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PROJETO OVNIS A outra cara dos Alienígenas

PROJECTO
OVNIS
2ª PARTE

A OUTRA CARA

DOS ALIENÍGENAS
Lic. Pablo Santa Cruz de la Vega

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PROJETO OVNIS A outra cara dos Alienígenas

Título del original: “Proyecto Ovnis – La Otra Cara de los Alienígenas”.

Autor: Pablo Santa Cruz de la Vega.


Edición: Circulus Domini Canis.
Diagramación: René Calani A.
Arte y Diseño: Aghart
Primera Edición Limitada.
Marzo de 2013, Cochabamba Bolivia.
Editorial Casa de Tharsis
www.casadetharsis.com

Hecho el depósito que establece la ley 11.723. Libro de Edición


Boliviana.
Depósito Legal: 4-1-1195-12
Corrección final: Circulus Domini Canis.
Traducción al português: Antonia Rodrigues da Silva e
Cíntia Rodrigues da Silva

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PROJETO OVNIS A outra cara dos Alienígenas

Índice.

Prólogo. ........................................................................................ 06

Introdução. ................................................................................... 08

Prefácio. ....................................................................................... 11

CAPÍTULO PRIMEIRO. ............................................................... 12

Nossa Fonte: a Gnose Hiperbórea. ............................................. 12

1. Informação Inédita. ........................................................ 12

2. A Gnose Hiperbórea. ..................................................... 13

CAPÍTULO SEGUNDO. ............................................................... 18

A Origem Extraterrestre. .............................................................. 18

1. O Universo dos Deuses. ............................................... 18


2. A Serpente. ....................................................................20

3. A forma reptiliana de alguns alienígenas. ..................... 20

4. Conflito do lado alienígena. ........................................... 22


5. Abordagem Gnosiológica das características de
uma raça alienígena. .................................................... 23

CAPÍTULO TERCEIRO: .............................................................. 25

A Criação da Humanidade. ......................................................... 25

1. O homínideo nativo ou Pasú. ....................................... 25


2. Resultado da mutação: O Virya ou Homosapiens
Sapiens. ........................................................................... 27

3. Chang Shamballa, uma base extraterrestre. ............... 29

CAPÍTULO QUARTO. ................................................................ 32

Os Alienígenas Libertadores. ..................................................... 32

1. Os Hiperbóreos. ........................................................... 32

2. O Pacto de Sangue e o Pacto Cultural. ....................... 34

3. Tartessos, um povo do Pacto de Sangue. ................... 37

4. As Sociedades Secretas. ............................................. 38

4
CAPÍTULO QUINTO. .................................................................. 40

A Guerra na Antártida. ................................................................ 40

1. Os 15 modelos operacionais de Ovnis Nazis. .............. 40

2. As Portas Dimensionais. ............................................... 42

3. Uma Batalha jamais contada. ....................................... 44

4. Testemunhos Ovni. ....................................................... 46

CAPÍTULO SEXTO. ..................................................................... 49

Os Alienígenas Traidores. ............................................................ 49

1. Abduções e Contatos. .................................................... 49

2. Biotipos Alienígenas. ...................................................... 50

3. Os Greys. ....................................................................... 51

4. O tipo “Humus” e os “Crop Circles”. ............................... 52

5. O Tipo Humanoide. ........................................................ 53

6. A importância da Exopolítica. ......................................... 55

CAPÍTULO SÉTIMO. .................................................................... 58

Os Verdadeiros Contatados. ........................................................ 58


1. O caso de abdução e partenogênese mais importante
de todos os tempos. ..................................................... 58
2. A Missão de Luís Felipe Moyano. .................................. 59
3. A Ordem TIRODAL, as Fenestras e a Odalização......... 60
4. Atividade Paranormal, Estados Alterados de
Consciência e o mundo astral. ....................................... 63
CAPÍTULO OITAVO. .................................................................... 66
Visão dos alienígenas sem costras culturais. ............................... 66
1. A Verdadeira Face de um Alienígena chamado
Jehová........................................................................... 66
2. Os vimanas de YHVH e os alienígenas traidores. ........ 68
3. Os falsos neopaganismos e neonazismos. ................... 70
4. O Fim da História. ......................................................... 73
BIBLIOGRAFIA REFERENCIAL. ...................................... 77

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PROJETO OVNIS
A outra cara dos Alienígenas
PRÓLOGO
Quando embarcamos na tarefa de realizar o Projeto OVNIS - a Base Antártica,
não sabíamos ao certo se haveria aceitação do tema sobre os “ovnis” nazistas
por parte das pessoas e, além disso, não poderíamos saber se haveriam
receptores para o relatório fora dos ainda reduzidos círculos esotéricos, que de
um tempo para cá se tem formado ao redor da sabedoria hiperbórea, na
verdade, ao redor da obra de Luis Felipe Moyano.
Entretanto, para nossa surpresa, comprovamos que fora do restringido mundo
do esoterismo, existem milhares, quiçá milhões de pessoas que buscam
avidamente uma resposta sobre os “ovnis”; e não é porque simplesmente o
tema seja comercial e fascinador, não. O que acontece é que, ao ir trabalhando
na campanha de difusão do “Relatório Ovnis”, que foi como denominamos
acertadamente ao “Projeto Ovnis” em sua versão de documentário em vídeo,
podemos corroborar a existência de centenas - que são seguramente, na
realidade, milhares - de pessoas que haviam sido testemunhas diretas de
objetos voadores não identificados e, para as quais, a postura oficial de
negação não tem sentido, pois elas os viram, e ninguém poderá apagar essa
experiência de suas memórias.
Também é verdade que fomos capazes de perceber que o fruto de nosso
trabalho, realizado na divulgação da Novela Mágica de Nimrod de Rosario,
havia chamado a atenção de muita gente, mais do que poderíamos supor, e
que estavam a espera de alguma manifestação para vislumbrar o que, no
tempo que divulgamos “O Mistério de Belicena Villca”, não havíamos
conseguido mostrar-lhes. Isto é um relance da magia que todos, sejam
gnósticos ou agnósticos, esperamos sentir e apalpar algum dia nesta realidade,
agora vazia de maravilhas, heróis, deuses e discos voadores. Sim, era o sinal
que muitos estavam esperando para dar como certa a divulgação e assimilação
deste tipo de informação.
Evidentemente, desde a publicação do “Relatório Ovnis”¹ temos notado que as
pessoas estão começando a mostrar interesse aos livros que divulga a Editora
da Casa de Tharsis, mas sobretudo, ao “O Mistério de Belicena Villca” e, por
mais surpreendente que pareça, os “Fundamentos da Sabedoria
Hiperbórea” ainda sem que a Editora os tenham editado em papel.
Também é certo que, muitos conhecedores do tema, viram estas possibilidades
antes que nós, e nos alertaram sobre a expansão que poderia gerar, assim
como a necessidade de complementar o “Projeto Ovni” com informação que

¹ “Relatório Ovnis” é o nome dado à série de documentários em vídeo,


baseados no “Projeto Ovnis” e que foram publicados em um primeiro vídeo-
livro.

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faltava reunir, estruturar e divulgar em uma espécie de anexo. Infelizmente
concordamos com uma pessoa que participou junto a nós da estratégia
veganista durante quase dois anos e que confiamos para encarregar-lhe a
tarefa de realizar a maior parte de uma espécie de “adendo” ao “Projeto Ovni”,
a fim de por algumas luzes com argumentos sólidos sobre a outra parte do
tratado no relatório dos ovnis nazistas, podemos dizer, sobre os alienígenas do
pacto cultural, antagonistas dos alienígenas “nazistas”; depois de quase três
meses recebemos um rascunho, que para nossa surpresa resultou muito
interessante; não só incluía a outra parte sobre os moradores alienígenas de
Chang Shamballa, mas que contemplava as pautas que nós havíamos
sugerido que contivessem, e que com o trabalho de edição e complementação
que realizamos, servia sobremaneira para ampliar a informação que queríamos
incluir no primeiro relatório sobre aspectos relevantes que deveriam ser, não só
mencionados implicitamente, como também matizados, realçados e
aprofundados.
Lamentavelmente o sujeito em questão, nos referimos a pessoa que elaborou a
maior parte do “adendo”, decidiu tardiamente, isto é, quando já “o prato estava
servido”, desistir de continuar participando dessa estratégia meta-política, pelo
que nos vimos obrigados a descartar sua contribuição. Assim, a realização
desta Segunda Parte do “Projeto Ovnis”, está estritamente ajustada agora, à
nossa visão original, a fim de evitar qualquer incerteza sobre a autoria desta
estratégia que hoje consolidamos com esta parte, que pela mesma razão, não
tem porque contar com a errática e impertinente contribuição de uma terceira
pessoa desvinculada totalmente agora deste esforço.
Algo que devemos delimitar é que o “Projeto Ovnis”, ao adaptar-se por seu
formato para servir de base a um roteiro narrativo, possibilitou sua realização
em vídeo; realmente constituiu um árduo trabalho editar quase quatro horas de
documentário, mas resultou em uma valorização significativa para a divulgação
do relatório; o presente material implica a mesma possibilidade, pelo que nos é
grato comunicar aos leitores que logo lançaremos o segundo vídeo-livro do
Projeto Ovnis.
A continuação do diretor e operador deste esforço que se originou no seio do
Círculus Domini Canis, licenciado Pablo Santa Cruz de la Vega, vai expor um
tema fascinante ao estilo que o caracteriza como impulsor desta estratégia de
divulgação e autor do Relatório Ovnis, colocando em segundo plano todos
aqueles que, por convicção, estejam dispostos a transitar pelo sinuoso caminho
do realismo fantástico. Pelo que nos diz respeito, estamos convencidos que a
realidade sempre supera a ficção.

A Editora

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INTRODUÇÃO

A Segunda Guerra Mundial foi, com propriedade, uma das últimas


manifestações de uma Guerra Essencial milenar que existe desde a ORIGEM
da humanidade entre duas facções de seres extraterrestres; e aqui não nos
referimos em nada à suposta “origem antropoide” do homem, tão cacarejada
pelos evolucionistas que tratam por todos os meios de justificá-la
empiricamente sem consegui-lo, atribuindo-lhe uma cronologia absurda à
história do mundo. Não. Já se tem demonstrado para a sociedade, que a
humanidade não tem sua origem em um hominídeo primitivo, que à força de
saltos evolutivos, tem logrado converter-se em outra espécie, mas sim em uma
mutação genética artificial operada por uma inteligência extraterrestre ou
alienígena, que foi a causa da aparição do homo sapiens sobre a face do
planeta. Desde então, o mundo singular do UNO, do “macaco”, sofreu uma
dicotomia que tem sido, por sua vez, a ORIGEM sobre a Terra de uma disputa
entre forças essencialmente irreconciliáveis: o monoteísmo e o politeísmo.
O problema é que ambas as posturas são VERDADEIRAS; este mundo era
dos macacos, sendo regido por um só poder, seu criador, mas essa realidade
se alterou drasticamente ao produzir-se a chegada a este uni-verso ou mono-
universo, de uma raça alienígena completamente alheia à criação e a seu
criador. Desde então, o monoteísmo deu um passo ao politeísmo, que foi a
principal razão pelo que os povos antigos veneraram as muitas divindades e
não a uma só, como podemos corroborar evidentemente nos resquícios de
muitas religiões e culturas ancestrais do oriente e ocidente.
Mas, qual é o verdadeiro rosto destes “avatares”² que periodicamente se
manifestam na “realidade” visível para procriar os “manús”³ ou raças raízes?
Como são em realidade estes “anjos” do Deus Uno? Desde onde operam e por
que não se mostram à humanidade? No “Projeto Ovnis – a Base Antártica”
brindamos algumas pautas a respeito, mas não nos aprofundamos nelas,
somente nos referimos aos alienígenas traidores como contrapartida para
explicar o contexto em que os alienígenas libertadores fizeram contato com o
Terceiro Reich alemão, através de uma sociedade secreta de iniciados, a
Thulegesellschafft, que permitiu que os nazistas obtivessem as chaves para o
desenvolvimento de tecnologia hiperespacial.
E esta possibilidade, por sua vez, levanta questões fascinantes sobre a
verdadeira natureza dos mundos circundantes, tanto sensíveis como mais
sutis, a abdução, o trânsito por espaços polidimensionais, a atividade

² “Avatar” é uma palavra sânscrita que significa “estrangeiro”, “de fora”,


“estranho”, “aquele que vem do exterior”.
³ Manú é uma palavra sânscrita com que se assinala o “homem arquetípico” de
certa idade ou período telúrico.

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paranormal, a interseção de campos, o mundo astral, realidades que são
alheias a uma maioria esmagadora da população humana, convertendo este
cárcere material em uma formidável prisão da que só podemos perceber uma
mínima parte, que não é nada em comparação com a colossal estrutura do
mundo fenomênico.
Aprofundar na natureza de um ser extradimensional completamente livre para
transitar em esferas superiores fora do espaço-tempo, serviu para corrigir essa
imagem cultural que temos do alienígena; um ser de variadas formas e cores,
muito semelhante a nós em muitos aspectos, o que reafirma erroneamente que
está sujeito as mesmas limitações, impedindo que possamos ter acesso a uma
aproximação gnosiológica mais fria e, assim, mais correta. Se os Seraphim
Nephilim se revestem com corpos humanoides entelequiados, quase perfeitos,
para copular com espécies selecionadas dentre todas as raças humanas,
propiciando a aparição de novas raças humanas, então... quem são aqueles
seres disformes, cabeçudos e quase monstruosos que se pintam como
protagonistas de uma quantidade cada vez maior de encontros?
Chupa-cabras, greys, reticulianos, reptilianos, humus, draconianos, podem ser
realmente alienígenas? Ou podem ser outra coisa, produto de uma
inimaginável capacidade biotecnológica ou de uma imaginação fértil.
Se os alienígenas estão presentes desde a origem da humanidade tal como a
conhecemos, então são operadores deste sistema macrocósmico com algum
fim que devemos desvendar, já que do contrário estamos sujeitos a interagir
nas condições mais extremas de dor e sofrimento, em um experimento
psicogenético de grande envergadura do qual somos totalmente inconscientes,
como simples cobaias de laboratório.
Assim mesmo, se dois milhões de alemães foram evacuados a uma base
intraterrena na Antártica, fora do campo de ação deste colossal experimento
psicogenético, ficando livres das dependências humanas e da influência dos
desígnios demiúrgicos⁴, então nós... podemos acessar a mesma possibilidade
escapando dos ciclos de vida e morte na matéria? Esta, sem lugar a dúvidas é
uma pergunta muito importante.
Se empreendermos uma estratégia coletiva de libertação à maneira da
Alemanha Nazista, então... quem nos impedirá? Daremos esta resposta já: os
alienígenas; talvez não diretamente, mas sim através desse formidável sistema
de controle social que criaram e ao que chamamos sinarquia e que domina a
variável da globalização atual, castigando com a força de gigantescos e bem
equipados exércitos mercenários, as nações que ousem desafiar os desígnios
do UNO ou, diretamente, intervindo ativamente nas operações militares com
suas vimanas ou discos voadores, o que desencadearia sem dúvida, a
BATALHA FINAL, o FIM DA HISTÓRIA.

⁴ Demiurgo significa ordenador da matéria, regente, nome com que


denominamos ao “deus” criador deste universo material.

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Aqui reside a importância deste relatório para todos aqueles que, sem pensar
nas graves consequências visíveis, estão acionando sua força de vontade, que
é o legado espiritual alienígena que corre por nossas veias, para expressar
essas verdades que temos demonstrado, já que estão muito longe de serem
simples especulações de um mundo adormecido e inerte. Esta segunda parte
do “Relatório Ovnis” está dedicada, pois, ao único movimento de ação
metapolítica que existe agora: O Movimento Veganista Emergente. A todos
eles, nossos mais sinceros reconhecimentos por terem a coragem de agir
mostrando essa realidade, expressando essa verdade aos povos latino-
americanos.
Este nobre trabalho não tem preço, nem pode ser medido ou julgado por
nenhuma instância humana, já que pertence ao âmbito do ideal enquadrado no
substrato da maior recordação de nossa memória ancestral ou legado de
sangue: a LIBERTAÇÃO DO ESPÍRITO ACORRENTADO.

Cochabamba 27 de janeiro de 2013.

O autor

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PREFÁCIO

Os Deuses existem. O criador deste mundo, também. Os Deuses se encontram


em conflito, e uma facção deles concorda com o criador. Supervisionam o
mundo criado e, junto ao criador, são os dois lados de uma mesma moeda.
Podem ser extremamente bondosos, altruístas e compassivos, mas também,
terrivelmente cruéis, volúveis, passionais e traidores.
A história ancestral de todos os povos do mundo o confirma. Por essa razão,
deixaram de tornarem-se visíveis; instruíram a proibição de imagens que os
representem, até que depois de muitas gerações, conseguiram que os homens
começassem a esquecer-se de sua existência e logo, em nossos dias, a
duvidar dela.
Mas os “vigilantes” continuam supervisionando o mundo criado desde sua
morada celeste. Sabem que estão a ponto de conseguir a tão sonhada
concretização de seus planos. Seus agentes na Terra têm cumprido ao pé da
letra suas diretrizes. No entanto, algo está acontecendo, algo que não estava
previsto. Mas, como em uma partida de xadrez, já fizeram sua jogada, e não há
outro remédio senão esperar a jogada do adversário... nos referimos a Aqueles
Deuses que não pactuaram com o Criador e permanecem no mundo
aguardando que os homens que carregam seu sinal, despertem e combatam
junto a Eles na Batalha Final.

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CAPÍTULO PRIMEIRO
Nossa Fonte: a Gnose Hiperbórea
1. Informação inédita
A ideia desta segunda parte do “Projeto Ovnis” é a mesma que a primeira saga:
apresentar de forma simples uma dissertação pautada para fornecer os
aspectos mais relevantes da informação que temos compilado e analisado
sobre a verdadeira natureza do fenômeno alienígena, sintaticamente, de
maneira que possam assimilar argumentos e conceitos muito complexos que
estão fora do horizonte cultural que se costuma utilizar sobre esta questão.
Começaremos com uma breve resenha do “Relatório Ovnis”.
Existia informação de vital importância que devíamos compartilhar, embora
essa informação tenha chegado às nossas mãos há
seis anos, o plano de fundo dela era invisível para
um olhar cultural; isto é, tivemos que ir rompendo
as estruturas, os moldes racionais dos quais
estávamos encarcerados, para compreendê-lo; foi
só estudando, revisando, alinhavando,
experimentando, que o processo subsequente de
verificação poderia esclarecer, e segue
esclarecendo ainda, o sentido que tem, e a
relevância que a converte na mensagem mais
importante que a humanidade recebeu, e isto
porque sua origem corresponde a uma esfera
superior de existência.
Nos referimos, pois, a obra de Nimrod de Rosario,
publicada por Rosalia Taglialavore e a Ordem dos Cavaleiros Tirodal da
República Argentina (OCTRA) no início do ano de 2001. Reduzir semelhante
quantidade de informação, milhões e milhões de páginas HTML – que
estiveram disponíveis no site: www.quintadominica.com.ar e dizemos
disponíveis porque a página foi recentemente modificada por razões
estratégicas – consistia em experiências narradas por Rosalia a pedido dos
“Extras”⁵ em sua última etapa, de escritos e dissertações em linguagens muito
oblíquas e codificadas, realizadas com indução alienígena pela própria Rosalia
e outras pela OCTRA, que propunham importantes reduções simbólicas a fim
de preparar aos “eleitos” para entrar em contato com realidades inimagináveis
para os “não iniciados”, leigos e agentes do sistema.
Evidentemente, para assimilar e reduzir tal quantidade de informação,

⁵ Termo com o que Rosalia se referia aos alienígenas libertadores que a


contataram desde Agartha e a Base Antártica.

