. Ele se
inclinou para frente e continuou num sussurro. ― A menina está sendo leiloada hoje. Você é
certamente bem-vindo para concorrer a ela.
Jack engoliu o grande nó que se criou de raiva em sua garganta. Queria chegar do outro lado
da mesa e estrangular o bastardo com as próprias mãos. Leiloada? Como um pedaço de carne. Isso
fazia seu sangue ferver. Mia era dele, e ninguém mais iria tocá-la. Ou morreria uma morte muito
dolorosa.
Obrigou-se a sorrir. ― De fato. Um leilão de escravos? Parece muito interessante. Onde
posso encontrar este leilão?
― Posso ligar com antecedência e certificar que você está dado entrada ― Martin disse
apressadamente. ― Darei as instruções. Seja o que for que você precisa.
Jack se inclinou o nariz centímetros do mau hálito com cheiro de sopro da boca do bastardo.
― Melhor ainda, informe quem está fazendo o leilão que estou interessado em fazer uma oferta,
mas primeiro quero provar a mercadoria. Como fui incapaz de fazer ontem à noite. É o mínimo que
você me deve. Se estiver satisfeito, vou fazer valer a pena. Se não estiver, vou deixá-la para o seu
maior lance.
Os olhos de Martin saltaram e suor rolou profusamente de seu rosto. ― Não tenho nenhum
controle sobre o que acontece com ela. Ligarei para Drake. Ele lida com o leilão e os detalhes. Vou
dar o endereço e direções. Mas isso é tudo que posso fazer, juro. Você vai ter que fazer a sua oferta
a Drake.
Ele rabiscou freneticamente em um pedaço de papel, em seguida, empurrou-o em direção a
Jack.
Jack recolheu o pedaço de papel e colocou-o no bolso. ― É melhor esperar que Drake aceite
minha oferta, seu gordo. Porque se não fizer, vou caça-lo e jogar sua carcaça para os urubus.

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O QUE ELA DESEJA
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Série - Para o Seu Prazer 03

Jack se virou e saiu pela porta.


Martin soltou um grande suspiro de alívio depois estendeu a mão para o telefone. Deu um
soco em um número, xingando quando teve que discar três vezes.
Ele empurrou o fone no ouvido e esperou.
― Chame Drake. Nós temos um grande problema.

Mia abriu os olhos para ver escuridão. Piscou, tentando trazer seu ambiente em foco, mas o
vazio negro estava sufocando.
Sua língua estava seca e inchada na boca, os efeitos colaterais da droga entorpeceram seus
sentidos. Engoliu em seco, em seguida, lambeu os lábios rachados e secos.
Quando lentamente se tornou mais consciente, dor desconforto registrado em seus braços e
pernas.
Estava de pé, mas suas pernas pareciam não ter peso. Deu as mãos e os pés uma mexida
experimental. Seus pulsos estavam amarrados juntos, com os braços esticados acima da cabeça.
Seus ombros queimavam da tensão de seu peso.
Uma gota de suor rolou para o lado de seu pescoço, em seguida, deslizou por seu peito. Seu
peito nu. Estava nua e de braços abertos, suspenso de algum tipo de dispositivo.
Puxou as cordas que se ligavam os pulsos, mas a mantinha firme e puxou dolorosamente em
sua pele. O medo se arrastou ao longo de seu corpo. Seu estômago revirou e rebelou quando náusea
ameaçou ultrapassá-la. Seu encontro com Martin em seu escritório correu de volta em um flash.
Uma escrava. Ele estava vendendo-a como um pedaço de carne no mercado.
Cerrou os dentes e lutou contra o pânico que arrancou e rasgou a sua consciência. O
bastardo não iria se safar dessa. Jack iria salvá-la. Oh Deus, onde ela estava?
Onde estava Jack? Fechou os olhos e respirou longamente engolindo para tentar firmar seus
nervos em frangalhos.
Queria gritar. Queria enfurecer contra o animal responsável pelo seu cativeiro.
Mas não queria alertá-lo para o fato de que estava consciente. Quem sabia o que iria
acontecer com ela, então? Então, mordeu o lábio para estancar o gemido de desespero que lutava
para escapar dela.
Por quanto tempo ficou ali, no escuro, não sabia. Parecia uma eternidade, mas na realidade,

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Série - Para o Seu Prazer 03

poderiam ter sido minutos. Ou pudesse ser horas.


Luzes acesas, inundando o quarto e cegando-a. Apertou os olhos contra o bombardeio.
Ouviu passos, e piscou rapidamente para que pudesse ver quem estava na sala com ela.
Finalmente focou em uma figura de pé a poucos metros à sua frente. Obrigou-se a cumprir o
seu olhar sobre a cabeça, recusando-se a ceder ao medo e pânico a arranhando. ― O que você quer?
― Ela exigiu.
O homem apenas sorriu. Puxou um chicote de trás das costas e bateu contra a perna.
― Você vai fazer minha noite. Você tem uma longa noite pela frente. ― Bastardo
presunçoso. Se pudesse livrar suas mãos, teria o prazer de sufocar o pequeno verme oleoso.
― Por que estou aqui? ― Ela mordeu fora.
―Vai ser leiloada pela melhor oferta. Sobreviveu a sua utilidade no clube, e nós tivemos um
grande interesse em você. Há alguns cavalheiros dispostos a desembolsar muito dinheiro para
possuí-la. ― Os olhos de Mia se arregalaram de horror. ― Isso não é legal, idiota. Você não pode
vender uma pessoa. Nunca vou concordar com isso.
O homem riu. Caminhou ao redor dela, dando um tapa de chicote contra sua perna ecoando
no quarto pequeno. Podia ver que as câmeras foram colocadas em várias posições, todas para ela.
― Não há nada mais bonito do que uma mulher em cativeiro. Exceto uma mulher se
contorcendo de dor, lutando contra suas amarras. É uma visão que os homens enlouquecem.
Submissão é o último tesão. Sabendo que uma mulher é dele para fazer o que quiser. ― Mia tremia
seu estômago em nós. Estava com medo. Jack. Será que ele a acharia? Viria para ela quando ele não
a visse no clube? Ou será que acharia que ela ia correr de novo?
― Você é um merda doente ― ela disse com nojo. Teve o cuidado de manter sua raiva na
frente e no centro. Isso deu algo para se concentrar. Deu uma medida de controle quando não tinha
nenhuma.
Ele riu. ― Quase desejo que você fosse minha para domá-la. Ah sim, Mia, você dará um
lucro considerável para mim. ― Ele fez um gesto em direção às câmeras. ― Seu novo senhor está
assistindo. Esperando o tempo para poder reclamá-la. Dobrá-la à sua vontade. Fazer você servir
todos os seus anseios. ― Ela olhou para as câmeras. ― Não vou fazer isso.
― Você não tem escolha.
Seu queixo caiu ao peito. Sua força rapidamente falhando.
Do outro lado da sala uma porta se abriu.
― Corte e a leve para o quarto. Temos um cliente. Martin ligou, disse para dar o que ele
quer.
Mia levantou a cabeça na direção da voz e viu um homem em um terno escuro parado na

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O QUE ELA DESEJA
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Série - Para o Seu Prazer 03

porta.
― Martin esqueceu que não está no comando aqui ― seu captor disse em uma voz sedosa.
― Acho que você vai estar interessado na sua oferta ― disse o segundo homem. ― Ele tem
ligações bastante interessantes. Seria nossa vantagem ouvir o que ele tem a dizer.
― Muito bem. Deixe aqui até que falei com o nosso convidado. O leilão está marcado para
ir ao ar em meia hora. Se precisar dela, vou chama-lo ― O homem com o chicote circulou na frente
de Mia. Tocou a ponta do couro para a bochecha e acariciou suavemente para baixo. Então ele se
virou e foi embora.
Mia caiu para baixo de novo, respirando uma oração graças em sua suspensão temporária.
― Por favor, Jack, encontrar-me ― ela sussurrou.

CAPÍTULO 10

― Diga-me, Sr... Qual o seu nome? ― Jack olhou para o homem bem vestido que entrou na
pequena sala de estar.
― Eu não — respondeu bruscamente. Olhou o chicote que pendia da mão do homem e
tentou controlar a vontade assassina que sentia.
Olhou para os dois homens armados, que fazia companhia enquanto esperava para ser
recebido. Quantos mais havia não tinha certeza. A casa estava bem guardada no exterior, bem como
no interior.
O outro homem sorriu. ― Vejo. A um misterioso. Diga-me, o que posso fazer por você.
― Você tem uma mulher que eu quero.
A testa do homem arqueou. ― Tenho muitas mulheres.
Jack olhou-o com firmeza. ― Loura, bem torneada, seios e bunda bonitos. Vai a leilão hoje
à noite. ― Os olhos do homem piscaram. ― Você deve falar de Mia ― Jack acenou com a cabeça.
― E qual é o seu interesse por ela?
―Temos negócios inacabados.
O homem sentou-se em uma poltrona e começou a derramar uma bebida de uma garrafa de
vidro na mesinha ao lado dele.
― Gostaria de uma bebida?
Jack balançou a cabeça.
― Meu nome é Drake ― ele continuou. Pegou o copo e rodou o conteúdo antes de tomar

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O QUE ELA DESEJA
MAYA BANKS
Série - Para o Seu Prazer 03

um gole. ― Eric me disse que você tem conexões. Isso é verdade? ―Jack lentamente levantou sua
camisa para descobrir a tatuagem em seu abdômen.
A sobrancelha de Drake veio à tona. ― Você é ele não é. O único que escapou do ataque. A
polícia está procurando por você, e ainda assim você está aqui, interessado em uma mulher.
Estranho, não acha? ― Jack forçou-se a relaxar, a agir indiferente. Entrou em um papel que
desempenhou com perfeição nos últimos dois anos.
― Perdi minha escrava no ataque ― disse ele com um encolher de ombros. ― Estou
querendo uma antes de ir para o sul e me calar. Isolamento, ficar sozinho, se você sabe o que quero
dizer.
Drake sorriu. ― Isso eu entendo. O que você está oferecendo? ― Jack prendeu-o com um
olhar duro. ― Paguei pela cadela na noite passada, e fugiu de mim. Não tenho nenhuma intenção de
pagar por bens que não recebi. Quero uma hora com ela. Se gostar dela, vou ser muito generoso na
minha oferta. Pediria que você renunciasse o leilão até que tenha recebido a minha oferta.
Drake pôs o copo na mesa e continuou a estudar Jack. ― Você quer experimentar a
mercadoria? Tenho certeza que você sabe que isso é inédito.
― Não tenho nenhuma intenção de pagar por uma boceta, a menos que sei que é boa. ―
Jack disse calmamente.
― Esperaria algum tipo de depósito. Sem retorno claro, ― Drake disse suavemente.
Jack cruzou os braços sobre o peito. ― E eu disse que não vou pagar um centavo até que eu
saiba que tipo de produto que estou recebendo. Você duvide de minha palavra? ― Disse a última
palavra ameaçadoramente e gostava de assistir bastardo se contorcer lentamente em sua cadeira.
A verdade era que ele adoraria nada mais do que ter explodido com armas em punho, mas
não tinha ideia com que estava lidando. Tinha que jogar. Certificar-se que Mia estaria segura. E a
esperança como o inferno Kenny aparecesse com as tropas em breve.
― Muito bem ― Drake finalmente disse quando se levantou da cadeira. ― Tenho algumas
estipulações próprias. Sua amostragem pode ser um benéfico para nós dois. Vou esperar filmar sua
sessão. Se você não comprá-la, será valiosa as imagens para mostrar aos meus potenciais licitantes.
E um aviso, os meus homens estarão assistindo. Só para você saber.
Jack se forçou não bater os dentes do empurrão. A ameaça velada o irritou.
Como os filhos da puta não estariam assistindo independentemente deles o considerar uma
ameaça. Ele acenou com a aceitação dos termos, não confiando em si mesmo para falar.
Drake fez sinal para ele segui-lo.
― Vou acompanhá-lo até uma sala mais adequada e levar Mia para você. Quando chegar a
hora, vou esperar uma oferta. Caso contrário, você vai ser convidado a sair.

*** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. *** 45
O QUE ELA DESEJA
MAYA BANKS
Série - Para o Seu Prazer 03

―Justo.
Drake acenou para os dois homens que estavam a poucos metros de distância. Um deles
aproximou-se por trás de Jack e começou a revistá-lo.
― Nunca pode ser muito cuidadoso ― Drake disse com um sorriso enquanto pegava a
carteira tirou do bolso de Jack.
Drake folheou a carteira, então, aparentemente satisfeito com o que viu, entregou a carteira
de volta. ― Você pode me seguir, Sr. Kirkland. ― Jack seguiu Drake por um longo corredor e em
um quarto de pelúcia. Uma cama king-size no meio da sala. Quando Jack olhou ao redor, viu
ganchos no teto, bem como sobre os pés da cama. Um estoque de madeira antiga estava na ponta da
cama, e uma infinidade de chicotes, algemas, prendedores de mamilos, contas, e qualquer outra
ferramenta de sexo imaginável dispostas ordenadamente em uma longa mesa que reveste a parede
oposta.
A parede adjacente à mesa tinha um grande espelho envolto nos dois sentidos, sem dúvida.
Olhou ao redor para as câmeras e observou pelo menos duas. Teria que ser malditamente cuidado
para não entrega-lo ou a Mia.
Seu estômago se apertou com o que ele tinha que fazer. Era irônico. Para salvar Mia, teria
que tê-la de uma maneira que sempre quis. Só esperava que ela o perdoasse. Que entendesse. E se
não fizesse, poderia viver com isso apenas o tempo que teve sua segurança daqui. Mesmo que isso
significasse ganhar o seu desprezo.
― Espere aqui ― disse Drake. ― Vou voltar com a menina. ― Jack respirou fundo e
descansou casualmente em uma poltrona de frente para a cama. Não queria parecer nervoso ou
agitado.
Poucos minutos depois, a porta abriu e Drake entrou, empurrando Mia na frente dele.
Ela estava completamente nua, exceto por um colar em volta do pescoço. Drake colocou
uma coleira amarrada ao pescoço.
Ela tropeçou quando Drake empurrou novamente. ― De joelhos cadela ― Drake ordenou a
Mia.
― Cumprimente seu mestre temporário. Se agradá-lo, você pode encontrar uma casa com
ele. Se não, será vendida no leilão mais tarde.
Mia lentamente levantou a cabeça e olhou para Jack. Seus olhos brilharam de raiva. Ela
estava chateada. Bom. Eles não quebraram seu espírito. Ela precisa de cada pedaço de seu juízo
sobre ela se eles iam sair vivos.
Como ela continuou a olhar para ele, viu algo mais espelhado em suas profundezas.
Outra coisa que não a raiva. Socorro. Confiança. Ele não merecia sua confiança. Isso a

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O QUE ELA DESEJA
MAYA BANKS
Série - Para o Seu Prazer 03

deixou para baixo, e ainda assim ela olhava para ele, calma, composta, apesar de sua postura rígida
desmentiu seu medo. Olhou para ela, querendo que ela entendesse, para continuar a confiar nele
quando ele fizesse o que deve.
Ele caminhou até ela, esperando que ela permanecesse em silêncio até que pudesse se livrar
de Drake.
― Você pode beijar meus pés escrava ― ele ordenou asperamente.
Ela piscou surpresa depois pareceu se recompor, escondendo suas emoções por trás de uma
máscara de indiferença. Drake a empurrou para baixo, e ela se apoiou com as mãos, o rosto a
poucos centímetros de seus pés. Após um momento de hesitação, apertou os lábios no topo de seus
sapatos depois lentamente se afastou.
― Muito bom ― disse Jack aprovando. Então olhou para Drake. ― Pode nos deixar agora.
Drake olhou como se fosse dizer algo, mas acenou com a cabeça e saiu da porta.
Jack recolheu a corda na mão e puxou Mia para uma posição em pé. Ele a encarou para
longe do espelho. Ela ficou rígida enquanto caminhava para trás dela. Pressionou seu peito nas
costas e afastou delicadamente de lado seu cabelo. Então abaixou a boca como se estivesse indo
beliscar em seu pescoço.
―Nós estamos sendo vigiados. ― Ele esperou que ela assimilasse as palavras, permitindo
ter tempo para digerir a situação. ― Preciso que você confie em mim Mia. Faça o que digo a você,
não importa o quê. Nós vamos foder aqui. Vamos fazer um show para esses bastardos. Concentre-se
em mim, docinho. Nada mais. Quando der o sinal, quero que você finja desmaiar. Não podemos
simplesmente sair. Nós vamos ter que lutar para sair. Você entendeu? ― Ela assentiu com a cabeça
ligeiramente.
Ele fechou os olhos por um instante, se arrependo da necessidade em seu peito. E vergonha.
Nunca quis que ela visse o verdadeiro Jack Kincaid. Ela o odiaria? Isso não importa. Estar viva era
o que importava. Seu desprezo inevitável por ele não.
Ele se preparou e parou de lutar contra sua excitação. Abraçou-a, permitindo espalhar por
seu corpo. Imagens do passado brilharam em sua mente como um filme de ação rápida. Mia em sua
cama, com sua boca sobre ela, suas pernas em volta dele. O desejo e dor que sentia sempre quando
tocava ou pensava nela. Agarrou ao desejo e aproveitou isso.
― Prepare-se para começar ― ele murmurou enquanto se afastou.
Ele circulou a volta na frente dela. ―De joelhos― disse ele bruscamente.
Ela caiu de joelhos, os olhos baixos em perfeita submissão. Se ela soubesse o quanto estava
bonita. Ele devia se sentir como a mais baixa escória por estar tão ligado, mas não podia negar a
onda de luxúria que corria em suas veias.

*** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. *** 47
O QUE ELA DESEJA
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Série - Para o Seu Prazer 03

Abriu o zíper de suas calças e tirou seu pau. Ele atou uma mão pelos cabelos e a puxou para
frente. ― Chupa-me ― ele ordenou. ― Leve-me profundamente. Faça-me gostar ou vou bater em
sua bunda.
Seus lábios lentamente se separaram. Ela olhou para ele, a incerteza piscando em seus lindos
olhos azuis. Acenou para ela, mostrando sua aprovação. Ele posicionou-se em seus lábios e
mergulhou dentro de sua boca em um golpe duro.
Deus, ela pareceu seda quente em torno de seu pau. Úmido, quente, tão erótico. Ele tirou a
mão de seu pau e colocou as duas mãos em seu cabelo, segurando-a firmemente contra ele.
Permitiu que sua natureza dominante assumisse. Isso era algo que não tem que fingir. O ato
que não era um ato. Ele os chamou. Assim como sempre exigiu.
Bloqueou sua volta, empurrou tudo de sua mente, apenas a mulher diante dele, a sua mais
preciosa fantasia ganhando vida.
― Quando gozar, quero que você engula cada gota ― ele murmurou. ― Se você derramar
sequer uma gota, você vai ser punida. Você me entende?
Seu pau enterrou tão profundamente dentro de sua boca impedindo sua resposta, então ela
acenou com a cabeça.
Ele se retirou, dando tempo para recuperar o fôlego, seguiu em frente novamente, em busca
de mais do seu calor sedoso. Uma mão deslizou em torno de seu queixo até que segurou seu queixo,
apertando ligeiramente.
― Abra mais, relaxe o maxilar ― que ele dirigiu. ― Você pode ter tudo de mim. Quero que
você faça isso. ― Ela lutou contra ele, mas não permitiu ditar a ação. Eventualmente, ela parou de
lutar e ele relaxou sua mão. Foi ao fundo de sua garganta, fazendo uma pausa para desfrutar a
sensação de estar completamente enterrado em sua boca.
Quando começou a lutar novamente, retirou-se, mais uma vez para deixá-la recuperar o
fôlego.
― Muito bom ― ele ronronou. ― Alguém poderia pensar que você está chupando um pau
toda a sua vida. Agora abra docinho. Estou gozando.
Ele segurou seu queixo novamente e começou a bombear profundamente em sua boca. Os
sons molhados de sua sucção e seus quadris batendo contra seu rosto encheu a sala. Sêmen saltou de
suas bolas, apertando cada centímetro de seu pau.
Ele cresceu na boca, e as primeiras rajadas do sêmen explodiram contra a parte detrás de sua
garganta. Ela gemeu baixinho quando engoliu e engoliu em seco novamente.
Empurrou contra ela, os músculos de suas pernas apertando como a última gota de sua
semente encheu sua boca. Ela continuou a chupar suavemente seu pau, lambendo e engolindo as

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Série - Para o Seu Prazer 03

últimas gotas de sua pele.


Finalmente, ele se afastou. Ele segurou seu queixo e a forçou a volta para ele. ― Você gosta
disso escrava?
Seus olhos brilhavam intensamente com a necessidade. Seus lábios estavam inchados de seu
uso severo.
― Sim ― ela sussurrou.
Limpou os lábios com a ponta do polegar. ― Levante-se ― que ele dirigiu.
Ela ficou trêmula de pé, cambaleando um pouco, enquanto estava na frente dele. Estendeu a
mão para tocar seu peito enchendo a mão. Beliscou seu mamilo com os dedos, puxando um pico
duro. Ela estremeceu debaixo de sua mão e se inclinou em sua carícia.
― Você gosta de chupar o meu pau ― ele perguntou.
― S... sim.
― Sim, senhor ― ele corrigiu.
― Sim, senhor.
― Muito bom. Estou satisfeito.
Jack queria vê-la curvar-se da cama, sua boceta nua para ele. Queria espancá-la, testemunhar
o brilho vermelho aparecendo na bunda, mas não sabia que ela já foi submetida. Não podia fazer
isso, apesar de ter sido uma prática comum para um mestre de punir um escravo, e os observadores
podiam esperar. Nunca iria machucar Mia. Queria trazê-la a tanto prazer quanto ele iria encontrar.
― Pode ir deitar-se na cama ― disse ele. ― Em suas costas, pernas e boceta espalhada.
Permita que as pernas balancem para fora da cama.
Ela se virou e caminhou em direção à cama, com passos incertos. Sofria por querer confortá-
la, deixá-la saber que iria salvá-la, mas agora, tinha que convencer todos observando que estava
apenas testando uma mercadoria.
Ela fez o que pediu, deitou na cama, realizando uma manobra na borda e deixando suas
pernas caírem para o lado. Espalhou-se para que as dobras rosa de sua vagina estivessem visíveis.
Despiu-se, em seguida, se aproximou, estabelecendo-se entre suas coxas. Estendeu a mão
para tocar os cachos loiros suaves, deixando o dedo perder tempo com seu clitóris. Ela suspirou e
empurrou a reação.
Ele arrastou para baixo até que circulou a borda da entrada da vagina. Em seguida, ele
deslizou um dedo dentro, transando com ela em movimentos lentos e fáceis. Ele se afastou, e ela
gemeu em protesto.
― Você existe para o meu prazer escrava, não o contrário ― ele repreendeu.
― Lembre-se e nós vamos conviver muito bem. ― Ele deixou as palavras escaparem de sua

*** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. *** 49
O QUE ELA DESEJA
MAYA BANKS
Série - Para o Seu Prazer 03

boca, mesmo quando tentou dar satisfação. Para fazê-la queimar por ele do jeito que ele queimava
por ela. Fazê-la esquecer de que estavam sendo vigiados. Queria que seu único foco fosse ele.
Apenas ele.
E o prazer que ele podia dar.
Ele abaixou a cabeça, encontrando suas dobras suaves com a boca. Ele se aninhou entre eles,
lambendo e mordendo a pele sensível. Suas coxas tremiam ao redor de sua cabeça. Seu corpo tremia
e tremia, e uma série de suspiros suaves escapou de seus lábios.
Deslizou a língua de sua entrada para o clitóris, saboreando, amando. Circulou o pequeno
botão com a ponta da língua antes de, finalmente, suga-lo em sua boca. Ela estava perto de seu
orgasmo, mas ele sabia que não podia dar a ela ainda.
Ele se afastou. Em seguida, ele subiu sobre seu corpo e montou seu rosto, colocando os
joelhos em ambos os lados de sua cabeça. ―Me chupe até que eu esteja duro o suficiente para te
foder corretamente ― exigiu.
Ele se inclinou para frente, levando o seu peso com as mãos. Seus quadris arqueados sobre a
boca, e ele balançou para frente, deslizando para trás entre os lábios. A posição era erótica como o
inferno. Ele podia foder seu rosto, como se estivesse fodendo sua boceta.
Ele deslizou para dentro e para fora, girando seus quadris e contrariando a frente novamente.
Seu pau saltou para a vida em sua boca quente e macia. Logo ele já estava duro novamente. Ele
afundou-se preguiçosamente para o fundo da sua garganta, apreciando a sensação de sua língua
esfregando seu pau.
Finalmente, ele retirou-se e deslizou para baixo de seu corpo até que ele, mais uma vez ficou
entre as coxas.
― Abra-se para mim ― disse ele. ― Use os dedos. ― Ela estendeu a mão hesitante,
espalhando as dobras gordas de sua vagina. O botão rosado enrugou e estava tenso. Sua entrada
brilhava com seus sucos. Ela estava ligada. Queria tanto quanto ele a queria.
Ele manuseou o clitóris, rolando-o em um movimento circular. Seus quadris empurraram, e
ela deixou escapar um gemido. Segurando o polegar firmemente contra o pequeno monte de carne,
ele posicionou seu pau e empurrou a seu punho.
Ela suspirou em voz alta e torceu debaixo dele. Ele prendeu-a contra a cama, pressionando
firmemente contra ela. Deu um momento para ajustar ao seu tamanho. Quando sua vagina apertou,
ordenhando, começou a bombear dentro dela.
Sua mão esquerda levantou do clitóris, e ela chorou seu protesto. Abriu mais as pernas e
afundou mais profundo dentro dela. Estendeu com ambas às mãos e torceu os mamilos entre os
dedos.

