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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP EAD

PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR


CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA
RELATÓRIO PIM II
CIDADE/ANO

Nº. NOME RA
01
02
03
04
05
06

Espaço reservado para apresentar e descrever, de forma adequada e objetiva, os


aspectos relevantes da pesquisa (teórica/prática). Em caso de citações deverá
conter referências bibliográficas baseando-se nas normas da ABNT. Mínimo de sete
e máximo de dez páginas.
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INTRODUÇÃO

O presente Projeto Integrado Multidisciplinar (PIM II) requisito obrigatório para conclusão do primeiro
semestre do curso superior tecnológico em gestão de recursos humanos da Universidade Paulista –
UNIP; demonstrará que se aplicando na prática todo conhecimento adquirido em disciplinas como
Comunicação Empresarial, Matemática Aplicada e Economia e Negócios pode-se melhorar a gestão
de uma empresa independente do segmento que ela pertença, pois com o conhecimento adquirido
através de pesquisas de mercado, com o uso de artifícios como aplicações específicas de cálculos
matemáticos consegue se projetar metas alcançáveis e dentro da realidade do negócio proposto.

Sabe-se que para uma empresa prosperar deve cumprir metas previamente estabelecidas, ter uma
boa comunicação, tanto interna como externa, com a utilização do marketing e do endomarketing e
para que se alcance essas metas obviamente o gestor tem que tentar ficar “antenado” com o
mercado ao seu redor, fazendo pesquisas de campo, de mercado, além de passar uma imagem
positiva de sua empresa junto à clientela, ao consumidor final ou ao usuário do serviço, incluindo-se
aí a parte financeira, que sempre tem que estar atenta aos custos, fazendo-se projeções quando
necessárias, aliando-se então a matemática aplicada à cálculos de receita e despesa, estoque e
rotatividade além de projeções.

Espera-se que ao final este projeto alcance seu intento, que é demonstrar como se pode melhorar a
gestão de um negócio aplicando técnicas corretas, métodos precisos, podendo então indicar através
da ligação teórico-prática o que se pode melhorar, o que pode ser modificado para melhorar o
negócio e até mesmo indicar alternativas de melhorias no empreendimento.
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1. ECONOMIA DE MERCADO

2. O estudo sobre economia e mercado visa demonstrar como o próprio nome diz o panorama econômico
local e até mesmo regional, valendo inclusive em um cenário nacional, para então se pensar em como
utilizar estes dados para prever o impacto que o negócio que se pretende gerir vai produzir ao entrar no
mercado, impacto este no sentido de quanto se gerará de receita e que despesas se terá, pois segundo o
professor Flávio Coutinho (site culturamix.com, 2013) “está se referindo na verdade a um sistema
econômico onde o mercado é que toma as decisões de pra que o recurso vai ser produzido, como será
fabricado e para quem servirá. Daí o nome, porque na verdade não é uma economia do governo, mas uma
em que o comando é próprio mercado e mercador”.

3. Tecnicamente falando, entende-se Economia é a ciência social que estuda a produção, distribuição, e
consumo de bens e serviços. O termo economia vem do grego para oikos (casa) e nomos (costume ou lei),
daí “regras da casa (lar).” (Site O Economista)

4. O Dicionário Aurélio (2005) define o termo economia como: “S.f. Organização de uma casa, financeira e
materialmente: economia doméstica. / Gestão onde a despesa é bem proporcionada: viver com economia. /
Conjunto das atividades de uma coletividade humana, relativas à produção e ao consumo das riquezas. //
Economia concertada, sistema econômico intermediário entre a economia liberal, que supõe ausência de
qualquer intervenção estatal (salvo para velar pela livre concorrência), S.f.pop. Dinheiro economizado: viver
de suas próprias economias.”

5. A economia é dividida em vários segmentos* e não se pode dizer que ela é única ou que se aplica uma
única fórmula para que ela funcione como se deseja ou se há necessidade, como veremos a seguir:

6. Economia de escala; Economia de guerra;

7. Economia de mercado;

8. Economia de subsistência;

9. Economia dirigida;

10. Economia doméstica;

11. Economia informal;

12. Economia invisível; Economia mista;

13. Economia planificada;

14. Economia política;

15. Economia popular;

16. Economia subterrânea;

17. Economia nova; e

18. Economia velha.


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19. *Dicionário Aulete Digital, disponível em: http://aulete.uol.com.br/economia Do mesmo modo o Dicionário
Aurélio (2005) define mercado como:

20. S.M. Econ. - Sistema de organização econômica no qual os próprios mecanismos naturais asseguram,
independentemente de qualquer intervenção do Estado ou dos monopólios, o equilíbrio permanente da
oferta e da procura.

