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INSTITUTO DO EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Centro de Emprego e Formação Profissional do Alentejo Litoral

Área de Competência – Sociedade, Tecnologia e Ciência (STC)

STC6 - Modelos de Urbanismo e Mobilidade

“As rotundas”

1. Atente na seguinte notícia publicada no Correio da manha em 17 de Outubro


deste ano.

“37,4% dos mortos nas estradas em 2012 com taxa de alcoolemia acima do
permitido

Revelação feita por responsável da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária na


apresentação do relatório anual. Menos 16,8% de mortes causadas por acidentes
rodoviários em 2012.

A sinistralidade rodoviária continua em queda em


Portugal, mas o consumo excessivo de álcool
continua a ser uma enorme preocupação para a
Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária
(ANSR). O número de mortos nas estradas
portuguesas caiu para 573 no ano passado, menos
116 do que em 2011. Só que 37,4% das vítimas
mortais apresentavam uma taxa de alcoolemia igual ou superior a 0,5 gramas por
litro de sangue (o máximo permitido é 0,49 g/l).

"As coisas não estão, de maneira nenhuma, a decorrer como deviam e como
planeado. No ano passado, 37,4% das pessoas que morreram nas estradas
tinham mais álcool no sangue do que o permitido por lei", revelou Carlos
Lopes, engenheiro da ANSR.

O Relatório Anual da Sinistralidade Rodoviária de 2012 aponta para uma redução de


16,8% no número de vítimas mortais, um decréscimo que poderá estar relacionada
com a situação de crise que afecta os portugueses.
Formadora: Susana Castilho
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"As pessoas têm menos dinheiro, circula-se menos, logo há menos acidentes.
Contudo, é de assinalar que não é um fenómeno de agora, há anos que temos
vindo a reduzir a sinistralidade", explicou o presidente da ASNR, Jorge Jacob,
nesta sexta-feira durante apresentação do relatório, em Lisboa.

O documento apenas dá conta das mortes ocorridas no local do acidente ou durante o


trajecto de transporte até à unidade de saúde. Em geral, contabilizaram-se menos
2674 acidentes com vítimas e, paralelamente, registaram-se menos 15,4% feridos
graves e menos 8,9% feridos ligeiros.

A sinistralidade rodoviária diminuiu em todos os tipos de vias, exceptuando nas vias


dentro das localidades e estradas municipais. De acordo com o engenheiro Carlos
Lopes, este aumento não está só relacionado com as condições de conservação e
segurança destas vias, mas também com "as dificuldades financeiras" dos
portugueses. "Com o preço dos combustíveis e das portagens a aumentar, as
pessoas optam por vias menos seguras do que, por exemplo, as auto-
estradas", diz.

Embora as colisões tenham constituído metade dos acidentes rodoviários ocorridos


durante o ano passado, os despistes foram responsáveis pela maioria das mortes
registadas, com 46% de ocorrências.

O número de vítimas mortais a 30 dias só será conhecido em Agosto, mas a ANSR


estima que, no ano passado, tenham morrido 730 pessoas, juntando as vítimas nos
30 dias seguintes ao sinistro com o número de mortes ocorridas no local do acidente
e no transporte para o hospital. Em 2011, tinham sido 891. Esta
contabilidade, realizada na maioria dos países da União Europeia, está a ser feita
em Portugal apenas desde 2010.

In http://www.publico.pt/sociedade/noticia/menos-168-de-mortes-causadas-por-
acidentes-rodoviarios-em-2012-1593982 “

Comente o artigo apontando soluções rodoviárias para a regulação dos fluxos de


trânsito tendo em conta a segurança rodoviária.
Formadora: Susana Castilho
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2. Tendo em conta o texto seguinte elabore uma breve reflexão sobre a regulação
do tráfego de forma participada, nas rotundas, diminuindo a velocidade.

Formadora: Susana Castilho


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