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O QUE ELA DESEJA
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Série - Para o Seu Prazer 03

Ele segurou para eles, puxando e puxando as pontas quando bateu repetidamente nela.
Seu corpo se esticou e convulsionado em torno dele. Sua vagina se apertou, segurando seu
pau. Sabia que ela estava perto de seu orgasmo.
Começou a bater mais forte, e quando sentiu que estava se aproximando de seu auge, ele deu
a cada mamilo uma pitada afiada.
Ela gritou, e sentiu uma onda de umidade em torno de seu pau. Continuou a empurrar. Seu
próprio orgasmo estava perto. Finalmente, ele arrastou de sua boceta e dirigiu o jato de esperma na
barriga e seios. Ele bombeou com a mão até as últimas gotas espalharem em sua pele. Então ele
deslizou de volta para ela e ficou lá por vários segundos.
Por um breve instante, seus olhos se conectaram. Ele sustentou seu olhar por um longo
segundo, querendo que ela entendesse. Ela olhou sem piscar, sua aceitação lá para ele ver. Uma
emoção sem nome inchou em seu peito, cru, quente e dolorida. Queria abraça-la, levá-la tão longe
deste lugar quanto podia. Em algum lugar poderia amá-la e cuidar dela.
Ele se afastou dela e a ajudou na cama, dando um aperto de mão reconfortante. ―Vá até o
banheiro e se limpe. Quando você voltar, quero que você me chupe até que eu fique duro de novo.
― Sim, senhor ― disse em voz baixa.
Ela entrou no banheiro a poucos passos, e podia ouvir a torneira aberta no lavatório. Alguns
momentos depois, ela voltou. Ele ficou no meio da sala, e ela caminhou até ele. Ajoelhou-se
graciosamente na frente dele e colocou as mãos em ambos os lados de seus quadris.
Sua língua deslizou sobre seu semi duro pau, e ele gemeu. Ela chupou em sua boca,
trabalhando a língua sobre a cabeça sensível. Ela era uma deusa absoluta, e daria qualquer coisa
para eles estar em qualquer lugar, mas neste buraco.
Permitiu que ela fizesse parte do trabalho neste momento, esperando pacientemente que ela
encontrasse seu ritmo. Suas mãos deslizavam sobre sua pele, cada toque enviando um choque de
prazer por sua espinha.
Logo cresceu e encheu sua boca. Nunca teve tal reação a uma mulher antes. Estava pronto
para transar com ela novamente depois de dois dos orgasmos mais explosivos de sua vida.
― De joelhos ― ele trincou fora. ― No chão, o rosto para o chão. ― Ela soltou seu pau e
se ajoelhou em frente a ele, colocando o rosto no chão, o rabo no ar. Suas mãos tremiam quando ele
apalpou sua bunda.
Ele se inclinou sobre ela, posicionando seu pau em sua vagina. Ele inclinou a cabeça para
beliscar em seu ombro. Então murmurou em voz baixa.
― Quando tentar foder sua bunda, você grita e fingirá desmaiar. Entendeu?
― Sim ― ela sussurrou sua voz tremendo.

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O QUE ELA DESEJA
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Série - Para o Seu Prazer 03

Ele flexionou os quadris para frente, surgindo sua boceta molhada. Ela pareceu magnífica.
Tão apertada.
Encaixava como uma luva, acariciando seu pau como lava derretida.
Ele fodeu lento e fácil por vários minutos. Sua mente correndo para preparar-se para a cena
que vem. Não tinha certeza de quantos estavam assistindo, mas viriam correndo bastante rápido.
Mia era o seu salário. Esperava que pudesse desarmá-los, usando o elemento surpresa, e pelo menos
teria uma arma, uma saída.
― Prepare-se ― ele murmurou sem mover os lábios.
Ele puxou dela e bateu na bunda dela grosseiramente. ― Vamos ver como você gosta de seu
traseiro fodido escrava ― ele disse em voz alta.
Abriu sua bunda e enfiou seu pau contra a apertada abertura enrugada. ― Agora ― ele
sussurrou.
Ele revirou os quadris para frente, fingindo foder sua bunda. Ela soltou um grito digno de
qualquer Oscar. Em seguida, caiu para frente no chão.
Jack pulou. ― Maldição ― ele rugiu. Virou-se com raiva. ― O que diabos está acontecendo
aqui?
Como esperado, a porta se abriu e dois homens correram de armas em punho. Drake estava
atrás deles, com o rosto zangado.
― Vadia estúpida desmaiou. Que tipo de mercadoria é essa? ― Jack vociferou.
― Minhas desculpas ― disse Drake, seu rosto assinalando com aborrecimento. ―Você
pode ter certeza que a situação vai ser corrigida. Imediatamente. Ela vai ser punida e melhor
preparada. ― Jack esperou até que Drake estivesse mais perto, e então ele bateu com a velocidade e
precisão mortal. Ele atacou com o pé, batendo a arma da mão de um guarda. Girou ao redor,
chutando o outro guarda no intestino. Quando o guarda se inclinou ofegante, Jack bateu no pescoço
com a ponta de sua mão, e o guarda caiu inconsciente.
O segundo homem se lançou para Jack, e ele torceu, levando os dois para o chão.
De repente, o homem ficou mole, e Jack empurrou para o lado em confusão.
Acima dele, Mia estava com a arma na mão. Ela bateu a merda do cara com a coronha da
pistola. Ela levantou-a e trêmula apontou para Drake, que estava lá, a boca aberta em choque.
― Não se mova filho da puta ― ela sussurrou. Balançou a arma mais forte quando enrolou
o dedo no gatilho.
― Mia querida ― Jack começou suavemente. ― Deixe-me pegar a arma. Nós não temos
tempo. Dê a arma.
Seus olhos se mantiveram estável, olhando para Drake com tanto ódio, Jack temia que ela

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O QUE ELA DESEJA
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Série - Para o Seu Prazer 03

fosse atirar ali mesmo. Não que ele se arrepender que uma bala atingisse o bastardo, mas eles
precisavam de Drake, a fim de sair vivo.
Cuidadosamente colocou um braço em volta dos ombros e pegou a arma. ― Dê-me
docinho. Precisamos nos apressar. Haverá outros.
Ela se virou para olhar para ele, seus olhos azuis brilhando de tanta dor e angústia que afetou
sua respiração. Ela soltou o aperto sobre a arma e entregou a Jack.
Jack pegou a arma e caminhou para frente, pressionando o cano na cabeça de Drake. ―
Pega a minha camisa Mia.
Mia puxou a camisa. Ele desligou-se de joelhos cobrindo a nudez, não que isso importasse.
Melhor nua do que morta na mente de Jack.
― Agora, o meu jeans, docinho.
Ele o pegou com uma mão enquanto apontava a arma em Drake. Quando terminou, puxou
Drake volta e começou a caminhar em direção à porta.
Ao passarem pela guarda inconsciente, Jack se inclinou para recuperar uma das pistolas
caídas. Devolveu a Mia. Em seguida, passou um braço em torno do pescoço de Drake e enfiou o
cano em sua testa.
― Você não vai conseguir acabar com isso ― Drake finalmente falou. ― A casa está
cercada. Vai estar morto antes que possa sair das terras.
― Então acho que você vai estar morto também ― Jack disse asperamente.
Na porta, Jack fez uma pausa e olhou para Mia. Ele acenou com a cabeça tranquilizando.
Então ele olhou para a arma em sua mão. ― Saber como usar isso?
― Posso controlar ― disse ela com os dentes cerrados.
― Então vamos sair daqui.

CAPÍTULO 11

Mia agarrou a pistola com ambas as mãos e seguiu Jack no corredor. Ela tremia como uma
folha, mas não estava disposta a ser a causa de eles ser morto.
Os eventos do dia foram tão rápidos com ela, e lutava para lidar com os traumas das últimas
horas.
À frente de Jack parou, quase a fazendo topar com ele. Ele fez uma pausa, em seguida,
sussurrou de volta para ela.
― Há mais na sala da frente. Prepare-se e seguir minha liderança. ― Pânico inchou em seu

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O QUE ELA DESEJA
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Série - Para o Seu Prazer 03

peito, e ela acenou. Seriam capazes de escapar?


Assim que eles dobraram a esquina, Jack quase arrastando Drake, a sala explodiu em ação.
Três guardas puxaram suas armas para fora, apontando-os em sua direção.
Jack enfiou a pistola mais duro para atesta de Drake. ― Baixem as armas ou o seu chefe
recebe o tiro. Compreendeu?
― Faça como ele diz ― Drake disse entre dentes.
Um por um, os homens lentamente baixaram as armas no chão.
― Mia chegou perto da porta ― Jack ordenou que ele se esgueirasse nessa direção, ainda
arrastando Drake junto com ele.
Mia correu em direção à porta, tomando cuidado para manter sua atenção nos guardas.
Sentiu a arma lisa na mão e agarrou mais firme para evitar que caísse.
― Quero que abra a porta. Quero que mergulhe, e role para baixo a inclinação. E continue.
Não pare por nada. Você entende?
― E você? ― Ela perguntou.
― Vou estar atrás de você. Eles têm guardas na entrada da frente. Há uma unidade no
portão da garagem. Mas do lado de fora da porta, há uma saída. Você vai ter que saltar por cima de
uma fileira de arbustos. Vou fornecer fogo de cobertura.
― Tudo bem ― disse com mais confiança do que sentia.
― Vá! ― Ele disse quando ele entrou em ação.
Quando chegou por trás para arrancar abrir a porta, Jack empurrou Drake em toda a sala em
direção aos guardas. Ela ouviu tiros soam quando se virou e mergulhou.
Aterrissou com um baque doloroso, sua pele nua raspando pedras e raízes, e deslizou para
baixo inclinando. Jogou a mão para deter-se e arrastou freneticamente em direção ao topo. Não se
importa com o que Jack disse, não ia deixá-lo morrer salvando seu traseiro.
Agarrou a arma em uma das mãos, enquanto lutava para pegar com a outra. Dor cortado
para baixo sua perna, e sentiu um fio quente. Devia ter se cortado na queda.
Tiros acima estimulou ir mais rápido até a colina. Quando chegou à sebe, passou por entre
os galhos espinhosos para espiar o outro lado. As luzes da casa iluminava à área suficiente para que
ela visse Jack se esconder atrás de uma das grandes colunas de madeira na varanda.
Estava evitando fogo de pelo menos três localidades. Balas recheando as colunas,
estilhaçando pedaços de madeira em todas as direções. Mia olhou freneticamente na direção de
onde os tiros estavam vindo, em busca de um alvo que pudesse apontar.
Levantou a pistola, segurando-a firme com as duas mãos. Quando viu um dos homens
armados ao redor da borda lateral da casa, apertou e atirou. Ele caiu no chão.

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O QUE ELA DESEJA
MAYA BANKS
Série - Para o Seu Prazer 03

― Tome isso, filho da puta ― Mia murmurou.


― Mia porra. Disse para dar o fora daqui ― gritou Jack.
― Merda teimoso ― disse baixinho.
Ela saltou como uma bala pela cobertura um pouco acima de sua cabeça. Fugiu de volta e
retornou atirando, cegamente, movendo a mão de um lado para outro.
Ouviu um baque depois que viu quando Jack saltou para fora dos arbustos. Rolou morro
abaixo, levando-a com ele.
A dor atravessou seu corpo. Sujeira encheu sua boca, e seu cabelo preso em paus e pedras
quando eles colidido e deslizou até parar na vala.
Tiros salpicando no chão à sua volta, e ouviu Jack soltou uma maldição de dor.
Ele a puxou contra seu corpo e rolou debaixo dele.
Seu coração batia contra o peito, e sua respiração vinha em jatos irregulares. Mas ele não
parou. Ele a puxou para cima quando eles chegaram ao muro de pedra em torno da propriedade. A
apenas dois metros de altura, mas saltar sobre ele sem levar um tiro seria complicado.
Jack não deu tempo para pensar como iriam realizar a façanha. Ele simplesmente pegou-a e
empurrou-a. Ela caiu em uma pilha e, segundos depois, Jack caiu a seu lado em meio ao som de
tiros. Ele arrastou-a ainda mais para baixo a inclinação até que eles desembarcaram na vala à beira
da estrada.
― Jack você recebeu um tiro? ― Ela perguntou.
Ele não respondeu de imediato, apenas a empurrou.
― Fique quieta ― ele ordenou. ― Dê-me um minuto.
Eles ali mais alguns segundos na vala profunda, o chão duro debaixo de suas costas.
Por fim, ele abrandou a ela, rolando para o lado.
― Vamos correr para a floresta. Se conseguirmos chegar a uma profundidade suficiente,
podemos despistá-los. ― O pensamento de correr para o interior do bosque descalço e seminua a
assustava.
Mas, então, a ideia de ficar parada e ser baleada era ainda mais assustador.
Jack se levantou com dificuldade, e foi então que ela sentiu uma gota de respingos de
sangue em seu rosto.
O sangue de Jack.
― Você foi atingido ― ela sussurrou.
― É apenas um arranhão ― disse ele. ― Vamos, vamos, antes dos holofotes chegarem.
De mãos dadas, eles correram para a cobertura das árvores em toda a estrada. Eles
mergulharam na densa mata e correndo cegamente através da vegetação rasteira.

