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AS ARTIMANHAS DE SATANÁS

Mateus 4:1-11

“1 Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo.

2 E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome;

3 E, chegando-se a ele o tentador, disse: Desde que és filho de Deus, manda que estas
pedras se tornem em pães.

4 Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas
de toda a palavra que sai da boca de Deus.

5 Então o diabo o transportou à cidade santa, e colocou-o sobre o pináculo do templo,

6 E disse-lhe: és o Desde que és filho de Deus, lança-te de aqui abaixo; porque está
escrito: Que aos seus anjos dará ordens a teu respeito, E tomar-te-ão nas mãos, Para
que nunca tropeces com o teu pé em alguma pedra.

7 Disse-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus.

8 Novamente o transportou o diabo a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os


reinos do mundo, e a glória deles.

9 E disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares.

10 Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus
adorarás, e só a ele servirás.

11 Então o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos, e o serviam.”

INTRODUÇÃO

Li recentemente um livro de autoria do dr. Leandro Lima chamado “A grande Batalha


Escatológica”. Nesse livro ele levanta a tese de que Jesus veio a este mundo
especificamente para travar uma guerra contra satanás e seus comandados. Sei que a
interpretação mais comum é que ainda vai haver uma guerra no fim dos tempos entre
Jesus e satanás. O que eu pretendo demonstrar hoje é que essa guerra na verdade já
aconteceu quando da sua primeira vinda, e que não foi uma guerra para saber quem
era o mais forte. Se a questão fosse força que chance satanás teria? Crê-se que ele
tenha ao seu lado 1/3 dos anjos, isso se aquela interpretação de Apocalipse 12 estiver
correta. Ainda assim restariam 2/3 fiel ao lado de Jesus.

Outra questão é: que chance a criatura teria contra o seu criador, sejam eles anjos,
sejam homens? satanás é uma criatura de Deus. Então, de que tipo de guerra estamos
falando? Uma guerra jurídica, uma guerra por legitimidade, uma guerra pelas almas dos
homens. Na segunda vinda de Cristo não se vê uma guerra se vê um massacre. Cristo
volta e simplesmente esmaga seus inimigos. Agora, na primeira vinda temos uma
guerra pra valer onde o nosso Cristo sangra até a morte.

O nascimento de Jesus já é envolvido por eventos de guerra. Seus pais precisaram


fugir para o Egito para evitar sua morte. Ele passou sua vida incógnito justamente para
não chamar a atenção para sua pessoa. Agora, aos 30 anos, segundo o evangelista
Lucas. Jesus inicia se ministério. Vai até o Jordão para ser batizado por João, e logo
após a Bíblia diz que “…o Espírito o impeliu para o deserto.” (Marcos 1:12)

A ideia é de um teste que ele teria que passar antes de iniciar o ministério propriamente
dito. Do contrário o seu ministério não teria respaldo, seria um trabalho iniciado sem
autorização, sem autoridade, sem legitimidade. O tentador está esperando por ele. O
satanás parece ter feito uma reinvindicação de forma legal, exigindo de Deus o direito
de testá-lo.

Faço essa interpretação a partir de uma leitura mais ampla da ação de satanás nas
Escrituras, onde ele age sempre sob a autorização divina. O caso que podemos usar
como exemplo é o de Jó. O inimigo impõe sobre Jó alguns flagelos com o intuito de
testar sua fé, mas, sempre respeitando os limites impostos por Deus. O que abre
caminho para as tentações é a afirmação de Deus de que Jó é justo. No caso de Jesus,
foi o fato de Deus ter afirmado: “Este é o meu filho amado em quem me compazo”.

Podemos traçar um paralelo com os acontecimentos de Gênesis onde o cenário parece


estar todo montado para que ele imponha testes sobre o casal que Deus havia
colocado no jardim. Lá no Éden, talvez devido ao pouco conhecimento que tinham de
Deus, Adão e Eva sucumbiram na primeira investida de satanás. Interessante notar que
Deus não deu testemunho de que Adão era justo. E exatamente onde Adão e Eva
caíram, ele vai investir também contra Cristo. Nesse sentido, a primeira coisa que ele
faz é testar o conhecimento que Jesus tem da palavra de Deus. Adão foi tentado em
um ambiente de delícias, enquanto Jesus foi tentado no deserto. Adão foi tentado em
um momento de fartura e Jesus de escassez. O primeiro Adão foi tentado e sucumbiu,
levando com ele a humanidade, Jesus, portanto, não pode falhar. Essa é a primeira
batalha de muitas, por isso a mais importante. Hoje vamos procurar entender que a
missão de Jesus é baseada em autoridade concedidade pelo Espírito Santo.

