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SISTEMA

FACHADEIRO TS
MANUAL DE MONTAGEM
MANUAL DE montagem
SISTEMA Fachadeiro TS
ESTE MANUAL FOI PRODUZIDO NA TÍTULO
ENGENHARIA NACIONAL Manual de montagem | Sistema Fachadeiro TS
Mills Estruturas e Serviços de Engenharia S.A.
EDIÇÃO 1
Estrada do Guerenguê, 1381 - Curicica
22713-001 - Rio de Janeiro | RJ Outubro - 2015 | 03.30.10.2015
Tel: (21) 2132-4338 TEXTO TÉCNICO
www.mills.com.br
Claudinei Palma de Lima
Cardec Barcelos Lomeu Bastos
Mário Luiz Sartorio Valiati

PROJETO GRÁFICO E ARTE


SUPERVISIONADO POR Evandro Rodrigues de Almeida
Avelino Pinto da Silva Garzoni Fernanda de Oliveira Campos
DIRETOR DE ENGENHARIA João Gabriel Coelho de Salles Victor
Vinicius Monteiro Priscilla dos Santos Oliveira
GERENTE TÉCNICO Roberta da Costa Melo

Cardec Barcelos Lomeu Bastos PROJETOS, MONTAGENS E ILUSTRAÇÕES


COORDENADOR TÉCNICO
Evandro Rodrigues de Almeida
Mário Luiz Sartorio Valiati Fernanda de Oliveira Campos
COORDENADOR DE PROJETOS João Gabriel Coelho de Salles Victor
Priscilla dos Santos Oliveira
Roberta da Costa Melo

REDAÇÃO
Evandro Rodrigues de Almeida
João Gabriel Coelho de Salles Victor
Marcelo Firmino da Silva
Mário Luiz Sartorio Valiati
Miguel Henrique de Oliveira Costa
Priscilla dos Santos Oliveira
Roberta da Costa Melo

REVISÃO
Mário Luiz Sartorio Valiati
Miguel Henrique de Oliveira Costa
Rodrigo Petersen da Silva
Marcia Rita Santanna da Silva
Rafael Talheimer

©Copyright 2015 Mills Estruturas e Serviços de Engenharia S.A.


É proibida a reprodução desta publicação, por qualquer meio ou processo,
mesmo que parcial, sem autorização prévia e por escrito tanto dos proprietários
como dos autores intelectuais.
SUMÁRIO
7 DESCRIÇÃO DO SISTEMA

8 COMPONENTES DO SISTEMA FACHADEIRO TS MILLS


8 ANDAIMES FACHADEIRO
9 QUADRO TS-11 / TS-11-1, TS-12 / TS-12-1
11 QUADRO TS-5
12 QUADRO TS-3 E TS-4
14 FUEIROS
15 TRAVAMENTO DE QUADROS
16 DX - DIAGONAIS EM "X" PARA CONTRAVENTAMENTO
18 IDENTIFICAÇÃO VISUAL DA DX
19 SAPATAS
20 SAPATA FIXA
21 SAPATA AJUSTÁVEL - TS
22 SAPATA ALONGADA
23 UTILIZAÇÃO DE SAPATAS COM APOIO DESNIVELADO
24 MOITÃO
26 MÃO FRANCESA PARA FACHADEIRO
27 RODÍZIO
29 ACESSO
29 ESCADA DE MARINHEIRO
30 PISO DE ALUMÍNIO
32 RODAPÉ DE ALUMÍNIO FRONTAL E LATERAL
33 TRAVESSA DE GUARDA CORPO

35 MONTAGEM DO FACHADEIRO TS

37 AMARRAÇÃO
39 ESTAIAMENTO DE TORRE

42 ACESSÓRIOS PARA FACHADEIRO TS


42 BRAÇADEIRAS FIXA E ARTICULADA (GIRATÓRIA)
43 COLUNA DE AMARRAÇÃO
44 TRELIÇA

45 PÁRA-LIXO
45 PÁRA-LIXO TUBULAR
46 PÁRA-LIXO

48 SOLUÇÕES ESPECIAIS
48 MARQUISES
49 APOIO DE MARQUISES
52 PÁRA-LIXO COM COLUNA DE AMARRAÇÃO
54 VÃO DE GARAGEM

56 RECOMENDAÇÕES DE SEGURANÇA
56 SEGURANÇA, EPI'S* E FERRAMENTAS

57 DESCRIÇÃO DE COMPONENTES SISTEMA FACHADEIRO TS


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1. DESCRIÇÃO DO SISTEMA
O Sistema Fachadeiros TS é o que há de mais prático, simples e seguro na composição de estruturas
metálicas. É consagrado há décadas na Construção Civil, empregando o sistema de quadros tubulares
contraventados por diagonais em “X”, amplamente conhecido pelos operários.

Outra das características mais fortes do Fachadeiro Tubular TS é a mobilidade: Através do quadro
TS-5, o sistema permite o fluxo de pedestres sob a estrutura monolítica. Enquanto os quadros
TS-11 e TS-12 permitem a livre circulação de operários num mesmo plano ou entre andares.
Esta linha também conta com pisos metálicos, acessórios que agilizam imensamente a montagem do
assoalho em plataformas livres e contínuas.

A extensa gama de possibilidades de configuração, além de acessórios complementares, dá ao sistema


uma versatilidade ímpar. Garantindo assim a adequação à quase todo tipo de obra.

