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FACULDADE ESTACIO DE TERESINA

CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM

IZABEL MARIA MOREIRA RODRIGUES

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO PACIENTE


COM PNEUMONIA.

TERESINA (PI)

2018
IZABEL MARIA MOREIRA RODRIGUES

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO PACIENTE


COM PNEUMONIA.

Estudo de caso apresentado à disciplina


de ensino clinico em saúde do adulto e
idoso como requisito para obtenção de
nota prática, no dia 25 de junho de 2018
Prof.ª: Esp. Adriana Rodrigues Alves de
Sousa.

TERESINA (PI)

2018
SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO..................................................................................................
2. OBJETIVOS......................................................................................................
2.1 GERAL.............................................................................................................
2.2 ESPECÍFICOS..................................................................................................
3. METODOLOGIA................................................................................................
4. HISTORICO DO PACIENTE...............................................................................
5. EXAMES MÉDICOS SOLICITADOS..................................................................
6. PRESCRIÇÃO MÉDICA.....................................................................................
7. SUPORTE NUTRICIONAL.................................................................................
8. EVOLUÇÕES E PRESCRIÇÕES DE ENFERMAGEM...............................
9. PLANO DE CUIDADOS DE ENFERMAGEM......................................
10. PLANO DE ALTA...............................................................................................
11. CONCLUSÃO...................................................................................................
12. REFERÊNCIAS..................................................................................................
1 INTRODUÇÃO

O presente trabalho se refere a um estudo de caso realizado no Hospital Miguel


Couto – Monte Castelo, em 2018, a partir do problema de saúde de um idoso de 75
anos, internado no referido hospital. Admitido apresentando diagnóstico inicial de
pneumonia bronco aspirativa, portador da doença de Alzheimer, diabetes mellitus tipo
1 e hipertensão arterial sistêmica. Bem como a elaboração de um plano assistencial
a ser colocado em prática, diante da integridade do processo de enfermagem que será
apresentado neste estudo de caso, com objetivo de enriquecer o trabalho, realizando
pesquisas bibliográficas.

De acordo com Dr. Arthur Frazão, (CLÍNICO GERAL Médico generalista,


especialista em Oftalmologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, com
registro profissional no CRM/PE – 16878)

``A pneumonia aspirativa é uma infecção do pulmão causada


pela entrada de líquidos ou objetos contaminados vindos da
boca ou estômago e, por isso, está associada, principalmente, a
alterações da deglutição.
Geralmente, essa pneumonia tem cura e é mais comum em
bebês, idosos, pacientes em coma ou que respiram com ajuda
de aparelhos, produzindo sintomas como febre alta e dificuldade
para respirar.
O tratamento deve ser iniciado o mais rápido possível com o uso
de antibióticos orais, podendo ser necessário internamento nos
casos mais graves. ``

Segundo Brunner (2005), a pneumonia é uma inflamação do parênquima


pulmonar causada por agente microbiano, onde as bactérias geralmente penetram na
via aérea inferior, mas, não causam pneumonia na presença de um mecanismo de
defesa do hospedeiro intacto. A pneumonia varia em seus sinais e sintomas,
dependendo do organismo e da doença subjacente. Entretanto, a despeito do tipo de
pneumonia (hospedeiro imunocomprometido, aspiração), as pneumonias não são
diagnosticadas só pela história clínica, mas sim a história geral de saúde, da idade da
criança, exames físico, exames radiológicos e laboratoriais. ``Os sintomas mais
comuns que precedem as pneumonias virais são rinite e tosse, cianose e fadiga
respiratória`` (BEHRMAN, VAUGHAN, 1990).
2 OBJETIVOS

2.1 Geral

desenvolver a Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) ao cliente


portador pneumonia.

2.2 Específicos

 Obter conhecimentos sobre pneumonia.

 Levantamento de dados através do histórico de enfermagem.

 Promover práticas assistências com base no processo de enfermagem.

 Estabelecer um plano de cuidados direcionado à cliente.


3 METODOLOGIA

Estudo de caso foi realizado em um hospital público, localizado na região sul


de Teresina, entre os dias 19/05/2018 a 22/05/2018. Gil (2007) descreve que o estudo
de caso “é caracterizado pelo estudo profundo e exaustivo de um ou de poucos
objetos, de maneira a permitir o seu conhecimento amplo e detalhado, tarefa
praticamente impossível mediante os outros tipos de delineamentos considerados”.

De acordo com Ventura (2007), o estudo de caso é uma modalidade de


pesquisa, mostrando não ser uma tarefa fácil caracterizá-lo, tendo em vista
principalmente suas diferentes abordagens e aplicações. Releva sua importância
crescente como instrumento de pesquisa, apresentando suas origens, significados e
seu delineamento como metodologia de investigação. Com o objetivo de mostrar sua
aplicação, indica as vantagens e as limitações mais comuns encontradas e destaca o
papel relevante do investigador que deverá ter cuidado com as generalizações e
buscar sempre o rigor científico no tratamento da questão.

A coleta de dados foi realizada com base no prontuário do paciente, entrevista,


e consulta de enfermagem, anamnese e o exame físico.
4 HISTÓRICO DO PACIENTE

A.P.A, sexo masculino, pardo,75 anos de idade, procedente da cidade de São


João da Fronteira (PI). É aposentado, viúvo, católico. Foi internado na enfermaria
masculina 06, leito 17, do hospital público de Teresina, localizado na região sul, com
diagnostico inicial de pneumonia.

Paciente também é portador de duas doenças crônicas: Diabetes Mellitus tipo


1 (DM) e Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS).

