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0

GRUPO UNIVERSITÁRIO MAURÍCIO DE NASSAU


FACULDADE BAIANA DE CIÊNCIAS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO

NORMATIZAÇÃO PARA ELABORAÇÃO


DA MONOGRAFIA JURÍDICA
1

Lauro de Freitas
2009
2

EDITORIAL

Fundador e Presidente do Conselho


José Janguiê Bezerra Diniz

Superintendente Executivo
Jânyo Diniz

Superintendente Acadêmico
Inácio Feitosa Neto

Diretor de Unidades – Campi Salvador e Lauro de Freitas


Adriano Lisboa de Azevedo

Diretor do Curso de Direito


João Maurício Leitão Adeodato

Coordenação do Curso de Direito – Campus Lauro de Freitas


Luis Gustavo Vilas Boas de Sena

Responsável pela Elaboração


Peter Batista Barros
3

SUMÁRIO
4

1 INTRODUÇÃO 5
1.1 ASPECTOS LEGAIS 5

2 A MONOGRAFIA NO CURSO DE GRADUAÇÃO 5


2.1 CONCEITO DA MONOGRAFIA NO CURSO DE GRADUAÇÃO 5
2.2 OBJETIVOS DA MONOGRAFIA 6
2.2.1 Em relação à instituição de ensino 6
2.2.2 Em relação aos docentes 7
2.2.3 Em relação aos discentes 7

3 NORMATIZAÇÄO DA ELABORAÇÃO DA MONOGRAFIA NO 7


CURSO DE DIREITO
3.1 DISCIPLINAS DE ORIENTAÇÃO DE MONOGRAFIA 7
3.1.1 Metodologia da Pesquisa em Direito 8
3.1.1. Professor responsável pela disciplina Metodologia da Pesquisa em 8
1 Direito
3.1.2 Monografia Jurídica I e II 9
3.1.2. Professor orientador 9
1
4 AVALIAÇÃO 10
4.1 METODOLOGIA DA PESQUISA EM DIREITO 10
4.2 MONOGRAFIA JURÍDICA I E MONOGRAFIA JURÍDICA II 11
4.2.1 Banca examinadora 11

5 ENTREGA DO TRABALHO MONOGRÁFICO 12


5.1 VERSÃO PRELIMINAR PARA A APRESENTAÇÃO ORAL 12
5.2 VERSÃO FINAL 12
5.3 APRESENTAÇÃO ORAL 13

6 FORMATAÇÃO DA MONOGRAFIA 13
6.1 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO 14
6.1.1 Espacejamento entre linhas 16
6.1.2 Paginação 16
6.2 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS 17
6.2.1 Capa 18
6.2.2 Folha de rosto 19
6.2.3 Folha ou termo de aprovação 20
6.2.4 Dedicatória 21
6.2.5 Agradecimentos 22
6.2.6 Epígrafe 23
6.2.7 Resumo 24
6.2.8 Listas 26
6.2.9 Sumário 30
6.3 ELEMENTOS TEXTUAIS 32
5

6.3.1 Introdução 33
6.3.2 Desenvolvimento 34
6.3.2. O marco teórico 34
1
6.3.2. A metodologia 35
2
6.3.2. Os resultados encontrados 35
3
6.3.2. A análise crítica 36
4
6.3.3 Conclusão e recomendações 37
6.4 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS 37
6.4.1 Referências 38
6.4.1. Modalidades de Entrada (válida para todos os tipos de obra) 38
1
6.4.2 Glossário 43
6.4.3 Apêndice(s) 43
6.4.4 Anexo(s) 43
6.4.5 Índice 44
6.5 FORMAS DE CITAÇÃO DAS FONTES CONSULTADAS 44
6.5.1 Sistema autor-data 45
6.5.2 Citação direta curta (texto copiado com até três linhas) 46
6.5.3 Citação direta longa (texto copiado igual ou acima de 4 linhas) 48
6.5.4 Citação indireta (paráfrase) 50
6.5.5 Citação de citação 51

7 DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS 53

REFERÊNCIAS 54

APÊNDICE A – Exemplos de títulos de monografias elaboradas por 56


outros pesquisadores em cursos de graduação de Direito
APÊNDICE B – Modelo do Termo de Entrega de Trabalho Monográfico 63
APÊNDICE C – Modelo do Termo de Depósito de Trabalho Monográfico 64
APÊNDICE D – Exemplo de identificação para a capa do estojo do CD- 65
ROM do trabalho monográfico
APÊNDICE E – Exemplo de adesivo de identificação para o CD-ROM do 66
trabalho monográfico
6

1 INTRODUÇÃO

O presente trabalho apresenta as normas que regulamentam as disciplinas de


Metodologia da Pesquisa em Direito, Monografia Jurídica I e Monografia Jurídica II,
integrantes do curso de Bacharelado em Direito da Faculdade Baiana de Ciências
(FABAC).
Estas normas foram elaboradas por uma equipe de professores da instituição,
de forma prática e linguagem acessível, permitindo aos atores envolvidos (discentes
e docentes) facilmente a aplicação do instrumento.

1.1 ASPECTOS LEGAIS

A monografia exigida para a conclusão dos cursos de bacharelado em Direito


está prevista no art. 9 da Portaria n. 1.886, de 30 dezembro de 1994, que
estabelece: “[...] para conclusão do curso, será obrigatória apresentação e defesa de
monografia final, perante banca examinadora, com tema e orientador escolhidos
pelo aluno.” (BRASIL, 1994).
Com base na legislação citada, a instituição deverá normatizar a elaboração
da monografia pelos estudantes de graduação. Para isto, será apresentado um
roteiro básico onde serão contemplados os requisitos mínimos para viabilizar a
inserção da Monografia no curso de Direito da Fabac.

2 A MONOGRAFIA NO CURSO DE GRADUAÇÃO

2.1 CONCEITO DA MONOGRAFIA NO CURSO DE GRADUAÇÃO


7

De acordo com Silva (2003, p. 128), “o termo monografia, etimologicamente, é


de proveniência grega e forma-se de monos (um, único) + graphia (escrita). O
sentido literal é, pois, ´escrito de um só assunto’.”
Para Salomon (2001, p. 252), monografia “é o tratamento escrito de um tema
específico que resulte de investigação científica com o escopo de apresentar uma
contribuição relevante ou original e pessoal à ciência.”
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) define monografia como
um “documento que apresenta a descrição exaustiva de determinada matéria,
abordando aspectos científicos, históricos, técnicos, econômicos, artísticos, etc.”
Enquanto um trabalho de conclusão de curso, a monografia se refere a uma
atividade que prepara o estudante para a pesquisa. A monografia é considerada um
dos primeiros passos da atividade científica, sendo traduzida como a apresentação
de uma contribuição relevante e pessoal de um tema específico que recebe
tratamento escrito resultante de interpretação científica. Esse trabalho não deve
possuir um caráter de exclusividade ou conteúdo inovador, devendo possuir
relevância social e pesquisa realizada.
Por meio da monografia orientada, são testados o grau de habilitação do
estudante, a capacitação para elaboração de um trabalho científico nos aspectos
teóricos e metodológicos e a capacidade de análise, síntese e crítica.
A monografia tem como finalidade satisfazer um dos requisitos para obtenção
do título de bacharel do curso de graduação em Direito, por meio do estudo de
temas específicos previamente escolhidos.

2.2 OBJETIVOS DA MONOGRAFIA

2.2.1 Em relação à instituição de ensino

a) Promover o desenvolvimento da iniciação científica.


b) Contribuir para a sistematização e desenvolvimento da pesquisa na
instituição.
8

c) Fortalecer o ensino de graduação na área de Direito.

2.2.2 Em relação aos docentes

a) Promover o incentivo à qualificação de professores para orientação aos


trabalhos de discentes.
b) Incentivar o envolvimento de professores na atividade de pesquisa.
c) Promover a integração do corpo docente com o discente.

2.2.3 Em relação aos discentes

a) Iniciar o estudante de graduação em pesquisa, viabilizando o processo


de ação/reflexão sobre temas relacionados ao curso.
b) Estimular o pensamento científico e a criatividade.
c) Incentivar e despertar o interesse do estudante para a pós-graduação
lato sensu e stricto-sensu.

3 NORMATIZAÇÄO DA ELABORAÇÃO DA MONOGRAFIA NO CURSO DE


DIREITO

3.1 DISCIPLINAS DE ORIENTAÇÃO DE MONOGRAFIA

Para cursar a disciplina Metodologia da Pesquisa em Direito, os alunos de


Direito deverão estar cursando o 7º semestre e terem sido aprovados em
Metodologia da Pesquisa em Ciências Sociais (1 º semestre do curso). Para cursar
9

as disciplinas de Monografia Jurídica I e II, os alunos do Curso de Direito deverão ter


cursado e ter sido aprovados na disciplina de Metodologia da Pesquisa em Direito.

3.1.1 Metodologia da Pesquisa em Direito

Esta disciplina tem como finalidade orientar o aluno:


a) na organização dos estudos;
b) na elaboração do projeto de pesquisa;
c) na orientação para a escolha do professor orientador, a ocorrer no
último semestre do curso, mediante as linhas de pesquisas previamente
estabelecidas.

3.1.1.1 Professor responsável pela disciplina Metodologia da Pesquisa em Direito

O professor da disciplina terá uma carga horária de 36 horas/aula semestrais,


sendo sua atribuição fornecer o respaldo teórico-metodológico aos discentes na
elaboração do projeto de pesquisa, por meio de:
a) aulas teóricas;
b) revisão metodológica quanto aos métodos e técnicas de
pesquisa;
c) orientação prática sobre a elaboração do projeto de pesquisa;
Ao início do período letivo, o professor da disciplina deverá:
a) dar conhecimento aos discentes das normas da disciplina;
b) apresentar aos discentes o cronograma de execução das
atividades previstas, elaborado juntamente com o coordenador do curso;
c) orientar o processo de elaboração dos projetos de pesquisa;
d) promover a avaliação final do discente na disciplina, com base
nos critérios definidos no item avaliação;
10

e) definido o Projeto de Pesquisa em Metodologia da Pesquisa em


Direito, sugere-se que os alunos não o modifiquem em Monografia Jurídica I e II, a
fim de não serem prejudicados no elaboração da pesquisa.

3.1.2 Monografia Jurídica I e II

As disciplinas Monografia Jurídica I e II têm como finalidade o


desenvolvimento e a apresentação do Trabalho Monográfico.

3.1.2.1 Professor orientador

Consideram-se habilitados para a função de Professor Orientador todos os


docentes da área de Direito e outras áreas afins, devidamente atrelados às linhas de
pesquisas estabelecidas, lotados no Curso de Direito da Fabac, independentemente
de seu regime de trabalho. Para exercer a função de Professor Orientador, é pré-
requisito ter a titulação mínima de especialista, mestre ou doutor. Para exercer a
função de orientador, os professores deverão participar do curso de capacitação
oferecido pela instituição. Também deverão ser observados os seguintes critérios:
a) cada professor indicado como orientador ficará responsável por um número
de orientandos indicado pela Coordenação de Curso;
b) caso surja, a qualquer tempo, algum tipo de impedimento insuperável, por
parte do aluno ou do orientador, que inviabilize a continuidade da orientação,
qualquer uma das partes deverá informar à Coordenação do Curso para que sejam
tomadas as devidas providências.
São atribuições do professor orientador:
a) reunir-se, periodicamente, com a Coordenação de Curso, para
fins de acompanhamento;
11

b) reunir-se com seu(s) orientando(s), seguindo o cronograma de


encontros previamente estabelecidos para orientação da elaboração da monografia,
nos seus aspectos teórico-metodológicos, na instituição de ensino;
c) informar, quando solicitado pelo Coordenador, sobre o
desenvolvimento das pesquisas;
d) avaliar os relatórios parciais que lhe forem entregues pelos
alunos orientandos;
e) compor as Bancas Examinadoras dos trabalhos apresentados
pelos seus orientandos e pelos alunos de outros professores orientadores, com o
auxílio da Coordenação de Curso;
f) emitir pareceres, orais e/ou escritos, referentes às bancas das
quais participar, e;
g) cumprir e fazer cumprir o disposto neste documento, qual seja, a
Normatização para Elaboração da Monografia Jurídica.

