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CAPITULO I

PLANIFICAR A PRODUÇÃO DA CULTURA DE ACEROLA

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1. INTRODUÇÃO

Em África a agricultura desempenha um papel preponderante na economia, tanto como fonte


emprego da maioria da população, assim como fonte de receita do governo através da exportação
de produtos agrários. (MASA, 2017).

Moçambique tem sido um dos países da África com maior desempenho económico nos
últimos anos, tendo alcançado uma taxa média de crescimento económico de 8% no período
entre 1994 a 2007. A taxa de crescimento desceu para 6,7% em 2008, com o resultado do
aumento do peco dos alimentos e petróleo. (MASA, 2017).

Em Moçambique a produção e o consumo de frutos é uma estratégia importante para as


comunidades, visto que a inclusão das frutas na dieta alimentar tem vantagem adicional de
fornecer nutrientes e antioxidantes as populações minimizando a desnutrição e a «fome oculta»
por isso fruticultura joga em Moçambique um papel importante na medicina tradicional e
nutrição para as populações, e representa um potencial elevado de exploração económica, na
promoção de oportunidades de emprego e na melhoria da renda familiar das populações e da
economia nacional, assumindo um papel com relevância sectorial e social e para o
desenvolvimento. (MEIRA 1995)

A aceroleira, também conhecida como cerejeira das Antilhas, é uma planta rústica, de porte
arbustivo. O Brasil é considerado o maior produtor, consumidor e exportadores Mundial de
acerola. Entre os principais produtores de acerola, são Pernambuco representa 23,11% da
produção nacional. Outro factor é a grande importância nutricional dos frutos, que fez da acerola
uma fruta altamente requisitada no mercado mundial para o preparo de sucos e consumo.
(MEIRA 1995)

1.1.Objectivos

1.1.1. Geral

 Produzir a cultura de Acerola

1.1.2. Específicos

 Planificar a produção da cultura de Acerola

 Implementação do processo de produção de Acerola

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2. Revisão bibliográfica da cultura de acerola

2.1. Origem, importância e produção mundial

A acerola é uma fruta oriunda das regiões tropicais da América central e do Norte da América de
sul. (MEIRA 1995)

A cultura de acerola foi disseminada a partir do século XIV, da região norte da América do Sul e
da América central, por navegadores espanhóis e portugueses, e foi introduzido em regiões
tropicais e subtropicais do mundo.

A expansão dessa fruta foi de tamanha ordem que ao início do século XVII já era conhecido no
oriente. (MEIRA 1995)

O Brasil é o primeiro classificado na produção de acerola com cerca de 87% da produção


mundial. Já em Moçambique, não se verifica a produção desta cultura, mas devido as suas
exigências edafo-climaticas, pode ser produzida em quase todo o país. (MEIRA 1995)

2.1.1. Importância

-A acerola tem a importância económica, como fonte de renda e divisa através das exportações.
Tem importância alimentar, como fonte de nutrientes (alto teor de vitaminas, A, B1 e B2), é
também fonte da vitamina C, que ajuda na absorção do ferro e no combate a infecções. (MASA,
2017).

2.2.Classificacao sistemática

Reino: Plantae

Ordem: Malpighiales

Familia: Malpighiaceae

Genero: Malpighia

Especie: M. emarginata

Nome binominal Malpighia emarginata

2.3. Classificação morfológica

Aceroleira é um arbusto, frutífera e ornamental, cujo o seu tronco é ramificado desde a base, a
copa é densa e o porte é pequeno geralmente entre 3 a 5metros. (MASA, 2017).

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2.3.1.Folha

As folhas são simples opostas, ovaladas e lanceoladas, pequenas, brilhantes e de cor verde
escura. As margens das folhas são inteiras ou onduladas e possuem pequenos pelos, que podem
provocar irritação apele. (Meira 1995)

2.3.2.Flor

As inflorescências são do tipo corimbo, sesseis, e despontam na axilas foliares, com três a cinco
flores. Essas por sua vez são hermafroditas, pedúnculo longo e pouco mais de 1cm de diâmetro,
de coloração rosa- esbranquiçada a vermelha. (Meira 1995)