Ao exame físico: paciente deu entrada ao hospital consciente, calmo; exame


físico da cabeça e pescoço sem achados semiológicos; tórax: simétrico, com
expansibilidade preservada, bom padrão respiratório, murmúrios vesiculares +
presença de roncos à esquerda. Bulhas normofonéticas em 2 tempos, sem sopro.
Abdome plano, flácido e indolor a palpação.

MMSS e MMII: Acesso venoso periférico em MSD. Paciente está com SVD.

SSVV: T:36,2° / FC: 79 / RC: 20 PA: 140/80.


5 EXAMES MÉDICOS REALIZADO

HEMOGRAMA AUTOMATIZADO

Eritrograma:

Hemoglobina em g/dl: 12,9 .......................................referência em homem: 13,5 – 18

Leucograma: /mm3

Leucócitos por mm3: 17.930 ................................................. referência 4.000 – 10.000

Segmentados: 90,0............................................................................ referência 40 – 75

Plaquetas: 450.200 ................................................ referência 142.000 – 424.000/mm3

Obs.: Plaquetas morfologicamente normais. Hemácias normais. Leucócitos com


discreta Leucocitose, Neutrofilia.

VELOCIDADE DE HEMOSSEDIMENTAÇÃO - VHS

VHS: 43 mm/la hora .......................................................... referência até 20mm/la hora

Material: Sangue. Método: Westergreen.

Magnésio: 2,60 mg/dl ...................................... referência em adultos 1,60 – 2,40 mg/dl

Material: Soro. Método: Colorimétrico

Cloro: 97mEq/l ................................................................................ referência 98 – 107

Material: Soro. Método: Technicon


6 PRESCRIÇÃO MEDICA

Admissão:18/05/2018 e 19/05/2018.

1. DIETA ORAL PASTOSA POR SNG, 150ML 3/3H + AF.


2. JELCO SALINIZADO
3. CEFTRIAXONA 1G – 1AMP + AD, EV, 12/12 HRS.
4. CLINDAMICINA 600MG – 1AMP + 100ML SF0,9% EV,6/6H. + AD, IV,
8/8 HRS.
5. HIDROCORTISONA – 1AMP + AD, EV, 6/6 HRS
6. NBZ – SF0,9% - 5ML + BEROTEC 5 GOTAS + ATROVENT 12 GOTAS,
8/8 HRS.
7. DIPIRONA 500MG – 1AMP + AD, EV, 6/6H SN.
8. RANITIDINA – 01 AMP+AD, EV,12/12H.
9. BROMOPRIDA – 01 AMP+AD, EV,8/8H SN.
10. DONEPEZILA – 5MG – 1CP, SNG, 1X AO DIA (COM PACIENTE).
11. SERTRALINA – 50MG – 1CP, SNG, 1X AO DIA (COM PACIENTE).
12. ANLODIPINO – 5MG - 1CP, SNG, 1X AO DIA (COM PACIENTE).
13. LOSARTANA – 50MG - 1CP, SNG, 12/12 HRS (COM PACIENTE).
14. SELOZOK – 50MG - 1CP, SNG, 12/12 HRS (COM PACIENTE).
15. INSULINA NPH, 16VI, SC, ANTES DO CAFÉ.
16. INSULINA REGULAR 7VI, SC, ANTES DO ALMOÇO E ANTES DO
JANTAR.
17. MILGAMMA 150MG - 1CP, SNG, 12/12 HRS (COM PACIENTE).
18. GLICEMIA CAPILAR – 6/6 HRS.
19. INSULINA REGULAR, SC, CONFORME ESQUEMA: <180=0; 181-
200=2UI; 201-250=4UI; 251-300=6UI; 301-350=8UI; ≥351=10UI.
20. GLICOSE 50% - 4AMP, EV, SE GLICEMIA <80MG/DL
21. SSVV + EECC

Prescrição medica 20/05/2018

1. DIETA ORAL PASTOSA POR SNG, 150ML 3/3H + AF.


2. JELCO SALINIZADO
3. CEFTRIAXONA 1G – 1AMP + AD, EV, 12/12 HRS.
4. CLINDAMICINA 600MG – 1AMP + 100ML SF0,9% EV,6/6H. + AD, IV,
8/8 HRS.
5. HIDROCORTISONA – 1AMP + AD, EV, 6/6 HRS
6. NBZ – SF0,9% - 5ML + BEROTEC 5 GOTAS + ATROVENT 12 GOTAS,
8/8 HRS.
7. DIPIRONA 500MG – 1AMP + AD, EV, 6/6H SN.
8. RANITIDINA – 01 AMP+AD, EV,12/12H.
9. BROMOPRIDA – 01 AMP+AD, EV,8/8H SN.
10. DONEPEZILA – 5MG – 1CP, SNG, 1X AO DIA (COM PACIENTE).
11. SERTRALINA – 50MG – 1CP, SNG, 1X AO DIA (COM PACIENTE).
12. ANLODIPINO – 5MG - 1CP, SNG, 1X AO DIA (COM PACIENTE).
13. LOSARTANA – 50MG - 1CP, SNG, 12/12 HRS (COM PACIENTE).
14. SELOZOK – 50MG - 1CP, SNG, 12/12 HRS (COM PACIENTE).
15. INSULINA NPH, 16VI, SC, ANTES DO CAFÉ.
16. INSULINA REGULAR 7VI, SC, ANTES DO ALMOÇO E ANTES DO
JANTAR.
17. MILGAMMA 150MG - 1CP, SNG, 12/12 HRS (COM PACIENTE).
18. GLICEMIA CAPILAR – 6/6 HRS.
19. INSULINA REGULAR, SC, CONFORME ESQUEMA: <180=0; 181-
200=2UI; 201-250=4UI; 251-300=6UI; 301-350=8UI; ≥351=10UI.
20. GLICOSE 50% - 4AMP, EV, SE GLICEMIA <80MG/DL
21. SSVV + EECC
22. PSOREX POMADA – APLICAR NA PELE, SOB LESÃO, APÓS O
BANHO.
23. RETIRAR SNG
24. DIETA LIQUIDO PASTOSA ASSISTIDA
25. INSULINA NHP – 18UI; SC, ANTES DO CAFÉ E 6UI À NOITE
26. LIQUEMINE 5000 VI/0,25ML, SC 12/12 HRS