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2. COMPONENTES DO SISTEMA FACHADEIRO TS MILLS

2.1. ANDAIMES FACHADEIRO


O Sistema Fachadeiros TS é uma composição de estruturas metálicas formadas pelo encaixe dos
quadros tubulares contraventados por diagonais em “X”. O conjunto formado por dois quadros e duas
diagonais é chamado módulo.

Seus vários modelos, medidas e acessórios oferecem alternativas de montagem que atendem a
diversos tipos de obras, principalmente onde é necessária uma estrutura de suporte como forma de
acesso a determinada altura.

PRINCIPAIS COMPONENTES DO MÓDULO DE FACHADEIRO TS

FUEIRO
Página 14

QUATRO TS
Página 09

SAPATAS
Página 19

DX
Página 16

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2.2. QUADRO TS-11 / TS-11-1, TS-12 / TS-12-1


Os quadros tubulares TS-11 / TS-11-1 e TS-12 / TS-12-1, em formato de pórtico, foram projetados
para obras que necessitem da livre circulação de pessoas, equipamentos e materiais ao longo da
plataforma de trabalho.


Exemplo de montagem
usando quadros TS

C
D
Carga
Quadro Peso (Kg)
(kgf)
A TS 11 19,17
A B B TS 11-1 17,84 1500
C TS 12 22,03
D TS 12-1 20,69

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01 - MODELOS DE QUADROS TS-11 E TS-12

LARGURAS

877 mm 919 mm

QUADRO TS-11 QUADRO TS-11-1


2100

1200 2100 877


ALTURAS

19,17 kg
2000 m

17,84 kg
QUADRO TS-12 QUADRO TS-12-1
2100

2100

1200 877

22,03 kg 21,64 kg

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2.3. QUADRO TS-5


O desenho especial do quadro TS-5 permite a circulação de pedestres ao longo da via, sob a
estrutura monolítica.

MATERIAL
Aço carbono
comercial

Peso: 32,54 kg

CARGA MÁXIMA POR POSTE


20 kN = 2000 kgf

DIMENSÕES EM mm
2250

Recomenda-se utilizar os quadros TS-3


sobre o quadro TS-5.
1537

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2.4. QUADRO TS-3 E TS-4


Esta linha de andaimes é composta por quadros que diferenciam-se entre si na largura e altura. Compacto
e de montagem rápida.

QUADRO TS-3

L 1
2
3

QUADRO TS-4
H

Os quadros TS-3 e TS-4 também podem ser utilizados no desenvolvimento


de projetos pára-lixo.

02 - QUADRO TS

Descrição L (mm) H (mm) Peso (kg) Carga


1 TS-3A 1537 1500 18,600 20 kN/poste
2 TS-3B 1537 1250 16,820 20 kN/poste
3 TS-3C 1537 1000 14,100 20 kN/poste
4 TS-4A 990 1500 16,050 20 kN/poste
5 TS-4B 990 1250 14,280 20 kN/poste
6 TS-4C 990 1000 11,920 20 kN/poste

Os quadros TS-3 possuem largura semelhante aos TS-5 o que proporciona um perfeito encaixe.
Para outras soluções de montagem com quadros de diferentes larguras, em relação ao TS-5, o
departamento de projeto deverá buscar soluções com a utilização de vigas metátilcas intermediárias,
servindo de apoio para os próximos módulos.

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03 - MODELOS DE QUADROS TS-3 E TS-4

LARGURAS

1,50 m 1,00 m

QUADRO TS-3C QUADRO TS-4C


1,00 m

13,417 KG 11,221 KG

QUADRO TS-3B QUADRO TS-4B


1,25 m
ALTURAS

16,141 kg 13,598 kg

QUADRO TS-3A QUADRO TS-4A


1,50 m

17,911 kg 15,367 kg

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2.5. FUEIROS
Peça utilizada para possibilitar o encaixe entre dois quadros TS. Existem dois tipos de fueiro: o fueiro
TS e o fueiro cintado TS.

Os quadros que recebem o fueiro cintado


(modelo antigo) possuem as pernas 20 mm
menor do que os quadros mais novos.

MATERIAL
Ferro fundido

FUEIRO CINTADO
(MODELO ANTIGO)
MATERIAL
Aço carbono Deve ser fixado com
parafuso Ø 5/16 x 2”

FUEIRO TS
Deve ser fixado com
parafuso Ø 5/16 x 2”

QUADROS TS-3 E TS-4 PARA FUEIRO CINTADO


TS B = 1230 mm
TS A = 1480 mm

TS C = 980 mm

QUADRO TS PARA FUEIRO CINTADO (MODELO ANTIGO)


Ao utilizar o fueiro cintado, deve ser utilizado modelo
de Quadro TS próprio com pernas menores 20 mm
FUEIROS do que nos Quadros comuns (veja dimensões
dos novos quadros na página anterior).

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2.5.1. TRAVAMENTO DE QUADROS

PASSO 1
Elevação da torre
I. Os quadros superiores (A) devem ser encaixados nos fueiros dos quadros do módulo inferior (B).

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2.6. DX - DIAGONAIS EM "X" PARA CONTRAVENTAMENTO


Elemento responsável pelo contraventamento (ligação) dos quadros TS.

MATERIAL
Aço carbono
comercial

ENCAIXE NO QUADRO TS
A diagonal DX é
encaixada na trava do
quadro TS.

