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Grupo Águas de Portugal

MANUAL DE ACOLHIMENTO
de Entidades Externas

edição 01-2012
Este manual é para si!
A EPAL, Empresa Portuguesa das Águas Livres, S.A. dá-lhe as boas-vindas.
Concebemos este breve manual para que seja o seu guia nas relações
contratuais com a Empresa, ajudando-nos a cumprir a nossa missão e atingir os
nossos objetivos. Esperamos que o seu uso seja genuinamente útil e devidamente
aplicado.
Apresentação
­­­Manual de Acolhimento de Entidades Externas
1
Missão
A Missão da EPAL é a Prestação de Serviços de Água e a Gestão Sustentável do Ciclo
Urbano da Água, ao longo da sua sequência de atividades e negócios.

Visão
A Visão da EPAL expressa-se em duas linhas de força:
MM Ser Empresa de referência no Setor da Água em Portugal.
MM Orientar-se pelas Melhores Práticas Internacionais.

Política
No enquadramento da sua Missão - Prestação de Serviços de Água e a Gestão Sustentável
do Ciclo Urbano da Água, ao longo da sua sequência de atividades e negócios, - a EPAL
ambiciona ser Empresa de referência no Setor da Água em Portugal e Orientar-se pelas
Melhores Práticas Internacionais, preservando o Recurso Natural primordial de que depen-
de, a Água, promovendo a criação de Valor, a Melhoria Contínua e a Inovação e o Desenvol-
vimento, contribuindo para uma melhor qualidade de vida da Sociedade em que se insere.
Como tal, a EPAL compromete-se com os seguintes princípios que constituem a sua
Política:

MM Desenvolve as suas actividades e presta serviços no quadro de referenciais norma-


tivos e legais do seu Sistema Integrado, organizando, simplificando e optimizando
os processos e recursos, enquanto factores instrumentais de melhoria contínua,
promovendo iniciativas e projectos de desenvolvimento, inovação e investigação
conducentes à eficácia e eficiência do Sistema e da Empresa;
MM Desenvolve o conhecimento e o pleno potencial de todos os colaboradores, essen-
ciais para o reforço de uma cultura de desenvolvimento sustentável do negócio da
Empresa, implementando práticas de acordo com os princípios do Pacto Global das
Nações Unidas;
MM Revê, partilha e trabalha, sistematicamente, os compromissos assumidos com to-
das as partes interessadas, internas e externas, para a satisfação das necessida-
des e expectativas, capacitando as áreas de melhoria identificadas, vocação que
assume como um objectivo de todos os colaboradores;
MM Garante a qualidade do serviço prestado, recorrendo a profissionais qualificados
para a realização das respectivas actividades, e assegura, a partir de Planos, Pro-
cessos e Procedimentos adequados, a garantia e a salvaguarda da qualidade do
seu produto essencial para saúde pública;
MM Cumpre a legislação aplicável e outros requisitos que venha a subscrever e compro-
mete-se a melhorar, continuamente, a eficácia do seu desempenho, assim como
actuar de acordo com o seu Código de Ética e Conduta, bem como com o Plano de
Gestão de Riscos Anti-Corrupção e Infracções Conexas;

A Empresa 3
1
­­­Manual de Acolhimento de Entidades Externas

MM Promove os valores e as preocupações ambientais com o objectivo de contribuir


activa e responsavelmente para um futuro ambientalmente sustentado prevenindo
a poluição e acidentes ambientais graves;
MM Avalia e controla os perigos e riscos ao nível da saúde e segurança dos colaboradores
e de todos os que trabalham para a Empresa, estimulando a sua participação activa
no encontro de soluções que reduzam a possibilidade de danos para a saúde e a
ocorrência de incidentes;
MM Apoia, promove e desenvolve acções socialmente responsáveis, assegurando o
bem-estar dos seus colaboradores, contribuindo para o da sociedade em geral,
reforçando a relação com os seus fornecedores e prestadores de serviços, estimu-
lando a sua adesão e compromisso de respeitar e aplicar práticas de acordo com
estes princípios;
MM Identifica e avalia oportunidades e ameaças no que se refere à sua actividade,
definindo e planeando estratégias e tácticas, de forma a minimizar e mitigar riscos
inerentes a situações de emergência para poder responder a situações de força
maior ou de disrupção, garantindo a continuidade do negócio com base em Planos
de Emergência adequados.

Valores
No seu dia-a-dia a EPAL orienta-se pelos seguintes Valores:

MM A Qualidade, em função da qual se persegue a Inovação, a Modernidade e a Exce-


lência;
MM A Responsabilidade Social na prestação de serviços públicos essenciais;
MM A Sustentabilidade e os propósitos que lhe são inerentes de eficiência na gestão,
de defesa e protecção do ambiente,de respeito pela pessoa humana e de envolvi-
mento da Comunidade;
MM A Orientação para o Cliente, razão de ser da Empresa;
MM A Integridade e a Transparência no modo de estar e nas relações com todas as
partes interessadas;
MM A Competência e o rigor na tomada de decisões e nas acções, estabelecendo a
Confiança como princípio de relação entre a EPAL e os seus diferentes públicos;
MM O respeito e a prática da Legalidade;
MM A Melhoria Contínua da Pessoa, do Saber, dos Processos, das Práticas da Empresa
e da Sociedade.