21/05/2018

1. DIETA ORAL PASTOSA POR SNG, 150ML 3/3H + AF.


2. JELCO SALINIZADO
3. CEFTRIAXONA 1G – 1AMP + AD, EV, 12/12 HRS.
4. CLINDAMICINA 600MG – 1AMP + 100ML SF0,9% EV,6/6H. + AD, IV,
8/8 HRS.
5. HIDROCORTISONA – 1AMP + AD, EV, 6/6 HRS
6. NBZ – SF0,9% - 5ML + BEROTEC 5 GOTAS + ATROVENT 12 GOTAS,
8/8 HRS.
7. DIPIRONA 500MG – 1AMP + AD, EV, 6/6H SN.
8. RANITIDINA – 01 AMP+AD, EV,12/12H.
9. BROMOPRIDA – 01 AMP+AD, EV,8/8H SN.
10. DONEPEZILA – 5MG – 1CP, SNG, 1X AO DIA (COM PACIENTE).
11. SERTRALINA – 50MG – 1CP, SNG, 1X AO DIA (COM PACIENTE).
12. ANLODIPINO – 5MG - 1CP, SNG, 1X AO DIA (COM PACIENTE).
13. LOSARTANA – 50MG - 1CP, SNG, 12/12 HRS (COM PACIENTE).
14. SELOZOK – 50MG - 1CP, SNG, 12/12 HRS (COM PACIENTE).
15. INSULINA NPH, 16VI, SC, ANTES DO CAFÉ.
16. INSULINA REGULAR 7VI, SC, ANTES DO ALMOÇO E ANTES DO
JANTAR.
17. MILGAMMA 150MG - 1CP, SNG, 12/12 HRS (COM PACIENTE).
18. GLICEMIA CAPILAR – 6/6 HRS.
19. INSULINA REGULAR, SC, CONFORME ESQUEMA: <180=0; 181-
200=2UI; 201-250=4UI; 251-300=6UI; 301-350=8UI; ≥351=10UI.
20. GLICOSE 50% - 4AMP, EV, SE GLICEMIA <80MG/DL
21. SSVV + EECC

22/05/2018

1. DIETA ORAL PASTOSA POR SNG, 150ML 3/3H + AF.


2. JELCO SALINIZADO
3. CEFTRIAXONA 1G – 1AMP + AD, EV, 12/12 HRS.
4. CLINDAMICINA 600MG – 1AMP + 100ML SF0,9% EV,6/6H. + AD, IV,
8/8 HRS.
5. NBZ – SF0,9% - 5ML + BEROTEC 5 GOTAS + ATROVENT 12 GOTAS,
8/8 HRS.
6. DIPIRONA 500MG – 1AMP + AD, EV, 6/6H SN.
7. RANITIDINA – 01 AMP+AD, EV,12/12H.
8. BROMOPRIDA – 01 AMP+AD, EV,8/8H SN.
9. DONEPEZILA – 5MG – 1CP, SNG, 1X AO DIA (COM PACIENTE).
10. SERTRALINA – 50MG – 1CP, SNG, 1X AO DIA (COM PACIENTE).
11. ANLODIPINO – 5MG - 1CP, SNG, 1X AO DIA (COM PACIENTE).
12. LOSARTANA – 50MG - 1CP, SNG, 12/12 HRS (COM PACIENTE).
13. SELOZOK – 50MG - 1CP, SNG, 12/12 HRS (COM PACIENTE).
14. INSULINA NPH, 18UI, SC, ANTES DO CAFÉ E 06UI À NOITE.
15. GLICEMIA CAPILAR – 6/6 HRS.
16. INSULINA REGULAR, SC, CONFORME ESQUEMA: <180=0; 181-
200=2UI; 201-250=4UI; 251-300=6UI; 301-350=8UI; ≥351=10UI.
17. GLICOSE 50% - 4AMP, EV, SE GLICEMIA <80MG/DL.
18. MILGAMMA 150MG - 1CP, SNG, 12/12 HRS (COM PACIENTE).
19. LIQUEMINE 5000 VI/0,25ML, SC 12/12 HRS.
20. PSOREX POMADA – APLICAR NA PELE, SOB LESÃO, APÓS O
BANHO.
21. SSVV + EECC.
22. HIDROCLOROTIAZIDA – 25MG – 1CP 1X AO DIA PELA MANHÃ.
7 TERAPIA NUTRICIONAL

A terapia nutricional é definida como o conjunto de procedimentos terapêuticos


para manutenção ou recuperação do estado nutricional do paciente. Segundo Isosaki
et al. (2009), as dietas são elaboradas considerando-se o estado nutricional e
fisiológico das pessoas, e em situações hospitalares, devem estar adequadas ao
estado clínico do paciente, além de proporcionar melhoria na sua qualidade de vida.