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fundamos o Circulus Domini Canis, e nos embarcamos na tarefa de “estudar”
para conseguir a tão procurada redução dos significados propostos;
começamos abrindo sites de internet, desde blogs até páginas web; assim
surgiu “La Serpiente” de Lupus Felis, fundação da Estratégia Veganista e seus
ensaios: “Veganismo: La Muralla de los Invisibles”, “Metaética Psicologia
Social”, “Veganismo: El Acto Estrategico”, “Manifesto Veganista”, “Projeto
Ovnis – a Base Antártica”, e a presente segunda parte, que por sua vez tem
somado à proposta de círculos afins, o Movimento Veganista colombiano e seu
estudo: “La Sinarquia”, e o Círculo de Amatista com “El Arco de Artemisa” e “La
lengua del Pasú”, todas as obras com marcas e nuances hiperbóreas. “O
Movimento Integralista Americano”, embora exotérico, também está dentro
deste quadro de união, trabalho em equipe, camaradagem e pan-
americanismo.
Caso a parte, a falida proposta de um ex-círculo argentino: “AMA - Ação
Metapolítica Argentina” e o “Relatório Ovnis Adendo”, agora “desveganizados”
são, portanto, inutilizados estrategicamente pois, sua fundação ORIGINAL era
o Movimento Veganista que Hilvano editou e avaliou para sua divulgação na
Argentina.
Neste contexto, tem lugar o desenvolvimento e implantação do livro lançado há
um ano, “Projeto Ovnis – a Base Antártica” como uma estratégia de divulgação
desta informação no marco estratégico de socialização levantado pelo
Movimento Veganista. E assim, nasce também a ideia de converter o livro em
um amplo documento audiovisual, para facilitar sua compreensão. Agora, o
documento está sendo divulgado na rede, para nossa surpresa, com uma
inesperada resposta do público. E em consequência disso, os conhecedores do
tema sugeriram que se ampliasse o relatório com dados que não havíamos
abordados por razões de tempo e espaço, e que são de muita importância.
Assim nasce o falido “Adendo” do “Relatório Ovnis” que já mencionamos,
“estéril”, sem sua contraparte argumental, o Movimento Veganista, que nos
impulsionou a realizar esta segunda parte. Uma edição limitada que, agora,
graças ao esforço da Editora Casa de Tharsis, estará à sua disposição em
formato digital e em papel. Com esta segunda parte, sem dúvida, o “Relatório
Ovnis” constitui uma das contribuições mais sérias que existe no mundo sobre
o fenômeno ovni e os alienígenas.
2. A Gnose Hiperbórea
Corresponde agora fornecer ao público ufólogo, uma breve, mas necessária,
introdução à obra de Nimrod de Rosario, que se abrange com a denominação
de gnose hiperbórea. No estudo anterior “Projeto Ovnis” mencionamos vários
livros de Felipe Moyano, especificamente: “O Mistério de Belicena Villca”, “Os
Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea” e “A História Secreta da
Thulegesellschafft”, que são a base sobre a qual temos levantado o enredo do
presente relatório. É necessário esclarecer que estes documentos são únicos,
pela inédita precisão semântica e histórica de seus postulados. Em outra seção
deste relatório, ampliaremos devidamente a informação sobre Rosalia, a mãe

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de Moyano, grande protagonista deste estudo, e de Felipe. Neste sentido,
agora exporemos alguns aspectos onde a gnose hiperbórea mostrará ao leitor
esse importante argumento.
Quando, há muitos anos, nos embarcamos na “gnose”, notamos que estava
impregnada de judeu-cristianismo, dependendo da escola ou do guru que se
achava por trás dessa postura, sem importar a tendência, todas ofereciam ao
público, com pequenas diferenças de forma, a mesma coisa: máximo tipo
psicológico, Jesus, máximo paradigma, “amor”, máxima meta, eliminar o Ego;
sejam Rosa-cruzes, Teósofos, Hare Krishnas, Budistas, Samaeleanos,
Metafísicos, Raeleanos, Angeólogos, New Age, etc.; ou sua contraparte
“Satanista”, Maçons, novos Templários, Umbanda, Santeria, Druidismo, a
cultura psicodélica de Anton Lavey ou Aliester Crowly, a Igreja do Juízo Final,
O Processo, são todas aberrações, em maior ou menor grau, todas eram
anímicas, e embora o “amor” fosse trocado por um sentido de liberdade
extrema, onde tudo era permitido, mantinham a mesma tangente: máximo tipo
psicológico: um homúnculo andrógeno, máximo paradigma, experiência
sensível sem restrições, máxima meta, a perversão do ego; a outra face de
uma mesma moeda. Se não se pode eliminar o ego, tem que pervertê-lo. Por
quê?
Antes de responder à pergunta, detenhamo-nos
na Gnose Samaeleana, da qual bebemos nos
anos de confusão e incerteza. Em linhas gerais,
o Movimento Gnóstico Cristão Universal fundado
pelo Mestre Samael Aun Weor (Victor Manuel
Goméz Rodriguez) girava ao redor de três
pontos: morrer, nascer e sacrificar-se pela
humanidade, no que “morrer” consistia na
eliminação de todo vestígio do ego, do qual se
considerava como a fonte de todos os erros; o
nascer, que era a transmutação da energia
sexual para levantar sete serpentes Kundalini
consecutivas correspondentes aos corpos físico,
vital, astral, mental e três corpos superiores
pertencentes à mônada ou íntimo que eles denominavam Atman, Budhi e
Manas; e o sacrifício pela humanidade, que consistia na divulgação de tal
ensinamento. Em alguns círculos do Movimento Gnóstico Cristão Universal, se
dizia que Hitler era um iniciado, uma ficha negra do tabuleiro de xadrez
macrocósmico, que se havia desviado do caminho em determinado momento,
coincidindo com Miguel Serrano Fernandez, o qual afirma que isto havia
provocado que a Fraternidade de Mestres Ascensos retirara seu apoio inicial
durante a Segunda Guerra Mundial.
Muito bem, chegamos ao centro da questão; um ponto coincidente nas
correntes do pensamento esotérico de todas as escolas gnósticas atuais: Hitler
era malvado, e o nazismo também. E mesmo fora das escolas esotéricas, a

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coincidência é quase absoluta, pois, salvo alguma exceção, todo mundo está
convencido dessa falácia.
Quanto ao tema alienígena, afirmavam que os extraterrestres eram seres de
luz mais evoluídos, que estavam encarregados de criar as novas raças
humanas e que essa era sua principal função; sequestravam pessoas para
realizar experimentos genéticos para tal fim, e vigiavam o desenvolvimento
evolutivo da humanidade. Neste ponto, devemos admitir, que não estavam tão
errados.
O importante aqui é que esta gnose, que chamamos de “oficial”, está projetada
para cobrir com um manto de ocultamento, um saber ancestral, uma gnose
primordial que os antigos tinham bem clara: uma realidade celestial, isto é, uma
superioridade existencial povoada por deuses e deusas que se manifestavam
visivelmente no mundo e interagiam com a humanidade. Estes superiores,
haviam ensinado aos homens mais aptos, o segredo da imortalidade, cujo
legado tendencioso tem chegado até nossos dias sob a forma do esoterismo
atual. Por que tendencioso?
Simplesmente porque a cosmogonia em que se baseia só comtempla um ponto
de vista, representado num axioma teológico indiscutível: só há um Deus, e
esse “deus” e sua criação são bons e o homem é o que se perverteu. E os
demais Deuses e Deusas? Pois, nada dizem a respeito as correntes esotéricas
modernas nem as religiões estabelecidas, pois todas, sem exceção, giram ao
redor do dogma monoteísta. A pergunta agora seria, o que é tendencioso?
Desde nosso ponto de vista, vejamos: o lado mal da divindade – por que
devemos ter a honestidade de admitir, essa única divindade é errática, com
uma parte intrinsicamente má, o contexto do mundo em que vivemos assim o
evidencia – não é abordada pela gnose oficial, não mais que de relance, pois
produziu uma espécie de alter ego de Deus, ao que atribui todo esse mal
evidente a Satanás, Ariman, Shiva, Azazel, Moloch, Azathot, Huitzilopochtli,
etc., deixando de lado qualquer explicação aos seus verdadeiros adversários,
que não se encaixam no tipo negro desse alter ego, Amon, Apollo, Wotan,
Osiris, Kukulcan, LÚCIFER.
E agora sim, estamos em condições de responder à
pergunta que levantamos parágrafos acima; se a
gnose cultural oficial se empenha em neutralizar o
EGO, e este conhecimento vem por revelação ou
instância celestial desse deus ambivalente e
monoteísta, a gnose herética e tendenciosa que
provém de outras fontes, e os deuses pagãos alheios
e hostis ao deus criador, revelam ao contrário, um
conhecimento para enaltecer e orientar a esse EGO
em seu trânsito para a libertação do mundo da
matéria. Em outras palavras, esse agente egóico é um
legado divino daquelas divindades, que manifestam
de uma maneira relevante a ORIGEM

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EXTRATERRESTRE do ser humano.
Portanto, esta gnose primordial, este conhecimento perseguido, esta “religião
proibida” ensinaria ao homem com legado divino, ou seja, EGO, várias vias de
libertação que a gnose cultural oficial tem distorcido. Comprovamos
sintaticamente: não devemos utilizar a magia sexual para drenar o Ego, já que
as serpentes Kundalini cumprem uma função estabilizadora dos desígnios
demiúrgicos contidos nas matrizes funcionais do microcosmos, os “chakras” e
em última instância, a fagocitação ou união mística do microcosmos com o
aspecto logos do demiurgo. Os teósofos que seguem os ensinamentos de
Helena Petrovna Blavatsky, o Conde de Saint Germain, Rudolf Steiner,
Fulcanelli também conhecido por Gurdief, e Arnoldo Krumm Heller, este último
suposto promotor do rosacrucianismo moderno, representantes máximos da
corrente gnóstica oficial de nossos dias, sob diferentes bandeiras, sustentam
que o demiurgo, “deus”, estaria evoluindo através de suas criaturas, mônadas e
sub-mônadas (almas) emanadas por ele para tal fim e que a posterior
fagocitação de toda essa vivência experiencial que acumulam através de
milênios e sucessivas metempsicoses ou reencarnações, é algo “bom”, quando
na realidade constitui a mais aberrante e não só isso, mas, estritamente
falando, o único caso real de vampirismo que existe e sobre o qual não se tem
realizado nenhum filme ou série de televisão.
A gnose hiperbórea, pelo contrário, nos revela o verdadeiro rosto do “Uno”,
Jehová Satanás, e de seu real oponente, isto é, Daquele que não é um simples
Alter Ego do mesmo demiurgo, um desdobramento esquizofrênico de uma
mesma divindade, mas o verdadeiro poder antagônico e hostil a toda sua
demencial obra ou criação material, Lúcifer.
Nos aprofundaremos nisto mais adiante, por agora só diremos que o grande
chefe espiritual desta raça alienígena que se opõe ao criador e seus “anjos”
também alienígenas é Lúcifer, e sua história perdida, apagada, distorcida e
escondida, se conserva nesta gnose primordial que nós chamaremos agora de
Gnose Hiperbórea.

16
A gnose, o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal

17
CAPÍTULO SEGUNDO:
A Origem Extraterrestre
1. O Universo dos Deuses.
Nesta parte introdutória, vamos nos utilizar dos mitos ancestrais para explicar o
princípio, isto é, onde começou tudo a partir da chegada de uma raça
alienígena, completamente alheia ao universo material. Esclarecemos que
devemos compreender que os alienígenas não são locais, como a cultura nos
mostra, chegando de estrelas distantes, outras galáxias, ou dimensões
contidas neste universo. Não. Eles procedem de outro “universo”.
Analisemos isso por um momento. É muito
importante compreender o que queremos dizer com
nossa afirmação anterior. Segundo os mitos bíblicos
que, por sua vez, se inspiraram em mitos de outros
livros sagrados, muito mais antigos, por exemplo, a
cosmogonia suméria, a hindu, ou a egípcia, citando
só algumas das tradições ancestrais mais antigas
que a bíblia, este universo teria um “criador”,
ordenador, estruturador, regente, ou como quiser
chamar-se à “causa primeira” que o havia gerado,
ou criado. Este “ser de fogo”, infinito, onipresente,
onisciente, todo poderoso, provém, segundo as
tradições neste caso rabínicas, de um lugar que
está mais além de todo o criado por ele. Este lugar,
este outro universo, está assinado na árvore
sephirótica ou cabalística, como o Ein Soph. O mundo dos Deuses ou o
universo dos Deuses. Para os antigos gregos o Ein Soph era Urano, “pai dos
Deuses”, que havia sido, segundo o mito, castrado por Cronos, um de seus
filhos, e cujo nome os gregos denominavam ao criador do universo material e
que, por sua vez, seria castrado por Zeus, de maneira similar. Sem dúvida,
existe muita coincidência nessa primeira colocação. Os mitos sagrados são
muito claros a respeito da luz, que foi criada pelo criador, apesar da
redundância, só existia a escuridão, entre aspas, que seria o mundo dos
deuses. O “Outro lado”; a luz criada é própria desse universo material.
Nos livros do extraordinário Immanuel Velicovsky⁶, infestados de interpretações
mitológicas para explicar a origem do sistema solar e das catástrofes que
assolaram o planeta em tempos remotos, teorias muito coerentes que frustram
por si só todas as considerações pseudocientíficas tecidas por ortodoxos
mecanicistas como Carl Sagan, se encontra a proto-história da Terra, quando
girava como lua ao redor de Saturno. Saturno então, bilhões de anos atrás era

⁶ Immanuel Velicovsky escreveu “Mundos em colisão” e “Divindades em caos”


entre outros livros de singular sabedoria. Sempre foi atacado pela comunidade
científica ortodoxa.
18
um sol irradiando suficiente energia para
ativar a sopa primordial, onde repousava o
protótipo manú ictis, uma das matrizes
funcionais do hominídeo primitivo.
Evidentemente, coincidente com o mito antes
descrito (a castração de Urano), Velicovsky
afirma que Júpiter (Zeus) em uma colisão
dantesca, havia absorvido parte da massa de
seu vizinho, destruindo muitas de suas luas,
que logo formaram os anéis de Saturno. O
interessante aqui é que, deixando de lado a
linguagem mítica interpretada à luz da
astrofísica, onde poderíamos afirmar que
Urano, castrado por Cronos, como já vimos,
se assemelha ao verdadeiro Mundo Celeste
de onde procede os poderes cósmicos divinos
ou deuses, como “Cronos”, logramos
compreender o contexto da chegada de outros deuses que, por sua vez,
deslocaram “Cronos” Saturno (quando “Zeus” o castra) significando a
implementação de Chang Shamballa, uma gigantesca base extraterrestre que
se interpõe entre Cronos, o Sol real, e sua criação, sendo o sol amarelo que
vemos “Sun”, só um tapa-signo, uma simples ilusão holográfica, uma espécie
de câmara de entrada para a morada extraterrestre de Chang Shamballa, onde
impera “Zeus” e os “deuses” olímpicos, uma face dos alienígenas traidores que
pactuaram com o demiurgo Jehová-Satanás-Cronos-Saturno para administrar
sua criação. Para que os leitores compreendam melhor, os remetemos a
primeira parte do “Projeto Ovnis – a base Antártica” capítulo 12 “Dois Lados –
os alienígenas Traidores e os Libertadores”, página 62 da versão digital.
Recapitulando, “A Serpente” (os alienígenas traidores) provém também desse
mundo gerador de deuses ou “super sol” de um universo inimaginável para
nós, chamado, na mitologia grega “Urano”, assim como Cronos; e mediante a
traição a outros membros de sua própria raça (Zeus) aos quais encarceraram
aos ciclos de vida e morte do hominídeo cuja matriz íctica tem sido modificada
(para isso se construíram a base de Chang Shamballa) regem, agora, a criação
material. Entretanto, recordemos que também “Zeus” representa o libertador
que, junto a Hades e os titãns ou cíclopes lutam contra Cronos; é que “Zeus” é
também a face do grande chefe da raça alienígena encarcerada, que se havia
manifestado na remota Atlântida (Posseidon) e que junto a Hades, um
alienígena libertador, venceu a Cronos, libertando a muitos deles. É a grande
batalha épica que narra o Mahabaratha, a terrível revolução atlante que acabou
com essa civilização, e cujo eco reverbera ciclicamente, quando o sangue puro
dos povos que descendem da raça da Serpente (Zeus), se orienta na Origem
reclamando a libertação. A penúltima batalha dessa guerra essencial foi a que
conhecemos como Segunda Guerra Mundial... a batalha final está ainda
pendente.

19
2. A Serpente.

O seguinte conceito é um pouco mais complexo


de compreender. Vejamos esta afirmação das
sagradas escrituras: “A serpente era mais
inteligente que todos os animais que Jehová Deus
havia criado”. Está claro que, “a serpente” não
havia sido criada por “deus”. O que não está claro
é que... havia uma serpente no jardim do Éden?
Você colocaria uma praga venenosa, uma cobra
ou uma tarântula em meio de seus filhos?
Evidentemente o mito nos sugere, muito
esotericamente, que “a serpente” seria uma raça
alienígena chegada a este mundo e alheia à
criação, pode-se dizer, um estranho em casa
alheia, e não se pode passar por alto que
ninguém, ninguém vive em uma casa alheia sem
o consentimento do dono. Neste sentido, através
do relatório, veremos que uma facção desta raça
extraterrestre havia pactuado com o criador do universo material. E quanto a
“serpente”, recordemos que um dos mais reconhecidos estudiosos dos
alienígenas, o inglês David Icke, sustenta que uma raça alienígena teria
características reptilianas, ou seja, seriam “serpentes”. Muitos povos antigos
falam dos Deuses - Serpentes. Talvez os mais famosos deuses reptilianos
sejam os Anunaki sumérios e os quetzatcoatl mesoamericanos. Kukulcan, o
deus serpente da princesa Papán que se manifestava através de uma pedra
polida em basalto negro, uma tecnologia de transdução hiperdimensional
desenvolvida pelos atlantes.

E quanto aos mitos simbólicos sumérios, que tem como protagonistas a Enlil,
outro dos nomes de Cronos-Saturno-Jehová-Satanás, e Enki seu, as vezes
colaborador e subordinado, embora sendo PRIMOGÊNITO, e outras, seu
obstinado adversário, sugerem que teriam o mesmo sinal ambivalente de Zeus
dos mitos gregos. Ambos, Enki e Enlil são representados com traços
humanoides, no entanto, há uma terceira divindade suméria muito importante,
que sempre é representada notoriamente reptiliana, nos referimos a Innana.

Porque os alienígenas libertadores decidem ingressar pela porta de Vênus


assumindo uma forma reptiliana, é uma questão não só interessante, mas vital
para compreender um sinal que tem sido distorcido por agentes como David
Icke e o “comandante” Clomro, entre outros, havendo-se convertido em uma
das especulações culturais favoritas de uma grande parte dos fãs do fenômeno
OVNI.

3. A forma reptiliana de alguns alienígenas.

Bem, vamos esclarecer esse tema: não é que os alienígenas, ou alguns deles,
pertençam a uma raça ou espécie ou biotipo réptil, NÃO. Remetendo-nos
novamente à primeira parte deste relatório, já demonstramos que a visão de

20
um universo infestado de raças alienígenas das mais diversas formas, psique e
cor, é uma estratégia de confusão que tem levantado a cultura para esconder a
Origem da Humanidade e o verdadeiro propósito de sua permanência na
matéria.

O universo material está construído com arquétipos universais. Um universo


super estruturado animado e inanimado. Seu fundamento arquitetônico
animado é a existência bestial ou animalesca. Dito de outro modo, todas as
matrizes axiais correspondem a formas animais das quais se desprendem
intermináveis possíveis variáveis ou matrizes operativas em determinadas
idades ou ciclos cósmicos; os hinduístas chamam a estes ciclos de
manifestação cósmica, manvantaras. Em algum momento houve um mundo
reptiliano, o jurássico, supostamente há 60 milhões de anos e em cujo elo
filogenético mais alto, podemos supor que houve uma criatura altamente
“evoluída” capaz de desenvolver cultura ou por sentido no mundo, uma espécie
de ser racional de tipo reptiliano que se extinguiu junto a seus irmãos mais
toscos e bestiais, os dinossauros. O contexto da presente “idade” que seguiu a
esse falido intento do demiurgo, que acabou com uma extinção maciça, é
nosso mundo atual mamo-animal de sangue quente com “n” variáveis
biogenéticas e formas, entre elas uma espécie de tipo humanoide capaz de
converter-se em uma criatura inteligente e programada para dar sentido ao
mundo. Podemos dizer que, TODOS estes mundos possíveis correspondem a
matrizes próprias desta arquitetura universal, são modelos pré-existentes
criados, e dos quais os alienígenas colocaram as mãos, pois estas divindades
cósmicas procedem de outro universo muito superior a este que temos
descrito, e na qual as formas são uma limitante fora de lugar. Estes Seres
extra-universais não podem ser abrangidos por uma matriz formal.

Vamos explicar de uma maneira mais simples. Para ingressar neste universo
formal, os alienígenas deviam “formalizar-se” e, por razões que, podemos
afirmar, foram estratégicas, decidiram fazê-lo na forma reptiliana de sangue
frio. Não é que, como a cultura nos mostra, pertençam a uma raça réptil, já que
ao ser SERES INCRIADOS, não criados por “deus”, se encontrariam fora de
qualquer determinação arquetípica.

De início, vamos dizer que o motor deste


contexto mundial, ESTE MANVANTARA, é
a PAIXÃO que, como complexa função
psicobiológica, só pode manifestar-se
através de um veículo: O SANGUE
QUENTE. Evidentemente, os répteis têm
uma característica essencial, seu sangue
frio, que os predispõe a uma hostilidade em
relação ao contexto mundial, quer seja em
forma de agressividade ou indiferença,
POR ESSE MOTIVO FORAM
EXTERMINADOS. Lógico, mal se pode pôr
sentido no mundo ou desenvolver cultura
uma criatura que, por sua morfologia, não
requer de um complexo sistema cérebro-

21
espinhal e, portanto, tem um ANIMISMO INCIPIENTE só referido a um básico
extinto de conservação.

Um mamífero, ao contrário de um réptil, tem uma maior estrutura cérebro-


espinhal, portanto, um sistema linfático com capacidadade de maior fluxo que
implica um órgão CARDÍACO muito mais desenvolvido, todo este conjunto
produz uma constante orgânica, O SANGUE QUENTE, um sistema nervoso
mais sensível capaz de servir de contraparte física a uma esfera psíquica mais
complexa. Com isto, o animismo, em princípio, simples ato reflexo do
organismo, pode se transformar em uma espécie de consciência de si. É neste
momento onde a estrutura pisíquica já tem a capacidade de registrar as
vivências como parte do contexto. Pode-se dizer que jamais poderá questionar
sua existência fora dele. POR ESSA RAZÃO OS ALIENÍGENAS
LIBERTADORES ELEGERAM A FORMA REPTILIANA, para evitar a confusão
de estados existenciais. Dito de outra maneira, evitar ingressar no sistema
como mera parte.

Ampliaremos essa escabrosa questão mais adiante, quando abordaremos a


criação, por parte dos alienígenas, do ser humano.

