Você está na página 1de 16

Universidade Jean Piaget

Angola

Faculdade de ciências e tecnologias

Criada pelo decreto nº 44-A/01 do conselho de ministros, em 06 de Julho de 2001

EMISSÕES GASOSAS E EFLUENTES LÍQUIDOS

SISTEMAS DE DRENAGEM DAS AGUAS RESIDUAIS


DOMÉSTICAS E PLUVIAIS DE LUANDA

Ano: 5º
Turno: Diurno
Curso: Refinação de Petróleos
Grupo nº 2
 Elvis Napoleão Queto Cardoso
 Júlia Sebastião Capemba
 Maria De Nazaré Mesquita Jorge
 Marília Francisco Sahungulu

Docente:
Engº Filipe Mayimona

Viana aos 11 de Junho de 2019


RESUMO
Ao longo dos tempos e até à Idade Moderna, as obras de drenagem não
constituíram, senão a título excepcional, infra-estruturas consideradas necessárias e
condicionantes do desenvolvimento e ordenamento dos núcleos urbanos. As redes de
drenagem de águas residuais são convencionalmente constituídas por redes de
colectores, podendo drenar essencialmente águas residuais domésticas, industriais e
pluviais. As águas residuais domésticas provêm de instalações sanitárias, cozinhas e
zonas de lavagem de roupas e caracterizam-se por conterem quantidades apreciáveis de
matéria orgânica, serem facilmente biodegradáveis e manterem relativa constância das
suas características no tempo. As águas residuais pluviais, ou simplesmente águas
pluviais, resultam da precipitação atmosférica caída directamente no local ou em bacias
limítrofes contribuintes e apresentam geralmente menores quantidades de matéria
poluente, particularmente de origem orgânica.

Palavras chave: Drenagem das águas residuais, águas residuais, drenagem das águas
pluviais, saneamento das águas residuais.

I
ABSTRACT
Throughout the times and up to the Modern Age, drainage works were not,
except as an exceptional measure, infrastructures considered necessary and conditional
on the development and planning of urban centers. Wastewater drainage networks are
conventionally constituted by collector networks, which can essentially drain domestic,
industrial and rainwater wastewater. Domestic wastewater comes from sanitary
facilities, kitchens and laundry areas and is characterized by the presence of appreciable
quantities of organic matter, readily biodegradable and relatively constant in character
over time. Rainwater, or simply rainwater, is the result of atmospheric precipitation
falling directly on site or in contributory boundary basins and generally exhibits lower
amounts of pollutants, particularly of organic origin.

Key words: Sewage drainage, wastewater, rainwater drainage, wastewater sanitation.

II
ÍNDICE

INTRODUÇÃO ................................................................................................................1
OBJECTIVO GERAL ......................................................................................................3
OBJECTIVO ESPECÍFICO .............................................................................................3
DRENAGEM DE ÁGUAS PLUVIAIS E RESIDUAIS DE LUANDA ..........................4
MELHORAMENTO DA MACRO-DRENAGEM EM LUANDA .................................5
LUANDA SE ENCONTRA SEM SISTEMAS DE TRATAMENTO DAS ÁGUAS
RESIDUAIS .....................................................................................................................6
MEDIDAS TOMADAS PARA ELIMINAR A OBSTRUÇÃO DA DRENAGEM DAS
ÁGUAS NA CIDADE DE LUANDA ..............................................................................7
APROVEITAMENTO DAS ÁGUAS ..............................................................................9
INICIATIVAS DO GOVERNO, EM CURSO E EM PREPARAÇÃO ........................10
CONCLUSÃO ................................................................................................................11
BIBLIOGRAFIA .............................................................................................................12

ÍNDICE DE FIGIURAS

Figura 1: Chuvas em Luanda (2010) ................................................................................4

Figura 2: vala de drenagem do Cariango (Cazenga) ........................................................5

Figura 3: Luanda tem novas valas de drenagem ..............................................................7


Figura 4: Construção de sistemas de esgotos .................................................................10
INTRODUÇÃO

Águas residuais: são aguas que nós rejeitamos como resultado da sua utilização
para diversos fins. Sendo elas compostas por uma quantidade apreciável de matérias
poluentes.