4 AVALIAÇÃO

4.1 METODOLOGIA DA PESQUISA EM DIREITO

A avaliação da disciplina Metodologia da Pesquisa em Direito será constituída


por:
a) atividades processuais (provas, exercícios, leitura de textos,
resenhas, fichamentos, freqüência e etc.) que contribuam para elaboração do
Projeto de Pesquisa e do Trabalho Monográfico;
b) elaboração e entrega do Projeto final de Pesquisa.
Serão anulados, e atribuídos nota zero, os projetos de pesquisa que
apresentarem quaisquer provas da ocorrência de plágio, em qualquer uma das suas
etapas, quer seja na transcrição (plágio de conteúdo) e/ou na interpretação (plágio
de idéias), sem a devida citação, de parte ou da totalidade de outra(s) obra(s)
consultada(s), independentemente da extensão do plágio, desde que devidamente
12

comprovado pelo(a) professor da disciplina de Metodologia da Pesquisa em Direito


e/ou pela Coordenação do Curso de Direito.

4.2 MONOGRAFIA JURÍDICA I E MONOGRAFIA JURÍDICA II

A composição da nota da disciplina Orientação de Monografia II será com


base no cumprimento das atividades desenvolvidas com o professor-orientador
durante o semestre, na avaliação do trabalho e pela Banca Examinadora. O trabalho
monográfico será avaliado do ponto de vista do conteúdo, da exposição e da
argüição ao(s) estudante(s) pela Banca Examinadora.
Serão anulados, e atribuídos nota zero, os trabalhos monográficos que
apresentarem quaisquer provas da ocorrência de plágio, em qualquer uma das suas
etapas, quer seja na transcrição (plágio de conteúdo) e/ou na interpretação (plágio
de idéias), sem a devida citação, de parte ou da totalidade de outra(s) obra(s)
consultada(s), independentemente da extensão do plágio, desde que devidamente
comprovado pelo(a) professor-orientador e/ou pela Coordenação do Curso de
Direito.
Uma importante observação, para todas as partes envolvidas, é que não
haverá prova final para as disciplinas de Monografia Jurídica I e Monografia Jurídica
II.

4.2.1 Banca examinadora

A Banca Examinadora será composta por três professores, sendo um deles o


professor orientador. Os outros dois docentes poderão ser professores da instituição
e/ou professores convidados de nível superior que atuem na área de concentração
do trabalho monográfico.
13

O professor da disciplina indicará o nome de um professor suplente para


substituir, a qualquer hora, um membro da Banca Examinadora, sempre que se fizer
necessário.
A Banca Examinadora deverá ser constituída com 20 dias de antecedência da
data prevista para apresentação oral, sendo que o prazo para esta receber a versão
da monografia é de, pelo menos, 15 dias de antecedência da data de apresentação
oral, cabendo à Coordenação do Curso a organização do evento.
Os componentes da Banca Examinadora deverão emitir um parecer
conclusivo, por escrito, acompanhado de uma respectiva nota.
Caberá ao professor orientador elaborar a ata de apresentação de cada
monografia apresentada e lançar as notas no portal da Fabac.

5 ENTREGA DO TRABALHO MONOGRÁFICO

5.1 VERSÃO PRELIMINAR PARA A APRESENTAÇÃO ORAL

O estudante deverá entregar, à Coordenação do Curso de Direito, três cópias


do trabalho monográfico, sendo: em conformidade com as normas da ABNT;
encadernadas em espiral; com o texto impresso em frente e verso do papel;
impressas em papel reciclado; entregue com um prazo de 15 dias de antecedência
da data da apresentação oral e acompanhado do Termo de Entrega de Trabalho
Monográfico.

5.2 VERSÃO FINAL

O estudante deverá efetuar as correções solicitadas pela banca e, em


seguida, entregar, na Coordenação do curso, seu trabalho monográfico final, em um
CD-ROM (com capa de identificação e adesivo, conforme os Apêndices D e E)
14

contendo o arquivo em mídia eletrônica (gravado no Adobe Reader – em PDF), no


prazo de até 10 dias úteis após a apresentação oral (banca).
Fica o estudante ciente de que a apresentação oral do seu trabalho e a nota
informada pela banca examinadora não implicam na conclusão do processo de
elaboração da monografia, pois é condição sine qua non que a versão final seja
entregue conforme as orientações acima descritas.

5.3 APRESENTAÇÃO ORAL

A exposição do trabalho pelo estudante deverá, obrigatoriamente, ser oral,


sendo possível utilizar recursos audiovisuais para auxiliar no exame. O aluno tem
até 20 minutos para a apresentação oral do seu trabalho e cada componente da
banca examinadora dez minutos para fazer sua argüição, cabendo ao orientador
fazê-lo por último. As sessões para defesa oral das monografias serão públicas.
A divulgação das notas dar-se-á após o encerramento da etapa de argüição,
obedecendo ao sistema de notas individuais por examinador, levando em
consideração, em especial, o texto escrito, a sua exposição oral e a defesa na
argüição pela banca examinadora.
A nota final do aluno é o resultado da média aritmética das notas atribuídas
pelos membros da banca examinadora. Será aprovado o aluno que obtiver nota
igual ou superior a 7,0 na média aritmética das notas individuais atribuídas pelos
membros da banca examinadora.

6 FORMATAÇÃO DA MONOGRAFIA

A estrutura de uma tese, dissertação e/ou de um trabalho acadêmico


compreende: os elementos pré-textuais, elementos textuais e elementos pós-
textuais.
15

Estrutura Elementos
Capa (obrigatório)
Lombada (opcional)
Folha de rosto (obrigatório)
Ficha catalográfica (opcional)
Errata (opcional)
Folha de aprovação (obrigatório)
Dedicatória(s) (opcional)
Agradecimento(s) (opcional)
Pré-Textuais
Epígrafe (opcional)
Resumo na língua vernácula (obrigatório)
Resumo na língua estrangeira (obrigatório)
Lista de ilustrações (opcional)
Lista de tabelas (opcional)
Lista de abreviaturas e siglas (opcional)
Lista de símbolos (opcional)
Sumário (obrigatório)
Introdução
Textuais Desenvolvimento
Conclusão
Referências (obrigatório)
Glossário (opcional)
Pós-textuais Apêndice(s) (opcional)
Anexo(s) (opcional)
Índice(s) (opcional)

Quadro 1 – Elementos de um trabalho acadêmico-científico

Fonte: ABNT (2005, p. 3).

6.1 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO

Todo o trabalho deverá ser elaborado conforme as normas da ABNT, sendo


que, para cada um dos elementos apresentados anteriormente, há uma formatação
pré-estabelecida. Entretanto, há regras gerais que deverão ser observadas:
a) tipos de fontes aceitáveis – Arial ou Times New Roman;
b) cor da fonte – preto, exceto para figuras (gráficos, mapas,
fotografias, gravuras e etc.);
c) toda a monografia (elementos pré-textuais, textuais e pós-
textuais), entregue ao final da disciplina de Orientação de Monografia II (fase da
banca), deve ter o seu texto digitado nas duas faces da folha do papel, ou seja, na
frente e no verso, a fim de reduzir o consumo de papel. Além disso, a monografia
16

deve ser impressa em papel reciclado. Essas ações visam favorecer a


sustentabilidade ambiental;
d) tamanho da fonte – a partir da dedicatória, utiliza-se tamanho
12, exceto para as citações diretas longas, notas explicativas (rodapé), figuras
(gráficos, desenhos, mapas e etc.), legendas, numeração das páginas, quadros e
tabelas (e seus respectivos títulos e fontes). Para os outros elementos pré-textuais,
deve-se observar o disposto neste manual;
e) cada seção primária do texto deve ser reiniciada em uma nova
página;
f) o trabalho deverá ser impresso em papel A4 (21,0 x 29,7cm),
papel reciclado e encadernado em espiral;
g) as margens utilizadas são – esquerda e superior (3cm) e inferior
e direita (2cm), conforme a Figura 1 abaixo:

3 cm
Borda do
papel A4

7 Numeração
da página
Margem
do texto

3 cm 2 cm

2 cm

Figura 1 – Margens utilizadas em qualquer trabalho acadêmico

Fonte: ABNT (2005, p. 8).


17

6.1.1 Espacejamento entre linhas

a) Todos os elementos textuais deverão ser digitados em espaço


1,5 entre linhas, exceto nos trechos a seguir, que deverão ser digitados com
espacejamento simples entre linhas: nas citações diretas longas; nas notas
explicativas (rodapé); nos conteúdos, títulos e fontes das figuras, quadros e tabelas.
b) As referências devem ser separadas entre si por duas linhas em
branco, com espacejamento simples entre linhas.
c) Os títulos das subseções devem ser separados do texto que os
precede ou que os sucede por dois espaços 1,5 em branco.

6.1.2 Paginação

a) Inicia-se a contagem da numeração das páginas a partir da folha


de rosto, mas numera-se a partir da 1ª folha da parte textual, com algarismo arábico.
b) A numeração deve estar localizada no canto superior direito da
folha, com tamanho da fonte 10 e a 2cm da borda superior do texto e 2cm da borda
direita. Deve-se ter atenção que o tipo de fonte da numeração deve ser o mesmo
utilizado no trabalho como um todo.
c) Se o trabalho é constituído de mais de um volume, deve ser
mantida uma única seqüência de numeração de folhas.
d) Havendo apêndice(s) e/ou anexos(s), as folhas devem ser
numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento ao texto
principal.
e) O Relatório Final deverá ter entre 35 e 50 páginas de texto,
excluindo-se os elementos pré-textuais e pós-textuais.
18

6.2 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

Os elementos pré-textuais de um trabalho científico, como o próprio nome


afirma, referem-se a todas as partes que são responsáveis por apresentar o
trabalho, mas sem adentrar em seu conteúdo propriamente dito. São bastante úteis,
pois apresentam ao leitor uma visão geral do trabalho, sem, necessariamente lê-lo
em sua totalidade. Alguns destes elementos são obrigatórios e outros são opcionais,
conforme pôde ser observado no Quadro 1 já apresentado.
Na monografia do curso de graduação em Direito, os elementos obrigatórios
são: a capa, a folha de rosto, o termo de aprovação, o resumo e o sumário.
Entretanto, neste manual, também constam orientações sobre como elaborar alguns
dos elementos opcionais, como a dedicatória, os agradecimentos, a epígrafe e as
listas.

SUMÁRIO

LISTAS
RESUMO L. ESTR.

RESUMO

EPÍGRAFE
AGRADECIMENTOS

DEDICATÓRIA
FOLHA APROVAÇÃO

ERRATA
FICHA CATALOG.
FOLHA DE ROSTO
CAPA

Figura 2 – Elementos pré-textuais


Fonte: ABNT (2005, p. 3).
19

6.2.1 Capa

A capa é o primeiro elemento que apresenta o trabalho, sendo elaborada com


espacejamento simples entre as linhas. Na Figura 3, pode-se observar um exemplo
fictício de uma capa de trabalho acadêmico apresentado na Fabac:

GRUPO UNIVERSITÁRIO MAURÍCIO DE NASSAU2


FACULDADE BAIANA DE CIÊNCIAS3
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO4

PETER BATISTA BARROS5

ESTRATÉGIA COMPETITIVA NO ENSINO SUPERIOR


6

PRIVADO DA REGIÃO METROPOLITANA DE SALVADOR:


UM ESTUDO DE CASO NA FACULDADE BAIANA DE CIÊNCIAS
(FABAC)7

Lauro de Freitas8
20099
Figura 3 – Exemplo de capa

1
Emblema da instituição, em preto e branco ou colorido, localizado na primeira linha a partir da
margem superior.
2
Nome do Grupo: em negrito, maiúsculo, tamanho 16 e centralizado.
3
Nome da instituição: em negrito, maiúsculo, tamanho 14 e centralizado.
4
Nome do curso: em negrito, maiúsculo, tamanho 12 e centralizado.
5
Nome completo do autor: em negrito, maiúsculo, tamanho 14 e centralizado.
6
Título do trabalho: em negrito, maiúsculo, tamanho 16 (14, caso seja muito extenso) e centralizado.
7
Subtítulo (se houver): separado do título por dois pontos; formatado em negrito, maiúsculo, tamanho
14 (12, caso seja muito extenso) e centralizado. O título e sub-título devem estar no centro da página.
8
Cidade da instituição: sem negrito, apenas a inicial maiúscula, tamanho 14 e centralizado.
9
Ano da entrega do trabalho: sem negrito, tamanho 14, centralizado e localizado na última linha antes
da margem inferior.
20

6.2.2 Folha de rosto


Além de outras informações, a folha de rosto é a página que contém os elementos
relacionados à natureza do trabalho e ao professor-orientador, como pode ser observado na
Figura 4:

PETER BATISTA BARROS10

ESTRATÉGIA COMPETITIVA NO ENSINO SUPERIOR


11

PRIVADO DA REGIÃO METROPOLITANA DE SALVADOR:


UM ESTUDO DE CASO NA FACULDADE BAIANA DE CIÊNCIAS
(FABAC)12

Monografia apresentada ao curso de


graduação em Administração,
Faculdade Baiana de Ciências, como
requisito parcial para obtenção do grau
de Bacharel em Administração.13