V. 1 – “Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo
diabo.”

Esse local tem sido, desde tempos imemoriais o refugio dos que desejam se isolar do
mundo, e também um lugar onde Deus sempre preparou e provou seu povo. Nesse
sentido, podemos entender o deserto como uma escola. O mesmo Espírito que gerou
Jesus (1:20) e que reconheceu sua filiação pelo Pai (3:16-17), agora, leva-o ao deserto
para ser tentado pelo diabo. E ele quem capacita Jesus. Esse é o deserto da Judeia,
onde Davi teve um encontro memorável com Saul, na caverna de En-Gedi. Era também
o local onde João Batista pregava. É o que se cre.

Tanto Mateus quanto Marcos parecem fazer uma ligação direta entre o batismo de
Jesus e a tentação no deserto, fazendo um paralelo com a passagem de Israel pelo
mar e sua peregrinação pelo deserto. O evangelista Lucas inclui a passagem sobre a
genealogia de Jesus, que Lucas leva até Adão, entre o batismo e a tentação,
comparando a tentação de Jesus com a tentação que levou à queda do primeiro
homem.

A atestação de Jesus como Filho abre espaço para os testes – a atestação de Jó como
justo é que abriu a brecha para que satanás o testasse até o limite

Outro ponto a ser notado é que o próprio Espírito é quem conduz Jesus. Estava
marcado, Jesus tinha uma agenda para cumprir.
Enquanto Israel caminhava pelo deserto a vida do povo era reclamar de Deus.
Reclamava do caminho, reclamava principalmente da comida. Por tudo isso Jesus
precisava refazer o mesmo caminho de Israel mas agora com prefeição.

V. 2 – “E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, no fim teve fome;”

Jesus teve que enfrentar satanás quando era fisicamente mais fraco do que jamais
seria, quarenta dias sem comida. Os paralelos com a jornada de Israel no deserto são
evidentes – Israel passou quarenta anos no deserto onde foi duramente testado na sua
confiança na palavra de Deus. Foi testado depois de ter passado pelo “batismo” na
travessia do Mar Vermelho para provar sua obediência e lealdade na preparação para a
obra designada para eles – Jesus foi testado logo após seu batismo - mas onde Israel
falhou, Jesus precisava triunfar.

V. 3 – “E, chegando-se a ele o tentador, disse: Desde que és o Filho de Deus,


manda que estas pedras se tornem em pães.”

Um estranho muito simpático se aproxima de Jesus parecendo muito preocupado com


sua situação, mostrando um interesse comovedor. Muito cuidado com esse tipo. O
Diabo estava aguardando a sua hora, esperando o seu momento.

O satanás não seria tão atrevido ao ponto de colocar em dúvida a filiação divina de
Jesus. Naquele momento ele já sabia quem Jesus era. Ele também ouviu a voz dos
céus. Nos evangelhos Sinóticos os demonios se prostam diante de Jesus e dizem: “nós
sabemos quem tú és Jesus, Filho de Deus.” Por isso a tradução por “desde que”, uma
vez que o termo também tem esse sentido. O seu objetivo não é levantar dúvidas, é
exatamente o contrário, é levar Jesus a um uso indevido do seu status de Filho de
Deus. O que ele está propondo para Jesus é: como Filho do Deus Vivo, você tem o
poder e o direito de satisfazer as suas necessidades. Um filho de Deus não pode
passar por privações, não pode aceitar passar por necessidades físicas. Não foi isso o
que ele propôs para Eva quando ela disse que Deus havia proibido de comer o fruto da
árvore que estava no meio do jardim? Depois de perceber que ela não dominava bem a
palavra da verdade, ele embaraça os sentidos usando a lógica – que Deus é esse, que
te coloca em um jardim cheio de delícias e depois diz que você não pode nem tocar em
nada? Um filho de Deus tem sim o direito de desfrutar de tudo o que Deus criou.

Eu gostaria de analisar à luz dessa reflexão, tudo o que está acontecendo no nosso
cenário religioso – hoje é um tal de “eu determino”, “eu não aceito”, “eu repreendo”, eu
isso, eu aquilo. Essa doutrina se chama confissão positiva e é uma doutrina satânica.

V. 4 – “Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Não só de pão viverá o


homem, mas de toda a palavra que procede da boca de Deus.”

A resposta de Jesus baseia-se apenas na Escritura: “Está escrito”.- Jesus não parte
para argumentar com satanás como Eva fez ao aceitar dialogar com o inimigo. Pensa
bem, você agora querer argumentar com alguém com pelo menos 6 mil anos de
experiência e que conhece a palavra como nenhum de nós a conhece.

Eu sempre brinco na faculdade que se o diabo estudasse lá, tiraria sempre as melhores
notas. Faria com certeza, as melhores monografias.