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O QUE ELA DESEJA
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Série - Para o Seu Prazer 03

Depois do que pareceu uma eternidade, Jack diminuiu.


― Precisamos encontrar um lugar para nos escondermos e nos reagruparmos. ― Sua voz
soava tensa, como se estivesse sentindo dor. Um flash de pânico espetou a barriga de Mia. E se ele
ficasse gravemente ferido? Não havia nenhuma maneira que pudesse levá-los para fora da floresta
de forma segura.
Eles se estabeleceram em uma ravina profunda, quase seca desde que não houve chuvas
recentes. Eles deslizaram para baixo do aterro e inclinou contra a parede de terra batida.
― Onde você foi atingido? ― Mia exigiu passando as mãos sobre seu corpo.
― Não se preocupe comigo ― disse ele breve. ―Você está bem? ― Ele agarrou os ombros
em suas mãos e a puxou contra seu peito.
Ela se afastou. ― Estou bem Jack. Graças a você. Agora diga onde foi atingido, caramba.
― Meu braço ― disse. ― É apenas um arranhão. Nem pense que a bala penetrou. ― Ela
estendeu a mão, sentindo o seu caminho na escuridão. Seu braço estava molhado e pegajoso com o
sangue. Usando o polegar, ela sentiu suavemente a ferida. Ele estremeceu quando ela deslizou sobre
o corte.
― Sinto muito.
Ele levantou sua mão livre até a bochecha. ― Sinto muito Mia. Sinto muito por aquilo que
você teve que passar.
Suas bochechas ficaram quentes. Como poderia explicar que o que deveria ter sido a
experiência mais humilhante de sua vida foi a mais sexualmente maravilhosa? Por mais que a
envergonhasse admitir, havia esquecido tudo quando Jack havia tocado. Esqueceu-se que estavam
sendo observados, que ia ser vendido como um pedaço de imóveis.
Por um pequeno momento roubado ela foi sua.
― Sou a única que está arrependida ― disse ela em voz baixa. ― É minha culpa que
estamos nessa confusão.
― E quero ouvir tudo sobre isso assim que sairmos dessa bagunça vivo. ― Um nó se
formou em sua garganta. Como reagiria quando ele descobriu que ela foi presa? Sentia mais
vergonha por que fez isso ou de qualquer uma das coisas que ela foi forçada a fazer desde sua
prisão. Jack nunca iria entender.
― Acho que o sangramento diminuiu ― disse ela. O sangue parecia mais espesso e
pegajoso contra sua mão. ― Gostaria de ter algo para enrolar em seu braço para não entrar sujeira
na ferida.
― Tarde demais ― disse ele. ― Além do mais entre nós dois, não temos muita roupa.
Houve uma pitada de humor em seus tons secos, e ela riu. Colocou a mão sobre sua boca

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O QUE ELA DESEJA
MAYA BANKS
Série - Para o Seu Prazer 03

para abafar o som, mas o riso virou um som quase histeria.


Deus, ficar juntos por causa do Pete. Não era o momento de agir como uma menina tola.
Eles estavam sendo perseguidos e ele baleado, e a última coisa que Jack precisava era de
uma moça fraca.
Ela sufocou o último dos sons desesperados, quase engasgando enquanto engolia de volta.
― Sinto muito ― ela murmurou.
Ele se inclinou e a beijou na testa, mantendo os lábios ali por um longo momento.
― Nós devemos ir. Preciso chegar a um telefone. Liguei para um dos meus amigos Rangers
antes de ir procurar você. Não podemos confiar em ninguém nesta cidade, particularmente os
policiais locais.
― Diga-me sobre isso ― Mia disse debaixo de sua respiração.
― Você se machucou em qualquer lugar? ― Perguntou quando ele se levantou totalmente.
― Não ― ela mentiu.
Ela teve vários cortes e contusões. Sabia que sua perna estava sangrando, mas não era nada
fatal, e não precisa dele se preocupando com ela, quando a prioridade era encontrar uma maneira de
escapar de seus perseguidores.
― Qual o caminho? ― Ela perguntou.
― Vamos seguir o barranco ― disse ele. ― Nós podemos nos mover mais tranquilo desde o
que o fundo é de areia e rochas.
Sem mencionar o quanto mais fácil seria em seus pés.
Quando percorreram um quilômetro ou mais para baixo na vala profunda, uma ideia a
atingiu. Ela colocou a mão para Jack e parou em suas trilhas.
― O que há de errado?― Ele perguntou abruptamente.
― Jack sei onde podemos ir. Tenho um amigo. Ele vive no município mais próximo, e seu
amigo é um vice-xerife lá. Nós podemos confiar neles. Talvez eles possam nos ajudar até que seu
povo chegar aqui.
― Só quem é esse amigo? ― Perguntou Jack. ― E como você sabe que pode confiar nele?
― O nome dele é Ryder. O nome do seu amigo é Mac. Costumávamos passar um monte de
tempo juntos. Mac não está inativo porque foi ferido algum tempo atrás. Eles deveriam deixar a
cidade em breve, mas quando falei com Ryder há poucos dias, ele disse que não estavam saindo por
uma semana.
― Ele é o cara grande motociclista por acaso? ― Jack perguntou secamente.
Mia olhou para ele na escuridão, tentando obter uma leitura de sua expressão. ― Como você
sabe como ele se parece?

*** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. *** 57
O QUE ELA DESEJA
MAYA BANKS
Série - Para o Seu Prazer 03

― Vi você com ele na primeira noite. No bar.


― Ele veio para dizer adeus ― disse ela em voz baixa. ― Ele foi um bom amigo para mim.
― A questão é como chegamos a esses seus amigos ― ele a cortou.
―Ryder me deu o seu número de celular. Se pudesse chegar a um telefone, poderíamos
ligar e ele poderia vir nos pegar. Se Mac viesse com ele, a polícia local não suspeitaria.
― O que significa que ainda temos que encontrar um telefone ― Jack apontou. ― O que
nós não vamos fazer de pé aqui no meio do nada.
― Sim ― Mia murmurou enquanto Jack decolou na frente dela novamente.
Ela seguiu atrás dele como eles viajaram mais para dentro da floresta. A ravina estreitava em
alguns pontos, e em algumas áreas tinha água. Eles andaram no meio da lama, e estava grata que
não podia ver. Não queria saber o que eles estavam pisando.
― Vejo uma luz lá na frente ― Jack ligou de volta com uma voz calma. ― Pode ser uma
estrada principal, ou talvez um negócio.
Estendeu a mão para trás e pegou a mão dela na sua. O pequeno gesto fez seu pulso correr,
desta vez não de medo ou adrenalina. Sentia-se segura, tão ridículo quanto parecia. Quando ele a
tocou, sentiu-se como se nada pudesse machucá-la.
Eles se arrastaram para mais perto da luz distante. A ravina se arregalara, e água penetrou
até os tornozelos. Um estrondo ecoou distante, e Jack puxou-a para baixo, com o corpo pairando
protetoramente sobre ela.
― É um carro ― ele sussurrou. ― Saímos por uma estrada. ― Eles esperaram que o som se
aproximasse. Ele se elevou depois que passara na frente deles e, em seguida, começou a diminuir a
distância.
Jack se levantou lentamente. ― Fique aqui um minuto. Deixe-me dar uma olhada. ― Mia
encolheu-se na água, tremendo, não de frio, mas de fadiga quando a última adrenalina induzida
desacelerou.
Poucos minutos depois, Jack deslizou para baixo da margem do barranco e colocou as mãos
em torno de seus ombros.
― Há uma casa a cerca de meia milha através do campo. Ninguém na casa que eu posso
dizer. Se tivermos sorte, há um telefone lá que podemos usar.
― E talvez algumas roupas que podemos roubar ― ela murmurou.
Jack ajudou a subir o barranco íngreme, e cambaleou a curta distância até a estrada de
cascalho.
― Precisamos nos apressar. Você pode fazer isso?
―Vamos lá ― disse ela o atendendo.

*** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. *** 58
O QUE ELA DESEJA
MAYA BANKS
Série - Para o Seu Prazer 03

Eles correram em toda a estrada e no campo. A única luz do amanhecer iluminava seus
caminhos, e quando eles cruzaram a vala do outro lado, ela olhou para a caixa de correio inclinada
ao lado da garagem longa e sinuosa. Ela olhou o endereço e o número da estrada do condado antes
de correr o mais rápido que podia para recuperar o atraso com Jack.
As rochas escavavam dolorosamente nas solas dos pés. Sangue quente correu livremente
para baixo em sua perna, e espinhos afiados bateu em seus joelhos. Dor ondulou acima de seus
lados, atando sob suas costelas, roubando o fôlego.
Eles circularam na parte de trás da casa. Um carro velho e surrado estava estacionado em
uma garagem na parte de trás, e uma única lâmpada brilhava de uma das janelas da casa.
― Acha que alguém está em casa ― ela sussurrou.
Jack se agachou atrás da garagem e prendeu a respiração. ― Vou precisar dar uma olhada
mais atento. Preciso entrar em contato com Kenny e dar mais algumas informações. Não quero que
ele venha no escuro, mas é provavelmente melhor fazer isso, uma vez que já estejamos com seu
amigo policial.
― Então o que vamos fazer?
― Espero que ninguém esteja em casa ― disse Jack. ― Vamos lá. Nós não vamos chegar a
lugar nenhum por ficar aqui.
Eles correram em direção à porta dos fundos. Jack sacou a arma e apertou-se encostado na
casa. Ele olhou para a janela e fez sinal para ela ficar quieta.
― Não há ninguém na cozinha. O resto da casa está escuro. Foram-se ou estão dormindo.
Vejo um telefone sem fio em cima do balcão. Espere aqui. Vou pegá-lo. Você pode usá-lo aqui.
Mia prendeu a respiração quando Jack testou a porta. Para seu alívio, não estava trancada, e
abriu silenciosamente. Desapareceu dentro, e ela agarrou a arma mais forte.
Dois minutos depois, ele voltou com o telefone na mão. Ele fez um gesto para que ela o
seguisse a curta distância até a garagem.
― Nós podemos esconder aqui, enquanto faz a ligação ― disse ele enquanto empurrava o
receptor em sua mão.

CAPÍTULO 12

A luz nublada do amanhecer sobre a garagem lançava um brilho pálido sobre seu
esconderijo ao lado do antigo prédio, e Jack ouviu quando Mia falava em tons baixos por telefone.
Era como chutar sua bunda ter que pedir ao menino de moto para ajudar, mas também sabia que ele

*** Esta tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. *** 59
O QUE ELA DESEJA
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Série - Para o Seu Prazer 03

não teria uma chance de ele e Mia saírem dessa vivos sem ele.
Estava ferido e ela também. Notou o sangue descendo por sua perna, bem como os outros
inúmeros cortes e contusões. Mas nunca reclamou. Nem uma vez. Ele a subestimou.
O que aconteceu com ela nas horas que passou antes dele vir para ela? Queria Drake. Queria
matá-lo por se atrever a tocar em Mia. Apenas pediu que chegasse a tempo para poupá-la de
qualquer tratamento cruel nas mãos de Drake.
Mia se virou o telefone na mão. ― Eles estão vindo até nós.
― Quanto tempo? ― Perguntou Jack.
― Trinta minutos talvez ― disse ela com um encolher de ombros.
― Venha aqui ― ordenou.
Ela caminhou em seus braços, e ele a puxou com força contra ele. Então a virou e puxou a
blusa. Suas mãos acariciaram seu corpo, procurando por ferimentos, assegurando-se de que ela
estava bem. Depois que girou de volta ao redor, pegou seus pulsos em suas mãos e franziu o cenho
para o atrito que viu. Queimaduras de corda. Inclinou seu pescoço e beijou o interior de cada pulso.
― O que eles fizeram com você? ― Perguntou com voz rouca.
Ela olhou seriamente para ele, seus olhos azuis brilhando na penumbra. ― Só o que você vê
― disse. ― Nada mais.
Ele pressionou a testa. ― Sinto muito Mia. Desculpe-me pelo o que eu tive que fazer. Só
espero que não me odeie quando tudo isso acabar. ― Ela enrolou os braços ao redor de seu
pescoço. Seu pequeno corpo derreteu no dele, e ele fechou os olhos de prazer. Amava o jeito que
ela se encaixava contra ele. Tão suave e doce.
― Não odeio você.
Ele a segurou com força, acariciando seu cabelo emaranhado. ― Você deveria. O que fiz foi
imperdoável.
Para sua surpresa, ela se afastou lentamente, depois apertou os lábios contra os dele. Leve
como uma pena leve, tão suave e dolorosamente doce. Ele não se moveu, com medo de estragar o
momento. Em vez disso, ele deixou ditar a ação.
― Você me salvou ― disse ela contra seus lábios. ― Como isso pode ser imperdoável? ―
Olhou para ela por um longo segundo. Ela o surpreendeu em cada momento. Sempre a via como
delicada. Na necessidade de cuidar. Era um papel que era adequado jogar. Esse novo olhar o
perturbou. Talvez ela não precisasse dele tanto quanto sempre gostava de pensar. Longe de ser
fraca, ela tinha um fio de aço que tecida em sua enganosamente frágil aparência exterior.
Talvez precisasse dela. E que o perturbava.
― Devemos sair daqui antes que os donos voltem para casa ― disse ele. ― Podemos