4 A Empresa
­­­Manual de Acolhimento de Entidades Externas
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Sistema de Abastecimento de Água da EPAL
A EPAL – Empresa Portuguesa das Águas Livres, SA, com sede na Avenida da Liber-
dade, 24, 1250-144 LISBOA, é a sucessora da centenária “Companhia das Águas de
Lisboa, SARL”, que foi concessionária do abastecimento de água a Lisboa, de 1868
até 1974.
O Decreto-Lei nº 230/91, de 21 de Junho, transforma a Empresa Pública em Socie-
dade Anónima de capitais exclusivamente públicos, com a denominação de EPAL –
Empresa Portuguesa das Águas Livres, SA, abreviadamente designada por EPAL, SA e
actualiza os seus Estatutos.
Em 1993, a EPAL é integrada na AdP – Águas de Portugal, SGPS, SA, passando a ser
detida a 100% por este Grupo.
Na cidade de Lisboa, a Empresa assegura a distribuição domiciliária a cerca de 350
mil Clientes. Assim, o seu fornecimento e abastecimento abrange, globalmente, uma
população de cerca de 2,8 milhões de pessoas, através de uma quantidade média
diária de 600 mil m3 de água.

A Empresa 5
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LEIRIA

LEIRIA
OURÉM

OURÉM
ALCOBAÇA
BATALHA
TOMAR
ALCOBAÇA
PORTO
NAZARÉ
DE BATALHA TOMAR
MÓS PORTO
NAZARÉ TORRES
DE ALCANENA NOVAS
MÓS
CALDAS DA TORRES
RAINHA ALCANENA NOVAS
CALDAS DA SANTARÉM
PENICHE ÓBIDOS RAINHA RIO MAIOR
SANTARÉM
PENICHE ÓBIDOS RIO MAIOR
LOURINHÃ CADAVAL
LOURINHÃ CADAVAL

ENTRONCAMENTO
TORRES VEDRAS ALENQUER ENTRONCAMENTO
CARTAXO V. NOVA DA BARQUINHA
TORRES VEDRAS ALENQUER
CARTAXO V. NOVA DA BARQUINHA
CONSTÂNCIA
AZAMBUJA CONSTÂNCIA
AZAMBUJA
MAFRA SOBRAL DE MONTE AGRAÇO
MAFRA SOBRAL DE MONTE AGRAÇO
ARRUDA DOS VINHOS
ARRUDA DOS VINHOS
VILA FRANCA
LOURES VILA FRANCA
SINTRA SINTRA LOURES DE
DE
XIRA XIRA

ODIVELAS
ODIVELAS
AMADORA
AMADORA
CASCAIS CASCAIS OEIRASOEIRAS
LISBOA LISBOA

AQUEDUTO ALVIELA CONCELHOS


CONCELHOS DIRECTAMENTE
DIRECTAMENTE ABASTECIDOS
ABASTECIDOS PELA EPAL
PELA EPAL
AQUEDUTO ALVIELA
ADUTOR CASTELO DO BODE
ADUTOR CASTELO DO BODE CONCELHOS ABASTECIDOS PELA EPAL ATRAVÉS DA ÁGUAS DO OESTE
SISTEMA MÉDIO TEJO CONCELHOS ABASTECIDOS PELA EPAL ATRAVÉS DA ÁGUAS DO OESTE
SISTEMA MÉDIO TEJO
AQUEDUTO TEJO CONCELHOS ABASTECIDOS PELA EPAL ATRAVÉS DA ÁGUAS DO CENTRO
AQUEDUTO TEJO
ADUTOR CIRCUNVALAÇÃO CONCELHOS ABASTECIDOS PELA EPAL ATRAVÉS DA ÁGUAS DO CENTRO
ADUTOR CIRCUNVALAÇÃO
ADUTOR VILA FRANCA de XIRA-TELHEIRAS CONCELHOS ABASTECIDOS PELA EPAL ATRAVÉS DA ÁGUAS DO RIBATEJO
ADUTOR VILA FRANCA de XIRA-TELHEIRAS CONCELHOS ABASTECIDOS PELA EPAL ATRAVÉS DA ÁGUAS DO RIBATEJO

6 A Empresa
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Fábrica de Água da Asseiceira
Junto à Albufeira de Castelo do Bode, na Sub-bacia Hidrográfica do Zêzere, inaugurada em Julho de 1987, actualmente
dimensionada para produzir e tratar 625.000 m3 por dia. (Contrato de Concessão atribuído pela ARHT/2482.09/T/C.CAS)

Fábrica de Água de Vale da Pedra


Na margem direita do Rio Tejo, junto a Valada do Ribatejo, na Bacia Hidrográfica do Tejo, inaugurada em 1940,
actualmente dimensionada para produzir e tratar 220.000 m3 por dia. (Contrato de Concessão ARHT/2486.09/T/C.CAS)

A Empresa 7
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Captações
MM Torre de Captação Superficial na Albufeira de Castelo do Bode
MM Captação Superficial em Valada - RioTejo
MM Captação subterrânea da Ota
MM Captação subterrânea de Alenquer
MM Captação subterrânea de Valadas
MM Captação subterrânea das Lezírias II e III

Tratamento
MM ETA da Asseiceira
MM ETA de Vale da Pedra
MM Estação de Descarbonatação de Alenquer
MM Estações de cloragem nas captações subterrâneas

Transporte
MM 705 km de Adutores
MM 20 Estações de Cloragem
MM 31 Estações Elevatórias
MM 28 Reservatórios
MM 128 Pontos de Entrega a Entidades Gestoras

Distribuição
MM Rede de Distribuição instalada numa área de 85 km2
MM 1.429 km de Condutas
MM 83.395 Ramais de Ligação
MM 13 Reservatórios
MM 10 Estações Elevatórias
MM 5 Estações de Cloragem
MM 4 Zonas Altimétricas
MM 151 Zonas de Medição e Controlo (ZMC)

8 A Empresa
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Captação de Castelo do Bode

Captação de Valada Tejo

A Empresa 9
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­­­Manual de Acolhimento de Entidades Externas

