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FACULDADE FARESE

ARIÂMMELLA MAYARA SILVA REIS SANTANA

ESQUIZOFRENIA:RESULTADOS POSITIVOS

CUIABÁ
2019
FACULDADE FARESE

ARIÂMMELLA MAYARA SILVA REIS SANTANA

ESQUIZOFRENIA:RESULTADOS POSITIVOS

Trabalho de conclusão de curso apresentado


como requisito parcial à obtenção do título
especialista em Neuropsicologia.

CUIABÁ
2019
ESQUIZOFRENIA: RESULTADOS DE TRATAMENTO
POSITIVOS

Autor1,ARIÂMMELLA MAYARA SILVA REIS SANTANA

Declaro que sou autor(a)¹ deste Trabalho de Conclusão de Curso. Declaro também que o mesmo
foi por mim elaborado e integralmente redigido, não tendo sido copiado ou extraído, seja parcial ou
integralmente, de forma ilícita de nenhuma fonte além daquelas públicas consultadas e corretamente
referenciadas ao longo do trabalho ou daqueles cujos dados resultaram de investigações empíricas por
mim realizadas para fins de produção deste trabalho.
Assim, declaro, demonstrando minha plena consciência dos seus efeitos civis, penais e
administrativos, e assumindo total responsabilidade caso se configure o crime de plágio ou violação aos
direitos autorais. (Consulte a 3ª Cláusula, § 4º, do Contrato de Prestação de Serviços).

RESUMO- A Esquizofrenia é classificado como transtorno mental, ou seja um distúrbio psíquico


que atinge o cognitivo refletindo no comportamento esse distúrbio afeta a consciência que o indivíduo tem
sobre sí,a percepção, as relações que requerem afetos e principalmente os pensamentos. O objetivo deste
estudo é descrever os desafios que se apresentam no acompanhamento terapêutico, quadro clínico
apresenta alterações cognitivas e psicológicas e comportamentais que afetam o portador de esquizofrenia
que refletem e prejudicam a qualidade de vida.
Esta pesquisa é de cunho qualitativo, bibliográfico e descritivo. Entende-se que o
transtorno mental como esquizofrenia esta inserido na sociedade, é um transtorno mental que pode
apresentar em qualquer pessoa independente do gênero,idade,e nacionalidade, embora a causa ainda é
desconhecida já se sabe que existe diversos fatores que podem contribuir para o desenvolvimento ou
aparecimento desse transtornos mental, como substâncias psicoativas, fatores genéticos, o ambiente entre
outros ,Segundo os Pesquisadores estimam que 1% da população mundial, cerca de 100 milhões de
pessoas, sofram atualmente com a doença. No Brasil, a doença afeta mais de 2,5 milhões de pessoas, que
apresentam algum transtorno mental grave ligado à esquizofrenia.
Esses distúrbio mental a esquizofrenia gera grandes impactos Cognitivos e
Comportamentais, a partir desta perspectiva busca se a compreender como os impactos cognitivos e
comportamentais podem prejudicar na qualidade de vida do portador e os desafios no acompanhamentos
terapêutico, como a terapia cognitiva comportamental pode servir de suporte e auxilio psicológico para que
se possa amenizar os sintomas e viver com qualidade de vida, haja visto que até nos dias de hoje essa
patologia não há cura. .

1 ariamelasantana@hotmail.com
Conclui-se que é complexo a convivência com o esquizofrênico e seus sintomas para a
ele e a família é possível através do acompanhamento terapêutico trabalhar com técnicas da abordagem
Teoria cognitiva comportamental onde irá trabalhar amenizando os sintomas que a patologia trás para o
indivíduo, se faz necessário acompanhamento psicológico para diminuir o aspectos desta psicopatologias
que comprometem a saúde mental e qualidade de vida, assim como mais estudos que aprofundam estes
aspectos para aumentar a eficácia das intervenções de enfrentamento ao que já se pode considerar um
problema endêmico no estado de mato grosso e no Brasil.

PALAVRAS-CHAVE: Esquizofrenia. Psicologia. Neuropsicologia.


1 INTRODUÇÃO

Atualmente aumenta gradualmente o número de pessoas que sofrem com


transtornos mentais de modo em geral, em especial a esquizofrenia, geralmente o
portador desta psicopatologia é suscetível a desenvolver geneticamente a patologia, não
significa necessariamente irá desenvolver, a questão do ambiente do meio que vive pode
ser um fator determinante no aparecimento e surgimento deste transtorno assim com
uso de substâncias químicas.

A pergunta norteadora deste estudo é quais são os desafios apresentados no


tratamento do o transtornos da esquizofrenia e os impactos sofridos na vida do portador
dessa psicopatologia c que comprometem sua saúde mental? Objetivando descrever as
consequências e limitações cognitivas e impactos em sua vida social e ocupacional,
como esses impactos e consequências podem refletir e prejudicar a qualidade de vida.