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O QUE ELA DESEJA
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Série - Para o Seu Prazer 03

esperar na ravina novamente. É bastante profunda e não pode ser visto da estrada. ― Ela enrolou a
mão com confiança na sua, e que se arrastou por todo o campo, mantendo-se abaixada no chão.
Quando chegaram à estrada, olhou para a esquerda e para a direita, em seguida, empurrou Mia para
frente. Eles correram o mais rápido que podiam para o outro lado e deslizaram a esmo para dentro
do barranco.
Ele recolheu-a em seus braços e a abraçou, enquanto esperavam. Depois de vários minutos
de duração, ele perguntou: ― Qual é o carro de seu amigo?
― Um caminhão vermelho Dodge. Eles são boas pessoas Jack ― disse como se sentindo
sua hesitação em confiar em estranhos.
― Sim, bem, vamos esperar que o seu amigo policial não esteja na liga com os policiais
aqui.
― Ele não está ― disse ela simplesmente.
À medida que os minutos passavam, ela caiu em seus braços, seu corpo murcho contra ele.
Ele acariciou sua cabeça e beijou a nuca. Seu braço doía como o inferno, mas pelo menos o
sangramento abrandou a um gotejamento. Uma boa limpeza e um curativo e ficaria bem. Ela estava
se preocupando com ele. Ele não foi capaz de fazer mais do que uma inspeção rápida de suas lesões
na penumbra pela garagem.
Quando ele ouviu o som de um veículo se aproximando, ele ficou tenso. Mia agitou-se
contra ele, e ele colocou um dedo sobre os lábios.
― Vou dar uma olhada ― ele murmurou. ― Fique aqui até que eu chame por você. ― Ele
agarrou sua arma e subiu a rampa. Um caminhão que dirigia em direção a eles estava com os, faróis
apagados. Pensamento inteligente da parte deles, caso contrário, não seria capaz de ver nada no
brilho.
Mas, ainda assim, não queria correr nenhum risco. Esperou até que o caminhão estivesse
quase em cima dele, então correu para o meio da estrada, sacou a arma e ficou apontando a arma
para o motorista ao lado do caminhão.
O caminhão parou e em dois segundos Jack encontrou-se olhando para o cano de uma arma.
Impasse mexicano. Só que nenhum deles era mexicano.
Outro homem saiu do banco do passageiro, ignorando a presença de Jack completamente.
Garoto de moto.
― Mia? ― O menino da moto chamou. ― Onde está você, menina? ― Jack teve que
entregá-la a ele. Pelo menos o rapaz parecia preocupado. O outro cara, Mac, presumivelmente não
disse nada. Apenas continuou a apontar a arma para Jack.
Então Mac falou.

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O QUE ELA DESEJA
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Série - Para o Seu Prazer 03

― Particularmente não gosto de ser alvo, especialmente quando deixei alguém numa cama
quente no meio da noite para ajudar.
Jack relaxou seu controle sobre a arma e a colocou na cintura de suas calças. Ele correu para
onde Mia ainda se escondia e se inclinou para dar a mão.
― Está. Você pode vir em agora.
Ele a puxou para ficar ao lado dele, e ela foi imediatamente para o rapaz da moto.
Mac caminhou até onde todos estavam, embora a arma ainda estivesse agarrada em sua mão.
― Sugiro que não fiquemos com troca de gentilezas. Vamos dar o fora daqui ― disse Mac.
― Você está ferida menina, ― o rapaz da moto disse a Mia enquanto a abraçava apertado.
― Eu estou bem Ryder. Vamos, por favor.
Jack enrolou um braço possessivo ao redor de sua cintura e ajudou a entrar na cabine
estendida do caminhão. Ryder deslizou para frente, e Mac correu para o lado do motorista.
Quando eles foram embora, Mac olhou para o espelho retrovisor para Jack. ― Suponha-se
que vai me dizer o que diabos está acontecendo.
Jack colocou um braço em torno de Mia, puxando-a mais para deitar contra ele. ― Meu
nome é Jack Kincaid. Sou um Texas Ranger. No início desta noite, Mia foi sequestrada e foi
forçada a um leilão e ser vendida como escrava sexual.
Ryder prendeu a respiração. ― Filho da puta!
― O que a polícia local fez com isso? — Perguntou Mac. ― Ryder disse que a Mia disse
não se podia confiar.
― Eles não podem, ― Mia falou calmamente.
Passaram vários minutos, virando-se para fora da estrada de cascalho em uma rodovia
pavimentada.
― Abaixe-se, ― Mac ordenou severamente. ― Há um obstáculo à frente. Não sei o que
diabos está acontecendo, mas espero que você esteja me dizendo à verdade, porque estou prestes a
mentir através dos meus dentes da frente.1
Jack imediatamente empurrou Mia para o chão, em seguida, colocar sobre ela. Ryder jogou
algumas sacolas da academia na frente em cima de Jack. Que diabos havia nessas coisas? Tijolo?
O caminhão diminuiu a velocidade, e Jack prendeu a respiração. Ouviu Mac dizer algo,
provavelmente como mostrou o distintivo. Em seguida, ouviu um dos policiais recitar uma lenga-
lenga sobre um psicopata louco à solta e uma mulher com posse de drogas.
Em poucos segundos, eles foram embora, e Jack relaxou novamente.

1
lie through my front teeth – uma expressão idiomática que quer dizer, mentir corajosamente; fazer alguém acreditar
que numa mentira.

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Série - Para o Seu Prazer 03

―Vocês podem levantar agora ― Mac disse de volta. ― está tudo limpo.
Jack rastejou de volta para o banco e sentou Mia ao lado dele. ― Eu machuquei você? —
Perguntou em voz baixa.
Ela balançou a cabeça e aninhado em seu lado.
― Não estamos muito longe da minha casa ― disse Mac.
Quinze minutos mais tarde, entraram na garagem de uma casa pequena. Mac e Ryder
desceram e Jack deslizou para fora do banco de trás. Estendeu os braços para Mia, e ela se arrastou
para fora ao lado dele. Ela se levantou, tentando endireitar e puxar para baixo sua camisa para um
comprimento aceitável.
Eles entraram na casa, e Jack viu uma mulher pequena se atirar para Mac. Mas o que mais o
surpreendeu foi que depois que ela colocou um baita de um beijo ardente em Mac, ela se virou e fez
o mesmo com o rapaz da moto.
Então ela virou seu olhar sobre Mia, e seus olhos se estreitaram. Jack fixou com o sua mais
feroz carranca. Não precisava de uma mulher com meleca no nariz olhando para Mia.
Mac respondeu por pisar na frente de Kit e cruzou os braços sobre o peito. Ele olhou para
Jack.
― Olha gente ― Mia interrompeu cansada. ― Podemos dispensar toda a testosterona?
Prometo que Kit e eu não vamos puxar o cabelo uma da outra.
Ryder olhou para Mia em preocupação. ― Por que você não vai tomar um banho e se limpar
menina. Vou pegar algumas roupas novas.
― Nós dois poderíamos tomar um chuveiro ― Jack disse, deixando os outros pensarem o
que eles queriam da declaração.
Ryder levantou uma sobrancelha. ― Não tem problema. Vou te mostrar o banheiro, e vou
conseguir alguma coisa para você vestir.
Jack colocou a mão nas costas de Mia e guiou-a na frente dele enquanto seguiam Ryder em
um quarto grande. Ryder fez um gesto em direção ao banheiro.
― Vou deixar algumas roupas em cima da cama para você.
― Obrigado Ryder ― disse Mia.
― A qualquer hora menina.
Assim quando Ryder saiu do quarto, Jack levou Mia para o banheiro.
― Que diabos foi isso? Sinto que entrei na zona do crepúsculo.
Mia riu. ― Mac, Ryder e Kit têm uma relação única, acho que você poderia dizer.
Jack levantou uma sobrancelha. ― Você quer dizer que eles estão juntos? O rapaz da moto
oscila em ambos os sentidos?

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O QUE ELA DESEJA
MAYA BANKS
Série - Para o Seu Prazer 03

― Não! Oh merda, não. ― Ela parou segurando um riso. ― Oh Senhor se Mac ou Ryder
ouvirem você dizer isso, eles provavelmente vão matá-lo. Eles, uhm, bem, eles compartilham Kit
Jack lançou lhe um olhar de descrença. ― Isso é fodido. De jeito nenhum eu iria partilhar a
minha mulher com outro homem.
Ela olhou para ele por um longo momento, seus olhos faíscas com o calor. ― Não, eu não
acho que você faria.
Ele ligou o chuveiro, em seguida, saiu da calça jeans rasgada. Estendeu a mão para a bainha
da camisa de Mia e lentamente puxou pela cabeça. Observou cuidadosamente, examinando sua
linguagem corporal para os sinais que estava empurrando muito duro. Tudo o que encontrou foi
resposta ao desejo.
Entrou debaixo do chuveiro quente e a puxou para dentro com ele. Enquanto a água caía
sobre eles, ele colocou as duas mãos em sua cabeça e baixou os lábios para beijá-la.
Água rolou pelas pontas de seus seios. Seus mamilos enrugados e tornaram-se pontos duros.
Não podia resistir tocá-los, colocando os montes suaves e aprimorando os mamilos com as pontas
dos dedos.
Colocou xampu na mão e ensaboou o cabelo. Ensaboou o resto do corpo dela, tomando
cuidado para não ferir os arranhões e cortes. Limpou a sujeira e sangue de suas pernas, e tomou
cuidado especial para lavar o grande corte em sua panturrilha.
Então ensaboou seu próprio corpo, apressadamente lavando para que pudesse voltar sua
atenção de volta para Mia. Segurou-a sob o spray, lavou o sabão e sujeira de seu corpo. Suas mãos
esfregaram e acariciaram, tentando banir a cada toque, exceto o dele.
Ela gemeu contra ele, como um doce som de rendição. Tinha que tê-la. Bem aqui, agora.
― Quero você ― ele sussurrou em seu ouvido. Não era um pedido. Pelo contrário, foi uma
demanda, disse tão delicadamente quanto podia, considerando sua necessidade furiosa.
Ele a pegou com facilidade, içando-a de seu corpo. Seu pau esticado saltando para fora.
Segurando-a com um braço, estendeu a mão para o pau, colocando-o em sua boceta. Então
ele deslizou nela.
Ela envolveu suas pernas ao redor de sua cintura, prendendo seus tornozelos juntos. Ele
segurou sua bunda com as duas mãos, empurrando-a para cima e para baixo quando seu pau
deslizou facilmente para suas profundezas.
Transou com ela com urgência. Eles não têm tempo para uma partida lenta de fazer amor, e
não que pudesse prometer uma de qualquer maneira. Reuniram-se em uma explosão de necessidade
e adrenalina. O som de sua bunda batendo contra suas coxas subiu sobre a água correndo.
Quando sentiu suas bolas apertarem, abaixou a cabeça e cravou os dentes na pele macia de

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O QUE ELA DESEJA
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Série - Para o Seu Prazer 03

seu pescoço. Ela suspirou em seu ouvido e apertou-o mais forte com as mãos.
Gozou rápido, enchendo-a com a sua libertação quente. Sabia que ainda não havia atingido
seu pico. Bateu contra ela duas vezes mais, drenando-se completamente.
Estendeu a mão e desligou a água, em seguida, puxou-a para fora do chuveiro. Não
querendo que ela saísse de seu orgasmo iminente, ele a colocou sobre a pia e abriu as pernas.
Sua vagina, rosa escureceu de seus golpes, espalhada e aberta para ele, suave e convidativa.
Seus cachos úmidos, escuros contra sua pele pálida brilhavam com a umidade e sua semente.
Mergulhou dois dedos dentro dela, usando seu polegar para rolar sobre seu clitóris. Ele
posicionou a outra mão entre suas nádegas. Usando um dedo, roçou levemente contra sua abertura
anal apertada.
Continuando suas estocadas com uma mão, inseriu um dedo em seu ânus. Ela apertou seus
músculos contra a invasão e soltou um gemido.
Seu corpo se contorcia sem parar em cima da pia. Ela se contorceu com a necessidade
insatisfeita.
― Quanto perto você está? ― Ele rosnou em voz baixa.
― Oh, Deus ― ela arquejou. ― Por favor, não pare.
― Não tenho nenhuma intenção de parar docinho. Quero que você goze em toda a minha
mão. ― Ele deslizou um segundo dedo em sua bunda, e ela foi à loucura. Resistiu contra ele,
quando ele a levou a um maior prazer. Sua vagina chupou os dedos e inundou com a umidade.
― É isso ― ele ronronou. ― Deixe-se ir.
Ele beliscou seu clitóris, e seu corpo se contraiu e ficou mole. Cuidadosamente retirou os
dedos e a recolheu nos braços quando o último de seus tremores assolou seu corpo.
― Vamos vestir e ver como sair dessa bagunça.