Atividades Complementares
A EPAL tem desenvolvido um conjunto significativo de prestações de serviços, desta-
cando-se:

MM Fiscalização e licenciamento das redes prediais;


MM Assistência técnica domiciliária, compreendendo a leitura e substituição de con-
tadores;

MM Reparação e verificação metrológica de contadores de água, assegurada pela


Oficina e pelo Laboratório de Contadores de Água, que se encontram qualifica-
dos pelo Instituto Português da Qualidade, I.P.;

MM Tratamento de reclamações e atendimento multicanal 24 horas, 365 dias por


ano, tais como Linhas Verdes focalizadas em assuntos específicos (Faltas de
Água, Comunicação de Roturas na Via Pública e Comunicação de Leituras) e o
Site EPAL (www.epal.pt);

MM Controlo diário da qualidade da água, ao longo de todo o Sistema de Abasteci-


mento, assegurado por 3 Laboratórios de Ensaios de Água;

MM AQUAMATRIX, sistema integrado de gestão comercial concebido especifica-


mente para empresas gestoras de água, saneamento e resíduos sólidos, dis-
pondo de soluções para o planeamento e controlo das atividades operacionais
dos serviços a clientes e de interfaces com sistemas de gestão de ativos, de
informação geográfica, telemetria e gestão documental;

MM Monitorização e controlo de perdas e fugas de água.


A EPAL tem vindo a intensificar uma estratégia de relacionamento internacional com
empresas congéneres e com instituições de investigação, participando e desenvolven-
do projetos naconais e internacionais de Inovação e Desenvolvimento e atividades de
consultoria, nomeadamente para o BEI (Banco Europeu de Investimento).

10 A Empresa
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Organograma
A estrutura orgânica da EPAL e as funções, atribuições e responsabilidades de cada órgão
encontram-se definidas na Ordem de Serviço OS-CA-002, de 14 de Julho de 2011, sendo o
respectivo organograma o seguinte:

DOP

B DIR
LA



PCG


SG

JUR
LOG

D RC

CA

D SO

DGO
DS I


UD

A
GIC

DG

H
DR A

DA F

CA - Conselho de Administração | SG - Secretário-Geral | PCG - Gabinete de Planeamento


e Controlo de Gestão | JUR - Gabinete Jurídico | DSO - Gabinete de Desenvolvimento
Organizacional | GIC - Gabinete de Imagem e Comunicação | AUD - Gabinete de Auditoria
Interna | DPO - Direção de Operações | DIR - Direção de Infraestruturas de Rede
DRC - Direção de Relação com Clientes | DGO - Direção de Gestão de Obras
DGA - Direção de Gestão de Activos | DAF - Direção Financeira
DRH - Direção de Recursos Humanos | DSI - Direção de Sistemas de Informação
LOG - Direção de Logística | LAB - Direção de Laboratório Central

Encontram-se na dependência direta do Conselho de Administração as seguintes Unidades e Funções:


MDA - Museu da Água Arquivo Histórico Assessores do Conselho de Administração

A Empresa 11
1
­­­Manual de Acolhimento de Entidades Externas

A Certificação e a Acreditação na EPAL


Certificação

Sistema de Gestão Ambiental (SGA)


2002 – Certificação pela APCER – NP EN ISO 14001

Âmbito do SGA
Abastecimento de água para consumo humano, incluindo a respectiva captação,
tratamento, armazenamento, transporte, distribuição, comercialização e actividades
relacionadas desenvolvidas na área de intervenção da EPAL.

Sistema de Gestão da Qualidade


2003 – Certificação pela APCER – NP EN ISO 9001:2000 – Área de Clientes Diretos.

2010 – Auditoria de Transição para NP EN ISO 9001:2008 – Área de Clientes


Diretos.

2011 – Extensão a toda a Direcção de Relação com Clientes e Área de Inspeções da


DGA.

Âmbito
Compreende as atividades de processos de novas ligações e abastecimento dos
Clientes Diretos e Estratégicos da EPAL, celebração de contratos e sua gestão,
incluindo as atividades de faturação e cobrança, assistência comercial e técnica,
assim como o tratamento de reclamações associadas às referidas atividades.
Atividades de inspeção a ativos operacionais edificados, incluindo, entre outros,
condutas adutoras, reservatórios, estações elevatórias, obras especiais e postos de
cloragem.

Acreditação (ISO/IEC 17025)

Laboratório de Contadores
Laboratório localizado em Lisboa cujas atividades principais consistem em ensaio e
calibração de contadores de água mecânicos e eletromagnéticos, no âmbito do seu
controlo metrológico, manutenção e avaliação.
Desde 1994, que o Laboratório de Contadores de Água está acreditado para a rea-
lização de ensaios de determinação de características metrológicas e funcionais de
contadores de água. A partir de 2006, o Laboratório de Contadores de Água passou
a estar também acreditado para a calibração de contadores de água de tecnologias
mecânica e eletromagnética (caudalímetros eletromagnéticos).

12 A Empresa
1
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Laboratório de Contadores

Laboratórios de Água

A Empresa 13
1
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Laboratórios de Água

Laboratório de Asseiceira
Laboratório instalado no recinto da ETA da Asseiceira e que tem como atividade principal
o controlo da qualidade da água captada na albufeira de Castelo do Bode, da água tratada
na ETA de Asseiceira e das águas das várias etapas do processo de tratamento.
Desde 1996 que é um Laboratório acreditado para ensaios e parâmetros fisico-
químicos e microbiológicos em águas naturais,de processo e de consumo humano,
assim como para a amostragem

Laboratório de Vale da Pedra


Laboratório instalado no recinto da ETA de Vale da Pedra e que tem, como atividade
principal, o controlo da qualidade da água captada no rio Tejo, da água tratada na ETA
de Vale da Pedra e das águas das várias etapas do processo de tratamento.
Desde 2008 que é um Laboratório acreditado para ensaios de parâmetros físico-
químicos e microbiológicos em águas naturais, de processo e de consumo humano.