4. Conflito do lado alienígena

Este conceito se refere a uma disputa que se havia gerado entre os chefes
desta raça alienígena, e que também está claramente refletida nos mitos
ancestrais dos povos antigos. A guerra do Mahabaratha da tradição hindú, a
guerra entre deuses e titãs da tradição grega, o conflito entre Osíris e Seth na
egípcia, a guerra entre anjos caídos e anjos rebeldes no judeo-cristianismo,
etc., sugerem esta possibilidade. O que não fica claro, é por que se produziu a
divisão entre os alienígenas. Mas pelos mitos sagrados podemos supor que se
deu pela decisão de alguns deles de permanecer no universo material e descer
aos mundos inferiores para experimentar uma existência animalesca,
animando um corpo humanóide modificado geneticamente a partir de um
hominídeo muito primitivo natural do planeta. Daí provém o mito dos anjos
caídos que se enamoraram das fêmeas do hominídeo, previamente
modificadas por eles para serem agradáveis ao seu olhar, tomando-as por par
e copulando com elas.

O dilema era que esta raça alienígena não procriava, posto que era imortal, e
não precisava de processos de reprodução, era alheia a esta condição animal.
Pode-se dizer que a função sexual para eles não tinha um desejo reprodutivo
mas a matriz funcional da criatura telúrica, sim. Então, se encarnar em um
corpo mamífero com uma desenvolvida estrutura psicobiológica implicava a
confusão de estados de Ser, agora podemos compreender a tremenda
hostilidade que os alienígenas experimentavam na hora de interagir como
humanos no mundo criado, mas também a conformidade de alguns deles em
permanecer aqui para o desfrute desses estados, pelo que, justamente se os
denominou como traidores da Origem extraterrestre do Espírito.

Vejamos esta revelação do evangelho Cátaro: “9. E, refletindo em si, quis fazer
um homem à sua imagem e ordenou ao anjo do terceiro ciclo que entrasse em
um corpo de barro. 10. E, tomando uma porção deste corpo, fez outro corpo

22
com forma de mulher, e ordenou ao anjo do segundo ciclo que entrasse no
corpo da mulher. 11. E os anjos choravam, ao ver-se revestidos de uma forma
mortal e diferente da que sempre lhes havia correspondido. 12. Mas ele os
mandou executar a obra carnal em seus corpos de barro, sem que eles
compreendessem que cometiam um pecado”.

No mundo criado, caracterizado pela bestialidade e a existência mortal, a


cópula tem um custo, a descendência. Segundo a mesma bíblia, gênesis 6,
este cruzamento havia gerado uma raça de gigantes ou heróis. Este
encadeamento e a queda de muitos membros desta raça alienígena aos
mundos inferiores, provocaram a ruptura com aqueles que não haviam
pactuado com o criador e que se propuseram libertar aos caídos, iniciando-se a
guerra.

É aí que Innana, que se opõe aos desígnios Enlilitas e Enkilitas, é


representada como uma mulher réptil, simbolizando o sangue frio que
contrasta com o fogo quente da paixão animal. Neste sentido, é tempo de
esclarecer uma importante distorção cultural. Esta pobre visão da mitologia
suméria assimila a Innana como divindade do amor e da guerra, atribuindo-lhe
a construção de “Templos do Amor”, quando na realidade, Innana instaura os
primeiros prostíbulos sobre a Terra, justamente para orientar aos caídos da
função não reprodutiva da sexualidade. E quanto a sua hostilidade, o símbolo
da guerra que carrega, a cultura lhe atribuiu o título de “Deusa Problemas”,
precisamente por incitar a rebelião contra o mundo criado. Desde então, muitos
povos tem hasteado o estandarte de “Vênus”, A Deusa do Amor e da Guerra,
talvez o povo mais famoso que seguiu radicalmente este modo de vida
estratégico foram os espartanos, tão em moda agora devido ao filme “300”. É
importante destacar aqui que, na atualidade, todos os povos do planeta tem
aceitado um modo de vida cultural encorajado pelos alienígenas traidores,
esquecendo o modo de vida estratégico legado pelos libertadores. Entretanto,
quando existem as condições para que retorne esta lembrança ancestral,
ocorre a incrível adaptação de alguma nação ao modo de vida estratégico,
exemplo patente, a Alemanha Nazista tem nada mais que umas décadas, o
que quer dizer que é muito possível que este legado se atualize em qualquer
momento, daí a tenaz campanha de difamação e estigma que a sinarquia
sustenta desde os centros do poder mundial, sempre pronta para reprimir esta
séria ameaça capaz de desestabilizar seus planos hegemônicos, como já ficou
em evidência.

5. Abordagem gnosiológica das características de uma raça


alienígena

O seguinte esclarecimento se refere a um aspecto de forma muito importante,


que vamos explicar sintaticamente. Esta raça alienígena não precisava nenhum
tipo de nave ou artefato para se mover interdimensionalmente entre universos.
Mas a decisão de descer aos planos inferiores mais densos, ou seja,
manifestar-se no mundo animal, os havia obrigado a revestir-se de corpos e
por isso haviam construído naves espaciais para mover-se
interdimensionalmente com estes corpos nestas regiões infernais ou mundos
inferiores. Aqui temos a origem dos “vimanas”, discos voadores e “ovnis”.

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Constitui um grave erro estratégico imaginar aos alienígenas, que na realidade
são imensuráveis e terríveis divindades extraterrestres, corpóreos e
humanóides, seres morais, inclusive emocionais. Isso equivaleria a toma-los
por criaturas, que é o que efetivamente acontece; basta ver a série
“Alienígenas do Passado” para notar como os especialistas determinam esses
“seres” desde parâmetros culturais, sendo que estão muito acima da
capacidade de tradução que a linguagem vulgar e corrente tem para expressar
realidades superiores e não importa de que idioma se trate.

Se os alienígenas tiveram a capacidade para entrar por um “Portal”


hiperdimensional, chamado pela sabedoria hiperbórea “Porta de Vênus”, se
podem transitar dimensionalmente e discretamente nos mundos contextuais
que fazem a realidade ilusória deste universo material, se estão fora das
determinações espaço-temporais, embora necessitem eleger uma forma para
manifestarem-se, todas estas faculdades evidenciam que NÃO REQUEREM
CORPOS MATERIAIS, ou melhor dizendo, que estão mais além da forma.
Então, seria assim: os
alienígenas libertadores se
veem obrigados a revestir
formas arquetípicas,
principalmente de divindades
pagãs antagônicas ao deus
criador, e outras formas hostis,
para levar adiante estratégias
de libertação dos povos que
assumem uma forma de vida
estratégica. Ao contrário, os
alienígenas traidores da Origem extraterreste do Espírito, assumem formas
arquetípicas angelicais e belas para neutralizar as estratégias de libertação que
empreendem os povos que levam um modo de vida estratégico, assim como
também para interagir com os seres humanos, principalmente na função de
união carnal com as fêmeas da espécie humana.

No “Projeto Ovnis - a base Antártica” nos aprofundamos nesta metamorfologia


abrangente da divindade ou “ser” extradimensional em vários capítulos,
sugerimos ao leitor remeter-se à obra indicada para fechar com a compreensão
integral desta seção.

24
CAPÍTULO TERCEIRO

A Criação da Humanidade

1. O hominídeo nativo ou Pasú

Vamos abordar agora um tema de suma


importância para compreender o fenômeno
“Alien”, nos referimos à criação do homem. O
Adão bíblico não seria um ser humano, mas, uma
criatura telúrica ou terrestre originária do planeta,
criada e aperfeiçoada por ensaios e erros através
de eras e múltiplas extinções por uma inteligência
extraterrestre a que chamamos “deus”. A chegada
de outros alienígenas (a serpente) se produziu à
margem de uma nova extinção já que “Adão” não
produzia cultura, ou seja, era pobre de vontade
própria. Era um animal medíocre com uma
insípida esfera de consciência. Estes visitantes
notaram que o erro da criatura radicava da falta de
individualidade, e este era o resultado de um
criador comum. Podemos dizer que todos os “adãos” e suas “individualidades”
eram sustentados por uma só vontade que emanava de seu criador. A solução
trazida pelos alienígenas foi o encadeamento de espíritos alheios à criação e
ao criador às animas ou almas dos “adões”. Eles se valeram de uma mutação
genética, na que eles mesmos se involucraram com os corpos que utilizaram
para revestir-se; e esta seria a origem do ser humano como a conhecemos
hoje em dia. Um ser metade terrestre e metade extraterrestre, ou dito de outra
maneira, alma de animal e espírito de deuses.

Graças a Sabedoria Hiperbórea, agora sabemos que o pasú ou hominídeo


telúrico é um projeto filogenético muito caro ao criador do universo material,
pois foi concebido para pôr sentido ao mundo e desenvolver cultura, por eles, o
demiurgo que busca seu aperfeiçoamento, tem sustentado o projeto pasú em
sucessivas manifestações que abrangeram enormes períodos de tempo,
milhões de anos de implantação do arquétipo manú. Foi nesta ocasião que
seres de outro universo chegaram na criação, descobrindo finalmente o defeito
da criatura; na continuação descobriremos brevemente a morfologia psíquica
do pasú no momento da chegada dos alienígenas traidores.

A criatura era muito interessante, havia desenvolvido algumas funções


superiores da psique, ou seja, tinha uma insípida esfera consciente. Esta
característica pode se deduzir no relato de muitos mitos ancestrais, por
exemplo dos sumérios; quando os anunaki⁷ começaram a recolher espécimes
animais do planeta, Enki observou com admiração como uma daquelas
criaturas desativava as armadilhas ajudando outros animais a escapar; a
criatura em questão tinha um desenvolvido instinto medíocre, que indicava a

⁷ Anunaki, significa em língua suméria: “os que do céu à Terra chegaram”.

25
existência de um tênue princípio social ou mente coletiva, inclusive certa
tendência a diferenciação por ramo familiar. Isto convenceu ao anunaki a
selecionar essa criatura para um experimento genoarquetípico; mas antes
deveriam pedir permissão. Evidentemente, o experimento não só implicava a
genética, mas a modificação do arquétipo manú, sustentado pelo logos do
demiurgo desde uma esfera superior. Eles deveriam interceptar o logos
canalizado através do plasma solar de Saturno, e alterá-lo desde um novo
centro de irradiação, ou novo sol, foi assim a origem de Chang Shamballa, uma
gigantesca base extraterrestre para interceptar o plasma solar.

Resumindo, segundo a Sabedoria Hiberbórea, antes da intervenção alienígena,


a criatura apresentava este quadro bio-psíquico morfológico:

Uma esfera sensorial altamente desenvolvida (corpo biológico multi-sensorial)


que por sua vez englobava três esferas psico-biológicas incipientemente
tênues, pode-se dizer, esferas energético-magnéticas sutis ativando centros
sensoriais, motores e orgânicos; evidentemente, a esfera racional, apesar de
ter a capacidade (massa encefálica) de conter complexos programas
arquetípicos suficientes para desenvolver linguagens, só recebia um leve
estímulo instintivo ou primeiro impulso para emergi-los; da mesma forma, a

26
esfera emocional sem molas sêmicas para ativar-se, função da esfera racional,
só pode emergir uma espécie de empatia fortemente apontada por um instinto
básico de conservação; portanto, a esfera da autonomia existencial ou
consciente só pode surgir de uma tênue pré-consciência, carente de sentidos,
de valor referidos a objetos contextuais; concretamente: NÃO TINHA A
POSSIBILIDADE DE CRIAR CULTURA.

Se observarmos bem, os anunaki ou alienígenas traidores, compreenderam


que o erro da criatura era um problema energético, a esfera instintiva era
insuficiente para ser coerente e dar funcionalidade à estrutura psíquica. A
criatura carecia, pois, de impulso.

Como um problema secundário, a forma da criatura, e podemos dizê-lo sem


pudor, chocava com o sentido estético dos alienígenas; já em conversações
com o demiurgo se pactuaram, devendo controlar as variadas formas ou o
controle sobre a forma; eles consertariam a criação, e colocariam novamente
em marcha, o estancado projeto entelequial macrocósmico de Jehová Satanás.

2. Resultado da mutação: O Virya ou Homosapiens Sapiens.

Na mitologia bíblica se constata facilmente esta relação, não só de “uma”


criação, mas de duas criações, bem definidas e, sobretudo, bem diferenciadas.
Vejamos: Gênesis 1:26-27: “façamos o homem à nossa imagem conforme a
nossa semelhança... macho e fêmea os criou”. Notem que não tem “jardim do
éden”... “nem homem que cultivasse a terra”... Gênesis 2: 4-5; então, o relato
bíblico nos fala da criação do pasú, posto que em Gênesis: 2:7-8 “Jehová Deus
formou o homem do pó da terra, e soprou em seu nariz alento de vida e foi o
homem um ser vivente”... Está claro que o relato bíblico alude a uma segunda
criação, pois este homem já está habilitado para lavrar a terra. Já não é o pasú,
agora é algo superior. Mas o interessante vem agora: Gênesis 2:18: “E disse
Jehová Deus: não é bom que o homem esteja só; lhe darei uma ajuda ideal”...
E entre outras coisas, criou a mulher! Mas... um minuto!... Notem que esta
“mulher” NÃO É A FÊMEA PASÚ. Então, o que aconteceu?

Na primeira parte desse relatório, dissemos que para melhorar o pasú, os


alienígenas usaram a matriz da fêmea pasú, a fim de plasmar o código
arquetípico incriado próprio da raça alienígena, na esfera de consciência do
hominídeo. Nos mitos sumérios vemos a Enki, realizando esta operação, em
princípio Sitchin interpreta o quadro mitológico como o enxerto de um óvulo
previamente fecundado com essência alienígena no ventre de várias fêmeas
pasú; o resultado havia gerado monstros, ou seja, nenhum veículo adequado
para suportar o código arquetípico incriado alienígena. Em uma segunda
sequência, o enxerto se realiza em uma fêmea alienígena, como resultado se
conquista a primeira “Lulu”⁸ e a primeira mulher humana de belíssimas feições,
o veículo adequado para plasmar o código incriado modificando radicalmente o
arquétipo manú original. “Aconteceu que quando começaram os homens a

⁸ “Lulu”, palavra suméria que significa o obreiro, trabalhador, servidor.

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multiplicar-se sobre a face da Terra E DELES NASCERAM FILHAS, e vendo os
filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas, tomaram para si
mulheres escolhendo entre todas”... Gênesis 6:1-3.

Evidentemente, o mito sumério é muito claro a respeito, os 200 Igigi⁹, QUE


NÃO TINHAM PAR, tomaram por esposas às fêmeas humanas e copularam
com elas. São os alienígenas traidores, assumindo o papel de protótipos manú,
fazendo nascer as raças humanas. Essa é a verdadeira origem do Homo
Sapiens Sapiens; Nossa Origem.

Corresponde agora ver a morfologia psicológica do Virya ou homo sapiens, do


homem microcósmico com legado divino, a fim de diferenciar claramente esse
agente extraterrestre em nós.

Primeiramente, notemos que o esquema se ajusta às pautas gerais da figura


anterior que descreve a morfologia psicológica do pasú; Além disso, contém
alguns elementos que nos permitem expor detalhada, mas sintaticamente, a
diferença entre pasú e o virya com legado alienígena, sem necessidade de
aprofundar na Sabedoria Hiperbórea, coisa que recomendamos desde já a
todos os leitores deste relatório que queiram remeter-se a fonte mais pura.

Feito este esclarecimento, examinemos o quadro: dissemos que o problema do


pasú era energético. A falta de uma fonte de energia autônoma impedia a
criatura de concretizar os objetivos para os que havia sido criado, isto é, pôr

⁹ “Igigi”, palavra suméria que significa vigilantes, os que olham, os que olharam.
Todos eram masculinos.

28
sentido ao mundo, e criar cultura. Se recordarmos o afirmado na página 27,
todos os “adões” eram sustentados por uma só vontade, uma fonte de energia
geral que é a que, por sua vez, sustenta toda a criação material. Se bem que
esta fonte de energia geral é ilimitada, pois o demiurgo, como infinito, é
ilimitado, não escapará ao leitor que, a psique ou alma, que é anímica e
dinâmica, necessita de uma nota extra, particular, que a impulsione mais além
de sua função geral para desenvolver a consciência; neste sentido, a vontade
do demiurgo não podia contribuir com essa nota diferente, pois ele sustenta a
função geral, isto é, questionar sua criação, descobri-la e lhe pôr sentido.
Temos aí, o problema do pasú.

Precisaria, pois de um agente externo, alheio a função geral de toda a criação,


que contribuísse com a nota diferencial. É neste ponto onde os alienígenas
traidores perpetraram o encadeamento de membros de sua própria raça à alma
ou psique do hominídeo, já homem por efeito da mutação genética. Na primeira
parte deste relatório, capítulo oitavo, página 68, já levantamos a questão do
encadeamento espiritual: “Como se encadeia algo infinito como o espírito a um
ente finito como o hominídeo e a alma?

Embora tratar de explica-lo esteja fora dos fins deste relatório, devemos brindar
algumas pautas para responder os questionamentos levantados. E o faremos,
como não poderia ser de outra maneira, resumidamente: mediante a traição, o
expôs, abrindo-se interiormente aos entes universais que se encontram em
dimensões contidas em outro infinito, o do demiurgo, dispersando-se
irremediavelmente. Então o que se conseguiu capturar, foram os seus vetores
dispersos, plasmando nas fêmeas do hominídeo um sinal, uma senha própria
daquela raça extradimensional. Por isso dissemos que foi vilmente enganado.
Esse vetor perdido, do Ser Extradimensional disperso, refletido na consciência
do hominídeo, onde está plasmado o sinal ou senha, foi suficiente para iluminá-
la e acelerar sua evolução.”

Voltando ao quadro, diremos que a esfera verde (força volitiva) é produto do


reflexo de um dos vetores dispersos no símbolo da Origem, que produz uma
reflexão do Eu que potencializa o Esquema de Si Mesmo ou Self (esfera roxa),
que antes era inexistente no pasú. No entanto, existe a confusão notória de
ambos agentes, e é inevitável que assim seja pois estava previsto de antemão,
pelos perpetradores da traição, que contavam com que ambos agentes
transitassem sobre o leito de um imenso repositório de conteúdos mnemônicos,
o labirinto ou subconsciente (esfera de sombras), confundindo seus estados
existenciais que pertencem a ordens completamente opostas e antagônicas: o
Eu incriado confundido com a alma criada.

Desde então, o homem tem cumprido plenamente os dois objetivos de sua


finalidade, um macrocósmico, criar cultura, e um microcósmico, pôr sentido no
mundo.

3. Chang Shamballa, uma base extraterrestre.

Para concluir este capítulo sobre a criação da humanidade, vamos agora nos
referir brevemente às moradas celestes dos alienígenas traidores por um lado
e libertadores por outro.

29
As esferas
superiores e
inferiores do
mundo criado,
estariam
conectadas
através de
portas
dimensionais.
Evidentemente
podemos
supor, para fins
didáticos, que
os 600.000
mundos de
ilusão do Uno, se assemelham a uma grande estrutura espelhada formada por
mundos sobrepostos como as camadas de uma cebola. Toda macroestrutura,
é igual a qualquer ente, é a atualização de uma matriz funcional que a
diferencia de outros mundos contextuais. Imaginemos a Roma de Otávio
Augusto inserida em um contexto habitual, rodeada por nações bárbaras em
um ambiente transbordante de paganismo e violência, rústica e atrasada com
centenas de povos amnésicos de seu passado atlante, tratando de sobreviver
para marchar em direção a um futuro melhor. Agora imaginemos o mundo
contextual do pasú, um mundo plano, selvagem, onde os animais, incluindo o
pasú, vivem alheios a qualquer responsabilidade, adubando o fértil solo com
seus excrementos, e comendo-se uns aos outros sem pensar sequer em
marchar em direção a um futuro que não se avista no horizonte, matriz
funcional da macroestrutura antes da chegada dos alienígenas a este universo.
Qual é a diferença essencial entre um quadro ilusório e outro? Resposta: a
fabricação de sentido.

Graças a esta fabricação de sentido é possível imaginar outros mundos


contextuais construídos semicamente sobre as bases da matriz obsoleta pasú
amarrados em complexas enteléquias, mundos futuristas, que foram
atualizados no início do século XIX em uma Europa mecanicista dirigindo-se à
revolução industrial e científica, até o mundo globalizado atual, onde as
fronteiras nacionais já não são limitantes para a instauração de um governo
mundial financeiro, e logo, mundos onde os cyborgs farão o trabalho pesado
em meio de uma humanidade obesa, pusilânime e viciosa, empurrada ao
consumo compulsivo de todo tipo de bens suntuosos e banais que converterá o
planeta em uma enorme lixeira.

Agora bem, estes mundos sobrepostos como as camadas de uma cebola,


transitam sob a égide do espaço-tempo, atualizando-se através de sua marcha
em direção a enteléquia. Qual é a enteléquia? Escabrosa pergunta com uma
ainda mais escabrosa e terrível resposta que não adiantaremos, pois a temos
reservado para o final deste relatório.

30
Voltando ao tema, diremos que para controlar estas variáveis macrocósmicas,
os alienígenas traidores necessitavam operar desde uma base localizada em
uma esfera superior, mais além das camadas de cebola, fora do tempo-espaço.
Essa é a origem de Chang Shamballa, que dissemos ser uma enorme base
extraterrestre engendrada para interceptar o plasma solar e resignar o logos
solar, a fim de modificar as matrizes formais do universo criado. Pelas tradições
rabínicas, sabemos que este centro está localizado na Sephira Tipheret, lugar
dos alienígenas traidores, perpetradores do encadeamento espiritual. É um
centro de
controle
geral micro e
macrocósmic
o que opera
com um
sistema
chamado
kalachacra;
as
operações
de
monitoramen
to nas
regiões que
se
encontram
no espaço-
tempo, são
executadas
mediante
outros sistemas de controle, uma espécie de polícia de atividade paranormal. O
explicaremos melhor em outro capítulo. De Chang Shamballa, podem entrar e
sair discretamente de qualquer dos 600.000 mundos de ilusão.

