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Universidade Estadual de Maringá

Departamento de Engenharia Civil

Sistemas de hidrantes
e de mangotinhos
para combate a
incêndio
NPT - 022Prof. Alexandre H. Ito
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Aduchada

Zig-Zag

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Esguicho Bucka Esguicho Mecânicas Reunida

Esguicho Kidde

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PRESSÃO ENTRADA x VAZÃO


PRESSÃO ENTRADA x PRESSÃO SAIDA
10
8 9 146 7 211
9
8 138 6 198
7

PRESSÃO ENTRADA (kgf/cm²)


8 7 127 5 191
9 6,6
6 8 6 7 6 115 4 172
5 110 3 135
PRESSÃO SAIDA

5
7 5,2 6
6 4,4 0 0 0 0
5
4 5 3,6
0 0 4
3
3
2
2
1
1
0
0
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
0 50 100 150 200 250
PRESSÃO ENTRADA
VAZÃO (LPM)

PRESSÃO DE ENTRADA x ALCANCE


20
18
16 8,5 18,9

ALCANCE (m etros)
14 7 14
12 6 11,2
10 5 9,8
8 4 9,1
6 0 0
4
2
0
0 2 4 6 8 10
PRESSÃO ENTRADA ( kgf/cm²)

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FÓRMULAS UTILIZADAS – PERDA DE CARGA


Fair-Wipple-Hsiao - Perda de carga nos TUBOS <=50mm

0,0021×𝑄1,88
𝐽= 4,88 Para Ferro e Aço
𝐷
0,0086×𝑄 1,75
𝐽= Para Cobre
𝐷4,75

No Qual:
J - perda de carga unitária (m/m)
Q – Vazão (m³/s) Digite a equação aqui.
D – Diâmetro (m) (<=50mm)

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FÓRMULAS UTILIZADAS – PERDA DE CARGA


Fair-Wipple-Hsiao - Perda de carga nos TUBOS <=50mm

Para os Diâmetros comerciais (13mm, 25mm, 32mm, 38mm, e 50mm)

Ferro e Aço Cobre

𝐽13 = 3.198.795,20 × 𝑄1,88 𝐽13 = 7 .821.094,40 × 𝑄1,88


𝐽25 = 131.547 , 54 × 𝑄1,88 𝐽25 = 350.173,61 × 𝑄1,88
𝐽32 = 39.436,47 × 𝑄1,88 𝐽32 = 108.401,69 × 𝑄1,88
𝐽38 = 17 .048,49 × 𝑄1,88 𝐽38 = 47 .921,05 × 𝑄1,88
𝐽50 = 4.467 , 41 × 𝑄1,88 𝐽50 = 13.013,40 × 𝑄1,88

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FÓRMULAS UTILIZADAS – PERDA DE CARGA


Hazen – Williams - Perda de carga nos TUBOS >50mm

10,65 × 𝑄1,85
𝐽 = 1,85
𝐶 × 𝐷4,87

No Qual:
J - perda de carga unitária (m/m)
C – Coeficiente de Rugosidade (C=100*)
V – Velocidade (m/s)
Q – Vazão (m³/s) Digite a equação aqui.
D – Diâmetro (m) (>50mm)
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FÓRMULAS UTILIZADAS – PERDA DE CARGA


Hazen – Williams - Perda de carga nos TUBOS >50mm

10,65 × 𝑄1,85
𝐽 = 1,85
𝐶 × 𝐷4,87
Substituindo o Diâmetro possíveis de aplicação (63mm, 75mm, 100mm, 150mm e
200mm)
𝐽63 = 1.494,72 × 𝑄1,85
𝐽75 = 639,44 × 𝑄1,85
𝐽100 = 157,525 × 𝑄1,85
𝐽150 = 21,87 × 𝑄1,85
𝐽200 = 5,39 × 𝑄1,85
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FÓRMULAS UTILIZADAS – PERDA DE CARGA


