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DIOCESE DO SUMBE

ASSOCIAÇÃO DOS EX-SEMINARISTAS E AMIGOS DA


DIOCESE DO SUMBE

SUMBE

SUMBE, 29 DE Novembro DE 2009.

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ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS EX-SEMINARISTAS E AMIGOS DA DIOCESE
DO SUMBE

Capítulo l

Artº 1º
Denominação

A Organização denomina-se Associação dos Ex-seminaristas e Amigos da Diocese do


Sumbe (AESADS)

Artº 2º

(Definição, Natureza e fim).

1. É uma organização de indivíduos que tenham estudado no seminário.

2. A AESADS é uma Organização Cristã de natureza associativa, de fim altruísta,


que se propõe a manifestação da defesa dos valores humanos e culturais,
visando à promoção do papel do leigo na sociedade.

Artº 3º
(Âmbito Sede e Duração)

1. A AESADS é uma Organização de âmbito Provincial.


2. Tem a sua sede provisória na Paróquia da Nossa Senhora da Conceição
Sumbe.
3. É criada por um período de tempo indeterminado.

Artº 4º
(Objectivo)

1. Objectivo Geral - Influenciar os cidadãos, a viverem o espírito Cristão e fazer


viver a Doutrina Social da Igreja.

2. Objectivos Específicos:
a) Divulgar os princípios da Doutrina Social da Igreja
b) Ajudar a formação moral dos cidadãos.
c) Ajudar a divulgar as Cartas apostólicas ou as encíclicas e os documentos
Episcopais da CEAST e da Diocese.
d) Ajudar os jovens a reflectirem sobre os problemas sociais à luz da Doutrina
Social da Igreja.
e) Promover o espírito solidário entre os membros e os grupos da Diocese e não
só.
f) Colaborar com as Instituições Públicas na resolução dos problemas da
sociedade.

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Artº 5º
(Programa de acção)

1.) Âmbito Social

a) Ajudar a enquadrar os seus membros nos órgãos estatais e privados;


b) Promover ambientes de reflexões, excursões, jogos e outros;
c) Criar infra-estruturas de apoio social, com a participação activa dos seus
membros e parceiros interessados;
d) Ajudar o Estado Angolano, na área da educação, saúde, cultura e desporto, e
outras de conformidade com estatuto.
2.) Âmbito Religioso

a) Promover a educação Cristã no seio da sociedade;


b) Participação na vida litúrgica, sobretudo na feitura de munições e leituras nos
dias solenes;
c) Realizar retiros;
d) Promover Cursos bíblicos.

Artº 6º
(ATRIBUÇÕES)

Para a realização do seu objecto social cabe associação em especial:


1. Proporcionar condições para que os sócios possam participar na vida
económico-social da Província.
2. Colaborar com a Diocese na materialização das acções para o desenvolvimento.
3. Mobilizar ajudas monetárias e matérias no interior e exterior do país junto de
leigos e amigos da Diocese.
4. Realizar acções de sensibilização da sociedade civil para que se dedique mais
atenção às crianças abandonadas e desamparadas, proporcionando-lhes
melhores condições de vida;
5. Criar condições para que se preste maior atenção aos pequenos camponeses,
principalmente a mulher;
6. Organizar simpósios e palestras sobre vários aspectos da vida da diocese e da
Província em geral;
7. Promover acções para o desenvolvimento das artes e ofícios, saúde, educação,
habitação, cultural, desporto e recriação;
8. Promover valores cívicos, morais, históricos e tradicionais;
9. Participar na defesa dos direitos humanos e do meio ambiente com acções
praticam e campanhas de sensibilização da população.

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Artº 7º
(Beneficiários)

1. São beneficiários os mais necessitados.

Artº 8º
(Insígnia, Bandeira, Hino e seu alcance).
1. (DA INSIGNIA)
A AESADS possui uma insígnia que poderá também ser usada como bandeira,
medalha ou galhardete.

2. (DA BANDEIRA)

SIGNIFICADO DOS SÍMBOLOS

Coroa prateada: união, fraternidade, amor ao próximo e solidariedade.


Estrela verde e orla amarela: prosperidade, alegria, esperança, criatividade e
longanimidade.
Fundo branco: pureza, justiça e paz.
Fundo Roxo: espiritualidade e misericórdia.
Cruz cinzenta: sacrifício, abnegação, liberdade e responsabilidade.

3. (DO HINO)

Ó Príncipe dos Apóstolos! Na caminhada de Deus.