CAPÍTULO 13

Mia andou com as pernas trêmulas para o quarto onde Ryder colocou as roupas para ela e
Jack. Ela estava correndo no vazio. De alguma forma, conseguiu puxar a camisa e casacos antes de

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Série - Para o Seu Prazer 03

suas pernas cederam e cair sobre a cama.


Na frente dela, Jack vestiu uma camiseta e um par de calças que eram um pouco grande
demais para ele. Ele se aproximou dela e segurou o queixo com a mão.
― Sei que você está cansada. Vamos conversar com seus amigos. Preciso ligar para Kenny
e ver o quanto longe ele está. Ele deve chegar em breve. Prometo quando isso acabar, você pode
dormir por uma semana. ― Ela tentou sorrir, mas não conseguia reunir a energia. Emitindo um
longo suspiro, ela se levantou e caminhou em direção à porta.
Mac, Ryder e Kit todos estavam na sala e olharam para cima quando ela e Jack entraram.
Mac olhou para eles com impaciência, com os braços cruzados sobre o peito.
― Qual de vocês vai me dizer o que diabos está acontecendo? ― Mac exigiu.
Jack deslizou sua mão sobre a de Mia. ― O imbecil que é dono do clube de strip próximo
do município tentou leiloar Mia mais cedo esta noite. Se não tivesse aparecido, e se não tivéssemos
feito nosso caminho de lá, Mia ficaria bem em seu caminho para algum idiota que iria mantê-la
como escrava sexual.
A expressão de Mac escureceu. Ao lado dele, Ryder praguejou baixinho.
― E você não foram à polícia local por quê? ― Perguntou Mac.
― Porque eles estão dentro nisso ― Mia falou baixinho.
Jack olhou de lado para ela, seus olhos sondando.
Mac olhou gentilmente para ela. ― Talvez você deva se sentar antes de cair e explicar o que
você quis dizer.
Kit ainda olhava cautelosamente para ela, mas seus olhos se suavizaram um pouco. ― Posso
pegar algo para beber? ― Ela perguntou.
Mia balançou a cabeça e se sentou no sofá. Jack permaneceu de pé.
― Acho que o juiz está em com eles também ― disse Mia. Ela respirou fundo, sabendo que
teria que contar toda a história.
― Seis meses atrás, eu vim pra essa cidade. Não estava planejando ficar muito tempo. Parei
em uma lanchonete local e quando voltei meu carro não pegava. Um dos policiais locais disse que
ele tinha um cunhado, que era dono de uma loja de conserto. Levando lá, descobri que ia me custar
centenas de dólares para consertar. Dinheiro eu não tenho ― acrescentou sem convicção.
Ela manteve seu olhar para baixo, não querendo conhecer o olhar de Jack. ― O dono da
oficina disse que tinha um pequeno trabalho que ele precisava fazer, e se eu ajudasse, ele abateria
dos custos dos reparos. Pulei para isso. Ele queria que eu entregasse uma mochila em um endereço
na cidade, então eu fiz isso. ― Ouviu um gemido, mas não tinha certeza de quem veio. Não olhou
para cima para ver. Torceu as mãos no colo, e continuou.

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O QUE ELA DESEJA
MAYA BANKS
Série - Para o Seu Prazer 03

― Do outro lado da cidade eu fui pega. Pelo mesmo policial que arranjou meu reboque para
a garagem. Revistou o carro e encontraram drogas na mochila. Prendeu-me e me levou para a
cadeia.
― Filho da puta ― Jack cuspiu. ― negocio clássico.
― Antes que me levassem e das impressões digitais Martin apareceu.
― Quem é Martin? ― Mac interrompeu.
― Ele é o cara que é dono do clube de strip ― Mia respondeu. ― De qualquer forma, ele
apareceu e fez este grande negócio de me socorrer, disse que se eu viesse trabalhar para ele, iria
garantir que as coisas ficassem em ordem. Descobri mais tarde que esperava que me despisse para
ele. No início recusei, mas ele deixou claro, assim como o policial idiota, que eu prontamente seria
presa e guardada por posse de drogas, se não fizesse o que me disseram. Eles sugeriram fortemente
que o juiz era um grande amigo e daria uma sentença bastante dura.
― Maldito ― Jack disse, batendo com o punho na sua mão. ― Vou matar esses filhos da
puta.
Mia olhou para ele pela primeira vez. Ela engoliu em seco. ― Jack, eu sabia o que estava na
mochila. Sabia que ele estava me pedindo para fazer. Fiz isso de qualquer maneira. Sou culpada. Se
tudo isso explode, vou para a cadeia sob a acusação de posse de drogas.
Jack olhou para ela por um longo tempo, com os olhos brilhando de raiva.
― E estou dizendo, se tivesse a certeza que você estava sendo cuidada, nada disso teria
acontecido.
― Então ele é o idiota que te machucou ― disse Ryder, a realização refletida em sua voz.
― Sempre quis saber quem colocou essas sombras em seus olhos.
― Ryder, por favor, ― ela disse.
Jack sacudiu a cabeça na direção de Ryder. ― Sim, eu sou tão imbecil. O mesmo idiota que
não vai ficar parado e deixar que ela se machuque novamente.
― Podemos manter o assunto em questão ― perguntou Mac, segurando as mãos para cima.
― Nós temos problemas. Se o velho Juiz Allen está em com este Martin e pelo menos um dos
policiais, você pode apostar que o xerife está envolvido também. Eles vão ao caminho de volta. ―
Ele se virou para Jack. ― Você pode querer obter os seus amigos da guarda aqui. O problema é que
não temos provas concretas, e não podemos sair por aí prendendo agentes da lei não mencionando
os juízes que estiveram por mais tempo do que a sujeira sem provas.
― Precisamos de Martin e Drake, o idiota que iria leiloar Mia ― Jack murmurou. ―Se
conseguirmos os dois, as chances são de que eles vão cantar.
― Não quero ir para a cadeia ― Mia murmurou, fechando os olhos com força, com o

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O QUE ELA DESEJA
MAYA BANKS
Série - Para o Seu Prazer 03

pesadelo dos últimos seis meses pairavam como um bloco de cimento na cabeça.
Jack ficou de joelhos na frente dela. Juntou as mãos entre as suas e olhou em seus olhos. ―
Você não vai para a cadeia Mia. Você foi conduzida desde o início. Não vou deixar você ir. Você
entende isso? Sei que eu a decepcionei, mas preciso que você confie em mim agora. Você pode
fazer isso?
Ela balançou a cabeça lentamente e satisfação selvagem rolou pelo rosto de Jack. Ele a puxou
contra ele e a beijou-a longo e duro. Quando finalmente a soltou, seus lábios estavam quentes e
inchados.
Ele se levantou e olhou para Mac. ― Vou chamar Kenny, mas preciso ir atrás de Martin e
Drake. Se conseguirmos chegar a eles, nós vamos ter o que precisamos para ir atrás do resto. Em
quem você pode confiar na sua força?
― Deixe-me fazer algumas ligações ― disse Mac. ― Nós não podemos fazer isso através
dos livros, mas vamos fazer, no entanto.
Jack sorriu. ― Você é meu tipo de homem.
A próxima hora passou em um flash de telefonemas e com a chegada de mais policiais. Mia
viu em uma ofuscação do sofá. Ela amontoou ali enrolada em um cobertor.
― Ryder disse-me que quase chutou a bunda quando ele se afastou de mim. ― Mia olhou
para cima para ver Kit de pé ao lado do sofá. Ela sorriu um pouco. ― Disse que ele era um idiota.
― Posso me sentar? ― Kit perguntou.
Mia deu de ombros.
Kit suspirou. ― Olha sei que você não gosta de mim, e bem, eu não gosto muito. Você é
muito bonita, e Ryder viu seus seios. Mas sinto muito pelo que aconteceu com você. ― Mia
sufocou uma risada. ― Isso faria você se sentir melhor saber metade dos homens nessa parte do
Texas vi meus seios?
― Só vou deixar você na minha casa porque Mac não viu ― Kit disse secamente.
Mia relaxou um pouco. Não, ela e Kit nunca seriam amigas, mas apreciava a honestidade da
outra mulher. E não estava prestes a dizer que Mac viu seus seios. Ele estava no clube quando ela
dançou antes.
O barulho de armas, o farfalhar das vestes, a sala ecoou com os sons de uma dúzia de
homens, todos se preparando para a ação. Eles conversaram, planejando e murmurando.
Finalmente, eles estavam prontos para sair. Jack ajoelhou-se na frente de Mia.
― Estarei de volta em breve. Nós vamos tirar você dessa Mia. Eu juro. ― Ela se inclinou e
beijou-o avidamente. ― Depressa ― ela sussurrou.
Jack se levantou e olhou em cima da Ryder. ― Você vai ficar com elas certo?

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O QUE ELA DESEJA
MAYA BANKS
Série - Para o Seu Prazer 03

― Bem, não sou um policial ― disse Ryder preguiçosamente. ― De jeito nenhum deixaria
minha menina Kit ou Mia sozinha.
Um olhar de compreensão passou entre os dois homens. Kit correu para Mac. ― Por favor,
tome cuidado ― disse ela em uma voz rouca. ― Não quero que você se machuque novamente. ―
Mac beijou seus lábios possessivamente. ― Vou ficar bem baby. Fica com Ryder, ele pode
cuidar de você. Estarei de volta quando puder.
Mia viu quando eles saíram pela porta. Não podia deixar o eixo do medo que atravessava seu
peito. Jack estava saindo para lutar suas batalhas. Deveria estar com ele, não aqui, deixá-lo fazer a
luta por ela.
― Vou preparar de algo para comer ― disse Kit quando a porta se fechou atrás dos homens.
― Você precisa comer alguma coisa. Quando foi a última vez que você comeu?
― Não me lembro ― Mia admitiu.
Kit entrou na cozinha, deixando Mia e Ryder sozinho na sala de estar.
― Você está bem, menina?
Mia balançou a cabeça. ― Estou com medo. Não quero que ninguém se fira por causa dos
meus erros. ― Eles sentaram em silêncio. Kit trouxe um prato de sanduíches e uma jarra de chá.
Mia pegou a sua comida, seu coração não para de doer.
Quando se sentaram na sala de estar, observando as horas passando, ouviram uma batida na
porta.
Ryder se levantou. ― Kit, você e Mia vão até a cozinha e fiquem lá. Vou ver quem está na
porta.
Mia seguiu Kit para a cozinha, seu pulso martelando nas têmporas. Ela foi até a pia e correu
água em suas mãos, espirrando seu rosto em uma tentativa de dissipar o medo a comendo.
― Não estou aderindo ao redor aqui ― Kit murmurou. ― Não sei quem está na porta, mas
não vou deixar Ryder se meter em apuros. ― Não por uma stripper. Kit não tinha necessidade de
dizer o resto. A expressão de Kit praticamente disse tudo, e Mia não podia culpá-la. Não gostaria
que o homem que ela amasse arriscasse sua vida por ninguém.
Mia seguia de perto. Quando elas entraram na sala de estar, Mia congelou. Estava ao lado de
Ryder estavam dois policiais. Dois policiais de Buford County.
― Mia Nichols? ― Um deles perguntou quando elas se adiantaram.
Ryder praguejou. ― Disse para ficar na cozinha.
― Temos um mandado para sua prisão senhorita Nichols. Coloque as mãos atrás das costas
e se vire.
Mia olhou para os dois oficiais em horror. ― Quais são as acusações ― ela resmungou,

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Série - Para o Seu Prazer 03

embora soubesse. Ela sabia.


