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EDUCAÇÃO INFANTIL: UM
DIREITO DA CRIANÇA


Olá
APRESENTAÇÃO

É na infância o melhor momento para o indivíduo iniciar o desenvolvimento de suas


habilidades de expressão e comunicação. Para a conquista desse direito à criança, foram
longas as lutas, desde o final do século XIX até hoje, para se chegar à compreensão da
infância e da criança na sua condição como ser em desenvolvimento. Vários marcos legais
foram estabelecidos ao longo desses anos, como a Cons tuição de 1988; o Estatuto da
Criança e do Adolescente - 1990; a Lei de Diretrizes e Bases - a par r de 1996; e as Diretrizes
Curriculares para Educação Infan l - 2009, que entenderam a criança como sujeito de
direitos, bem como tendo direito à educação proporcionada, não só pela família e
comunidade, mas pelo Estado, sobretudo pelas ins tuições escolares.

Nesta Unidade de Aprendizagem, você verá quais foram as lutas, as conquistas sociais e
os principais elementos que iden ficam a criança como um sujeito de direitos,
especialmente a par r da legislação.

Bons estudos.

Ao nal desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:


Iden ficar a criança como um sujeito de direitos.

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Reconhecer a educação infan l como um direito assegurado por lei a todas as crianças de
0 a 5 a anos de idade.

Definir as Diretrizes Curriculares Nacionais de Educação Infan l (2010) como o documento


balizador das propostas pedagógicas e curriculares da educação infan l.

 DESAFIO
Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Con nua (Pnad),
divulgados pelo IBGE, em 2017, somente 32,7% das crianças de 0 a 3 anos, no Brasil, são
atendidas em escolas. Dentre essas, 27,9% não frequentam porque não existem vagas e
27,9% porque não há escolas ou estão distantes (BRASIL, 2018, p. 6).

Imagine que você trabalha como diretor em um Centro de Educação Infan l e se depara com
o seguinte caso:

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Considerando esta situação, responda às seguintes questões:

1 – A filha de Ana teria direito à vaga na escola procurada? Jus fique a sua resposta.

2- Diante da nega va, também da Secretaria de Educação, Ana pode procurar a Defensoria
Pública para obter vaga para sua filha na educação infan l?

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 INFOGRÁFICO
O reconhecimento da infância e suas par cularidades, bem como a educação infan l,
passaram por um longo período de mudanças de pensamentos e trabalhos pedagógicos,
além de um longo processo histórico de lutas e movimentos sociais a ngindo marcos legais
no mundo e no Brasil.

O Infográfico, a seguir, apresenta as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Infan l,


mostrando quais são os principais elementos que devem compor a função sociopolí ca e
pedagógica das ins tuições de educação infan l.

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 CONTEÚDO DO LIVRO
A criança, como sujeito de direitos, é um reconhecimento recente e foi uma conquista da
sociedade civil, marcada por lutas na busca por criações de polí cas e de leis. No século XIX,
com a população concentrada na área rural, as mulheres eram as responsáveis por cuidar
das crianças, e os homens trabalhavam fora. Com o processo de urbanização, no século XX,
houve mudanças na estrutura familiar, com as mulheres indo para o mercado de trabalho,
sendo assim, passou-se a perceber a necessidade de atendimento às crianças.

No capítulo Educação infan l: um direito da criança, do livro A Educação Infan l e a garan a


dos direitos fundamentais da infância, base teórica para esta Unidade de Aprendizagem,
você verá sobre as lutas e as conquistas sociais, bem como os principais elementos que
iden ficam a criança como um sujeito de direitos, especialmente a par r da legislação.

Boa leitura.

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 DICA DO PROFESSOR
As lutas, os movimentos sociais e históricos que aconteceram, para o que hoje se
conhece como Educação Infan l, foram longos a fim de garan r o que atualmente se
cons tui em um direito à educação da criança de 0 a 5 anos. Desde as primeiras
DCNEI/1999, seguidas pelas DCNEI/2010, as propostas pedagógicas para a educação infan l
devem ser pautadas por princípios é cos, polí cos e esté cos. Tais diretrizes indicam que
as ins tuições de educação infan l devem ter propostas pedagógicas pautadas em princípios
é cos, polí cos e esté cos. Mas o que é isso? O que são esses princípios?

Na Dica do Professor, a seguir, acompanhe o que são essas diretrizes e como podem se
concre zar nas ins tuições de educação infan l.

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 EXERCÍCIOS

1) O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é um conjunto de normas jurídicas que


tem como obje vo principal a proteção integral da criança e do adolescente. Por meio
deste Estatuto, considera-se criança e adolescente, respec vamente:

a) criança é o indivíduo até 11 anos de idade incompletos; e adolescente, aquela


pessoa entre 11 e 19 anos de idade.

b) criança é a pessoa até 12 anos de idade incompletos; e adolescente, aquela


pessoa entre 12 e 18 anos de idade.

c) criança é a pessoa até 13 anos de idade incompletos; e adolescente, aquele


indivíduo entre 13 e 19 anos de idade.

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d) criança é a pessoa até 12 anos de idade incompletos; e adolescente, aquela entre


12 e 19 anos de idade.

e) criança é o indivíduo até 11 anos de idade incompletos; e adolescente, aquela


pessoa entre 11 e 18 anos de idade.