A modulação da diagonal vertical é obtida H (m) L (m)


através do plano largura x altura do 1,00
TS A/11/12 1,00
quadro TS. Vide a tabela a seguir com 1,50
as modulações das diagonais DX. TS B/C 0,64 2,00

L
H

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04 - DX - DIAGONAL EM "X" PARA CONTRAVENTAMENTO

ALTURA DOS QUADROS TS

A = 1,50 m BC = 1,25 m

DX 1,0 A DX 1,0 BC
1,00 m

1,21 m 1,00 m
1,44 m 1,00 m

3,966KG 3,342 KG

DX 1,5 A DX 1,5 BC
DISTÂNCIA ENTRE QUADROS
1,55 m

1,71 m 1,55 m
1,88 m 1,55 m

5,011 KG 4,564 KG

DX 2,0 A DX 2,0 BC
2,05 m

2,19 m 2,05 m
2,32 m 2,05 m

5,833 KG
6,187 KG

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2.6.1. IDENTIFICAÇÃO VISUAL DA DX


Como modulação da DX é obtida através do plano largura x altura do quadro TS, para facilitar a distinção das
DX, suas pontas são pintadas de vermelho auxiliando sua identificação visual.

DIAGONAL X
Pontas pintadas por imersão

05 - DIAGONAL X

Descrição Lmontada Lfechada Peso (kg)

DX 1,0 A 1,00 m 1,44 m 3,966


DX 1,0 BC 1,00 m 1,21 m 3,342
DX 1,5 A 1,55 m 1,88 m 5,011
DX 1,5 BC 1,55 m 1,71 m 4,564 VERMELHO
DX 2,0 A 2,05 m 2,32 m 6,187 As DX BC devem ter
as pontas pintadas
DX 2,0 BC 2,05 m 2,19 m 5,833
de vermelho.

PASSO 1
Encaixe da diagonal DX no quadro TS
I. Levantar a trava (A) de uma das pernas do quadro TS (B) e introduza uma das extremidades da DX no pino;

II. Em seguida, abaixe a trava (A) para fixar a diagonal (B).

I II
A
B
A

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2.7. SAPATAS

SAPATAS PARA ANDAIMES


As sapatas são utilizadas como
apoio dos andaimes, transmitindo
as cargas dos postes para o solo.


Exemplo de andaimes montados em piso plano com sapata fixa.

Os andaimes deverão ser nivelados e aprumados para evitar a


inclinação e efeito de torção do conjunto. É recomendada a utilização
das sapatas ajustáveis em terrenos desnivelados. Vide página 23.

A SEGUIR OS 3 TIPOS DE SAPATAS UTILIZADAS NA MONTAGEM DOS ANDAIMES TUBULARES

SAPATA ALONGADA SAPATA AJUSTÁVEL


Página 22 PARA TS
Página 21

SAPATA FIXA PARA TS


Página 20

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ENCAIXE DO POSTE NA SAPATA

ENCAIXE NA SAPATA
O poste deverá ser
encaixado na haste
da sapata.


Exemplo de encaixe da sapata fixa

2.7.1. SAPATA FIXA


Elemento utilizado como apoio das torres, distribuindo as cargas do poste (do quadro TS) para
pisos planos.

Sapata fixa VISTA SUPERIOR


100 mm

132 mm
DETALHE

PISO PLANO
Quando o piso for plano e
firme não será necessário o
uso de pranchão de madeira.

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2.7.2. SAPATA AJUSTÁVEL - TS

TERRENO DESNIVELADO
A sapata ajustável é ideal para terrenos
desnivelados. Proporciona excelente
estabilidade e é indicada em situações
de solos menos consistentes.

ABERTURA DA SAPATA AJUSTÁVEL


MÍN. 40 mm
MÁX. 300 mm

Sapata ajustável

Exemplo de encaixe do poste


na sapata ajustável

VISTA SUPERIOR
100 mm

ENCAIXE NA SAPATA
130 mm
O quadro deverá ser
encaixado na haste
da sapata.

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2.7.3. SAPATA ALONGADA


Para as sapatas alongadas, podemos considerar uma abertura máxima (contando da base) de 70 cm
e somente devemos utilizar uma altura de quadro.

ABERTURA DA SAPATA ALONGADA

▼ Sapata alongada

MAX. 700 mm
MIN. 400 MM

ENCAIXE NA SAPATA
O quadro deverá
ser encaixado na
haste da sapata.

VISTA SUPERIOR
150 mm

Exemplo de encaixe
do poste na sapata
ajustável

168 mm

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2.7.3.1. UTILIZAÇÃO DE SAPATAS COM APOIO DESNIVELADO


Se o piso for irregular será necessário o nivelamento de todo o módulo. Conforme citado anteriormente,
utiliza-se, para tal, as sapatas ajustáveis e sapatas alongadas.

O nivelamento do quadro TS é feito com o auxílio de um nível sobre uma das travessas. Para nivelar um
quadro em relação ao outro apoie um caibro sobre as travessas de ambos os quadros e apoie o nível.

Exemplo de montagem com CUNHA DE MADEIRA


terreno inclinado

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2.8. MOITÃO
Acessório destinado a elevar os equipamentos a parte mais alta da montagem.

MATERIAL
Aço carbono comercial

Peso: 6,97 kg

Carga máxima admissível


para o moitão:
FIXAÇÃO
50 kg
Usa-se o parafuso 3/8”

PASSO 1
Fixando o moitão
DIMENSÕES EM mm I. Encaixar o moitão (A) na travessa do quadro (B) e
apoiá-lo no poste;
525
II. Apertar o parafuso (C).

B A
1152

II
490

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DETALHE DA UTILIZAÇÃO DO MOITÃO NO FACHADEIRO TS

Exemplo de montagem
com o moitão encaixado

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2.9. MÃO FRANCESA PARA FACHADEIRO


Acessório utilizado como plataforma de trabalho em situações onde há uma distância superior a 850 mm
entre a plataforma do andaime e a fachada.