Orientador: Prof. Dr. Antônio Carlos


Ribeiro da Silva.14

Lauro de Freitas15
200916

Figura 4 – Exemplo de folha de rosto

10
Nome completo do autor: em negrito, maiúsculo, tamanho 14 e centralizado, localizado na primeira
linha a partir da margem superior.
11
Título do trabalho: em negrito, maiúsculo, tamanho 16 (14, caso seja muito extenso) e centralizado,
localizado a 9cm da margem superior (equivalente a 12cm da borda superior do papel).
12
Subtítulo (se houver): separado do título por dois pontos; formatado em negrito, maiúsculo,
tamanho 14 (12, caso seja muito extenso) e centralizado.
13
Nota indicando a natureza do trabalho: com recuo na margem esquerda de 6cm (equivalente a 9cm
da borda esquerda do papel); sem negrito; apenas as iniciais da frase, do nome do curso, da
instituição e do grau pretendido em maiúsculo; tamanho 14; alinhamento justificado e localizado a
4cm abaixo do título/subtítulo.
14
Nome do professor orientador: contém a última titulação do orientador e é formatado como o item
anterior.
15
Cidade da instituição: sem negrito, apenas a inicial maiúscula, tamanho 14 e centralizado.
16
Ano da entrega do trabalho: sem negrito, tamanho 14, centralizado e localizado na última linha
antes da margem inferior.
21

6.2.3 Folha ou termo de aprovação (a ser incluída depois da defesa)

TERMO DE APROVAÇÃO17

PETER BATISTA BARROS18

19
ESTRATÉGIA COMPETITIVA NO ENSINO SUPERIOR
PRIVADO DA REGIÃO METROPOLITANA DE SALVADOR:
UM ESTUDO DE CASO NA FACULDADE BAIANA DE CIÊNCIAS
(FABAC)20

21
Monografia aprovada como requisito parcial para obtenção do grau de
Bacharel em Administração, Faculdade Baiana de Ciências, pela seguinte
banca examinadora:

22
Aprovada em 08 de fevereiro de 2009.
23
Banca Examinadora
24
Antônio Carlos Ribeiro da Silva – Orientador ______________________________________
25
Doutor em Desenvolvimento Curricular, Universidade do Minho (UMINHO)
26
Faculdade Baiana de Ciências

27
Adriano Lisboa de Azevedo ___________________________________________________
Mestre em Administración Pública, Universidad de Alcalá
Faculdade Baiana de Ciências

Elmo Moreira Magnavita _______________________________________________________


Especialista em Marketing e Propaganda, Fundação Getúlio Vargas (FGV)
Faculdade Baiana de Ciências

Figura 5 – Exemplo de termo de aprovação

17
Título do elemento: em negrito, maiúsculo, tamanho 14 e centralizado, localizado na primeira linha a
partir da margem superior.
18
Nome completo do autor: em negrito, maiúsculo, tamanho 14 e centralizado.
19
Título do trabalho: em negrito, maiúsculo, tamanho 16 (14, caso seja muito extenso) e centralizado.
20
Subtítulo (se houver): separado do título por dois pontos; formatado em negrito, maiúsculo,
tamanho 14 (12, caso seja muito extenso) e centralizado.
21
Tipo de trabalho e grau pretendido: sem negrito; apenas as iniciais da frase, do título pretendido, do
nome do curso e da instituição em maiúsculo; tamanho 14 e centralizado, seguido de dois pontos.
22
Elemento de aprovação com dia, mês e ano, por extenso, tamanho 14 e alinhado à direita.
23
Termo que apresenta a Banca Examinadora, apenas as iniciais em maiúsculo, em tamanho 14 e
centralizado.
24
Nome completo do professor-orientador: sem negrito, apenas as iniciais maiúsculas, separado por
hífen do “Orientador”, tamanho 12, justificado, espaço para a assinatura.
25
Titulação mais recente do examinador e instituição em que se titulou: sem negrito, apenas as
iniciais maiúsculas, tamanho 12 e justificado.
26
Nome da instituição a que pertence: sem negrito, apenas as iniciais maiúsculas, tamanho 12 e
justificado.
27
Nome completo do professor-examinador: sem negrito, apenas as iniciais maiúsculas, tamanho 12,
justificado, espaço para a assinatura.
22

6.2.4 Dedicatória

Folha na qual o autor dedica o seu trabalho a alguma(s) pessoa(s) ou


instituição, conforme a Figura 6:

28
Para minha esposa e filhos, razões do meu viver.

Figura 6 – Exemplo de dedicatória

28
Texto livre: sem negrito, apenas as iniciais da frase e dos nomes próprios maiúsculas, tamanho 12,
alinhado à esquerda, com espacejamento 1,5 entre linhas, localizado na penúltima linha antes da
margem inferior.
23

6.2.5 Agradecimentos

Folha na qual o autor agradece a pessoas e/ou instituições que, de forma


direta ou indireta, contribuíram para a realização da pesquisa.

AGRADECIMENTOS29

30
A Deus, principalmente, por mais uma conquista nesta vida.
Aos meus avós maternos, Edna Borges (in memorian) e Landualdo Madureira
Rodrigues, que me apoiaram desde criança a conquistar meus objetivos.
Ao meu pai, Herculano Niela Passos, o melhor pai do mundo.
À minha dedicada esposa Areza, pelos momentos de apoio, amor e compreensão
dispensados para a realização desta pesquisa.
Ao mestre e amigo, professor Dr. Antonio Carlos Ribeiro da Silva (ACR), que soube me
acolher como um de seus “filhos acadêmicos”.
Ao professor Adriano Azevedo, pelo exemplo de ética e pelo incentivo à minha carreira
profissional.
Ao querido professor Paulo Cardoso, gestor da Fabac, que é o bom senso em pessoa,
além de ser um exemplo de determinação, liderança e inteligência emocional.
Ao simpático e sempre de bem com a vida professor Rômulo Birindiba, gestor do curso
de Ciências Contábeis da Fabac.
À jovem professora Sheila Landulfo, que inspira seus futuros profissionais de Turismo a
acreditarem na beleza e no sucesso da profissão.
A todos os funcionários da Fabac, pelo apoio e disponibilidade no acesso aos dados da
pesquisa.

Figura 7 – Exemplo de agradecimentos

29
Título do elemento: em negrito, maiúsculo, tamanho 12 e centralizado, localizado na primeira linha a
partir da margem superior.
30
Texto livre: sem negrito, apenas as iniciais da frase e dos nomes próprios maiúsculas, tamanho 12,
justificado, com espacejamento 1,5 entre linhas. O recuo de 1,25cm na margem esquerda da primeira
linha é opcional.
24

6.2.6 Epígrafe

É uma frase de um(a) autor(a) famoso(a) ou anônimo(a), podendo, também,


ser um dito popular. A epígrafe está relacionada ao lado pessoal do autor e/ou ao
assunto discutido na pesquisa.

31
Não devemos nos orgulhar de sermos melhores que os outros,
e sim melhores do que já fomos.

James C. Hunter

Figura 8 – Exemplo de epígrafe

31
Texto livre: sem negrito, apenas as iniciais da frase e dos nomes próprios maiúsculas, tamanho 12,
alinhado à direita, com espacejamento simples.
25

32
Os limites da minha linguagem
significam os limites do meu mundo.

Ludwig Wittgenstein

Figura 9 – Exemplo de epígrafe

6.2.7 Resumo

Este resumo deve ser escrito na língua pátria brasileira, ou seja, em


português. Trata-se de um resumo informativo que, para a ABNT (2003c, p. 1, grifo
nosso), “[...] Informa (sic) ao leitor finalidades, metodologia, resultados e conclusões
do documento, de tal forma que este possa, inclusive, dispensar a consulta ao
original”. Deve ser elaborado pelo autor somente após a finalização da pesquisa.
Dos três tipos de resumos existentes (crítico, indicativo e informativo), este último é
o único elaborado pelo autor sobre a sua própria obra.

32
Texto livre: sem negrito, apenas as iniciais da frase e dos nomes próprios maiúsculas, tamanho 12,
alinhado à direita, com espacejamento simples.
26

O resumo é uma seqüência de frases concisas e afirmativas em um único


parágrafo, escrito com verbos na voz ativa e na 3ª pessoa do singular e/ou do plural.
Quanto à extensão, o resumo deve conter entre 150 e 500 palavras e, para isso,
pode ser utilizado o recurso do Microsoft Word, no qual se deve: selecionar o texto,
clicar na barra de menu sobre o item “Ferramentas” e, posteriormente, “Contar
palavras”.
Logo depois o resumo, devem ser apresentadas as palavras-chave, que são termos e/ou
expressões representativos do conteúdo da pesquisa realizada. Apenas a inicial das primeiras
palavras/expressões devem ser escritas em maiúsculo, sendo que todos os termos devem estar
separados por ponto, conforme prevê a ABNT (2003c, p. 2).

RESUMO33

34
Esta monografia procura analisar a estrutura do setor de ensino superior privado da Região
Metropolitana de Salvador (RMS). Como foco do referencial teórico, foi adotado o modelo
apresentado por Porter (2004) sobre a estratégia competitiva atuando no mercado e, para
promover o confronto entre a teoria e a prática, a pesquisa teve como objetivo principal identificar
em que medida as condições de competitividade que atuam no setor de ensino superior privado
da RMS afetam o desempenho e a expansão da Fabac, até dezembro de 2005. O estudo de
caso apresentou-se como a metodologia mais adequada para a realização deste trabalho. Como
instrumento de pesquisa, foram realizadas entrevistas com seis representantes da Instituição de
Ensino Superior (IES) pesquisada, desde seu mantenedor, passando pelo diretor financeiro até
os coordenadores acadêmicos dos cursos de graduação. Os resultados da pesquisa
demonstraram de que forma a instituição está posicionada frente às forças competitivas
apresentadas por Porter (2004) e como as estratégias adotadas influenciam na sua
competitividade no setor. Devido à expansão acelerada do setor e ao aumento da
competitividade entre as empresas atuantes, atrelados à inadimplência e à evasão de alunos,
conclui-se que a Fabac está, a seu modo, preparando-se para uma possível alteração na
estrutura do setor, no período de dois a três anos.

35
Palavras-chave: Estratégia competitiva. Condições de competitividade. Instituições de ensino
superior privadas. Gestão educacional. Região Metropolitana de Salvador. 36

Figura 10 – Exemplo de resumo na língua vernácula


6.2.8 Listas

33
Título do elemento: em negrito, maiúsculo, tamanho 12 e centralizado, localizado na primeira linha a
partir da margem superior.
34
Texto livre: sem negrito, apenas as iniciais das frases e dos nomes próprios maiúsculas, tamanho
12, justificado, com espacejamento simples entre linhas. O recuo de 1,25cm na margem esquerda da
primeira linha é opcional.
35
Título do termo “Palavras-chave”: em negrito, apenas a inicial maiúscula, tamanho 12 e justificado,
localizado após duas linhas em branco do final do texto do resumo, separado do seu conteúdo por
dois pontos. Deve estar a dois espaços simples do final do resumo.
36
Palavras-chave: sem negrito, apenas as iniciais da primeira palavra e/ou dos nomes próprios em
maiúsculo, tamanho 12, separadas entre si por ponto seguimento. Devem ser apresentadas na ordem
em que são discutidas no texto.
27

a) Lista de ilustrações/figuras
Elemento opcional que contém a indicação dos desenhos,
esquemas, fluxogramas, fotografias, gráficos, mapas, organogramas,
plantas, quadros, retratos e outras ilustrações com suas respectivas
páginas no texto. Tem a finalidade de facilitar a localização das figuras no
trabalho acadêmico. Os elementos devem ser apresentados na mesma
ordem em que estão dispostos no texto.

LISTA DE FIGURAS37

Figura 1 - Análise Strenghts, Weaknesses, Opportunities, Threats (SWOT) 29

Figura 2 - As etapas do planejamento estratégico 30

Figura 3 - Estratégias deliberadas e emergentes 35

Figura 4 - Forças que governam a competição em um setor industrial 37

Figura 5 - As três estratégicas genéricas 44

Figura 6 - A rede de valores do ensino superior 45

Figura 7 - Níveis, cursos e títulos da educação superior no Brasil 53

Figura 8 - Tipos de Instituições de Ensino Superior (IES) brasileiras 55

Figura 9 - Gráfico da evolução do número de IES no Brasil 64

Figura 10 - Gráfico da evolução e distribuição percentual de IES no Brasil 65

Figura 11 – Exemplo de lista de figuras

b) Lista de quadros e lista de tabelas


São elementos opcionais apresentados de acordo com a ordem disposta no
texto, com cada item designado por seu nome específico, acompanhado do
respectivo número da página. A diferença entre um quadro e uma tabela é que, no
primeiro, o foco da análise se situa em texto, enquanto que, no segundo, o foco se
concentra na análise de dados numéricos.
Além disso, os quadros possuem bordas internas e externas, mas as
tabelas só possuem borda superior, inferior, separatória entre o título e os
dados e entre os títulos das colunas. Os títulos dos quadros e das figuras
ficam localizados abaixo do elemento no texto, enquanto que os títulos

37
Título do elemento: em negrito, maiúsculo, tamanho 12 e centralizado, localizado na primeira linha a
partir da margem superior.
28

das tabelas ficam acima, conforme previsto na ABNT (2005) e na


Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 1993).