21. Em seguida demonstra-se os vários tipos de mercados que encontramos nos mais diversos ramos de
atividades*:

22. Mercado aberto; Mercado a termo;

23. Mercado comum;

24. Mercado de balcão;

25. Mercado de capitais;

26. Mercado de futuros;

27. Mercado de trabalho;

28. Mercado financeiro;

29. Mercado livre;

30. Mercado negro;

31. Mercado paralelo;

32. Mercado primário; e

33. Mercado secundário.

34. *Dicionário Aulete Digital, disponível em: http://aulete.uol.com.br/mercado

35. 3 A EMPRESA

36. A empresa apresentada objeto deste estudo é a C.C. Silva – Clínica Médica e

37. Laboratório (anexo I) e faz parte do segmento de prestação de serviços especializados em saúde, como
consultas médicas de diversas especialidades, cirurgias, internações e acompanhamentos de empresas no
ramo de medicina do trabalho, além de exames para diagnóstico por imagem e laboratório de análises
clínicas.

38. Segmento que surge devido a necessidade de atendimento especializado principalmente em pequenas
cidades do interior, onde a população carece de serviços médicos tanto quanto em grandes centros mas
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que fica carente de tal serviço porque os centros especializados de atendimento público estão localizados
em cidades de maior porte ou nas capitais dos estados da federação.

39. Ela é administrada de forma geral, sendo um único proprietário que terceiriza ou contrata serviços prestado
por profissionais especializados ou não e delibera de forma monocrática sobre toda e qualquer decisão
seja ela relacionada a compras, fechamento de contratos ou qualquer assunto pertinente à empresa

Santos (2011) descreve este tipo de administrador como administrador geral, ou seja, administrador
que atua em micro e pequenas empresas, sendo responsável por todas ou, pelo menos, por um
grupo de áreas funcionais da empresa, bem como por todas as equipes alocadas para estas funções.
Têm uma atuação mais generalizada, que implica multiespecialização, grande vivência e formação
eclética.

4 PANORAMA ECONÔMICO/FINANCEIRO E SUA INFLUÊNCIA NO RAMO DE ATIVIDADE

A Enciclopédia Livre Wikipédia (2012) descreve assim a economia brasileira:

A economia do Brasil tem um mercado livre e exportador. Com um PIB nominal de 2,39 trilhões de
dólares (4,14 trilhões de reais), foi classificada como a sétima maior economia do mundo em 2011,
segundo o FMI (considerando o PIB de 2,39 trilhões de dólares, para 2012), e também a sétima, de
acordo com o Banco Mundial (considerando um PIB de 2,09 trilhões de dólares em 2010) e o World
Factbook da CIA (estimando o PIB de 2011 em 2,28 trilhões de dólares). É a segunda maior do
continente americano, atrás apenas dos Estados Unidos. Com a desvalorização do real ocorrida em
2012, a economia voltou a ser a sétima do mundo.

Vemos então que o Brasil tem uma economia em franca expansão, entre as maiores do planeta,
porém, especificamente o que se investe no segmento saúde pelos órgãos, secretarias e
departamentos governamentais é feito de forma maciça em hospitais e entidades públicas, com
alguns repasses para entidades privadas com convênios, firmando-se desta maneira, parcerias
público-privadas.

Como tal situação influencia o mercado ao qual o ramo de atividade da empresa ora analisada neste
projeto se apresenta?

Ocorre que, como dito anteriormente, a maioria dos recursos financeiros aplicados no segmento de
empresas de atividade econômica atrelada a atividades médicas é feito pelo governo, seja ele,
federal, estadual ou municipal e fica um nicho de mercado que se bem aproveitado gera um lucro
bastante satisfatório para o empreendedor, seja ele de pequeno, médio ou grande porte, pois se
aplicam altas somas em hospitais considerados de grande porte, preferencialmente em cidades
também de grande porte, gerando assim um déficit de serviços médicos especializados em cidades
de pequeno e médio porte.

Este panorama econômico influencia assim diretamente então o segmento de


empreendimentos em empresas de atendimento médico em diversas especialidades, pois com a
omissão ou o pouco que o governo faz em relação à saúde pública em cidades “pequenas”, cria-se
como dito anteriormente o que se pode chamar de empresas de capital privado oferecendo serviços
médicos, laboratoriais, assistindo assim a população de, tal forma que, se torna mais viável contratar
tais serviços e pagá-los, do que se locomover à grandes centros e tentar conseguir esse mesmo tipo
de serviço médico procurando hospitais e entidades públicas.