MATERIAL
Aço carbono comercial

Peso: 15,34 kg

DIMENSÕES EM mm

902
810

Carga máxima admissível da


mão francesa para fachadeiro TS:
468

240 kg

PASSO 1
Instalando a mão francesa
I. Apoiar o suporte superior (A) na travessa do quadro (B), e o suporte inferior (A) no poste do quadro (B).

I
A
B

B A

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2.10. RODÍZIO
A utilização do rodízio em andaimes TS permite a movimentação do mesmo, formando um andaime móvel.

FREIO DO RODÍZIO

!
Certifique-se de travar os rodízios após
o movimento do andaime.

A Mills disponibiliza rodízios com rodas de ferro ou poliuretano.


4 x a menor dimensão da base

ENCAIXE NA BASE
O poste deverá ser
encaixado na haste
do rodízio.

É proibido o uso de rodízio em andaimes


com altura superior a 4 vezes a menor
dimensão da base.

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DESLOCAMENTO DO ANDAIME
O deslocamento do andaime móvel deve
ocorrer sobre pisos firmes e bem nivelados.

CERTO ERRADO

Ao utilizar andaimes com rodízios, tome precauções para evitar o balanço excessivo da estrutura.
Jamais mova o andaime com pessoas ou equipamentos apoiados nele.

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2.11. ACESSO
2.11.1. ESCADA DE MARINHEIRO
A escada de marinheiro permite o acesso a todos os andares do andaime. As modulações que possuem
aros de segurança, proporcionam maior segurança ao operário durante a utilização.

MODELOS DE ESCADA

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2.12. PISO DE ALUMÍNIO


O piso de alumínio garante maior segurança na montagem da plataforma de trabalho.

MATERIAL
Alumínio

Peso: 8.52 kg

DIMENSÕES EM mm
275

2115

Os pisos contêm ranhuras


TRAVA DO PISO proporcionando estabiliade
Feita de aço galvanizado e segurança no trabalho.

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PASSO 1
Fixando o piso de alumínio
I. Abrir a trava (A) na parte inferior do piso de alumínio (B);

II. Posicionar o piso (B) sobre o quadro TS (C) de forma que as garras engatem na travessa;

III. Fechar a trava (A).

I II

B C B
A

III

INTERTRAVAMENTO DO PISO DE ALUMÍNIO

DETALHE 1 DETALHE 2

Os perfis e garras do piso de alumínio perminetem que as peças sejam intertraváveis.


Os pisos das extremidades devem, obrigatóriamente, ser travados.

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2.13. RODAPÉ DE ALUMÍNIO FRONTAL E LATERAL


Os rodapés são colocados para fechar o perímetro externo da plataforma de trabalho (não se faz
necessário o uso na parte interna da estrutura). É utilizado como medida de segurança para evitar
queda de equipamento, peças e ferramentas do andaime, protegendo a quem se encontra abaixo do
patamar de serviços.

Rodapé frontal

Rodapé lateral

MATERIAL
Aluminio

Peso (kg)
Rodapé frontal 4,01
Rodapé lateral 2,20

DIMENSÕES EM mm

200 930
DIMENSÕES EM mm
198

GARRA PARA FIXAÇÃO 2101

PASSO 1
Instalando o rodapé
I. Posicionar o rodapé frontal (A) de forma que sejam encaixadas nos postes dos quadros (B).
Cada trava possui um encaixe para o rodapé do módulo seguinte;

II. Utilizar o rodapé lateral (C) nos módulos finais da plataforma.

B A B

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2.14. TRAVESSA DE GUARDA CORPO


A travessa de guarda corpo é um elemento de segurança para ser montado em torno do andaime
fachadeiro. Ele possui modulações para atender a todos os tipos de obra.

MATERIAL
Alumínio

TRAVESSA DE GUARDA CORPO

As travessas de guarda corpo das L Distância entre eixos Peso (Kg)


cabeçeiras deverão ser executadas
com colunas de amarração e 1500 mm 1549 mm 4,00
braçadeiras fixas. 2000 mm 2056 mm 5,03

SITUAÇÃO 1
Instalação do guarda corpo
Cada módulo de andaime TS deve
receber duas travessas de guarda
corpo. Estas devem ser instaladas a
700 e 1200 mm do piso, obedecendo
os dritérios de segurança da NR-18.
1200 mm

Legenda:
Travessa de guarda corpo
700 mm

Rodapé
Quadro TS 11 ou TS 12

NÍVEL DO PISO

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PASSO 1
Encaixe da Travessa de guarda corpo no quadro TS
I. Afrouxe as porcas (A) do parafuso (B) o suficiente para ele ser movido do encaixe da cantoneira (C);

II. Encaixar a cantoneira (C) da travessa de guarda corpo no poste do quadro TS (D);

III. Retornar o parafuso (E) para a posição original, e apertar novamente a porca (A), prendendo o parafuso.

I II

A D

III

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3. MONTAGEM DO FACHADEIRO TS
PASSO 1
Montagem do módulo
I. Posicionar as sapatas (A) no chão, próximas à posição de inserção dos quadros;

II. Encaixar os quadros (B) nas sapatas (A);

III. Prender os quadros (B) com duas diagonais X (C).

I II III

B
C

B
A

PASSO 2
Montagem da estrutura monolítica
I. Seguir com a montagem da estrutura, no nível do piso, a partir do primeiro módulo;

II. Amarrar o primeiro nível à fachada (vide página37).

Antes de prosseguir com a montagem


do segundo nível, deve ser feita a
amarração de todo o primeiro nível.
Vide página 37.

