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DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

SENTINELA

PROJETO SEMESTRAL

Grupo: GP1

Orientadora: SHEILA

Adriano Costa de Souza (3º - SI)


Filipe Rocha Neri Holanda (3º - SI)
Leonardo Monteiro Tavares (4º - EP)

MACAÉ, RJ
JUNHO DE 2010
DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS
SENTINELA

Grupo: GP1

Adriano Costa de Souza (3º - SI)

Filipe Rocha Neri Holanda (3º - SI)

Leonardo Monteiro Tavares (4º - EP)

PROJETO SEMESTRAL SUBMETIDO AO CORPO DOCENTE DA FACULDADE

PROFESSOR MIGUEL ÂNGELO DA SILVA SANTOS (FeMASS) COMO PARTE DA

SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO POR PROJETOS (SAP).

Banca Examinadora:

_______________________________________________
Prof.ª Sheila. (Orientadora)

_______________________________________________
Prof. Marco Antonio Pinto Grillo

MACAÉ, RJ

JUNHO DE 2010
RESUMO:

Em face de que a maioria dos projetos de desenvolvimento de software pode perder


todo seu foco na fase de estudos, realiza-se primeiramente todo o trabalho de levantamento
das necessidades do setor.

Logo o projeto apresenta um estudo de levantamento das necessidades de um setor.


Definindo o cenário de execução de tarefas realizado em seu interior, dividindo cada
procedimento em pequenos processos.

PALAVRAS-CHAVE: Organização, Agilidade, Precisão nas Informações.


iv

LISTA DE FIGURAS

Figura 1. Processo de busca do prontuário...............................................................................14


v

LISTA DE TABELAS

Tabela 1. Protocolo Autorização de Internação Hospitalar......................................................11


Tabela 2. Laudos de AIH..........................................................................................................13
Tabela 3. Entrada e saída de AIH – Setembro..........................................................................13
Tabela 4. Protocolo de Faturamento.........................................................................................14
Tabela 5. Registro de Ocorrência..............................................................................................16
SUMÁRIO

LISTA DE FIGURAS................................................................................................................iv
Figura 1. Processo de busca do prontuário 14...........................................................................iv
LISTA DE TABELAS................................................................................................................v
Tabela 1. Protocolo Autorização de Internação Hospitalar 11...................................................v
Tabela 2. Laudos de AIH 13.......................................................................................................v
Tabela 3. Entrada e saída de AIH – Setembro 13.......................................................................v
Tabela 4. Protocolo de Faturamento 14......................................................................................v
Tabela 5. Registro de Ocorrência 16...........................................................................................v
SUMÁRIO.................................................................................................................................vi
1.INTRODUÇÃO.......................................................................................................................8

1.OBJETIVOS 9
2.Objetivo geral...........................................................................................................................9

3.Objetivo específico..................................................................................................................9

4.JUSTIFICATIVA....................................................................................................................9
5.METODOLOGIA....................................................................................................................9
2.histórico..................................................................................................................................10

6.IMPORTÂNCIA DO LEVANTAMENTO DE REQUISITOS............................................10


7.CENÁRIO ATUAL...............................................................................................................11
8. A Triagem.............................................................................................................................11

9.A Classificação......................................................................................................................12

10.O Registro............................................................................................................................13

11.A Auditoria..........................................................................................................................14

12.O Faturamento Hospitalar....................................................................................................16

13.O Processo de busca.............................................................................................................16

14.Livro de Ocorrência ............................................................................................................18

15.PADRÕES DE VOCABULÁRIOS.....................................................................................18
3.CONSIDERAÇÕES FINAIS.................................................................................................20

16.CONCLUSÕES...................................................................................................................20
17.PROPOSTAS DE TRABALHOS FUTUROS....................................................................20
Anexo I - Indicadores de Produção do Hospital.......................................................................22
FONTE: Indicadores de Produção do Hospital Público Municipal de Macaé.........................22
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1. INTRODUÇÃO