2) A Cons tuição de 1988 é conhecida como Cons tuição Cidadã. Com relação aos direitos
das crianças, a educação estabelece:

a) gratuidade de ensino nos estabelecimentos públicos.

b) subje vidade de ensino nas ins tuições privadas.

c) creches para crianças de três a seis anos de idade.

d) pré-escolas para crianças de zero a três anos de idade.

e) educação infan l como primeira etapa da educação básica.

3) As propostas pedagógicas das ins tuições de educação infan l devem se pautar nos
princípios é cos, polí cos e esté cos. As Diretrizes Curriculares para a Educação Infan l
estabelecem que os princípios é cos se referem: à autonomia, à responsabilidade,
à solidariedade e ao respeito ao bem comum, ao meio ambiente e às diferentes culturas,
iden dades e singularidades. Com relação aos princípios é cos, as ins tuições devem:

a) organizar um co diano de situações agradáveis, es mulantes, que desafiem o que


cada criança e seu grupo de crianças já sabem sem ameaçar sua autoes ma nem
promover compe vidade.

b) ampliar as possibilidades de a criança cuidar e ser cuidada, de se expressar,


comunicar e criar, de organizar pensamentos e ideias, de conviver, brincar e
trabalhar em grupo.

c) apoiar a conquista de autonomia, das crianças, na escolha de brincadeiras e de


a vidades; e para a realização de cuidados pessoais diários.

d) criar condições para que a criança aprenda a opinar e a considerar os sen mentos

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e a opinião dos outros sobre um acontecimento, uma reação afe va, uma ideia, um
conflito.

e) garan r uma experiência bem-sucedida de aprendizagem a todas as crianças, sem


discriminação, e lhes proporcionar oportunidades para o alcance de conhecimentos
básicos, que são considerados aquisições valiosas para elas.

4) A Lei de Diretrizes e Bases (1996) define e regulariza a organização da educação


brasileira com base nos princípios presentes na Cons tuição. A LDB, de 1996, sofreu
alteração pela Lei n.º 12.796, de 4 de abril de 2013, que definiu que a educação infan l
será oferecida em:

a) I – berçários ou en dades equivalentes, para crianças de um a quatro anos de


idade; II – pré-escolas, para as crianças de quatro a seis anos de idade.

b) I – creches ou en dades equivalentes, para crianças de zero a três anos de idade;


II – escolas, para as crianças de quatro a sete anos de idade.

c) I – creches ou en dades equivalentes, para crianças de um a três anos de idade; II


– pré-escolas, para as crianças de quatro a seis anos de idade.

d) I – creches ou en dades equivalentes, para crianças de dois a três anos de idade;


II – escolas, para as crianças de quatro a sete anos de idade.

e) I – creches ou en dades equivalentes, para crianças de zero a três anos de idade;


II – pré-escolas, para as crianças de quatro a cinco anos de idade.

5) Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNEIs), a avaliação na educação infan l


deve se fundamentar:

a) em provas metódicas de conteúdos e interações das crianças individualmente.

b) na elaboração de provas e observação de comportamentos das crianças.

c) na realização de brincadeiras em áreas externas da ins tuição escolar infan l.

d) na observação crí ca e cria va das brincadeiras e interações de cada criança.

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e) em registros metódicos de conteúdos que as crianças observaram.

 NA PRÁTICA
As Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação infan l reconhecem o valor das
interações das crianças com outras crianças e com parceiros adultos e destacam a
brincadeira como a vidade privilegiada na promoção do desenvolvimento nessa fase da
vida humana. Portanto, o brincar e o interagir são os eixos norteadores das prá cas
pedagógicas na educação infan l.

Quais pos de brincadeiras podemos encontrar em uma ins tuição de educação infan l?
Veja, a seguir, Na Prá ca algumas sugestões.

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 SAIBA +
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do
professor:

Brincar e interagir nos espaços da escola infan l


Por meio da abordagem reflexiva e ancorada nas discussões atuais de educação infan l, o
ar go Brincar, explorar e interagir nos espaços externos das ins tuições de educação infan l
traz sugestões de uso e organização do espaço externo para a realização de jogos e
manipulação de brinquedos.
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A importância do brincar na educação infan l do Canal Futura


Como é o brincar na educação infan l? Por meio deste vídeo, as especialistas Giovana
Barbosa de Souza e Sônia Teixeira discutem e analisam as brincadeiras na escola e no
co diano. Mostram as possibilidades de aprendizagem que o brincar possibilita na vida das
crianças, como, por exemplo, resolver problemas, a resiliência, a cria vidade, dentre outras.
As especialistas apontam a importância das interações, o compar lhamento de prazer e a
experimentação de outros papéis por meio das brincadeiras.
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Educação infan l: pra que te quero


Este livro, das autoras Carmen Craidy e Gladyz F. Karcher, aborda os obje vos da educação
infan l ao longo da história, as novas definições da legislação, segundo a Lei de Diretrizes e
Bases da Educação Nacional (LDB) e o Estatuto da Criança de do Adolescente (ECA), os
estágios do desenvolvimento infan l, segundo Piaget, Vygostsky e Wallon e reflexões sobre
literatura, música, ciências, artes, ludicidade, aquisição da linguagem falada e escrita,
organização do tempo e do espaço durante as aulas.
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A infância e o direito de brincar: da dida zação do lúdico à expressão livre das crianças
Este ar go integra os estudos teóricos realizados pelo grupo de pesquisadores par cipantes
do projeto Estudo do perfil das brinquedotecas em Centros Municipais de Educação Infan l
brasileiros. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica e documental a par r das orientações
legais sobre a infância e o direito de brincar.
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