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PASSO 3
Medidas de segurança na montagem do fachadeiro
I. Ao transitar pelo nível a ser montado, o operário deve utilizar o cinto de segurança;

II. A instalação de guarda-corpos e rodapés é obrigatória em todos os andares do fachadeiro (vide página 32 e
33).

II

A instalação de rodapés e guarda-corpos é obrigatória a partir do


segundo andar do fachadeiro.

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4. AMARRAÇÃO
A amarração do fachadeiro deve ser feita a cada 36 m², sendo 6 metros a maior distância entre
amarrações. O tipo de amarração a ser utilizado depende das condições do prédio, porém, para uma
melhor dissipação das cargas, a base da estrutura deve ser sempre amarrada em todos os módulos.

A primeira e última linha da estrutura devem ser amarradas em todos os


6000 mm

postes dos módulos.


6000 mm

6000 mm 6000 mm

Jamais realizar amarrações com distâncias


maiores que 6 metros da anterior.

A partir de dois níveis de quadros é imprecindível a realização de amarração


/estroncamento do conjunto em elementos fixos/rígidos da fachada.

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SITUAÇÃO 1 SITUAÇÃO 2
Amarração com parabolt Amarração colunas de amarração
Em edifícios e fachadas já prontas, sem pontos Em edifícios e fachadas já prontas, sem pontos
para amarração, utiliza-se parabolts M10 (A). para amarração, é possível utilizar colunas de
amarração (A) e braçadeiras (B) para fazer o
engravatamento no peitoril (C) e a amarração ao
quadro TS (D). Porém, esta opção só é viável em
parapeitos de concreto.

B
A

Jamais utilizar este método em parapeitos que não sejam devidamente estruturados para
suportar os esforços horizontais vindos do engravatamento do fachadeiro TS no mesmo.

A amarração em parapeitos ou platibandas deve ser autorizada somente com a apresentação


de um atestado do cliente, garantindo que a estrutura suporta os esforços do fachadeiro.

Obedecer a norma da ABNT NBR 6123 – Forças devido ao vento em edificações para determinar
o esforço devido ao vento.

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5. ESTAIAMENTO DE TORRE
Um dos modos de se combater a ação do vento quando h > 4 · BMIN é estaiando o andaime. Nesse
caso os estaios deverão ser colocados com uma angulação (mais próxima possível) de 45°, montando
o andaime até a altura h = 4BMIN e estaiá-la para continuar a montagem.

UM ANDAIME ESTAIADO EM VISTA FRONTAL

P P
q
Imagem meramente ilustrativa

b
TH TH V1
α α
T T

a Tv Tv

V2
R R
O
NT
VE
DO
O
ÇÃ

onde,
RE
DI

P à carga aplicada no poste;


OR
PI

R à reação na base de apoio; T T


T à tensão no estaio;
q à pressão do vento;
Th e T
à componentes da tensão (T);
v T T
V1 e
à força do vento (V);
V2
a à distância entre a base e a união entre o estaio e o andaime;
b à distância entre a base e a união entre o estaio e o andaime.

►► Considera-se a pressão do vento (q), na sua pior direção, aplicada na base e na união do
estaio com o andaime, através das componentes V1 e V2;
►► Decompõe-se a tensão (T) do estaio nas direções vertical (TV) e horizontal (TH);
►► Como busca-se um sistema em equilíbrio, o somatório das forças nos eixos vertical e
horizontal deve ser nulo, gerando as seguintes relações:

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MANUAL DE montagem | SISTEMA Fachadeiro TS

EIXO HORIZONTAL

TH = V1

onde,
TH=T sen α (decomposição de T no eixo horizontal)
V1= a + b ∙ q (força do vento no ponto de encontro do andaime e o estaio)
(2
)
logo,

(
T sen α= a + b ∙ q
2
)

EIXO VERTICAL

R = P + TV

onde,
TH=T sen α (decomposição de T no eixo horizontal)
V1= a + b ∙ q (força do vento no ponto de encontro do andaime e o estaio)
(2
)
R = P + T cos α

Ao analizarmos a situação, a base de apoio do andaime estaiado deve absorver o peso próprio, a
carga (P) e o esforço vertical (T V), e poderemos ter duas situações:

►► O atrito gerado através da reação vertical (R) absorve a força de arraste do vento V2.
►► A força de arraste do vento V2 é maior que o atrito gerado, então os postes do andaime
necessitam ser ancorados à base de apoio.

EIXO VERTICAL

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Alterações no ângulo podem gerar excessos de


cargas nas componentes T V (aumento de α)
e TH (redução de α), gerando problemas a
estabilidade da estrutura.
Imagem meramente ilustrativa

A amarração deverá ser feita sempre


no nó, e não no meio do quadro.

45º 60º

20 m ! Em andaimes que a altura supere a regra de 4


X L (quatro vezes a largura da menor base), é
imprescindível o estaiamento ou travamento da
estrutura.
Conforme a ilustração anterior, o procedimento é
feito com cabos de aço amarrados ao solo ou a
16 m fachada de edificação (vide página a seguir).
Ponto de amarração ou estaiamento

SITUAÇÃO 1
Altura da amarração
12 m
Imagem meramente ilustrativa

4XL=H

Exemplo: 4 X 1,00 m ≅ 4 m, ou seja, no exemplo de


fachadeiro a seguir a amarração deverá ocorrer a
cada 4 m.
8m

4m SEM
AMARRAÇÃO

1,00 m 1,00 m 1,00 m 1,00 m 1,00 m

MILLS ESTRUTURAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA S.A. 41


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6. ACESSÓRIOS PARA FACHADEIRO TS

6.1. BRAÇADEIRAS FIXA E ARTICULADA (GIRATÓRIA)


Para fixar as diagonais de tubos nos postes, é necessária a utilização das braçadeiras fixas e
articuladas, que são fabricadas em aço SAE 1070 e possuem peso unitário aproximado de 1,24 kg/pç.