Laboratório Central
Laboratório localizado em Lisboa, no recinto dos Olivais, e que tem como actividade
principal o controlo analítico da qualidadedas águas captadas, tratadas, aduzidas e
distribuídas em todos os Sistemas da EPAL até à torneira do cliente.
Desde 1999 que é um Laboratório acreditado para ensaios de parâmetros físico-quí-
micos e microbiológicos em águas minerais, de processo e de consumo humano. Está
também acreditado para ensaios de materiais orgânicos que estejam em contacto
com água para consumo humano.

Documentos e Princípios de Referência


Plano de Segurança da Água
Desde o início de 2010 que a EPAL tem implementado uma metodologia de identifi-
cação de perigos e avaliação de riscos, desde as origens de água até à entrega a di-
ferentes entidades gestoras e, em Lisboa, à torneira do consumidor, visando prevenir
problemas de qualidade e de quantidade na água para consumo humano, aumentando
desta forma a confiança dos consumidores.

Código de Boas Práticas de Higiene


Todas as pessoas que trabalham na ou para a EPAL devem orientar-se por princípios
e práticas de higiene, definidos no Código de Boas Práticas de Higiene, contribuindo
para garantir a qualidade da água para consumo humano em todo o processo de
abastecimento.

14 A Empresa
­­­Manual de Acolhimento de Entidades Externas
1
Código de Ética e Conduta
Todas as pessoas e entidades que trabalhem ou prestem serviços à EPAL devem
orientar-se por um conjunto de referências e linhas de orientação constantes no Có-
digo de Ética e Conduta, garantindo, assim, práticas de condutas profissionais e rela-
cionais e de afirmação dos valores da cultura da Empresa
(http://www.epal.pt/epal/Helios/aspx/download.aspx?id=1770)

Plano de Gestão de Riscos de Corrupção e Infracções Conexas


A EPAL possui um Plano de Gestão de Riscos de Corrupção e Infrações Conexas, onde
se encontram identificadas as principais áreas que potencialmente poderão ser sujei-
tas à ocorrência de atos de corrupção, bem como os respetivos riscos daí decorrentes
e os controlos instituídos pela Empresa visando a sua mitigação.
(http://www.epal.pt/epal/DownloadsImgPdf.aspx?src=PlanoCorrupt&area=276&sub=56
62&menu=5662)

United Nations Global Compact

A EPAL aderiu ao Global Compact em abril de 2008, comprometendo-se a submeter


anualmente uma Comunicação de Progresso (COP), onde evidencie o seu desempenho
conducente ao cumprimento dos dez princípios:

Direitos Humanos
MM Apoiar e respeitar a proteção de direitos humanos proclamados internacional-
mente;
MM Evitar a participação em violações dos direitos humanos;
Trabalho
MM Apoiar a liberdade de associação e o reconhecimento efetivo do direito à ne-
gociação coletiva;
MM Apoiar a eliminação de todas as formas de trabalho forçado;
MM Apoiar a erradicação efetiva do trabalho infantil;
MM Apoiar a igualdade de remuneração e a eliminação da discriminação no emprego;

A Empresa 15
1
­­­Manual de Acolhimento de Entidades Externas

Ambiente
MM Adotar uma abordagem preventiva para os desafios ambientais;
MM Desenvolver iniciativas para promover uma maior responsabilidade ambiental;
MM Incentivar o desenvolvimento e a difusão de tecnologias ambientalmente
sustentáveis;
Anti-Corrupção
MM Atuar contra qualquer forma de corrupção, incluindo a extorsão e o suborno.

Em 2011 a EPAL aderiu à Global Compact Network Portugal, rede local do Pacto
Global, que tem, como objetivo promover o diálogo entre os seus associados, dina-
mizando atividades que facilitem a troca de experiências e apoiem a implementação
dos dez Princípios.

Sustentabilidade
Reconhecendo a sustentabilidade como essencial no mundo dos negócios, a EPAL
visa uma estratégia compatível com a evolução societária da atividade de inserção,
procurando assumir uma atitude proativa, antecipando e gerindo os seus riscos, po-
tenciando as oportunidades de negócio, gerindo e preservando os recursos naturais
e a biodiversidade, respeitando os direitos humanos e a igualdade de oportunidades,
proporcionando condições e ambiente de trabalho saudáveis e seguros, sempre numa
opção de garantir a sua própria prosperidade e rentabilidade social e económica, ou
seja, a sua continuidade do seu negócio.
Tradicional e culturalmente a EPAL assume-se como entidade atenta, participativa e
activa na comunidade em que está inserida. Esta postura resulta significativamente
reforçada pela consciência que tem de que todos quantos vivem, trabalham e visitam as
áreas geográficas directa ou indirectamente abastecidas pela empresa, são consumido-
res da água que produz e distribui.
Assim sendo, para além dos investimentos e esforços continuadamente dedicados à
produção e distribuição de água com qualidade e na quantidade necessária, a EPAL
desenvolve um conjunto de iniciativas abertas à comunidade nas áreas da cultura, do
desporto e lazer, do património, da saúde e social.

