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Índice

1.1. Introdução................................................................................................................................... 3
1.2. Objectivos:.................................................................................................................................. 3
1.2.1. Geral: abordar sobre as técnicas de recolha e tratamento de informação. .............................. 3
1.2.2. Específicos : ........................................................................................................................... 3
1.3. Metodologia: .............................................................................................................................. 3
Capítulo II. Fundamentação teórica ....................................................................................................... 4
2.1. Conceito de informação................................................................................................................... 4
2.2. Técnicas de recolha e tratamento da informação............................................................................. 4
2.2.1. Entrevista ...................................................................................................................................... 5
2.2.1.1. Vantagens da entrevista ............................................................................................................. 6
2.2.1.2. Desvantagens da entrevista........................................................................................................ 6
2.2.1.3. Classificação ou tipologia das entrevistas ................................................................................. 6
2.2.1.4. Outros tipos de entrevistas......................................................................................................... 7
2.2.1.5. Técnicas utilizadas na realização de entrevistas ........................................................................ 8
2.2.1.5.1. Técnicas clássicas ................................................................................................................... 8
2.2.1.5.2. Técnicas particulares .............................................................................................................. 9
2.2.1.6. Aspetos a ter em conta no momento da realização da entrevista .............................................. 9
2.2.1.7. Cuidados na elaboração das questões da entrevista................................................................... 9
2.2.2. Inquérito por questionário ............................................................................................................ 9
2.2.2.1. Fases de preparação e realização de um inquérito por questionário .......................................... 9
Tipos de questões ................................................................................................................................. 10
2.2.3. Observação ................................................................................................................................. 11
2.2.3.1. Observação participante .......................................................................................................... 11
2.2.3.2. Observação não participante.................................................................................................... 11
2.2.3.3. Algumas vantagens da observação: ......................................................................................... 11
2.2.3.4. Limites e problemas da observação:........................................................................................ 11
2.2.4. Análise documental .................................................................................................................... 12
2.2.4.1. Análise da informação quantitativa ......................................................................................... 12
2.2.4.2. Análise da informação qualitativa ........................................................................................... 12
2.2.4.3. Vantagens da análise documental:........................................................................................... 13
2.2.4.4. Desvantagens da análise documental: ..................................................................................... 13
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2.2.5. Material audiovisual ................................................................................................................... 13
2.3. Tratamento de informação............................................................................................................. 14
Capítulo III. Conclusão ........................................................................................................................ 15
Capítulo IV. Bibliografia .......................................................................... Error! Bookmark not defined.

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Capítulo I. Introdução
1.1. Introdução
Durante o processo estudantil ou profissional, nos deparamos sempre com situações em que
estamos sujeitos a uma busca de informações necessárias para levar a diante as nossas carreiras.
Estas informações podem ser de natureza científica ou empíricas que ainda carecem de um estudo
que as comprove. Perante essa situação somos convidados a ir atrás das informações que
satisfazem as nossas pesquisas. Estas informações existem ou podem existir em vários lugares e
sob formas diversificadas. Como, então, ter essas informações?
No presente trabalho apresentaremos as técnicas de recolha e tratamento de informação bem como
as vantagens e desvantagens concernentes as técnicas que são usadas nesse processo.

1.2. Objectivos:

1.2.1. Geral:

Abordar sobre as técnicas de recolha e tratamento de informação.

1.2.2. Específicos :
 Identificar as técnicas de recolha de informação;
 Conhecer as vantagens e desvantagens de carda técnica;
 Conhecer os cuidados e as técnicas na elaboração da entrevista e outras técnicas de recolha
e tratamento da informação.

1.3. Metodologia:
O presente trabalho foi possível de elaborar através de pesquisa bibliográfica de obras de vários
autores, sendo obras em formato físico, eletrônico e virtuais.

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Capítulo II. Fundamentação teórica

2.1. Conceito de informação


A informação é um conjunto organizado de dados, que constitui uma mensagem sobre um
determinado fenômeno ou evento (CARDOSO,2014). Ela permite resolver problemas e tomar
decisões, tendo em conta que o seu uso racional é a base do conhecimento.
Como tal, outra perspectiva indica-nos que a informação é um fenômeno que confere significado
ou sentidos às coisas, já que através de códigos e de conjunto de dados, forma os modelos do
pensamento humano.

