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Escola Politécnica da Universidade de São Paulo

Departamento de Engenharia de Estruturas e Fundações

ES013
ES013 -- Exemplo
Exemplo dede um
um Projeto
Projeto
Completo de Edifício de Concreto
Completo de Edifício de Concreto
Armado
Armado

Prof.
Prof. Túlio
Túlio Bittencourt
Bittencourt

Aula
Aula11
11

Caixa
Caixad’Água
d’Água

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Introdução

Esta aula tem como objetivo apresentar os conceitos


necessários para o dimensionamento da caixa d’água
do edifício exemplo.

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Reservatórios Elevados Apoiados em Pilares
Retangular Isolado Retangular Conjugado Circular

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Reservatórios Enterrados Apoiados


Diretamente no Solo
Retangular Isolado Retangular Conjugado Cilíndrico

Lastro ≥ 5cm

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Carregamentos

Carregamentos sobre a Tampa:


Peso próprio do concreto da laje → g1 = hv ⋅ γ conc (kN/m 2)
Peso adotado da impermeabilização → g 2 = 1,0 (kN/m 2)
Peso da terra, se existir → g 3 = t ⋅ γ solo (kN/m 2)
Sobrecarga sobre a tampa → q

CARGA TOTAL → p = q + ∑ gi (kN/m 2)

Obs: hv , t em metros.

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Carregamentos

Carregamentos sobre a Laje de Fundo


Peso próprio da laje → g1 = h ⋅γ conc (kN/m2)
Peso da impermeabilização → g 2 = 1,0 (kN/m2)
Sobrecarga devido à pressão d’água → qa = a ⋅ γ água

CARGA TOTAL → p1 = ∑ gi + q a (kN/m2)

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Carregamentos

Cargas Sobre as Paredes


Reação máxima da laje de tampa → r1 (kN/m2)
Reação máxima da laje de fundo → r2 (kN/m2)
Peso próprio da parede → g = ( b ⋅ ht ) ⋅ γ conc (kN/m2)

CARGA TOTAL → p = r1 + r2 + g (kN/m2)

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Carregamentos

Reservatório Elevado
A única pressão a considerar é devida à água.

Pa = γ a ⋅ K água ⋅ a

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Carregamentos

Reservatório Enterrado

Neste caso devemos considerar dois casos:

a) Caixa d’água cheia + empuxo ativo da terra nulo + nível d’água do lençol

freático abaixo do nível da laje de fundo.

Recaímos no caso de carga horizontal máxima do reservatório elevado, já visto.

b) Caixa d’água vazia + empuxo ativo da terra + nível freático máximo.

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Carregamentos

Reservatório Enterrado
Pressão devido à terra “seca”:

ψ
k a = tg 2 (45 − )
2
P = k a .γ .z

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Carregamentos

Reservatório Enterrado
Pressão horizontal do solo devido à sobrecarga vertical:

∆ p = k a. p v

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Carregamentos

Reservatório Enterrado
Pressão devido à terra submersa em água:

Pa = γ a ⋅ K água ⋅ Z

′ = γ s′ ⋅ K a ⋅ Z
Psolo
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Disposições Construtivas

Espessuras mínimas a serem adotadas


• Laje da Tampa: 7cm
• Laje de fundo e parede: 10 cm
• Mísulas horizontais e verticais: melhoram a concretagem e dão
maior rigidez às ligações
• Abertura para inspeções e limpeza: 60 cm x 60 cm (no mínimo)
• Espaçamento dos ferros: o mais uniforme possível, 10 a 15 cm
entre barras, de modo a facilitar a montagem e a concretagem dos
mesmos.

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Cálculo dos Esforços Solicitantes


Esquema de cálculo
Laje da tampa – Articulada
Laje do fundo – Engastada

Laje tampa – Articulada


Paredes Laje fundo – Engastada
Entre si – Engastadas

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Cálculo dos Esforços Solicitantes
Devido às cargas verticais e horizontais

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Cálculo dos Esforços Solicitantes


Devido às cargas verticais e horizontais
Laje da tampa P1 ⋅ l x2
mkx =
αx
P1 ⋅ l x2
mky =
αy
P1 ⋅ l x
rx1 =
P1
4
lx
ry1 = rx1 (2 − )
ly