16 A Empresa
­­­Manual de Acolhimento de Entidades Externas
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Ambiente
A EPAL, consciente da sua responsabilidade ambiental na utilização do recurso água
para produção de água potável destinada ao consumo humano, encontra-se perma-
nentemente empenhada em minimizar o impacte da sua atividade no meio ambiente.
Nesse âmbito, presta particular atenção às incidências ambientais decorrentes do seu
funcionamento, com especial enfoque em:
MM Uso eficiente da água
MM Uso eficiente da energia
MM Prevenção dos riscos ambientais associados à sua atividade, tendo em consi-
deração os riscos provenientes das alterações climáticas e de usos indevidos
do recurso água
MM Redução das emissões, designadamente no que respeita a três vertentes do
saneamento básico: águas residuais, gases e resíduos
MM Cumprimento rigoroso da conformidade legal e normativa
MM Gestão de Resíduos, nomeadamente através de:

A prevenção como objetivo prioritário


A prevenção de resíduos compreende, em primeiro lugar, a redução da quan-
tidade de resíduos produzidos (prevenção quantitativa) e, em segundo lugar, a
redução da sua perigosidade (prevenção qualitativa).

Prevenção quantitativa:
MM Eliminação dos resíduos na fonte
MM Redução dos resíduos na fonte
MM Reutilização dos produtos
Prevenção qualitativa:
MM Utilização de materiais valorizáveis
MM Utilização de materiais de reduzida perigosidade

Utilização dos resíduos como recursos

A Empresa 17
Direitos e Deveres
das Entidades Externas
­­­Manual de Acolhimento de Entidades Externas
2
Responsabilidades
É responsabilidade das Entidades Externas (prestador de serviços, fornecedor e
empreiteiro) cumprir com o estabelecido neste Manual e darem a conhecê-lo aos
trabalhadores que venham a assegurar a prestação de serviços à EPAL, quer nas
instalações da Empresa quer no exterior das mesmas.
As empresas contratadas, quando trabalham para a EPAL, devem seguir e ter, no
mínimo, os mesmos padrões de Ética, Conduta, Saúde, Segurança e respeito pelo
Meio Ambiente da Empresa, aplicando os seus Procedimentos e Instruções, bem como
as outras regras estabelecidas.
As entidades acima referidas devem fornecer à EPAL lista dos seus trabalhadores
que vão trabalhar na/para a Empresa, de forma a que a Segurança possa identificar e
acompanhar as pessoas afetas ao serviço da entidade contratada.

Direitos
MM Pagamento de acordo com o contrato estabelecido;
MM Ser respeitado e tratado condignamente;
MM Ter conhecimento das metodologias de avaliação adoptadas pela EPAL e dos
resultados da avaliação do seu desempenho;
MM Ter acesso às instalações onde presta serviço;
MM Receber da EPAL toda a documentação necessária e adequada à prestação de
serviço;
MM Prestação de trabalho em condições de saúde e segurança;
MM Avaliar previamente as condições do local de trabalho e conhecer os principais
perigos inerentes ao local, que sejam do conhecimento da EPAL;
MM Conhecer os Aspectos Ambientais Significativos;
MM Conhecer os Planos, Procedimentos e Medidas de Autoproteção em vigor para
atuação em situação de emergência nos locais da EPAL em que prestar serviço.

Deveres
MM Cumprir normas e demais legislação em vigor aplicáveis ao serviço prestado.
MM Garantir que o trabalho é realizado de acordo com o Caderno de Encargos e
Proposta adjudicada, bem como com o definido nos Procedimentos e Instruções da
Empresa e outras regras estabelecidas.

Direitos e Deveres das Entidades Externas 19


2
­­­Manual de Acolhimento de Entidades Externas

MM Disponibilizar meios, utensílios, ferramentas e equipamentos, com excepção dos


casos em que, contratualmente, fique estabelecido que é responsabilidade da
EPAL.
MM Adicionalmente à documentação exigida no âmbito dos programas de concurso
deverão entregar:
MM Declaração de Compromisso com a filosofia e os pressupostos consignados
neste Manual de Acolhimento para Entidades Externas.
MM Comprovativo da passagem da informação constante deste Manual a todos os
trabalhadores que irão prestar serviço na/para a EPAL.
MM Documentação atualizada, nas peças documentais de contratualização do
serviço a prestar, sempre que promovam alterações dos seus trabalhadores
afetos ao serviço contratado. Caso a atualização da documentação referente
a cada um dos trabalhadores não seja realizada, os mesmos ficam inibidos de
ter acesso às instalações ou locais externos onde estejam a ser executados
trabalhos para a EPAL.
MM Todos os resíduos provenientes de trabalhos realizados pelo prestador de serviço,
fornecedor ou empreiteiro são da sua responsabilidade, devendo ser devidamente
encaminhados, de acordo com a legislação em vigor aplicável, o definido no con-
trato estabelecido e as regras estabelecidas pela EPAL.

Ambiente
Resíduos

MMAplicar os 5Rs
Reduzir – Reduzir os resíduos produzidos.

Reutilizar – Dar uma segunda função ou reaproveitar o que anteriormente era


considerado como resíduos, ou seja reutilizar determinados objetos para construir
novos.

Reciclar – Transformar o velho em novo, ao utilizar resíduos como matéria-prima


para produzir novos materiais.

Responsabilizar – Ser responsável e tomar as atitudes corretas, de forma a não


prejudicar o ambiente.

Respeitar – Respeitar o Ambiente e respeitar o Planeta fazendo tudo o que for


necessário para o proteger.

20 Direitos e Deveres das Entidades Externas


­­­Manual de Acolhimento de Entidades Externas
2
MMUtilizar materiais valorizáveis

MMUtilizar materiais de reduzida perigosidade

Produtos Químicos/Substâncias Perigosas


MMUtilizar embalagens dos produtos químicos ou substâncias perigosas (ex. produtos
de limpeza, tintas, vernizes) devidamente rotuladas e acompanhadas das respectivas
fichas de dados de segurança em português.
MMDisponibilizar meios adequados de acondicionamento/ armazenamento dos
produtos.
MMUtilizar meios adequados de contenção de escorrências ou derrames nas trasfegas.