LISTA DE QUADROS38

Quadro 1 - Relação dos profissionais entrevistados na Fabac, dispostos de acordo 61


com os cargos ocupados
Quadro 2 - IES da Região Metropolitana de Salvador cadastradas no Instituto 67
Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) até
dezembro de 2005, ordenadas pelo número total de vagas ofertadas
Quadro 3 - Possíveis conseqüências positivas e negativas provenientes do 80
crescimento do número de docentes, da melhoria da sua titulação e da
expansão das IES privadas no Estado da Bahia
Quadro 4 - IES associadas à Associação Baiana de Mantenedoras de Ensino 82
Superior (ABAMES) no Estado da Bahia
Quadro 5 - Cursos oferecidos pela Faculdade Y até dezembro de 2005, ordenados 88
pela habilitação

Figura 12 – Exemplo de lista de quadros

Ato de
Data de início
autorização Prazo para Turno Número
Curso de Modalidade
Município Habilitação do curso Tipo integralização de de vagas
oferecido funcionamento de ensino
(Data de do curso oferta ofertadas
do curso
publicação)

Portaria
Ensino
Geral MEC 635 - 09/08/2004 Bacharelado 8 semestres Noturno 50
Presencial
16/03/2004
Administração

Portaria
Gestão de Ensino
Salvador MEC 635 - 09/08/2004 Bacharelado 8 semestres Noturno 50
Pessoas Presencial
16/03/2004

Sistemas Portaria
Ensino
de MEC 635 - 09/08/2004 Bacharelado 8 semestres Noturno 50
Presencial
Informação 16/03/2004

Quadro 5 – Cursos oferecidos pela Faculdade Y até dezembro de 2005, ordenados pela habilitação

Fonte: Inep (2006).

Figura 13 – Exemplo de um quadro

LISTA DE TABELAS39

Tabela 1 - RMS – os 20 cursos de graduação que mais oferecem vagas (as respectivas 70
habilitações estão incluídas no quantitativo de cada curso) – até dezembro de
2005

38
Título do elemento: em negrito, maiúsculo, tamanho 12 e centralizado, localizado na primeira linha a
partir da margem superior.
39
Título do elemento: em negrito, maiúsculo, tamanho 12 e centralizado, localizado na primeira linha a
partir da margem superior.
29

Tabela 2 - Estado da Bahia – total de docentes, em exercício/afastados, nas instituições 79


de ensino superior privadas – 2000 a 2005
Tabela 3 - Estado da Bahia – evolução do número de instituições de ensino superior 79
privadas – 2000 a 2005
Tabela 4 - Número de alunos matriculados, por processo, seletivo nos cursos do campus 150
de Patamares da Fabac – 1998 a 2005.1

Figura 14 – Exemplo de lista de tabelas

Tabela 1 – RMS – Os 20 cursos de graduação que mais oferecem vagas (as respectivas habilitações estão incluídas no
quantitativo de cada curso) – até dezembro de 2005

Vagas
Cursos
Quantidade % do total de vagas
1 Administração 3.615 14,21%
2 Ciências Contábeis 1.915 7,53%
3 Direito 1.770 6,96%
4 Comunicação Social / Comunicação e Marketing / Marketing 1.755 6,90%
5 Turismo 1.705 6,70%
6 Engenharia 1.660 6,53%
Análise de Sistemas / Ciência da Computação / Informática /
7 1.065 4,19%
Sistemas de Informação
8 Normal Superior 895 3,52%
9 Letras 885 3,48%
10 Fisioterapia 785 3,09%
11 Ciências Econômicas / Economia 670 2,63%
12 Enfermagem 640 2,52%
13 Educação Física 635 2,50%
14 Nutrição 595 2,34%
15 Farmácia 500 1,97%
16 Psicologia 490 1,93%
17 Ciências Biológicas / Biologia 450 1,77%
18 Odontologia 400 1,57%
19 Arquitetura e Urbanismo 385 1,51%
20 Secretariado Executivo 380 1,49%
Total 21.195 83,31%

Fonte: Inep (2006).

Figura 15 – Exemplo de uma tabela


c) Lista de abreviaturas e siglas
Elemento opcional que apresenta todos os termos abreviados ou que deram
origem a siglas e que foram citados dentro do texto. Serve para indicar, rapidamente,
o significado dos termos ao leitor. A presença da lista não exime o autor de abreviar
e atribuir as siglas corretamente no seu texto.
As abreviaturas e siglas devem vir em ordem alfabética e acompanhadas,
logo em seguida, pelos seus respectivos significados. Ao final do trabalho, o autor
30

deve fazer um check-list de todos os termos do texto com a sua lista, a fim de
identificar possíveis erros.
Recomenda-se que seja utilizada uma tabela, com borda “invisível”, para que todas as
abreviaturas e siglas possam ser relacionadas aos seus respectivos significados. A fim de que
os termos possam ser classificados em ordem alfabética corretamente, pode-se utilizar o
recurso do Microsoft Word, no qual se deve: selecionar a tabela, clicar na barra de menu sobre
o item “Tabela”, e, posteriormente, “Classificar – OK”.

LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS40

41 42
ADCRED Administradora de Crédito
CRC Conselho Regional de Contabilidade
DOU Diário Oficial da União
EAD Educação a Distância
FABAC Faculdade Baiana de Ciências
LDB Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
MEC Ministério da Educação
PDI Plano de Desenvolvimento Institucional
PROUNI Programa Universidade para Todos
RMS Região Metropolitana de Salvador
SINAES Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior
SWOT Strenghts, Weaknesses, Opportunities, Threats

Figura 16 – Exemplo de lista de abreviaturas e siglas

6.2.9 Sumário

É o último elemento pré-textual e trata-se da relação de todas as partes (seções,


capítulos e subseções) que formam o trabalho de pesquisa. Deve ser elaborado na mesma
ordem e formatação em que aparece no texto. A ABNT, em sua norma brasileira (NBR) 6027,
estabelece que somente cabem no sumário os itens constantes a partir dos elementos textuais
(ABNT, 2003b). Na apresentação das seções, deve-se proceder da seguinte forma:
Formatação do tópico
Seções Exemplo
e do texto

Primária Negrito e maiúsculo 2 ABCDEFGHIJ

40
Título do elemento: em negrito, maiúsculo, tamanho 12 e centralizado, localizado na primeira linha a
partir da margem superior.
41
Texto livre: sem negrito, maiúsculo, tamanho 12, alinhado à esquerda, com espacejamento 1,5
entre linhas.
42
Texto livre: sem negrito, apenas as iniciais maiúsculas, tamanho 12, alinhado à esquerda, com
espacejamento 1,5 entre linhas.
31

Secundária Apenas maiúsculo 2.1 ABCDEFGHIJ

Terciária Minúsculo e negrito 2.1.1 Abcdefghij

Quaternária Minúsculo e itálico 2.1.1.1 Abcdefghij

Quinária Minúsculo e sublinhado 2.1.1.1.1 Abcdefghij

Quadro 2 – Formatação das seções do sumário de um trabalho acadêmico

Fonte: Lubisco, Vieira e Santana (2008, p. 67).

A paginação deve ser apresentada pelo número da primeira página (exemplo:


27), ou pelos números das páginas inicial e final, separadas por hífen (exemplo: 27-
42). Seguem outras observações importantes:
a) deve-se limitar a numeração até a seção quinária. Contudo, a
prática demonstra que a subdivisão deve ir até a seção terciária, a fim de não
“poluir” demasiadamente o sumário;
b) são empregados somente algarismos arábicos na numeração
das seções e das páginas; a numeração das páginas não acompanha a formatação
dos tópicos, ou seja, mesmo que o tópico esteja em negrito, a numeração
permanecerá com a formatação sem alterações;
c) não se utilizam ponto, hífen, parênteses, travessão ou qualquer
outro sinal para separar os números das seções dos seus respectivos títulos e
subtítulos; apenas existem pontos para separar números entre si. Exemplo: 2.1;
d) as referências, apêndices e anexos não vêm com números
antes dos seus títulos;
e) recomenda-se que o autor do trabalho elabore seu sumário no
formato de tabela, a fim de separar adequadamente os itens.

SUMÁRIO43

44 45 46
1 INTRODUÇÃO 08

43
Título do elemento: em negrito, maiúsculo, tamanho 12 e centralizado, localizado na primeira linha a
partir da margem superior.
44
Numeração seqüencial: formatação de acordo com o Quadro 2, tamanho 12, alinhado à esquerda,
com espacejamento 1,5 entre linhas.
32

2 DESENVOLVIMENTO 13
2.1 MARCO TEÓRICO 13
2.2 METODOLOGIA 34
2.3 RESULTADOS ENCONTRADOS 37
2.4 ANÁLISE CRÍTICA 45

3 CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES 50

REFERÊNCIAS 52

APÊNDICE A – Carta ao mantenedor da Fabac 54


APÊNDICE B – Roteiro da entrevista realizada com o 55
mantenedor da Fabac
APÊNDICE C – Roteiro da entrevista realizada com o diretor 56
financeiro da Fabac
APÊNDICE D – Roteiro da entrevista realizada com os 57
coordenadores acadêmicos dos cursos de graduação da Fabac

ANEXO A – Organograma geral da Fabac 58


ANEXO B – Organograma da Fabac (Núcleo Corporativo) 59
ANEXO C – Organograma da Fabac (Campus Patamares) 60
ANEXO D – Organograma da Fabac (Campus Lauro de Freitas) 61

Figura 17 – Exemplo de sumário

45
Texto livre: formatação de acordo com o Quadro 2, tamanho 12, alinhado à esquerda, com
espacejamento 1,5 entre linhas.
46
Numeração das páginas: sem negrito, tamanho 12, alinhado à direita, com espacejamento 1,5 entre
linhas.
33

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 10

2 VERBAS ORIUNDAS DO CONTRATO DE TRABALHO 14


2.1 PARCELAS DE NATUREZA NÃO SALARIAL 23
2.2 PARCELAS DE NATUREZA SALARIAL 29

3 NOTAS HISTÓRICAS E ASPECTOS INTRODUTÓRIOS 45


ACERCA DAS GUELTAS
3.1 BREVE CONSIDERAÇÃO HISTÓRICA 46
3.2 CONCEITO DE GUELTAS 51
3.3 DISCUSSÃO A RESPEITO DAS PECULIARIDADES DAS 54
GUELTAS

4 O REGIME JURÍDICO DAS GUELTAS 62


4.1 CARACTERIZAÇÃO JURÍDICA DAS GUELTAS 64
4.2 ANALOGIA AO REGIME JURÍDICO DAS GORJETAS 81

4.2.1 Semelhanças e diferenças entre as gueltas e as gorjetas 81


4.2.2 Conceito de analogia e fundamento no ordenamento 88
jurídico brasileiro
4.2.3 Aplicação de analogia do regime jurídico das gorjetas às 99
gueltas

5 CONCLUSÃO 108

REFERÊNCIAS 113

Figura 18 – Exemplo de sumário

6.3 ELEMENTOS TEXTUAIS

Os elementos textuais são a parte do trabalho em que se expõe a maior parte


do conteúdo da pesquisa e divide-se em três partes fundamentais: introdução,
desenvolvimento e conclusão, conforme disposto na Figura 19:
CONCLUSÃO

DESENVOLVIMENTO

INTRODUÇÃO
34

Figura 19 – Elementos textuais

Fonte: ABNT (2005, p. 3).

6.3.1 Introdução

A introdução é a parte inicial do texto e deve conter: a delimitação do assunto


tratado, os objetivos e outros elementos necessários para situar o tema. Como se
trata de uma visão geral do trabalho, na introdução deverá constar, em forma de
texto, não de tópicos:
a) a contextualização do tema;
b) a apresentação do problema, das questões orientadoras e/ou
hipóteses, da justificativa, do objetivo geral;
c) a apresentação dos objetivos específicos (estes devem estar em
forma de itens – a), b), c) e etc.;
d) uma breve descrição da empresa pesquisada (se for o caso),
contendo setor de atuação, produtos/serviços, além de outras informações que
julgar pertinentes.
35

6.3.2 Desenvolvimento

O desenvolvimento apresenta a exposição pormenorizada do assunto e


divide-se em seções e subseções, que ficam a critério do aluno e de seu professor
orientador. Esta seção contém a fundamentação lógica da pesquisa e toda a
discussão que fundamenta o trabalho. Na etapa de desenvolvimento da monografia
do curso de Direito, alguns itens a seguir são opcionais e outros são obrigatórios.