A Fundação Municipal Hospitalar de Macaé (FMHM), em especial o Hospital


Público Municipal de Macaé (HPM), tem em seu interior o setor responsável pelo
preenchimento da Codificação de Solicitação de Autorização de Internação Hospitalar (AIH)
nos prontuários médicos dos respectivos pacientes internados neste hospital, a fim de serem
apresentados ao Sistema Único de Saúde (SUS) para repasse de verbas da saúde ao próprio
hospital.
O prontuário médico é um documento que se encontra sob a guarda do hospital, é um
elemento crucial para atendimento à saúde dos indivíduos, reúne informações necessárias para
garantir a continuidade dos tratamentos prestados ao paciente.
De acordo com o relatório, Indicadores Mensais do Hospital - anexo 1, são atendidos
em média 7496 pacientes por mês, destes são divididos em atendimentos médicos por origem:
Emergência, Maternidade, Pronto Atendimento. Dos atendimentos gerados por estas
unidades, cerca de 540 pacientes são internados mensalmente no hospital.
O regime de internação aplicado aos pacientes do hospital faz-se da seguinte forma:
os pacientes atendidos nas três principais origens (Emergência, Maternidade, Pronto
Atendimento) que necessitarem de operação e ou ultrapassar de 24 hs dentro da instituição
são considerados internados para fins de faturamento hospitalar. O paciente que ultrapassar
trinta dias de internação terá seu respectivo prontuário desmembrado por igual período
enquanto estiver internado para a mesma finalidade descrita acima originando assim a alta
administrativa.
9

1. OBJETIVOS

2. Objetivo geral

Construção de um sistema de informação que possibilite pleno desenvolvimento e


que venha facilitar o desempenho de tarefas, entre a tomada de decisão e a execução
descentralizada, proporcionando uma forma trabalho organizacional.

3. Objetivo específico

O projeto apresentará os requisitos necessários para o desenvolvimento do sistema,


ou seja, a atividade de levantamento de requisitos correspondente a compreensão do
problema.

4. JUSTIFICATIVA

A elevada quantidade de prontuários médicos da instituição, a urgência de estruturar


o arquivo visando precisão nas medidas a serem adotadas e considerando que o Setor de
Codificação de AIH, não consta de um plano de trabalho formalizado podendo causar
prejuízos aos cofres públicos, por ser uma entidade pública.

5. METODOLOGIA

O presente trabalho foi baseado em pesquisa de campo, tendo como principal


objetivo a elicitação de requisitos do setor. Pesquisa realizada com funcionários do setor de
Codificação de Solicitação de Autorização de Internação Hospitalar – HPM – FMHM;
utilizando a técnica de observação do ambiente do usuário, realização de entrevistas com o
usuário e pesquisas bibliográficas, sites e artigos científicos.
10

2. HISTÓRICO

Um processo de desenvolvimento de software, em uma abordagem de Engenharia de


Software, envolve diversas atividades. Entretanto, aborda-se neste projeto as Atividades de
Desenvolvimento (Técnicas de Construção), mais especificamente levantamento de
requisitos.
O levantamento de requisitos corresponde à etapa de compreensão do problema
aplicada ao desenvolvimento do software. Segundo (Bezerra, 2007), é nesta etapa que os
desenvolvedores, juntamente com os clientes, tentam levantar e definir as necessidades dos
futuros usuários do sistema a ser desenvolvido.

6. IMPORTÂNCIA DO LEVANTAMENTO DE REQUISITOS

Segundo Ricardo Portella em seu artigo: Por que é tão complicado desenvolver
sistemas, a parte mais crítica do processo de desenvolvimento de software é a fase de Estudos,
onde se encontra a exposição de requisitos, pois se mal executada, pode levar a um
entendimento errado da necessidade e a consequente construção de um “produto certo” para o
“problema errado”.
O levantamento de requisitos é a etapa mais importante em termos de retorno em
investimentos feitos para o projeto de desenvolvimento.
11

O enfoque prioritário do levantamento de requisitos é responder claramente o que o


usuário necessita do novo sistema. E se for necessário mudanças no desenvolvimento do
sistema que ela ocorra no inicio do projeto diminuindo o custo do processo.

7. CENÁRIO ATUAL

Uma das formas utilizadas para elucidar requisitos de sistema neste projeto foi a
observação do ambiente do usuário, realização de entrevistas com usuários. A partir desta
observação divide-se a execução de tarefas dos usuários em pequenos processos listados a
seguir.