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Cálculo dos Esforços Solicitantes
Devido às cargas verticais e horizontais
Laje de fundo P2 ⋅ l x2
mkx =
αx
P2 ⋅ l y2
mky =
αy
P2 ⋅ l x2
m′kx = −
βx
P2 ⋅ l y2
m′ky =
βy

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Cálculo dos Esforços Solicitantes


Devido às cargas verticais e horizontais
Momentos Finais
Nos apoios:
Média (entre parede)
Direção y → m k′ ≥
0,8 maior

Direção x → m k′ ≥ Média (parede e laje do fundo)


0,8 maior
Nos vãos:

mk 0 − 0,5 m′k
mk ≥
mk

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Flexão Composta
Flexo-compressão

Rsd ’
d’’ As h/2 Md 0,8x
Rcd

d
h Nd
Msd = M d + Nd (d - h/2)
d’ As Rsd

Rsd ’ Rsd ’
≡ Rcd ≡ Msd Rcd +

Ms
Nd
Nd d
-Nd
Rsd + Nd - Nd Rsd + Nd
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Flexão Composta
Flexo-compressão

Msd = Md + Nd (d - h/2)
 Msd 
0,68bxf cd (d − 0,4 x ) = M sd → x = 1,25d1 − 1 − 
 0,425bd 2 fcd 
Para x < x 34 = 0,628d→ armadura simples

Msd M sd
R sd + N d = → R sd = − N d = A s f yd
d − 0,4 x d − 0,4 x

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Flexão Composta
Flexo-tração

d’’
Rsd
’ 0,8x
h/2 Rcd
As’
d Nd

h Msd = M d - Nd (d - h/2)
Md

As Rsd

d’

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Flexão Composta
Flexo-tração

Rsd’ Rsd’

≡ Rcd ≡ Msd Rcd +

Msd
Nd -Nd
Nd

Rsd - Nd + Nd Rsd - Nd

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Flexão Composta
Flexo-tração

Tem-se:

Msd = Md - Nd (d - h/2)

Para x < x34:

M sd Msd
R sd − N d = → R sd = + N d = A s f yd
d − 0,4x d − 0,4x

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Vigas Paredes
• Vão Teórico

Altura Efetiva

h
l
he ≤ 
l h

l0

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Vigas Paredes
• Determinação das Armaduras

Md
R sd = A s f yd =
z

z = 0,2 ⋅ ( l + 2h e ) para vigas-parede sobre dois apoios

z = 0,2 ⋅ ( l + 1,5h e ) para vigas-parede contínuas

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Vigas Paredes
• Arranjo da armadura principal longitudinal

Vigas-parede sobre dois apoios

As

a s = 0,25h e − 0,05 l

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Vigas Paredes
• Arranjo da armadura principal longitudinal

Vigas-parede contínuas

[0,5 ⋅ (l / h e − 1) ≥ 0,25] ⋅ A s na faixa superior de altura 0,2 he;

restante da armadura total na faixa intermediária de altura 0,6 he;

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Vigas Paredes
• Arranjo da armadura principal longitudinal

Vigas-parede contínuas
0,4he 0,4he 0,4he 0,4he

0,2he
0,25he-0,05l

0,6he

0,2he

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Vigas Paredes
• Verificação do Concreto

Deve-se verificar: Vd ,max


.
≤ 0,10fcd
bw he

• Armaduras de alma

Deve-se dispor armaduras em malha ortogonal (barras horizontais


e verticais) nas faces da viga com taxa mínima de 0,1%
(aços de alta aderência) em cada face, e em cada direção.

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Vigas Paredes

b1 Ash1
Asv1

a1 ≅ b1 = 0,2 he

a2 = 0,3 he
a1
b2 b2 = 0,5 he
as
a2

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Vigas Paredes

Caso de carga aplicada na parte inferior da viga parede


Ash1
Asv1

he

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Caixa d’água do Edifício Exemplo - Formas

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Esquema de Cálculo

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Carregamentos Sobre a Laje de Fundo

Carregamentos sobre a Laje de Fundo


Peso Próprio: 3,75 KN/m2
Revestimento: 1,00 KN/m2
Sobrecarga: 19,00 KN/m2
Total: 23,75 KN/m2

Carregamentos sobre a Laje da Tampa


Peso Próprio: 2,50 KN/m2
Revestimento: 1,00 KN/m2
Sobrecarga: 0,50 KN/m2
Total: 4,00 KN/m2