6.3.2.1 O marco teórico

Trata-se de elemento obrigatório na monografia jurídica e consiste em uma


breve revisão teórica acerca da temática desenvolvida pela pesquisa, abordando, no
mínimo, cinco fontes de autores diferentes e correntes de pensamento que
nortearam a pesquisa. É uma discussão do assunto, de todas as fontes lidas e
consultadas. Utilizar trabalhos científicos, livros, revistas, jornais, artigos, leis,
documentos, etc. As fontes podem ser: bibliográficas (impressas), eletrônicas
(internet, cd-rom, gravador, etc.) ou documentais (documentos, legislações,
jurisprudências).
Dicas para elaborar esta etapa:
a) iniciar copiando trechos (ou fazendo os resumos) das fontes
pesquisadas, sempre realizando citações diretas (curtas ou longas), indiretas
(paráfrases) e citações de citações (apud), de acordo com a NBR 10520:2002;
b) reunir os trechos/ resumos das fontes pesquisadas e
estabelecer uma seqüência lógica das idéias de todos as fontes, de acordo com a
estrutura das idéias contidas no referencial teórico do seu artigo científico;
c) das cinco fontes pesquisadas, pelo menos uma deve ser um
artigo de uma revista/evento científico. Considera-se artigo científico a obra que foi
publicada em revistas e/ou eventos nacionais/internacionais, de cunho científico.
36

6.3.2.2 A metodologia

Para analisar os fatos do ponto de vista empírico, a fim de confrontar a visão


teórica com os dados da realidade, torna-se necessário estabelecer e
operacionalizar a pesquisa. A metodologia deve fazer parte da monografia jurídica e
deve ser um texto que contenha o que, na prática, o autor realizou para finalizar a
pesquisa. Redigida em linguagem direta e objetiva, sem rodeios, deve(m) ser
indicado(s): qual(is) o(s) tipo (s) de pesquisa adotada(s); o número e cargo(s)
ocupado pelo(s) indivíduo(s) pesquisado(s) na organização e o(s) instrumento(s) de
pesquisa utilizado(s). O autor do TCC deve argumentar e comprovar que a
metodologia apresentada foi a mais eficiente e eficaz para a consecução da
pesquisa realizada.

6.3.2.3 Os resultados encontrados

São a apresentação dos dados encontrados a partir da pesquisa de campo,


como:
a) dados estatísticos tabulados por meio de questionários
aplicados;
b) depoimentos obtidos em entrevistas realizadas;
c) documentos obtidos junto à organização pesquisada e à outros
órgãos/instituições;
d) interpretações baseadas na observação pessoal, realizada por
meio de um roteiro pré-estabelecido.
Além de poderem ser explicados com textos, também cabem figuras (gráficos,
ilustrações, mapas, fotografias), tabelas, quadros e etc. O autor do trabalho não
deve, simplesmente, transcrever o que obteve na pesquisa de campo, mas sim
interpretar os dados coletados, sem realizar inferências subjetivas e críticas.
37

6.3.2.4 A análise crítica

Caso opte, em conjunto com seu professor orientador, elaborar uma análise
crítica, esta se refere à análise e ao cruzamento entre o que foi discutido no marco
teórico X os dados obtidos na pesquisa de campo (resultados encontrados),
confrontando sempre a teoria com a prática. O autor pode, de deve, julgar
criticamente o que observou. É nesta etapa que a pesquisa científica é mais
presente e na qual o autor mais atua como sujeito participante no estudo. Caso a
pesquisa seja eminentemente bibliográfica, o estudante poderá dispensar a etapa de
análise crítica. Abaixo, segue um exemplo de análise crítica disponível no TCC de
uma ex-aluna da Fabac:

Associando com o que foi constatado em pesquisa realizada pelos autores Silva e Ohl
(2008), constatou-se que o fator financeiro é uma ferramenta essencial para o desenvolvimento
de uma carreira, evidenciando-se que um indivíduo que tem um bom poder aquisitivo consegue
ter vantagem competitiva para encarar o mercado de trabalho.
Confrontando-se com a pesquisa realizada na faculdade XYZ, percebeu-se que a
questão financeira é um fator impactante na vida dos estudantes egressos, visto que os
mesmos, apesar de considerarem imprescindível realizar um planejamento de carreira,
utilizaram, como principais ações no período da faculdade, ferramentas em que não eram
necessários muitos recursos financeiros. Para isso, essas ações foram desenvolvidas por meio
da participação de congressos e palestras, além de terem criado uma rede de relacionamento
com pessoas influentes.
Gehringer (2008), em uma pesquisa realizada, fez um paralelo entre emprego e
carreira, em que o desenvolvimento de carreira corre por meio de ações estratégicas em longo
prazo, enquanto o emprego é algo presente e de curto prazo.
Confrontando com informações obtidas na pesquisa, notou-se que 48% dos
estudantes analisados estão planejando suas carreiras em tempo médio de um a dezesseis
meses. O que se pode verificar que ainda é incipiente o tempo utilizado pelos mesmos para
executarem um planejamento de carreira com sucesso, visto que essa é uma atividade que
deve ser bem projetada e definida com ações de longo prazo.
Com base no que Martins (2001) discutiu sobre a ascensão financeira dos indivíduos
que realizam um planejamento de carreira, verificou-se que ocorreu uma evolução na renda
familiar média mensal dos estudantes pesquisados, sendo que este fator pode, como já
mencionado, ter sido influenciado pelo fato de os indivíduos pesquisados estarem cursando o
ensino superior.

Figura 20 – Exemplo de análise crítica de uma monografia de graduação

Fonte: Santos (2008, p. 20).


38

6.3.3 Conclusão e recomendações

É a parte final do texto, na qual se apresentam as conclusões


correspondentes aos objetivos ou hipóteses. Se, na introdução, foram apresentadas
hipóteses, estas devem ser retomadas na conclusão, explicitando-se a confirmação
ou rejeição das hipóteses no desenvolvimento da pesquisa. Caso, na introdução,
tenham sido apresentados os objetivos, na conclusão, estes também devem ser
retomados e o autor deve explicar como foram alcançados.
A conclusão deve ser breve, exata, concisa e convincente. Deve, também,
conter sugestões/recomendações para a empresa ou setores pesquisados, além de
apresentar sugestões de pesquisas futuras.

6.4 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

Os elementos pós-textuais consistem em acréscimos ao texto, são eles:


referências, glossário, apêndice(s), anexo(s) e índice(s). Assim como os elementos
pré-textuais, alguns dos pós-textuais são obrigatórios e outros são opcionais,
conforme pôde ser observado no Quadro 1 já apresentado. Na monografia do curso
de graduação em Direito, o único elemento pós-textual obrigatório é a lista de
referências. Entretanto, neste manual, também constam informações sobre os
elementos opcionais.
ÍNDICE(S)
ANEXO(S)
APÊNDICE(S)
GLOSSÁRIO
REFERÊNCIAS

Figura 21 – Elementos pós-textuais

Fonte: ABNT (2005, p. 3).


39

6.4.1 Referências

Trata-se da lista de todas as obras que foram consultadas para a elaboração


do trabalho de pesquisa. Atualmente, a denominação para a lista de referências é
somente REFERÊNCIAS, pois se tratam de todas as fontes bibliográficas,
eletrônicas e documentais consultadas, sendo ordenadas alfabeticamente em uma
única lista. Todas as referências:
a) são ordenadas alfabeticamente;
b) vêm em uma única lista no final do texto;
c) vêm em páginas separadas das outras páginas;
d) ficam alinhadas à esquerda, espaçamento simples, com 2
espaços entre uma obra e a outra;
e) a palavra REFERÊNCIAS fica em negrito, maiúscula e
centralizada na página.

6.4.1.1 Modalidades de Entrada (válida para todos os tipos de obra)

De acordo com Lubisco, Vieira e Santana (2008, p. 79) “entrada é a


expressão ou palavra que encabeça a informação bibliográfica e determina sua
localização em listas de referências, bibliografias, índices e catálogos.” Para a ABNT
(2002b, p. 14-15) há três tipos de entrada:

a) Autor pessoal

É o responsável pela criação da obra. Nessa modalidade de entrada, há


quatro tipos de ocorrências:
40

Um autor pessoal

ÁVILA, Humberto. Teoria dos princípios: da definição à aplicação dos princípios


jurídicos. 5. ed. São Paulo: Malheiros, 2006.

BOAVENTURA, Edivaldo M. Como ordenar as idéias. 8. ed. São Paulo: Ática,


2000.

______. Metodologia da pesquisa: monografia, dissertação, tese. São Paulo: Atlas,


2004.

CHIAVENATO, Idalberto. Administração: teoria, processo e prática. 2. ed. São


Paulo: Makron Books, 1994.

DINIZ, Maria Helena. Dicionário jurídico. São Paulo: Saraiva, 1998.

Dois autores pessoais

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho


científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório,
publicações e trabalhos científicos. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2001.

NERY JUNIOR, Nelson; NERY, Rosa Maria de Andrade. Código de Processo Civil
comentado. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2006.

Três autores pessoais

SARAIVA, L. A. S.; PIMENTA, S. M.; CORRÊA, M. L. Discursos empresariais e


estratégias de gestão: um estudo de caso no setor têxtil de Minas Gerais. Gestão &
Planejamento: Revista do Departamento de Ciências Sociais Aplicadas I da
Unifacs, Salvador, ano 3, n. 6, p. 43-55, jul./dez. 2002.

A partir de quatro autores pessoais

SANTOS, E. M. dos et al. O texto científico: diretrizes para elaboração e


apresentação. 2. ed. Salvador: Unyahna: Quarteto, 2002.

Obs.: Quando a indicação dos nomes de todos os autores for indispensável para
certificar a autoria, é facultado indicar todos os autores. Por exemplo: indicação de
41

produção científica em relatórios para órgãos de financiamento, projetos de pesquisa


científica, etc.

b) Autor entidade

Refere-se a instituições, organizações, empresas, comissões, eventos, entre


outros responsáveis pelas publicações em que não é possível ser identificada a
autoria pessoal. (LUBISCO; VIEIRA; SANTANA, 2008, p. 80). A entrada da
referência deve vir com o nome da empresa/instituição/jurisdição por extenso, por
exemplo:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 10520.


Informação e documentação - Citações em documentos - Apresentação. Rio de
Janeiro, ago. 2002a.

______. NBR 6023. Informação e documentação - Referências - Elaboração. Rio de


Janeiro, ago. 2002b.

BRASIL. Código Civil. São Paulo: Escala, 2004a.

______. Lei n. 10.406, de 10 de janeiro de 2002. Institui o Código Civil. Diário


Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 1º jan. 2002. Disponível
em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/2002/L10406.htm>. Acesso em: 12 fev.
2007.

______. Lei n. 10.406, de 10 de janeiro de 2002. Institui o Código Civil. In: ANGHER,
Anne Joyce (Org.). Vade mecum acadêmico de Direito. São Paulo: Rideel, 2004b.
p. 187-293.

REVISTA APRENDER. Marília: CM Editora, nov./dez. 2005. Bimensal.

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Catálogo de teses da Universidade de São


Paulo, 1992. São Paulo, 1993. 467 p.
42

c) Sem indicação da autoria e/ou responsabilidade – Título

Quando não se consegue identificar se existe algum autor que seja o


responsável pela obra, deve-se indicar a referência de alguma forma. Assim, a
entrada da referência se dá pelo título da obra, que “é a palavra, expressão ou frase
que designa o assunto de um documento, empregada quando o autor é
desconhecido.” (LUBISCO; VIEIRA; SANTANA, 2008, p. 80). Por exemplo:

DICIONÁRIO Língua Portuguesa. São Paulo: Melhoramentos, 2002.

DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro,


1993.

Obs.: Destacar somente a primeira palavra em maiúscula e o(s) artigo(s) que a


antecede(m).