― Posse de drogas e prostituição ― respondeu um deles.
O outro se aproximou dela e agarrou o braço, girando em torno dela. Ele torceu um pulso
por trás dela e apertou as algemas. Então ele se inclinou seu outro braço e garantiu seu outro pulso.
Ele começou a recitar seus direitos de com uma voz firme.
― Ryder faça alguma coisa! ― Kit chorou.
― Não! ― Mia falou. ― Não faça nada estúpido. Não mereço que você se machuque ou
morra. Só por favor, encontre Jack. Diga a ele o que aconteceu. ― Ryder parecia dividido entre
rasgar os dois oficiais à parte e atender o que Mia disse.
― Você não pode deixar Kit aqui sozinha Ryder. Você só vai ser preso. Pense ― ela
implorou. ― Minha única esperança é você dizer a Jack o que aconteceu.
Ryder xingou longo e duro. ― Não se preocupe Mia. Kit e eu vamos ficar com você.
― Fique aqui ― Mia implorou. ― Por favor. Você precisa estar aqui quando Jack voltar.
Não se preocupe comigo, ok?
Os oficiais a levaram para uma viatura e sem cerimônia.
Seus piores medos foram se tornando realidade. Ela estava indo para a cadeia. Como Jack
seria capaz de ajudá-la agora?

CAPÍTULO 14

Mia sentou-se no canto da cela pequena, com os joelhos encolhidos contra o peito. Eles
tiraram suas impressões, fotografaram, lerão seus direitos e enfiaram em uma cela. Tudo pelo livro.
Foi presa em um mandado pendente por posse de drogas e uma acusação mais recente da
prostituição.
Não importa o que acontecesse esta noite com Martin, o delegado ou o juiz, ela ainda estava
presa aqui em uma cela, seus pecados escritos nos livros. Teria que pagar o pato.
Um som no corredor alertou para outra presença. Ela se levantou e correu para a porta. Jack
estava aqui? Quando ela se apertou contra as grades, tentando ver, o peito apertou com medo. Não
era Jack. Era o policial que originalmente a prendeu. A pessoa que pós sua mão em cima dela.
Ela se encolheu, indo para a parte de trás da cela. O policial, qual era o nome dele?
Danny? David? Como se importasse. Idiota era mais apropriado.
― Bem, bem, bem, se não é Mia Nichols.

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Série - Para o Seu Prazer 03

Chaves bateram e tilintavam enquanto abria sua cela. Pânico e incerteza cresceram em sua
garganta. O que ele ia fazer? Não havia ninguém por perto para impedi-lo, não que eles fariam.
O departamento inteiro estava fora.
Ele entrou na cela e fechou a porta atrás de si. Olhou de lado abertamente para ela quando
fechou a distância entre eles.
― O que você quer? ― Ela exigiu, com mais ousadia do que sentia.
― Se fosse você, seria mais agradável comigo ― ele repreendeu.
Ele estendeu a mão e passou a mão pelo seu rosto. Ela se afastou. Ele deu um soco dividindo
o lábio.
Ela levantou a mão para o rosto, chocada com a velocidade em que ele a atingiu. O sangue
brilhava em seus dedos quando ela retirou a mão de seu rosto latejante.
Ele a agarrou pela frente do pescoço e a arrastou para a posição ereta. Seus dedos
pressionaram em sua garganta, e seu hálito quente soprou sobre o rosto.
― Nós temos alguns negócios inacabados cadela. Você sempre pensou que era boa demais
para mim. Agora não é tão alta e poderosa.
Com a outra mão, ele rasgou em seu decote, rasgando a camisa no meio. Ela lutou
violentamente contra ele, mas sua mão apertou ao redor de sua garganta até manchas dançaram em
sua visão.
Sua boca se fechou sobre ela, beijando e enfiando a língua em sua boca até que ela
engasgou. Indefesas lágrimas escorriam pelo seu rosto quando ele moeu sua pélvis contra sua
barriga. Podia sentir sua ereção dura e sabia que se não fizesse algo para detê-lo, ele ia estuprá-la
aqui na cela.
Ele a empurrou contra a parede e a segurou-a lá com uma mão enquanto rasgava a calça. Se
ele só soltasse sua garganta.
Finalmente, ele afrouxou seu pescoço quando se abaixou para desfazer de seu cinto. Ela
engoliu em seco em grandes respirações, tentando fazer a tontura se dissipar. Esperou, aguardando
seu tempo, suportando seu tatear, esperando o momento perfeito para atacar.
Quando ele tirou seu pau, ela bateu com toda a fúria reprimida que sentiu durante seis
meses. Ela bateu o joelho em sua virilha, fazendo-o estatelar para trás, uivando de dor.
Ela não perdeu tempo. Ela saltou sobre ele, agarrando rapidamente sue pau murcho na mão
e torceu por tudo que valia. Dobrou a mão livre em um punho e deu um soco na cara mais e mais.
― Porra sua puta! ― Ele gritou.
Ele deu um soco, a conexão com sua mandíbula. Ela caiu e lutava contra a escuridão
ultrapassando. Ela não podia desmaiar. Ele a estupraria se ela estivesse acordada ou não.

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Série - Para o Seu Prazer 03

O bastardo não ia fugir depois de abusar dela.


Ele pulou em cima dela, agarrando seus braços e forçando-os sobre a cabeça. Ela revidou, a
cabeçada no nariz. O sangue esguichou como uma fonte. Ele soltou uma das mãos e segurou seu
rosto.
Então ele fechou sua mão em um punho e deu um soco em seu estômago. Todo o ar saiu
dela, deixando-a ofegante para respirar.
Sua determinação manteve o juízo de fugir. Arranhou o rosto com as unhas, então enfiou
nos olhos tão duro quanto podia.
Ele caiu de cima dela, segurando seu rosto machucado. Ela rolou para longe, lutando para
ficar de pé. Ela ouviu passos batendo no corredor.
Ela olhou para cima, suas esperanças desaparecendo. Era outro policial. Raiva impotente
correu por suas veias. Não havia nenhuma maneira que pudesse lutar contra dois deles.
― O que diabos está acontecendo aqui? ― O policial exigiu quando se atrapalhou com as
chaves para abrir a cela.
Ele correu, e Mia se encolheu para o outro lado. Eles podiam muito bem acabar com seu
plano, mas não iria cair sem lutar. Esperou, recolhendo sua força, à espera do segundo homem
atacando.
― Essa puta me atacou ― o Pato gritou cambaleando.
O segundo policial olhou para ele com nojo. ― Você é um idiota filho da puta Moreland. As
coisas estão indo para o inferno rapidamente. Martin e Drake foram presos, e você arriscou tudo por
um pedaço de traseiro.
Moreland limpou o sangue que ainda escorria de seu nariz e estendeu a mão para caminhar
abrindo seu jeans. ― Foderei essa cadela, preciso ensinar uma lição.
― Se salve ― disse outro policial. ― Sugiro que você dê o fora daqui e se limpe.
Moreland deu a Mia outro olhar de puro ódio quando caminhou para a porta da cela. Ele
parou e apontou o dedo para ela. ― Isso não está terminado cadela. ― Mia ficou tensa quando o
outro policial aproximou-se dela e a encarou.
― Se você sabe o que é bom para você, vai esquecer o que aconteceu aqui. ― Após a
emissão da ameaça, ele se virou e saiu da cela, batendo-a atrás dele.
Eles desapareceram no final do corredor, e Mia começou a tremer incontrolavelmente.
Sentou-se no chão, segurando seu rosto entre as mãos. Náusea rolando em seu estômago, e ela se
arrastou até o canto e vomitou.
Depois, levantou e mancou até a pequena cama. Estava ferida da cabeça aos pés. Segurando
sua camisa esfarrapada começou a tremer, fechando os olhos esperou. Esperou por Jack. Orou que a

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ele encontrasse a tempo.

Jack olhou para Mac, sua mandíbula apertada com tanta força que pensou que iria quebrar
seus dentes. ― O que quer dizer que Mia foi presa?
Mac passou a mão pelo cabelo curto. ― Isso foi o que Ryder disse no telefone. Dois
policiais apareceram na casa com um mandado de prisão para Mia. Posse de drogas e prostituição.
― Prostituição? Que porra é essa?
Os dois estavam fora da Estação de Policia Clark County, onde Martin e Drake foram
levados para interrogatório. Jack queria ser o policial interrogando, mas Kenny o empurrou para
fora do prédio.
― Maldição, ― Jack praguejou. ― Onde eles iriam levá-la?
―Ryder disse que eles foram para Buford County, então tenho certeza que eles a levaram
para as celas do condado.
Jack praguejou novamente. ― Temos que tirá-la de lá. Não confio nesses filhos da puta,
tanto quanto posso matá-los.
― Vai ser difícil, a menos que Martin ou Drake cante alto o suficiente para nós para
obtermos mandados para as prisões que precisamos. Até então, nós vamos ter um tempo duro para
ter um juiz cordato em deixá-la ir.
Jack foi para a porta da delegacia. ― Então é melhor fazer uma maldição, pois com certeza
eles vão falar. Não vou deixá-la passar a noite em alguma cela. ― Ele quase colidindo com Kenny
na porta.
― Nós temos o que precisamos. Tenho mandados de prisão a ser emitidos para o xerife do
condado, juiz e deputados alguns xerifes mais em Buford County. Estamos indo para lá agora, se
você quiser vir.
― Mia foi presa ― disse Jack. ― Vou lá para estar com ela. Quero que ela fora. Quero as
acusações. Veja isso rápido. Eles são todos um bando de besta.
― Vai ser feito cara. Vou encontra-lo lá assim que conseguir um juiz para assinar.
Jack acenou com a cabeça e correu de volta para onde Mac ainda estava de pé. ― Preciso de
uma carona ― disse ele secamente.
Mac assentiu com a cabeça. ― Entre!

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CAPÍTULO 15

Quando eles rugiram no estacionamento do County Jail Buford, Jack pulou para fora do
caminhão e caiu na calçada em uma corrida. Ele explodiu em frente à entrada, assustando o policial
sentado à mesa.
Jack mostrou o distintivo. ― Sou Jack Kincaid do Texas Rangers. Entendo que você
prendeu Mia Nichols aqui.
Algo nos olhos do policial brilhou. Pareceu um pouco apreensivo antes de dizer ―
Desculpe, não temos um prisioneiro aqui com esse nome.
Jack explodiu em frente, arrastando o policial sobre a mesa. ― Você me diga onde ela está,
ou juro por Deus, vou matá-lo aqui mesmo, agora mesmo.
― Jack ,calma, ― Mac disse da porta.
O policial sacou a arma, apontando-a para Jack. ― Ponha-me no chão idiota. Não dou a
mínima para quem você é. Vou prendê-lo por agredir um policial.
― Cale a boca saco de merda, ― Mac rosnou.
Ele caminhou para frente apontando a arma para o policial do Buford County. ― Largue a
arma. Jack coloque-o no chão.
Jack jogou o policial para o outro lado da mesa. Ele aterrissou com um baque na cadeira,
quase saltando para trás.
― Agora, ― Mac disse ― diga-nos onde Mia Nichols está.
― Cela três ― disse o policial murmurando.
― Dê-me as chaves caralho ― Jack exigiu.
O policial enfiou a mão no bolso e jogou um molho de chaves na direção de Jack.
― Você vai, ― Mac disse a Jack. ― Vou ficar de olho no nosso amigo até Kenny chegar.
Jack correu pelo corredor, correndo para a cela no final. Passou duas celas antes de parar na
terceira. Seus olhos foram para o outro lado, onde Mia estava enrolada em uma bola apertada na
cama. Ele enfiou as chaves na fechadura e abriu a cela.
Correu para onde estava Mia, com o coração na garganta.
― Mia ― ele sussurrou.
Hesitante tocou seu ombro. Um nó se formou em sua garganta quando ele a sentiu tremer.
Gentilmente a virou. Fúria, quente e furiosa, tomou conta dele quando avistou o rosto

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ensanguentado. Pior, sua garganta tinha um grande hematoma. Alguns bastardos tentaram
estrangulá-la.
Sua camisa se abriu um longo rasgo no meio. A contusão do tamanho de punhos cobria o
lado direito de suas costelas.
― Oh meu Deus. Mia, querida, você está bem?
Lágrimas riscaram por suas bochechas enquanto a dobrava suavemente em seus braços.
Deus, ele queria chorar. Queria gritar de fúria. Ela tremia contra ele, seu pequeno corpo tremendo
em seus braços.
― O que eles fizeram com você? ― Ele engasgou.
―Estou tão feliz que você está aqui ― ela sussurrou. ― Estava tão assustada. ― Jack se
afastou para que pudesse ver seu rosto. Seus dedos cuidadosamente arrastaram por sua bochecha,
limpando o cabelo do rosto. Ele apertou os lábios em sua testa, e sentiu as lágrimas nos olhos
arderem.
― O que ele fez? ― Ele perguntou asperamente.
― Eu lutei com ele ― disse ela com orgulho. ― Acho que quebrei seu nariz. ― Jack sorriu
sua respiração presa enquanto tentava segurar a emoção. ― É isso aí, bebê.
― Não me deixe aqui ― ela implorou mais lágrimas enchendo seus olhos azuis.
― Não vou docinho. Eu juro que não vou. Vou levá-la para o hospital. Vamos sair daqui
agora.
― Estava com tanto medo ― ela sussurrou. ― Agora que você está aqui, não tenho mais
medo. ― As palavras ditas com tanta confiança apertou em lugares há muito tempo enterrados.
Provocou emoções que não sabia que tinha. Teria alguma vez pensando que ela era fraca? Ele se
envergonhou a admitir que pensasse.
Agora, olhando para ela, sangrando e machucada, mas muito forte. Então, muito forte. Sabia
que ela estava longe de ser fraca. Ele foi o fraco. Quando voltou para ela, sentia-se tão vulnerável
quanto um recém-nascido.
Cuidadosamente a pegou, embalando-a como uma peça frágil de vidro. Ela deitou a cabeça
no ombro dele e fechou os olhos. Uma única lágrima escorreu pelo seu rosto enquanto ele
caminhava pelo corredor.
Quando ele andou para frente, seu olhar frio travou com o policial ainda sentado à mesa.
Ele trabalhou duro para controlar a raiva borbulhando como uma tempestade.
― Isto não está terminado. Estarei de volta, e assim que Deus te ajude, você será um homem
morto. ― O policial empalideceu. ― Não fui eu ― disse ele defensivamente. ― Foi Moreland. O
idiota não poderia manter seu pau em suas calças. Ela lutou com ele. Quebrou seu maldito nariz.