Segurança
Criar todas as condições necessárias para prevenir e mitigar os perigos e riscos
associados às atividades a desenvolver, no âmbito dos serviços/trabalhos a prestar
à EPAL.

Direitos e Deveres das Entidades Externas 21


Entidades Externas
Obrigações dos trabalhadores
­­­Manual de Acolhimento de Entidades Externas
3
Segurança
Todos os trabalhadores das entidades externas têm de respeitar as orientações
da segurança e serem portadores, em local visível e em permanência, de cartão de
identificação.

Portaria
A segurança e vigilância das instalações são asseguradas por empresa externa, com
serviço de 24 horas, todos os dias do ano.
O segurança que se encontra na Portaria cumpre funções muito específicas e é
obrigado a cumprir todos os procedimentos internos que garantam a “Security”, quer
a nível pessoal quer institucional.
Sempre que ele se dirigir a si, respeite-o e colabore, acatando as suas instruções.

Acesso de Pessoas ao interior das Instalações


O acesso de prestadores de serviços, fornecedores e empreiteiros às instalações
da EPAL encontra-se sujeito a normas e procedimentos internos que obrigam ao
preenchimento de impresso próprio e à entrega de cartão identificativo, para controlo
e registo pelo segurança que faz o serviço na Portaria.
MM Acessos ocasionais – Sempre que entrar na EPAL, deve identificar-se junto da
Portaria e colocar o seu cartão, de forma visível e permanente, preservando o papel
de indicação da Direção a contactar, assumindo a obrigação de promover o seu
adequado preenchimento para devolução na Portaria.
MM Acessos permanentes – Sempre que entrar na EPAL, deve identificar-se junto da
Portaria e colocar o seu cartão (o qual deve indicar o nome da entidade externa a
que pertence, o seu nome e a sua fotografia), de forma visível e permanente.
MM Acesso a instalações sem Portaria – Sempre que necessitar de entrar em ins-
talações da EPAL sem Portaria, deve contactar o gestor do contrato, a fim de este
desenvolver as diligências necessárias para que seja possível o acesso requerido.

Acesso de viaturas ao interior das Instalações


A movimentação de viaturas de prestadores de serviços, fornecedores e empreiteiros
nas instalações da EPAL é condicionada, só sendo autorizada desde que o motivo
seja explicitamente constatável, encontrando-se sujeita a normas e procedimentos
internos que obrigam ao preenchimento de impresso próprio, para controlo pelo
segurança que executa o serviço na Portaria.
Os veículos só se encontram autorizados a circular dentro das instalações da EPAL
para efetuar cargas e descargas de equipamento e material, nos locais designados

Entidades Externas [Obrigações dos Trabalhadores] 23


3
­­­Manual de Acolhimento de Entidades Externas

para o efeito e de acordo com as orientações expressas pela segurança ou Direções


destinatárias.
Todos os veículos, que transportem materiais e equipamentos, encontram-se sujeitos
ao controlo de segurança, à entrada e saída de cada instalação da Empresa, podendo,
para efeitos de vistoria e controlo por parte da segurança da EPAL, ser-lhes requerida
a apresentação de Guia de Transporte, bem como receber indicação de que irão ser
objeto de verificação de segurança dos materiais e equipamentos transportados.
Devem ser respeitados os limites de velocidade de circulação interna, definidos dentro
de cada instalação
Quando ao serviço da EPAL, devem apresentar-se limpos e com identificação visível
de que se encontram ao serviço da EPAL.

Ambiente
Resíduos
MMNão poluir e preservar ambientalmente as condições de trabalho da Empresa,
através do desenvolvimento de atividades compatíveis com o Sistema de Gestão
Ambiental vigente na EPAL.

MMEncaminhar e colocar os diferentes tipos de resíduos nos destinos adequados.

Energia
MMDesligar as luzes, quando não utilizar ou quando verificar que alguma lâmpada se
encontra acesa e não estiver a ser usada, caso no local não exista indicação em
contrário.

MMDesligar os equipamentos de ar condicionado, quando verificar que os mesmos já


não estão a ser utilizados, caso no local não exista indicação em contrário.

MMAvisar na Portaria da necessidade de substituição de lâmpadas, quando


verifique, no desenvolvimento das suas funções, que estas não se encontram em boas
condições de funcionamento.

Água
MMUsar de forma eficiente água, fechando a torneira, após utilização ou visualização
da sua abertura.

MMSe detetar fugas de água avisar na Portaria, identificando o local.

24 Entidades Externas [Obrigações dos Trabalhadores]


­­­Manual de Acolhimento de Entidades Externas
3
Placas de Identificação de Resíduos

SIRE / Sistema Integrado de Responsabilidade Empresarial SIRE / Sistema Integrado de Responsabilidade Empresarial

SIRE / Sistema Integrado de Responsabilidade Empresarial SIRE / Sistema Integrado de Responsabilidade Empresarial

SIRE / Sistema Integrado de Responsabilidade Empresarial SIRE / Sistema Integrado de Responsabilidade Empresarial

MMNão despejar produtos químicos (tintas, solventes, líquidos de lavagens de peças,


etc.) nos ralos, devendo ser colocados nos recipientes apropriados para o efeito,
sendo o respetivo encaminhamento e tratamento realizado de acordo com a lei em
vigor e com o acordado em contrato.

MMNão despejar águas de lavagens domésticas das áreas comuns, gabinetes e


sanitários nos esgotos pluviais, mas sim nos esgotos domésticos (sanitas).

Ar
MMUtilizar a ventilação natural em detrimento do Ar Condicionado.
MMNão proceder a qualquer tipo de queima.
MMUtilizar produtos que não degradem a camada de ozono e não gerem efeito
estufa.