Fórmula Universal (Darcy- Weissbach ) – Perda de carga nos TUBOS
𝑓 × 𝑉2
𝐽=
2×𝑔×𝐷

0,083 × 𝑓 × 𝑄2
𝐽=
𝐷5
No Qual:
J - perda de carga unitária (m/m)
f- fator de atrito (aço = 0,009 a 0,012 Ferro = 0,020 a 1,5)
V – Velocidade (m/s)
Q – Vazão (m³/s) Digite a equação aqui.
D – Diâmetro (m)
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FÓRMULAS UTILIZADAS – PERDA DE CARGA


Fórmula Universal (Darcy- Weissbach ) - Mangueiras

𝑓 × 𝑉2
𝐽=
2×𝑔×𝐷
No Qual:
J - perda de carga unitária (m/m)
f- fator de atrito (Mangueira = 0,022)
V – Velocidade (m/s)
Q – Vazão (m³/s) Digite a equação aqui.
D – Diâmetro (m)

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FÓRMULAS UTILIZADAS – PERDA DE CARGA


Fórmula Universal (Darcy- Weissbach ) - Mangueiras

𝑓 × 𝑉2
𝐽=
2×𝑔×𝐷
Para Diâmetros Comerciais ( D, 25mm, 32mm, 38mm, 63mm)
𝐽𝐷 = 0,001818 × 𝑄2 ÷ 𝐷 −5

𝐽25 = 186.163,20 × 𝑄2
𝐽32 = 54.180,62 × 𝑄2
𝐽38 = 22.944,36 × 𝑄2
𝐽63 = 1.831,85 × 𝑄2

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Altura Manométrica

Pcs – Perda de Carga na Sucção


Pcr – Perda de Carga no Recalque
Pcm – Perda de Carga na Mangueira
Pd – Perda de Carga no Esguicho
Dg – Desnível Geométrico Prof. Alexandre H. Ito
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GRÁFICOS ESGUICHO CAC Ø 1.1/2”
PRESSÃO ENTRADA x VAZÃO

9
01 02 03
8,5 332 8,5 401 8,5 502
PRESSÃO ENTRADA (kgf/cm²)

8
7 299 7 364 7 458
7
6 265 6 334 6 442
6 5 251 5 308 5 402
4 214 4 276 0 0
5
0 0 0 0
4

0
0 100 200 300 400 500 600

VAZÃO (LPM)

01 – ESGUCHO NA POSIÇÃO JATO SÓLIDO


02 – ESGUICHO NA POSIÇÃO MEIA – NEBLINA
03 – ESGUICHO NA POSIÇÃO NEBLINA TOTAL
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GRÁFICOS ESGUICHO CAC Ø 1.1/2”


PRESSÃO DE ENTRADA x ALCANCE
25
8,5 21,7
20
ALCANCE (m etros)

7 20,3
6 18,2
15
5 17,5
10 4 9,1
0 0
5

0
0 2 4 6 8 10
PRESSÃO ENTRADA ( kgf/cm²)

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Exemplo
Dimensionar o sistema de Hidrantes para combate a Incêndio de uma edificação.

RESTAURANTE (100m x 50m) Área de 5.000m²

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• 1º PASSO – Verificar área e altura da edificação e confirmar a necessidade do


sistema de proteção por hidrantes, de acordo com a ocupação.

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• 1º PASSO – Verificar área e altura da edificação e confirmar a necessidade do


sistema de proteção por hidrantes, de acordo com a ocupação.

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Exemplo Tipo 1 - Mangotinho


• 2º PASSO – Verificar o tipo do sistema a ser usado Tipo 2 a 5 - Hidrante

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Observação
Tipo 1: Destina-se a edifícios de ocupação residencial

Tipo 2: Destina-se a edifícios comerciais e industriais ou Corpo de Bombeiros

Tipo 3: Destina-se às áreas navais e industriais ou Corpo de Bombeiros

Tipo 4: Destina-se à área industrial, na qual é desejável uma maior resistência à


abrasão

Tipo 5: Destina-se à área industrial, na qual é desejável uma alta resistência à


abrasão e superfícies quentes Prof. Alexandre H. Ito
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Exemplo
• 3º PASSO – CONSULTAR TABELA 01 – NPT 22

