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Trabalho “Sociologia dos Meios de Comunicação”

Turma Professor
Pedagogia I – 4º Periodo Rodolpho
Data Valor Média
22/11/2018 15,0 9,0
Aluno (a) Kathryn Barbosa Caldeira Nota
15,0
Instruções: Faça letra legível; Para ter direito à revisão, use caneta azul ou preta; Não utilize corretivo – basta riscar e colocar entre
parêntesis o que está errado; Procure responder sempre dentro dos espaços correspondentes; Casos de plágio receberão nota zero. Bom
trabalho!
Legenda dos comentários: E - excelente; MB – muito bom; MF – mal formulado; F – fuga do que foi questionado; I – incompleto; LI – letra
incompreensível; Q – coloquialismo; CI – uso de conceito inadequado, L – uso de lápis.

a) (5,0) Em relação ao uso de novas tecnologias de comunicação, cite e explique pelo menos um desafio recente
para a relação professor-aluno.

Um desafio para a relação professor-aluno, advindo da realidade virtual onde as informações são comunicadas de
forma instantânea, tornando difícil o professor ser ouvido. “A análise lenta de um texto ou de uma questão de
geometria está muito distante de tudo”, a disputa por atenção entre o professor e os meios tecnológicos é
constante. A desmotivação do aluno acontece por muitas vezes o professor não ter uma didática que cativa o
interesse do aluno, fazendo que para muitos (para não dizer todos), a vontade de ler um texto se perde na
facilidade de encontrar as informações de forma fácil e sucinta na internet, através de dois cliques do mouse.
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b) (10,0) A partir da aula e da leitura dos textos, indique dois argumentos a favor e dois contrários ao projeto de
lei “Escola Sem Partido”.

A respeito do projeto de lei “Escola Sem Partido” podemos identificar como argumentos a favor que os alunos não
são influenciados por um professor que se sente contrariado pelos alunos ao se falar de política, Karnal em seu
texto comenta que nem as “escolas religiosas que doutrinam para as crenças: os alunos não terminam o ensino médio
piedosos, teólogos ou aspirando à vida contemplativa”. Não temos essa influência e mesmo se tivéssemos ela é de um
grau infinitamente menor do que as pessoas imaginam. Temos também que, não são os professores doutrinadores que
defendem um partido que irá definir uma eleição, Karnal questiona “Quem você, no fundo, imagina que definiu nossa
última eleição? Um professor descontrolado ou grupos de WhattsApp? Livros didáticos ou fake news?”. Num cenário
onde grande parte dos professores defendiam um partido, o candidato eleito foi de um partido totalmente diferente.
Temos que os argumentos contrários ao projeto são que o assunto política será extinto da sala de aula, contudo é
impossível dá uma aula de história sem abordar o cenário político daquela época. Como falar da construção de
Brasília sem mencionar o governo de JK, ou dos anos 60 sem abordar a ditadura militar?. Outro argumento que
tentam defender a respeito deste projeto de lei é que se trata de uma intervenção estatal, Nagib comenta que “o
ensino obrigatório é que é uma gigantesca intervenção estatal na vida de indivíduos e famílias. O projeto apenas
explicita os marcos jurídicos dessa intervenção.” Ou seja, será definido como e qual o grau de interferência que o
Estado poderá ter nas escolas.