Jesus cita em sua resposta Deuteronômio 8:3 – Aqui nós temos uma aula com o próprio
Jesus de como interpretar a Escritura – Ele cita o texto dentro de um contexto – por
isso, precisamos ler toda a passagem para entender o que Jesus está falando.

Jesus diz a satanás que o filho de Deus pode sim passar necessidades, ele pode sim
passar falta das coisas por que isso já havia acontecido antes – a fome de Israel tinha o
propósito de mostrar a eles que ouvir a palavra de Deus e obedecer a ela são as coisas
mais importantes da vida – para Jesus, a obediência à palavra de Deus era mais
necessária que o pão (João 4:34) – o alimento de Jesus era fazer a vontade do Pai que
o enviara. Essa foi uma tentação para Jesus usar a sua filiação à revelia de sua missão
ordenada por Deus.

V. 5-6 – “Então o diabo o transportou à cidade santa, e colocou-o sobre o


pináculo do templo, E disse-lhe: Desde que és o Filho de Deus, lança-te de aqui
abaixo; porque está escrito: Que aos seus anjos dará ordens a teu respeito, E
tomar-te-ão nas mãos, Para que não tropeces com o teu pé em alguma pedra.”
O diabo não se dá por vencido. Ele leva Jesus ao centro do poder propondo uma
entrada em grande estilo. Ao fazer isso, os religiosos de plantão se lembrariam
imediatamente do Salmo 91:11-12 e o receberiam como o Messias - A proposta é
realmente tentadora. O diabo daria um excelente professor de marketing – sendo ele
próprio um anjo, seria o primeiro a ter que obedecer a ordem de Deus e impedir que
Jesus se machucasse e assim ficaria com a glória de ter livrado o Filho de Deus da
morte, e ainda provido um atalho para evitar sofrimento. Uma tacada de mestre. Em sua
resposta, Jesus não diz que satanás está errado na sua citação das Escrituras, mas
que está equivocado na interpretação – Aqui podemos peceber o perigo de
conhecermos as Escrituras apenas parcialmente. A Bíblia interpreta a própria Bíblia.

V. 7 – “Disse-lhe Jesus: ‘Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus’.”
Aqui podemos mais uma vez ver como Jesus lidava com a Escrituras, o “também
mostra que Jesus não permitiria nenhuma interpretação que gerasse conflito com outra
passagem. Mais uma vez, Jesus cita Deuteronômio agora o capítulo 6:16, que nos
remete a Êxodo 17:2-7 e a Números 20:1-13 – Depois de ler essas passagens
podemos entender que as promessas que estão descritas no Salmo 91 não autorizam o
filho de Deus a provocar a Deus, nem nenhuma outra promessa – Jesus diz a satanás
que, não é porque Deus promete nos livrar que nós deveríamos nos colocar em risco,
pois isso equivale a tentar a Deus.

Vamos contextualizar – Eu pego me carro e ando com meu carro acima da velocidade
permitida confiando que Deus vai me guardar, isso é o mesmo que tentar a Deus.

Eu compro fiado – cartão de crédito, cheque, carnê – e depois oro para que Deus me
ajude a pagar – não tem problema nenhum comprar a crédito desde que o pagamento
seja por sua conta. Não adianta orar na hora de quitar a dívida pois isso equivaleria a
tentar a Deus.

Você vai se casar e escolhe um ímpio, uma ímpia – e depois, na hora que o casamento
desanda, fica reclamando com Deus – isso é pecado e também equivale a tentar a
Deus.
Nunca fazer algo irresponsável com a intenção de obrigar Deus a fazer um milagre para
salvá-lo das consequencias – isso é pecado, isso é tentar a Deus.

V. 8 - 9 – “Novamente o transportou o diabo a um monte muito alto; e mostrou-lhe


todos os reinos da terra, e a glória deles. E disse-lhe: Tudo isto te darei se,
prostrado, me adorares.”

Difícil esse texto. A terra é uma esfera, então esse é um evento sobrenatural. O diabo é,
sem dúvida ardiloso, mas também muito poderoso. E um ser que alia poder e ardil sem
paralelo na humanidade.

Satanás agora tira a máscara e se apresenta na sua forma real, exatamente como ele é
– Como ele viu que na palavra não conseguiria nada com Jesus ele aposta todas as
suas fichas no seu poder de convencimento.

O propósito de satanás aqui é um só: levar Jesus a apostasia. A sugestão de satanás


acarretava privar Deus de sua afirmação de adoração exclusiva, então, ele busca
desviar Jesus de seu caminho oferendo um atalho, por isso ele omite “desde que és o
Filho de Deus”, ele queria que Jesus esquecesse essa parte para enfim aceitar sua
proposta. Ele com certeza pensou: se você me adorar você mantém seu calcanhar sem
as feridas e eu continuo com a minha cabeça inteira.