E quanto à base dos alienígenas libertadores, a morada dos rebeldes, a


chamamos Agarta ou Walhalla, também conhecida como Asgard e cujas
características detalhamos no capítulo oitavo, página 43 do “Projeto Ovni – a
Base Antártica”; a respeito, só incluiremos que, assim como o virya pode
atualizar as macroestruturas com sua colocação de sentido, os alienígenas
libertadores ou Siddhas Leais podem isolar qualquer porção do universo criado
do tempo-espaço e fixar uma praça liberada, amuralhá-la e operar desde ali,
estratégias de libertação espiritual.

31
CAPÍTULO QUARTO

Os Alienígenas Libertadores

1. Os Hiperbóreos.

Agora vamos nos referir a um dos bandos de alienígenas que, para fins do
relatório, temos denominado alienígenas libertadores. Por que libertadores?
Porque simplesmente querem partir das regiões infernais deste universo
material definitivamente, levando aos seus, que foram encadeados aos ciclos
de vida e morte do hominídeo, já homem por efeito da mutação genética que
operou um grupo deles, com o designado fim de permanecer no mundo criado
e com quem estão em conflito.

Para nos referir aos alienígenas, devemos partir da Atlântida como ponto de
origem. Já dissemos que os alienígenas entraram em conflito como resposta a
apressada decisão de alguns deles de misturar-se com o hominídeo modificado
geneticamente e interagir no mundo confundidos com os seres humanos. Isto
trouxe como resultado a aparição sobre a terra de raças raízes: vermelha,
amarela, negra e branca. Explicaremos isto passo a passo. A primeira ação de
guerra dos extraterrestres rebeldes, vale dizer, os que não pactuaram com o
criador, foi a adoção, se vale o termo, dos homens cro-magnon. Desta raça
descenderiam os povos hiperbóreos que tinham sua origem na Atlântida e
dariam lugar aos povos do pacto de sangue, podemos dizer, aqueles homens
que pactuaram com os alienígenas rebeldes a fim de libertar-se, no momento
justo, das ataduras da matéria, seguindo um modo de vida estratégico.

É importante notar aqui, que os alienígenas libertadores não misturaram nunca


seu sangue com o dos viryas, nem procriaram híbridos com as fêmeas
humanas. Eles não participaram do experimento genoarquetípico. Os
alienígenas libertadores sentem um halo de hostilidade essencial com relação
à matéria, e além do mais, TINHAM
PARCEIRAS, potestades divinas de
natureza feminina que os apoiavam, e a
elas estão ligados por valores sobre-
humanos incompreensíveis para nós.
Razão pela qual não traíram aos seus, e
entraram em conflito com os perpetradores
do encadeamento espiritual. Por isso
dizemos que “adotaram” a raça cro-
magnon para apontar-lhes um caminho
para a Origem.

Esta história, de como a raça cro-magnon


forjou o contato com os seus guias
hiperbóreos, os deuses libertadores,
passou para a posteridade em forma de
mito, o mito de A Virgem de Agartha, que
é justamente a raça cro-magnon. Vamos
extraí-la do “Projeto Ovnis – a Base
Antártica”: “Conta o mito que existiu na

32
Atlântida, uma donzela muito virtuosa, cuja virtude radicava em seu inédito
desejo pelo incognoscível. Indignada pela terrível fome e miséria que oprimia
seu povo, clamou ao incognoscível com tal fervor, que foi escutada e este a
mostrou um caminho a Vênus. Quando a donzela subiu a Vênus, um enviado
do incognoscível a aguardava para entregar-lhe umas sementes de cereal, com
as que saciaria a fome de seu povo, e uma semente de pedra, que para sua
surpresa, a engravidaria de um menino de pedra que chegaria a converter-se
em um grande libertador. O menino de pedra havia nascido com uma graça, a
sabedoria lítica, com a que ensinou aos homens a construção de grandes
muralhas de pedra.”

Bem, agora revelaremos um pouco do mito, a fim de que o leitor compreenda a


importância que teve esse acontecimento para a humanidade.

Segundo o mito bíblico Gênesis 6:4 “Havia gigantes na Terra naqueles dias,
depois que os filhos de Deus (os Seraphin Nephilim) conheceram as filhas dos
homens e gerou-lhes filhos. Estes foram os valentes, que desde a antiguidade
foram varões de renome.”¹ᵒ Varões de
renome como o Rei Cassita Nimrod, que
desafiou os traidores e os atacou em sua
própria morada. Sem dúvida, no princípio os
viryas, os recém nascidos na criação, eram
puríssimos, vale dizer, o símbolo da origem
herdado da fêmea mutante, refulgia com
claridade em sua consciência, ou melhor
dizendo, iluminava sua consciência.
Rapidamente compreenderam que eram
semi-divinos ou semi-deuses; pelos mitos
ancestrais sabemos que estavam em contato
com seus progenitores alienígenas e se nos
remetermos aos sumérios, que os deuses
estavam muito satisfeitos, pois esta nova
humanidade carregaria sobre seus ombros o
peso de duro trabalho que antes
correspondia a eles. Foi uma idade dourada.

Em algum momento, os homens que eram


mortais, reclamaram seu lugar no céu para
burlar a morte. Mas haviam sido criados como homens programados para dar
sentido, e muitos se deram conta de que os deuses tinham obscuros desígnios.
Com o tempo, a explosão demográfica e a mistura racial, foi minguando a
pureza da lembrança da origem extraterrestre e sobreveio o esquecimento; a
confusão de estados existenciais levou a afirmação da vida ilusória do mundo
criado da matéria e seu destino cheio de pesar, fome, dor e morte. Foi então

¹ᵒ Bíblia de Casiodoro de Reyna. O parênteses é nosso, embora sabemos que


edições anteriores a Casiodoro de Reyna, haviam sido interrompidas para
trocar os nomes originais dos “filhos de Deus” ou Seraphim Nephilim.

33
que, entre aqueles que ainda recordavam a origem, ressurgiu um povo
disposto a lutar pela imortalidade perdida, e este gesto bastou para que os
deuses que não haviam pactuado com o demiurgo decidissem ajuda-los. Teve
guerra nos céus e na terra, toda uma civilização pereceu em um cataclismo,
mas aquele povo se libertou, ganhando a imortalidade.

Através dos sobreviventes, este legado passaria de geração em geração, os


reis ensinariam a seus filhos, que teve um tempo em que viveram gigantes na
Terra e que na obscuridade do caos enganaram aos deuses e lhes
arrebataram o enigma do aço. Os deuses enfurecidos fizeram tinir a terra; o
fogo e o vento jogaram esses gigantes no vazio e os deuses em sua fúria,
esqueceram o segredo do aço e os deixaram deitados no campo de batalha...
esse segredo seria recolhido pelos homens, já não deuses, nem gigantes, tão
somente homens... que tratariam de resolver o enigma, compreender o enigma
e aprender sua disciplina... já que estava claro que em ninguém no mundo se
podia confiar, nem nos homens, nem nas mulheres, nem em bestas... só no
aço.

E esta é a origem dos povos do pacto de sangue, que viviam um modo de vida
estratégico. Iberos, dórios, etruscos, cimérios, cassitas, hititas, pelasgos,
turanios e ainos. Em seu momento, todos participaram de alguma estratégia de
libertação com diferentes missões encomendadas pelos Deuses Libertadores.
Os iberos, sustentaram durante milênios, até hoje, o segredo das runas; os
dórios e os etruscos formaram grandes impérios como a Macedônia de
Alexandre o Grande, até a Roma imperial de Otávio César Augusto, dos
cimérios caucasianos descenderam vários povos de sangue muito puro que se
estabeleceram ao Norte, ruskis, gautas, sajones, helvédicos e os turanios
deram ao mundo um dos homens de sangue mais puro, Gengis Khan.

Todos em seu momento, recordaram que eram filhos de deuses, e é por esta
razão que foram racistas¹¹, para manter esse legado era preciso não só viver
um modo de vida estratégico, mas evitar cair no pecado racial, a mistura com
povos que não levavam em seu sangue, tão nítido, o signo da raça de origem,
aquela que se libertou heroicamente do mundo da morte.

2. O Pacto de Sangue e o Pacto Cultural

Recapitulando, dos alienígenas que pactuaram com o criador, descenderiam


todos os povos do mundo, tanto os povos do pacto de sangue que, tendo em
sua memória genética tão viva a recordação da origem, se decidiram por um
modo de vida estratégico e realizaram pelo mesmo um pacto de sangue,
podemos dizer, de honra, com os alienígenas libertadores; assim como
também são seus descendentes, os povos do pacto cultural, que são, por isso

¹¹ É importante assinalar que o racismo não é xenofobia, tão só pretende


EVITAR A MISTURA RACIAL com fins profiláticos e, como já vimos, místicos.
Os povos racistas sempre foram condescendentes com todos os povos gentis
sem importar a ETNIA a que pertenciam.

34
mesmo, os que tem aceitado submeter-se a um modelo de vida cultural,
incorporando-se ao mundo da matéria existencialmente, fazendo-se
protagonistas dos grandes marcos históricos para nossa cultura, desde a
instauração do monoteísmo e seus monacatos oriental e ocidental, que negam
a existência dos deuses libertadores até a despaganização dos povos do pacto
de sangue, as inquisições, as grandes revoluções, etc.

Desde o início, podemos dizer que, na atualidade, TODOS os povos do mundo,


tem sucumbido ao pacto cultural. Terrível realidade, mas não podemos
enganar-nos a respeito.

Entretanto, incluiremos que, embora extraordinário, ainda há homens e


mulheres que subitamente despertam ao lembrar-se de sua origem
extraterrestre, e não é raro que estes viryas assumam, em algum momento, a
chave da história, o controle de algumas nações, restabelecendo o pacto de
sangue. Isso aconteceu há pouco tempo na Alemanha Nazista.

Mas, o que identifica se um povo é pertencente ao pacto cultural?

Resposta: a existência de uma casta sacerdotal incrustada como elite


institucionalizada nos grupos de poder que exercem o controle social.

Isto é assim, porque os deuses libertadores do pacto de sangue não admitem


intermediários de nenhuma natureza quando se trata de entrar em contato com
um grupo de homens dispostos a transitar o caminho do guerreiro, que conduz
à origem incriada do Espírito. Por isso se buscou despaganizar aos povos do
pacto de sangue para, assim, aderi-los ao pacto cultural. Se bem que a
estrutura social de ambos os tipos de povos, os de pacto cultural e os de pacto
de sangue sejam similares, existem notáveis diferenças. Por exemplo, ambos
tinham uma casta dirigente que estava em contato direto com seus guias ou
progenitores alienígenas; a diferença estava em que os povos do pacto de
sangue tinham a sua realeza como um link ou contato com os deuses,
entretanto, os povos do pacto cultural usavam como link ou contato com os
superiores não a realeza, mas a uma casta sacerdotal. Vale dizer que,
enquanto a aristocracia de um povo do pacto de sangue entrava em contato
com os superiores pela memória de sangue, a recordação da origem, os
sacerdotes do pacto cultural o faziam mediante o culto, o sacrifício e a
afirmação da matéria e do mundo criado.

Logo que terminou a guerra entre os povos do pacto de sangue contra os


povos do pacto cultural, que destruiu a Atlântida, os remanescentes de ambos
os bandos se envolveram em uma guerra de movimentos, estes sobreviventes
começaram a marchar para o leste, misturando seu sangue com as
aristocracias de muitos povos leais ao pacto de sangue e outros tantos ao
pacto cultural, e de diversas raças, vermelha, amarela, negra e branca.

35
Um daqueles povos foram os iberos,
que fundaram o grande império de
Tartessos, o sinal mais visível da
Atlântida.
Naquela época, a era pós-diluviana,
os povos do pacto de sangue
mantinham contato com os deuses
através de umas pedras ou
transdutores. As elites aristocráticas
formavam iniciados que deviam
preparar-se toda uma vida pra fazer
funcionar os transdutores e
comunicar com os Deuses. O
funcionamento dos transdutores
dependia da pureza de sangue dos
iniciados, daí que os povos do pacto
de sangue não se misturavam com
outros que não tivessem o mesmo
sinal racial. Estas pedras ou
transdutores eram mantidos em
custódia por peritos de elites iniciadas, não sacerdotais, porém mais
aristocráticas, que geralmente as incrustavam em objetos reais como coroas,
espadas e escudos; podemos nos atrever a afirmar que os autênticos oráculos
do mundo antigo possuíam estas pedras. Os antigos gregos de raça pelasga
foram também povos do pacto de sangue, e tiveram em seu poder várias
destas pedras, conhecidas no ocultismo como “ovos de serpente”; a mais
famosa se guardava em Delfos, e através dela podiam fazer contato com Apolo
que seria um alienígena do bando libertador. Esta divindade foi conhecida
como Navutan pelos tartésios, e como Wotan ou Odin pelos povos do pacto de
sangue de raças nórdicas e germânicas.

E quanto os povos do pacto cultural, quem tinha o link com os alienígenas que
afirmavam a matéria, já o dissemos, eram as castas sacerdotais especialmente
iniciadas no culto ao Deus Único sob seus diferentes aspectos ou faces e, que
para comunicar-se com ele, levantavam templos com uma área ou santuário
especialmente acondicionado com transdutores e a que só tinham acesso os
sacerdotes da mais alta hierarquia. Os povos do pacto de sangue se
caracterizavam por serem principalmente aristocráticos e guerreiros. Vale dizer,
tinham um sistema de castas onde a aristocracia guerreira formava a casta
governante e os agricultores e artesãos, uma casta civil ou cidadã; ocupavam
sempre um território que consideravam alheio, e o muravam, em outras
palavras, não acreditavam na propriedade da terra por razões estratégicas. Os
povos do pacto cultural, ao contrário, tinham uma casta sacerdotal por cima de
toda classe, logo uma milícia mercenária ao mando de uma aristocracia
submetida ao sacerdócio e castas de pastores e comerciantes, acreditavam na
propriedade da terra, e seus assentamentos se localizavam em vórtices de
energia telúrica, plexos de kúmara ou regente planetário, que perdurariam até
nossos dias, O Cairo, Roma, Jerusalém constituem claros exemplos que
confirmam estas afirmações da Sabedoria Hiperbórea.

36
3. Tartessos, um povo do Pacto de Sangue.

Esclarecendo isso, agora seguiremos o fio deste relatório que tem sua
referência em um povo do pacto de sangue, os tartésios, cuja história está
perfeitamente ligada ao “O Mistério de Belicena Villca”. Os tartésios se
encontram entre os últimos povos que perseveraram no modo de vida
estratégico e no pacto de sangue. No século III antes de C., concretizaram uma
aliança com o poderoso povo pelasgo, os lídios, para resistir ao assédio de um
povo do pacto cultural que possuía uma elevada cultura e um poderoso
exército mercenário: os fenícios. Quando estes finalmente invadiram Tartessos,
os sacerdotes do Deus Único subiram junto com os invasores até a Europa
com uma missão especialmente encomendada a eles pelos alienígenas
traidores, aqueles que pactuaram com o criador e as potências da matéria:
encontrar os transdutores com os quais os tartésios e outros povos do pacto de
sangue entravam em contato com os deuses libertadores, apoderar-se deles
por qualquer meio e destruí-los.

Assim, as elites iniciadas que custodiavam as pedras, passaram à


clandestinidade. Com a chegada dos romanos, a linhagem de Tharsis se
envolveu com sua aristocracia, dissimulando sua doutrina herética no culto a
Vesta, a deusa romana do fogo, até o século terceiro depois de C., em que
nasce a igreja católica e se proíbem os cultos pagãos; por trás desta proibição
estão os sacerdotes do Deus Único, que procuram ainda os transdutores. Já
dissemos que geralmente as realezas iniciadas do pacto de sangue
incrustavam estas pedras em objetos reais, por exemplo em coroas e espadas.
Começa a judeu-cristianização da Europa pagã. No século X, só os tartésios e
alguns povos anglo-saxões e vikings conservaram ainda seus transdutores que
os sacerdotes judeu-cristãos não haviam conseguido roubar-lhes.

Alguns destes povos embarcaram para a América escapando das cruzadas


anti-heréticas, trazendo consigo seus transdutores. Os sacerdotes judeus-
cristãos chegaram no século XV sob a égide de um supremo sacerdote da
fraternidade branca: Cristóvão Colombo, buscando seus rastros por toda a
América Central e América do Sul. E é aqui onde se encontram com um
transdutor que estava nas mãos da princesa Papan, filha do rei Montezuma. Se
trata de uma pedra polida em basalto negro. O sacerdote franciscano Pedro de
Gante, que o teve em seu poder, morreu deixando-o em um cofre,
casualidades cheias de sentido, chegando às mãos da Rainha Elizabeth, que
por sua vez a cedeu a seu assessor da corte, Jhon Dee para que estudasse
suas raras propriedades. Esse grande cientista demoraria anos para
compreender seu funcionamento, tentando contatar os “anjos” como o
chamavam Dee, que não eram mais do que os deuses libertadores chamados
kukulcan pela princesa Papan.

Mas... o que aconteceu com a linhagem de Tharsis? Seus iniciados


conservaram a espada sábia, onde estava incrustrada a “Pedra de Vênus”, o
transdutor atlante; durante séculos fingiram ser católicos dissimulando sua
heresia no culto da Virgem da Gruta. Legistas, assessoraram a grandes
gibelinos, anticlericais como Frederico II de Hohenstauffen e Felipe IV “O Belo”,
que em determinados momentos da alta idade média, desarticularam o plano
sinárquico de instaurar um governo mundial com o “povo eleito” do Deus Único

37
no comando. Junto a cátaros e bogomilos conquistaram uma grande influência
na Igreja Católica através da Ordem Dominicana, que eles impuseram. Um
ramo de sua linhagem que persistiu na Áustria, fez contato com Jhon Dee, fato
que mudaria profundamente a história da Europa e do mundo inteiro nos
séculos vindouros, como teremos oportunidade de constatar nos próximos
capítulos deste relatório.

4. As Sociedades Secretas

“Os anjos” ordenaram a Jhon Dee formar uma ordem iniciática com membros
da aristocracia austríaca. Estamos no século XVI, a Sapiens Dominobatur
Astris chegaria através da ordens Einherjar Germanenorden, e
Thulegessellschafft ao século XX, momento exato que os “anjos” indicaram
para a manifestação no mundo da primeira chegada do enviado do Senhor da
Guerra; evidentemente esse acontecimento foi esperado durante quatro
séculos, desde a fundação da Ordem Sapiens Dominobatur Astris... o enviado
de Odin chegaria ao poder na Alemanha em 30 de janeiro de 1933. Seu nome,
Adolf Hitler. Sua missão: deter a ofensiva que as potências da matéria e os
alienígenas traidores que afirmam o mundo criado lançaram com a instauração
e propagação de uma versão do Kahal e o Kukibutz judeus, entre os povos
gentios não judeus, buscando coletivizar a humanidade através do
materialismo dialético e a hegemonização política e atéia, o nome desta
doutrina se chamou marxismo-bolchevismo. Neste sentido existe a carta que
um enviado da fraternidade branca de Chang Shamballa confiou a Nicolas
Roerich para fazê-la chegar a Lenin felicitando-o pelo triunfo da revolução
bolchevique.

É para opor-se à fraternidade branca que a Thulegessellschafft formara a


Ordem Negra SS em 1931. A Ordem Negra SS havia canalizado dos
superiores, um conhecimento prodigioso que, em mãos da Especial Forskrung
unt entwiklung da SS, conseguiu a propulsão anti-gravitatória e os saltos
interdimensionais ou transposições hiperespaciais. Junto a Victor Schauberger
e engenheiros da altura de Andreas Epp, Arthur Sack e Rudolf Schriver, entre
os mais importantes se concebeu o projeto Haunebu.

Uma vez finalizada a fase da contenda em que o Terceiro Reich do Fuhrer


protagonizou a guerra total contra as potências da matéria entre 1939 - 1945,
quadros especialmente comissionados que se haviam evadido do controle
aliado, começaram a operar fora da Alemanha. Escalões Peronistas junto a
partidários de Getúlio Vargas e Carlos Ibañez, assessorados por agentes
encobertos das SS, formaram a Ordem ANAEL, cuja face esotérica estava
constituída por uma espécie de doutrina de esquerda-new age-
panamericanista; esta comissão que aglutinava a personagens salientes dos
governos envolvidos, como por exemplo, Luis Carlos Arias Valera, serviram de
enlace para contatar na Argentina integrantes das SS que facilitaram a
informação necessária a um enviado dos alienígenas libertadores, que formaria
neste momento a mais recente ligação desta cadeia esotérica que começara
quatro séculos antes com a Sapiens Dominobatur Astris; a esta Ordem se
havia encomendado apoiar a implantação estratégica de Nimrod de Rosario
localizando aos “eleitos”, e se eles assumissem as revelações, prepara-los
para afrontar com honra o fim da história. Ampliaremos alguns aspectos, dentro

38
da relevância que merece, relativos a esta “sociedade secreta” em outro
capítulo deste relatório.

39
CAPÍTULO QUINTO

A Guerra na Antártida

1. Os 15 modelos operacionais de Ovnis Nazis.

O “Haunebu” é, talvez, o mais famoso “ovni” nazi; segundo os dados obtidos de


diversas fontes, quatro séries foram desenvolvidas, uma delas tão grande que
teria feito uma viagem hiperdimensional a Marte. No “Projeto Ovnis – a Base
Antártica”, realizamos uma ampla amostra. No entanto, temos compilado nova
informação, não só do Haunebu, mas do objeto voador não identificado mais
frequente nos avistamentos “ovnis” de todo o mundo, nos referimos ao
chamado “Andrómeda Gerat”, um óvni em forma de cigarro ou charuto, de
enormes dimensões, que seria uma “nave mãe”, desenhada e construída em
Nauschwabenland ou “Nova Suábia”, a base antártica dos nazis.