Tu que eis candelábrio da nossa vivência.
Faça de nós missionários da benevolência, Ó Pescador dos homens!
Irrigando de bênção o nosso peregrinar. Faça de nós a sua rede,
Na busca de justiça e paz entre os homens,
Ó refúgio nosso! E activistas da caridade.
Ó nossa âncora!
Só vós sabeis Ó Chave do Reino!
Que negar não é desfalecer* A ti confiamos a nossa Associação

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E contigo, zelosos entoamos o hino. E da trindade Santa.
De glória e salvação.
Sempre unidos
Ó guia de seus irmãos! AESADS avante
Continue a nos guiar Com Cristo nosso Redentor
Na firmeza da fé em Cristo, o Bom Pastor.

Artº 9º
(Lema e modelo)

a) A Organização tem como lema “Cristo hoje e sempre presente na sua


Igreja e na vida do Cristão”

b) A organização tem como modelo “S. Pedro”

Capítulo III

Artº 10º
Dos Princípios
A Organização reger-se-á à luz dos seguintes princípios:

a) Defender a Pessoa Humana

A mensagem fundamental da Sagrada Escritura anuncia que a pessoa humana


é criatura de Deus. “Deus criou o homem à sua imagem, Gen1, 27". Tal como
Deus põe a criatura humana no centro e no vértice da criação a organização
procurará defender os princípios que valorizam a pessoa humana.

b) Promover o respeito pela saúde moral da Nação

O membro da organização deverá defender a saúde moral da família Angolana,


evitando que sejam destruídos os seus grandes valores, nomeadamente o dom
da vida, o amor conjugal, a sua fidelidade, unidade e estabilidade.

c) Independência
A AESADS é independente dos partidos políticos, das Organizações
religiosas ou de quaisquer outras colectividades, mas pode estabelecer
parcerias com outras organizações e/ou associações.

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A AESADS goza de autonomia em ralação a outras associações na
elaboração dos seus programas, normas de funcionamento, na
Administração do seu património, na gestão.

d) Participação Democrática
Todos os membros da Associação têm direito de participar na vida
associativa designadamente o de eleger e de ser eleito para cargos da
associação e contribuir com as suas ideias sobre o funcionamento da
organização.

e) Igualdade
Todos os membros da Associação têm os mesmos direitos e deveres e
ninguém pode ser privilegiado ou descriminado em razão da sua
descendência, língua, convicção política, situação económica ou condição
social.
f) Patriotismo
Os membros da AESADS lutarão pelo princípio do respeito e amor à Pátria.
g) Apartidarismo
A organização não é nem será filial de nenhum partido político.
A organização abstém-se de quaisquer ideias partidária.

Secção I

Capitulo III

Artº 11º
Dos Órgãos e das Competências

Os órgãos da Organização são os seguintes


1. Assembleia-Geral
2. Conselho Eclesiástico
3. Direcção Executiva
4. Conselho Fiscal.

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Artº 12º
Da Assembleia-Geral

1. A Assembleia-Geral é o órgão máximo de deliberação da associação


e reúne anualmente e em sessão ordinária para apreciar os
resultados de actividades do fim do ano, e perspectivar o ano
seguinte:
2. A Assembleia-geral reúne extraordinariamente sempre que
convocada pelo Presidente da Mesa da Assembleia e sobre proposta
do Conselho de Direcção ou Conselho Fiscal, em caso de manifestar
necessidade 2/3 dos membros, em pleno gozo dos seus direitos
poderão convocá-la:
3. A Assembleia-geral extraordinária pode ser solicitada por 1/3 dos
membros, em pleno gozo dos seus direitos, que poderão em
documentos por eles subscritos e devidamente fundamentado.
Nesse caso, o Presidente é livre em convocar ou não.

Artº 13º
(Composição e competência da Assembleia Geral)
A Assembleia geral será presidida pela Mesa da Assembleia-geral que terá a
seguinte composição:
a) Presidente
b) Presidente - Adjunto
c) Secretário
1. O presidente e os outros integrantes da mesa da Assembleia serão
eleitos logo na 1ª sessão por um mandato igual ao dos órgãos
executivos.
2. A Assembleia-Geral tem como competência aprovar, alterar o estatuto e
avaliar o relatório da direcção executiva…
3. Aprovar os relatórios da Direcção Executiva.

