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FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE CARATINGA - FUNEC

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA-UNEC


PRÓ-REITORIA DE ENSINO
INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO - ISE
CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

Nomes:
XXXXXX XXXXXX
XXXXXXX
XXXXXX XXXXXX
XXXXXXX XXXXXX
XXXXXX XXXXXXX

NOME DO TRABALHO (insira aqui)


ESPECIFICAR AQUI O TRABALHO A SER DESENVOLVIDO

CARATINGA-MG
XXX de 201X
CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA-UNEC
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE CARATINGA - FUNEC
PRÓ-REITORIA DE ENSINO
INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO - ISE
CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

NOME DO TRABALHO
ESPECIFICAR AQUI O TRABALHO A SER DESENVOLVIDO

Trabalho interdisciplinar apresentado ao


curso de Licenciatura em Ciências
Biológicas como parte integrativa da nota
da terceira etapa e do TIS.

Orientador: XXXXXX XXXXXXXXX XXXXX


Coorientador: Prof. Dr. Ronny Francisco de Souza

CARATINGA-MG
XXX de 201X
SUMÁRIO

RESUMO1
1. INTRODUÇÃO2
1.1. ASSUNTO ABORDADO3
2. OBJETIVOS5
2.1. Objetivo geral5
2.2. Objetivo específico (Se houver)5
3. MATERIAIS E MÉTODOS7
4. RESULTADOS E DISCUSSÃO8
5. BIBLIOGRAFIA9
6. ANEXOS10
RESUMO

A abordagem da sistemática filogenética nas escolas se mostra um assunto um pouco


‘’obscuro’’, uma vez que alguns professores ‘’jurássicos’’ ou até mesmo os mais novos
se mostram ignorantes sobre o assunto. Ainda, para piorar a situação, alguns livros
didáticos abordam o assunto de forma preguiçosa, de forma ignorante e distorcida. Uma
pesquisa realizada pelo Welinton Ribamar Lopes, mestre em Biologia Animal pela
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Simão Dias Vasconcelos, doutor em
zoologia pela universidade de Oxford e Coordenador Grupo de Pesquisa de Ensino de
Biologia da UFPE, na qual utilizaram uma análise de 13 livros didáticos da região,
utilizando como critério se o livro tratava ou não sobre o assunto e, se tratava do
assunto, como a tratava, avaliando erros tanto de definições científicas, distorções,
simplicidade, imagens, como também erros mais ‘’grosseiros’’ como afirmar que o
‘’sistema de classificação lineano é referência para a classificação atual’’. A pesquisa
mostra que, embora o assunto esteja sendo inserida, mesmo que timidamente, a forma
na qual é abordada se mostra distorcida e quase sempre errônea, mostrando as
dificuldades dos livros didáticos de biologia em compilar ciência. Isso se mostra uma
realidade nessa região, mas provavelmente é uma realidade em todo o Brasil.

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1. INTRODUÇÃO
Para que abordar Sistemática Filogenética nas escolas? Como fazer isso?
Os professores possuem a obrigação de ensinar ciência nas escolas, e a sistemática
filogenética é a ferramenta de sistematização dos seres vivos mais utilizadas na
academia científica. Por tanto, ensiná-la de maneira correta é uma obrigação, e o
professor de biologia deve estar ciente disso e preparado. No entanto, como abordar um
assunto tão denso, chato na maioria das vezes (causando o desinteresse nos alunos) e,
para piorar, requer bastante raciocínio?

Bom, para começar, temos uma barreira que deveria ser quebrada há muito tempo: a de
que crianças, mais especificamente alunos do 3º ano do ensino médio (14 anos), não
estão aptos para aprenderem assuntos considerados mais difíceis. Essa barreira atrasa
todo o ensino da criança e, consequentemente, a ciência no Brasil. Essa realidade é mais
abundante quando se trata de escolas públicas e, ainda pior, em escolas públicas de
regiões mais pobres. É claro que uma criança de pelo menos 14 anos é capaz de tratar de
assuntos difíceis, uma vez que se observa o avanço maior das crianças que estudam em
escolas particulares.

Claro que o tema Sistemática Filogenética é de fato muito denso, mas há maneiras de
abordar o assunto de maneira mais simples e lúdica, não causando distorções, falsas
definições ou falsas afirmações a respeito. A forma lúdica pode muito bem ajudar na
fixação do conteúdo e, para a contribuição, utilizar elementos da cultura jovem pop, de
forma que a interação entre o professor, aluno e conteúdo seja ainda mais harmoniosa e
divertida. O tema dinossauro há muito tempo estar inserido na cultura pop desde o
lançamento do filme ‘’Jurassic Park’’ e, ainda um pouco mais antigo, do livro na qual o
filme foi baseado, e até hoje se produz materiais de grande sucesso envolvendo o tema.
A estratégia é utilizar as aves, já que fazem parte do grupo Dinosauria.