2.3.3.Fruto

Os frutos amadurecem entre 22 a 30 dias após a floração. Eles são do tipo drupa, com casca lisa,
delicada e brilhante e polpa carnuda, suculenta e aromática, com três gomos que protegem três
sementes. Estes podem ser de cor laranja ou vermelha quando maduros, de acordo com a
variedade. A forma pode ser oval ou subglobosa com formato triolado. (Meira 1995)

Figura. fruto de acerola

2.4.Clima e solo

2.4.1.Clima

Os climas que favorecem o desenvolvimento e a produção da aceroleira são os tropicais e


subtropicais. O florescimento ocorre apenas na época em que a temperatura se eleva e as chuvas
se iniciam, durante o período seco e frio, a planta permanece em repouso. (EMBRAPA, 2017)

As temperaturas médias ideias para o cultivo da aceroleira são de 26˚C. Uma árvore adulta
resiste a uma temperatura de até 2˚C por um curto período. O excesso das chuvas durante o ano
deve variar de 1200 a 1600mm. A quantidade excessiva de chuvas favorece o ataque de doenças
e provoca a formação de frutos aquosos com menores teores de açucares e vitamina C. (MEIRA
1995)

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2.4.2.Solo

Quanto ao solo, os mais recomendados são os argiloarenosos. Também deve ser observado se o
solo é isento de dermatóides, já que a aceroleira é muito susceptível a essa praga. (MASA,
2017).

2.5.Pragas e doenças que infestam a cultura de acerola

Tabela 1. Pragas que infestam a cultura de acerola

Pragas Danos Controle

Pulgão Atacam a parte terminal dos ramos, Pulverizar com


flores e frutos insecticidas
(Insectos)

Mosca-da-fruta Causa prejuízos aos frutos Pulverizar com


insecticidas

Bicudo Faz ovo posição no ovário das flores e Pulverizar com


nos frutos. Os frutos ficam insecticidas
(Elsinoe
deformados
mangiferae)

Tabela 2. Doenças que atacam a cultura de acerola

Doença Sintomas Controle

Antracnose Ataca folhas e frutos. Os sintomas são Pulverizar com um


manchas circulares nas folhas e frutos fungicida
(fungos)

Verrugose Ataca ramos folhas e frutos Pulverizar com um


provocando deformações fungicida
(virus)

Cercosporiose Pontuações arredondadas nas flores, Pulverizar com um


emarelecem e caem fungicida a base de cobre.
(Jenkins)
(ex: oxicloreto de cobre)

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2.6. Implantação do pomar e tratos culturais

2.6.1. Preparo do solo e correcção

Para o estabelecimento do pomar, as primeiras operações a serem feitas são lavoura, destronca,
Gradagem, e preparo da rede de drenagem, quando necessário.

A análise do solo deve ser feita baseada em amostras obtidas nas profundidades de 0 a 20cm e de
20 a 40cm. Com base nos resultados é possível concluir sobre as necessidades de calagem,
adubações. No caso da calagem, a aplicação do calcário deve ser seguida de aração e Gradagem
a uma profundidade de 15 a 30cm, para que ocorra a incorporação. (MASA, 2017).

2.6.2. Espaçamento

Pode variar entre 5x5 metros, 6x4 metros e 5x4 metros, este que e mais utilizado nos plantios,
com cerca de 500 árvores por hectares. Entretanto, o espaçamento pode variar adequando-se da
melhor forma as técnicas de manejo e tratos culturais aplicados. (MASA, 2017).

2.6.3. Marcação e abertura de covas

Deve ser feito alinhamento quadrado, as covas devem ser de 40*40*40cm de largura,
comprimento e profundidade respectivamente. Na retirada do solo durante a abertura dos
covachos, é necessário separar a camada mais superficial de solo (0 a 20cm) demais profunda
(20 a 40cm). Isso é recomendado, pois, mo fechamento do covacho, essas camadas de solo
devem ser invertidas, sendo misturados a elas o calcário, esterco e fertilizantes químicos.
(MARTINS 1992)

2.6.4. Adubação e plantio

As covas para o plantio devem ser preparadas com palo-menos 60 dias de antecedência e a
adubação do covacho deve ser feita de acordo com os resultados da análise de solo. Em áreas de
cerrado, devem ser adicionados por covacho 20L de esterco de curral bem curtido ,500g de
calcário para solos não corrigidos e 600g de superfosfato simples. (MARTINS 1992)