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Exemplo
• 4º PASSO – Determinar do componentes do sistema

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Exemplo
• 5º PASSO Distribuir os Hidrantes na Edificação. Adotar critério conforme a NPT-022

• Interno, 30m de mangueira

RESTAURANTE

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Exemplo
• 5º PASSO Distribuir os Hidrantes na Edificação. Adotar critério conforme a NPT-022
5.10.3.3 O comprimento
total das mangueiras que
servem cada saída a um
ponto de hidrante ou
mangotinho deve ser
suficiente para vencer todos
os desvios e obstáculos que
existem, considerando
também toda a influência
que a ocupação final é
capaz de exercer, não
excedendo os
comprimentos máximos
estabelecidos na tabela 1.
Para sistemas de hidrantes,
deve-se preferencialmente
utilizar lances de
Prof. Alexandre H. Ito mangueiras de 15,0 m.
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Exemplo
• 6º PASSO Realizar o traçado da tubulação da rede de Hidrantes

5.9.3 No caso de ocupações mistas com uma


bomba de incêndio principal, deve ser feito o
dimensionamento da vazão da bomba e do
reservatório para o risco predominante, sendo
que os esguichos e mangueiras podem
ser previstos de acordo com os riscos
específicos. A altura manométrica total da
bomba deve ser calculada para o hidrante mais
desfavorável do sistema. Prof. Alexandre H. Ito
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Exemplo
• 7º PASSO Elaborar o Isométrico da Rede de Hidrantes

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Exemplo
• 8º PASSO Identificar o Hidrante Mais Desfavorável e Mais Favorável
5.10.6.1 A
tubulação do
sistema não deve
ter diâmetro
nominal inferior a
DN65 (2 1⁄2 ”).

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Exemplo
• 9º PASSO Determinar a Vazão e Pressão mínima no Hidrante Desfavorável

• Vazão mínima: 150 LPM


• Pressão mínima: Depende da curva de desempenho do esguicho adotado.
• Esguicho regulável CAC 1.1/2” (40mm), Adotado o Esguicho da Mecânica
Reunidas.
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• 9º PASSO Determinar a Vazão e Pressão mínima no Hidrante Desfavorável

150 L/min

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• 9º PASSO Determinar a Vazão e Pressão mínima no Hidrante Desfavorável

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• 9º PASSO Determinar a Vazão e Pressão mínima no Hidrante Desfavorável

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• 9º PASSO Determinar a Vazão e Pressão mínima no Hidrante Desfavorável

PRESSÃO ENTRADA x PRESSÃO SAIDA

6
PRESSÃO SAIDA ( kgf/cm²)

4
8,5 5,4 8,5 4,6 8,5 2
3 7 4,4 7 3,8 7 1,6
6 4 6 3,2 6 1,4
2
5 3 5 2,6 5 1
4 2,4 4 2 0 0
1
0 0 0 0
0
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
PRESSÃO ENTRADA (kgf/cm²)

1kgf/cm² = 10m.c.a.

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• 9º PASSO Determinar a Vazão e Pressão mínima no Hidrante Desfavorável

 VAZÃO E PRESSÃO MÍNIMA – H-01:

 Vazão mínima: 180 LPM


 Pressão saída: 30 mca (na entrada do esguicho)
 Alcance do jato: 10,0 m

 Esguicho CAC 1.1/2” - Reunidas

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• 10º PASSO Determinar a Perda de Carga na Mangueira e a Pressão no Ponto H-01

 VAZÃO E PRESSÃO MÍNIMA – H-01:

 Vazão mínima: 180 L/min = 0,003 m³/s


 Diâm. Da mangueira = 1.1/2”
 L Comprimento de 30 m

𝑃(𝐻−01) = 𝑃(𝑒𝑠𝑔𝑢𝑖𝑐ℎ𝑜) + 𝐻𝑝(𝑀𝑎𝑛𝑔𝑢𝑒𝑖𝑟𝑎)