Drenagem: é o ato de escoar as águas de terrenos encharcados por meio


de tubos, túneis, canais, valas e fossos, sendo, possível, recorrer a motores como apoio
ao escoamento. Os canais podem ser naturais (córregos) ou artificiais
(de concreto simples, concreto armado ou gabião). Os sistemas de drenagem podem ser
urbanos ou rurais e visam a escoar as águas de chuvas e evitar enchentes.

A drenagem eficaz e eficiente das águas residuais garante conforto, higiene e segurança.

Drenagem de águas residuais: pode ser entendida como o retorno ao coletor


público ou estação de tratamento, dos esgotos produzidos dentro dos edifícios.

Um projeto de Drenagem das Águas Residuais deverá ter em conta fatores


importantes, tais como:

 O escoamento das águas residuais sem risco de entupimento de modo a prevenir


inundações;
 O cumprimento de normas de segurança que mantenham a rede de drenagem
separada e afastada de outros redes de modo a não contaminar águas limpas;
 A compatibilização das redes enterradas com as fundações do edifício;
 A garantia de ventilação das tubagens evitando a acumulação de gases venenosos
que se formam no seu interior;
 A facilidade de acesso para a manutenção da rede, de forma a assegurar o
prolongamento da vida útil dos materiais utilizados.

Drenagem de Águas Pluviais (Proteger, Armazenar e Reutilizar)

A primeira necessidade básica do Homem ao enfrentar os elementos climatéricos


foi a de encontrar abrigo e proteção da precipitação, isto é, das águas pluviais.

1
Drenagem pluvial: Conjunto de operações e instalações de máquinas e
equipamentos usados para remover excesso de água de superfícies e do subsolo.

A água pode ser considerada como um dos piores inimigos de uma construção.
A conceção de uma rede de drenagem eficaz permite não só proteger uma construção de
condições atmosféricas adversas, como contribui para a um aumento da durabilidade
dos materiais.

Ao mesmo tempo a água é um bem essencial, o reaproveitamento da água das


chuvas pode significar uma redução de 30% a 50% da água contratada.

O transporte, retenção, tratamento e disposição final das águas das chuvas são
feitos a partir de uma estrutura e instalação de engenharia que formará o sistema de
drenagem de águas pluviais.

Essa estrutura é dividida em duas classificações:

 Microdrenagem: Coleta das águas superficiais ou subterrâneas através de pequenas


e médias galerias;
 Macrodrenagem: Sistema que inclui a rede de microdrenagem, galerias de grande
porte e receptores destas águas (rios ou canais).

2
OBJECTIVO GERAL

 Falar sobre os sistemas de drenagem das águas residuais domésticas e pluviais de


Luanda.

OBJECTIVO ESPECÍFICO

 Abordar sobre a drenagem de águas pluviais e residuais de Luanda;


 Falar sobre o melhoramento da macrodrenagem em Luanda;
 Apresentar as medidas tomadas para eliminar a obstrução da drenagem de água na
cidade de Luanda.

3
DRENAGEM DE ÁGUAS PLUVIAIS E RESIDUAIS DE LUANDA

Em relação aos sistemas de águas pluviais e residuais, a situação é, precária. De


acordo com o diretor da ELISAL, “os principais sistemas de drenagem que evacuam as
águas pluviais e residuais se encontram obstruídos por práticas incorretas por habitantes
da cidade, que colocam resíduos nas valas de drenagem e nos coletores de esgotos, o
que impede a evacuação das águas da chuva e dos efluentes domésticos”.

A falta de uma rede coletora de águas pluviais origina prejuízos sociais e


económicos muito elevados, pois quando há precipitações, mesmo que sejam de curta
duração e pequena intensidade, a cidade fica paralisada, com empoçamentos,
alagamento de caves e quintais, erosão, degradação dos pavimentos e trânsito impedido
de se processar em significativas extensões.