8. A Triagem

Primeiramente são recebidos todos os prontuários dos pacientes internados nas


unidades hospitalares que receberam alta ou alta administrativa em determinado período.
Os mesmos são avaliados para identificar possíveis pendências, tais como:
• Falta de carimbo do médico – os prontuários são apresentados sem carimbo
do médico que prestou assistência ao paciente. Sem carimbo do médico as
AIHs são canceladas pelo SUS;
• Falta do número do CADSUS – os prontuários se apresentam sem o número
do cartão do SUS;
• Data de preenchimento do laudo incorreto – parte dos campos do laudo de
AIH é preenchida erroneamente nas unidades de internação acarretando
confecção de um novo laudo. Exemplo: Um procedimento realizado dia vinte
de outubro de 2009 é anotado com data diferente do procedimento em
questão, esta ação acarreta cancelamento do laudo de AIH;
• Rasura ou uso de corretivos – o laudo apresenta rasura ou uso de corretivos
acarretará na confecção de um no novo laudo;
• Várias cirurgias – o prontuário médico possui inúmeras cirurgias realizadas
pelo paciente e há apenas um laudo em seu interior, desta forma é necessário
12

a confecção de um ou mais laudo de acordo com a quantidade das cirurgias


realizadas.
De acordo com informações prestadas pelo responsável do setor, os itens
enumerados acima fazem parte de pendências solucionáveis, encaminhado cada prontuário
pendente para a unidade hospitalar responsável.

9. A Classificação

Após realização da Triagem, com identificação de todas as pendências, os


prontuários entram no processo de classificação:
• Por mês de internação – neste caso os prontuários são separados por mês de
internação, o motivo desta classificação é que os prontuários têm um prazo
máximo definido pelo SUS para apresentação dos laudos;
• Pacientes residentes em Macaé – nesta classificação, os prontuários além de
receberem a mesma rotina descrita acima são separados por pacientes
residentes em Macaé;
• Pacientes residentes em Outros Municípios – recebe as duas rotinas descritas
acima e são separados por pacientes de Outros Municípios, ou seja, todos os
pacientes que não residem em Macaé;
• Maternidade – são divididos em procedimento de Parto Normal e Cesariano.
São classificados por mês de internação, mas não recebem distinção dos que
reside ou não em Macaé. O motivo desta classificação é justificado pela regra
do SUS, onde a instituição só pode apresentar 27 % (vinte e sete por cento)
das cesarianas sobre o número de partos normais.
Depois de classificados, os prontuários são agrupados em ordem crescente de
número de prontuário, conforme tabela 1.
13

Tabela 1. Protocolo Autorização de Internação Hospitalar

FONTE: Adaptada do Setor de Codificação de AIH

O Protocolo de Autorização de Internação Hospitalar, tabela 1, é salvo com nome do


mês de internação dos respectivos pacientes. Exemplo, se o paciente foi atendido e internado
no mês de setembro, o arquivo receberá o nome “Setembro”, e salvo dentro da pasta “Novos
Fluxos”.

10. O Registro

Após organização anterior, os laudos de AIH anexo aos prontuários recebem registro,
conforme descrito abaixo:
Identificação unívoca do usuário e profissional de saúde conforme os dados do
cartão;
14

• Identificação unívoca do estabelecimento de saúde, conforme código CNES –


Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde;
• Data e hora do atendimento e ou procedimento cirúrgico;
• Justificativa da Internação - descreve o motivo pelo qual o usuário buscou o
atendimento, conforme a Tabela TB28-Natureza da Procura (preenchido pelo
médico);
• Diagnóstico – descreve o(s) diagnóstico(s) do usuário do SUS, conforme -
CID-10;
• Procedimentos solicitados - descreve os procedimentos solicitados durante o
atendimento, conforme as tabelas SIA e SIH para o registro de procedimentos
ambulatoriais ou hospitalares, respectivamente. Utilizando neste momento a
ferramenta desenvolvida pelo DATASUS o SIGTAP1;
• CPF do médico se necessário.

11. A Auditoria

Depois de preenchido os respectivos dados nos laudos de AIH, os mesmos


(juntamente com os prontuários) passam por auditoria médica, a fim de comprovar a
autenticidade das informações prestada no laudo. Nesta fase os procedimentos anotados pelos
funcionários do setor serão ratificados ou retificados pelos auditores.
Após sofrer auditoria médica, os laudos de AIH, aprovados, são retirados dos
respectivos prontuários, protocolados e enviados as duas vias à SMS (Secretaria Municipal de
Saúde). Neste processo é gerada uma nova planilha denominada Laudo de AIH de acordo
conforme a tabela 2.