´´O manual de dietas Hospitalares tem como objetivo principal a


padronização das refeições servidas no Hospital e informar toda
a equipe envolvida com os cuidados dos pacientes sobre a
nomenclatura, as indicações e as características de cada dieta
padronizada, assim como a sua adequação nutricional´´
(MARTINS et al. 2001)

A dieta oferecida ao paciente em questão foi a oral pastosa, alguns dias por
SNG, e outros dieta oral

Dieta oral pastosa

Objetivo: Fornecer uma dieta que possa ser mastigada e deglutida com pouco
ou nenhum esforço.
Indicação: Para os casos em que haja necessidade de facilitar a mastigação,
ingestão, deglutição; e de se permitir certo repouso gastrointestinal; e em alguns pós-
operatórios.
Características: Normoglicídica, normoprotéica e normolipídica; consistência
pastosa ou abrandada pela cocção e processos mecânicos.
Alimentos recomendados: Todos os alimentos que possam ser
transformados em purê. Mingaus de amido de milho, aveia, creme de arroz. Alimentos
sem casca ou pele, moídos, liquidificados e amassados.
Alimentos evitados: Alimentos duros, secos, crocantes, empanadas, fritos,
cruas, com semente, casca, pele. Preparações contendo azeitona, passas, nozes
(outras frutas oleaginosas), coco e bacon. Iogurte com pedaços de frutas, frutas com
polpas, hortaliças folhosas cruas, com sementes; biscoitos amanteigados e
pastelarias.
8 FARMACOLOGIA

Bromoprida

A bromoprida é um medicamento muito utilizado para o alívio dos distúrbios da


motilidade gastrointestinal, situações de refluxo gastroesofágico, náuseas, vômitos e
também para facilitar os procedimentos radiológicos do trato gastrointestinal.
Apresenta ação farmacológica normalizando a motricidade do estômago, duodeno e
jejuno, aumentando e normalizando o tônus e a peristalsia aos padrões fisiológicos
normais. Devido a esse mecanismo de ação a bromoprida consegue normalizar
também o esvaziamento incompleto ou tardio das vias biliares e possui ação
antiemética (evita o vômito), devido a sua ação a nível central e periférico. Devido ao
seu largo espectro de ação, deve-se tomar um cuidado especial com as pacientes
grávidas, idosos e diabéticos. Este medicamento deve ser evitado, principalmente no
primeiro trimestre de gravidez.
A bromoprida apresenta como efeitos adversos (principalmente em pacientes
submetidos anteriormente a neurolépticos ou que apresentem uma sensibilidade
particular a este tipo de produto): aparecimento de espasmos musculares localizados
e/ou generalizados, espontâneos e completamente reversíveis com a interrupção do
tratamento, sonolência, cefaleia, calafrios, astenia e distúrbios de acomodação.

Ceftriaxona

É eficaz em infecções de gravidade variável, incluindo a sepse neonatal e em


adultos, causadas por microrganismos sensíveis. É indicado no tratamento empírico
da meningite em crianças acima de 1 ano associado a ampicilina. Sua eficácia em
adultos é comparável à da associação ampicilina e cloranfenicol e, em crianças, aos
seguintes antibióticos: cloranfenicol, ampicilina (isolados ou em associação), cefepima
e cefotaxima, com a vantagem de posologia apenas 1 vez ao dia. No tratamento das
infecções respiratórias agudas ou crônicas agudizadas sua eficácia é observada em
crianças, adultos e idosos, na pneumonia comunitária e hospitalar, de gravidade
variável, e em casos graves. Seu uso em dose única no tratamento da otite média
aguda em crianças tem eficácia similar à do tratamento com amoxicilina durante 7 a
10 dias, associação amoxicilina e ácido clavulânico e sulfametoxazol e trimetoprima,
e tem sua indicação como alternativa quando a aderência ao tratamento for
questionável.

Ranitidinina

Cloridrato de ranitidina é indicado no tratamento de úlcera duodenal e úlcera


gástrica benigna, incluindo aquelas associadas a agentes anti-inflamatórios não-
esteroidais. Também é usado na prevenção de úlceras duodenais associadas a
agentes anti-inflamatórios não-esteroidais, incluindo ácido acetilsalicílico,
especialmente em pacientes com história de doença ulcerosa péptica, úlcera
duodenal relacionada à infecção por H. pylori, úlcera pós-operatória, esofagite de
refluxo, alívio dos sintomas de refluxo gastroesofágico. É contraindicado a pacientes
com hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da fórmula.

Mecanismo de ação O princípio ativo de cloridrato de ranitidina, a ranitidina, é


um antagonista do receptor histamínico H2 dotado de alta seletividade e rápido início
de ação. Inibe a secreção basal e estimula a secreção de ácido gástrico, reduzindo
tanto o volume quanto o conteúdo de ácido e de pepsina da secreção.

Clindamicina

O fosfato de clindamicina solução injetável é indicado para o tratamento de


infecções causadas por variedades susceptíveis dos seguintes micro-organismos
sensíveis à clindamicina: estreptococos e estafilococos: infecções da pele e dos
tecidos moles, septicemia; pneumococos: infecções do trato respiratório superior e
inferior; bactérias anaeróbicas: infecções do trato respiratório inferior, tais como
empiema, pneumonite anaeróbica e abscessos pulmonares; infecções da pele e dos
tecidos moles; septicemia; infecções intra-abdominais, tais como peritonite e
abscesso intra-abdominal (tipicamente resultantes de micro-organismos anaeróbicos
residentes no trato gastrintestinal normal); infecções da pelve e do trato genital
feminino, tais como endometrite, abscessos tubo-ovarianos não gonocócicos, celulite
pélvica, infecção vaginal póscirúrgica e doença inflamatória pélvica (DIP), quando
associado a um antibiótico apropriado de espectro Gram-negativo aeróbico.

Liquemine

Atua impedindo a formação de coágulos no sangue. É indicado para evitar a


formação de coágulos em cirurgias cardiovasculares, e a formação de coágulos
sanguíneos durante procedimento de hemodiálise em pacientes com insuficiência
renal (filtração do sangue em pacientes com insuficiência renal) e pacientes
submetidos à cirurgia cardiovascular com auxílio de um sistema artificial de circulação
do sangue.