Torres (2004) explica tal evento descrevendo como difícil e complexa a implantação do Sistema
Único de Saúde (SUS) que se dá pela interação das três esferas de governo e explorando pouco uma
potencialidade pouco aproveitada pelo conjunto da administração pública brasileira.
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4.1 Impacto do “Problema Econômico” na Organização

Segundo a Enciclopédia Livre Wikipedia o problema econômico descrito como teoria é visto da
seguinte forma:

O problema econômico é uma das teorias econômicas fundamentais na operação de qualquer


economia. Ele propõe que existe uma escassez, que os recursos finitos disponíveis são insuficientes
para satisfazer todos os desejos humanos. O problema então se transforma em como determinar que
será produzido e como os fatores de produção (como capital e trabalho) deverão ser alocados. A
economia gira em torno de métodos e possibilidades de resolver o problema econômico.

Para Silva (1999) o grande desafio da humanidade é produzir bens econômicos para satisfazer
necessidades e desejos assim sendo, a C.C. Silva, empresa do ramo de serviços médicos também se
preocupa com escassez de recursos materiais e humanos, mão de obra especializada e de
equipamentos e insumos, desenvolvendo então suas atividades com visão no futuro, agindo de forma
que se recicle o que for possível, tentando valorizar os recursos humanos que prestam serviço na
empresa, sejam eles terceirizados ou empregados diretamente, fazendo com que se minimize o
impacto que se gera com a não fidelização funcional, com o consumo desordenado de materiais que
podem ser reutilizados e não o são e com o manejo correto e consciente de equipamentos e
máquinas necessárias ao funcionamento da empresa.

Desta maneira a C.C. Silva não está alheia a situações como pagamento justo aos funcionários pelo
serviço prestado, pesquisa de mercado e de qualidade, média de preços dos serviços equivalentes
prestados por outras empresas e a situação econômica de um modo geral com visão em tudo que
ocorre à sua volta.

Agindo desta maneira a empresa fica “antenada” com a situação econômica e seus problemas,
podendo assim agir de forma coerente pensando em como produzir sem déficit, sabendo quem fará
parte do sistema produtivo da empresa e a quem serão dirigidos seus produtos e serviços.

4.2 Dinâmica do Mercado e seu Impacto na Organização

Para considerar a dinâmica do mercado, primeiro vamos compreender o que é demanda de mercado.

Para Vasconcellos (2002) demanda de mercado, a mesma é definida pela quantidade de


determinado bem ou serviço que os consumidores desejam adquirir, num dado período. É
considerada como um fluxo, pois deve ser determinada em um certo período de tempo.

Para Silva (1999), o interesse individual do lucro é o que move os agentes econômicos ofertantes
(empresas), o motivo para o consumo e o poder de compra do demandante (consumidor) são pré-
requisitos para que exista demanda e a quantidade de bens procurados é inversamente proporcional
aos preços, ou seja, quanto menor o preço, maior a demanda.

Com base nesta dinâmica de mercado a C.C. Silva trabalha tentando oferecer serviços médicos de
qualidade com preços atraentes e competitivos em relação aos concorrentes procurando englobar a
demanda de serviço com qualidade sempre tentando fidelizar seus usuários tornando-se desta forma
uma empresa que sai à frente da sua concorrência já que não se consegue monopolizar determinado
segmento quando há diversas empresas no mesmo ramo ou atividade, como descrito no Livro
Economia e Mercado da Professora Vanete Lopes Donegá dos cursos superiores de gestão da
Universidade Paulista*:
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A concorrência perfeita ou pura caracteriza-se pela existência de um grande número de produtores


(firmas), de tal maneira que uma empresa isoladamente não consiga interferir nos níveis de oferta do
mercado, e não tenha, portanto, poder para determinar os preços de equilíbrio.

*Livro texto Economia e Mercado – UNIP Interativa página 61

4.3Variáveis Macroeconômicas, Interdependências e Suas


1 Consequências na Empresa

As variáveis macroeconômicas afetam diretamente com maior ou menor grau de impacto todas as
empresas, não se pode deixar de citar como exemplo, a inflação e o salário, principalmente o mínimo
que é fixado por força de lei.