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Esforços de Tração

1 3 7,4 KN/m2
2 4
8

7 6 5 11,6 KN/m2

19 KN/m2

A resultante é calculada através do “volume”


compreendido em cada região
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Esforços de Tração

As regiões 1 e 3 apresentam a mesma resultante, assim


como as regiões 5 e 7, e 4 e 8;
A resultante na laje da tampa é o volume compreendido nas
regiões 1, 2 e 3;
A resultante na laje de fundo é o volume compreendido nas
regiões 5, 6 e 7;
A resultante na parede lateral é o volume compreendido na
região 4 ou 8

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Esforços de Tração

Reação na laje de Fundo (RF):


 1,28 1,28 2  11,6x1,28
RF = 2x x11,6x1,28 + x7,4  + 1,09x1,28x7,4 + x1,09 = 43,21 KN
 3 2  2

Reação na laje da Tampa (RT):


 7,4 1,28 x0,74   7,4 x0,74 
RT = 2x x  + x1,09  = 5,32 KN
 3 2   2 

Reação em cada uma das Paredes Laterais (RL):


0,74 1,28 x1,28 11,6 1,28x1,28
RL = x1,28x 7,4 + 7,4 x + x = 11,57 KN
3 2 3 2

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Esforços de Tração

Deve-se proceder da mesma maneira para o cálculo


das reações nas paredes PAR4A, PAR4B, PAR5A,
PAR5B. O resultado é mostrado na tabela a seguir:

Parede RF (KN) RT (KN) RL (KN)


PAR 1/2/3 43,21 5,32 11,57
PAR 4A/5A 35,42 4,05 11,57
PAR 4B/5B 71,28 9,86 11,57

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Esforços de Tração

Distribuição dos carregamentos das lajes da Tampa e Fundo


LF1 (KN/m) LF2 (KN/m) LT1 (KN/m) LT2 (KN/m)
p × lx
px = 21,67 18,91 3,65 3,19
4
 lx 
py = px x  2 -  28,42 21,32 4,79 3,59
 ly 

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Esforços de Laje
Tabelas de Czerny
Laje com 3 bordas livremente apoiadas e uma borda
menor engastada (carga uniforme)
ly / lx α x
α y βx α m ’y
y 2

1 ,0 0 32 , 4 2 6 ,5 1 1 ,9 31 , 2
m
1 ,0 5 29 , 2 2 5 ,0 1 1 ,3 27 , 6 x

1 ,1 0 26 , 1 2 4 ,4 1 0 ,9 24 , 7 m y

1 ,1 5 23 , 7 2 3 ,9 1 0 ,4 22 , 3 ly
1 ,2 0 22 , 0 2 3 ,8 1 0 ,1 20 , 3
1 ,2 5 20 , 2 2 3 ,6 9 ,8 18 , 7 ly lx
1 ,3 0 19 , 0 2 3 ,7 9 ,6 17 , 3
1 ,3 5 17 , 8 2 3 ,7 9 ,3 16 , 1 p l x2
mx =
1 ,4 0 16 , 8 2 3 ,8 9 ,2 15 , 1 α x
1 ,4 5 15 , 8 2 3 ,9 9 ,0 14 , 2 p l 2x
my =
1 ,5 0 15 , 1 2 4 ,0 8 ,9 13 , 5 αy
1 ,5 5 14 , 3 2 4 ,0 8 ,8 12 , 8
lx
1 ,6 0 13 , 8 2 4 ,0 8 ,7 12 , 2 p l 2x
m ′y = −
1 ,6 5 13 , 2 2 4 ,0 8 ,6 11 , 7 βy
1 ,7 0 12 , 8 2 4 ,0 8 ,5 11 , 2 p l 4x
w m ax
= 3
Eh α
1 ,7 5 12 , 3 2 4 ,0 8 ,4 5 10 , 8 2

1 ,8 0 12 , 0 2 4 ,0 8 ,4 10 , 5 ν = 0 ,2
1 ,8 5 11 , 5 2 4 ,0 8 ,3 5 10 , 1
1 ,9 0 11 , 3 2 4 ,0 8 ,3 9, 9 B e to n - K a le n d e r (1 9 7 6 )
1 ,9 5 10 , 9 2 4 ,0 8 ,2 5 9, 6
2 ,0 0 10 , 8 2 4 ,0 8 ,2 9, 4
>2 8 ,0 2 4 ,0 8 ,0 6, 7