Figura 1: Chuvas em Luanda (2010)

A situação do saneamento em Luanda é extremamente preocupante, apesar de,


nos últimos anos, se ter investido na limpeza urbana e remoção de resíduos sólidos.

Contudo, o saneamento não se limita a este aspeto, deve-se investir na expansão


e melhoria da rede de esgotos, no saneamento e no tratamento de águas pluviais e
residuais.

4
MELHORAMENTO DA MACRODRENAGEM EM LUANDA

As valas de macrodrenagem das águas pluviais e residuais de Luanda


começaram a ser intervencionadas, com vista a fluir as águas e mitigar os efeitos
negativos das chuvas.

Figura 2:vala de drenagem do Cariango (Cazenga)

Foto: Gaspar dos Santos

Problemas que podem ser verificados na obstrução da drenagem das águas


residuais e pluviais de Luanda são:

 Deposito de lixo nas valas: As valas encontram-se com elevadas quantidades de


resíduos sólidos, depositado pelos moradores devido a falta de contentores de lixo
nos bairros;
 A falta de limpeza das valas - A falta de limpeza nas valas de drenagem é um dos
problemas que tornam crítica a sua operacionalidade;
 As construções anárquicas - As construções anárquicas são também problemas
que tornam crítica a operacionalidade das valas.

5
Com a visita de campo do governador Sérgio Luther Rescova impulsionou os
trabalhos de limpeza e desassoreamento das valas de macro-drenagem, de formas a
minimizar o impacto negativo das chuvas.

LUANDA SE ENCONTRA SEM SISTEMAS DE TRATAMENTO


DAS ÁGUAS RESIDUAIS

A UNIDADE de Tratamento de Gestaõ do Saneamento de Luanda (UTGSL)


refere que a capital do país naõ possui nenhum sistema para o tratamento e
aproveitamento de águas residuais.

Segundo Zenilda Mandinga (directora adjunta da UTGSL), “o casco urbano da


província conta apenas com uma rede de esgotos unitária, que recolhe as águas pluviais
e residuais, e liga a um emissário na avenida 4 de Fevereiro.”

Depois de percorrer as estações de bombagem, ao longo da avenida até a estaçaõ


05 (zona do Museu das Forças Armadas), as águas saõ bombeadas para o mar, indica a
responsável da UTGSL.

Devido à inexistência de Estações de tratamento de Resíduos (ETAR), as


descargas com dejectos e outros tipos de resid́ uos urbanos e industriais acabam sempre
por chegar ao mar sem o miń imo de tratamento.

A directora adjunta faz ainda referência que duas grandes linhas de águas
pluviais, nomeadamente Cambamba (Cazenga até ao Benfica) e Mulenvos (Viana até
Cacuaco), arrastam consigo enormes poluentes orgânicos e inorgânicos, devido ao
depósito de lixo e dejectos sanitários ao longo do curso.

Para contrapor a situação, Zenilda Mandinga faz saber que está prevista, para
breve, a efectivaçaõ de duas estações de tratamento de águas residuais (ETAR), na foz
da linha de água de Cambamba e dos Mulenvos, com o objectivo de evitar que materiais
orgânicos e inorgânicos cheguem a poluir as praias, a fauna e a flora marinha.

O Governo pretende implementar em todo o território da proviń cia de Luanda


uma rede de macro-drenagem separativa, com o objetivo de as águas residuais
drenarem numa só rede e as pluviais noutra.

6
MEDIDAS TOMADAS PARA ELIMINAR A OBSTRUÇÃO DA
DRENAGEM DAS ÁGUAS NA CIDADE DE LUANDA

As medidas a serem tomadas para eliminar a obstrução da drenagem de água na


cidade de Luanda são a limpeza das valas e a requalificação das mesmas.
As valas de drenagem do distrito urbano da Maianga, em Luanda, estão a
beneficiar de limpeza para permitir o rápido escoamento das águas pluviais, com vista a
evitar inundações e danos materiais.