Abordando o tema Sistemática Filogenética utilizando aves


Há muito tempo se sabe que aves, mais especificamente do clado Neornithes (aves
modernas) é um grupo muito especializado presente no clado Dinosauria. O principal
problema é que o clado Dinosauria é um clado muito basal, ou seja, há milhares de
ramos oriundos desse clado até que se chegue no clado que deu origem a todos os ramos
das espécies atuais de aves modernas. Para isso, será utilizado uma sequência de
cladogramas separados, dano um zoom in em algumas partes da árvore de forma a
deixar a aula menos densa. Mesmo sabendo que há uma história evolutiva por trás de
todos esses clados, essa é a maneira mais eficaz de ensinar isso. Obviamente será
mostrado onde foi feito o zoom in, o motivo, entre outras informações. Todos as

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dicotomias dos clados utilizados serão mostrados para demonstrar a diversidade do
grupo e para não dar brecha para o pensamento errôneo de que a evolução é um
processo linear, e para mostrar que todos os clados possuem relação de parentesco,
mesmo que essa dicotomia tenha ocorrido há muito tempo. No entanto, apenas daremos
ênfase nos clados na qual as aves modernas estão presentes. Os cladogramas que
daremos ênfase serão do grupo Archosauria; Avemetatarsalia; Dinosauromorpha;
Dinosauria (zoom in); Theropoda; Tetanurae (zoom in); Coeulurosauria;
Tyrannoraptora dano um pouco de ênfase no ramo Tyrannosauroidea (grupo primo dos
clados que darão origem as aves modernas); Maniraptora (zoom in); Eumaniraptora
(zoom in); Avialae (zoom in) dano um pouco de ênfase nos descendentes seguintes que
deu origem ao enigmático Archaeopteryx, Ornithothoraces, Ornithuromorpha e, por
fim, um ultimo zoom in em Neonirthes.

Archosauria: Esse clado será mostrado para demonstrar que tanto os dinossauros antigos
como os atuais (aves) possuem um parentesco próximo com os crocodilianos, que não
os únicos representantes do clado Pseudosuchia, grupo irmão de Avemetatarsalia.
Avemetarsalia – Esse clado será mostrado como monto de partida para os primeiros
caracteres que plesiomorficos do grupo em relação as aves. Aqui surge um cárater
apomórfico em relação a Archosauria: o osso tarsometarso. Tarsometarso consiste na
fusão dos ossos do tarso com os ossos do metarsaso, formando uma única estrutura.
Essa adaptação se mostrou vantajosa para o bipedalismo desse grupo.
Dinosauromorpha: nesse clado ocorre uma dicotomia: por um lado segue o clado
Pterosauria enquanto que o outro seguirá os clados que dará origem aos verdadeiros
dinossauros.
Dinosauria: Nesse ponto temos os verdadeiros dinossauros e o início das principais
diferenciação das 3 linhagens.
Theropoda – Grupo irmão dos

1.1. ASSUNTO ABORDADO

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2. OBJETIVOS

2.1. Objetivo geral


O objetivo é avaliar o aprendizado dos alunos mediante a aplicação de práticas lúdica,
observando os alunos e realizando analises do aprendizado e do comportamento. O
objetivo do jogo é mostrar como os alunos poderiam aprender de maneira mais eficaz
jogando.

2.2. Objetivo específico


Criar e aplicar uma metedologia lúdica para ensinar sobre sistemática filogenética de
forma básica e de fácil entendimento, uma vez que o assunto é denso e controverso por
se ligar diretamente com a teoria sintética da evolução, se tornando um desafio. Será
utilizado como exemplo as aves que é um dos grupos (clado) especializado de
dinossauros, mostrando as simplesiomorfia das aves em relação ao clado dinosauria. O
objetivo da utilização das aves como exemplo é de que foram utilizadas metodologias
na qual as classificam em grupo muito separado, ignorando completamente sua origem
evolutiva, apenas as agrupando como se agrupasse um álbum de figurinha. Mostrar que
aves são dinossauros pode ser um ponto de interesse e curiosidade dos jovens uma vez
que dinossauros estão inseridos intrinsecamente na cultura pop jovem, de forma na qual
possam se interessar por ferramentas de classificação de seres vivos científicas.

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3. MATERIAIS E MÉTODOS

7
4. RESULTADOS E DISCUSSÃO

8
5. BIBLIOGRAFIA

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6. ANEXOS

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