2.2. Técnicas de recolha e tratamento da informação


As técnicas de recolha de informação são utilizadas para recolher e tratar a informação sobre a
realidade que estamos a investigar ou estudar.
Elas baseiam-se na formulação de diversas questões que facilitam a recolha de informações tais
como:
- Como vamos procurar a informação?
- Qual a natureza dessa informação?
- Junto de quem vamos recolher essa informação?
Para a recolha de informações existem dois tipos de fontes:
 Fontes primárias – informações que o investigador obtém directamente através da
concepção e aplicação de inquéritos, planeamento e condução de entrevistas e estudos
baseados na observação.
 Fontes secundárias – o investigador tem acesso a informações trabalhadas por terceiros e
procede à sua recolha em livros, dicionários, internet, jornais e revistas, base de dados, etc.

As técnicas de recolha de informação podem ser documentais e não documentais.


As técnicas documentais são baseadas em documentos escritos (pesquisa documental) e não
escritos (audiovisual).
As técnicas não documentais são baseadas em entrevistas, inquérito por questionário e
observação.

As técnicas utilizadas na recolha de informação deverão ser coerentes com o tipo de estudo e o
tipo de investigação (qualitativa ou quantitativa).

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As principais técnicas de recolha de dados são:
 Entrevistas;
 Inquérito por questionário;
 Observação;
 Análise documental; e
 Materiais audiovisuais.
Ao utilizar estas metodologias para a recolha de informações, o investigador deve criar guiões
uniformizados para os vários registros: guião de entrevistas, de observação, de pesquisa
documental, para que a informação possa ser registrada de forma mais rigorosa possível, com
critérios uniformes.

2.2.1. Entrevista
A entrevista é um método de recolha de informações que consiste em conversas orais, individuais
ou de grupos, com varias pessoas selecionadas cuidadosamente (Ketele, 1999: 18).
A entrevista é uma técnica de recolha de informação que consiste numa conversa
intencional e de natureza profissional, geralmente entre duas pessoas, dirigida por uma delas,
com o objetivo de obter informações sobre a outra.

Através de um questionamento oral ou de uma conversa, um indivíduo ou um iformante-chave


pode ser interrogado sobre os seus actos, as suas ideias ou os seus projectos. Uma entrevista
carece de um propósito (tema, objectivos e dimensão) bem definido e é necessário ter uma
imagem do entrevistado, procurando caracterizar sucintamente a sua pessoa. De seguida,
seleciona-se a amostra dos indivíduos a entrevistar segundo um método representativo da
população ou de oportunidade.

A entrevista possibilita:
 Interação directa entre o entrevistador e o entrevistado;
 Diversidade relativamente às questões e respostas;
 Maior eficácia de respostas;
 Papel activo do entrevistador;
 Oportunidade para aprofundar

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2.2.1.1. Vantagens da entrevista
 Permite a recolha de informação que muitas das vezes não se encontra em documentos e
livros;
 Permite recolher testemunhos e interpretações do objecto de estudo;
 Permite recolher muita informação;
 É flexível no sentido que permite verificar se os entrevistados compreendem o significado
das palavras e o sabem explicar.

2.2.1.2. Desvantagens da entrevista


 Possibilidade de respostas falsas;
 Depende da capacidade que as pessoas têm para verbalizar as suas próprias ideias;
 Consome muito tempo;
 A análise do conteúdo da informação pode tornar-se complicada e difícil;
 As opiniões do investigador podem influenciar o entrevistado e as suas respostas.

2.2.1.3. Classificação ou tipologia das entrevistas


As entrevistas podem ser classificadas em:
 Entrevista não estruturada – quando não tem guião, mas sim um conjunto de tópicos ou
temas gerais que conduzem a conversa. Não há muito dialogo porque o entrevistador ouve
mais do que fala. Implica o respeito absoluto do entrevistado.

 Entrevista semi-estruturada – quando possui um guião com tópicos a abordar na


entrevista e que servem de eixo orientador ao desenvolvimento da entrevista. Também dá
liberdade ao entrevistado, pois este tipo de entrevista assenta na combinação de perguntas
abertas e fechadas.