É certo afirmar, por exemplo, que com o controle da inflação, os gastos com insumos e matéria-prima
deixaram de impactar de forma negativa os orçamentos das empresas, repassando assim esse
benefício para o consumidor final, gerando uma consequência positiva.

Para Vasconcellos (2002) as metas da política macroeconômica são: a) alto nível de emprego; b)
estabilidade de preços; c) distribuição de renda socialmente justa; d) crescimento econômico.

Pode-se dizer, então, que emprego, preço, distribuição de renda e crescimento econômico estão
intrinsecamente ligadas, pois pode concluir-se que seguindo a ordem decrescente da descrição de
Vasconcellos, é certo que o crescimento econômico leva à uma melhor distribuição de renda,
gerando assim maior consumo, levando a estabilidade de preços, gerando como consequência um
alto nível de emprego.

Seriam então utópicas as metas descritas pelo autor Marco Antonio S. de

Vasconcellos?

É correto dizer que não, pois o mesmo autor cita que ao estudar e procurar relacionar os grandes
agregados, a macroeconomia não analisa em profundidade o comportamento das unidades
econômicas individuais, tais como famílias e firmas, a fixação de preços nos mercados específicos, os
efeitos de oligopólios em mercados individuais etc. Essas são preocupações da Microeconomia. A
Macroeconomia trata os mercados de forma global (Vasconcellos, 2002, pág. 187).

Percebe-se assim que, salários, impostos, juros, câmbio e oferta de moeda tratados na
macroeconomia, têm impacto sim, também na microeconomia, fazendo assim com que empresas
ajam tentando minimizar custos, sem impactar negativamente nos salários de seus funcionários e
principalmente na qualidade dos produtos e serviços prestados e/ou oferecidos por essas empresas.

Verifica-se, desta maneira, que a interdependência entre macro e microeconomia e suas vertentes
fica clara quando observa-se a economia de um modo sem tentativas de manipulações, observando e
trabalhando-se de modo local, reduzindo gastos e impactos financeiros locais, mas de olho na
economia global, pois hoje a interdependência econômica é fato e não se pode fechar os olhos para a
realidade da situação financeira e seus impactos a nível mundial, nacional, estadual e principalmente
local.
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40. RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS


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41. MATEMÁTICA APLICADA

42. No site da Enciclopédia Livre Wikipédia, encontra-se o seguinte texto para se tentar explicar a utilidade
matemática aplicada às empresas e aos negócios por elas geridos:

43. Matemática aplicada considera o uso de ferramentas abstratas de matemática para resolver problemas
concretos na ciência, negócios e outras áreas. Um importante campo na matemática aplicada é a
estatística, que usa a teoria das probabilidades como uma ferramenta e permite a descrição, análise e
predição de fenômenos onde as chances tem um papel fundamental. Muitos estudos de experimentação,
acompanhamento e observação requerem um uso de estatísticas.

44. Pode-se citar algumas que se destacam devido à sua maior aplicabilidade no ramo da administração de
empresas e negócios, como:
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45. Matemática Financeira;

46. Análise Numérica;

47. Funções Aplicadas;

48. Estatística;

49. Cálculos de Juros (porcentagem), e

50. Regras de 3 simples ou compostas, entre tantas outras.

51. A matemática é usada como uma ferramenta essencial em muitas áreas do conhecimento, tais como
engenharia, medicina, física, química, biologia, e ciências sociais. Matemática aplicada, ramo da
matemática que se ocupa de aplicações do conhecimento matemático em outras áreas do conhecimento,
às vezes leva ao desenvolvimento de um novo ramo, como aconteceu com Estatística (Wikipédia, 2012).

52. 5.1 Aplicação da Matemática na Empresa

53. No setor de contabilidade da empresa, utiliza-se de várias fórmulas de cálculos, que vão desde custos de
aquisição de materiais, insumos e equipamentos a cálculos de horas trabalhadas para folha de pagamento,
pagamento de horas extras e é claro calcula-se também margem de lucro dos serviços prestados, que vão
desde o preço da consulta feito através de tomada de preços da concorrência, até a porcentagem de
ganho em procedimentos e administração de medicamentos (dose individual).

54. Não se pode deixar de citar que na área médica a matemática também é amplamente utilizada não só
financeiramente, mas é utilizada principalmente em cálculos de doses de medicamentos, gotejamento de
soros e intervalo de administração de doses calculadas em horas prescritas.

55. Como exemplo de matemática aplicada à empresa, utiliza-se por exemplo a margem de lucro de 45%
sobre as doses de medicamentos prescritos, e uma margem de lucro de 60% sobre a utilização de insumos
como seringas por exemplo.