Cols(2016) aponta que na classe dos transtornos psicóticos os que esta


atualmente sendo os mais comuns é a esquizofrenia, sua prevalência é de 1% na
população acomete homens e mulheres de formas iguais. Para Chaves (1999) os
cálculos custos da esquizofrenia no Brasil é incompletos trata-se de uma epidemia
mundial, presente tanto em países desenvolvidos como subdesenvolvidos pelo aumento
no número de casos de transtornos chegando a números alarmantes que levam a
temática a ser levantada e discutida, visando encontrar formas de coibir a prática que traz
sérios prejuízos cognitivos, emocionais, psicológicos e sociais ao portador do transtornos
de esquizofrenia .
Este estudo poderá ainda demonstrar e refletir sobre esquizofrenia com um fator
gerador que limita o paciente ou cliente de participar ativamente do tratamento lhe
causando mais sofrimento psíquico comprometendo a saúde mental, este estudo é
essencial para contribuir para traçar estratégias com planos de ações de intervenção e
tratamento pela área de psicologia, para paciente que são esquizofrênicos e e gerando
mais pesquisas futuras sobre formas de investigação, prevenção e intervenções em
situações de casos clínicos, uma vez que muitos problemas Comportamentais e
cognitivos estão associados ao transtorno esquizofrenia.
2 ESQUIZOFRENIA

2.1 Definições da Esquizofrenia


A esquizofrenia é um transtorno que tem como características apresentar um
curso crônico, o que demanda um acompanhamento constante(LONDERO et al., 2016).
Para Cols (2016) na classe dos transtornos psicóticos os que esta atualmente
sendo os mais comuns é a esquizofrenia, sua prevalência é de 1% na população acomete
homens e mulheres de formas iguais (APA,2002).

A definição mais estreita de psicóticos está restrita ao delírio ou alucinações


proeminentes, com as alucinações ocorrendo na ausência de insight para sua natureza
patológica (Manual estatístico e de transtornos mentais et al., 2008)
A esquizofrenia é considerada como uns dos transtornos mentais mais complexo
devido às manifestações psicopatológicas distintas.
De acordo com DSM IV (2008) este transtorno da esquizofrenia apresenta
alterações que são um misto de sinais e sintomas com características tanto positivas
quanto NEGATIVAS que se fazem presente por um período de tempo na duração de 1
mês ( ou por um tempo menor, se tratado com eficácia)geralmente este sinais e sintomas
estão em conjunto com a disfunção social ou ocupacional.

Ainda segundo Cols (2016), as psicopatologias no transtornos psicóticos são os


sintomas característicos, disfunção social ou ocupacional a duracao,exclusão de
transtornos esquizoafetivo e transtorno de humor, a exclusão de substâncias/condição
médica geral e relação com um transtorno global do desenvolvimento a classificação
do curso longitudinal pode ser aplicado apenas 1 ano após o aparecimento do único dos
sintomas da fase ativa)
De acordo com Cols(2016) muitos portadores de esquizofrenia apresentam
deterioração no processo cognitivo advindo da psicopatologia, principalmente nas
funções como atenção, memória e pensamento o que compromete e pode limitar o
paciente ou cliente a participar ativamente do tratamento.
2.2 Sofrimentos na esquizofrenia
Para pessoa que tem o transtorno da Esquizofrenia de acordo com Guilhardi
(2005) sofrem impacto mental e danos psicológicos muito grande, gera medo de sair na
rua, ansiedade, depressão, acredita estar sendo perseguido.
Segundo Guilhardi(2005) o Manual diagnóstico e estatístico de transtornos
mentais, da associação americana de psiquiatria é possível identificar os critérios para o
diagnóstico da esquizofrenia, além de descrever todas as características dos sintomas
no tempo especificado são ele os delírios,alucinações,discurso desorganizado,
comportamento incoerente, ou catatónico e embotamento afetivo.
A esquizofrenia foi considerado como um problema COMPORTAMENTAL foi
investigado por vários referência como Ayllon e Michael(1964) Athlon e Haughton(1964)
na décadas de cinquenta de acordo com Guilhardi at al.(2005) que descreve que muitos
comportamentos problemas de diagnosticados com esquizofrenia foram estudados
através da variáveis da manipulação das variáveis de reforçamento.
De acordo com Elkis(2007) a terapia cognitiva comportamental tem se mostrado
eficácia no tratamento da esquizofrenia, Elkis relata que pesquisas apontam que
efetividade das medicações podem ter melhor eficácia se associadas com intervenções
psicossociais, terapias familiares ou a terapia cognitiva comportamental ajuda os índices
de recaídas, nas alucinações e delírios contribuindo para o funcionamento global da
pessoa.
Elkis(2007) que a teoria cognitiva COMPORTAMENTAL ajudou na redução de
sintomas negativos, em pacientes que apresentaram sintomas definidos que
prejudicavam de alguma forma sua qualidade de vida.