 Entrevista estruturada – quando a abordagem dos temas se subordina à questões


previamente selecionadas e são consideradas importantes para os objectivos do trabalho de
investigação. Procura o apuramento de determinados factos, as perguntas são estruturadas,
organizadas e ordenadas. Neste tipo de entrevista o entrevistador não concede qualquer
“margem de manobra” ao entrevistado, seguindo rigorosamente a ordem do guião
previamente preparado.

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2.2.1.4. Outros tipos de entrevistas

a) Entrevista em grupo: reúne-se um pequeno grupo de pessoas e aborda-se um


determinado tema proposto pelo entrevistador, que age como moderador.

b) Entrevista exploratória: realiza-se com o objetivo de descobrir novos aspetos a incluir na


pesquisa.

Quanto às questões numa entrevistas podem existir dois tipos de questões:


 Questões abertas - o entrevistado tem a possibilidade de exprimir e justificar livremente a
sua opinião.
Ex.. Pensa que a prática desportiva é importante na educação dos jovens?

Vantagens do uso das questões abertas:


 Relaxam o entrevistado e o entrevistador;
 Permitem apreender o vocabulário do entrevistado;
 Proporcionam uma grande riqueza de detalhes;
 Facilitam a resposta ao entrevistado;
 Por vezes são fornecidas informações “inesperadas”;
 Evita o enviesamento por resposta pré-estabelecidas.

Desvantagens do uso das questões abertas:


 As respostas podem ter demasiados detalhas irrelevantes;
 Possibilidade de o entrevistador perder o controlo da entrevista;
 Pode parecer que o entrevistador não está preparado;
 Dificuldade na análise.

 Questões fechadas – o entrevistado não tem possibilidade de desenvolver a resposta. Isto


é, não tem a possibilidade de exprimir sua opinião. Geralmente são questões em que o
entrevistado está sujeito a selecionar as respostas que se adéquam à sua opinião. São
exemplos de questões fechadas as perguntas de múltipla escolha.

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Vantagens do uso de questões fechadas:
 Útil para a obtenção de informação e opiniões relativamente simples;
 Permite obter o mesmo tipo de informação de um grande número de pessoas;
 Poupam o tempo;
 Vão directo ao assunto;
 Facilitam a codificação da resposta;
 Facilitam o controle da entrevista;
 Facilitam a comparação da entrevista.

Desvantagens do uso de questões fechadas


 Não permitem obter grandes detalhes;
 Podem levar à perda de ideias importantes;
 Possibilidade de existirem questões que sugerem resposta específica, exprimem
expectativas e excluem a variedade de respostas;
 Redação da questão pode afetar a resposta;
 Possibilidade de incoerências nas respostas sobre o mesmo tema;
 Incoerência suscitada pelo desejo do inquérito de dar uma imagem racional de si próprio;
 Não é adequado para obter opiniões aprofundadas, identificar problema ou soluções.

 Questões semi-abertas – Conjuga questões abertas e questões fechadas

Vantagens do uso de questões semi-abertas


 Facilidade e rapidez no apuramento dos dados;
 Informação suficiente, dado que é apresentada a justificação da resposta

Nota: Praticamente este tipo de método não tem desvantagens.

2.2.1.5. Técnicas utilizadas na realização de entrevistas

2.2.1.5.1. Técnicas clássicas


 Utilização de expressões breves;
 Realização de sínteses parciais/reformulações de uma parte do discurso;
 Formulação de pedidos neutros de informação adicional;

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 Repetição do tema.

2.2.1.5.2. Técnicas particulares


Utilizadas em função de uma escolha deliberada do entrevistado.

2.2.1.6. Aspetos a ter em conta no momento da realização da entrevista


 Ambiente da entrevista;
 O entrevistador nunca deve dar a impressão que a entrevista constitui uma forma de
interrogatório ou exame;
 O entrevistador não deve manipular, nem dirigir as respostas do entrevistado;
 O entrevistador deve ganhar a confiança do entrevistado;
 O entrevistador deve demonstrar compreensão e estabelecer empatia com o entrevistado;
 O entrevistador não deve fazer juízos de valor.

2.2.1.7. Cuidados na elaboração das questões da entrevista


 Colocar duas questões numa;
 Introduzir uma assunção antes;
 Incluir linguagem técnica ou palavras complexas;
 Liderar;
 Ser generalista

2.2.2. Inquérito por questionário


Um inquérito por questionário traduz-se num conjunto predeterminado de perguntas à população
ou a uma amostra representativa do grupo que se pretende estudar. Deste modo, utiliza processos
de recolha sistemática de dados, com vista a dar resposta a um determinado problema.