É contraindicado em pacientes com tendência a sangramentos (hemorragias)


como hemofilia, trombocitopenia grave, icterícia, perigo de aborto, úlcera de estômago
ou duodenal, doença do fígado, pressão do sangue elevada, mau funcionamento dos
rins ou pacientes que foram submetidos à operação dos rins, cérebro, medula
espinhal, púrpura, endocardite bacteriana subaguda, tumores malignos com
permeabilidade capilar elevada do aparelho digestivo, cirurgias oculares, choque e
alergia à heparina.

Dipirona

Este medicamento é à base de dipirona, utilizado no tratamento da dor e febre.


Os efeitos analgésico e antitérmico podem ser esperados em 30 a 60 minutos após a
administração e geralmente persistem por aproximadamente 4 horas.

Este medicamento é indicado como analgésico (medicamento para dor) e


antitérmico (medicamento para febre).É contraindicado em casos de alergia ou
intolerância à dipirona ou a qualquer um dos componentes da formulação ou a outras
pirazolonas (ex. fenazona, propifenazona) ou a pirazolidinas (ex. fenilbutazona,
oxifembutazona) incluindo, por exemplo, experiência prévia de agranulocitose
(diminuição acentuada na contagem glóbulos brancos do sangue) com uma destas
substâncias;

Donepezila
Cloridrato de donepezila é um medicamento indicado para o tratamento da
doença de Alzheimer. Acredita-se que cloridrato de donepezila exerça sua ação
terapêutica com o aumento da concentração da acetilcolina (substância presente na
junção entre células do sistema nervoso) através da inibição reversível da quebra da
mesma pela enzima acetilcolinesterase (tipo de enzima que quebra ou inativa a
acetilcolina). O tempo estimado para o início da ação farmacológica de cloridrato de
donepezila é de cerca de 2 semanas após a administração oral, quando é esperado
que a concentração plasmática (sanguínea) de cloridrato de donepezila alcance o
estado de equilíbrio.

Sertralina

Cloridrato de sertralina é indicado para o tratamento da depressão


acompanhada por sintomas de ansiedade, do Transtorno Obsessivo Compulsivo em
adultos e crianças, do Transtorno do Pânico, do Transtorno do Estresse Pós-
Traumático, da Fobia Social ou Transtorno da Ansiedade Social e da Síndrome da
Tensão Pré-Menstrual e/ou Transtorno Disfórico Pré-Menstrual.

Anlodipino

Besilato de anlodipino é indicado como medicamento de primeira escolha no


tratamento da hipertensão (pressão alta) e angina de peito (dor no peito, por doença
do coração) devido à isquemia miocárdica (falta de sangue no coração). Besilato de
anlodipino pode ser usado isoladamente ou em combinação com outros
medicamentos para tratar as mesmas indicações acima.

Losartana

A losartana potássica é indicada para o tratamento da hipertensão. A losartana


potássica é indicada para o tratamento da insuficiência cardíaca, quando o tratamento
com inibidor da ECA não é mais considerado adequado. Não é recomendada a troca
do tratamento para losartana potássica em pacientes com insuficiência cardíaca
estabilizados com inibidores da ECA.
A losartana potássica é indicada para reduzir o risco de morbidade e
mortalidade cardiovascular avaliado pela incidência combinada de morte
cardiovascular, acidente vascular cerebral e infarto do miocárdio em pacientes
hipertensos com hipertrofia ventricular esquerda

Selozok

Hipertensão arterial: redução da pressão arterial, da morbidade e do risco de


mortalidade de origem cardiovascular e coronária (incluindo morte súbita); Angina do
peito; Adjuvante na terapia da insuficiência cardíaca crônica sintomática, leve a grave:
aumento da sobrevida, redução da hospitalização, melhora na função ventricular
esquerda, melhora na classe funcional da New York Heart Association (NYHA) e
melhora na qualidade de vida; Alterações do ritmo cardíaco, incluindo especialmente
taquicardia supraventricular; Tratamento de manutenção após infarto do miocárdio;
Alterações cardíacas funcionais com palpitações; Profilaxia da enxaqueca.

Insulina NPH

Insulina Humana Recombinante NPH para tratar o diabetes mellitus (uma


doença em que o pâncreas não produz insulina suficiente para controlar o nível de
glicose no sangue). Portanto, é necessário o uso de insulina. Insulina Humana
Recombinante NPH é um agente que combate o diabetes, diminuindo o nível de
glicose no sangue, após a injeção. Após o uso sob a pele (subcutaneamente), Insulina
Humana Recombinante NPH apresenta um rápido início de ação, dentro de 1 hora
após a administração subcutânea, atinge o pico entre 4 e 6 horas após a
administração e tem uma duração de 12 a 20 horas. Devido ao seu perfil de ação
prolongada, Insulina Humana Recombinante NPH é normalmente usada em
combinação com uma insulina de ação rápida.
Glicemia Capilar

Este medicamento é destinado ao tratamento da hipoglicemia insulínica


(hiperinsulinemia ou choque insulínico). É destinado também para: - restaurar os
níveis de glicose sanguínea; - tratamento da hipoglicemia alcoólica. A solução
injetável de glicose na concentração de 5% é indicada como fonte de água, calorias e
diurese osmótica. A solução de Glicose 5% é indicada em casos de desidratação,
reposição calórica, nas hipoglicemias e como veículo para diluição de medicamentos
compatíveis. A solução de Glicose 5% é frequentemente a concentração empregada
na depleção de fluído, sendo usualmente administrada através de uma veia periférica.
Já as soluções de glicose nas concentrações mais elevadas por serem
hiperosmóticas, são usadas geralmente como fonte de carboidratos. Dessa maneira,
a glicose é a fonte preferida de carboidratos em regimes parenterais de nutrição,
sendo frequentemente usada também em soluções de reidratação para prevenção
e/ou tratamento da desidratação ocasionada pela diarréia.