Kapustin Yar é uma base secreta de


experimentação e desenvolvimento de
protótipos avançados de mísseis e naves
espaciais da ex URSS, situada em Oblast
de Astracan e Volgogrado no povoado
Známensk. O propósito destas enormes
instalações foi abrigar todos os projetos
alemães capturados pelos soviéticos na
Alemanha ao finalizar a Segunda Guerra
Mundial. No entanto, os fãs do estudo do
fenômeno “ovni” asseguram que o projeto
de Kapustin Yar nasceu quando aviões
Migs da Força Aérea Soviética derrubaram
uma grande nave em forma de charuto, cujos restos caíram em Známensk; foi
então que, para reconstruir o aparato ou recuperar toda a tecnologia possível
mediante um processo de engenharia inversa, se levantaram as enormes
instalações no final de 1946. O surpreendente é que existe evidência
fotográfica deste tipo de nave alemã sobrevoando Kapustin Yar; há quem
assegure que uma batalha aérea muito intensa entre forças soviéticas e ovnis
aconteceram ininterruptamente durante décadas; também se especula que
Stalin, o cruel ditador de origem hebraica, havia sido afastado do governo
supremo do estado soviético porque estava obcecado com a enorme atividade
“ovni” da pós guerra que o
aproximava perigosamente a
um sentido de convergência
com o nacional socialismo
realocado na Antártida.

A questão é que algo de


certo deve haver em todas
estas especulações, é
evidente que a informação
sobre os “ovnis” nazis são
filtradas principalmente de
fontes pertencentes ao

40
serviço secreto soviético durante o glasnot e a perestroika. Estava escrito, o
sistema sinárquico previa alertar em pequenas doses a opinião pública através
de sua divulgação entre círculos governamentais que em algum momento
estiveram vinculados com a ANAEL, por isso é no Chile onde emerge
“surpreendentemente”, e praticamente do nada, a obra de Miguel Serrano
Fernández.

A Força Aérea Soviética possuía uma espécie de “dossiê” com especificações


detalhadas de vários modelos diferentes de naves alemãs que frequentemente
eram objetos de avistamento na URSS. Não só falamos dos modelos Haunebu,
nem de Maria Orschric que junto a sábios da Thulegessellschafft e da Ordem
Negra SS trabalharam paralelamente nos modelos “Vrill”, mas pelo menos 15
tipos diferentes de naves alemãs completamente operacionais. Vejamos:

41
E quanto a posse, por parte da Alemanha Nazista, desta super tecnologia, não
cabe dúvida de que ante a esmagadora prova documental que se tem vazado,
os alemães informaram aos altos círculos aliados do porte destas armas
secretas a fim de negociar sua retirada do oásis antártico. É muito
esclarecedora a cobertura de “Tunguska” que o próprio Stalin havia projetado
junto a “Stavka” com o fim de desinformar a opinião pública sobre a explosão
de uma bomba atômica nazista de persuasão no fim de 1944, justamente na
tundra siberiana. Então se inventaram falsos argumentos muito bem tramados
para encobrir este fato, desde a suposta queda de um meteorito em 1908, até o
acidente de uma nave espacial extraterrestre, teorias que haviam sido
concebidas para explicar o incidente de Tunguska.

Assim mesmo, ante a realidade de uma Alemanha invencível pelo salto


tecnológico que havia conquistado, as equipes aliadas trataram de obter estas
tecnologias quando ocuparam o solo alemão, sem resultado, já que tudo o que
se obteve foram tecnologias avançadas, mas convencionais, que possibilitaram
a corrida espacial e atômica da pós-guerra. Podemos dizer, que os mesmos
alemães haviam entregado a tecnologia da bomba nuclear aos aliados a fim de
encaminhar seu desenvolvimento tecnológico em direção a esse campo,
desviando-os da investigação em outras áreas como a ciência antigravitacional,
os saltos hiperdimensionais e fontes alternativas de energia com antimatéria,
estudos e tecnologia que os alemães levaram consigo à base antártica.

2. As Portas Dimensionais

Agora algo muito importante. O regime nazista por diretrizes de alta prioridade
emanadas da Thule e da Anhenerbe,
planejou a maior expedição para a
Antártida que se havia realizado. Os
superiores haviam revelado aos
alemães sobre as portas dimensionais
que conduzem à sua morada celeste
de Agharta ou Walhalla. Uma estaria
situada em cima do monte Elbruz, a
outra na Antártida. Por isso, a
prioridade militar do exército alemão na
guerra com a União Soviética tenha
sido no Cáucaso e não em Moscou a
despeito de todos os generais
alemães. Por isso também que se
havia preparado essa gigantesca
expedição alemã à Antártida no ano de
1937. Os alemães lograram abrir
ambas as portas dimensionais.

E quanto a porta do Elbruz, a empresa


de chegar até ela foi encomendada a
Primeira Divisão de Montanha Gebirgs,
a frente iria um destacamento especializado em montanhas da Liebstandarte
SS Adolf Hitler e elementos da que chegaria a ser a legendária Legião Tibetana
da SS, que lutou bravamente defendendo o Bunker do Fuhrer em maio de

42
1945. Quatro exércitos alemães reforçados com a totalidade das reservas
reunidas para as operações planejadas em toda a frente russa durante 1942,
marcharam em direção a Grozny e Cáucaso, lutando grandes batalhas com os
também reforçados 20 exércitos soviéticos. Em 21 de agosto de 1942, a
operação Edelweiss foi completada.

Quatro iniciados da Thule formados em Liebstandarte teriam aberto a porta


com o concurso de operações esotéricas, conectando-a com a “Guarida do
Lobo”, Wolfschanze, o quartel general de Hitler na Prússia Oriental; mais tarde,
o atentado bomba contra Hitler perpetrado por um grupo de oficiais renegados
e inconformados da Werthmacht a 20 de julho de 1944 na “Guarida do Lobo”,
fracassaria por circunstâncias inexplicáveis se não se leva em conta esse fator
esotérico, a Porta Dimensional que operava nesse lugar.

E quanto a base antártica alemã, nova informação que chegou a nossas mãos
confirmaria a evacuação real ao redor dos milhões de alemães e não só de
meio milhão, que foram os cálculos estimados de várias fontes entendidas no
assunto, e que incluímos na primeira parte desse relatório. Sim, ficamos
pasmos. Além disso, a estranha permanência da base em imediações do
abismo produzido pelo efeito da grande anomalia espaço-temporal que
caracteriza a enorme e monstruosa abertura dimensional antártica, levanta
sérios problemas na hora de entrever este alucinante lugar em meio do gelo.

A respeito, só temos em mãos os relatos da abduzida e contatada Rosalia


Taglialavore: “Vamos te levar e mostrar-te algo. Me levaram a um lugar
cruzando a “Antártida”, e nesse momento eu olhava para baixo de dentro da
“nave” e via os “gelos Antárticos”, as profundas gretas infernais, que não se vê
o fim, o que me surpreendeu foi o silêncio aterrador, e creio que assim deve ser
encontrado nos planetas, “como a lua”, que ainda neste momento, não haviam
descido Armstrong, Collins e Aldrin, os três astronautas.”... “Quisera fazer notar
algo, que a mim, até hoje, me deixa intrigada, foi a primeira vez que me
levaram cruzando a Antártida, eu na nave me distraí, contemplando esta
paisagem excitante, espetacular, com meus olhos absorvia tanta coisa que
despertava minha curiosidade, já que não sabia se me levariam de volta,
estava tão absorta que perdi a noção do que me rodeava, eu confesso, notei
que a nave se movia em direção a um declive imenso, e que sobrava espaço
para deslizar-se por esse declive que estava coberto, os lados compactos
como que se introduz entre duas montanhas, já que me distraí, ou bem, me
fizeram alguma trapaça, ou uma distração induzida, já que vi o deslizamento
íngreme e em seguida, não sei se foi introduzido em algum precipício, nem sei
a que profundidade estaria já que o deslizamento foi imperceptível, o que sei, é
que me encontrei num golpe, ante o que vou chamar “O Paraíso”, isto é
notável, não havia sol, não havia luz artificial, no entanto a iluminação era total,
era uma luz divina como a da “Aura”, mas tudo radiava um halo espiritual que
não prejudicava a vista, como é a brancura do gelo da Antártida, que nos cega,
eu digo que é uma iluminação celestial.”¹²

¹² Trecho das Cartas de María (Rosalía) publicado na web:


www.quintadominica.com.ar.

43
3. Uma batalha jamais contada.

A terrível pressão que os aliados cometeram através da campanha de


bombardeio sistemático de áreas residenciais sem objetivos militares, foi a
maior da história, um crime sem nome, lembrem-se de que foram jogados
sobre a Alemanha mais de 10.000.000 de toneladas de explosivos, deixando
suas cidades devastadas, impossibilitando o rastreamento de perdas materiais
e humanas. Este manto era a capa perfeita para fugir as centenas de milhares
de pessoas, de escalões selecionados das SS, do projeto lebensborn, e
pessoal militar e civil especializado. Todos foram evacuados a uma nova base
consolidada pela Kriegsmarine no continente antártico. Centenas de
documentos classificados, vazados então pela extinta KGB soviética,
confirmam a existência desta base antártica alemã. Ocupada a Alemanha, os
aliados levariam dois anos para preparar uma expedição para neutralizá-la.

44
A operação se batizou com o nome de Highjump. Foi dito à opinião pública,
para a qual a mobilização de tal força armada não passou despercebida, que
só se tratava de uma missão científica. As pessoas começaram a se perguntar
se realmente pensavam em lutar contra os pinguins. Até 30 navios de guerra e
três forças-tarefa participaram, incluindo porta-aviões, submarinos, destróieres,
navios-tanque e transportadores de tropas; apenas o grupo operativo 68
aglutinava 9.000 homens.
O grupo operativo 68 fez contato com forças hostis em 25 de dezembro de
1946, quando um helicóptero sikorsky foi abatido por mísseis aéreos lançados
de uma estrutura cilíndrica que emergia do gelo. Às 5:41 da manhã de 26 de
dezembro, enquanto tentavam pegar a Fine Island que havia sido aprisionada
no gelo, houve um ataque em larga escala de vários pontos e por armas e
dispositivos desconhecidos para as tripulações, enquanto sobrevoavam em
três discos voadores de cor de alumínio polido.
Enquanto isso, um grupo de tarefas conseguiu aterrissar vários veículos
blindados com uma cobertura de tropas terrestres, que foram totalmente
dizimadas e depois destruídas. O USS Caniesteo foi destruído em uma
estrondosa explosão quando os veículos blindados e a base da Litle América
IV sofreram ataques ferozes. No final de dezembro, a base poderia ser
finalmente evacuada.
O almirante Richard Byrd, comandante da falida expedição, declarou ante uma
confusa opinião pública no final de Março de 1947 que: “Os Estados Unidos
devem iniciar medidas de defesa imediatamente contra as regiões polares
hostis. Não quero assustar ninguém, mas, devo declarar a verdade amarga
que, em caso de uma nova guerra, o continente americano seria atacado por
objetos voadores que pode voar desde um pólo a outro com velocidades
incríveis”. Embora você não acredite.
Depois desta confissão, se proibiu ao almirante Byrd realizar qualquer outra
declaração até seu estranho falecimento ocorrido em 1957. Logo sairia seu
registro, totalmente distorcido e de origem muito duvidosa.
Em uma amostra do poder inimaginável que agora tinham os nazistas,
começaram os avistamentos de ovnis em todo EUA. Para cobrir esta realidade,
se havia produzido a suposta queda de um desses objetos voadores não
identificados em Roswell a fim de confundir a opinião pública e desvirtuar a
existência de forças alemãs ainda intactas na Antártida, além de dissimular o
fato de que seus ovnis sobrevoavam em espaço aéreo dos Estados Unidos
com total impunidade.
Mas aquela não seria a última vez que os EUA realizariam uma operação de
grande envergadura contra a base antártica. É pouco conhecida ainda entre os
investigadores do tema, a tentativa de atomizar Neuschwabenland. Como era
impossível aproximar-se, se preparou um grupo de tarefas táticas para lançar
mísseis balísticos de alcance médio “Polares RTV 3” composta por dois
destróieres, duas fragatas, dois tanques de guerra, dois porta-aviões e dois

45
submarinos; se planejou a operação “Projeto Argus”¹³ para final do mês de
agosto e meados de setembro de 1958. A cobertura seria uma expedição para
provas geográficas e geológicas na área coincidindo com o chamado “Ano
Geofísico”. Se realizaram ao menos três ataques escalonados, nos dias 27 e
30 de agosto e o último em 9 de setembro; se bem que a operação foi ultra-
secreta, a base da medição eletromagnética do Cabo, África do Sul, registrou
as descargas incomuns de eletromagnetismo localizando perfeitamente a zona
antártica como fonte das deflagrações eletromagnéticas. Os equipamentos de
medição sugeriam que as detonações haviam acontecido a 480 kilômetros de
altura por cima do círculo polar antártico, vale dizer que, misteriosamente
detonaram na estratosfera, fora do branco.
4. Testemunhos Ovni.
Desde então, uma grande parte das expedições científicas que vão à Antártica
são monitoradas por OVNIS; em 1958 no mar de Bedelt, uma destas
expedições chilenas foi seguida durante dias por enormes naves em forma de
charuto. Já dissemos que esse modelo de ovni alemão, construído
integralmente na base NauSchwabenland foi e é, objeto da maior quantidade
de avistamentos ovnis do
mundo. Na Bolívia foi visto em
toda a rodovia Norte do
Departamento de Santa Cruz
durante várias horas no ano de
1980, no livro “Projeto Ovni”
incluímos o relato de um
testemunho fidedigno daquele
incrível avistamento, do senhor
Rodrigo Guerra Grundy. Mas,
recentemente, em agosto de
2012, foi visto por Don Sergio
Gaméz, outro boliviano, muito
perto do nevado Illimani na Cordilheira do Andes.
Por outro lado, a desclassificação de relatórios OVNIS na Argentina tem
revelado a existência de centenas de pessoas, militares chilenos e argentinos,
que haviam sido protagonistas de estranhos avistamentos nas bases científicas
que esses países possuem na Artártida.
Mas os avistamentos também acontecem frequentemente em áreas urbanas e
em circunstâncias coincidentes, Dom Victor Tellez, um membro da equipe do
“Projeto Ovnis” fotografou um no centro de La Paz, quando era tarde da noite.
Como podemos explicar estes e outros avistamentos similares? Lupus Felis,
nome chave que damos a um gnóstico hiperbóreo que acessora a toda nossa

¹³ Outras fontes chamam a operação de “Deepfreeze” e asseguram que esteve


no mando do Almirante Richard Byrd, pouco antes de sua morte.

46
equipe, teve a oportunidade de contemplar um OVNI gigantesco durante 15
minutos, que se mantinha estático em cima da área de Tiquipaya em plena
cidade de Cochabamba. Segundo Lupus Felis, poderia se tratar de um vimana
de Chang Shamballa, todavia não temos feito comparações com os tipos de
naves do dossiê soviético, a forma de pião não se encaixa com nenhuma
tipologia nazi-ufo.
Para finalizar este capítulo, daremos a resposta pendente à pergunta que
levantamos no parágrafo acima. Os “ovnis”, ao transitar fora do tempo, com
propriedade, seriam máquinas do tempo, sempre estariam desincronizados
com o tempo presente do hipotético observador, ou um pequeno passo atrás
no passado, ou um à frente, no futuro. Se olharmos bem, isto explica uma
fascinante realidade, que os “ovnis” estariam sempre operativos, em nossos
narizes, mas invisíveis pela desincronização temporal. Este anacronismo
operativo, os converteria em uma ferramenta de espionagem formidável,
indetectável, tornando-os quase invulneráveis.

47
48
CAPÍTULO SEXTO

Os Alienígenas Traidores.

1. Abduções e Contatos.

Até aqui, nestes cinco capítulos, temos explicado o desenvolvimento mínimo


argumental para colocar em contexto o tema objeto deste relatório, que
colocaria muitas luzes sobre essa outra face dos alienígenas, sobretudo,
aqueles que representam as potências da matéria. Evidentemente, assim como
há milhões de casos de avistamentos ovnis no mundo, também existem
centenas de casos de abdução e contatos de terceiro grau, contatos
presenciais com extraterrestres. Agora bem, também começaram a falar
recentemente de contatos de quarto grau, que poderíamos assimilar ao
fenômeno da possessão
satânica, podemos dizer,
estritamente falando e tirando-lhe
toda polaridade induzida por
questões de fé religiosa,
possessão alienígena. Neste
sentido, o filme “La Cuarta Fase”,
título em espanhol para o filme
supostamente baseado em fatos
reais protagonizado por Milla
Jojovich “The Fourth Kind”, tem
causado sensação entre os fãs
do fenômeno “ovni”. Desde já
recomendamos ao leitor pois
contém aspectos interessantes e
pouco conhecidos sobre a
natureza alienígena e se
relacionam com nosso relatório.

Sobre a abdução, diremos que


aparentemente sempre é
induzida mediante estados
alterados de consciência.
Embora detalharemos o tema
dos estados “hipnagógicos”
posteriormente, convém adiantar alguns aspectos para explicar o tema em
questão.

Segundo a Sabedoria Hiperbórea, e como já analisamos em vários capítulos


deste relatório, o virya ou homem com legado alienígena, é um duplo agente:
um sujeito consciente de essência telúrica ou criada que marcha em direção a
perfeição, e um Eu ou substrato alienígena egoico que o impulsiona desde uma
esfera subconsciente até a enteléquia; por isso se encadeou o espírito à
matéria e ambos agentes estão intrinsicamente confusos, sendo muito
problemático para o indivíduo determinar em um ato de reflexão, onde começa
um e termina o outro ou vice-versa. O sujeito anímico é imanente, vale dizer
49
que nosso estado comum de vigília está temporalizado, e por isso mesmo é aí
onde se situa o Eu. Ao perceber o tempo, existimos, e mais, o Eu tem um
tempo próprio ou imanente. No entanto, quando entramos em estado de
latência ou sono, o descanso fisiológico, o eu mesmo transita pela região
subconsciente da mão do Eu, como a imanência permanece nessa latência, o
tempo se transforma no estado de sono. Temos descrito pois, o estado de
vigília, trânsito consciente pela imanência própria, e o estado de sono, trânsito
semiconsciente na esfera de sombra ou subconsciente. Pois bem, temos dado
uma grande explicação para afirmar, quase com total segurança, que os raptos
espirituais, as abduções, os fenômenos paranormais, etc., se percebem fora de
ambos os estados, uma terceira postura do Eu confundido com o eu mesmo
que se chama hipnagosis. Vamos a explicação.

Ambos os estados, tanto de vigília como de sono, estão impregnados de


imanência, portanto estão ajustados aos biorritmos do corpo físico. Há
atividade física em ambos os estados. Pois bem, na hipnagosis NÃO. Por um
momento indeterminado, o eu mesmo alcança o ponto onde se encontra o Eu
perdido e se dessincroniza de todo biorritmo, ficando desconectado, por assim
dizer, do corpo. É por isso que os abduzidos, os que saem em astral e os que
vivem uma experiência paranormal, sofrem como uma espécie de paralisia
motora corporal. O eu mesmo, ao situar-se no Eu, se destemporaliza; na gnose
hiperbórea se interpretaria como o vislumbrar consciente da fenestra
infernalis. Voltaremos a falar sobre isso mais adiante, por agora, basta dizer
que os contatos, as abduções e outros estados de latência induzida com o uso
de psicotrópicos, podem arrancar-nos do tempo e por isso os fenômenos
paranormais, levitação, telecinesia, telepatia, controle mental, percepção extra-
sensorial, se produzem com esta terceira atitude ou estado alterado de
consciência.

Os testemunhos de abduzidos são conclusivos, há distorção espaço-temporal


acompanhado de experiências traumáticas em extremo; introdução de sondas
no corpo, manipulação da “aura” humana, ou bem dos corpos sutis ou as
matrizes funcionais do desígnio, registro minucioso das memórias ônticas,
inserção de substâncias e até próteses, etc.; há alguns anos, em 1994,
apareceu um filme muito explícito a respeito: “Fogo no céu” de Robert
Lieberman, que girava ao redor de um destes casos de abdução e contato de
terceiro grau. Recomendamos ver e analisar este filme e outro mais recente:
“Sinais” com Mel Gibson e Joaquin Phoenix sobre o que vamos nos aprofundar
quando vermos o tema dos Crop Circles e o tipo alienígena denominado
“humus”.

2. Biotipos Alienígenas.

Fora do âmbito da ficção científica, para muitos de vocês será familiar a


imagem do pequeno “homenzinho” com cabeça volumosa, olhos grandes sem
pupila, sem orelhas e lábios, colo largo, braços e pernas igualmente alongados,
e de cor terrosa, comumente chamados pelos estudiosos de abdução e
contatos, “os greys”; estes “aliens” praticamente se tem convertido em um
ícone cultural a nível planetário e você o encontra até mesmo na sopa. No
entanto, embora a cultura “pop” os tem hostilizado abusivamente e convergem
no imaginário coletivo como os “smurfs”, “tartarugas ninja” e os “elfos”, a

50
informação que temos diante de nós sugere que realmente existam, e são mais
que mitos coletivos estabelecidos em fantasias psicóticas de uma sociedade
“alienada”, e agora o fim se ajusta corretamente.