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• 10º PASSO Determinar a Perda de Carga na Mangueira e a Pressão no Ponto H-01


• Aplicando a Equação de Darcy Weissbach

0,083 × 𝑓 × 𝑄 2
𝐽=
𝐷5
Considerando que, f = 0,022 (mangueira)

0,001826 × 𝑄2
𝐽=
𝐷5

(0,003m³ / s) 2
J  0,001826 5
 0,20741m / m  *30m  6,22m  H
(0,038m)

40mm é o diâmetro externo e 38mm o diâmetro interno da tubulação


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• 10º PASSO Determinar a Perda de Carga na Mangueira e a Pressão no Ponto H-01


• Pressão no Ponto H-01

𝑃(𝐻−01) = 𝑃(𝑒𝑠𝑔𝑢𝑖𝑐ℎ𝑜) + 𝐻𝑝 𝑀𝑎𝑛𝑔𝑢𝑒𝑖𝑟𝑎

𝑃(𝐻−01) = 30,00 + 6,22


𝑃(𝐻−01) = 36,22 𝑚. 𝑐. 𝑎.

de mangueira
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• 11º PASSO - Determinar DIÂMETRO do Ramal de Alimentação


• O ramal de alimentação dos hidrantes deve possuir diâmetro
mínimo de 2.1/2”, e velocidade máxima de escoamento de 5,0m/s.

• A NPT 022 admite diâmetro de 2” desde que atenda a velocidade


máxima de escoamento e desempenho hidráulico.

• 5.10.6.1 A tubulação do sistema não deve ter diâmetro nominal inferior a


DN65 (2 1⁄2 ”). (ou seja, 63mm)

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• 12º PASSO - Verificação da Velocidade


• Pressão no Ponto H-01

𝑄 𝐻1−𝐴
𝑉(𝐻1−𝐴) =
𝐴 𝐻1−𝐴

0,003
𝑉(𝐻1−𝐴) =
0,0031

0,97𝑚
𝑉(𝐻1−𝐴) = (: . < 5,0; OK)
𝑠

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• 13º PASSO – Determinar a Hm (Altura Mano.) no seguimento H1-B

 Vazão mínima: 180 L/min = 0,003 m³/s


 Diâm. Da mangueira = 2.1/2”
 L = Real + Equivalente

𝑃(𝐵) = 𝑃(𝐻−01) + 𝐻𝑝 𝐻01−𝐵


Aplicando a Equação de Hazen Willians

No Qual:
J - perda de carga unitária (m/m)
C – Coeficiente de Rugosidade (C=100*) 10,65 × 𝑄1,85
V – Velocidade (m/s) 𝐽 = 1,85
Q – Vazão (m³/s) Digite a equação aqui. 𝐶 × 𝐷4,87
D – Diâmetro (m) (>50mm)
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Até o Ponto B teremos:

L equiv. = 1 Reg.Ang + 1TêSaidaLat,. + 2CoTov.90 = 10 + 1*4,3 + 2*2 = 18,30m

L real = 0,2+1,2+0,5+1= 2,9m


L virt. = 2,9 + 18,30 = 21,2m Prof. Alexandre H. Ito
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Substituindo na Equação de Hazen Willians teremos que:

10,65 × 𝑄1,85
𝐽 = 1,85
𝐶 × 𝐷4,87

10,65 × 0,0031,85
𝐽=
1001,85 × 0,0634,87
𝑚
𝐽 = 0,03215
𝑚

Hp (H01-B) = 0,03218m/m * 21,2m Hp (H01-B) = 0,68166m.c.a.