1
SIGTAP - Contém informações de procedimentos cirúrgicos ou clínicos necessários para o
preenchimento da AIH. Existe a Versão desktop e versão on-line, disponível para o público em
http://sigtap.datasus.gov.br/tabela-unificada/app/sec/inicio.jsp
15

Tabela 2. Laudos de AIH.

FONTE: Adaptada do Setor de Codificação de AIH

A tabela acima recebe o nome do primeiro prontuário que contém a lista, neste caso
“94865 MACAÉ AGOSTO” e salvo na pasta denominada “AUDITADOS\SETEMBRO”. A
tabela recebe o nome de “94865 Macaé Agosto” devido ao dia da internação dos pacientes
que fazem parte da lista e é salvo na pasta Auditados\Setembro devido ao mês em que os
prontuários receberam auditoria médica.
A Secretaria Municipal de Saúde é responsável pelo repasse das informações à
Secretaria Estadual de Saúde. Ela recebe da Secretaria Estadual de Saúde a numeração das
AIHs para serem anexadas na segunda via do laudo e retornar às unidades hospitalares de
origem. A tabela 3 é utilizada pelo setor para calcular a quantidade de número de AIHs
recebida pela SMS respeitando sua cota de 480 mês.

Tabela 3. Entrada e saída de AIH - Setembro.


Entrada e saída de AIH – SETEMBRO
Controle e Controle e Controle e
Retorno Retorno Retorno Total
avaliação avaliação avaliação
9/9/2009 15//09/2009 17/09/2009 17/09/2009 480
219 124 18 65 237
Faltam 243
FONTE: Adaptada do Setor de Codificação de AIH
16

12. O Faturamento Hospitalar

Retornado a segunda via do laudo de AIH junto com a numeração, estes são
anexados ao prontuário médico, que por sua vez são protocolados de acordo com a tabela 4 e
enviados ao Setor de Faturamento Hospitalar da instituição. A partir deste momento não é
mais de competência do setor a guarda dos prontuários.

Tabela 4. Protocolo de Faturamento.

FONTE: Adaptada do Setor de Codificação de AIH

13. O Processo de busca

Em determinado passo do processo há a requisição de prontuários no setor. Esta


solicitação causa transtornos entre os funcionários devido à dificuldade de encontrar o mesmo
entre suas planilhas. A figura 5 demonstra o processo de busca do prontuário.
17

17306

Figura 1. Processo de busca do prontuário.

Abaixo segue detalhadamente como é realizado este procedimento:


• Usuário e ou profissional de saúde solicita o prontuário ao setor fornecendo o
nome ou número do paciente;
• Identifica-se o mês de internação (admissão) e origem do paciente (Município
onde reside e se feminino verificar se é da maternidade) através do sistema
MV2000i;
• Abrir o diretório e arquivo conforme figura 1, conforme informações obtidas no
sistema MV2000i;
• Abrir arquivo e verificar todas as planilhas em busca do prontuário solicitado;
18

• Localizado a planilha e o prontuário anotar o primeiro prontuário que compõe


a lista, (o primeiro prontuário identifica a caixa onde se encontra o acervo);
• Entregar prontuário ao solicitante, protocolando a saída do mesmo.
14. Livro de Ocorrência

De acordo com informações prestadas pelo funcionário do setor, é um documento de


texto que registra toda ou qualquer informação que altere o fluxo do processo. Veja um trecho
retirado do Livro de Ocorrência do setor, tabela 5.

Tabela 5. Registro de Ocorrência


3) 18/03/2009 Nome do funcionário

O prontuário 63934 - Paciente X está com pendência não detectada por nossa
revisão quantitativa, e sim pelas médicas auditoras por este motivo irá retorna para a
Central de Internação.
FONTE: Adaptada do Setor de Codificação de AIH

15. PADRÕES DE VOCABULÁRIOS

O Sistema Único de Saúde (SUS) é um dos maiores sistemas públicos de saúde do


mundo. Ele abrange desde o simples atendimento ambulatorial até o transplante de órgãos,
garantindo acesso integral, universal e gratuito para toda a população do país.

Dentre os sistemas implementado pelo DATA – SUS temos: SIHSUS, SISAIH,


CNES, CADSUS, SIGTAP e CID10.

Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH-SUS) – sistema responsável pelo


processamento de informações para efetuar o pagamento dos serviços hospitalares prestado
pelo SUS, através da captação de dados das Autorizações de Internação Hospitalar – AIH.

