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AS REGRAS DA ARTE- P.

BOURDIEU

Para além da noção de contexto, amplia nesse sentido a análise textual, materializando o texto.

Pensa as relações entre os agentes para compreender a produção literária (produção-


circulação). Quais são as relações de poder dentro do campo, quais as propriedades
constitutivas desses espaços, qual lógica de luta se estabelece (luta pela autonomia como a
literatura francesa da época de Flaubert), como esses espaços são estruturados e reestruturados
pelos agentes. Pensa como as distinções transformam-se em gêneros literários.

Análise relacional- posição na perspectiva relacional- análise da posição.

Autonomização- regras e leis do campo bem definidas e internalizadas.

Conceito de campo- propriedades constitutivas, lógica interna, produção e reprodução.

No As regras da arte, o romance de Flaubert é analisado como homólogo ao campo literário


francês daquele momento.

A lógica de funcionamento da obra reproduz as relações postas pelo campo.

Campo- produção de bens com regras próprias.

Formas de diferenciação e poder- distinção/ agregação de valores.

Instituições que reproduzem valores, que legislam, consagram o que é bom ou mal.

Conflito é inerente a todo campo de luta pela distinção.

Sociogênese- O estudo da gênese do campo é o que permite a compressão da luta do campo. É


impraticável a análise sociológica sem o conhecimento da construção do campo.

História das práticas que produzem a instituição.

Autonomia (relativa)- ser livre, é dependente de outras posições do campo.

Posições constituídas

Qual crença é produzida? O que sustenta o jogo?-

Posições- Meios de aquisição de capitais- herdado ou adquirido.

Problematiza editora- polo erudito x polo ampliado.