A braçadeira articulada deverá ser usada somente quando


existirem interferências que não permitam a fixação dos
tubos verticais nas travessas.

MATERIAL
Aço SAE 5160

A braçadeira fixa prende dois


tubos a 90º, reage por torção à
deformação do tubo criando um
engastamento elástico.

360°

As braçadeiras devem obedecer aos


critérios do procedimento para inspeção A braçadeira articulada
de braçadeiras da Mills - PI-001. permite rotação de 360º de
um tubo contra o outro.

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6.2. COLUNA DE AMARRAÇÃO


Como complemento na montagem das torres estruturas monolíticas, a divisão Edificações oferece
colunas de amarração e braçadeiras, usadas para a união entre torres, montagens de grandes pára-
lixos, afastadores de fachada e todo o tipo de solicitação fora dos padrões convencionais de montagem.
As colunas de amarração variam de 0,50 a 6,00 metros; em múltiplos de 0,25 m.

MATERIAL
Aço carbono comercial

DETALHE 1

m
m
3
TUBO 42 MM COM

42,2 mm
BRAÇADEIRA 1/49
Utilizado para
fazer amarrações
e travamento de
andaimes.

Comprimento (m) Peso (kg)

0,25 0,73

0,50 1,45

0,75 2,17

1,00 2,9

1,25 3,63

1,50 4,35

1,75 5,08

2,00 5,8

2,25 6,53

2,50 7,25

3,00 8,7

3,50 10,15

4,00 11,6

4,50 13,05

5,00 14,5
As colunas de amarração diferenciam-
se do tubo metálico apenas pelo 5,50 15,95
diâmetro (42 mm). 6,00 17,4

MILLS ESTRUTURAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA S.A. 43


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6.3. TRELIÇA
Havendo necessidade de montar estruturas monolíticas ou pára-lixos sobre vãos de garagem, utiliza-
se a treliça. Este acessório pode ser adaptado em todos os quadros TS, e está disponível em dois
tamanhos: 3,00 m e 4,00 m.

B A

MATERIAL
Aço carbono comercial

SOLDA
O fueiro soldado às
treliças permine o
encaixe de um quadro TS

L (mm) A (mm) Peso (kg)


A
A 3100 386 20,40
L
B 4100 480 37,30

PASSO 1
Montando a treliça
I. Encaixar a treliça (A) em ambos os quadros TS (B);

II. Apertar o parafuso (C).

I II DETALHE

A B C

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7. PÁRA-LIXO

7.1. PÁRA-LIXO TUBULAR


Equipamento projetado para ser utilizado em andaimes de fachada, geralmente utilizado no primeiro
nível da estrutura, logo após a primeira laje. O páralixo tubular possui haste alongada o que permite
uma barreira a mais para reter os detritos que por ventura possa cair da obra.

DIMENSÕES EM mm
2249
MATERIAL
Aço carbono comercial
1515

Peso: 16,37 kg

PASSO 1
Instalando o pára-lixo tubular
I. Encaixar o pára-lixo tubular (A) na travessa inferior do quadro TS (B);

II. Apoiar a cantoneira do pára-lixo (C) no poste do quadro TS (B);

III. Prender com o parafuso.

I II

B
A

III

MILLS ESTRUTURAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA S.A. 45


MANUAL DE montagem | SISTEMA Fachadeiro TS

7.2. PÁRA-LIXO
Equipamento projetado para ser utilizado em andaimes de fachada, geralmente utilizado ao longo da
estrutura, considerando que o primeiro nível é utilizado o bandeja pára-lixo para maior segurança na
obra.

DIMENSÕES EM mm

1587 mm MATERIAL
Aço carbono comercial

1009 mm Peso: 7,60 kg

PASSO 1
Instalando o pára-lixo
I. Encaixar o pára-lixo (A) na travessa inferior do quadro TS (B);

II. Repetir o processo a cada 3 andares.

I II

A B

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UTILIZAÇÃO DOS PÁRA-LIXOS

A imagem exemplifica
um corte de seção
mostrando a utilização do
pára-lixo tubular

A utilização dos equipamentos pára-lixos como plataforma principal e


secundária de proteção, estão condicionadas à NR - 18.13.

MILLS ESTRUTURAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA S.A. 47


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8. SOLUÇÕES ESPECIAIS
8.1. MARQUISES
É possível montar o Fachadeiro TS sobre marquises. Porém, estas nem sempre são projetadas para
sustentar carga além do próprio peso. Sendo assim, é imprescindível escorar a marquise antes da
montagem do fachadeiro, pois, obedecendo aos critérios corretos, pode-se montar torres sobre
marquises com absoluta segurança.

O Fachadeiro TS oferece diversas alternativas para o escoramento seguro de marquises, como a


utilização de uma estrutura com quadros TS-5, que pode ser estendida com o auxílio de quadros TS-3,
Escoras I e II, e até mesmo a utilização do Sistema Alumills.

CERTO ERRADO

Jamais montar o fachadeiro TS sobre uma marquise sem o devido reescoramento, uma vez
que nem todas as marquises foram projetadas para suportar sobrecargas elevadas, ou
mesmo, que seja além de seu peso próprio.