2.2.2.1. Fases de preparação e realização de um inquérito por questionário


1. A formulação do problema;
2. A definição dos objetivos e da informação necessária;
3. A realização da revisão bibliográfica;
4. A formulação de hipóteses;
5. A identificação das variáveis e indicadores;
6. A especificação do meio de administração;
7. A validação do conteúdo;
8. A definição da amostra;
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9. A construção do questionário (número tipo, redação e ordem das perguntas, instruções e
apresentação gráfica);
10. A aplicação do pré teste e corrigir eventuais defeitos;
11. A elaboração do questionário definitivo;
12. A passagem do questionário.

Tipos de questões
Cabe ao investigador selecionar o tipo de questão a apresentar de acordo com o fim para o qual a
informação é usada, as características da população em estudo e o método escolhido para divulgar
os resultados, tendo em conta as vantagens e desvantagens de cada tipo de respostas. Estas
questões podem ser abertas, fechadas ou semi-abertas caracterizadas como referido anteriormente
e com as mesmas particularidades também já referenciadas anteriormente (vantagens e
desvantagens).

Como já referido, há diversos tipos de questões passíveis de serem utilizadas em questionário, no


entanto estas terão de ser alvo de uma construção cuidadosa e até mesmo de uma avaliação prévia.
Assim sendo, uma boa questão:
 Não deve influenciar as respostas;
 Nas perguntas fechadas, deve conduzir exatamente às respostas disponíveis ou possíveis;
 Deve estar redigida de forma compreensível, de acordo com as características do público-
alvo;
 Não deve suscitar preconceitos ou juízos de valor;
 Deve evitar ser indiscreta, constrangedora ou atingir susceptibilidades;
 Deve ser objetiva face ao propósito do questionário;
 Não deve implicar grandes raciocínios ou reflexões;
 Devem ser evitadas perguntas que apresentem muitas ideias, sejam persuasivas ou
indefinidas.

Na definição da amostra deve se ter em conta o tamanho da população, pois esta influencia o
tamanho da amostra uma vez que amostra é um subconjunto da população, que se supõe ser
representativo da população que se pretende estudar.

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O tamanho considerável da amostra deve ser de no mínimo 5% da população sendo que esta é
escolhida de forma aleatória para evitar conclusões erradas sobre a população em estudo
(CASTRO, J. 2005).

2.2.3. Observação
A observação é uma técnica fundamental na investigação cientifica, uma vez que o contacto direto
pode mostrar características do objeto impossíveis de descobrir quando utilizadas outras técnicas.
Deste modo, a compreensão dos comportamentos e das práticas sociais só é possível a partir da
sua observação minuciosa e sistemática.
A observação pode ser participante e não participante.

2.2.3.1. Observação participante


Neste tipo de observação, o instrumento principal é o próprio investigador. Integra o meio a
investigar e “veste” o papel de actor social, podendo, assim ter acesso às perspectivas de outros
seres humanos ao viver aos mesmos problemas e as mesmas situações que eles.

2.2.3.2. Observação não participante


Aqui o investigador toma contactos com o grupo ou a realidade estudada, mas sem participar
nela. Este tipo de técnica reduz a interferência do observador no observado e permite a utilização
de técnicas como a entrevista ou o inquérito, sem influenciar o objecto do estudo.

2.2.3.3. Algumas vantagens da observação:


 Apreensão dos comportamentos e acontecimentos no próprio momento em que se
produzem;
 Permitir recolher dados no momento em que estão a acontecer, sem criar situações
artificiais;
 Avaliar alguns aspectos para os quais não há outras técnicas;
 Ser fácil de aplicar.

2.2.3.4. Limites e problemas da observação:


 A presença do investigador pode provocar alterações no comportamento dos observados,
destruindo a espontaneidade dos mesmos e produzindo resultados pouco confiáveis;

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 Problema do registo. O investigador não pode confiar unicamente na sua memória. Nem
sempre é possível tomar notas e a solução é transcrever os comportamentos observados
imediatamente após a observação;
 Interpretação das observações. As grelhas formalizadas facilitam a interpretação, mas
podem ser artificiais perante a riqueza dos processos observados;
 Exige muito tempo.