Figura 3: Luanda tem novas valas de drenagem


Fonte: Jornal de Angola
O responsável pelo distrito, Manuel Marta (em declarações ao jornal Angop),
referiu que as valas do Rio Seco, do Katinton e do Rocha Pinto estão a ser limpas por
equipas especializadas, para manter o local sem resíduos, apesar da falta de colaboração
de alguns moradores.

O rio seco é uma das mais antigas linhas de aguas residuais da cidade de
Luanda, e também uma linha de água natural, pertencente a uma bacia que recolhe as
aguas das chuvas da Maianga, Prenda e Quinanga. Tem inicio na zona verde e desagua
no bairro da coreia.

7
Devido ao fenômeno de cheias, regularização das linhas de aguas residuais e
ordenamento dos terrenos ribeirinhos (a beira do rio), construiu-se ao longo da evolução
da cidade de Luanda valas de drenagem como a do rio seco.

O rio seco é um sistema de microdrenagem que inclui um canal principal de aguas


pluviais, com uma extensão de 2.773,083 metros.

O distrito urbano da Maianga possui 852.271 habitantes e está distribuído pelas


comunas da Maianga (sede), Cassequel, Rocha Pinto e Prenda.

O sistema de saneamento básico das zonas da Lixeira e Boavista, no distrito


urbano do Sambizanga, em Luanda, vai conhecer melhorias, com a requalificação da
vala de drenagem do Suroca. Os trabalhos começaram em 2007 e estão quase
concluídos, assegurou à Angop uma fonte do gabinete técnico da administração do
Sambizanga.

A obra vai estar concluída quando forem feitos retoques na aplicação das
manilhas de betão na zona da Avenida Ngola Kiluanje e parte da 5ª Avenida, onde
existe um lençol de água.

“A Boavista e a Lixeira, além de serem zonas industriais, possuem o maior


número de habitantes a nível do Sambizanga, daí a necessidade de constantes
intervenções nas estruturas de drenagem”, explicou a fonte.

O funcionário do distrito do Sambizanga acrescentou que a solução dos


problemas de drenagem passa pela conclusão dos trabalhos de recuperação da vala do
Suroca e pela estabilização dos solos na zona da 5ª Avenida.

A vala do Suroca começa na Lagoa de São Pedro e termina na Lagoa Velha,


também conhecida por Suroca Velha, nas imediações da Cadeia Central de Luanda.
Para acabar com as inundações nas zonas periféricas de Luanda foi também recuperada
a vala da Senado da Câmara, enquanto a do Cariango e outras de pequena dimensão ao
longo das vias rodoviárias estão em construção.

Na época chuvosa, por saturação dos solos, a água não é drenada nos bairros
periféricos da província de Luanda, como consequência do débil sistema de
escoamento, justificando-se a criação de novas valas de drenagem.

8
APROVEITAMENTO DAS ÁGUAS

À entrada do Campo Multiusos da Centralidade do Kilamba, a estrada está


alagada.Uma bacia de retenção, embora não preparada, transborda para a Via Expressa,
em tempo de chuva. Várias árvores estão no meio da água. Em breve, algumas vão
desaparecer por excesso de água.

É uma agressão ambiental, considera o engenheiro Francisco, que admite, sem


pestanejar, que a água ali parada é das chuvas e do sistema de tratamento de esgotos da
centralidade. Na sua opinião, a água pode ser aproveitada para a agricultura, se for
tratada, e pode servir para a irrigação de jardins.

A estrada impede a passagem da água para outro ponto. Onde a água desaguava
está um viaduto. Francisco Lopes esclarece que, na parte mais acima de qualquer bacia,
deve haver uma descarga de nível, precisamente para não transbordar.
Francisco Lopes insiste em dizer que o asfalto da Via Expressa, impede a passagem de
água para outro canal que segue para as imediações do Estádio 11 de Novembro.