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8.1.1. APOIO DE MARQUISES

Ao utilizar uma montagem do Fachadeiro TS acima de uma marquise, recomenda-se usar uma VJ3,
pois a mesma auxilia na distribuição dos esforços por igual.

VISTA SUPERIOR VISTA INFERIOR

As imagens ilustram
a forma correta de
montagem das VJ3
na marquise.

FORCADO
SIMPLES
Montagem
da VJ3 com
forcado simples

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SITUAÇÃO 1
Escoramento com TS-5
O reescoramento de marquises com TS-5 possibilita o fluxo de pedestres sob a estrutura. É ideal para
utilização em áreas movimentadas.

Legenda:
Prancha de madeira
Quadro TS-5
Sapata ajustável
Marquise

DETALHE

Após a montagem de toda a base da


estrutura, é necessário escorar a marquise.
Para tal, fixar sapatas ajustáveis nos postes dos
quadros TS presas a uma prancha de madeira,
e apertar bem contra a marquise.

SITUAÇÃO 2
Escoramento com TS-5 e TS-3
Em situações onde a marquise é alta demais para uma base montada apenas com quadros de TS-5,
pode-se estender a estrutura utilizando quadros TS-3.

Legenda:
Quadro TS-3
Quadro TS-5

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SITUAÇÃO 3
Escoramento com escoras I e II
Forma de escoramento mais tradicional utilizando
Escoras I e II, do Sistema TS Mills.

Legenda:
Cunha de madeira
Escora


Para maiores informações
deste produto, consulte no
site da Mills o Manual de
utilização TS MILLS.

SITUAÇÃO 4
Escoramento com Alumills
A utilização de uma base com Alumills também é alternativa para o escoramento de marquises. Com
ela é possível o escoramento de marquises maiores que 6 metros.


Para maiores informações
deste produto, consulte no
site da Mills o Manual de
utilização ALUMILLS.

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8.2. PÁRA-LIXO COM COLUNA DE AMARRAÇÃO


Dependendo da situação da obra o pára-lixo pode ser implementado de diversas formas:

SITUAÇÃO 1
Pára-lixo tubular
Em andaimes tubulares, o pára-lixo deve ser
instalado no primeiro nível e repetido a cada três
andares.

Caso o trabalho na fachada seja feito com


a utilização de plataforma suspensa leve e
plataforma suspensa pesada, o pára-lixo
deve ser montado apenas na altura do
pavimento.

SITUAÇÃO 2
Extensão com quadros TS
A montagem deve ser feita com o uso de colunas
de amarração e braçadeiras fixas e articuladas.
As colunas devem ser montadas a 45º, possuírem
uma projeção de, no mínimo, 800 milímetros e
serem ancoradas em ao menos dois pontos.

45º

800 mm

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SITUAÇÃO 3
Torres TS
Há também casos em que o pára-lixo precisa
ser de grandes dimensões, em função da
altura do prédio. Neste caso, ele deve ser
confeccionado inteiramente com colunas
de amarração e braçadeiras fixas e móveis.
Para tanto é necessário construí-lo sob a forma
de uma grande “mão francesa”.

SITUAÇÃO 4
Escoramento com Alumills
Como alternativa aos quadros TS, o escoramento de marquise pode ser feito com Alumills. Neste
caso, as colunas de amarração devem ser fixadas com braçadeiras Alumills.


Braçadeira Alumills
BRAÇADEIRA ALUMILLS
Usada para fixação da
coluna de amarração

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8.3. VÃO DE GARAGEM

SITUAÇÃO 1
Utilizando treliça
Havendo necessidade de montar estruturas monolíticas ou pára-lixos sobre entradas de garagens
ou portarias de prédios, pode-se utilizar as treliças de 3,10 e 4,10 metros. Acessórios adaptáveis a
diversos tipos de quadros.

Até 4100 mm

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SITUAÇÃO 2
Utilizando Alumills
Para uma solução robusta e com um toque de sofisticação, o Alumills se apresenta como a melhor
opção. Indicado para suporar carregamentos elevados, o Alumills pode ser usado na concepção de
plataformas de trabalho, para-lixo com vão especiais, etc. Para confecção do para-lixo, temos como
solução a utilização de tubo Mills e braçadeiras Alumills.

Acima de 4100 mm


Para maiores informações
deste produto, consulte
no site da Mills o Manual
de utilização ALUMILLS

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9. RECOMENDAÇÕES DE SEGURANÇA
Este procedimento tem por objetivo estabelecer e formalizar critérios para o desenvolvimento das
atividades e tarefas de montagem e desmontagem de andaimes nas unidades de produção.

Todas as atividades e tarefas do processo de montagem/desmontagem de andaime são considerados


trabalhos de alto risco, por se tratar também de tarefas em locais elevados. Sendo assim, este
procedimento está direcionado a todos os profissionais que exercem atividade de montagem ou são
usuários de andaime de acesso.

A preocupação com o processo de montagem/desmontagem de andaime está em assegurar para o


montador e seus usuários, segurança e a qualidade da estrutura a ser montada, utilizada e desmontada.
Com essa preocupação a Mills divide o processo de montagem/desmontagem em uma sequencia de
atividades subdivididas em tarefas.

9.1. SEGURANÇA, EPI'S* E FERRAMENTAS


No processo de montagem/desmontagem de andaimes é obrigatório o uso dos Epi's básicos e
ferramentas, tais como: Capacete de segurança com jugular, botas de segurança com biqueira de
aço, perneira de lona, luvas, óculos de segurança, protetor auricular de inserção ou abafador, cinto de
segurança . Vide os itens a seguir.
EPI's básicos

ATENÇÃO
USO OBRIGATÓRIO!