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Esforços de Laje
Tabelas de Czerny
Laje da tampa LT2: Laje com 3 bordas livremente
apoiadas e uma borda maior engastada (carga uniforme)
ly / l x α x α y βx βy

1 ,0 0 26 ,5 3 2 ,4 1 1 ,9 3 1 ,2
m
1 ,0 5 25 ,7 3 3 ,3 1 1 ,3 2 9 ,2 m ’x x

1 ,1 0 24 ,4 3 3 ,9 1 0 ,9 2 7 ,4 m y

1 ,1 5 23 ,3 3 4 ,5 1 0 ,5 2 6 ,0
1 ,2 0 22 ,3 3 4 ,9 1 0 ,2 2 4 ,8
1 ,2 5 21 ,4 3 5 ,2 9 ,9 2 3 ,8
1 ,3 0 20 ,7 3 5 ,4 9 ,7 2 2 ,9
1 ,3 5 20 ,1 3 7 ,8 9 ,4 2 2 ,1 p l x2
mx =
1 ,4 0 19 ,7 3 9 ,9 9 ,3 2 1 ,5 αx
1 ,4 5 19 ,2 4 1 ,1 9 ,1 2 0 ,9 plx
2

my =
1 ,5 0 18 ,8 4 2 ,5 9 ,0 2 0 ,4 αy
1 ,5 5 18 ,3 4 2 ,5 8 ,9 2 0 ,0 p l 2x
m ′x = −
βx
1 ,6 0 17 ,8 4 2 ,5 8 ,8 1 9 ,6
1 ,6 5 17 ,5 4 2 ,5 8 ,7 1 9 ,3 p l x4
w ma x
=
Eh α
3
1 ,7 0 17 ,2 4 2 ,5 8 ,6 1 9 ,0 2

1 ,7 5 17 ,0 4 2 ,5 8 ,5 1 8 ,7 ν = 0,2
1 ,8 0 16 ,8 4 2 ,5 8 ,4 1 8 ,5
1 ,8 5 16 ,5 4 2 ,5 8 ,3 1 8 ,3 B e to n - K a le n d e r (1 9 7 6 )

1 ,9 0 16 ,4 4 2 ,5 8 ,3 1 8 ,1
1 ,9 5 16 ,3 4 2 ,5 8 ,3 1 8 ,0
2 ,0 0 16 ,2 4 2 ,5 8 ,3 1 7 ,8
>2 14 ,2 4 2 ,5 8 ,0 1 6 ,7

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Esforços de Laje
Tabelas de Czerny
Lajes do Fundo LF1 e LF2: Laje com as 4 bordas
engastadas (carga uniforme)
ly / lx α x α y βx y α 2 m ’y

1 ,0 0 4 7 ,3 4 7 ,3 1 9 ,4 1 9 ,4 68 , 5
m
1 ,0 5 4 3 ,1 4 7 ,3 1 8 ,2 1 8 ,8 62 , 4 m ’x x
m ’x
ly
1 ,1 0 4 0 ,0 4 7 ,8 1 7 ,1 1 8 ,4 57 , 6 m y

1 ,1 5 3 7 ,3 4 8 ,3 1 6 ,3 1 8 ,1 53 , 4
1 ,2 0 3 5 ,2 4 9 ,3 1 5 ,5 1 7 ,9 50 , 3
m ’y
1 ,2 5 3 3 ,4 5 0 ,5 1 4 ,9 1 7 ,7 47 , 6
lx
1 ,3 0 3 1 ,8 5 1 ,7 1 4 ,5 1 7 ,6 45 , 3
1 ,3 5 3 0 ,7 5 3 ,3 1 4 ,0 1 7 ,5 43 , 4 p l 2x
mx =
1 ,4 0 2 9 ,6 5 4 ,8 1 3 ,7 1 7 ,5 42 , 0 αx
1 ,4 5 2 8 ,6 5 6 ,4 1 3 ,4 1 7 ,5 40 , 5 p lx
2

m =
1 ,5 0 2 7 ,8 5 7 ,3 1 3 ,2 1 7 ,5 39 , 5 y
αy
2
1 ,5 5 2 7 ,2 5 7 ,6 1 3 ,0 1 7 ,5 38 , 4 pl x
m ′x = −
1 ,6 0 2 6 ,6 5 7 ,8 1 2 ,8 1 7 ,5 37 , 6 βx
p l 2x
1 ,6 5 2 6 ,1 5 7 ,9 1 2 ,7 1 7 ,5 36 , 9 m ′y = −
βy
1 ,7 0 2 5 ,5 5 7 ,8 1 2 ,5 1 7 ,5 36 , 3 4
pl
1 ,7 5 2 5 ,1 5 7 ,7 1 2 ,4 1 7 ,5 35 , 8 w ma x
= 3
x