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Enviei para casa para se limpar.


―Vamos lá, cara, ― Mac disse calmamente ao lado dele. ― Vou levá-lo ao hospital.
Podemos tirar o lixo mais tarde.
Jack o seguiu para fora, as emoções de uma pessoa louca. Nunca se sentiu tão irritado, tão
furioso em sua vida. No entanto, quando olhou para Mia, foi simultaneamente assaltado por tanta
ternura e culpa que ameaçou deixá-lo de joelhos.
Entrou no caminhão, embalando Mia em seu peito. Teve o cuidado de não machucá-la. Ele
não queria causar mais dor.
Quando chegaram à entrada das urgências, Mac deu um casaco para Jack.
― Envolva em torno dela, se você quiser ― disse Mac.
Jack acenou com a cabeça e dispôs a jaqueta em volta, para que ela ficasse protegida da
vista.
― Obrigado. Eu agradeço. Não espere. Tenho certeza que Kenny precisa de você.
― Vou voltar a você e que saiba o que está acontecendo ― Mac prometeu.
Jack entrou com Mia. Nunca a colocou no chão, mesmo enquanto esperavam por um quarto.
Quando eles finalmente foram chamados, ele a colocou na cama e colocou um lençol sobre ela.
Por tudo isso, o exame, as perguntas, Jack se sentou ao lado dela segurando sua mão. Ele
tremia de raiva ao ouvir Mia contar os detalhes de seu ataque. Queria matar o desgraçado. Queria
derramar seu sangue. Rasgar seu pinto fora e enfiá-lo goela abaixo. Nunca sentiu essa onda de
violência em toda a sua vida.
Quando o médico finalmente saiu, Jack passou um dedo pelo rosto de Mia. ― Sinto muito
que isso aconteceu com você Mia. Estou tão malditamente bravo, não estava lá para protegê-la.
Ela soltou um bufo indelicado. ― Consegui cuidar de mim.
― Sim, eu sei. Estou orgulhoso de você. O outro policial diz que você chutou a bunda de
Moreland muito bem.
Ela sorriu torto pelo o lábio inchado. ― Não imagino que ele vai usar o seu equipamento
muito por agora.
Jack conteve o riso.
A expressão de Mia ficou séria, e o medo à sombra de seus olhos. ― O que vai acontecer,
Jack? Vou voltar para a prisão? Estou tão assustada.
Jack estendeu a mão para tocar seu rosto com as duas mãos. ― Isso não vai acontecer Mia.
Você foi atacada, pura e simples. Não me importo que você saiba o que havia no saco. Você foi
manipulada desde o início. Martin e Drake cantaram como as aves, de acordo com Kenny. Eles
atuavam no mesmo lugar que as meninas bonitas flutuavam pela cidade. Eles as usaram para fazer

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dinheiro no clube de strip, então às vendiam para o maior lance em um leilão. Ao longo dos anos,
provou ser um negócio rentável.
Lágrimas deslizaram por suas bochechas. ― Fui tão estúpida ― ela sussurrou. ― Se tivesse
ficado em Dallas. Tinha um apartamento, um emprego.
Dor cortou através de Jack. Sabia muito bem porque ela deixou Dallas. Por causa dele. Ele
fechou os olhos e olhou para baixo. Lembrou-se de sua afirmação cheia de dor, que ele não a amava
não se preocupava com ela, e foi por isso que não tinha a certeza que ela sabia o que estava
acontecendo.
Ele envergonhou-se até seu âmago, pois ela tinha razão.
Não se importava com ela. Não da maneira que importava. Ela sempre foi um dever para
ele, uma menina perdida que cuidou depois que ela perdeu o pai em um ataque de drogas.
A noite que ela veio a ele, tão cheia de inocência, o jogou em um laço. Em seguida, ele foi
chamado para longe, e não pensou em como isso afetaria Mia. Fez o seu trabalho, colocou-a abaixo
em suas prioridades.
E agora... Agora percebeu o quanto a amava. Ele a amava, mas não era absolutamente nada
de bom para ela. Ele já causou tanta dor e sofrimento, e temia que se ela ficasse com ele, ele
tomaria a única coisa que mais amava sobre ela e a esmagaria. Seu espírito. Sua coragem.
Não podia fazer isso, não poderia forçá-la a submeter-se a sua natureza dominante. Odiava
isso. Odiava a dor.
― Jack ― ela sussurrou.
Ele olhou para ela, com certeza suas emoções torturadas estavam estampadas em seu rosto.
― O que você está pensando? ― Ela perguntou.
Ela foi com os dedos para tocar seus lábios.
Ele pegou sua mão e a beijou. ― Estava pensando o quanto eu te amo. Como eu gostaria
que as coisas fossem diferentes. O quanto te machuquei.
Seus olhos azuis cheios de emoção comovente. ― Você me ama?
Ele abaixou a cabeça. ― Só agora percebi o quanto eu a amo. Gostaria que não fosse tarde
demais.
― Eu desejo...
Ela se esforçou para se sentar na cama, sibilando de dor.
― Docinho o que você está fazendo? ― Ele exigiu empurrando-a de volta.
― O que quer dizer com tarde demais? Você não me quer? É por causa do que eu fiz?
Ele olhou para ela em estado de choque. ― Deus não. É por causa de mim Mia. Não sou
bom para você. Nunca fui. É por isso que lutei contra minha atração por você por tanto tempo. Você

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é tão doce e inocente. Tem tal fogo em você. E o seu espírito... Não vê Mia, se estivéssemos juntos,
eu ia esmagar a coisa que mais amo sobre você. Levaria você e eu empurraria e empurraria até que
você não tivesse escolha, a não ser se dobrar ou quebrar. Não quero que você quebre Mia. E não
quero que você se dobre.
Ela olhou para ele em confusão. ― O que você está falando Jack?
Ele sentiu o nó de vergonha crescendo em seu estômago. ― Antes, quando nós transamos
Mia, parecendo um show. Não era um show. É assim que seria você e eu. Eu esperaria, não eu
exigiria a submissão completa de você. Dentro e fora da cama. Não posso fazer isso com você
querida.
Ela sorriu. Um sorriso glorioso que iluminava todo o seu rosto. Isso seus olhos azuis brilham
como um céu de verão claro do Texas. Nunca teve uma vista tão bonita.
― Oh Jack ― ela respirava. ― Isso é tudo?
― Tudo ― ele gaguejou. ― Mia, não acho que você entendeu.
― Oh, eu entendo ― disse ela, o sorriso nunca deixando seu rosto. ― Entendo que eu o
amo e que não vou deixar você ir. Nunca mais. Você não acha que sei tudo isso sobre você Jack?
Sabia quando fui para sua cama há dois anos. Sabia e aceitava. Ansiava por isso. Precisava. Preciso
de você, Jack. Só você.
Engoliu em seco, em seguida, engoliu em seco novamente, mas a emoção que inchou na
garganta não ia embora. Fez tudo errado e ainda assim, estava sendo dado o presente mais lindo do
mundo. Ela estava dando a si mesma, sua confiança e seu amor.
― Você tem certeza? ― Ele resmungou. ― Tenha certeza Mia. Não vou deixar você ir.
Vou ama-la sempre. Vou cuidar de você, mas nunca vou deixar você ir.
― Estive sempre certa Jack. Gostaria de ter esperado por você. Desejava que não ficasse
com medo de menina ferida. Cometi tantos erros. Estou cansada de correr. Quero ir para casa. Com
você.
Jack a recolheu suavemente em seus braços e a segurou firme.
― Você me disse uma vez que não tem um osso suave em seu corpo ― disse ela com a voz
abafada no peito. ― Mas você mentiu Jack. Você nunca foi nada gentil comigo. Sei que nunca vai
me machucar. Imploro seu domínio. Preciso disso. Só me sinto segura quando estou com você.
Ele se afastou apenas o suficiente para que pudesse beijá-la, devorando sua boca. Suas
palavras definindo sua alma em chamas. Sentiu uma satisfação, profunda de contentamento que
nunca pensou que iria experimentar.
― Ainda sou muito velho para você ― ele disse rispidamente.
Ela sorriu atrevidamente. ― Sorte sua. Quando você estiver velho e grisalho, vai ter uma

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jovem garota quente em sua cama.


Ele a beijou novamente, avidamente, tentando absorver cada centímetro dela. ― Droga. E
pretendo mantê-la na minha cama por um longo, longo tempo, docinho.

CAPÍTULO 16

―Abra os olhos ― disse Jack enquanto ele movia as mãos do rosto de Mia.
Mia abriu os olhos e olhou para a casa de tijolos que aparecia na frente dela. Seu olhar
filtrou até o sinal de A Venda, com um slogan Vendido inclinado na diagonal dele. Ela olhou para
ele maravilhada.
― É...
― É nossa ― disse ele. ― Assinei os papéis esta manhã. ― Ela soltou um grito de alegria e
se jogou em seus braços. Ele a pegou, e enrolou as pernas em torno de sua cintura. Recheou o
queixo e lábios com beijos enquanto ele ria.
Passou um mês desde que deixaram o sul do Texas e todas as memórias dolorosas
associadas com seu tempo lá. Foi inocentada de todas as acusações, e houve uma verdadeira rodada
com várias prisões.
Jack a levou de volta para Dallas, onde ficaram em um apartamento. Ele voltou ao seu
trabalho com o Rangers, e ele insistiu que ela não voltasse ao trabalho. Ela sabia que ele ainda
estava preocupado sobre seus ferimentos, tanto físico como emocional.
― O que você acha? ― Ele perguntou quando agarrou a mão dela e foi em direção à porta
da frente.
― Eu amo isso!
― Quero que você se case comigo ― disse ele em uma questão de tom fato. ― Assim,
podemos organizá-la. Pensei que poderíamos até voar para Las Vegas na próxima semana ou duas.
―Ela sorriu. A maneira típica de Jack, não pediu, se limitou a mandar. Não que houvesse alguma
dúvida de sua concordância. Ele sabia muito bem também, ou pelo menos deveria. Passaram cada
minuto do mês passado juntos, explorando sua nova relação com a sua plenitude.
Ainda havia momentos em que ele chamava a si mesmo, quando se preocupava que estava
sendo muito forte, mas ela ria e falava que não queria de outra maneira. E era verdade. Ela o amava,
amava a natureza dominante, prazer em submeter a suas demandas. Ele tomou tal cuidado muito

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Série - Para o Seu Prazer 03

bem.
Ela suspirou. Depois de tanto medo e dor, achava que não era verdade que ela e Jack
estavam juntos, que eles eram tão felizes.
― Você está muito quieta, ― Jack murmurou ao seu lado.
Ela sorriu para ele. ― Só estava pensando.
― No que?
― Só que tudo parece bom demais para ser verdade. Estou muito feliz. Não posso acreditar
que me ama.
Seus olhos escureceram. Ele a puxou contra ele quase com raiva. ― Tenho sorte docinho.
Não mereço você. Não mereço a sua confiança depois de tudo que aconteceu. Vou passar o resto da
minha vida tendo certeza que você sabe o quanto eu a amo. Não haverá um dia que não vai saber o
quanto.
Ela suspirou contra os lábios e se entregou ao seu beijo. ― E sim, vou me casar com você.
Ele sorriu um pouco timidamente. ― Acho que deveria ter perguntado.
Ela sorriu e o beijou novamente. ― Bem, você poderia, mas gosto de dizer que vou casar
com você. Acho que Vegas é uma ótima ideia. Agora, vai me mostrar a minha nova casa ou vamos
ficar no quintal o dia todo?

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