2.2.4. Análise documental


A análise documental é um processo que envolve recolha, seleção, tratamento e interpretação de
dados pré-existentes em documentos, que serão úteis para estudar outros objetos. Estes
documentos podem ser manuscritos, impressos ou audiovisuais, oficias ou públicos, privados ou
de algum organismo, contendo texto ou números.
O processo de validação dos dados provenientes desta variada fonte documental engloba,
sobretudo, o controlo da credibilidade dos documentos e das informações que eles contêm. É,
ainda, necessário ter especial atenção para as informações contidas na Internet, onde a questão da
autoria, credibilidade e autenticidade é, muitas vezes, difícil de ser estabelecida. Também é
considerado no processo de validação dos dados a sua adequação aos objetivos e às exigências do
trabalho de investigação.

2.2.4.1. Análise da informação quantitativa


Aquela que se pode medir e apresenta seus resultados em números. Ex. idade, altura, peso,
número de membros da família, etc.
 Atribuir significado e aos dados;
 Análise com precisão;
 Análise estatística.

Limitações:
Nem todos os factos interessantes são quantitativamente mensuráveis;

2.2.4.2. Análise da informação qualitativa


Aquela que não se pode medir e representa-se por modalidades. Ex. estado civil, raça, cor, etc.
 Análise de conteúdo;
 Obriga o investigador a manter a distância em relação a interpretações espontâneas.
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Limitações:
(i) análise demorada e trabalhada;
(ii) exigem treino.

Segundo Quivy, a análise de documentos é especialmente importante


na análise de:
 Fenômenos macro sociais, demográficos e socioeconômicos;
 Mudanças sociais e do desenvolvimento histórico;
 Mudanças a nível organizacional;
 Ideologias, sistemas de valores e da cultura.

2.2.4.3. Vantagens da análise documental:


 Economia de tempo e dinheiro;
 Evita o recurso abusivo às sondagens e inquéritos;
 Aproveita o material disponível.

2.2.4.4. Desvantagens da análise documental:


 Dificuldades de acesso aos dados;
 Acesso, mas impossibilidade de divulgação;
 Credibilidade de adequação dos dados;
 A análise de conteúdos é difícil de generalizar.

2.2.5. Material audiovisual


A técnica conhecida como photovoice é utilizada para e recolha de informações através do uso de
materiais audiovisuais. Esta técnica consiste na utilização de imagens fotográficas, gravações ou
vídeos produzidos pelos participantes da investigação.
Esta técnica é praticamente a mais usada quando se pretende evidenciar qualquer tipo de estudo
ou processo de recolha de informação.
Esta técnica tem grande vantagem porque ela transmite maior fidelidade e credibilidade da
informação.

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2.3. Tratamento de informação
As informações recolhidas durante o estudo devem ser conservadas de forma a servirem como
bases para as nossas futuras consultas.
As formas de conservação dessas informações podem ser de diversos tipos como:
 A documentação da informação (todos os tipos de documentação);
 Gravação da informação em materiais de conservação de informação como CD’s, Discos
rígidos (HD);
 Armazenamento a informação no ciberespaço (armazenamento em nuvem) – isto é
possível com o uso da tecnologia no processo de tratamento da informação; etc.

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Capítulo III. Conclusão
Contudo, inferimos através dos estudos que as técnicas de recolha de informação devem ser
selecionadas cuidadosamente para cada tipo de estudo que se pretende fazer de modo a
possibilitar a melhor aquisição das informações necessárias ou procuradas. Estas técnicas devem
ser alvo de um pré-teste antes da sua aplicação visto que a má adequação da técnica durante o
processo de pesquisa ou de busca de informação pode conduzir a insatisfação da pesquisa.

Capítulo IV. Bibliografia


SEVERINO, António Joaquim; Metodologia do trabalho cientifico. 23a ed. Cortez Editora, São
Paulo, 2008.
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CARDOSO, CARLA; iTIC 7/8, metas curriculares, Areal Editores, Lisboa, 2014.

PINTO, Helena Soares; NEVES, Isabel Costa; Métodos qualitativos, Edições ASA, Lisboa, 1994.

CERVO Amado Luiz; BERVIAN Pedro Alcino. Metodologia científica. 5. ed. São Paulo:
Prentice Hall, 2002.

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia


científica. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2003.

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