Insulina Regular

É indicado no tratamento de pacientes com diabetes mellitus para o controle da


hiperglicemia. A insulina lispro é um análogo da insulina humana derivada de ADN*
recombinante, uma droga de ação rápida na redução da glicose no sangue. Foi criada
pela inversão dos aminoácidos nas posições 28 e 29 da cadeia B. HUMALOG consiste
de cristais de insulina zíncica lispro dissolvidos em um líquido claro. Não foi adicionado
ao HUMALOG nada que modifique a velocidade ou duração de sua ação

Glicose 50%

Este medicamento é utilizado como um componente calórico no regime de


nutrição parenteral. Infusões lentas de soluções hipertônicas são essenciais para
assegurar a utilização correta da glicose e evitar a hiperglicemia e a lipogênese.

A solução injetável de glicose é utilizada no suprimento calórico. A glicose é um


nutriente facilmente metabolizado pelo organismo para o fornecimento de energia. A
glicose é metabolizada através do ácido pirúvico em dióxido de carbono e água com
liberação de energia. A energia liberada pela metabolização da glicose é utilizada
pelas células, distribuída e estocada nos tecidos. A glicose é a principal fonte de
energia no metabolismo celular, sendo que todas as células do corpo são capazes de
oxidá-la. Uma vez dentro da célula, a glicose é prontamente fosforilada, formando a
glicose-6-fosfato, que logo se polimeriza em glicogênio, ou é catabolizada. A glicose
pode ainda ser convertida em gordura, através da AcetilCoA. Por este motivo, requer
constante equilíbrio entre as necessidades metabólicas do organismo e sua oferta.

Milgamma

MILGAMMA (benfotiamina) é um pró-fármaco da tiamina (vitamina B1) que é


uma substância essencial e desempenha um papel vital nos processos metabólicos
do organismo. A benfotiamina ajuda a prevenir as consequências danosas dos níveis
aumentados de glicose em pacientes diabéticos, inibindo o acúmulo de substâncias
tóxicas e reduzindo os principais sintomas da polineuropatia diabética como as dores
e sensações de formigamento nas pernas. MILGAMMA® também apresenta efeitos
benéficos em casos de polineuropatia alcoólica. A melhora dos sintomas é observada
após aproximadamente 3 semanas do início do uso do medicamento, sendo mais
acentuada após a sexta semana de tratamento. É usado para o tratamento da
polineuropatia sintomática associada ao diabetes e ao consumo excessivo de bebidas
alcoólicas, que se manifestam principalmente na forma de dores e sensações de
formigamento nas pernas em pacientes diabéticos e alcoólicos, respectivamente.

Psorex Pomada

Psorex pomada reduz os efeitos da inflamação em algumas doenças de pele,


como eczemas difíceis de tratar e psoríase. Psorex pomada pertence a um grupo de
medicamentos chamados esteroides tópicos (ou seja, usados diretamente sobre a
pele). Os esteroides tópicos reduzem a vermelhidão e a coceira provocadas por
determinados problemas da pele. O tempo estimado para o início de ação de Psorex
pomada é de uma semana após o início do tratamento.
Psorex pomada é um corticosteroide muito potente indicado para adultos,
idosos e crianças a partir de 1 ano de idade para o alívio das manifestações
inflamatórias e pruriginosas de dermatites responsivas a esteroides. Estas incluem: o
tratamento de doenças inflamatórias da pele, como psoríase (exceto quando as lesões
estão muito espalhadas pelo corpo), eczemas recalcitrantes (difíceis de tratar), líquen
plano, lúpus eritematosos discoide e outras doenças da pele que não melhoram
satisfatoriamente com o uso de medicamentos esteroides menos potentes.

Hidocloratiazida

A hidroclorotiazida age diretamente sobre os rins, atuando sobre o mecanismo


de reabsorção de eletrólitos no túbulo contornado distal. Aumenta a excreção de sódio
e cloreto (em quantidades aproximadamente equivalentes) e, consequentemente, de
água. A natriurese pode ser acompanhada de alguma perda de potássio. Como outros
diuréticos tiazídicos, reduz a atividade da anidrase carbônica aumentando a excreção
de bicarbonato: contudo este efeito é geralmente de pequena intensidade em
comparação ao seu efeito sobre a excreção de cloreto, e não altera
consideravelmente o equilibrio ácido-base nem o pH urinário. Além do efeito diurético
a hidroclorotiazida como outros tiazídicos, apresenta leve efeito anti-hipertensivo. O
mecanismo da ação anti-hipertensiva dos tiazídicos parece estar relacionado com a
excreção e redistribuição do sódio. A hidroclorotiazida não altera a pressão arterial
normal.