Eh α 2
1 ,8 0 2 4 ,8 5 7 ,6 1 2 ,3 1 7 ,5 35 , 4
1 ,8 5 2 4 ,5 5 7 ,5 1 2 ,2 1 7 ,5 35 , 1 ν = 0,2
1 ,9 0 2 4 ,2 5 7 ,4 1 2 ,1 1 7 ,5 34 , 7
1 ,9 5 2 4 ,0 5 7 ,2 1 2 ,0 1 7 ,5 34 , 5 B e to n - K a le n d e r (1 9 7 6 )

2 ,0 0 2 4 ,0 5 7 ,1 1 2 ,0 1 7 ,5 34 , 3
>2 2 4 ,0 5 7 ,0 1 2 ,0 1 7 ,5 32 , 0

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21
Esforços de Laje

Tabelas de Montoya/ Morán/ Meseguer


Paredes: carregamento triangular

ly/ lx αx αy βx βy α2
0,5 10 26 36 62 24

0,6 11 23 36 57 21

0,7 12 20 35 51 17 2 2
mx = 0,001⋅ p ⋅ ly ⋅ αx m' x = 0,001 ⋅ p ⋅ ly ⋅ β x
0,8 13 16 33 45 14 2
my = 0,001⋅ p ⋅ ly ⋅ αy 2
m' y = 0,001 ⋅ p ⋅ ly ⋅ β y
0,9 13 14 31 39 11
4
w = 0,001 ⋅ p ⋅ ly ⋅ α 2 /( E ⋅ h3 )
1,0 12 11 29 34 9

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Esforços Solicitantes

LT1 LT 2 LF1 LF2 PAR1/2/3 PAR4A/5A PAR4B/5B


lx (cm) 3,65 3,19 3,65 3,19 2,03 2,03 2,03
ly (cm) 5,30 3,65 5,30 3,65 3,57 3,19 5,30
ly/ lx 1,45 1,15 1,45 1,15 0,57 0,64 0,38
mx 338 174 1106 646 82 90 78
m (KNxcm)

my 223 118 561 499 191 168 203


m’x 0 387 2361 1478 280 421 281
m’y 592 0 1808 1331 464 277 483

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Esforços Solicitantes
Análise de Negativos
0,8 m’> m’médio
m’a (KNcm) m’b (KNcm) m’ (KNcm)
(KNcm) (KNcm)
LT1 LT2
474 490 490
592 387
LF1 LF2
1446 1643 1643
1808 1478
PAR1/PAR2 PAR4B/PAR5B
224 281 281
280 281
PAR1/PAR2 LF1
1446 1136 1446
464 1808
PAR2/PAR3 PAR4A/PAR5A
224 279 279
280 277
PAR2/PAR3 LF2
1182 971 1182
464 1478
PAR4A/PAR5A LF2
1065 876 1065
421 1331
PAR4B/PAR5B LF1
1889 1422 1889
483 2361

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Dimensionamento

Laje da Tampa LT1 (exemplo):


b = 100 cm/ h = 10 cm
m = 338 KN cm/ m e n = 1,86 KN/m
10
Msd = 1,4 ⋅ 338 - 1,4 ⋅ 1,86 ⋅ (7 - ) = 468 KNcm
2
 
 
468
x = 1,25 ⋅ 7 ⋅  1 − 1 −  = 0,72 cm < x34 = 0,628 ⋅ d = 4,40 cm
 0,425 ⋅ 100 ⋅ 7 ⋅ 
2 2 
 1,4 

1  468 
As = ⋅ 1,4 ⋅ 1,86 +  = 1,66 cm
2
43,48  7 − 0,4 ⋅ 0,72 

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23
Apresentação dos Resultados do
Dimensionamento