Luvas Óculos de Protetor auricular de


segurança inserção ou abafador

Capacete de Botas de segurança Cinto de segurança


segurança com jugular com biqueira de aço E.P.I.

Para o trabalho no andaime fachadeiro, é obrigatório


(além dos EPI´s citados acima) o uso da linha de vida
fornecida pela contratante.

O usuário deve certificar-se e as outras ferramentas,


que deve ser transportada em porta-chaves (caçapa)
e estar amarrada com cordas de polipropileno.

*
EPI's -Equipamento de Proteção Individual

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10. DESCRIÇÃO DE COMPONENTES SISTEMA FACHADEIRO TS


Código
Item Peso (kg)
MM ETM

TS-3A s/ fueiro 2000277 110239 17,90


TS-3B s/ fueiro 2000279 110240 16,14
TS-3C s/ fueiro 2000281 110241 13,42

TS-4A s/ fueiro 2000283 110242 15,37


TS-4B s/ fueiro 2000285 110243 13,60
TS-4C s/ fueiro 2000287 110244 11,22

TS-5 200289 110245 32,54

TS-11 s/ fueiro 2000429 110246 17,65

TS-12 s/ fueiro 2000430 110247 22,42

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Código
Item Peso (kg)
MM ETM

Sapata Fixa 2000317 110275 0,82

Sapata ajustável TS 2000310 110276 3,34

Sapata alongada 2000311 110277 4,75

Diagonal DX
1,0 m A 2000297 110256 3,97
1,0 m BC 2000298 110257 3,34
1,5 m A 2000299 110258 5,00
1,5 m BC 2000300 110259 4,60
2,0 m A 2000301 110260 6,20
2,0 m BC 2000302 110261 5,80
2,20 m A 2001263 110265 6,61

Moitão 2002413 110317 6,97

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Código
Item Peso (kg)
MM ETM

Rodízio
roda de ferro 2000363 110272 5,80
roda de poliuretano 2000766 110273 5,33

Mão francesa p/ fachadeiro 2000347 110316 15,34

Coluna de amarração
0,25 m 2001277 110284 1,23
0,50 m 2001272 110285 1,45
0,75 m 2001273 110286 2,17
1,00 m 2000352 110287 2,90
1,25 m 2001274 110288 3,63
1,50 m 2000353 110289 4,35
1,75 m 2001275 110290 5,08
2,00 m 2000354 110291 5,80
2,25 m 2001276 110292 6,53
2,50 m 2000355 110293 7,25
3,00 m 2000356 110294 8,70
3,50 m 2000357 110295 10,15
4,00 m 2000358 110296 11,60
4,50 m 2000359 110297 13,05
5,00 m 2000360 110298 14,50
5,50 m 2001278 110299 15,95
6,00 m 2000361 110300 17,40

Escada de marinheiro
TS 11 2001756 110334 27,60
TS 11/1 2000661 110335 27,60

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Código
Item Peso (kg)
MM ETM

Treliça
3100 2001291 110320 20,40
4100 2001292 110321 37,30

Rodapé frontal 2003694 110343 4,01

Rodapé lateral 2003695 110342 2,20

Braçadeira fixa 2000320 110301 0,95

Pára-lixo 2002414 110318 7,60

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Código
Item Peso (kg)
MM ETM

Pára-lixo tubular 2002415 110319 16,37

Travessa Guarda Corpo


1,5 m 2000323 110310 4,00
2m 2000324 110309 4,80

Piso de alumínio 2000370 110341 8,52

VA 140
1,50 m 2000339 110441 6,00
1,80 m 2002583 110448 7,20
2,00 m 2000340 110442 8,00
2,40 m 2000975 110449 9,60
3,00 m 2000342 110444 12,0
3,20 m 2002584 110450 12,80
3,50 m 2000343 110445 14,00
3,60 m 2002585 110451 14,40
4,00 m 2000344 110446 16,00
4,20 m 2002583 110452 16,80
4,50 m 2000345 110447 18,00
4,80 m 2002587 110453 19,20
5,40 m 2002588 110454 21,60
6,40 m 2002589 110455 25,60

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MANUAL DE montagem | SISTEMA Fachadeiro TS

Código
Item Peso (kg)
MM ETM

VA 165
1,80 m 2001560 110456 10,80
2,40 m 2000895 110457 14,40
3,60 m 2000976 110459 21,60
4,20 m 2000896 110460 25,20
4,80 m 2003250 110461 28,80
5,40 m 2001583 110462 32,40
6,40 m 2002590 110463 38,40

VA 250
1,50 m 2002591 109612 16,52
2,00 m 2002592 109613 21,92
2,50 m 2002593 109614 27,32
3,00 m 2002594 109615 32,73
3,50 m 2003461 109616 37,13
4,00 m 2001102 109617 43,53
4,50 m 2002595 109618 48,93
5,00 m 2001103 109619 54,33
6,50 m 2002596 109620 68,25

Braçadeira móvel 2000321 110302 1,01

Fueiro TS 2000349 110326 0,35

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ANOTAÇÕES
ANOTAÇÕES
ANOTAÇÕES
ENGENHARIA
NACIONAL
SISTEMA FACHADEIRO TS

Com presença em
vários estados, a Mills
Segmento de obras residenciais,
Edificações mantém
equipes capacitadas a
comerciais, industriais e offshore,
auxiliar no planejamento oferecendo uma linha completa de
da obra, detalhamento
de projeto, supervisão acessórios para todas as soluções.
de montagem e fornecer
orientação técnica.

mills.com.br