OBSERVAÇÕES:

Abaixo, segue a indicação dos locais específicos da Norma Brasileira (NBR)


6023 sobre como elaborar referências de:
a) livros – p. 3, item 7.1;
b) capítulo de livro com autor(es) e/ou título próprios – p. 4, item 7.3;
c) artigo e/ou matéria de revista – p. 5, item 7.5.3;
d) artigo e/ou matéria de revista em meio eletrônico – p. 5, item 7.5.4;
e) artigo e/ou matéria de jornal – p. 6, item 7.5.5;
f) artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico – p. 6, item 7.5.6;
g) artigo e/ou trabalho apresentado em evento – p. 7, item 7.7;
h) artigo e/ou trabalho apresentado em evento em meio eletrônico – p. 7, item 7.7.3;
i) legislação em geral – p. 8, item 7.9.1;
j) dissertações, teses e outros trabalhos acadêmicos – p. 20, item 8.11.4.
43

Toda e qualquer referência deve possuir, pelo menos, os elementos abaixo e, caso
estes não sejam identificados claramente na obra, deve-se seguir o disposto na NBR
6023:

Elemento Local na NBR 6023


Título p. 16 – Item 8.2.6
Local de publicação (Cidade) p. 16 – Itens 8.4.3 e 8.4.4
Responsável pela publicação (Editora) p. 17 – Itens 8.5 e 8.5.2
Data de publicação p. 17 – Item 8.6.2

Quadro 3 – Localização de elementos essenciais na NBR 6023

Para referências de fontes da internet, basta elaborar a referência da obra e,


obrigatoriamente, acrescentar dois elementos:

Disponível em: <endereçocompletodafonte>. Acesso em: dia mês (abreviado) ano.

Exemplos:
KANITZ, Stephen. A era do administrador. Veja, São Paulo, ano 38, n. 1, p. 25, 05
jan. 2005. Disponível em: <http://www.kanitz.com.br/veja/administrador.asp>. Acesso
em: 12 fev. 2007.

PAMPLONA FILHO, Rodolfo. Noções conceituais sobre o assédio moral na relação


de emprego. Jus Navigandi, Teresina, ano 10, n. 1149, 24 ago. 2006. Disponível
em: <http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=8838>. Acesso em: 13 fev. 2007.

AS 3 DICAS IMPORTANTES PARA ELABORAR REFERÊNCIAS:

1º passo
Identificar a entrada da obra.

2º passo
Identificar o título da obra.

3º passo
Identificar do que se trata a obra – consultar índice remissivo
da NBR 6023:2002, p. 23-24.
6.4.2 Glossário
44

Elemento opcional que consiste na elaboração de uma lista, em ordem


alfabética, em que se dá a explicação de palavras obscuras e desusadas ou
expressões técnicas de uso restrito, utilizadas no texto, acompanhadas das
respectivas definições.

6.4.3 Apêndice(s)

Elemento opcional e trata-se de um texto ou documento elaborado pelo autor


do trabalho objetivando complementar sua argumentação, ou seja, é a matéria
suplementar que se junta ao texto de um livro com esclarecimento ou
documentação. Como exemplos, têm-se o questionário aplicado em uma pesquisa
de campo e o roteiro da entrevista realizada com um representante de alguma
organização. São identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e
pelos respectivos títulos, centralizados no topo da página. Exemplos de seções que
contêm títulos de apêndices podem ser observados nos sumários apresentados nas
Figuras 17 e 18.

6.4.4 Anexo(s)

Elemento opcional que é incluso no trabalho. Consiste em um texto,


documento ou imagem não elaborados pelo autor, servindo como fundamentação,
comprovação e ilustração. O conteúdo do anexo deve ser destacado no texto, para
evitar uma ruptura em sua seqüência e continuidade. Sua paginação é progressiva e
deve dar seguimento à do trabalho. Normalmente, os anexos podem se referir a:
a) ilustrações que não são diretamente mencionadas no texto, mas que a
ele dizem respeito;
45

b) descrição de instituições, equipamentos, técnicas e processos,


especialmente em relatórios;
c) material de acompanhamento que não pode ser utilizado no corpo do
trabalho;
d) modelos de fichas, formulários, impressos e etc.;
e) jurisprudências específicas, leis, decretos e afins que não poderiam ser
citados no corpo do trabalho.
Exemplos de seções que contêm títulos de anexos podem ser observados no
sumário apresentado nas Figuras 17 e 18.

6.4.5 Índice

Elemento pós-textual opcional. É uma lista de palavras ou expressões,


ordenadas segundo determinado critério (o mais comum é a ordem alfabética) que
localiza e remete para as informações contidas no texto. Também é conhecido como
índice remissivo.

6.5 FORMAS DE CITAÇÃO DAS FONTES CONSULTADAS

De acordo com a ABNT (2002, p. 1-2):


3.1 citação: menção de uma informação extraída de outra fonte.
3.2 citação de citação: citação direta ou indireta de um texto em que não se
teve acesso ao original.
3.3 citação direta: transcrição textual de parte da obra do autor consultado.
3.4 citação indireta: texto baseado na obra do autor consultado.

Quando se comenta sobre fontes citadas, na verdade estão sendo abordados


os meios que o pesquisador utilizou para elaborar sua pesquisa: livros, revistas,
jornais, artigos, entrevistas, internet, etc. Para Mezzaroba e Monteiro (2004, p. 272)
“todas as informações incluídas no texto a partir de outras fontes [...] deverão ser
claramente citadas de alguma forma.”
46

Ao contrário do que alguns pesquisadores acreditam, as informações


consultadas não se referem apenas a textos, mas também a entrevistas gravadas,
palestras assistidas, filmes, figuras, fotografias, pinturas, retratos, gráficos, quadros,
mapas, plantas, fluxogramas, organogramas e etc.
Para indicar as fontes consultadas na elaboração de uma pesquisa, a ABNT
recomenda a utilização de apenas um dos seguintes sistemas de citação: numérico
ou autor-data. Os dois sistemas não podem ser utilizados simultaneamente no
mesmo trabalho, pois o pesquisador deverá obrigatoriamente optar por um deles e
aplicá-lo ao longo de todo o seu trabalho científico.
Entretanto, a partir das observações em outras turmas, com diversos
estudantes e pesquisadores, a grande maioria prefere o sistema autor-data, por ser
muito mais fácil de ser utilizado. Além disso, a própria ABNT utiliza a maior parte dos
exemplos com o sistema autor-data.

6.5.1 Sistema autor-data

Nesse sistema, na indicação da fonte deverão constar três elementos?


a) o sobrenome do autor ou o nome da instituição responsável ou o título da
obra (podem vir fora ou dentro dos parênteses);
b) a data de publicação da obra (sempre vem dentro dos parênteses), e;
c) a página de onde foi retirada a informação (sempre vem dentro dos
parênteses).
As referências completas deverão constar em lista separada, ao final do
trabalho. Importante destacar que o sistema autor-data permite o uso de uma única
lista de referências, integrando todas as obras citadas.
47

Localização
Fora dos parênteses Dentro dos parênteses
(pode vir antes ou depois do (sempre vem depois do trecho citado e
Tipo de trecho citado) no final da frase)
Entrada

Pamplona Filho (2005) (PAMPLONA FILHO, 2005).


Autor pessoal OU OU
Marimpietri (2001, p. 21) (MARIMPIETRI, 2001, p. 21).

Associação Brasileira de Normas (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE


Técnicas (2002, p. 1-2) NORMAS TÉCNICAS, 2002, p. 1-2)
Autor entidade
OU OU
Revista Aprender (2005, p. 56) (REVISTA APRENDER, 2005, p. 56).

Título Diagnóstico... (1993, p. 152) (DIAGNÓSTICO... , 1993, p. 152).

Quadro 4 – Exemplo de indicação da forma e localização da fonte citada

6.5.2 Citação direta curta (texto copiado com até três linhas)

O texto transcrito deve vir dentro do parágrafo, entre aspas duplas e com a
indicação da página (exceto para textos da internet ou fontes eletrônicas que não
vierem com a indicação da página).

a) Exemplos com 1 autor (entrada = autor pessoal)

Segundo Pamplona Filho (2005) “a competência material natural, também conhecida


como originário ou específica, nada mais era do que a atribuição da Justiça do
Trabalho para conhecer e julgar os dissídios individuais e coletivos entre
trabalhadores e empregadores.”
OU
“A competência material natural, também conhecida como originário ou específica,
nada mais era do que a atribuição da Justiça do Trabalho para conhecer e julgar os
dissídios individuais e coletivos entre trabalhadores e empregadores”, como afirma
Pamplona Filho (2005).
OU
48

“A competência material natural, também conhecida como originário ou específica,


nada mais era do que a atribuição da Justiça do Trabalho para conhecer e julgar os
dissídios individuais e coletivos entre trabalhadores e empregadores.” (PAMPLONA
FILHO, 2005).

Para Marimpietri (2001, p. 21), “o produto pode ser defeituoso por problemas na sua
constituição, no armazenamento ou mesmo por falta de instrução adequada ao uso,
tais como manuais, rótulos, bulas ou equivalentes.”
OU
“O produto pode ser defeituoso por problemas na sua constituição, no
armazenamento ou mesmo por falta de instrução adequada ao uso, tais como
manuais, rótulos, bulas ou equivalentes”, como discute Marimpietri (2001, p. 21).
OU
“O produto pode ser defeituoso por problemas na sua constituição, no
armazenamento ou mesmo por falta de instrução adequada ao uso, tais como
manuais, rótulos, bulas ou equivalentes.” (MARIMPIETRI, 2001, p. 21).

b) Exemplos com 2 autores (entrada = autor pessoal)

De acordo com Marconi e Lakatos (2001, p. 15) “a leitura constitui-se em um dos


fatores decisivos do estudo e imprescindível em qualquer tipo de investigação
científica.”
OU
“A leitura constitui-se em um dos fatores decisivos do estudo e imprescindível em
qualquer tipo de investigação científica”, na visão de Marconi e Lakatos (2001, p.
15).
OU
“A leitura constitui-se em um dos fatores decisivos do estudo e imprescindível em
qualquer tipo de investigação científica.” (MARCONI; LAKATOS, 2001, p. 15).

c) Exemplos com 3 autores (entrada = autor pessoal)


49

De acordo com Saraiva, Pimenta e Corrêa (2002, p. 46), “sem dúvida, o meio no
qual as organizações estão inseridas atua como um configurador da sua gestão.”
OU
“Sem dúvida, o meio no qual as organizações estão inseridas atua como um
configurador da sua gestão”, como afirmam Saraiva, Pimenta e Corrêa (2002, p. 46).
OU
“Sem dúvida, o meio no qual as organizações estão inseridas atua como um
configurador da sua gestão.” (SARAIVA; PIMENTA; CORRÊA, 2002, p. 46).

d) Exemplos com 4 autores ou mais (entrada = autor pessoal)

De acordo com Santos e outros (2002, p. 41) “o trabalho científico deve ser
previamente dimensionado, deve ser planejado”.
OU
“O trabalho científico deve ser previamente dimensionado, deve ser planejado”, de
acordo com Santos e outros (2002, p. 41).
OU
“O trabalho científico deve ser previamente dimensionado, deve ser planejado.”
(SANTOS et al, 2002, p. 41).

6.5.3 Citação direta longa (texto copiado igual ou acima de 4 linhas)

Deve vir:
a) em parágrafo separado do texto;
b) sem aspas e com a indicação da página (exceto para textos da internet ou outras
fontes eletrônicas em que não há indicação da página);
c) tamanho da fonte menor que 12. Sugere-se a utilização de fonte tamanho 10;
d) espacejamento simples;
e) com recuo de 4 cm na margem esquerda;
Obs.: os sobrenomes dos autores, o nome da instituição responsável ou o título da
50

obra podem vir fora ou dentro dos parênteses.

a) Exemplo com 1 autor FORA dos parênteses

Pamplona Filho (2005) comenta que:

Para aqueles mais conservadores, tal modificação não teria vindo em


benefício da sociedade, pois influenciaria negativamente na celeridade
processual, tão prestigiada no processo trabalhista, uma vez que a
ampliação da atuação jurisdicional impediria que os magistrados pudessem
se dedicar da mesma forma de outrora à solução das lides.

OU

Sobre o vício do produto, vale trazer à baila o que dispõe Marimpietri (2001, p. 21):

O produto pode ser defeituoso por problemas na sua constituição, no


armazenamento ou mesmo por falta de instrução adequada ao uso, tais
como manuais, rótulos, bulas ou equivalentes. No primeiro caso, a
responsabilidade é unicamente do fabricante, uma vez que não seria cabível
a regra da responsabilidade solidária do art. 7º, pois, em tese, o vício foi
causado apenas pelo fabricante.

b) Exemplo com 1 autor DENTRO dos parênteses


Ainda discutindo sobre a ampliação da atuação da justiça do trabalho:

Para aqueles mais conservadores, tal modificação não teria vindo em


benefício da sociedade, pois influenciaria negativamente na celeridade
processual, tão prestigiada no processo trabalhista, uma vez que a
ampliação da atuação jurisdicional impediria que os magistrados pudessem
se dedicar da mesma forma de outrora à solução das lides. (PAMPLONA
FILHO, 2005).
OU
Sobre o vício do produto, vale trazer à baila a seguinte afirmação:

O produto pode ser defeituoso por problemas na sua constituição, no


armazenamento ou mesmo por falta de instrução adequada ao uso, tais
como manuais, rótulos, bulas ou equivalentes. No primeiro caso, a
responsabilidade é unicamente do fabricante, uma vez que não seria cabível
a regra da responsabilidade solidária do art. 7º, pois, em tese, o vício foi
causado apenas pelo fabricante. (MARIMPIETRI, 2001, p. 21).