14º
(Competência da Assembleia)

1. Compete a Assembleia-geral da Organização o seguinte:


a) Interpretar, aprovar e alterar os estatutos;

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b) Eleger o Corpo Gerente;
c) Fixar o valor das quotas mensais;
d) Discutir e votar os relatórios;
e) Decidir os recursos a ela interpostos;
f) Afastar membros e readmiti-los;
g) Extinguir a Associação;
h) Decidir sobre a integração da AESADS em organização associativas
quer nacionais como internacionais;
i) Deliberar sobre os demais assuntos respeitantes a associação
apresentados pela direcção ou pelos membros;
j) As liberações tomadas nos termos legais e estatutários são: obrigatórias
para os restantes órgãos e para todos os membros.

Artº 15º
(Do Presidente da Mesa da Assembleia)

Compete ao Presidente:
1. Convocar a Assembleia-geral e dirigir os seus trabalhos;
2. Exercer as demais atribuições que lhe forem confiadas pela
Assembleia-geral e pelo Estatuto;
3. Assinar a acta da Assembleia-geral;
4. Conferir posse aos membros eleitos para os órgãos da AESADS.

Artº 16º
(Vice Presidente)

Compete ao Vice – Presidente:


1. Organizar os documentos inerentes ao funcionamento da
Assembleia-geral
2. Coadjuvar o presidente e substitui-lo em caso de impedimento

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Artº 17º
(Secretario)
Compete ao Secretário:
1. Coadjuvar o presidente bem como o Vice-presidente na condução da
Assembleia.
2. Secretariar e assinar a acta da Assembleia-geral

Artº 18º
(Do Quorum)
1. Considera-se válida a realização da Assembleia-geral e com plenos
poderes deliberativos desde que estejam presentes 2/3 dos seus
membros.
2. Caso não estejam presentes 2/3 dos membros, a Assembleia-geral
funcionará meia hora depois havendo maioria absoluta.
3. Se tal não for possível, convocar-se-a novamente a Assembleia-
geral num prazo máximo de dois dias que reunirá com o número de
membros presentes.

Artº 19º
Periodicidade

1. A Assembleia ordinária será realizada em cada três anos, porém a


extraordinária será realizada sempre que houver necessidade sob
proposta do presidente ou dos membros do Conselho de Direcção.

Secção II
Do Conselho Eclesiástico
Artº 20º
Definição
O Conselho Eclesiástico é um órgão restrito com o poder de
aconselhamento do funcionamento da organização.

21º
Composição

São membros do Conselho Eclesiástico:


1. O Presidente – Bispo da Diocese

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2. O Vice-presidente Vigário Geral da Diocese
3. O Assistente Eclesiástico - Chanceler
4. Representante do secretariado Diocesano

Artº 22º
Competências

a) Acompanhar as actividades da organização e, sobretudo, dar directrizes


sobre o funcionamento da mesma.

Secção III
Da Direcção Executiva

Artº 23º
(Natureza e Composição da Direcção Executiva)

A Direcção executiva é o órgão executor da AESADS. É composto pelos


seguintes membros:
a) Secretário Executivo
b) Secretario p/ Administração e Finanças
c) Secretário
d) Porta – Voz

Artº 24º
(Competência da Direcção Executiva)

Compete a Direcção Executiva:


a) Elaborar planos anuais e semestrais
b) Assinar a correspondência da Associação
c ) Executar as deliberações da Assembleia geral
d) Representar a associação em juízo e fora dele
e) Criar comissões ad-hoc.
f) Aprovar e pôr em execução o regulamento interno da Associação
g) Deliberar sobre a admissão dos membros
h) Propor a assembleia-geral os membros honorários
i) Apresentar anualmente o relatório de actividade e das quotas de gerências a
assembleia-geral

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j) Elaborar o inventário dos bens da associação
k) Exercer as demais actividades que lhe forem acometidas pelo estatuto ou
pela Assembleia-geral
l) Administrar e gerir o património da AESADS.

Artº25º
(Das Reuniões)

1. A Direcção Executiva reunirá ordinariamente uma vez por Mês.


2. Reunirá extraordinariamente sempre que for necessário.

Artº 26º
(Do Secretário Executivo)

1. Compete ao Secretario Executivo:


a) Representar a Direcção e a Associação
b) Presidir as reuniões da Direcção executiva
c) Dirigir as publicações periódicas da Associação
d) Exercer qualquer outra actividade que lhe seja conferida pela Associação
e) Promover a troca de experiência entre a Associação e os seus membros
f) Dirigir e orientar os trabalhos da Direcção executiva
g) Cumprir e fazer cumprir as orientações da direcção executiva

Artº 27º
(Secretario P/ Administrativo e Finanças)

Compete ao Secretario P/ Administração e Finanças:


1. Coadjuvar o secretário executivo em caso de impedimento.
2. Coadjuvar o Secretário Executivo na gestão financeira da Associação.