Hm (B) = 36,22 +0,68166 = 36,9016mca

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• 14º PASSO – Determinar o Fator “K” no Ponto B

Fator “K” de descarga


Fator que define a capacidade de vazão do ramal (BALANCEAMENTO DAS
VAZÕES)

K = Q / √P
36,9016mca
K = fator “K” em (LPM/√ bar) 𝑄
Q = vazão em (LPM) 𝐾=
𝑃
P = pressão em (bar)
180
𝐾= = 29,6312
36,9016
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K(B) = 29,6312
Q = 180 LPM
P = 36,9016mca
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• 15º PASSO – Determinar a Hm no Seguimento B-A

L equiv. = 1 TSL = 1*4,3 = 4,3m


L real = 50m
L real + equiv. = 4,3 + 50 = 54,30m
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𝑃(𝐴) = 𝑃(𝐵−𝐴) + 𝐻𝑝 𝐻01−𝐴

10,65 × 𝑄1,85
𝐽 = 1,85
𝐶 × 𝐷4,87

10,65 × 0,0031,85
𝐽=
1001,85 × 0,0634,87
𝑚
𝐽 = 0,03214
𝑚

Hp (H01-A) = 0,03214m/m * 54,3m Hp (H01-B) = 1,7459m.c.a.

Hm (A) = 36,9016 +1,7459= 38,65mca

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Q = 180 LPM
P = 38,65mca

K(A) = 29,6312 K(B) = 29,6312


Q = 180 LPM
P = 36,9016mca
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• 15º PASSO – Determinar o Fator “K” no Ponto A (Ponto em comum aos dois
Hidrantes)
B) K = 29,6312
P(B) = 36,90 m.c.a.
A) K = 29,6312
P(A) = 38,65 m.c.a.

• 16º PASSO – Determinar a Vazão Pelo fator “K”, para o 2° Hidrante mais
desfavorável
𝑄 𝑄
𝐾= 29,6312 =
𝑃 38,65

• Q = 184,21 LPM
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• 17º PASSO – Determinar a Pressão no HD-02

• 𝑃(2) = 𝑃(𝐴) − 𝐻𝑚 𝐴−𝐻𝐷.02

10,65 × 0,0031,85
𝑃(2) = 38,65 − 𝐿 ×
1001,85 × 0,0634,87

Pressão no ponto “A” MENOS a perda de carga da Tubulação

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L equiv. = 1 Reg.Ang + 1TêSaidaLat,. + 2CoTov.90 = 10 + 1*4,3 + 2*2 = 18,30m

L real = 0,2+1,2+0,5+1= 2,9m


L virt. = 2,9 + 18,30 = 21,2m
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• P(HD 02) = P(A) − Hm A−HD02

10,65×0,00311,85
• P(HD 02) = 38,65 – ( 1,85 )*L
100 ×0,0634,87

10,65×0,00311,85
• P(HD 02) = 38,65 – ( 1,85 )*21,20= 38,63mca
100 ×0,0634,87

• P(HD 02) = 38,65 – 0,7243 = 37,9257mca

• A PRESSÃO NO ESGUICHO 02:

• Pesguicho 02 = P(HD 02) – Hm(mang)


• Pesg 02 = 37,9257 – 6,51 (Perda de carga já achada anteriormente (Passo 10)
• Pesg 02 = 31,4084 mca Prof. Alexandre H. Ito
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Q = 184,21 LPM
P = 37,92mca
Q = 184,21 LPM
P = 31,41mca

Q = 180 LPM
P = 38,65mca
K(A) = 29,6312 K(B) = 29,6312
Q = 180 LPM
Prof. Alexandre H. Ito P = 36,9016mca
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Q = 184,21 LPM
P = 37,92mca
Q = 184,21 LPM
QT = 364,21LPM P = 31,41mca

Q = 180 LPM
P = 38,65mca
K(A) = 29,6312 K(B) = 29,6312
Q = 180 LPM
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P = 36,9016mca
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• 18º PASSO – Determinar Perda de Carga no trecho Moto-Bomba - A e a pressão


no Ponto da Moto-Bomba

• Q = 364,21 LPM

•  = 2.1/2”

• L = Real + Equivalente

• 𝐏(𝑴𝑩) = 𝐏(𝐀) + 𝐇𝐦 𝑴𝑩−𝑨

• L (Real) = 26,0+52,0+20,0 = 98,0m


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L (equivalente) = 2 CT 90º + 1 TSL + 2 VRH + 2 RG + 2 TPD