“A bacia pode ser ampliada, mas é preciso a descarga de nível”, sugeriu. Ele
alertou que mais tarde ou cedo a bacia vai encher e causar estragos. Com o passar do
tempo, o processo de infiltração deixa de ocorrer por saturação. Sem preparação do
espaço, urge a evacuação das águas. “Se tivermos chuvas fortes, não sei o que pode
acontecer com a Centralidade do Kilamba”, advertiu.

Caso haja continuamente chuvas fortes, Luanda pode registar um “autêntico


caos”, por estar desprovida de canais para escoar a água rapidamente.Por esta razão,
Francisco Lopes (engenheiro hidráulico) afirma que falta um canal no sistema de
drenagem de Luanda, como existe nas grandes cidades do Mundo.

Um plano de saneamento básico deveria ser prioridade nas políticas públicas,


disse o engenheiro, que considera ser desta forma que o país vai fazer trabalhos para o
futuro, sem remediar e sem pressas.

9
INICIATIVAS DO GOVERNO, EM CURSO E EM PREPARAÇÃO

No entanto, é reconhecido que a plena eficiência dos sistemas de esgotos na fase


pós-reabilitação dependerá não apenas da execução efectiva do programa de
manutenção periódica como também da resolução definitiva dos problemas actuais
associados à colecta inadequada dos resíduos sólidos, pelo que o IRE project integra um
programa faseado de intervenção a curto/médio prazo visando a elevação dos actuais
níveis de acessibilidade da população a este serviço.

Figura 4: Construção de sistemas de esgotos

A falta de escoamento adequado das águas pluviais é um factor determinante na


geração dos problemas crónicos de saúde pública (e.g., malária, cólera, febre tifóide,
hepatite), pela presença frequente e continuada de lagoas de águas estagnadas ao ar
livre, em zonas características de bairros suburbanos.

10
CONCLUSÃO

Os sistemas de drenagem das águas residuais são muito importantes porque eles
permitem transportar as aguas residuais para um local apropriado evitando assim
enchentes em locais habitados e enchentes nas ruas, impossibilidade da passagem das
pessoas, e também a geração de doenças a pessoas devido estas águas.

A província de Luanda precisa muito de um sistema de drenagem das águas


residuais em condições adequadas devido as situações que tem passado com a enchente
das águas por não terem um local para escoarem, e pelas valas de drenagem estarem
muita das vezes entupidas devido o deposito de resíduos sólidos nela. Melhorando o
sistema de drenagem das águas residuais pluviais e domésticas irá se verificar uma
melhor saúde, uma melhor circulação, e uma maior duração de qualidade de
infraestruturas.

11
BIBLIOGRAFIA

https://pt.wikipedia.org/wiki/Drenagem

https://pt.slideshare.net/guestb6e50c/guas-residuais

http://www.profijecto.com/index.php?&cat=16&expandable=0h&subexpandable=1h

https://www.desentupidorasuprematec.com.br/botucatu/drenagem-pluvial-o-que-e/

https://run.unl.pt/bitstream/10362/9220/1/Disserta%2B%C2%BAao%20Versao%20Fin
al%203.pdf

https://www.angop.ao/angola/pt_pt/noticias/sociedade/2019/0/3/Governo-melhora-
macro-drenagem-Luanda,885a7699-e38f-4b2a-92d8-7b81ddd155ba.html

https://www.novafrica.co.ao/sociedade/luanda-sem-sistema-de-tratamento-das-aguas-
residuais/

http://jornaldeangola.sapo.ao/sociedade/valas_de_drenagem_na_cidade_de_luanda_esta
o_a_receber_um_tratamento_de_limpeza

https://europa.eu/capacity4dev/file/7881/download?token=CWOcsRkz

https://www.researchgate.net/publication/237009803_O_Plano_geral_de_drenagem_de
_aguas_residuais_da_cidade_de_Lisboa

https://fenix.tecnico.ulisboa.pt/downloadFile/282093452010768/4%20Capitulo4.pdf

12