2.3 Teorias e técnicas cognitivas e comportamentais

De acordo com Elkis(2007) Beck et al.(2001) apontou resultados positivos em


estudos clínicos de TCC para a esquizofrenia, onde descrevia os métodos utilizados, a
TCC diminuiu as crenças delirantes.
Ás principais técnicas de TCC para esquizofrenia a técnica de normalização,
técnica do reforço das estratégias de enfrentamentos e técnicas de módulos pontua Elkis
(2007).
Técnicas de normalização
É proposto uma relação entre o delírio e a história real da vida do cliente ou
paciente, para poder compreender e identificar quais a vulnerabilidade da pessoa, para
que possa haver mudanças e adaptação, uma vez que sintomas pode ser amenizado
assim que se compreende os fenômenos vivenciados pelo paciente.
Técnicas do reforço das estratégias de enfrentamentos
Ás alucinações e delírios acontecem no contexto social do paciente e individual
dele que tenham um significado acompanhado por suas emoções,( Tarrier et al.,1990)
pontua que é necessário buscar o meio que o paciente usa para lidar com os sintomas
e se aperfeiçoar estes meios, uma vez que as emoções podem ser manipuladas com a
metodologia de restruturação cognitiva, e teste de realidade e experimentos dos
comportamento.
Módulos
De acordo com Elkis (2007)
1 : estabelecer aliança terapêutica e avaliação
2: utilizar estratégias de comportamento para manejar emoções, sintomas e
impulsos.
3:identificar a possibilidade de novas perspectivas sobre as experiências e
fenômenos psicóticos do paciente.
4:busca de estratégias para o manejar as alucinações.
5:avaliação da tríade cognitiva eu, outros, futuro.
6:estratégias de resolução para conflitos individuais e dos autorelazar dos
sintomas psicóticos.
2.4 METODOLOGIA
A metodologia é a ferramentas cientifica de busca utilizada para dar fundamentos
para realização à pesquisa segundo os autores Marconi e Lakatos (2003).
Esta pesquisa é descritiva de cunho bibliográfica com método qualitativo conforme
descreve os autores Deslanes; Gomes; Minayo, (2007). O local de coleta foi realizado na
Biblioteca virtual Científica em saúde (BVS) que redireciona para bases de dados LILACS
(Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde) e SCIELO (Scientific
Eletronic Library Online).
Os critérios de inclusão, descritos em categoria artigos cientifico em texto
completo em idioma português que tenham sido publicados entre ano 2005 á 2019 que
seja relevante para o objetivo do estudo e livros.
Foram exclusos, teses, dissertação, ou outro que não seja artigo, além de outros
idiomas que não sejam portugueses e texto anterior ao do ano de 2005, Coleta de dados
realizou se através de busca em livros e na Biblioteca virtual Científica em saúde (BVS)
redirecionando busca por descritores em bases de dados LILACS (Literatura Latino-
Americana e do Caribe em Ciências da Saúde) e SCIELO (Scientific Eletronic Library
Online), por busca pelo cruzamento de palavras chaves Esquizofrenia, Psicologia.
O Estudo está de acordo da Lei n° 9.610/98 acerca do resguardo da propriedade
intelectual para pesquisas bibliográficas.
O processo da coleta e análise de dados foi realizado em Junho de 2019, utilizando
se palavras-chaves realizando a busca junto com operador booleano "AND".
2.5 RESULTADOS E DISCUSSÃO

Categoria I- Intervenção através do modelo clínico cognitivo e


comportamental na esquizofrenia
A teoria cognitiva comportamental utiliza se para pacientes com esquizofrenia
onde a vida social, pessoal se encontra deteriorada.
Conforme a ideia de Elkis et al. (2007) devido todas as esferas ser prejudicada é
um desafio ter remissão total dos pacientes esquizofrênico.
Já Cols(2016) aponta que técnicas de distração podem servir para o manejo
de sintomas, que a distração pode ser uma técnica que surge eficácia, pois ela vem com
a proposta para o paciente de mudanças, trazendo a atenção do paciente para
atividades prazerosa como escutar uma música,dançar,oficinas se crochês, um jogo
entre outros além da proposta das técnicas que promovem relaxamento.
Elkis(2007) ressalta que a teoria cognitiva comportamental tem a ótica sobre
o delírios, como alternativa de encontrar significados para sua crença delirante, de forma
que diminua e reduza os impactos nos seus pensamentos distorcidos.