Entidades Externas [Obrigações dos Trabalhadores] 25


3
­­­Manual de Acolhimento de Entidades Externas

Produtos Químicos/Substâncias Perigosas


MM Armazenar e/ou transportar de forma a que as substâncias incompatíveis não
entrem em contacto entre si nem se misturem (ex.: uma substância comburente
junto de uma substância inflamável) e de acordo com as respetivas fichas de
dados de segurança.
MM Utilizar os meios necessários ao correto acondicionamento/armazenamento/
/transporte dos mesmos.
MM Fechar devidamente os recipientes contendo produtos químicos ou substâncias
perigosas, após utilização, bem como certificar-se do seu correto armazenamento.
MM No caso de trasfega de substâncias, devem ter disponíveis meios de contenção a
utilizar em caso de escorrência ou derrame.

O que fazer no caso de escorrência ou derrame:


MM De acordo com a ficha de dados de segurança do produto, aplicar de imediato os
meios de contenção disponíveis para derrames.
MM Seguidamente, recolher os resíduos resultantes desta tarefa, colocá-los em
recipiente apropriado e diligenciar o encaminhamento para destino final
adequado, em concertação com o Gestor de Resíduos.

Segurança e Saúde do Trabalho


Lembre sempre dois conceitos muito importantes:

“Mais vale Prevenir do que Remediar”

“O Acidente dói. Preveni-lo não”

MM Não é permitido ingerir bebidas alcoólicas nos locais de trabalho.


MM Em todas as instalações da EPAL só é permitido o uso de substâncias psicotrópicas
ou outras, sob prescrição médica, que não interfiram com as capacidades físicas
ou intelectuais do trabalhador.
MM Só é permitido fumar dentro das instalações da EPAL nos espaços exteriores ou
assinalados para o efeito, conforme legislação em vigor.

26 Entidades Externas [Obrigações dos Trabalhadores]


­­­Manual de Acolhimento de Entidades Externas
3
MM Todas as atividades devem ser desenvolvidas, tendo em consideração a matriz de
perigos e riscos aplicáveis, identificados pela entidade externa. Antes de iniciar os
trabalhos deve confirmar que estão asseguradas todas as condições de segurança
necessárias, de acordo com as boas práticas e a legislação vigente.
MM Utilizar o equipamento de proteção coletiva e/ou individual de forma correta,
adequado ao trabalho a executar e de acordo com as instruções que lhe forem
transmitidas, mantendo-o em bom estado de conservação e limpeza. Quando não
estiver a ser usado deverá ser devidamente arrumado.
MM As viaturas, as ferramentas, os aparelhos e os equipamentos, utilizados durante
a execução dos trabalhos, devem encontrar-se em bom estado de conservação
e cumprir os requisitos de segurança de acordo com a legislação em vigor e as
regras definidas pela EPAL.
MM Todos os equipamentos, ferramentas e materiais relacionados com o serviço
prestado, que sejam armazenados nas instalações da EPAL, devem ser limpos e
convenientemente arrumados nas áreas destinadas a esse fim.
MM Devem ser participadas, de imediato, todas as avarias ou deficiências do equipa-
mento de que tenha conhecimento.
MM No manuseamento de produtos químicos ou substâncias perigosas deve utilizar os
equipamentos de proteção individual indicados na ficha de dados segurança, assim
como verificar se o espaço de trabalho possui adequada condição de ventilação.

Instruções gerais de segurança em emergência


Deteção de uma Situação de Emergência
Caso detete alguma anomalia que possa originar ou que tenha originado uma
emergência deverá proceder da seguinte forma:
MM Informe a Portaria pelo meio mais rápido, fornecendo as seguintes informações:
UU Identificação individual e empresa a que pertence;
UU Local em que ocorreu a emergência;
UU Tipo de emergência: incêndio, explosão, derrame de líquido, acidente de
trabalho, etc.;
UU Meios materiais e meios humanos afetados (caso haja feridos, indicar a
gravidade aparente destes);
UU Possível evolução da emergência;
MM Aguarde por instruções.

Entidades Externas [Obrigações dos Trabalhadores] 27


3
­­­Manual de Acolhimento de Entidades Externas

Situação de emergência em operações de Carga e Descarga


Caso ocorra alguma situação de emergência numa operação de carga ou descarga,
deverá proceder da seguinte forma:
MM Interrompa de imediato e em segurança a operação que está a realizar;
MM Informe pelo meio mais rápido um trabalhador da EPAL;
MM Aguarde instruções das pessoas responsáveis da EPAL;
MM Quando ocorre um acidente envolvendo uma Viatura de Transporte de Fuel que
tenha como consequência:

Incêndio
UU Emita de imediato o alarme para a Portaria pelo meio mais rápido, indicando
a área afetada;
UU Se tiver recebido formação, utilize o extintor mais próximo do local,
SEM CORRER RISCO;
UU Se não conseguir dominar o incêndio, abandone o local, ligue 112 e aguarde
em segurança a chegada da Equipa de Emergência.

Derrame
UU Emita de imediato o alarme para a Portaria pelo meio mais rápido, indicando
a área afetada;
UU Se ocorrer um derrame de produto perigoso, tente conter de imediato o
produto derramado com meios adequados e disponíveis no local, ou, por
exemplo, com areia existente na vizinhança;
UU Impeça a aproximação ou circulação nas proximidades de:
MM Pessoas a fumar;
MM Veículos;
MM Quaisquer objetos ou elementos que possam constituir uma potencial
fonte de ignição;
MM Não utilizar o telemóvel junto ao derrame.