L (equivalente) = 4,0 + 4,3 + 10,4 + 0,8 + 2,6 = 22,10m
L (real + equivalente) = 98,0 + 22,10
L (real + equivalente) = 120,10 m
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10,65 × 𝑄1,85
𝐽 = 1,85
𝐶 × 𝐷4,87

10,65 × 0,006071,85
𝐽=
1001,85 × 0,0634,87
𝑚
𝐽 = 0,11843
𝑚

Hp (A-MB) = 0,11843m/m * 120,10= 14,22 m.c.a.

Hm (MB) = 39,50 +14,22= 53,72mca


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QT =
364,21LPM Q = 184,21 LPM
P = 53,72mca
Q = 184,21 LPM
P = 37,92mca
Q = 184,21 LPM
P = 31,41mca

Q = 180 LPM
P = 38,65mca
K(A) = 29,6312 K(B) = 29,6312
Q = 180 LPM
P = 36,9016mca
Prof. Alexandre H. Ito
Universidade Estadual de Maringá
Departamento de Engenharia Civil

• 19º PASSO – Determinação da Pressão do trecho de Sucção a Moto-Bomba


Q = 364,53 LPM
 = 2.1/2”
Hp(S-MB) = 10,65x Q1,85 / (D4,87 x C1,85) x L (real+equivalente)
Hp(S-MB) = 10,65 x 0,006071,85/ (0,0634,87 x 1001,85) x 13,90
Hp(S-MB) = 1,65 mca

SUCÇÃO 63 2 RG 0,40 0,80

63 1 UNIÃO 2,00 2,00

63 1 SAÍDA CX 1,90 1,90

63 1 CT90 0,001 0,001

63 TUBO 9,20 13,90


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• 20º PASSO – Determinação o Desnível Geométrico

• Para se determinar o desnível geométrico total no presente


exemplo, será considerada a situação mais desfavorável, que
corresponde à diferença de nível entre a fundo do reservatório e RA
do H-01 (mais desfavorável).

• Desnível geométrico:
• Hg(R-H-01) = 10,38 mca

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• 21º PASSO – Determinar a Altura Manométrica Total:


• Hm(T) = P(MB) + Hp(s) + Hg
• Hm(T) = 53,72 + 1,65 + supondo que (- 10,37)
• Hm(T) = 45,00 mca

• 22º PASSO – DETERMINAR A MOTOBOMBA:

• Selecionar a moto-bomba
• EX Marca BKS Meganorm Linha Mega:
• Altura manométrica total = 45 mca
• Vazão = 364,21 LPM = 21,852 m3/h

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H = 45 mca
Q = 364,21 L/min
= 21,852 m3/h

:.BOMBA: 32.160.1

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H = 45 mca e Q = 364,21 L/min = 21,852 m3/h
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RESUMINDO A
BOMBA
SELECIONADA:

Marca: KSB
Modelo: 32-160.1
Rotor: 169mm
Potência: 7 cv

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• 23º PASSO – Determinação A Pressão no Hidrante mais FAVORÁVEL


• Hm = Pcs + Pcr + Pcm + Pd + Dg

• Hm = (1.494,72 Q1,85x L) + (1.494,72 Q1,85 x L) +1831,85 Q2x L) + Pd + Dg

• Hm = (1.494,72 Q1,85x 13,91) + (1.494,72 Q1,85 x 74,8) + (1831,85 Q2x 30) + Pd + Dg

𝐽63 = 1.494,72 × 𝑄1,85 - Tubulação

𝐽63 = 1.831,85 × 𝑄2 - Mangueira

Pcs – Perda de Carga na Sucção


Pcr – Perda de Carga no Recalque
Pcm – Perda de Carga na Mangueira
Pd – Perda de Carga no Esguicho
Dg – Desnível Geométrico Prof. Alexandre H. Ito
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Com a equação da Hm em função da Vazão Q:

