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Língua Portuguesa I

Resolução AULA 01:


O HOMEM, A LINGUAGEM E A
Anual COMUNICAÇÃO
VOLUME 1
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
01. É simples entender que a situação proposta requer o uso da norma padrão na hora de escrever a carta de solicitação de emprego, uma
vez que a formalidade deve sobressair nesse tipo de comunicação, não podendo ser o candidato informal (usando gírias ou elementos
não verbais), tampouco metafórico na hora de escrever essa carta.

Resposta: D

02. O item reflete o repertório linguístico dos falantes cariocas nas diferentes situações específicas de uso social. O emprego de expressões
comuns ao dia a dia do carioca como “caraca” ou “merrmão” não transgride a norma-padrão da língua portuguesa nem mesmo se
restringe à faixa etária ou à escolaridade do falante, mas expõe a tradição cultural local, o que se observa na alternativa D.

Resposta: D

03. O gênero lei, por manifestar-se em situações que exigem alto grau de formalidade, utiliza-se de uma linguagem padrão, literal, denotativa.

Resposta: C

04. O jogo de palavras que se estabelece entre “águia de ouro“ e “aguia de ouro“, na história de Rui Barbosa, objetiva produzir humor
a partir da variação da linguagem.

Resposta: C

05. A partir da observação da situação comunicativa proposta, em que o Diretor Administrativo e Financeiro de uma empresa manifesta
reconhecimento pelos serviços prestados por consultores, é possível compreender as razões que levam a carta a apresentar uma
linguagem eminentemente formal. Trata-se de uma carta corporativa, utilizada em ambientes profissionais, razão pela qual o uso da
norma padrão é necessário.

Resposta: C

06. No texto de Luís Fernando Veríssimo, o efeito de humor decorre do registro inadequado para a interlocução em contexto romântico.
Observemos que tanto a moça quanto o Xavier se utilizam de gírias (Pô; Só; tio; chocante) que revelam inadequação para uma situação
romântica. No caso de Xavier, o humor acentua-se em decorrência de a idade da personagem ser maior do que a da namorada. Acerta,
portanto, quem marca a alternativa A.

Resposta: A

07. Ao perceber que “mamadeirar” é um vocábulo novo, que acaba de ampliar o léxico da língua portuguesa, vê-se que a enfermeira usa
um neologismo em seu relato.

Resposta: B

08. Na tirinha, sobrinho e tio estabelecem um diálogo por meio de chat – gênero digital. Nesse tipo de gênero, de maneira informal, é
comum o uso de uma linguagem menos formal, fazendo uso, inclusive, do “internetês”. No ato comunicativo, o tio não consegue
acompanhar a linguagem do sobrinho, que faz uso do “internetês” e de mensagens instantâneas.

Resposta: B

09. Para cada alternativa, foi apresentado um par de palavras que apresentam marcas de registro regional. Para cada uma delas, há uma
explicação para alteração da pronúncia, da estrutura morfológica, da sintaxe ou do léxico. Veja que as palavras “vorta”, “tarvez”, “sorto”
e “frô” resultam de um fenômeno fonético – o rotacismo, que consiste na substituição do “r” pelo “l” e vice-versa. A palavra “veve”
revela abaixamento vocálico. As palavras “furaro” e “ignorança” são exemplos de ditongo que se transformaram em monotongo. As
palavras “cantá” e “avuá” revelam apagamento do “r”.

Resposta: B

10. A norma-padrão tem suas especificidades como qualquer outra variante linguística. Para ser usada, deve-se atentar para a situação
de comunicação (é nas situações formais que mais a usamos). Como o texto da questão procura informar sobre o lançamento de um
novo livro infantil, deve-se usar a variação padrão por ser uma situação formal de comunicação. E isso se faz notar quando há respeito
às normas gramaticais de concordância, como ocorre nesta passagem do texto: “um gênero que invade as livrarias”. Observações: 1)
não há vocábulos arcaicos; 2) não há predomínio de metáforas; 3) o coloquial não corresponde ao padrão da língua; 4) usar termos
técnicos não significa usar a norma-padrão.

Resposta: A

Rejane/Rev.: Tatielly
003.142-12930518-pro-Aula 01 - O Homem, a Linguagem e a Comunicação

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