56. No caso do cálculo de porcentagem pode-se dar como exemplo um frasco de

57. Ampicilina 1g injetável é adquirido pelo valor de R$ 2,0, calcula-se sobre o valor um lucro de 45%, ou seja:
58. Sendo R$ 2,0 o custo do produto, 45% a margem de lucro, equivalente no cálculo a R$ 0,90, cobrando-se
do consumidor o valor final do frasco do medicamento o valor de R$ 2,90.
59. Claro que este é um exemplo simples de como se utiliza, além de que imbutido ao custo final do
consumidor deverá ser acrescido custos com mão de obra, insumos, consumo de energia, água, aluguel.
60. Outra fórmula matemática bastante utilizada na empresa é a regra de 3 simples, principalmente pela
equipe de enfermagem no cálculos de doses de medicamento a serem administradas, citando como
exemplo a prescrição de 250mg do medicamento Ampicilina injetável, e na unidade encontra-se frascos de
1000mg para serem diluídos em 4 ml de solução, faz-se então o seguinte cálculo utilizandose da regra de 3
simples:

61.
x = 250 . 4x= 1000 = 1ml
1000 1000
62. Portanto, administrando-se 1 ml da solução do medicamento se terá a dose prescrita pelo médico que foi
de 250 mg.
63. Utiliza-se também a matemática aplicada como parâmetro para tomada de decisões, pesquisas de
mercado, onde se analisam os preços praticados pela concorrência e procurando cortar ou diminuir gastos
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ou até mesmo a margem de lucro, oferecendo assim um bom desconto, tentando-se assim, conquistar o
cliente.

64. Citando como exemplo, podemos dizer que o preço convencional de uma consulta para um ASO (Atestado
de Saúde Ocupacional) fica no valor de R$ 30,0, porém se uma empresa deseja passar todos os seus
empregados pelo exame médico, faz-se um desconto de 10% acima de 10 exames médicos.

65. Porém se os 10 atestados forem para uma mesma empresa aplicando-se o desconto de 10%, fica: R$ 30,0
– 10% = R$ 270,0

66. Sendo 300 reais o total sem desconto, 30 reais o desconto de 10% e 270 reais o valor final com o
desconto.

67. Como foi visto e demonstrado, a matemática é uma importante ferramenta para qualquer gestor que queira
desenvolver um bom trabalho em empresas de qualquer segmento, pois ela se aplica não só à parte
propriamente dita financeira da empresa, mas também ao cotidiano de todas as pessoas e todas as
profissões.

68. 5.2 A Importância da Matemática para o Administrador

69. Para Assis (2009) no mundo agitado e competitivo de hoje as empresas enfrentam inúmeros problemas e
desafios, cujas soluções quase sempre são complexas exigindo do administrdor conhecimento,
flexibilidade e habilidade, pois com o mercado de trabalho requisitando profissionais que devam atender a
novos padrões de qualidade e modernidade, o conhecimento se mostra fundamental, pois sem uma
administração competente os rumos de uma empresa podem ter como conseqüência, a perda de espaço
no mercado, a diminuição de seus lucros ou até mesmo a falência.
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CONSIDERAÇÕES FINAIS

Fazendo-se uma análise da pesquisa, correlacionando-se dados coletados e aplicando-se a estes


dados a ligação teórica-prática, pôde se perceber que a empresa está bem inserida no mercado
quando se fala de economia e mercado, pois é aplicado de forma correta todas as teorias
administrativas relativas à sistema econômico, demanda, oferta, equilíbrio de mercado, além de se
analisar o impacto do “problema econômico” (Donegá, 2011).

Do ponto de vista da disciplina matemática aplicada, verificou-se um eficiente sistema matemático


empregado na empresa, pois conta com acessória contábil, fundamental para a sobrevivência de
qualquer empresa, pois segundo Oliveira (2009) “A assessoria contábil pode reduzir os índices de
mortalidade das empresas que, no primeiro ano, chega a 30%, segundo estatísticas. ''O papel de um
contabilista dentro de uma empresa vai além de lidar com o fisco, mas principalmente gerar
informações para que os empresários tomem decisões acertadas''. Além de que no ambiente interno
da empresa, os funcionários muito bem qualificados, executam cálculos matemáticos
constantemente, quer seja pra administração de medicamentos, quer seja para cálculos de gastos
com despesas, gerando assim equilíbrio na complicada balança receita-despesa.