Depôs que o covacho estiver proto, corrigido e adubado a muda deve ser colocada sem a
embalagem plástica que a protege, mais com o torrão. Após o plantio, fazer uma rega com 20L
de água . para evitar o tombamento ou quebra pela acção do vento, recomenda-se o uso de
tutores com cerca de 80cm de altura . cada tutor deve ser colocado ao lado de uma cova, e a
planta deverá ser cuidadosamente amarrada ao mesmo (estacas de bambus, mandeira, entre
outros) (MARTINS 1992)

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2.7. Propagação

A aceroleira pode ser propagada tanto com o uso de sementes (propagação sexuada), como pela
estaquia e enxertia (propagação assexuada ou vegetativa), sendo assim, considerada uma planta
de propagação bastante simples. (MARTINS 1992)

 Propagação via semente:

Os caroços são seleccionados de plantas bem formadas e nutridas, extraídos de frutos


totalmente maduros. Deve se lavar bem os caroços e deixar secar a sombra por dois dias podendo
semeia-los imediatamente ou armazena-los em geleira ate 4meses. (Martins 1992)

 Propagação por estaquia:

A propagação por estaca é um método que permite a obtenção de plantas uniformes, porem é
mais difícil de ser executada, é de custo de produção mais elevado. As estacas devem ser
coletadas antes do período de floração, as estacas devem ser semilenhosas contendo um par de
folhas medindo de 15 a 20cm de comprimento e 3 a 6cm de diâmetro. (Martins 1992)

 Propagação por enxertia:

Outros métodos que podem ser utilizados é o de enxertia por burbulhia ‘T’ normal ou ‘T’
invertido, que são utilizados na cultura de aceroleira. Os porta-enxertos utilizados são oriundos
de sementes. Quando a muda na bolsa estiver com cerca de 10 a 12meses de idade ou apresentar
diâmetro de 0.8 a 1.0cm, realiza-se a enxertia por burbulhia sadias e retiradas de plantas matrizes
contendo características agronómicas desejáveis. (Martins 1992)

2.8. Irrigação

O manejo da água é muito importante em plantios de aceroleira. A variação no tamanho do fruto,


por exemplo está directamente relacionada com suprimento da água no solo. Em plantios
comerciais, observa-se que sob irrigação abundante os frutos se avolumam.

O sistema de irrigação mais utilizado tem sido o de gotejamento, mais a irrigação também pode
ser feita também por aspersão convencional, mico aspersão ou por sulcos. (MARTINS 1992)

2.9. Produção

As plantas obtidas a partir de sementes começam a produzir cerca de 2 a 2,5 anos após o plantio,
frutificando 3 a 4 vezes por ano. As que são produzidas por estacas produzem pela primeira vez
com cerca de 1 a 1,5 ano de idade, também produzindo de 3 a 4 vezes por ano. Em plantios
comerciais, a produção varia de 20 a 100kg/planta por ano. (BATISTA 1986).

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Após o terceiro ou quarto ano do plantio, as aceroleiras adultas chegam a produzir 40kg de
acerolas por planta ao ano, o que corresponde a uma produtividade media em torno de 16
toneladas por hectare. (BATISTA 1986).

2.10. Podas

A aceroleira é uma planta de crescimento rápido, quando cultivada em boas condições. A copa
deve ser conduzida visando a arquitectura semelhante a uma taça para propiciar melhor
aproveitamento da luminosidade, recomendam-se três tipos de poda: de formação ,de limpeza de
limpeza drástica . A poda de formação deve ser iniciada logo após o pegamento da muda. A
planta devera ser conduzida em haste única e todas as brotações laterais deverão ser eliminadas.
Mais tarde quando a planta atingir uma altura de aproximadamente 70cm, devera ser podada na
porção apical. Este processo favorece as brotações laterais que definirão a copa da planta. Dessas
brotações devem ser escolhidas os ramos laterais acima de 50cm de altura em relação ao nível do
solo situadas em diferentes pontos. A poda de limpeza deve ser utilizada para retirar ramos com
anomalia, secos ou que atrapalhem o arejamento da copa. A poda de limpeza drástica deve ser
feita em torno do segundo ano de plantio ou de acordo com parecer técnico, quando o diâmetro
atingido pela copa dificultar os tratos culturais ,fitossanitários ,aeração ou luminosidade . essa
poda deve retornar o diâmetro da copa da aceroleira para 1,5 a 2m. (BATISTA 1986)