Obs.: as ocorrências com 2, 3 ou mais autores obedecem à mesma sistemática dos


51

exemplos anteriores.

6.5.4 Citação indireta (paráfrase)

Considera-se paráfrase toda menção a uma obra onde o texto é interpretado


e reescrito com outras palavras, mantendo-se o significado original e não
contradizendo o autor. Na paráfrase não se utilizam aspas, e a indicação da página
é opcional. Apesar disso, sugere-se a indicação da página mesmo nas citações
indiretas, pois garante ao autor e ao leitor a origem e a fidelidade à fonte consultada.
Para ilustrar como deve ser realizada uma citação indireta (paráfrase), são
apresentados, a seguir:
- um exemplo de citação direta longa, na qual foram copiados ipsis litteris
trechos de uma obra;
- uma interpretação (paráfrase) correta do trecho copiado, e;
- uma paráfrase incorreta.

a) Exemplo de citação direta longa

O produto pode ser defeituoso por problemas na sua constituição, no


armazenamento ou mesmo por falta de instrução adequada ao uso, tais
como manuais, rótulos, bulas ou equivalentes. No primeiro caso, a
responsabilidade é unicamente do fabricante, uma vez que não seria cabível
a regra da responsabilidade solidária do art. 7º, pois, em tese, o vício foi
causado apenas pelo fabricante. Entretanto, provada a falha na elaboração
e também no acondicionamento do produto, aplica-se o art. 7º.
Caso o produto saia da fábrica perfeito (e o fabricante provar esse fato) e a
falha surgir na comercialização, responde apenas o comerciante, pois o
fabricante estaria coberto pelo art. 12, § 3º, inc. III, do CDC, onde se
configura como excludente de responsabilidade a culpa exclusiva de
terceiro. [...]
Por fim, até mesmo por falta de informação (mesmo estando o produto
perfeito) pode responder o fornecedor/fabricante. Todas as informações
sobre o produto, sua constituição e sua correta utilização, por mais
elementares que possam parecer (ex.: dizer que um spray para matar
insetos é tóxico ou como usar um shampoo), devem acompanhar o produto
de forma clara e ostensiva, sob pena de ser penalizado o fornecedor, de
acordo com os arts. 6º, II e III, e 8º. (MARIMPIETRI, 2001, p. 21-22).

b) Exemplo de citação indireta (paráfrase) bem elaborada do trecho acima


52

Pode-se observar, a partir da leitura de Marimpietri (2001, p. 21-22), que o defeito


em um produto pode ser de responsabilidade do seu fabricante ou do comerciante, a
depender de dois fatores: do estado em que este bem tenha saído da fábrica e da
disponibilização de informações sobre o produto anexas à ele.

c) Exemplo de citação indireta (paráfrase) incorreta

Pode-se observar, a partir da leitura de Marimpietri (2001, p. 21), que o produto pode
ser defeituoso por problemas na sua composição, na armazenagem ou mesmo por
falta de informação adequada ao uso, como no manual, na bula, no rótulo. Na
primeira situação, a responsabilidade é apenas do fabricante, pois não caberia a
regra da responsabilidade solidária do art. 7º, pois, em tese, o vício foi causado
apenas por quem fabricou o produto. No entanto, provada a falha na elaboração e
também no acondicionamento do produto, pode-se aplicar o art. 7º.
Ainda de acordo com Marimpietri (2001, p. 21), se o produto sair da fábrica perfeito,
com o fabricante provando isso) e o defeito surgir na comercialização, apenas o
comerciante responde, pois o fabricante estaria respaldado pelo art. 12, 3º, inc. III,
do CDC, no qual se configura como excludente de responsabilidade a culpa
exclusiva de terceiro.
Em terceiro e último caso, mesmo por falta de informação o fornecedor/fabricante
pode responder. As informações completas sobre o produto, sua composição e sua
adequada utilização, por mais claras que possam parecer, devem acompanhar o
produto de forma clara, sob o risco de ser responsabilizado o fornecedor, em
consonância com os arts. 6º, II e III, e 8º. (MARIMPIETRI, 2001, p. 21-22).

6.5.5 Citação de citação

Ocorre quando não se tem acesso à fonte original das informações. É como
se fosse uma troca triangular de informações. Na Figura 1, por exemplo, observa-se
que BARROS se refere ao autor da obra que está sendo elaborada. Ao pesquisar as
53

informações para sua obra, BARROS encontrou dados importantes na obra de


MARIMPIETRI, mas estes dados foram obtidos por MARIMPIETRI na obra de
FILOMENO. O mais correto seria BARROS, como bom pesquisador, encontrar a
obra de FILOMENO para “beber da fonte”, ou seja, consultar as informações
diretamente do autor que as elaborou primeiro.

BARROS
Figura 22 – Representação gráfica da citação de citação
Para elaborar uma citação de citação, deve-se utilizar o termo “apud”, que
significa “citado por, conforme, segundo”. A citação de citação depende da
ocorrência de uma citação direta (curta ou longa) ou de uma citação indireta
(paráfrase).
O sobrenome do autor, a entidade ou o título que forem citados podem vir
PROCESSO
dentro ou fora dos parênteses. DE
PESQUISA

a) Exemplos de citação de citação (direta curta) com nome do autor fora dos
MARIMPIETRI FILOMENO
parênteses

Segundo Filomeno (1997, p. 44 apud MARIMPIETRI, 2001, p. 20) produto “é


qualquer objeto de interesse em dada relação de consumo e destinado a satisfazer
uma necessidade do adquirente como destinatário final.”
OU
54

O produto “é qualquer objeto de interesse em dada relação de consumo e destinado


a satisfazer uma necessidade do adquirente como destinatário final”, segundo
afirmação de Filomeno (1997, p. 44 apud MARIMPIETRI, 2001, p. 20).

b) Exemplo de uma citação de citação (direta curta) com nome do autor dentro
dos parênteses

O produto “é qualquer objeto de interesse em dada relação de consumo e destinado


a satisfazer uma necessidade do adquirente como destinatário final.” (FILOMENO,
1997, p. 44 apud MARIMPIETRI, 2001, p. 20).

c) Exemplo de uma citação de citação (direta longa) com nome do autor fora
dos parênteses

Nascimento (1996 apud PAMPLONA FILHO, 2005) comenta que assim se abre:
Uma perspectiva larga, sabendo-se que, na execução de sentenças, a
Justiça do Trabalho vê-se diante de questões que envolvem a aplicação do
Direito Comercial, Civil, Administrativo, e outros setores do Direito positivo,
porque da penhora de bens pode resultar inúmeras questões de natureza
patrimonial. A penhora é o momento em que, diante da atuação da lei no
mundo físico, surgem problemas sobre as condições em que se encontram
os bens penhorados, alguns onerados com hipoteca, penhor, alienação
fiduciária, responsabilidade dos sócios, sucessão, arrematação,
adjudicação, remição etc., questões que o Juiz do Trabalho terá de resolver,
e para as quais é competente para executar as sentenças da Justiça do
Trabalho.

7 DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

Todos os casos especiais ou excepcionais serão decididos pela Coordenação


do Curso de Direito da Fabac.
55

REFERÊNCIAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 10520.


Informação e documentação – Citações em documentos – Apresentação. Rio de
Janeiro, ago. 2002a.

______. NBR 14724. Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos –


Apresentação. Rio de Janeiro, dez. 2005.

______. NBR 6023. Informação e documentação – Referências – Elaboração. Rio


de Janeiro, ago. 2002b.

______. NBR 6024. Informação e documentação – Numeração progressiva das


seções de um documento escrito – Apresentação. Rio de Janeiro, maio 2003a.

______. NBR 6027. Informação e documentação – Sumário – Apresentação. Rio de


Janeiro, maio 2003b.

______. NBR 6028. Informação e documentação – Resumo – Apresentação. Rio de


janeiro: nov. 2003c.

BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Portaria n. 003, de 09 jan. 1996.


Altera o art. 16 da Portaria n. 1.886 de 30 de dezembro de 1994, que trata das
diretrizes curriculares dos cursos jurídicos. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 10
jan. 1996. Disponível em: <http://www.prolei.inep.gov.br/exibir.do?URI=http%3A%2F
%2Fwww.ufsm.br%2Fcpd%2Finep%2Fprolei%2FDocumento
%2F91830311194472705>. Acesso em: 10 fev. 2009.

______. Ministério da Educação e do Desporto. Portaria n. 1.252 de 21 de junho de


2001. Trata das diretrizes curriculares e da obrigatoriedade somente aos alunos
matriculados, a partir de 1998, nos cursos jurídicos de instituições de ensino
credenciadas por este Ministério. Revoga o art. 16 da Portaria n. 1.886, de 30 de
dezembro de 1994 e a Portaria n. 003, de 9 de janeiro de 1996. Diário Oficial da
União, Brasília, DF, 22 jun. 2001. Disponível em:
<http://www.prolei.inep.gov.br/anexo.do?URI=http%3A%2F%2Fwww.ufsm.br%2Fcpd
%2Finep%2Fprolei%2FAnexo%2F-8545798804614377337>. Acesso em: 05 fev.
2009.

______. Ministério da Educação e do Desporto. Portaria nº 1.886, de 30 dezembro


de 1994. Fixa as diretrizes curriculares e o conteúdo mínimo do curso jurídico.
56

Diário Oficial da União, Brasília, DF, 04 jan. 1995. Disponível em:


<http://www.prolei.inep.gov.br/anexo.do?URI=http%3A%2F%2Fwww.ufsm.br%2Fcpd
%2Finep%2Fprolei%2FAnexo%2F494369810558357424>. Acesso em: 04 fev. 2009.

FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE).


Normas de apresentação tabular. 3. ed. Rio de Janeiro, 1993. Disponível em:
<http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/monografias/visualiza_colecao_digital.php?
titulo=Normas%20de%20apresenta%C3%A7%C3%A3o
%20tabular&link=Normas_de_Apresentacao_Tabulares#>. Acesso em: 21 jul. 2008.

LUBISCO, Nídia Maria Lienert; VIEIRA, Sônia Chagas; SANTANA, Isnaia Veiga.
Manual de estilo acadêmico: monografias, dissertações e teses. 4. ed. rev. e ampl.
Salvador: Edufba, 2008.

SANTOS, Ariane Reis. O estilo de liderança na Superintendência de Orçamento


Público (SPO) do Governo do Estado da Bahia. 2008. 25 f. Trabalho de
Conclusão de Curso (Graduação em Administração) – Faculdade Baiana de
Ciências, Salvador, 2008.
57

APÊNDICE A – Exemplos de títulos de monografias elaboradas por outros


pesquisadores em cursos de graduação de Direito

- (In)aplicabilidade da convenção n. 158 da OIT no ordenamento jurídico


brasileiro
- Uma análise critica sobre o novo livro de execuções
- 10 anos de agências reguladoras no Brasil: uma análise crítica
- A (In)Constitucionalidade dos crimes contra as relações de consumo no
Código de Defesa do Consumidor
- A (in)eficiência da súmula vinculante na desburocratização do Poder
Judiciário
- A adequação do registro civil do transexual em face do princípio da dignidade
da pessoa humana
- A adoção nos casos de união homoafetiva
- A análise da constitucionalidade da Lei 11.277 de 8 de fevereiro de 2006
- A aplicabilidade da denunciação da lide nas ações de responsabilidade civil
do Estado: desnecessidade de ação regressiva autônoma
- A boa fé nos contratos de seguro: seguradora X segurado.
- A cessão dos direitos autorais face a disponibilidade dos direitos da
personalidade.
- A desaposentação no Direito brasileiro
- A desapropriação para fins urbanísticos no Município de Salvador: percalços
no processo judicial
- A despedida do Empregado Público e a motivação administrativa.
- A disciplina jurídica da parassubordinação
- A disciplina jurídica da reparação dos danos morais nos acidentes de
trabalho.
- A discricionariedade administrativa diante dos conceitos indeterminados.
- A excussão do bem de família do fiador na lei 8.009/90
- A execução nas ações civis públicas de proteção ao meio ambiente.
- A falência do sistema prisional
- A flexibilização da soberania
- A função fiscalizadora do Poder Legislativo
58