• Hm = 20792,11 Q1,85 + 111808,05 Q1,85 + 55197,6 Q2 + Pd + (-8,0)


Para:
• Q = 180 LPM
• Hm = 0,45 + 2,4 + 6,22 + Pd – 8,0

• Q = 220 LPM
• Hm = 0,64 + 3,19 + 9,29 + Pd – 8,0

• Q = 260 LPM
• Hm = 0,88 + 4,75 + 12,98 + Pd – 8,0
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Prof. Alexandre H. Ito


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Faz-se a verificação da Pressão no esguicho


Hm = 20792,11 Q1,85 + 111808,05 Q1,85 + 55197,6 Q2 + Pd + (-8,0)

Q = 180 LPM
Hm = 0,45 + 2,4 + 6,22 + 30 – 8,0 = 31,07mca

Q = 220 LPM
Hm = 0,64 + 3,19 + 9,29 + 45 – 8,0 = 50,48mca

Q = 260 LPM
Hm = 0,88 + 4,75 + 12,98 + 58 – 8,0 = 68,31mca

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Favorável
53,00 mca

53

14,00m³/h
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Conforme verificado na curva de funcionamento da bomba, o Hidrante


mais Favorável apresentou a seguinte vazão:

Q = 14,0m3/h
Q = 220 L/min +- 233,33 L/min
P = 53,0 m.c.a.

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QT =
Q = 233,33 LPM
364,21LPM P = 53,00 mca
Q = 364,21 LPM
P = 53,72mca
Q = 184,21 LPM
P = 37,92mca
Q = 184,21 LPM
QT = 364,21LPM P = 31,41mca

Q = 180 LPM
P = 38,65mca
K(A) = 29,6312 K(B) = 29,6312
Q = 180 LPM
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P = 36,9016mca
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24º PASSO – CALCULAR O RETORNO PARA TESTES

Para o cálculo do retorno para testes, adotar o mesmo procedimento utilizado para o
cálculo do Hidrante mais favorável, por meio da seguinte equação:

Hm = Pcs + Pcr + Psaída + Dg


Hm = (20792,11 Q1,85x 13,91) + (1.494,72 Q1,85 x 18,20) + (17227,5 Q1,88 x 15,60) +
(39613,72 x Q2 ) + Dg (Peças no próximo Slide)
Q = 180 LPM
Hm = 0,45 + 0,58 + 4,86 + 0,35 + 14 = 20,24 mca
Q = 220 LPM
Hm = 0,64 + 0,85 + 7,1 + 0,5 + 14 = 23,09 mca
Q = 260 LPM
Hm = 0,88 + 1,16 + 9,7 + 0,74 + 14 = 27,2 mca
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Hm = Pcs + Pcr + Psaída + Dg

Hm = (20792,11 Q1,85x L) + (1.494,72 Q1,85 x L) + (17227,5 Q1,88 x L) +


(39613,72 x Q2 ) + Dg
REC. 01 63
63 1 RG 0,40 0,40

63 1 TSL 4,30 4,30

63 1 TPD 1,30 1,30

63 1 VRH 5,20 5,20

63 2 CT90 2,00 4

63 TUBO 3 18,20

REC. 02 38

38 1 RG 1,30 1,30
38 1 CT90 0,30 0,30
38

38

38 TUBO
14 15,60

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Retorno

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Conforme verificado na curva de funcionamento da bomba, Retorno


apresentou a seguinte vazão:

Q = 21,0m3/h
P = 48,0 mca

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Q = 233,33 LPM
P = 53,00 mca
Q = 364,21 LPM
P = 53,72mca
Q = 184,21 LPM
P = 37,92mca
Q = 184,21 LPM
QT = 364,21LPM P = 31,41mca

Q = 180 LPM
P = 38,65mca
K(A) = 29,6312 K(B) = 29,6312
Q = 180 LPM
Prof. Alexandre H. Ito
P = 36,9016mca
Prof. Alexandre H. Ito
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