O Evangelista Lucas expande esse pensamento no capítulo 4:6 “E disse-lhe o diabo:


‘dar-te-ei a ti toda essa autoridade e a glória desses reinos, porque a mim me foram
entregues, e a dou a quem quero’.” A ideia era que Jesus reconhecesse a autoridade
de satanás sobre o mundo, e como Jesus estava presente fisicamente no mundo então
lhe estaria sujeito. O argumento dele tem lógica mas carece de fundamento bíblico.

Ele oferece os reinos do mundo e o esplendor deles sem falar dos seus pecados. E
Jesus veio não só para conquistar autoridade, mas principalmente, para acabar com o
pecado. O interessante é que Jesus veio para conquistar autoridade para implantar nos
reinos da terra o Reinado de Deus.

Satanás tinha mesmo toda essa autoridade? Jesus não confronta satanás por essa
afirmação, e em várias outras passagens dos evangelhos, satanás aparece como o
príncipe desse mundo, o dominador dessa era – então, ele parece ter realmente essa
autoridade – mas se ele tem quem deu? Quem concede autoridade é Deus. Mas,
porque Deus daria autoridade a um ser como esse?

V. 10 – “Então disse-lhe Jesus: Para trás de mim, Satanás, porque está escrito:
Ao Senhor teu Deus adorarás, e somente a ele prestarás culto.”

“Para trás de mim” tem o sentido de “saia da minha frente, voce não pode me impedir”.
Jesus responde a satanás com a palavra, sempre repetindo: “Está escrito” – É o que eu
sempre tenho dito aqui, o que você tem ouvido está escrito?

Jesus diz a satanás: “o Senhor teu Deus”, indicando que ele estava invertendo a ordem
da adoração, afinal, Deus é Deus inclusive de satanás. E satanás que tem que se
dobrar perante Jesus. Percebem a ousadia dele?

Jesus poderia ter dado essa ordem para satanás logo de saída mas o venceu fazendo
uso unicamente da palavra, para nos dar o exemplo.

V. 11 – “Então o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos, e o serviam.”


Lucas acrescenta: “até a ocasião oportuna” – o que significa que a história não acabou
ali – satanás entendeu que havia chegado o momento de Deus cumprir o que fora
prometido em Gênesis 3:15, que viria um descendente da mulher que esmagaria a
cabeça da serpente – mas ele não vai desistir assim tão fácil. Ele já tentou como
enganador, torcendo a palavra de Deus, não funcionou; tentou como mentiroso e pai da
mentira oferecendo os reinos como o pecado junto e teve que sair com o rabo entre as
pernas. Mas ele ainda vai tentar como assassino e vai usar Judas para levar Jesus para
a cruz.

Os anjos estão sempre presentes – eles aparecem no nascimento de Jesus, uma


multidão dos exércitos celestiais, o anjo Gabriel já havia aparecido para Maria e Izabel,
agora eles servem a Jesus depois do longo jejum. Mas eles não participam da batalha.
Essa é uma guerra que nosso herói precisa enfrentar sozinho, ele não terá auxílio de
ninguém a não ser do Espírito Santo. E o cavaleiro solitário e a sua arma predileta é a
Espada do Espírito. A palavra de Deus.
Conclusão:

Jesus acabou de amarrar o valente, como ele diz em Mateus 12.28-29. A primeira
batalha está vencida. Outras viriam até a batalha definitiva na cruz onde a guerra é
vencida.

O caminho da tentação segue uma sequência: primeiro ele passa por deixar de confiar
na palavra de Deus e transformar pedras em pães, ou seja, agir por conta própria. Isso
equivale ser como Deus. O passo seguinte é colocar Deus a prova. E, por fim, o último
estágio é se prostrar a satanás.

A igreja de Jesus Cristo precisa saber que chegará um tempo em que a Bíblia não será
mais considerada como verdade, ela será desacreditada de todas as formas, pela
ciência, pela filosofia, pelas ciências humanas, pelo liberalismo teológico. Nesse tempo
a fé será mais rara do que o ouro puro de Ofir – As pessoas nessa terra não mais se
lembrarão mais de nada disso que nós estamos tratando aqui quando o Filho do
Homem se manisfestar em glória.

Está chegando a hora igreja, em que sua fé será colocada á prova, voce será tentada
com toda força na sua carne, na cobiça em possuir, a verdade será relativizada e será
lançada por terra. O povo de Deus será perseguido e morto. Por isso Jesus disse:
“aquele que perseverar até o fim”, “aquele que vencer”, “quem perder sua vida por amor
de mim a ganhará”, ele falou isso.

Quantos em nossos dias têm aceitado essas propostas de satanás que Jesus recusou?

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