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3. Acompanhar e zelar pelos legítimos interesses dos Associados
4. Administrar o património da AESADS
5. Apoiar a sua assinatura em operações que impliquem movimentações
financeiras
6. Organizar o sistema para o controlo das quotas

Artº 28º
(Porta-Voz)
Compete ao Porta-Voz:
1. Fazer chegar atempadamente aos membros às informações
consideradas de interesse da associação.
2. Indicar os membros para representar a AESADS em programas
informativos e formativos
3. Organizar e orientar a publicação do órgão informativo da Associação.
4. Zelar pelo tratamento de questões que constituem matéria de
informação.

Secção IV
(DO CONSELHO FISCAL)
Artº 29º
(Natureza e Composição)

1. O conselho fiscal é um órgão de controlo e fiscalização composto por:


a) Presidente
b) Vice Presidente
c) Secretario

Artº 30º
(Reuniões)
1. O conselho Fiscal reunir-se-á ordinariamente de três em três meses e de
forma extraordinária sempre que convocado pelo seu presidente.

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Artº 31º
(Competência)
Compete ao Conselho Fiscal:
1. Exercer a fiscalização de quotas, sendo-lhe prestada toda a colaboração
pelo Conselho de Executivo.
2. Emitir parecer sobre os relatórios de contas
& Os membros do Conselho Fiscal em efectividade de funções
poderão assistir sem direito de votos reuniões do conselho ou da
direcção executiva.

Artº 32º
(Do presidente do Conselho Fiscal)

Compete ao Presidente do Conselho Fiscal:


1. Dirigir e orientar os trabalhos do Conselho Fiscal;
2. Tratar de todos os expedientes, elaborar pareceres, exercer
quaisquer outras atribuições que lhe sejam conferidas por este
órgão.
Artº 33º
(Do Vice Presidente do Conselho Fiscal)

Compete ao Vice-presidente do Conselho Fiscal


1. Coadjuvar o presidente e executar as tarefas que lhe forem atribuídas;
2. Substituir o Presidente em caso de impedimento.
Artº 34º
(Secretario)
Compete ao Secretario:
1. Proceder a redacção dos relatórios do Conselho Fiscal;
2. Organizar e manter em ordem os arquivos do Conselho Fiscal.

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Capítulo II
(DOS MEMBROS)
Artº 35º
(CATEGORIAS)

1. Os membros da AESADS são designados em:


a) Membros fundadores
b) Membros efectivos
c) Membros honorários
d) Membros Colaboradores
Artº 36º
(MEMBROS FUNDADORES)

1. São membros fundadores todos aqueles que tenham subscrito a acta de


proclamação e que têm participado na Assembleia Constituinte.
2. São todos os membros que com o seu saber contribuíram para que a
Associação fosse um facto.
Artº37º
(MEMBROS EFECTIVOS)
Requisitos
1. São membros efectivos todos os subscritores do presente estatutos e os
que se revejam no presente estatuto.
2. São todos os membros escritos e reconhecidos como membros.

Artº 38º
(MEMBROS HONORÁRIOS)
REQUISITOS
1. Consideram-se membros honorários as pessoas singulares ou
colectivas nacionais ou estrangeirais que tenham prestado relevantes
serviços na Diocese e como tal sejam designados em Assembleia-
Geral por voto da maioria dos membros presentes, e sob proposta da
direcção executiva.

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Artº 39º
(MEMBROS COLABORADORES)
1. São membros colaboradores todas as pessoas singulares ou
colectivas que prestam bens materiais, financeiros ou outros para a
subsistência e o progresso da associação.

Artº 40º
(Dos direitos dos membros)
1. Os membros da AESADS têm direito a:

a) Eleger e ser eleito para os cargos de direcção da associação


b) Apresentar proposta e criticas aos competentes órgãos da Associação;
c) Fazer-se representar por outro sócio na Assembleia-geral;
d) Apresentar candidatura de novos sócios.
e) Frequentar a sede e suas dependências para se informar das actividades
e dos programas da Associação.
f) Direito a formação e apoio da organização.
g) Participar em todas as actividades organizadas pela associação;
h) Consultar livros, actas e demais documentação atinentes à gestão da
organização;
i) Possuir o cartão de identificação como sócio;
j) Apresentação livre e coerente das ideias relativamente ao funcionamento
da Organização.