A hidroclorotiazida é um medicamento destinado ao tratamento da hipertensão


arterial, quer isoladamente ou em associação com outros fármacos anti-hipertensivos.
Pode ser ainda utilizado no tratamento dos edemas associados com insuficiência
cardíaca congestiva, cirrose hepática e com a terapia por corticosteróides ou
estrógenos. Também é eficaz no edema relacionado a várias formas de disfunção
renal, como síndrome nefrótica, glomerulonefrite aguda e insuficiência renal crônica.
9 EVOLUÇÕES E PRESCRIÇÕES DE ENFERMAGEM

18/05/2018

9:30 horas, Paciente internado por PNM, HAS, DM, Alzheimer, consciente,
abertura ocular espontânea, fásico, deambula, acompanhado pela cuidadora. Ao
exame físico, EGR, couro cabeludo integro, higienizado, faces simétricas, pavilhão
auricular e conduto auditivo com higienização insuficiente, narinas higienizadas,
mucosas labiais ressecadas, higiene oral satisfatória, ausência de linfonodos a
palpação na região cervical. Respiração ao ar ambiente, BNF em 2T sem sopro,
abdome plano e flácido e indolor a palpação. Eliminações intestinais normais e diurese
por SVD com débito concentrado 100ML. Pele íntegra. Sono e repouso satisfatório.
Segue aos cuidados de enfermagem.

Prescrições de enfermagem

• Verificar, orientar, comunicar alterações de Tax, FC, RC, PA


• Anotar quantidade de aspecto de diurese(SVD) 1X dia. M.
• Verificar infusão venosa.
• Realizar glicemia capilar
• Administrar medicação conforme prescrição.
• Estimular, auxiliar higiene oral.
• Supervisionar, auxiliar e realizar banho.
• Observar, comunicar e anotar sinais flogisticos em acesso venoso. M.

19/05/2018

10:00 horas – paciente no 2 DIH, com diagnóstico de pneumonia bronco


aspiratória, portador de diabetes, hipertensão e Alzheimer consciente, orientado,
deambula com auxilio, sem achados semiológicos na cabeça, face e pescoço. Afebril
(35.8 C), eupnéico (16 mpm), hipertenso (130x10mmHg) normocárdio (63 bpm). Tórax
simétrico com boa expansibilidade, bom padrão respiratório, bulhas normofonéticas,
murmúrios vesiculares presentes com presença de roncos pulmonares. Abdome
plano sem nenhuma resposta à dor. Diurese por SVD, com débito concentrado no
valor de 200ml. Pele integra. Hidratação venosa em MSE. constipado há 4 dias. Aceita
dieta ofertada. Nega alergia, queixa-se de dor na garganta. Sono e repouso
satisfatórios. Segue aos cuidados de enfermagem

Prescrições de enfermagem
• Verificar, orientar, comunicar alterações de Tax, FC, RC, PA
• Anotar quantidade de aspecto de diurese(SVD) 1X dia. M.
• Verificar infusão venosa.
• Administrar medicação conforme prescrição.
• Estimular, auxiliar higiene oral.
• Realizar glicemia capilar
• Supervisionar, auxiliar e realizar banho.
• Observar, comunicar e anotar sinais flogísticos em acesso venoso. M.

20/05/2018

10:05 horas – paciente no 3 DIH, com diagnóstico de pneumonia bronco


aspiratória, portador de diabetes, hipertensão e Alzheimer consciente, orientado,
acamado, sem achados semiológicos na cabeça, face e pescoço. Afebril (36.1 C),
eupnéico (19 rpm), hipertenso (130x10mmHg) normocárdio (63). Tórax simétrico com
boa expansibilidade, bom padrão respiratório, bulhas normofonéticas, murmúrios
vesiculares presentes com presença de roncos pulmonares. Abdome plano sem
nenhuma resposta à dor. Diurese por SVD, com débito concentrado no valor de 200ml.
Pele integra. Hidratação venosa em MSE. Presença de evacuações fisiológicas.
Aceita dieta ofertada por SNG. Nega alergia, queixa-se de dor na garganta pois tosse
muito. Sono e repouso satisfatórios. Fez pico hipertensivo e glicêmico nas últimas 24
horas. Segue aos cuidados de enfermagem

Prescrições de enfermagem
• Verificar, orientar, comunicar alterações de Tax, FC, RC, PA
• Anotar quantidade de aspecto de diurese(SVD) 1X dia. M.
• Verificar infusão venosa.
• Verificar alimentação via SNG.
• Administrar medicação conforme prescrição.
• Estimular, auxiliar higiene oral.
• Realizar glicemia capilar
• Supervisionar, auxiliar e realizar banho.
• Observar, comunicar e anotar sinais flogísticos em acesso venoso. M.

21/05/2018

15:00 horas – paciente no 4 DIH, com diagnóstico de pneumonia bronco


aspiratória, portador de diabetes, hipertensão e Alzheimer consciente, orientado,
acamado, sem achados semiológicos na cabeça, face e pescoço. Afebril (36.2 C),
eupnéico (19 rpm), hipertenso (140x100mmHg) normocárdio (62). Tórax simétrico
com boa expansibilidade, bom padrão respiratório, bulhas normofonéticas, murmúrios
vesiculares presentes com presença de roncos pulmonares. Abdome plano sem
nenhuma resposta à dor. Diurese por SVD, com débito concentrado no valor de 800ml.
Pele integra. Hidratação venosa em MSE. Ainda com ausência de evacuações
fisiológicas. Aceita dieta ofertada. Nega alergia. Sono e repouso satisfatórios. Segue
aos cuidados de enfermagem

Prescrições de enfermagem
• Verificar, orientar, comunicar alterações de Tax, FC, RC, PA
• Anotar quantidade de aspecto de diurese(SVD) 1X dia. M.
• Verificar infusão venosa.
• Verificar alimentação via SNG.
• Administrar medicação conforme prescrição.
• Estimular, auxiliar higiene oral.
• Realizar glicemia capilar
• Supervisionar, auxiliar e realizar banho.
• Observar, comunicar e anotar sinais flogísticos em acesso venoso. M.
22/05/2018

16:00 horas – paciente no 5 DIH, com diagnóstico de pneumonia bronco


aspiratória, portador de diabetes, hipertensão e Alzheimer consciente, orientado,
acamado, sem achados semiológicos na cabeça, face e pescoço. Afebril (35.9 C),
eupnéico (20 rpm), hipertenso (140x80mmHg) normocárdio (67). Tórax simétrico com
boa expansibilidade, bom padrão respiratório, bulhas normofonéticas, murmúrios
vesiculares presentes com presença de roncos pulmonares. Abdome plano sem
nenhuma resposta à dor. Diurese por SVD, com débito concentrado no valor de
1000ml. Pele integra. Hidratação venosa em MSE. Constipado há 2 dias. Aceita dieta
oral líquida. Nega alergia. Sono, repouso e higiene satisfatórios. Segue aos cuidados
de enfermagem.