Pelo visto até aqui, a coisa se torna bastante complicada. Fazendo uma escala
hierárquica, temos aos Seraphim Nephilim no ápice biotipológico, protagonistas
de filmes famosos como “O Exorcista”, com uma possessão “satânica” de Linda
Blair, onde o culpado é um alienígena – não
dizem isso no filme – um deus sumério, um
anunaki chamado Pazuzu, também conhecido
como “Anzu Mushen”, até a possessão da
Dra. Abgail Tyler (Milla Jojovich) por outros
anunakis, com um biotipo mais estranho para
um exrtraterrestre, pois são alados como
anjos (que coincidência), e com traços
humanoides, como no caso de “Anzu
Mushen”, reptilianos e com uma aparência
feroz. Por outro lado, temos os bem parecidos
com o biotipo humanoide, típicos da cruzada
New Age e a “Missão Rama” de Sixto Paz.
Não são alados, mas sim gigantescos e bons,
pois, segundo os auxiliares de ditos “aliens”,
sua aproximação subiria o nível vibracional do
entorno, purificando a matéria mais densa e
os corpos físico, mental e emocional dos
contatados. Mas... onde se encaixam os
anões verdes ou terrosos em tudo isto?
Embora os chamados “draconianos”, uma suposta espécie de “alien” de biotipo
lagartiano e os insectóides de biotipo artrópode com exoesqueleto, são
somente imaginações de mentes retorcidas e fantasiosas que os convertem em
protagonistas de filmes muito divertidos como “Tropas Estelares” e “Setor 9”, os
“extras” de biotipo reptiliano EXISTEM, são bem reais e constam em todos os
mitos e tradições ancestrais, não só de sumérios e babilônios, mas também de
todos os povos do mundo.

Ante semelhante trama onde se tem tecido toda uma série de especulações e
teorias, das mais loucas e absurdas, não nos cabe outra coisa que tratar de
esclarecer o panorama, estabelecendo biotipologias sérias, ou seja, possíveis
no âmbito do fenômeno alienígena e que, além do mais, nos brindem pautas
válidas para explicar as centenas de casos que corroboram, ao menos em
parte, as crostas culturais sobre a forma, cor, e propósito destes “seres”, que
seriam em parte verdadeiras, como no caso dos famosos “greys”.

3. Os Greys.

A este respeito se tem lançado especulações sem fim, atribuindo-lhes uma


origem. Se diz que vieram de um planeta localizado no sistema Zeta Reticulis,
pelo que se chamariam também “reticulianos”. É interessante o tema do
ocultista britânico Aliester Crowley que assegurou ter contato em forma
corpórea com uma entidade a qual denominou LAM em Nova York, 1918, como
parte dos chamados Trabalhos de Amalantrah. A descrição e o formato que fez

51
da dita entidade são muito semelhantes ao biotipo Grey. Kenet Grant, um de
seus discípulos, fundaria a “Ordem Tifoniana” no fim de 1944 para invocar
entidades extraterrenas através do “Culto de Lam”; Sem dúvida, esta foi a
referência que pouco a pouco converteu o biotipo Grey em um ícone mundial.

Pois bem, segundo a informação que temos, os


Greys não são extraterrestres. Seriam nativos do
planeta, produtos genéticos, uma espécie de bio-
robôs inteligentes que os alienígenas que afirmam o
mundo criado e as potências da matéria, utilizariam
como tripulações de naves que se encarregariam de
realizar trabalhos de vigilância e coleta de dados nos
mundos infernais, desde a abdução e mutilação de
animais, os famosos “chupacabras”, até o
monitoramento de atividade paranormal. O
verdadeiro nome desta espécie híbrida seria
“Sheidim”, os anões de pele terrosa que moram em
Chang Shamballa, uma gigantesca base
extraterrestre desde a qual os mencionados
alienígenas do pacto cultural manejam todas as
variáveis macrocósmicas.

Nimrod de Rosario os descreve como perigosos só


quando estão em grupo numeroso, portariam um tipo de arma paralisante, e
segundo Rosalia Taglialavore, que os surpreendeu bisbilhotando na oficina de
Felipe, eles vestem uma espécie de roupa de mergulho. E neste sentido tudo
coincide.

E quanto ao monitoramento da atividade paranormal, é lógico que existe esta


espécie de polícia planetária, já que as pessoas que experimentam estados
alterados de consciência podem “abrir janelas”, o que significaria que o
sujeito em questão é idôneo para entrar em contato com os alienígenas do
bando libertador, e isto só pode acarretar dores de cabeça para os agentes do
sistema, desde MIB (Men in Black), até serviços especializados no rastro de
reacionários perigosos para a sinarquia.

4. O tipo “Humus” e os “Crop Circles”

Este biotipo alienígena é muito interessante e misterioso. Há quem afirme que


se chamam “humus” porque provém de “Humus”. Planeta? Lua? Sistema
estelar? Outros sustentam que seriam intraterrenos e que a denominação seria
simbólica; como é acima é abaixo: debaixo da árvore da vida há minhocas, que
são produtoras de “humus”, fertilizante produzido pela decomposição de
substâncias orgânicas, acima, os Anunakis em seus papéis de co-criadores;
por esta coincidência, o associam ao fenômeno dos famosos “Crop Circles”,
complexas figuras geométricas, simbólicas e com mensagens encriptadas em
linguagens oblíquas chamadas agroglifos ou agrogramas, que tem aparecido
nas plantações de cereais de toda Europa, Canadá e dos EUA. Os crop circles
não são tão recentes quanto poderíamos imaginar e tem seus antecedentes no
século XVII, quando se publicou em um panfleto o relato de um fazendeiro

52
inglês que afirmou ter visto o
próprio diabo ceifando o
trigo, fotos foram tiradas
deste estranho episódio.

A característica particular do
fenômeno indica que são
colossais diagramas que
aparecem durante a noite
até de manhã, e de até dez
hectares de extensão; não
apresentam rastros de corte
mecânico e foram avaliadas magnitudes residuais de micro-ondas e alterações
eletromagnéticas nas áreas circundantes. Há quem sugere que os agroglifos
tem caracteres notoriamente mayas; mas os símbolos que exibem poderiam
enquadrar-se também como tartésios, egípcios, rúnicos e até hebreus,
culturalmente falando, claro. Então, que objeto contém estes sinais?
Simplesmente recordamos sua presença? Os alienígenas envolvidos no
fenômeno crop
circle se
enquadrariam
em outra
manifestação do
biotipo Grey?
Porque são
muito
diferentes,
temos que
afirma-lo. Pelos
traços do
personagem
alienígena do
filme “Os
Sinais”, isto se ajustaria melhor na forma do alienígena libertador, ou “siddha
leal”, reptiliano, hostil, com cara de poucos amigos.

Ante o vazio de informações, e considerando que neste relatório estamos


tratando de estabelecer uma biotipologia “alien”, ordenada e diferencial, nós
enquadraremos este biotipo como “Humus”, tanto pelo significado semântico de
sua denominação, como pelos “sinais” que nos indicariam claramente realizar
este enquadramento.

5. O tipo Humanoide.

53
Outros “extraterrestres”
que tem sido
protagonistas de contatos,
segundo muitos
contatados, seriam do tipo
humanoide, muito bem
parecidos, de enorme
estatura, com traços à
primeira vista “nórdicos” e
que em algumas ocasiões
seriam vistos ao lado dos
“sheidim” de pele terrosa.
Sixto Paz da Missão
Rama, e muitos teóricos
da New Age, afirmam que
estes seres provêm da
constelação de Tauros,
nas Plêiades e que têm várias colônias nas luas de Júpiter. O certo é que estes
“pleidianos”, segundo a informação que possuímos, não são tal, seu verdadeiro
nome seria Hiwa Anakim, uma espécie de super-hominídeos nascidos de uma
cópula carnal entre alienígenas do pacto cultural e mulheres especialmente
selecionadas entre as raças humanas em tempos remotos. Neste contexto
anacrônico, é momento de esclarecer novamente, que as moradas dos
alienígenas estão situadas em dobras dimensionais do espaço-tempo, onde o
tempo não passa, ou passa muito lentamente. São, com propriedade, viajantes
do tempo, já que podem transitar
fora dele. Se bem que as
testemunhas afirmam que estes
gigantes seriam benevolentes, as
tradições ancestrais os descrevem
com aparência feroz e
extremamente perigosos, já que são as
crianças mimadas dos Nephilim
Seraphim, que é como chama a
tradição hebreia aos seres
extraterrestres que pactuaram com o
criador.

Notem a presença persistente dos


anunakis; neste caso, a sabedoria
hiperbórea adverte que estes seres
seriam os guardiões do umbral; e é
possível que isso se constate ao
analisar os casos de contatados,
que coincidem em haver
experimentado estados de
hipnagosis,

54
paralisia motora, transmissão de pensamento, possessão, hipnose e até
samadhis ou nirvana ¹⁴.

É bastante claro, quando o sujeito chega a experimentar este enfrentamento


como infinito atual, ou bem sua consciência é irreversivelmente fagocitada,
fundindo-se com o demiurgo, ou é capaz de resistir aos símbolos que emergem
da “janela aberta”, e em um ato de heroísmo, libertar-se, regressando a
ORIGEM.

De um tempo para cá, o teosofismo e


ramos afins, pois são numerosos os
grupos esotéricos que se servem dos
mesmos materiais de estudo, se tem
convertido na completa judaização de
seus escalões ou câmaras superiores;
símbolos mandálicos , yantras, mantras,
e posturas, estão impregnadas de
judaísmo esotérico: as chaves de
metatron, o livro do esplendor,
grimórios, curso de milagres, tantrismo,
rituais de alta magia, estão saturados
desta cosmogonia judaica, e como não
poderia ser de outra maneira, até os
alienígenas representados como seres
de luz de YHVH.

Desde o primeiro suposto contatado por


“pleidianos”, o suíço Billy Mier, em 1942,
até o caso mais famoso de copulação
alienígeno-humano protagonizado,
como não, por “pleidianos”, que supostamente seriam os verdadeiros pais de
Mathew, o filho metade humano, metade extraterrestre de Cynthia Appleton,
estes extraterrestres se apresentam, ou ao menos, nas descrições de
testemunhas que os antecedem, como verdadeiros israelitas, usando
uniformes com a insígnia da pátria de Israel, a estrela de seis pontas, e ainda
por cima saudando “Shalom”.

6. A importância da Exopolítica.

Exopolítica é um ramo não oficial das relações exteriores, formado por agentes
especializados pertencentes aos serviços secretos e as agências de
Inteligência dos países chefe da nova ordem mundial, vale dizer, os que foram
aliados na segunda guerra mundial. Estes estados, além das organizações
convencionais de inteligência e “trabalho sujo”, tem cúpulas muito bem
instruídas na verdadeira natureza alienígena, equipadas, subsidiadas e
treinadas no conhecimento de todo tipo de ciência esotérica e âmbitos do

¹⁴ Samadhi ou Nirvana, são estados psíquicos de expansão de consciência, ou


fagocitação da consciência microcósmica pela consciência abarcante do
demiurgo.

55
fenômeno paranormal. Por cima da CIA e do FBI, estão os MIB (men in black),
do MI-5 e MI-6, o Instituto Tavistock, do Sudete e o CNRS, o Mossad e a SVR
ou KGB russa, o Shin Beth.

Sem dúvida os agentes mais representativos são


os MIB, que sempre são descritos com uma
peculiar aparência e modus operandi: “Criaturas
que possuem toda aparência de um ser humano,
mas que são de uma natureza não terrestre, como
mencionamos possuem aparência humana, mas
transmitem uma sensação estranha. Pode chegar
um só, embora o normal é que cheguem em
pares, e as vezes em grupos de três. Seguindo
com a descrição, sua forma de vestir habitual é:
traje negro, embora também tenham aparecido
com uniforme militar, se movem em um carro de
modelo muito antigo, embora de aparência nova,
nos Estados Unidos normalmente é um
prestigioso Cadilac, mas poucas vezes de modelo
recente. Ao mesmo tempo, embora se trate de um
automóvel antigo, o mais frequente é que esteja
em perfeitas condições, que esteja escrupulosamente limpo por dentro e
reluzente por fora, e que apresente, inclusive, o inconfundível odor de “carro
novo”. Se o sujeito anota o número de matrícula e o investiga, descobre
sempre que se trata de um número inexistente. A vítima quase sempre está
sozinha no momento da visita, geralmente em sua própria casa.¹⁵

Para que tenham uma ideia da diferença


que existe entre uma agência
governamental convencional e outra
supragovernamental exopolítica, traremos
como exemplo o caso Rudolf Hess. A
respeito, Hess foi comissionado para
realizar uma operação muito arriscada na
Escócia que se levou a cabo em 10 de
maio de 1941. Evidentemente, foi
interceptado, como se esperava, por
agentes da “Golden Dawn”, instância
dominada, neste momento, pelos druidas.
Os druidas, agentes de exopolítica
contatados com os alienígenas traidores,
como veremos mais adiante em outro
capítulo, submeteram Hess a tratamentos
psicoativos com drogas desconhecidas a fim de alterar sua mente. O que não
sabiam era que Hess era uma espécie de antena que irradiaria de Spandau, as
diretrizes das operações nazistas pós segunda guerra mundial. Hess seria
assassinado mediante sacrifício ritual, e é muito possível que agentes do Schin

¹⁵ Referência aos MIB extraída de uma das dissertações da OCTRA.


56
Beth tenham perpetrado este crime, o que quer dizer que estes agentes
estariam cientes de complicadas técnicas esotéricas e rituais, inimagináveis
para simples agentes profanos dos serviços de inteligência convencionais.

É por isso que uma central exopolítica deve formar-se principalmente por
esoteristas ou sacerdotes pertencentes as mais elevadas câmaras de iniciação,
já que devem manejar informação classificada ultra confidencial, carregada de
elementos demenciais para quem não participa dessas instâncias.

Agora bem, quase todos os países tem especialistas nesta matéria, embora de
maneira não oficial e oculta. De um tempo para cá, as lojas maçônicas tem
servido de anteparo para promover tanto políticos como agentes a estas
esferas, que em última análise e dada a natureza judaica da organização,
canalizam direta ou indiretamente os desígnios que emanam dos alienígenas
traidores. Mas este relatório foi produzido para fornecer uma mensagem
extraordinária. Os alienígenas libertadores entraram em contato novamente, e
na continuação abordaremos completamente seu conteúdo e a seus
protagonistas, não sem antes anunciar que, por razão de força maior, os
estados nacionais deveriam estabelecer mecanismos governamentais não só
para captar aos agentes sinarcas, que abundam nas organizações esotéricas,
uma delas muito bem encaminhada, os autodenominados “Raeleanos”, sendo
também um quadro de interesse nacional alheio a qualquer internacionalismo
como a sinarquia e o sionismo, promovendo a captação de especialistas no
conhecimento dos temas que aborda o “Projeto Ovnis”, a fim de formar uma
organização supragovernamental de assessoramento político e social, dada a
grande quantidade de indícios que assinalam inequivocadamente o reinício das
hostilidades entre os alienígenas do pacto cultural e os alienígenas
libertadores, que necessariamente afetará sobremaneira o andamento do
mundo inteiro, talvez, até sua eminente destruição.

57
CAPÍTULO SÉTIMO

Os Verdadeiros Contatados.

1. O caso de abdução e partenogênese mais importante de todos os


tempos.

Rosalia Taglialavore nasceu em 30 de maio de


1930 em Rosario, província de Santa Fé,
Argentina. Aos dezesseis anos teve seu
primeiro e único filho, Felipe; em 1964, quando
Felipe tinha 16 anos, notem a coincidência,
começou a ser contatada por alienígenas.
Desde então, foi abduzida várias vezes e
levada a uma base alienígena na Antártida. Os
“extras” como os chamava Rosalia, lhes
fizeram uma revelação, que seu filho era
metade humano, metade extraterrestre.
Evidentemente, segundo o narrado por Rosalia
na internet, seu filho, ao nascer antes do
previsto, despertou a suscetibilidade da família
paterna, à maneira do relato bíblico sobre José
e a gravidez de Maria, sem tê-la conhecido
(com isto não estamos afirmando que este
menino seja um novo Krisna ou Jesus ou algo desse estilo). Os “extras”, afirma
Rosalia, lhe geraram um filho através de um processo de partenogênese. As
abduções foram acontecendo de forma irregular até que em uma ocasião, os
“extras” lhe ordenaram mandar Felipe, que então em 1972, tinha 25 anos de
idade, em uma viagem a Antártida. Em 1996, logo que seu filho cumprira a
missão para a qual foi enviado ao mundo, desapareceu sem deixar vestígios.
Então Rosalia, depois de quatro anos de espera, recebeu uma nova instrução
dos “extras” no sentido de publicar toda sua história pessoal em uma página
web e por outro lado, que eles haviam levado Felipe, que por certo, segundo o
que se leu na página de Rosalia, sempre soube que uma vez terminada sua
missão, escrever o livro que lhe haviam encomendado, seria enviado para a
base alienígena na Antártida.

Como Rosalia sobreviveu e aguentou tantas peripécias, é um mistério; da


mesma forma, surgiram semelhantes informações com dados
incontestavelmente e estrategicamente segmentados. Todos os interessados
podem corroborar na web o incrível evento. Embora Rosalia fosse uma mulher
humilde e pouco instruída, se converteu, durante o tempo que esteve ativando
todo o movimento de Rosario, em um poderoso centro carismático. Sua
partida, há pouco mais de um ano e meio, deixou, afundado em desolação, seu
grupo de trabalho e as pessoas que viviam ao seu redor. Sempre reservada e
muito cautelosa, dizia e fazia somente o necessário, sem uma nota a mais.
Consciente da missão que deveria cumprir seu filho, sempre teve o controle
dessa variável, impedindo aqueles que formaram parte do grupo de
colaboradores mais íntimos de Felipe, desviarem ou darem prioridade a outras
alternativas fora da concretização do prodigioso livro que havia escrito.

58
De seu punho e letra se verteram importantes ensaios e mensagens que, ela,
de nenhuma maneira, poderia ter escrito como “a simples Rosalia”, ela mesmo
dizia que não entendia nada do que lhe diziam ou ditavam... que as mensagens
eram para “outros” e não para ela, embora as canalizasse e logo as divulgasse
mediante um grupo determinado de pessoas, que eram de sua completa
confiança e mantinham a página, a atualizavam, dirigiam os fóruns, e
operavam com ela em determinadas missões bem definidas. Este grupo
operativo de amigos íntimos, sempre participaram das missões de Felipe
Moyano e, depois de sua partida, das de Rosalia; falaremos mais adiante e
dentro do marco do mais estritamente necessário, sobre este grupo ou grupos
de pessoas chamados OCTRA. E no que diz respeito a Rosalia, para terminar
esta breve resenha, vale dizer que deixou as pautas tão bem definidas que
ainda opera como centro carismático indiscutível, sem necessidade de sua
presença física neste mundo contextual, podemos dizer que, quem teria que
ser convocado, já foi convocado, agora só resta agir como ela, sem outras
considerações que os objetivos assinalados em tempo e forma.

2. A missão de Luís Felipe Moyano.

Felipe Moyano veio ao mundo em 28 de outubro de 1946. Excepcional em


todas as suas aplicações, Rosalia foi aconselhada a encorajar aquela
genialidade inata através de uma educação especializada, avançada e não
convencional. Mas foi com a viagem a Antártida, em 1973, acompanhando uma
missão científica argentina durante três
anos, que Felipe tomou consciência da
missão que devia cumprir para os
“superiores”: escrever o livro mais
importante para a humanidade. Desde
seu regresso da base “Belgrano” em
1976, recopilou e estudou 5.000 livros,
juntando em sua cabeça todos os
comos e porquês da história desde a
própria origem de sua língua original:
castelhano, euskera, latim, sânscrito,
alemão, inglês e hebreu. Dotado de
uma aguda visão compreensiva,
desenvolveu um sistema de revisão dos
registros culturais contidos em espaços
polidimensionais do tempo-espaço
acessando a história viva dos fatos
culturais e seus protagonistas.
Redescobriu a sabedoria lítica, que permite conhecer a propriedade das pedras
e sua manipulação para operar complicadas técnicas de isolamento espaço-
temporal. Dotado com esta extraordinária erudição, demorou 20 anos
escrevendo o livro que os superiores, os “extras” lhe haviam encomendado: “O
Mistério de Belicena Villca”. Perseguido pelos serviços de inteligência,
impedido e assediado, mudou de residência dezenas de vezes até que,
finalmente, pode formar em Córdoba vários círculos que lograram divulgar o
prodigioso livro a um grupo seleto de eleitos.

59
Em determinado momento, e ante ao poderoso cerco que os serviços de
inteligência e os tópicos do poder maçônico que dirigem os destinos da
República Argentina exerceram para neutralizar o movimento de difusão da
“sabedoria hiperbórea” em Córdoba e outras províncias argentinas, e por
instruções dos “Superiores” a Rosalia, se decide publicar “O Mistério de
Belicena Villca” na rede. Desta maneira chega as nossas mãos no final de
2005; até hoje são seis anos que estamos trabalhando para divulgá-lo,
formando grupos de leitura, círculos filosóficos e esotéricos, associações civis,
clubes de amigos, etc.; até que em 2011, há um ano, conseguimos editar a
primeira edição física aqui na Bolívia, e fazem alguns meses, em junho, uma
segunda edição um tanto maior que esta difundiu-se mediante distintas
estratégias de socialização.

Sim, “O Mistério de Belicena Villca” é a pedra angular sobre a que se ergueu a


muralha dos “Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea”. Agora podemos dizer
com certeza que a “Novela Mágica” é a parte substantiva heróica, pois narra os
atos de valor que se requer ATUALIZAR para formar a Sabedoria Hiperbórea.
Sem atos de valor que a expressem, todo esse inédito conhecimento tão só
ficaria numa letra morta, por
isso todos concordamos em
afirmar que a novela está
VIVA.