2.11. Polinização

A aceroleira possui baixo índice de pegamento natural dos frutos, apesar da abundância de
flores, indicando falta de eficiência na polinização aberta que ocorre através da intervenção do
vento, abelhas, e outros insectos. Assim a percentagem de pegamento é maior quando a
autopolinização e a polinização cruzada são feitas artificialmente. A abertura da flor é observada
aproximadamente dos 15 aos 17 dias após o aparecimento dos botões e no tal, até o
amadurecimento dos frutos, leva-se de 22 a 32 dias. (BATISTA 1986)

2.12. Colheita

De acordo com a variedade a colheita pode ser feita oito meses depois do plantio, a cada duas a
tres dias, retirando a fruta madura,o principal critério utilizado para estimar o grau de maturação
do fruto é a coloração externa. (BATISTA 1986)

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3. PLANO DE ACTIVIDADES NA CULTURA DE ACEROLA

Mês do plantio: 01-03-2019

Designação Idade/dias
Lavoura -60
Gradagem (2*) -40
Marcação e abertura de covas -30
Adubação do fundo -15
Rega (1) 0
Rega (juvenilidade) 1-3 anos
Rega (adulto) 4 até 30 anos
Plantio 0
Controle de infestante Todos anos
Pulverizações (jovem) 1-3 anos de idade
Pulverizações (adulto) 4 até 30 anos
Adubações de cobertura 1 até 30 anos
Desbrotas 15-15 dias nos primeiros meses e 30-30 dias
à partir 2ᵒ ano
Poda 3-30 anos
Colheita 3-30 anos

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4. CONTA DA CULTURA DA ACEROLA

Espécie: M. emarginata

Variedade: Malpiglia glabra L

Época do cultivo: Fresca

Mês da plantação: Maio

Sistema de produção: regadio

Sistema de cultivo: puro

Tipo de agricultor: médio

Espaçamento: 6*4 metros

Área do cultivo: 1ha

Custo de maquinaria

Actividade Unidades Quantidade/1ha Custo Preço total


unitário/1ha (Mts)
Lavoura H/M 3 1.200,00 3.600,00
Gradagem H/M 1.5 1.200,00 1.800,00
Nivelamento H/M 2 1.200,00 2.400,00
Sulcagem H/M 3 1.200,00 3.600,00
Subtotal 11.400,00
Subtotal*1ha 11.400,00

Custos de mão-de-obra

Designação Unidade Quantidade⁄ha Custo/uni Custo total


tário
Sementeira Jornas 10 250,00 2.500,00
Adubação de fundo Jornas 10 250,00 2.500,00
Adubação de cobertura Jornas 10 250,00 2.500,00
Sacha/amontoa Jornas 10 250,00 2.500,00
Pulverizações fungicidas Jornas 5 250,00 1.250,00
Pulverizações insecticidas Jornas 5 250,00 1.250,00

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Rega1 Jornas 2 250,00 500,00
Monda Jornas 10 250,00 2500,00
Rega2 Jornas 2 250,00 500,00
Colheita Jornas 10 250,00 2500,00
Subtotal 18.500,00

Insumos

Descrição Unidades Quantidade/1ha Preço unitário Preço total


(Mts)
Semente Kg 10 600,00 6.000,00
NKP Kg 200 60,00 12.000,00
Ureia Kg 150 50,00 7.500,00
Maconzeb Kg 2 600,00 1.200,00
Cipermetrina L 2 700,00 1.400,00
Subtotal 28.100,00

Receita=rendimento*preço/1kg*área

Receita=57000*120*1

Receita=6.840.000

Cálculo da margem bruta (MB)

MB Receitas-custos de produção

MB=6.840,000-58.000,00

MB=6.782,000,00

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Capitulo II

IMPLEMENTAÇÃO DO PROCESSO DE PRODUÇÃO DA ACEROLA

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3.MATERIAS E MÉTODOS

3.1. Descrição da Área

As actividades foram realizadas na área do viveiro florestal, situado a uma distancia de 30km da
cidade de Maputo ao longo da estrada nacional numero dois, com uma longitude de 33 norte,
latitude 360 e 0,3 a sul e uma altitude de 12km ao nível do mar. Esta área vem desde os anos
passados destinar-se na produção de viveiros florestais.