Prescrições de enfermagem
• Verificar, orientar, comunicar alterações de Tax, FC, RC, PA
• Anotar quantidade de aspecto de diurese(SVD) 1X dia. M.
• Verificar infusão venosa.
• Administrar medicação conforme prescrição.
• Estimular, auxiliar higiene oral.
• Realizar glicemia capilar
• Supervisionar, auxiliar e realizar banho.
• Observar, comunicar e anotar sinais flogísticos em acesso venoso. M.
10 PLANO DE CUIDADOS DE ENFERMAGEM

``Os diagnósticos de enfermagem são julgamentos clínicos


sobre as respostas do indivíduo, da família ou comunidade, a
problemas de saúde reais ou potenciais, e proporcionam as
bases para as seleções de intervenções de enfermagem para
alcançar resultados pelos quais o enfermeiro é responsável. ``
(TANNURE, Meire Chucre. 2009 pg. 298)

Diante dessa afirmação o diagnóstico do paciente segue a baixo.

NANDA NIC NOC

Risco de queda Prevenção de quedas Prevenir risco de queda ao


Ajudar o paciente na idoso
deambulação
Risco de infecção Prevenção ao paciente com Retirada da SNG e SVD
sonda
Incontinência Urinária de Cuidados na Retenção Urinária Retirar SVD
Urgência Verificar sonda
Padrão respiratório ineficaz Melhorar a respiração murmúrios vesiculares
relacionado aos roncos Administrar medicação voltarem a respiração normal.
pulmonares presentes prescrita
Constipação Administrar medicamento Evacuações fisiológicas
prescrito normais
Dieta rica em fibra
Memória prejudicada Administrar medicamento Fazer com que o paciente não
relacionada ao Alzheimer prescrito fique irritado ao esquecimento

Conforto prejudicado Cuidado na recuperação Recuperação cem por cento do


imediata do paciente, pois ele paciente
este com duas sondas e isso é
desconfortável
11 PLANO DE ALTA

 Para que o paciente consiga garantir a continuidade de seu tratamento de manter


sua saúde, a família deve seguir as seguintes orientações:
 Orientar familiares acerca da patologia do paciente e tentar envolve-los no seu
processo de recuperação.
 Providenciar sono e repouso adequado as suas necessidades
 Orientar a família a mante os membros inferiores elevados para facilitar o retorno
venoso.
 Administrar os medicamentos prescritos pelo médico nos intervalos de tempo
correto.
 Evite locais fechados, abafados e aglomerados. Cobrir nariz e boca com um lenço
ao tossir ou espirrar.
 Cuidadores e familiares não alimente o paciente deitado. Pode ocorrer aspiração de
alimentos.

 Posicionar travesseiros entre os membros inferiores para mudanças de posição


lateral.

 Posicionar de forma correta para evitar contraturas

 Preserva a higiene corporal do paciente, para evitar o aparecimento de novas


doenças.

 Manter pele sempre hidratada


12 CONCLUSÃO

O estudo de caso surge como um elemento fundamental no meio acadêmico,


pois através dele obteve-se um conhecimento teórico importante acerca das
patologias, promovendo conforto e um tratamento sistematizado eficiente voltado para
as necessidades do paciente, possibilitando a realização de cuidados mais
específicos baseados na SAE e que foram eficientes na recuperação do cliente.
13 REFERÊNCIAS

 Barros, A. L. B. L. Anamnese e exame físico: Avaliação diagnostica de


enfermagem no adulto. Porto Alegre: Artmed, 2002. Reimpressão 2007.

 Fundamentos de enfermagem. Patrícia A. Potter, Anne Griffin Perry; 6ª Ed.?


Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.

 BRUNNER, S.C. S; SUDDART, B.G.B. Tratado de enfermagem médico-


cirúrgica. Rio de Janeiro: Editora Koogan, edição 10ª, 2005.

 Diagnóstico de enfermagem da NANDA: definições e classificação 2015-2017.


Porto Alegre: Artmed; 2015.

 GIL, Antônio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas,
2007, p. 72-73.

 Ventura, M. M. O estudo de caso como modalidade de pesquisa. Revista da


Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, v. 20,
n. 5, p. 383-386, set./out. 2007.

 Bulas de Medicamentos na Internet. Portal. ANVISA. gov.br

 Artigo pneumonia. http://www.scielo.br/pdf/rprs/v30n1s0/v30n1a02s0.pdf


 TANNURE, Meire Chucre. PINHEIRO, Ana Maria. SAE: SISTEMATIZAÇÃO
DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM: GUIA PRÁTICO. 2.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2009. 298 p.
 Dieta do paciente
http://www.hgv.pi.gov.br/download/201204/HGV25_9251000eac.pdf
 Dietoterapia. http://www.saboravida.com.br/gastronomia/2017/04/25/dietas-
hospitalares/
 Dr. Arthur Frazão CLÍNICO GERAL Médico generalista, especialista em
Oftalmologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, com registro
profissional no CRM/PE – 16878, encontrado no site:
https://www.tuasaude.com/pneumonia-aspirativa/

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