Por isso Felipe forma a


Ordem a pedido de Ricardo
Centeno, que forneceu o
apoio logístico. Um local
deveria ser liberado para
operar sem ser afetado pelos
desígnios que
inevitavelmente e de forma
inesperada iriam recair sobre
o operador. A Ordem foi um
Círculo, onde cada membro
atuou como parte dessa contenção, atraindo sobre si, para sua redução,
contingências, argumentos e situações que de outra maneira teriam recaído
sobre Felipe. Não foi uma tarefa simples, e houveram traições que deixaram
expostos certos flancos, pelo que Rosalia teve que fechar essas brechas. A
campanha foi muito cara.

Neste sentido é necessário, muito necessário nestas alturas, realizar algumas


considerações sobre a Ordem dos Cavaleiros Tirodal da República Argentina,
afim de mostrar aos leitores nossa particular forma de ver o assunto do qual
nos levou anos reduzir, corretamente ou não, para compreender a importância
de dar a cada coisa o lugar e a função que lhe corresponde.

3. A Ordem TIRODAL, as Fenestras e a Odalização.

Estritamente falando, são TIRODAIS aqueles indivíduos que foram diretamente


fenestrados pelo Pontífice Nimrod de Rosario no marco da implantação
estratégica e operativa da Ordem, e neste contexto ninguém mais pode

60
participar dessa instância. Esclarecemos que existem muitos autodenominados
“tirodais”, quando na realidade não são nem em tempo, nem em forma, nem
em instância; este quadro de confusão se entenderá mais claramente por seu
redirecionamento, com um exemplo: a autodenominada “Octirodae”.

Essa suposta “ordem” de cavaleiros “tirodais”


da América e Espanha, é POSTERIOR aos
argumentos que o pontífice Nimrod de
Rosario declarou para a OCTRA (Ordem dos
Cavaleiros Tirodal da República Argentina),
isto é, a de servir aos fins de concretização e
publicação da Novela Mágica. A missão foi
cumprida em sua plenitude pela OCTRA,
servindo de contenção ou muralha da praça
liberada onde Felipe desenvolveu o livro, e
depois sua posterior publicação, NA
AUSÊNCIA DO PONTÍFICE E COM
ANUÊNCIA DE ROSALIA, da versão oficial
em papel (dois exemplares) e em digital, da
Novela Mágica. Como se vê com clareza, esta
instância não pode repetir-se já que se
cumpriu e é por isso mesmo, a instância TIRODAL.

Se bem que fica pendente e em processo de execução a instrução de


“Aguardar e Observar” o desenvolvimento dos acontecimentos e “preparar aos
eleitos para enfrentar com honra o fim da história”,
ninguém mais que eles, os OCTRA, podem
cumprir estas diretrizes dado o nível de redução
de argumentos e a experiência acumulada na
função que lhes corresponde. Está aí a
importância das “Duas Dissertações” da OCTRA
publicadas na página de Rosalia.

Desnecessário é dizer que a instância “octirodae”,


mal chamada “Odal”, pois NÃO EXISTE RUNA
ODAL EM SUA CENTRALIDADE, tão só a runa
tyr, embora o estranho conjunto o denominam
“runa” da “vitória”, pelo que deveria chamar-se “octidelavi” e não “octirodae”,
NÃO participa da instância pontifical pois, desconhecendo as diretrizes, não
reconhece o pontífice, carece de contato com instâncias superiores, portanto,
de praça liberada, de pedras que participem na contenção de argumentos com
um fim designado, e além disso, estratégico, etc. Neste sentido todas essas
pessoas fazem parte de um só grupo esotérico dentre vários que estão se
formando ao redor da Sabedoria Hiperbórea, e que ainda se mantém na fase
prévia de especulação metafísica.

Diferente é o caso do Movimento Veganista, QUE NÃO É UMA INSTÂNCIA


ESOTÉRICA, E SIM POLÍTICA, embora alguns de seus membros participem
do esotérico, e onde a runa ODAL ocupa a centralidade de seu conjunto
simbólico. Apesar disso, não são “TIRODAIS” nem se autodenominam como
tais, pois não lhes corresponde se não acatar as diretrizes emanadas de

61
instâncias superiores através dos materiais estratégicos PONTIFICADOS por
Nimrod de Rosario, enquadrando-se estritamente na estratégia “O” dos
Siddhas Leais, embora sua estratégia política psicossocial se chama,
Estratégia “V”. Até agora, o Movimento Veganista é o único grupo de ação
política e social que opera na região, justificando sua ação nos seguintes
princípios da estratégia “O”: “Mas não se deve acreditar que a Estratégia Odal
só tem êxito quando acontece uma autêntica transmutação do homem
adormecido em Homem de Pedra; esse é sem dúvida o mais importante êxito,
mas o mesmo não é muito frequente, especialmente no caso de Líderes ou
Condutores de povos. Há, em troca, outros casos, não tão vistosos nem
evidentes como uma transmutação, mas cuja influência benéfica na
organização das sociedades tem motivado que os considere também
como êxitos da Estratégia Odal. Me refiro especificamente, àqueles líderes
que, com certo grau de inconsciência, escutam o Canto carismático e intuem
alguns princípios da Sabedoria Hiperbórea. Como não estão completamente
despertos e ignoram a origem da “mensagem”, procedem a aplicar no governo
de seus povos, os princípios estratégicos tomando-os por invenção própria.
Poderia dar muitos exemplos, mas terá particular interesse para o senhor, Dr.,
considerar o caso de quem “tem descoberto”, sem sabê-lo, o princípio do
cerco.

Quando na estrutura mental de um Líder se tem incorporado o “princípio do


cerco”, seu Sangue Puro, e com este o Canto dos Deuses, o impulsiona a
aplicar a “lei do Cerco” em todos os seus atos concretos. Surgem assim,
desde sociedades particulares até teorias políticas, filosóficas, morais,
etc., concebidas e executadas de acordo com a lei do cerco, no marco da
Estratégia Odal”.¹⁶ É justamente isso o Movimento Veganista Emergente,
também chamado Legião Veganista, Falange Veganista, etc.

Feito este esclarecimento, agora sim


podemos concluir que a OCTRA, tem feito
possível a divulgação dos “Fundamentos da
Sabedoria Hiperbórea”, de acordo com a
diretriz levantada pelos “superiores”, isto é,
SOMENTE AOS ELEITOS, entendendo-se
com tal qualificativo, a quem VAI ATUAR,
PARTICIPANDO COM ESSE ATO, DE UMA
ESTRATÉGIA DE LIBERTAÇÃO. Podemos
dizer, toda colocação de sentido em um
ELEITO, está voltada completamente para a
estratégia da que participa, e essa
ODALIZAÇÃO, é evidente. Essa é a
instância TIRODAL, uma colocação de
sentido exclusivamente voltada a cumprir as diretrizes emanadas, em seu
momento, pelos “superiores” através de Rosalia Taglialavore e, quando esteve
ativo na esfera de sentido do mundo, de Nimrod de Rosario.

¹⁶ Extraído de “O Mistério de Belicena Villca”, quadragésimo sexto dia, Síntese


da Sabedoria Hiperbórea, considerações da Estratégia “O”.

62
E, assim mesmo, um verdadeiro veganista, só ODALIZADO, pode voltar a por
sentido na concretização da estratégia veganista inspirada na estratégia “O”.

Para terminar, falaremos das fenestras. A fenestração requer sempre de uma


vontade externa além da vontade do Eu – que chamamos – “alheia” em virtude
de que o agente egoico é justamente alheio ao sujeito anímico que o arrasta
em sua imanência – para manifestar-se em um determinado momento
estratégico; se não fosse assim, o sistema de controle interdimensional
detectaria o movimento energético, neutralizando-o, com grave risco para o
Virya. Em outras palavras, a instância de fenestra é propiciada sempre por um
agente externo com o concurso do agente egoico. No caso da OCTRA,
podemos supor que sua fenestração a propiciou o Pontífice como vontade
externa. No caso dos veganistas, que evidenciaram sua fenestração a mercê
dos atos estratégicos concretizados, só podemos supor o concurso de uma
poderosa vontade externa, que foi a que propiciou aquela revelação do
inimaginável: a situação do Eu. A condição prévia para que se manifeste a
fenestra, como já tenham intuído os leitores, consiste na ODALIZAÇÃO
propiciada pelo agente egoico; existe odalização quando toda a colocação de
sentido participa de uma estratégia de libertação e uma vontade externa
isolada do Eu; só isto garante a continuidade da Estratégia, fazendo possível a
participação, no momento justo, dessa vontade externa, para fenestrar o
aspirante. A odalização se conclui quando existe essa dupla coincidência.

4. Atividade Paranormal, Estados Alterados de Conciência e o mundo


astral.

Já dissemos que a atividade paranormal se refere a capacidade, voluntária ou


involuntária, de um sujeito para romper ou dividir em alguma circunstância, o
véu de maya, a ilusão do mundo circundante, alterando as leis eminentes que o
regem. Telecinesia, telepatia, levitação, visão a distância, trânsito por mundos
paralelos, acompanhados de estados alterados de consciência provocados por
um impulso extra de uma vontade alheia, o Eu, que por momentos se revela ao
sujeito consciente e o devora em sua imanência temporal, ou talvez, a
intervenção de uma vontade externa, o contato alienígena. Também dissemos
que sim, esse contato alienígena provém daqueles que não participam da
estratégia sinárquica, ou seja, dos alienígenas libertadores, que poderiam ser
detectados por uma espécie de sistema de controle ou polícia interdimensional,
onde cumprem um papel protagonista, os “greys” ou Sheidim.

Não é raro que os psiconautas,


mediante o uso de potentes
psicotrópicos, transitem por mundos
sutis, invisíveis para o homem
comum, experimentando visões
demenciais do mundo real, com a
impregnação panteísta do Uno em
toda porção material, os milhões de
olhos através dos quais sua
consciência tempo é difundida; ou as
espirais telúricas em forma de
sinuosas formas serpentoides; outros

63
experimentam a visão de seus próprios corpos sutis, matrizes funcionais do
desígnio pasú, recarregadas ou reprogramadas depois da intervenção mutante
dos alienígenas traidores, e formas largatianas, reptilóides, se prestam para
serem observadas por esses maravilhados viajantes psíquicos. Estes
microclimas psicóides induzidos podem reter, ao aventureiro incauto que
transita por eles, fagocitando-o, daí sobrevem a demência, que é o risco que
todos os que estejam dispostos a experimentar com drogas alucinógenas
devem correr. Nós chegamos assim, ao significado que terá que ser dado a um
estado alterado de consciência, a momentânea alteração energética da
consciência pela emergência de símbolos sagrados melhorados, seja por
determinadas técnicas esotéricas, de jejuns, hiperventilação, meditação, ou, no
exemplo que usamos, por psicotrópicos. Então, se o iniciado ou psiconauta,
pelo impulso de seu Eu, ou pela circunstância particular que atravessa sua
evolução psíquica, se aproxima de suas ORIGENS, será interceptado por esta
polícia alienígena ou bem, enfrentará aos guardiões do umbral, e sem atitude
estratégica sucumbirá indefectivelmente ou o que é ainda pior, morrerá no
ousado intento.

Agora, para compreender o que é o mundo astral, devemos remeter-nos a


Sabedoria Hiperbórea e tratar de vislumbrar a morfologia do próprio Demiurgo,
posto que o mundo astral é uma de suas esferas psicológicas. Sintaticamente
falando, o que nós percebemos como a realidade aparente, o mundo
circundante onde interagimos no dia a dia, corresponde propriamente a um
subconsciente demiúrgico; podemos dizer que, o mundo astral é uma esfera
superior demiúrgica, uma esfera não subconsciente, mas sim semi-consciente;
então, transitar pelo mundo astral, significaria tornar-se visível para o demiurgo.
Quando abordamos o tema das sephiras ou esferas demiúrgicas marcadas na
árvore Rimmon, vimos que os alienígenas traidores se encontram na sephira
Tipheret, pois bem, a mais baixa das sephiras é Malkuth, vale dizer, o mundo
circundante que percebemos como tempo e espaço; essa esfera é um
subconsciente demiúrgico e por isso precisa de um sistema de controle;
chamamos esse sistema de sinarquia; segundo a Sabedoria Hiperbórea, esse
controle das variáveis que requer o demiurgo na sua esfera subconsciente é
exercido por uma raça sagrada, isto é, seu povo eleito que não é mais que um
desdobramento psíquico do próprio demiurgo. Justamente por ele, por onde se
olha, as variáveis históricas, sociais, econômicas e políticas estão dominadas
por agentes da sinarquia. Então, podemos afirmar que a nenhum virya com
legado de sangue, podemos dizer, consciente ou inconscientemente contrário a
seus desígnios, lhe será permitido transitar pela esfera astral semiconsciente
do demiurgo.

64
65
CAPÍTULO OITAVO

Visão dos alienígenas sem crostas culturais.

1. A Verdadeira Face de um Alienígena chamado Jehová.

Toda a informação precedente, nos permite agora realizar uma análise


pormenorizada da verdadeira face daquele que chamamos “deus”. Ao longo de
todo desenvolvimento deste relatório, já temos vislumbrado muitos aspectos
que definem esta identidade de uma maneira surpreendente, porque nunca se
levantou a possibilidade de que aquela “força primeira”, “magnificente”,
“todopoderosa”, “onisciente”, “onipresente”, “criadora”, que todos intuímos
como uma “pessoa” sem questionarmos sua existência, porque EXISTE, não
há dúvida, repetimos, nunca se levantou que dito “ser supremo”, que é objeto
de culto de TODAS as religiões do globo, essa “sarça ardente”, esse “senhor
com barba sentado em uma nuvem”, essa “divindade única”, cuja face não
pode ser contemplada por nenhum mortal, esse “criador e destruidor de
universos”, esse que diz ser o “único e verdadeiro deus” seja, na realidade, um
alienígena.

Mas assim é. Assim simples é a questão. Mas... certamente a um daqueles


altos rabinos do grande sinédrio, que recita o “semaforasch”, cantando os 72
nomes do UNO Jehová Satanás, alguma vez lhe revelaram que o deus dos
judeus era um extraterrestre. É possível; porque, se refletirmos um pouco mais
sobre tal afirmação, veremos que não tem porque ofender a ninguém, seja
crente ou não crente. Então, por que esconder-nos tal revelação? Por que a
educação dirigida e o temor, ou o simples desinteresse, conduziram a
humanidade a crer em um conto cheio de fantasias e incoerências? Por que
temos esquecido a identidade daquele ser supremo, tão importante para
conhecer nossa origem e nosso destino?

Respondemos:

Porque a resposta é TERRÍVEL e a verdade,


inimaginável. Essa é a resposta. Porque aquele que
chamamos “deus”, não é de natureza benevolente;
porque sua criação está muito distante de ser
perfeita. Porque todo este mundo, tudo o que
jurávamos e perjurávamos que era verdade, embora
intuíamos que algo não fechava... porque, temos que
ser sinceros, definitivamente algo não fecha, não
enquadra em tudo isto que chamamos “realidade”,
no fim, PORQUE TUDO ISTO, NOSSA VIDA E
NOSSOS APEGOS, TUDO, NÃO É MAIS QUE UMA
ILUSÃO, UMA VIL MENTIRA... e vamos demonstrá-
lo...

De uma maneira simples, você só precisa prestar


atenção no fato de que o universo material se rege
pela constante, não só lei, do
autoegocráticocosmicocomúm, ou seja, tudo é

66
parte de uma cadeia alimentícia: os organismos menores são engolidos por
outros mais complexos, as plantas pelos animais e estes pelo homem... a
pergunta então é: Quem come o homem?... resposta: um organismo mais
complexo. “Do pó viestes e ao pó voltarás”, dirão, quem se nega a crer na
existência de alienígenas antropófagos, que os tubarões brancos e as
piranhas, ou qualquer besta carnívora, é um organismo mais complexo... Então
levaremos a coisa a outro nível; este organismo mais complexo seria um de
compleição inimaginável... e justamente esse é o demiurgo. Seu plexo material,
o universo de entes que contém, desde os menores até os maiores, se
reciclam quando morrem dentro do seu alcance... O planeta em que vivemos é
a parte corpórea do plexo de uma divindade chamada Kumara... vale dizer, não
só o Kumara consome toda a matéria reciclável, incluindo o corpo físico que
sepultamos, e todo elemento de sua compleição... mas se vamos subir de
nível, esse Kumara planetário, em seu momento também será engolido por um
logos solar, e este, por sua vez, por um galáctico... que logo será engolido pelo
UNO que os contém a todos – no que os hinduístas chamam o Mahapralaya,
um ciclo de manifestação de Brahama ou Jehová Satanás – assimila, engole,
fagocita, uma matéria muito mais sutil, e pelo mesmo, requintada, A
CONSCIÊNCIA das criaturas das quais contém... A alma contém memória, e
estas se gravam pela carga de sentido, ou seja, a energia que as plasma,
permitindo que se registrem... já dissemos que para isso se encadeou o
espírito à matéria, ou o Eu à alma; por isso, os místicos que intuem esta
realidade, de sacerdotes e frades de vocação até gnósticos de convicção,
insistem em que a luta entre as forças da luz e das trevas, entre o princípio
teológico da divindade de justiça e honra, e aquela de perfídia, mentira e
paixão, são disputadas pelas almas da humanidade.

Então, se o demiurgo tem a capacidade de manifestar-se em toda parte


material e ser ele mesmo em todos os reinos da natureza e suas criaturas, é
porque esta entidade alienígena é uma espécie de SER COLETIVO, uma super
egrégora que são todos, desde o nível mais alto, até o mais baixo. Podemos
ver este comportamento nas abelhas, que são uma inteligência coletiva, e os
egípcios, os caldeus, os alexandrinos, O SABIAM, e essa é a origem do culto a
abelha macho Bute que se estendeu
principalmente na Frígia, terra dos Golen, a
casta sacerdotal do Deus Uno Jehová Satanás.

Sim, Jehová Satanás, Sabaoth, Elohim, o deus


dos exércitos celestiais, é semelhante a um
enxame de bichos alienígenas. Baalzebu,
Belcebu, Baalsebaoth, que significa “O Senhor
das Moscas”.

Se assustou? Está perplexo? Esclarecemos,


pois tudo coincide. Na realidade, VOCÊ não é
VOCÊ, é ele; mas VOCÊ crê que é VOCÊ, uma
entidade original e diferenciada de qualquer
outra, incluindo a Jehová, porque, por um
mistério de A-MORT, seu EU foi encadeado à
alma do animal homem, este vetor disperso do Espírito encadeado, cujo reflexo
gerou seu Eu, caiu na armadilha entrando pela “Porta de Vênus”,
67
contaminando sua alma de individualidade... se o demiurgo consentiu que isso
fosse possível, é porque sem a colocação de sentido de seu Eu, NADA EM
SUA CRIAÇÃO TERIA SENTIDO. Os Golen, a casta sacerdotal de Jehová
Satanás, estão por trás de todo esse mistério, e por isso devem eliminar a todo
custo da alma impura, esta faísca de EGO, para ascender novamente até
“deus”... então, quando nós percebemos que os sacerdotes do culto da Abelha
Macho Bute, se auto-castravam para purificar-se, isto é, eliminar o Eu, caímos
em conta de que tudo é coincidência... por isso o povo eleito do UNO se
circuncida... e por isso os que são candidatos a ascender a direita de “deus”
praticavam, e ainda praticam, a sodomia ritual.

Senhores, todo o tempo temos estado adorando em templos, louvando em


rezas e sermões, sem sabê-lo, a um miserável alienígena degenerado. Essa é
a verdade crua e nua que nos é escondida.

2. Os vimanas de YHVH e os alienígenas traidores.

Tanto na primeira parte deste


relatório “Projeto Ovnis – a Base
Antártica”, como na presente entrega,
temos desenvolvido uma grande
amostra dos “OVNIS” do Terceito
Reich; e sim, estas naves são objeto
da maioria dos avistamentos “ovni”
do mundo, mas, não são as únicas;
os alienígenas traidores também
operam com suas vimanas, assim
como a raça alienígena que

chamamos “Jehová”; vamos por partes,


trataremos primeiro de estabelecer uma
tipologia estrutural das naves que usam os
alienígenas traidores; existem duas
características que devemos ter em conta e que
se sustentam em relatos ancestrais contidos em
livros sagrados, pinturas e outros registros,
petroglifos, hieróglifos, tábuas cuneiformes, e
como não podia ser de outra maneira,
fotografias e sequências de filmes devidamente
homologadas; estes vimanas podem ser,
evidentemente, naves, que raras vezes se
tornam visíveis e que produzem estranhos
fenômenos de distorção atmosférica.
Suponhamos que sua forma geralmente se
assemelharia a um pião cônico de grande
tamanho, também chamado “ovni tentacular”, e
é muita coincidência que em alguns filmes de ficção científica como “E.T.”, do
diretor maçon de origem judia, Steven Spielberg, tenha alusão a este tipo de
nave espacial, assim como no filme “Fogo no Céu”, ambos só se diferem na
conduta dos “greys”, no primeiro, estes se mostram doces e bondosos e no
68
segundo, cruéis e desapiedados. Pois bem, já temos catalogado um dos tipos
de nave que operariam os moradores de Chang Shamballa.

Existe outro modelo de “ovni” cujas


características o assemelharia a uma “lentilha
prateada”, perfeitamente circular e
arredondadada, de frente daria a impressão de
que é um pião ou balão. Este tipo de nave
havia sido a causa da aniquilação atômica de
Borsipa, onde ainda se encontram os restos da
torre do rei Nimrod vitrificados, assim como a
atomização das 20 cidades de Vega, entre
elas, as famosas Sodoma e Gomorra. Tudo
nos indica que o parecer desta estação
operacional de grande tamanho, é uma
plataforma fortemente armada que seria
tripulada por altos comandos de Chang
Shamballa.