Sistema Gerador do Movimento das Unidades Hospitalares (SISAIH) - sistema


descentralizado, utilizado mensalmente pelas Unidades Hospitalares para transcrição dos
dados das Autorizações de Internações Hospitalares e envio dos dados às Secretarias de
Saúde.
19

O Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) - é a base cadastral para


operacionalizar os Sistemas de Informações em Saúde hospitalar e ambulatorial,
imprescindíveis a um gerenciamento eficaz e eficiente. Propiciando ao gestor o conhecimento
da realidade da rede assistencial existente e suas potencialidades, visando auxiliar no
planejamento em saúde, em todos os níveis de governo.

O Cartão Nacional de Saúde (CADSUS) - é um instrumento que possibilita a


vinculação dos procedimentos executados no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) ao
usuário, ao profissional que os realizou e também à unidade de saúde onde foram realizados.

Sistema de Gerenciamento da Tabela de Procedimentos, Medicamentos e OPM do


SUS (SIGTAP) – Contém informações de procedimentos cirúrgicos ou clínicos necessários
para o preenchimento da AIH. Existe a Versão desktop e versão on-line, disponível para o
público em http://sigtap.datasus.gov.br/tabela-unificada/app/sec/inicio.jsp.

Classificação Internacional de Doenças (CID 10) - foi conceituada para padronizar e


catalogar as doenças e problemas relacionados à saúde, tendo como referência a
Nomenclatura Internacional de Doenças, estabelecida pela Organização Mundial de Saúde.

O MV2000i, sistema de Gestão Hospitalar da empresa MV Sistemas, é responsável


pelo gerenciamento hospitalar, contendo o gerenciamento do Atendimento (Recepção,
Exames e Procedimentos) e Suprimentos e Logística (Almoxarifado e Farmácia). Através
deste sistema é possível cadastrar, consultar, emitir relatórios, administrar internações,
administrar saída de medicamentos e estoque de matérias diversos.
20

3. CONSIDERAÇÕES FINAIS

16. CONCLUSÕES

O tempo do processo de busca, localização e triagem descrito no projeto pode ser


reduzido com a implantação de um sistema, capaz de cadastrar, pesquisar, imprimir folhas de
identificação, monitorar pendências, controlar quantidade do número de AIHs, entre outros
processos.

17. PROPOSTAS DE TRABALHOS FUTUROS

O grupo propõe retornar a temática, construção de um sistema informatizado,


aprofundando-se em pesquisa e estudo no desenvolvimento deste sistema no decorrer do
período.
21

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BEZERRA, Eduardo. Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML –


Rio de Janeiro. Ed.: Elsevier, 2007. 2ª ed. ISBN 978-85-352-1696-7.

Fundação Municipal Hospitalar de Macaé - Hospital Público Municipal de Macaé –


Setor de Codificação de AIH.

_______.Dicionário Priberam da Língua Portuguesa. Disponível em:


<http://www.priberam.pt/DLPO/>. Acesso em: 06/10/2009.

_______.Governo Federal. Ministério da Saúde. Departamento de Informação e


Informática do SUS. Disponível em: <http://w3.datasus.gov.br/datasus/index.php>. Acesso
em: 06/10/2009.

_______.Governo Federal. Ministério da Saúde. Portal da Saúde. Disponível em:


<http://portal.saude.gov.br/portal/saude/default.cfm>. Acesso em: 06/10/2009.

_______.Governo Federal. Ministério da Saúde. Sistema de Gerenciamento da


Tabela de Procedimentos, Medicamentos e OPM do SUS. Disponível em:
<http://sigtap.datasus.gov.br/tabela-unificada/app/download.jsp>. Acesso em: 06/10/2009.

_______.O Prontuário Eletrônico do Paciente na Assistência, informação e


conhecimento Médico. SBIS – Sociedade Brasileira de Informática em Saúde. Disponível em:
<http://www.sbis.org.br/site/arquivos/prontuario.pdf>. Acesso em: 06/10/2009.

_______.Rafrom - Nucleo de Estudo e Treinamento em Linguagem e Tecnologia.


Por que é tão complicado desenvolver sistemas. Disponível em:
<http://www.rafrom.com.br/>. Acesso em: 06/10/2009.
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ANEXO I – INDICADORES DE PRODUÇÃO DO HOSPITAL – HPM

Anexo I - Indicadores de Produção do Hospital


FONTE: Indicadores de Produção do Hospital Público Municipal de Macaé.