28 Entidades Externas [Obrigações dos Trabalhadores]


­­­Manual de Acolhimento de Entidades Externas
3
Evacuação das Instalações
Caso receba ordem de evacuação das Instalações deverá proceder da seguinte
forma:

MM Mantenha a calma (na EPAL existe uma estrutura especialmente preparada para
atuar em situações de emergência);

MM Desligue a maquinaria ou equipamentos a seu cargo;


MM Os condutores de camiões (incluindo os veículos cisternas) devem:
UU Suspender as operações em curso em condições de segurança;
UU Retirar o veículo apenas, se tal for indicado pelas pessoas pertencentes à
Instalação, devendo efetuá-lo com a máxima precaução, de modo a evitar
acidentes com as pessoas que estão a proceder à evacuação;
UU Aguardar instruções das pessoas responsáveis da EPAL.
MM Na ausência de instruções devem dirigir-se para o Ponto de Encontro – geralmente
no Exterior da Instalação, junto à Entrada Principal;
MM Aguarde no Ponto de Encontro, até ser declarado o fim da Situação de
Emergência;
UU Não abandone as instalações sem comunicar o facto a um dos responsáveis
da sua empresa ou da EPAL.

Entidades Externas [Obrigações dos Trabalhadores] 29


Disposições Finais
­­­Manual de Acolhimento de Entidades Externas
4
Distribuição deste Manual
Este Manual encontra-se disponível na intranet e no site
da EPAL, para consulta de todas as Entidades Externas
(prestadores de serviços, fornecedores, empreiteiros) e

Declaração vinculando-se ao cumprimento do Manual de Acolhimento para Entidades Externas


dos seus trabalhadores afetos à contratação efetuada
pela EPAL.

Apresentação de Sugestões
Eventuais sugestões deverão ser apresentadas através
do endereço sire@epal.pt, que poderá ser entregue
em qualquer portaria da EPAL para futuro encaminha-
mento e tratamento.

Contactos
E-MAIL - seguranca@epal.pt
LINHAS DE EMERGÊNCIA INTERNA:
Sede e Arco - 1911
Olivais - 2911
Barbadinhos - 5911
Vila Franca de Xira - 3911
Vale da Pedra - 4911
Asseiceira - 8911

Cumprimento dos Princípios definidos neste


Manual
A entrega da “Declaração de Aceitação do Manual de
Acolhimento para Entidades Externas” (Prestadores
de Serviços, Fornecedores e Empreiteiros) compromete
a Empresa Prestadora de Serviços, Fornecedora ou
Empreiteiro com os princípios preconizados neste
Manual. O não cumprimento de qualquer dos princí-
pios deste manual, que coloque em perigo a vida ou a
-destaque pelo picotado s.f.f-

saúde dos trabalhadores ou a segurança das


instalações, conduzirá a incumprimento legal e seguirá
os procedimentos legais instituídos na EPAL.

“o conhecimento só tem valor


se for aplicado e partilhado”
4
­­­Manual de Acolhimento de Entidades Externas

Declaração vinculativa ao cumprimento


do Manual de Acolhimento para Entidades Externas

Mais declara que, em caso de incumprimento dos princípios estabelecidos no referido Manual, se submete aos procedimentos legais instituídos na EPAL, conforme definido no ponto
____________________________________________________________________, ________________________, ____________, _____________________, ________________________________,

(identificação da empresa), pessoa colectiva número _________________ (indicação do número fiscal), com sede em _______________________________, (indicação da morada da sede da empresa),

/regras aí constantes, junto de todos os seus trabalhadores e colaboradores afectos ou a afectar ao contrato nº____, a celebrar com a EPAL, denominado _________________________________
declara que recebeu _____, (indicação do número de exemplares) exemplar(es) e tomou conhecimento do respectivo conteúdo, comprometendo-se a divulgar, explicar, cumprir e fazer cumprir os princípios/
(indicação do nome completo, B. I. ou cartão de cidadão, estado, profissão e morada), na qualidade de _______________________ (qualidade em que subscreva a declaração) da ___________________________

Assinatura _________________________________________________________
______________________________________________________________

_______________, _________________________________, ____________,

_____________________, _________________________________________,

(indicação do nome completo, B. I. ou cartão de cidadão, estado, profissão

e morada), na qualidade de _______________________, (qualidade em

que subscreve a declaração) da ___________________________________,

(identificação da empresa), pessoa colectiva número _________________,

(indicação do número fiscal), com sede em _____________________

________________________________, (indicação da morada da sede

da empresa), declara que recebeu _____, (indicação do número de

exemplares) exemplar(es) e tomou conhecimento do respectivo conteúdo,

comprometendo-se a divulgar, explicar, cumprir e fazer cumprir os princípios/

/regras aí constantes, junto de todos os seus trabalhadores e colaboradores

afectos ou a afectar ao contrato nº ____, a celebrar com a EPAL, denominado


Declaração vinculativa ao cumprimento do Manual de Acolhimento para Entidades Externas

_______________________________________________________________.

Mais declara que, em caso de incumprimento dos princípios estabelecidos

no referido Manual, se submete aos procedimentos legais instituídos


Data_____________________________

na EPAL, conforme definido no ponto “Cumprimento dos Princípios

definidos neste Manual” (pág.31).

Data ___/___/____ Assinatura __________________________________


“Cumprimento dos Princípios definidos neste Manual” (pág.31).
_______________________________________________________.

Edição
EPAL, Empresa Portuguesa das Águas Livres, S.A.
1ª Edição - 2012
Projeto e Coordenação de conteúdos
DSO - Gabinete de Desenvolvimento Organizacional
Design gráfico
GIC - Gabinete de Imagem e Comunicação
Grupo Águas de Portugal

MANUAL DE ACOLHIMENTO
de Entidades Externas

edição 01-2012