2) Os membros honorários gozam de todos os direitos do número 1 deste


artigo, com excepção do disposto na alínea a)

Artº 41º
(DOS DEVERES DOS MEMBROS)

1. Contribuir com as suas experiências em todas actividades.


2. Participar nas actividades programadas pela Associação.

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3. Cumprir com o estatuto e outras orientações da organização.
4. Respeitar, cumprir e fazer cumprir o previsto nos estatutos, programa e
regularmente da associação;
5. Participar da vida da associação
6. Concorrer para o prestígio e o bom-nome da Associação e para a
eficácia das suas acções;
7. Pagar a jóia e as quotas pontualmente;
8. Participar activamente nas actividades da organização viver e difundir os
princípios da organização.

Artº 42º
(REQUISITO DE ADMISSÃO)

1. São condições fundamentais de admissão como membro efectivo da


associação, ser pessoa singular ou colectiva nacional ou estrangeiro,
residente em Angola ou no exterior e que tenha estudado no seminário,
quer seja religioso ou diocesano.

Artº 43º
(PROCESSO DE ADMISSÃO)

1. Os interessados deverão preencher um formulário a ser entregue pela


Direcção Executiva.
2. O interessado poderá ser considerado membro da organização depois
de aprovado o seu pedido de ingresso conforme o ponto nº1 deste
artigo.
3. Em caso de recusa de admissão pode o interessado recorrer para a
Assembleia-Geral, no prazo de 30 (trinta) dias, a contar da data da
comunicação da rejeição do pedido.

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Artº44º
(DAS ELEICOES)

1. Os titulares dos órgãos da organização são eleitos pela Assembleia-


geral entre os membros efectivos no plano gozo dos seus direitos nos
termos do presente estatuto.
2. O mandato é de três anos, sendo possível a renovação por mais um
mandato consecutivo.

Artº45º
(DAS SANÇOES)
1. Os membros da organização que por acção ou omissão ponham em
causa o prestígio da associação ou cometam faltas contra os seus
estatutos regulamentos ou lesem os seus interesses, podem ser
aplicadas às seguintes sanções:
a) Censura verbal não registada
b) Censura registada
c) Suspensão
d) Expulsão
2. A Direcção Executiva aprovará na Assembleia-geral a aplicação das
sanções previstas nas alíneas b), c) e d) do número 1 deste artigo.

Artº46º
(DO RECURSO)

Da aplicação das penas previstas no artigo 45, cabe recursos para o órgãos
imediatamente superior ou à Assembleia-Geral a interpor no prazo de 30
dias a contar da data da notificação.

Artº 47º
(DO PATRIMÓNIO, RECEITAS E DESPESAS).

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1. O património da Associação é constituído por todos os bens existentes
no acto da sua proclamação e pelos que vierem a ser adquiridos.

2. Constituem receitas da associação:


a) O produto das jóias e cotas mensais dos seus membros
b) O produto delegado subsídio, donativo, heranças e doações;
c) Outras receitas eventuais que venha a obter.

3. Constituem despesas da associação:


a) As despesas de administração geral nomeadamente com pessoal
contratado e instalações.
b) As despesas decorrentes de exercício social da associação.

Artº 48º
DESPOSIÇOES FINAIS
(DISSOLUÇAO DA ASSOCIAÇÃO E DESTINOS DO PATRIMONIO)

1. A AESADS só poderá ser dissolvida com 2/3 dos membros da


assembleia-geral em pleno gozo dos seus direitos.
2. A Assembleia-geral deliberará a dissolução e para o efeito deverá
nomear uma comissão liquidatária que procederá a liquidação e dará
destino aos bens da associação.

Artº 49º
(Regulamento)
O presente estatuto será regulamentado pela Direcção Executiva no prazo
máximo de sessenta dias após a tomada de posse.
Artº 50º
Actas e Comunicações

1. A Assembleia-Geral, as reuniões da Direcção Executiva e as das


Coordenações terão um secretariado que redigirá as respectivas
actas, conclusões e comunicados finais.

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Artº51º
Formalidades, preliminares e finais.

1. Todos os actos da Organização iniciarão e terminarão com uma oração


e o salmo 23 “salmo de Davi” O Senhor é meu pastor ou o hino da
Organização.

Artº 52º
(Dúvidas e Omissão)

1. As dúvidas e omissões resultantes da interpretação e aplicações do


presente estatuto serão resolvidas pela Direcção Executiva.
Art.º 53º
(Entrada em vigor)

O presente estatuto entra em vigor a partir do dia 29 de Novembro de 2009.

Assembleia-Geral em Sumbe, aos 29 de Novembro de 2009.

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