Por último, existe outra forma de


veículo de trânsito que usariam
os agentes shambálicos, isto é,
não alienígenas, nos referimos as
mais altas hierarquias
sacerdotais de mestres ascensos
da Fraternidade Branca que
poderiam utilizar corpos sutis,
mônadas arquetípicas, couraças
de energia pura, que usariam
para revestir-se e manifestar-se
nos mundos infernais mais
densos, como o nosso. Esta capacidade de revestir-se com corpos solarizados,
estariam registradas na bíblia como algumas das manifestações da Shekhinah,
podemos dizer, do demiurgo, vejamos: “Quantas vezes desceu Shekhinah à
Terra?”

- Dez vezes na frente de Israel – se apressou a responder o rabino nazi:

Primeira: no Jardim do Éden: “E ouviram o rumor dos passos de YHVH


Elohim, que passeava pelo Jardim na brisa do dia, e o homem e sua mulher se
esconderam da presença de YHVH Elohim por entre os arvoredos do Jardim”
[Gênesis 3, 8].

Segunda: para observar a Torre de Babel: “Desceu YHVH a ver a Cidade e a


Torre que estavam construindo o filho dos homens” [Gênesis 11, 5].

Terceira: em Sodoma: “Disse YHVH: vou descer e ver se tem agido em todo
momento o clamor que me tem chegado; e se não, eu saberei. [Gênesis 18,
21].

69
Quarta: na Sarça Ardente: “Se lhe apareceu YHVH em uma Chama de Fogo,
em meio de uma sarça; e viu Moisés que a sarça ardia no fogo, mas não se
consumia” [Êxodo 3, 2]. ¹⁷

Esta mônada arquetípica seria o veículo de manifestação de “Bafoel”, ou


“Baphomet”, Bera, Rei de Sodoma, que chegou a ser sumo sacerdote do Deus
Uno na Ordem de Melquisedec, uma das mais altas hierarquias da
Fraternidade Branca; durante seu reinado degenerou aos “sodomitas”
(devemos entender aqui que por sodomitas estamos nos referindo aos
habitantes de Sodoma, não aos que praticam algum tipo de coito anal, como
agora se entende o termo) ao ponto que pode oferecer a todo seu povo em
sacrifício ritual, propiciando o primeiro Holocausto de Fogo, com ele se
produziria a cinza necessária para limpar a mancha do pecado luciférico e
ganhar sua ascenção. A chuva ácida que
aconteceu após a hecatombe nuclear e a cinza
dessa humanidade atomizada pela plataforma
armada de Chang Shamballa, a lentilha prateada,
produziu o atual Mar Morto, testemunho ainda
visísivel do que aconteceu há milênios.

Recordemos que na missão “Chave Primeira”,


“Operação Altwesten” onde um esquadrão da
Ordem Negra SS, a mando de Karl Von Grosen e
Kurt Von Süberman, foi enviado para interceptar a
Ernest Shaeffer, cabeça de um grupo renegado
da Abwher, Serviço de Inteligência do Exército a
mando de Wilhelm Canaris, o maior traidor da
Alemanha, onde operava uma perigosa camarilha
de infiltrados contrários a Hitler e parceiros no
comunismo, para abrir a cancela de Chang
Shamballa localizada em “A Brea”, cordilheira Kuen Lun entre o Tibet e a
China. Nessa ocasião, Bera se manifestou revestido com uma couraça de
energia e atacou o destacamento da SS.

3. Os falsos neopaganismos e neonazismos.

A estratégia sinárquica sempre foi a mesma: a imitação a fim de copiar


símbolos, agrupamentos, estratégias e propósitos, e desviá-los para seus
próprios objetivos hegemônicos. Olhem e constatem nossa afirmação: o
demiurgo fez sua criação à imitação dos mundos primordiais, como resultado
temos este universo caótico, cheio de dor, miséria e morte; Lúcifer desceu a
este esgoto para divinizar as linhagens hiperbóreas assinalando a origem
extraterrestre do espírito do homem, entregando uma pedra de sua coroa, o
Graal, que gerou uma raça de guerreiros libertadores que perpetuaram a
lembrança dessa façanha; o demiurgo, copiando o gesto de Kristos Lúcifer,
desceu à sua criação e plasmou suas leis em umas pedras, logo protagonizou

¹⁷ “O Mistério de Belicena Villca”, dia vigésimo sétimo, pág. 169 da versão


oficial em digital.

70
sua própria descida sob a forma de Jesus Cristo, para assegurar uma raça
sagrada, um povo eleito que reinará sobre as demais nações da Terra; as
linhagens hiperbóreas fundaram sociedades secretas para conservar o segredo
da libertação espiritual; o demiurgo, sob a forma de uma casta sacerdotal,
fundou cultos e religiões para destruir todo vestígio daquela gnose primordial;
as linhagens hiperbóreas criaram os nacionalismos para proteger seu legítimo
direito a autodeterminação de suas nações; o demiurgo sobrepôs a doutrina
comunista para negar as nações o direito a governar-se a si mesmas; as
linhagens hiperbóreas afirmaram a função Régia e o imperialismo, o governo
dos melhores; o demiurgo afirmou a democracia, o liberalismo e o governo dos
piores; ainda assim, o enviado de Odin, um dos homens mais nobres e
carismáticos que existiu, se manifestou aos homens e os conduziu uma vez
mais para a guerra total contra os carcereiros deste mundo, o povo eleito e
seus servos.

Não! Esta vez o demiurgo devia, não só imitar mas, distorcer, corroer de
dentro, infiltrar nos grupos de homens despertos a sua memória de sangue
que, intuindo o regresso do “avatar” libertador, tratariam de preparar-se para o
enfrentamento definitivo que se
apresentaria; aconteceu no seio de uma
irmandade nacionalista, mística e
hiperbórea, formada na Inglaterra; nos
referimos a Golden Dawn ou Amanhecer
Dourado, fundada em Londres em 1.888
por William Wynn Westcoot e Samuel
MacGregor Mathers.

Desde o princípio, a ordem foi infiltrada por


cripto-druidas, resquícios do druidismo
sacerdotal levita, que dominaria aos povos
escitas ou celtas, do século VI graças a sua
alta magia golen. Podemos dizer que,
durante séculos operaram em Britania, e
sempre infestaram as cortes reais. Essa
persistência do druísmo no Reino Unido
tinha um objetivo a longo prazo: distorcer
as bases do novo paganismo que surgiria com a emergência do Nacional
Socialismo e os facismos europeus.

O gestor dessa corrente distorcida que aberrava o paganismo pan-europeu


ressurgente foi Aliester Crowly, que anulou o símbolo sagrado do paganismo, a
Honra, pela liberalidade thelemita e a substituição dos deuses pagãos
renascidos assimilando-os a Satanás, o mesmo Jehová Satanás, dotado agora
de uma sensual e falaz rebeldia “luciférica”. Desde então começou a
desorientação dos grupos esotéricos influenciados pela mística pagã,
revertendo sua natural aversão ao judaísmo que girou drasticamente para uma
repulsão enferma para a fé cristã que, em parte, é hiperbórea, fomentando na
juventude rebelde uma convergência com o “satanismo espiritual”, ou seja,
para uma aberração. Vejamos, já que é muito importante reduzir esta trama.

71
Finalizada a Segunda Guerra Mundial, os golen, a fraternidade branca e os
alienígenas traidores, sabiam que o “efeito Hitler”, o grande vazio que geraria a
ausência do líder carismático nos gentios, se espalharia não só da Europa,
mas em todo o mundo. Isto significava ter
que lidar com um, cada vez mais crescente,
Nacional Socialismo, esta vez planetário.
Devia realizar-se uma imitação para substituir
essa nova liderança social, que se via chegar
e que arrastaria a juventude europeia que
havia ficado acéfala depois da partida do
Führer, preenchendo este vazio que
desestabilizaria o status quo e a paz
sinárquica: Juan Domingo Perón, Eva Perón,
Getúlio Vargas, Carlos Ibañez, Rafael
Leónidas Trujillo, José Primo de Rivera,
Oscar Unzaga de la Veja, Ferdinand Marcos,
Leon Degrelle, heróis facistas da guerra, que
ainda continuavam ativos, Sir Oswald
Mosley, George Lincoln Rockwel, etc. E
centenas mais se prestariam a preencher
esse vazio e retomar a luta.

É aqui onde teriam um papel importante os movimentos neopagãos e neonazis


influenciados pela mística aberrante de Crowley e Anton Lavey, uma das caras
da moeda, que se irradiariam a essa juventude gentil – indiferente e vazia,
potencial remanescente que junto a essa nova liderança nacional socialista,
poderia por em perigo a
concretização por parte da sinarquia
do tão freneticamente buscado
Governo Mundial do Povo Eleito de
Jehová Satanás – através de um
novo veículo atualizado para
hipostasiar o carisma gentil mediante
formas de expressão artística que
giravam ao redor de um movimento
social revolucionário influenciado
pelo satanismo espiritual: Elvis
Presley, The Beatles e centenas de
milhares de estrelas pop, junto a
ressurgida mística da Fraternidade
Branca canalizada através de
centenas de gurus e mahatmas que
branqueariam a contraparte aberrada
do movimento hippie.

Evidentemente, em 1951 LaVey


mantinha relações com Jack
Parsons, o principal discípulo americano do mago e satanista inglês Aleister
Crowley. Parsons havia fundado, em Berkeley, a loja “Agape”, que agrupava
aos fiéis crowleyanos da Califórnia. Parsons alugou um edifício para instalar
sua loja e abriu uma livraria ocultista em frente ao campus de Berkeley, onde
72
frequentaram muitos dos dirigentes da contracultura radical dos anos sessenta.
Isto, somado ao programa MK Ultra, promoveria a psicodelia psicotrópica a fim
de evitar que a hipostasia se reoriente para uma verdadeira revolução
espiritual, gerando o maior movimento social dos tempos modernos, e milhões
de zumbis descalços e com flores nos cabelos inundaram as ruas e praças das
principais capitais do mundo.

Sim, a sinarquia havia logrado capitalizar toda esta colocação de sentido a seu
favor. A nova liderança seria reduzida mediante a conspiração e o assassinato,
enquanto a juventude militante que devia segurá-la se afundava no pântano de
uma vida sem valor, perseguindo retalhos de algo muito maior reduzido a
parafernalha pomposa de uns ícones pops, apegados a bizarras modas de arte
decadente para encher seu vazio sob o influxo de novas formas de
toxicodependência, uma pseudo liberdade sexual e o amor sem compromisso.

Os movimentos neonazistas, filhos de uma mentira muito bem forjada,


voltariam sua frustração para o horror induzido de crer que se é untermensch¹⁸
pela etnia e a cor da pele. O judeu sinarca e sionista, branco e caucásico,
agradece, já que não haveria ninguém que se interpusesse entre ele e o
controle absoluto da riqueza das nações.

4. O fim da História.

Este é o contexto do fim da história. Como temos visto, a sinarquia alterou


tudo, a tal grau que nem ela mesma controla agora todas as variáveis.

Sim, embora as sociedades humanas tenham ficado inertes, sem capacidade


de resposta, a sinarquia todavia não concretizou o Governo Mundial, nem
muito menos transferiu o poder total do mesmo ao “povo eleito” do Senhor.

Evidentemente, parece que os sinarcas estão mexendo suas peças no


tabuleiro para manter o atual estado das coisas e ganhar tempo, pelo menos
poderão seguir oferecendo a quota de dor humana que dia a dia se destila nas
macroestruturas, com maior intensidade nos focos de conflito planetário, África,
Oriente Médio e algumas regiões da Ásia, Centro e América do Sul. A renúncia
de Benedicto XVI põe na boca do jarro outras teorias apocalípticas tão
desprestigiadas depois do fiasco de 21 de dezembro de 2012; formidável
prisão na qual definha o espírito do homem, esse microclima psicóideo
atormentado de amor que o religa a situações mundanas da vida, um entorno
cheio de circunstanciais experiências presentes e futuras que aguarda
esperançado, ungindo seus temores no bálsamo do esquecimento; é incapaz
de ver a mentira intrínseca de todo esse conto da vida: o amor, o futuro melhor,
as crianças índigo e as boas vibrações universais; mas devemos reconhecer
que é incapaz de fazê-lo por que o incapacitaram propositalmente, cegando-o
para a verdade, a nossa verdade. Então, nós, que temos tirado a venda dos
olhos, somos chamados a guiar os demais. Temos que fazer algo, porque para
isso nos é dada a oportunidade de chegar a esta informação e ATUAR em

¹⁸ Untermensch significa homem baixo, ordinário, sem valores, sem virtudes.

73
consequência. Os intraterrenos aguardam um sinal de Honra de nossa parte,
está claro, sem ela, não há kairoz¹⁹ possível. Em seu momento, eles também
estiveram na superfície e lidaram contra as mesmas doenças, contra os
mesmos carcereiros, viveram e sofreram as mesmas vicissitudes, mas um
pequeno grupo de homens aos que se haviam tirado a venda dos olhos, os
organizou, os convocou a despertar, mostrando-lhes como exemplo, a palavra,
a expressão, isto é, a política, a forma de superar essas vicissitudes, enfrentar
as doenças e finalmente vencê-las, unindo-se para enfrentar com honra, o fim
da história. E você vê, foi o fim do Terceiro Reich, foi o fim da história pessoal e
coletiva de milhões de alemães que se sacrificaram nos campos de batalha da
Europa, Ásia e África.

Não há outro caminho. A simples especulação metafísica e a gnose, não


bastam. Se queremos sair daqui, devemos fazê-lo com as armas na mão, e por
um ponto final a nossa própria história pessoal, como todos os que participam
da estratégia veganista em maior ou menor medida, e convocar a todos nossos
afins e compatriotas a fazer o mesmo, pois de outra maneira, a história seguirá
seu rumo com ou sem nós, e haverá peças no tabuleiro e NADA acontecerá. O
mais provável é que as coisas continuem como estão e a sinarquia disponha
do tempo que necessita para concretizar seus planos, ao menos 50 anos mais
para degenerar a humanidade e oferecê-la em holocausto de fogo ao Senhor,
seu Deus, pelos séculos dos séculos.

Senhoras e senhores, tudo isto pode parecer, à primeira vista uma fantasia
dantesca, mas está longe de ser; está acontecendo e é algo real, tangível e
maravilhoso, apesar de tudo, acreditem em mim. A informação que temos
diante de nós assim o demonstra, porque tem a capacidade de despertar a
qualquer pessoa, sem exclusões de nenhum tipo, para a existência de uma
realidade inimaginável, e desestruturaria os moldes que o encerram a uma
existência efêmera projetada para espremer até mesmo o menor sinal de dor, e
cujo motor é a cobiça, uma cultura de homenagens aos objetos materiais e o
desejo consumista, onde, veja, nada é grátis.

No entanto, e apesar do fato de que talvez muitos leitores que já tenham


devorado as 175 páginas deste relatório em sua versão um e dois,
manifestarem um ceticismo que raia a perplexidade; a eles só podemos dizer
que sim, existe algo seguro que não dá lugar a ceticismo e no que
coincidiremos sem dúvida. Ao final de nosso trânsito pela vida, depois de haver
seguido um caminho cheio de sofrimento, a todos nos espera o mesmo, um
velório em uma caixa de madeira.

Mas, toda esta informação nos abre as portas para a possibilidade de eleger
nosso próprio destino. Uma nova elite de homens e mulheres está emergindo
com o determinado fim de despertar aos povos dessa letargia, e mostrar-lhes a
verdade, que é mais que uma mentira, uma vil mentira a ponto de ser
descoberta. Se alguém se sente chamado a participar dessa estratégia, deve
considerar muito seriamente o seguinte:

¹⁹ Palavra grega que significa momento justo. Lapso indeterminado em que


algo importante acontece.

74
Entrar em contato com esta realidade e assumí-la como forma de vida, não é
piada, nem deve ser tomada como uma coisa passageira; trocar a forma de ver
o mundo e resignar nossas crenças mais íntimas não é feito da noite para o dia
e sem nenhum custo; se está muito apegado às ilusões, se encontra muita
comodidade na prisão, ou se sua dependência do sistema é tão grande que já
faz parte dele, é melhor que esqueçam tudo, fechem este livro e façam de
conta que nada foi passado, que a vida continua igual de sempre, sem grandes
sobressaltos e na mesma atmosfera de paz aparente; por fim, é só informação,
que não é boa nem má, somente conveniente ou inconveniente; se esqueça,
vá ver um bom filme, ou uma partida do “barça”, a UFC, “Emmanuel”, e espere
o fim de semana para sair um pouco, tomar uns tragos e buscar um pouco de
sorte, já sabem ao que nos referimos. Isso é a vida.

Mas se você está vislumbrado, e isso seja algo que coincida com sua própria
verdade, lhe recomendamos pegar o touro pelos chifres, isto é, dar-se conta de
sua situação estratégica, reconhecer que não pertence a este mundo, começar
a renunciar a todo vínculo que o ligue a ilusão da vida, e abandoná-lo, a favor
de um só ideal: ENFRENTAR COM HONRA O PRÓXIMO FIM DA HISTÓRIA.
Faça-o com responsabilidade e amadureça, se tens compromissos pendentes,
cumpra-os, isso não o impede nem o inabilita de se dar conta da mentira e
atuar em consequência; lhe garantimos que seu Espírito e os alienígenas
libertadores estarão aí para assisti-lo e dar-lhe o empurrãozinho necessário
que o ajude a concretizar seu temido desafio. Se seu desejo é sincero, se uma
faísca de honestidade ferve em sua consciência indicando-lhe que este é o
caminho correto, não desfaleça e siga adiante, até o final.

E quanto aos que duvidam, recorda-lhes que devemos retificar o erro para
recuperar a verdade e se é possível, ganhar a liberdade... que em última
instância, é o único que nos resta... pois se o inferno existe, vivemos e
morremos dia a dia nele... e se o inferno existe, também devem existir mundos
maravilhosos livres de dor, enfermidade e morte...

Por último, se você é veganista, quero dizer-lhe que já faz um tempo, antes de
que toda essa informação chegasse às minhas mãos, quando todavia
acreditava ser um “nazi” de armário, lógico, era proibido, e ainda segue sendo
proibido acreditar... embora ne realidade não o fosse, nem o serei desde que
finalmente pude entender que só realmente o foi quem deu sua vida para sê-
lo... enfim, quando me lembro desse mágico momento, Eu frente ao televisor,
faz 20 anos ou mais, escutando a León Degrelle e o que fora um de seus
últimos discursos... foram somente uns minutos, mas bastaram para que esse
grande homem expressasse tudo que eu quero expressar-lhes agora, e o
memorizem, olhem... digo, LEIAM:

“Que cometi um erro... e o que é um erro na política? Quando recapitulo não


tenho mais que um sentimento, uma imensa pena por não haver tido êxito, por
não ser capaz de conquistar nosso sonho... aquele mundo europeu mestre do
universo para sempre, que assegurava a raça branca, a primeira das raças, o
grande domínio do Espírito...

E quando vemos tudo o que temos frente a nós, o que sessenta anos de vitória
dos demais nos tem dado... esta dissolução do mundo branco, esta deserção

75
através do universo... quando vemos a queda da Pátria, da família, da ordem
social... quando vemos este apetite de bens materiais... o que aconteceu com a
grande chama do ideal que nos animava?...

E bem, quando vemos tudo isto... esta decadência, se assim a podemos


chamar... a pequena e miserável Europa de hoje, desse mercado comum
estreito que não pode dar a felicidade aos homens porque a sociedade de
consumo apodrece a humanidade em vez de engrandecê-la... ao menos nós
havíamos sonhado com algo grandioso...

E com todas as forças que me restam, até o último dia de minha existência...
lutarei por isso, porque foi nosso combate e nosso martírio... para que um dia
esse mesmo Espírito retorne... lutarei até o fim por isso...”

Senhor Degrelle, queremos expressar-lhe a Você e seus Camaradas que os


veganistas temos tomado nota... e feito eco de suas palavras...

Cochabamba 13 de Fevereiro de 2013 às 16:02 hrs.

Continuará...

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BIBLIOGRAFIA REFERENCIAL.

Com o fim de presentear ao leitor alguns livros para compreender melhor os


conteúdos deste relatório, e verificar algumas datas de interesse particular,
sugerimos aqui algumas que consideramos as mais importantes, além dos
sugeridos em alguns segmentos do mesmo.

História:

El Misterio de Belicena Villca – Nimrod de Rosario.

La Historia Secreta de la Thulegessellschaft – Nimrod de Rosario.

Derrota Mundial – Salvador Borrego Escalante.

Infiltración Mundial – Salvador Borrego Escalante.

La Corte de Lucifer – Otto Rahn

La Historia Oculta del Mundo – Paul H. Koch.

Educação:

Metaética Psicología Social – Pablo Santa Cruz de la Vega.

La Lengua del Pasú – Gaburah Lycanon Michelle.

Veganismo: El Acto estratégico – Pablo Santa Cruz de la Vega.

Metafísica:

Fundamentos de la Sabiduría Hiperbórea – Nimrod de Rosario.

El Último Avatara – Miguel Serrano.

Por la Senda de Lucifer – Editorial de la Casa de Tharsis.

La Serpiente I – Lupus Felis.

Páginas Web:

Alemanes en la Antártida – David Pascual.

Los Ovnis del Reich – Zisis Blog.

Nacional Socialismo y Mitos – Ignacio Ondargaín.

Esoterismo Nazi “Los Ovnis de Hitler” – “Armand Galant”

Relato: Se Desveló el Misterio de María – Quinta Dominica.com.ar

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EDITORIAL CASA DE THARSIS
www.casadetharsis.com
LIBRO DE EDICIÓN LIMITADA

Cochabamba - Bolivia

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