Percebeu-se, porém que infelizmente, que do ponto de vista do assunto comunicação empresarial a
empresa peca em todos os sentidos, não executando na prática a comunicação empresariam em
toda sua essência e pode assim ser descrita: “...há também uma leva de empresários, com visão
apenas administrativa e de lucro, que considera a comunicação como algo secundário ao seu
negócio. Essa postura não tem contribuído muito para ampliar o aumento da compreensão entre as
pessoas e para facilitar a solução de conflitos, quase sempre proporcionados pela falta de
comunicação”. (Garcia, 2011).

Conclui-se assim este projeto acreditando que a empresa pesquisada, vai bem no que tange aos
assuntos economia e mercado e matemática aplicada, mas tem que se melhorar, e muito, no tema
comunicação empresarial, tornando-se assim mais competitiva, organizada e bem relacionada
internamente e externamente, ou seja, bem vista tanto pelos seus funcionários, como pelos clientes e
usuários dos serviços prestados pela C.C. Silva – Clínica Médica e Laboratório.
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- Araújo, Antonio P. Educação matemática: importância, problemas e conseqüências. Introdução à


Teoria Geral da Administração, 7ª edição, São Paulo: Editora Campus, 2004.

- Artigo do Professor Flávio Coutinho, publicado no site Culturamix.Com disponível em:


<http://economia.culturamix.com/mercado/economia-de-mercado>. Acesso em: 29 Abr. 2013.

- Artigo publicado no site o economista.com disponível em: <http://w.oeconomista.com.br/conceito-de-


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- Artigo do Administrador Leandro Assis, publicado no site administradores.com.br disponível em:


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- Artigo do professor Guilherme Lima Moura publicado no site Letras.ufscar disponível em:
<http://w.letras.ufscar.br/linguasagem/edicao03/ensaios_colaborador.php>. Acesso em: 24 Mai. 2013.

- Artigo do Jornalista Paulo Nassar publicado no site comunicação empresarial, disponível em:
<http://comunicacaoempresarialecoaching.wordpress.com/definicaode-comunicacao-empresarial/>.
Acesso em: 27 Mai. 2013.

- BATEMAN, T. S.; SNELL, S. A. Administração – Construindo Vantagem Competitiva. São Paulo:


Editora Atlas, 1998.

- Brasil, Secretaria da Fazenda, Receita Federal, Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas, disponível
em: <http://w.receita.fazenda.gov.br/pessoajuridica/cnpj/cnpjreva/cnpjreva_solicitacao .asp.>. Acesso
em: 24 Abr. 2013.

- Dicionário Aulete Digital, disponível em: <http://aulete.uol.com.br>. Acesso em: 16 Mai. 2013.

- Dicionário Aurélio, 5ª Edição, Editora Positivo, 2005

- Donegá, Vanete Lopes, Livro Texto Economia e Mercado – Cursos de Gestão UNIP Interativa, São
Paulo: Editora Sol, 2011.

- Enciclopédia Digital Livre Wikipédia, disponível em: <http://pt.wikipedia.org/>

- Gaudêncio Torquato, Francisco, Comunicação Empresarial / Comunicação Institucional, 6ª Edição,


São Paulo, Editora Summus, 1985.

- Garcia, Solimar, Livro Texto Comunicação Empresarial – Cursos de Gestão Unip Interativa, São
Paulo: Editora Sol, 2011.

- GREMAUD, Amaury Patrick de, et. tal. Economia Brasileira Contemporânea, 7ª Edição, São Paulo:
Editora Atlas, 2010.

- Santos, Livaldo dos, Livro Texto Fundamentos da Administração – Cursos de Gestão UNIP
Interativa, São Paulo: Editora Sol, 2011.

- SILVA, F. G. DA. JORGE, F. T. Economia Aplicada, São Paulo: Futura, 1999. Cap. 2 p.47-89
(Apresentação em Microsoft Office PowerPoint).
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- Site Acessoria Contábil, disponível em:


<http://w.plumascontabil.com.br/Informativo/postosgasolina/200901assessoria_co
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- VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de. Economia: micro e macro. 3ª. Ed. São Paulo: Atlas,
2002.

- Torres, Marcelo Douglas de Figueiredo, Estado, democracia e administração pública no Brasil, 1ª


Edição, Rio de Janeiro, Editora FGV, 2004

- ANEXO Anexo I – Inscrição CNPJ da Empresa junto à Receita Federal


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REFERÊNCIAS
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