Armadura mínima:

h = 10 cm: Asmin = 0,15%bh = 1,50 cm2/m


h = 12 cm: Asmin = 0,15%bh = 1,80 cm2/m
h = 15 cm: Asmin = 0,15%bh = 2,25 cm2/m

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Apresentação dos Resultados do


Dimensionamento
R
L m R (KN) n = Msd x As Bitola
Local L
(cm) (KN cm) (tração) (KN cm) (cm) (cm2)
(KN/m)
530 mx 338 9,86 1,86 468 0,72 1,66 φ6.3c/19
LT1
(h=10cm)
365 my 223 5,32 1,46 308 0,47 1,09 (φ6.3c/20)
365 LT2 -490 5,32 1,46 682 1,07 2,43
365 mx 174 5,32 1,46 240 0,36 0,85 (φ6.3c/20)
LT2
(h=10cm)
319 my 118 4,05 1,27 162 0,24 0,58 (φ6.3c/20)
365 LT1 -490 5,32 1,46 682 1,07 2,43 φ6.3c/13
530 mx 1106 71,28 13,45 1464 1,31 3,37 φ8c/14
365 my 561 43,21 11,84 711 0,62 1,77 (φ6.3c/14)
365 LF2 -1643 43,21 11,84 2226 2,05 4,96
LF1
PAR1/
(h=15cm) 365 -1446 43,21 11,84 1950 1,78 4,35
PAR2
PAR4B/
530 -1889 71,28 13,45 2560 2,39 5,76
PAR5B
365 mx 646 43,21 11,84 830 0,73 2,01 (φ6.3c/14)
319 my 499 35,42 11,10 629 0,55 1,58 (φ6.3c/14)
365 LF1 -1643 43,21 11,84 2226 2,05 4,96 φ8c/10
LF2
(h=15cm) 365 PAR2/
-1182 43,21 11,84 1580 1,42 3,56
PAR3
PAR4A/
319 -1065 35,42 11,10 1421 1,27 3,20
PAR5A

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24
Apresentação dos Resultados do
Dimensionamento

R Msd
L m R (KN) n = x As
Local L (KN Bitola
(cm) (KN cm) (tração) (cm) (cm2 )
(KN/m) cm)
203 mx 82 11,57 5,70 91 0,10 0,42 (φ6.3c/17)
PAR1/
my 0,31 0,69 (φ6.3c/17)
-
PAR2 LF 1 21,67 1933 2,49 4,54 φ8c/11
(h=12cm) 1446
PAR4B/
530 -281 11,57 2,18 384 0,45 1,07
PAR 5B
203 mx 82 11,57 5,70 91 0,10 0,42 (φ6.3c/17)
my 0,31 0,69 (φ6.3c/17)
PAR3/
PAR2 -
LF 2 21,32 1565 1,96 3,74 φ8c/13
(h=12cm) 1182
PAR4A/
203 PAR 5A
-279 11,57 5,70 367 0,43 1,14

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Apresentação dos Resultados do


Dimensionamento

R Msd
L m R (KN) n= x As
L ocal L (K N Bitola
(cm ) (K N cm ) (traç ão) (cm ) (cm 2 )
(K N/m) cm)
2 03 mx 90 11 ,5 7 5,70 102 0,12 0,45 (φ 6.3c/17)
my 0 ,2 7 0,61 (φ 6.3c/17)
PAR4 A/
PAR5 A - φ 8c/15
LF 2 18,91 1412 1,75 3,35
(h=12 cm) 10 65
PAR2/
2 03 -27 9 11 ,5 7 5,70 367 0,43 1,14 (φ 6.3c/17)
PAR3

2 03 mx 78 11 ,5 7 5,70 85 0,10 0,40 (φ 6.3c/17)


my 0 ,3 3 0,74 (φ 6.3c/17)
PAR4 B/
PAR5 B - φ 10c/13
LF 1 28,42 2525 3,40 6,03
(h=12 cm) 18 89
PAR1/
2 03 PAR2
-28 1 11 ,5 7 5,70 369 0,43 1,15 (φ 6.3c/17)

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Detalhamento

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Detalhamento
Armação Horizontal das Paredes

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26
Detalhamento

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Detalhamento

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27
Detalhamento

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Detalhamento
Reforço dos Furos

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28
Detalhamento

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