Categoria II - Desafios no transtornos da esquizofrenia


Até os dias de hoje muitos são os desafios apresentados pelo paciente
esquizofrênico dificuldades de lidar com suas emoções no ambiente familiar e fora dele,
mania de sentir perseguido e afetar sua vida social isolando se, além estado de
embotamento e depressivo entre muitos outros sintomas e desafios vivenciados.

De acordo com a idéia de Guilhardi(2005) a pessoa que recebe o diagnóstico de


esquizofrenia tem classes de comportamento problema, pois apresenta em seu
comportamento e em seus discurso, conteúdo com enigmas e simbologias, até nos dias
de hoje não há uma explicação neurológica que confirme alguma lesão cerebral que
determine esse comportamento problema, antigamente se acreditava ser demônios que
apoderava dos corpos da pessoa.
Guilhardi(2005)acredita que o esquizofrênico tem dificuldades e inadequações no
seu comportamento e aprendizagem que advém de uma experiência no ambiente difícil,
a esquizofrenia é um fenômeno complexo que precisa ser melhor analisado e buscar
mais o entendimento para que possa compreender seus comportamentos complexos.
Cols(2016) ressalta que os psicofármacos é fundamental para tratar a
esquizofrenia porque ajudam a minimizar ou reduzir os sintomas e o mantêm
estabilizado,atuando com eficácia no tratamento da esquizofrenia.
3 CONCLUSÃO

Partindo da perspectiva a esquizofrenia é uma psicopatologia complexos é


desafiadora é necessário tratamento psicológico e psicofarmacológico para dar um
suporte para ajudar na elaboração deste fato nesta fase e diminuir e estabilizar os
sintomas, de acordo com Guilhardi et al, (2005) os sintomas da esquizofrenia causa
danos emocionais, sociais e comportamentais e psíquicos é uma patologia crônica que
levará consigo para todas a fase da vida, a esquizofrenia faz o paciente apresentar
determinadas vulnerabilidade mental onde poderá a desenvolver umas séries de
psicopatologias que vão comprometer sua saúde mental, e todas as esferas da sua vida,
é vasto os impactos causado pela esquizofrenia por isso se faz necessários estudos
mais aprofundados para que possa ser melhor compreendidas todos os desafios
apresentados por esta temática.
Embora essa temática tenha sido frequente dentro da sociedade são necessários
estudos que aprofundam nestes aspectos psicológicos e afetivos e sintomáticos para que
possa ter uma redução dos sintomas que afetam e compromete a qualidade de vida do
paciente diagnostico com esquizofrenia possível e planos ações para tratamento
psicológico e dê suporte e acolhimento psicológico também para os familiares da vitima
por ser um evento desafiador e complexo que desestrutura todo familiar.
A saúde mental se tornou uma questão de saúde pública, se faz necessário
contribuição na diminuição do índice de prevalência dos transtornos mentais que este
diretamente associado esquizofrenia e assim propor qualidade de vida e saúde mental
a sociedade.
Identificou-se a necessidade de se criar mais estratégia e técnica comportamentais
para tratamentos da esquizofrenia e redução dos desafios apresentados neste contexto
controlado para evitar seu crescimento estatístico de não eficácia.
No decorrer da pesquisa observa se uma das formas de diminuir essa estatística
atualmente é feita através da rede pública atendimento sistema único de saúde (SUS)e
(caps)centros de atendimentos psicossocial onde o paciente conta com o apoio para
tratamento especializado ,além de algumas redes privadas com clínica psiquiátrica.
4 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

DESLANDES, S.F.; GOMES, R.; MINAYO, M.C.S. Pesquisa social: teoria, método
e criatividade / Suely Ferreira Deslanes, Romeu Gomes; Maria Cecília de Souza Minayo
(organizadora). 25ª ed. revista e atualizada. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.

DSM-IV manual diagnóstico e estatístico de transtorno mental. 4ed. Artmed. Porto


Alegre. 2008.

LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A Fundamentos de metodologia científica. 5ed. -


São Paulo: Atlas 2003.

LONDERO, I.COLS. acompanhamento terapêutico: teoria e técnicas na terapia


comportamental e COGNITIVO-COMPORTAMENTAL. São Paulo: Gen/Santos editora
2016.

GUILHARDI, M.B B.P. Madi, P.P.Queiroz & M. C. Scoz (Orgs), Sobre


comportamento e cognição: Expondo a variabilidade. Vol 7 Santo
André:ESETec.Editores Associados.

COSTA, l.N;CALAIS,l.S Esquizofrenia:intervenção em instituição publica de


saúde. Psicologia USP, São Paulo janeiro/março 2010 Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S010365642010000100010&script=sci_abstract&tln
g=pt

BARRETO, P.M. E; ELKIS. H Evidências de eficácia da terapia cognitiva


comportamental na esquizofrenia. Revista psicologia clínica.2007 Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-60832007000800011
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