3.2. Localização geográfica

O Instituto Agrário de Boane (I.A.B) é uma instituição do ensino técnico profissional, com
objectivo de formar técnicos médios agro-pecuários -pecuários qualificados que possam
responder aos desafios socioeconómicos do país, função desempenhada até momento actual.

O Instituto Agrário de Boane localiza-se na zona de Umbelúzi no Distrito de Boane acerca de 29


km da cidade de Maputo. Esta zona situa se a 12 m acima do nível médio das águas do mar, a
23° e 3ʹ de latitude Sul e a 32° 23ʹ de longitude Este.

3.2 Materiais

Os materiais que foram usados são:

 Enxadas

 Regadores

 Bitola

3.4 Métodos culturais e processo de produção da acerola

3.4.1. Obtenção da semente

Uma vez que havíamos dito que a acerola ainda não é produzida em Moçambique, tivemos
dificuldades para obter a semente, mais, graças ao bom censo do nosso formador ofereceu a
sementes da acerola, adquiridos no Brasil.

Fig1: Semente de Acerola


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3.4.2. Preparação do substrato

Na preparação do substrato usou-se o composto orgânico a areia grossa na proporção 2:1. apos a
preparação do substrato procedeu-se com o enchimento das bolsas para posterior fazer a
sementeira.

Fig2: Aquisição de substrato

Fig3: Enchimento das bolsas

3.4.3.Sementeira

A sementeira foi feita nas bolsas, onde lançou-se duas sementes por bolsa a uma profundidade de
10mm.

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Fig4: Sementeira

Poder germinativo

O poder germinativo de qualquer semente pode ser condicionado pelos efeitos climáticos e pela
qualidade da semente. Foram lançadas cerca de 50 sementes e nenhuma germinou, porque a
semente já se não encontrava dentro da sua validade.

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4. RESULTADOS e Discussao

Depois de ser feita sementeira da acerola nas bolsas, verificou-se que não ocorreu a germinação
da mesma, acredita-se que seja por causa do poder germinativo da semente, ou qualquer outra
razão, visto que pode levar até 14, 20, 28, 34, 40 e 48 dias após a sementeira se for uma semente
com um bom poder germinativo deve haver maior percentagem na germinação das sementes.
Também a literatura diz que normalmente a germinação da Acerola ocorre em media com 30
dias aos 60 dias após a sua sementeira (BATISTA 1986).

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5. CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES

4.1. Conclusão

De acordo com trabalho feito conclui-se que no nosso trabalho não tivemos conclusão final
devido a não germinação de semente.

5.2. recomed

5.2.Recomendações

Recomendamos para:

 Recomendamos para instituições de investigações agrarias apostarem na implementação


da cultura no nosso pais.

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6. REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS

 MASA, Colecção Plantar: Cultura de Acerola, Brasília, EMBRAPA, 2017

 Martins Santos, Vininicultura, São Paulo, PrintEditora, 1994

 Batista Manual, de pragas e doenças, Minas Gerais, 1986

Índice Páginas

Capitulo I ................................................................................................................................................. 1

Planificar a produção da cultura de acerola ............................................................................... 1


19
1. Introdução............................................................................................................................... 2

1.1.Objectivos............................................................................................................................. 2

1.1.1. Geral ................................................................................................................................. 2

1.1.2. Específicos ....................................................................................................................... 2

2. Revisão bibliográfica da cultura de acerola ........................................................................... 3

2.13. Plano de actividades na cultura de Acerola ....................................................................... 9

Conta da cultura da acerola ...................................................................................................... 10

Capitulo II ................................................................................................................................ 12

IMPLEMENTAÇÃO DO PROCESSO DE PRODUÇÃO DA ACEROLA ........................... 12

3. Descrição da Área ................................................................................................................ 13

3.1. Localização geográfica ...................................................................................................... 13

3.2 Materiais ............................................................................................................................. 13

3.3 Métodos de processo de produção ..................................... Error! Bookmark not defined.

Actividades desenvolvidas ....................................................... Error! Bookmark not defined.

3.4 Métodos culturais e processo de produção ......................................................................... 13

III. Resultados .......................................................................................................................... 17

IV. CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES ......................................................................... 18

4.1.Conclusão ........................................................................................................................... 18

4.2.Recomendações .................................................................................................................. 18

5. REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS ................................................................................. 19

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