- A guarda compartilhada nos processos litigiosos


- A guarda de filhos e suas novas perspectivas
- A ilegitimidade do Supremo Tribunal Federal para exercer o controle
concentrado de constitucionalidade
- A inconstitucionalidade do § 1º do art. 150 da CF/88 e o principio da
noventena no Imposto sobre a Renda de Pessoas Físicas
- A indenização por dano moral e a incidência do imposto de renda: uma
análise à luz da constituição
- A indústria do dano moral no direito do consumidor
- A Inseminação artificial post mortem e o direito sucessório
- A mitigação do livre convencimento do juiz do 1º grau
- A nova lei de licitações do Estado da Bahia: uma análise constitucional crítica
- A posição da vítima no sistema legal garantista
- A prescrição intercorrente no direito do trabalho: enfoque na Lei 11.232/05
- A prescrição intercorrente no Processo Tributário
- A prisão preventiva e a garantia da ordem pública
- A progressividade e o IPTU
- A publicidade dos atos processuais prejudica ou contribui para o Processo
Penal
- A regulação do serviço público de energia elétrica: inconstitucionalidades e
incoerências do modelo
- A renúncia no direito sucessório: renúncia abdicativa X renúncia translativa
- A repercussão do mandado de segurança utilizada contra as decisões
previstas no art. 527, I, do CPC
- A responsabilidade civil do Estado pela demora da prestação jurisdicional
- A responsabilidade civil do Estado pelo silêncio da Administração Pública
- A responsabilidade pré-contratual na relação de emprego
- A Súmula Impeditiva de Recursos
- A tutela antecipada do pedido incontroverso da demanda: natureza jurídica da
decisão que a concede
- A utilização do processo eletrônico como instrumento para a celeridade da
prestação jurisdicional (peticionamento, acompanhamento e publicação)
- A vedação da liberdade provisória à luz da constituição
59

- A viabilidade político-jurídica da adoção do sistema parlamentarista no Brasil


- Ação preferencial e o direito de voto na sociedade anônima
- Ação rescisória: execução da sentença procedente
- Ações afirmativas e o sistema de cotas nas Universidades Baianas
- Adoção Internacional
- Adoção internacional: supremacia do Estado X dignidade da criança e do
adolescente
- Afastamento de prefeitos no Decreto-Lei 201/67
- Agente infiltrado nas organizações criminosas
- Alcoolismo e embriaguez habitual: doença ou justo motivo para extinção do
contrato?
- Análise da repressão e prevenção do genocídio.
- Análise externa do Direito e o ordenamento jurídico
- Aplicação da Lei 9.099/95 na Justiça Castrense
- Aplicação do principio da insignificância nos crimes contra a Administração
Pública
- Artigos 1º e 2º da lei de crimes tributários: distinção
- As ações possessórias na Justiça do Trabalho a luz da EC n. 45/2004
- Aspectos críticos da lei de Bio Segurança
- Aspectos Jurídicos do Acordo de Acionistas
- Aspectos penais da embriaguez em face da adoção da teoria da actio libera in
causa pelo ordenamento jurídico brasileiro
- Aspectos Polêmicos Ético-legais da Lei 9.434, de 04 de fevereiro de 1997,
regulamentada pelo Decreto n. 2.268, de 30 de junho de 1997 e alterada pela Lei n.
10.211, de 23 de março de 2001
- Astrientes: efetividade da tutela antecipatória
- Celeuma jurídica no contrato de gestação por outrem
- Colisão de direitos fundamentais: privacidade X liberdade de expressão
- Concretização dos direitos sociais
- Contrato de licença de uso da imagem de um atleta profissional de futebol:
contrato civil ou contrato trabalhista?
- Controle de constitucionalidade das medidas provisórias
- Controle e fiscalização das ONGs: situação no Município de Salvador
60

- Controvérsias acerca da inseminação artificial heteróloga e o direito de


filiação
- Criação de órgãos para transplantes e a lei de biossegurança
- Cumprimento de sentença: o novo regime de execução da sentença no
processo civil que condena a pagar quantia certa
- Da (in)exigibilidade da carência em relação aos benefícios por incapacidade
- Da necessidade do esgotamento das vias administrativas nos crimes contra a
ordem tributária
- Dano moral por abandono
- Das conseqüências para o segurado, diante da competência para julgar as
ações acidentárias perante a Previdência Social
- Déficit democrático na União Européia
- Desbiologização do Direito de família X Direito a origem genética
- Despedida discriminatória do empregado portador de doença grave: danos e
possíveis reparações jurídicas
- Devido processo legal e a celeridade processual
- Direito à filiação e a reprodução assistida
- Direito autoral, propriedade e o direito à informação
- Direito de imagem e direito de arena na relação de emprego do atleta
profissional de futebol
- Direito e cidadania: por uma educação jurídica fundamental nas instituições
de ensino médio
- Direito e holismo: uma proposta para o ensino jurídico
- Direito e imprensa: a questão do sigilo da fonte jornalística
- Direito Internacional Tributário: uma análise da legislação brasileira dos
preços de transferência
- Discriminação limitativa do acesso ao emprego
- Efeitos da declaração de inconstitucionalidade no Direito Tributário
- Efeitos patrimoniais decorrentes da união homoafetiva
- Efetividade do controle da Administração Pública pelos Tribunais de Contas
- Exculpação supralegal: aspectos dogmáticos relevantes.
- Execução antecipada da pena e sua afetação aos princípios constitucionais
- Execução provisória trabalhista: danos e possíveis reparações.
61

- Federalização dos crimes contra os direitos humanos


- Gravames, circulação da riqueza e constitucionalidade.
- Impedimento matrimonial crime à luz do art. 5º, XLVII, b: sanção perpétua?
- Imposto sobre a renda pode incidir sobre proventos advindos de indenização
- Improbidade administrativa no âmbito da Administração Pública Municipal
- Juiz arbitral: constitucionalidade e natureza jurídica
- Julgamento antecipado da lide nos Juizados Especiais Cíveis à luz dos
princípios da Lei 9.099/95
- Lei 11.276/06, Súmula Impeditiva de Recurso. Uma ofensa ao princípio do
Duplo Grau de Jurisdição?
- Licenciamento Ambiental
- Limites da eficácia horizontal dos direitos fundamentais
- Limites e possibilidades da tutela jurisdicional do direito à saúde.
- Limites impositivos da boa fé no processo civil: um reproche à conclusão
processual e às demandas fundadas em alegações inverídicas
- Mutação constitucional e atividade interpretativa do juiz
- Normas anti-elisivas
- Novos rumos da adoção de maiores
- Novos rumos do planejamento familiar no Brasil: uma análise critica à luz dos
direitos sexuais e reprodutivos no ordenamento jurídico
- O acesso ao emprego pelo estrangeiro
- O aspecto da soberania no século XXI
- O bloqueio on line e as atividades hospitalares
- O Código de Defesa do Consumidor na defesa do fornecedor
- O comércio eletrônico internacional
- O conceito de sentença trazido pela Lei n. 11.232, de 22 de dezembro de
2005
- O Conselho Nacional de Justiça e o Estado Democrático de Direito
- O constitucionalismo de dominação
- O controle misto de constitucionalidade
- O descumprimento da transação penal: conseqüências.
- O direito de superfície como meio de funcionalização da propriedade
- O direito sucessório na união homoafetiva: uma análise critica constitucional
62

- O documento eletrônico como meio de prova


- O equilíbrio entre o acesso às produções científicas e o direito à patente.
- O Estatuto da Cidade como instrumento de justiça social
- O interrogatório como meio de defesa e meio de prova no processo penal
- O menor infrator e a redução da imputabilidade penal
- O papel do conselho de segurança da ONU na manutenção da paz e
segurança internacionais
- O poder institucional e normativo dos conselhos de classe profissionais
- O poder normativo das agências reguladoras
- O prazo prescricional na ação de indenização decorrente de acidente do
trabalho após o advento da EC 45/04
- O principio da obrigatoriedade na Lei 9.099/95
- O princípio do contraditório nas tutelas de urgência – cautelares e
antecipatórias de mérito.
- O principio do promotor natural
- O processo penal e o papel da vítima.
- O projeto de Constituição e seus reflexos nos contornos jurídicos da União
Européia
- O regime jurídico das gueltas
- Os depósitos bancários de pessoas físicas como base para a presunção legal
de omissão de rendimentos
- Os limites de atuação do Conselho Nacional de Justiça
- Os limites do Poder de efetivação das prestações de pagar quantia certa
- Os limites fáticos à consecução dos direitos fundamentais
- Os limites na aplicação da fungibilidade entre as tutelas de urgência.
- Parcerias Público Privadas (PPP) na gestão de unidades prisionais brasileiras
- Planejamento sucessório
- Poder de Policia: entre discricionariedade e a arbitrariedade
- Poder investigatório do Ministério Púbico
- Políticas Públicas de combate à evasão escolar
- Propriedade intelectual e função social
- Propriedade intelectual e software livre
- Psicografia como meio de prova no Processo Penal
63

- Público, privado e estatal: reestruturação conceitual e reclassificação dos


bens
- Re(leitura) do direito do réu sob custódia cautelar à razoável duração do
Processo Penal
- Reflexos da utilização de câmeras de vigilância no âmbito trabalhista
- Relativização da coisa julgada
- Responsabilidade civil do Estado pela produção normativa do Poder
Legislativo
- Responsabilidade civil do médico: uma análise à luz do art. 21 do Código Civil
- Responsabilidade civil pré-contratual e a boa fé objetiva: o comportamento
concludente nas relações negociais
- Rumos jurídicos da pesquisa e utilização de células-tronco
- Substituição processual no processo do trabalho
- Suspensão de serviços públicos essenciais por inadimplemento: ofensa ao
princípio da dignidade da pessoa humana
- Trabalho doméstico: razões jurídicas para um tratamento diferenciado
- Tratamento diferenciado dado pelo Código Civil ao companheiro(a), em
relação ao cônjuge, na sucessão mortis causa
64

APÊNDICE B – Modelo do Termo de Entrega de Trabalho Monográfico

GRUPO UNIVERSITÁRIO MAURÍCIO DE NASSAU


FACULDADE BAIANA DE CIÊNCIAS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DIREITO

TERMO DE ENTREGA DE TRABALHO MONOGRÁFICO

Eu, ___________________________________________, na condição


de professor(a) desta Instituição de Ensino Superior, lotado(a) no Curso
de Direito, encaminho o(a) discente
_________________________________________________________,
como meu(minha) orientando(a), para depositar as três vias (impressas)
do seu trabalho monográfico junto à Coordenação do Curso de Direito,
cujo trabalho tem como título
__________________________________________________________
__________________________________________________________
_________________________________________________________,
devendo obedecer aos prazos para a apresentação dos trabalhos,
encerrando-se quando da conclusão das atividades da banca
examinadora, a qual presidirei e, após ajustes finais do(a) orientado(a),
registrar a nota devida na caderneta da disciplina de Monografia Jurídica
II.

Lauro de Freitas, Bahia, ____ / ____ / ______.

____________________________________________
Professor(a)
65

APÊNDICE C – Modelo do Termo de Depósito de Trabalho Monográfico

GRUPO UNIVERSITÁRIO MAURÍCIO DE NASSAU


FACULDADE BAIANA DE CIÊNCIAS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO

TERMO DE DEPÓSITO DE TRABALHO MONOGRÁFICO

Recebi do(a) estudante ______________________________________


__________________________________________________________
a versão final do trabalho monográfico (em meio magnético, gravado em
Adobe Reader – PDF) cujo título é
__________________________________________________________
__________________________________________________________
__________________________________________________________
______________________________________.

Lauro de Freitas, Bahia, ____ / ____ / ______.

____________________________________________
Luis Gustavo Vilas Boas de Sena
Coordenação de Curso
66

APÊNDICE D – Exemplo de identificação para a capa do estojo do CD-ROM do


trabalho monográfico

GRUPO UNIVERSITÁRIO MAURÍCIO DE NASSAU


FACULDADE BAIANA DE CIÊNCIAS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO

Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

Título: XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

Autor: XXXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX

Lauro de Freitas, Bahia


08 de fevereiro de 2009

Figura 23 – Exemplo de capa do estojo do CD-ROM com título do trabalho, nome do(a) estudante e
data não preenchidos
67

APÊNDICE E – Exemplo de adesivo de identificação para o CD-ROM do


trabalho monográfico

GRUPO UNIVERSITÁRIO MAURÍCIO DE NASSAU


FACULDADE BAIANA DE CIÊNCIAS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO

Lauro de Freitas, Bahia


08 de fevereiro de 2009

Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

Título: XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

Autor: XXXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX

Figura 24 – Exemplo de adesivo com data, título do trabalho e nome do(a) estudante não preenchidos