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1. Apresentação A SOLID Cardans é uma empresa especializada em soluções para transmissão de potência.

1. Apresentação

A SOLID Cardans é uma empresa especializada em soluções para transmissão de potência. Fundada em 2.008, possui em seu portfólio acoplamentos ecardans. Com um departamento de engenharia especializado em transmissão de potência com auxílio de softwares CAD, CAM e CAE, oferecemos a nossos clientes a segurança técnica almejada, fornecendo para nossos clientes desenhos técnicos de montagem em 2D e 3D em formato PDF, garantindo confiabilidade nas informações. Demostrar que corpo técnico competente, aliado com a moderna tecnologia, são diferencias que fazem a SOLID Cardans atingir, cada vez mais, uma participação maior no mercado de transmissão de potência. Durabilidade e eficiência são os diferenciais da SOLID CARDANS.Seja na recuperação ou na fabricação de um novo produto, nossas exigências vão além de controles administrativos. Rastreabilidade, ensaios e documentação de todo o processo atestam e garantem a qualidade do item reparado ou fabricado. Para a execução com êxito de um trabalho, pensamos que TODA proximidade e conhecimento sobre a aplicação é indispensável, por isso a SOLID Cardans busca estar o mais próximo possível de seus clientes, fornecendo desde informações básicas de manipulação, cuidados, instalação e dados específicos de projetos. Ocorre que em muitas aplicações são feitos upgrades de vários componentes, com o intuito do aumento de capacidade de produção, porém nem todos os itens são reavaliados de forma que garantem sua eficiência e durabilidade. Por isso disponibilizamos nosso departamento de engenharia para análise da aplicação, buscandoapresentar a melhor opção para seus clientes. Para garantir o melhor desempenho dos produtos, são utilizados na fabricação peças certificados e com rastreabilidade. Flanges e garfos fundidos em açoliga que garantem a segurança e o torque necessário para a aplicação. Na fabricação das cruzetas SOLID é utilizado aço especial e recebendo tratamento térmico. Todo processo passa ainda por ultrassom para garantir a qualidade final do produto. Seguir criteriosamente o padrão produtivo das peças garante a qualidade dos produtos que compõe o equipamento. A SOLID CARDANS busca maior vida útil dos produtos, para isso, investe no que chamamos de “FASE PRINCIPAL” do processo, que seria a montagem e ajuste do equipamento. Ter seus componentes de altíssima qualidade somente, não garante o melhor desempenho e vida útil do equipamento. Toda montagem e ajuste dos produtos requer mão de obra com conhecimento técnico, quesito que faz toda a diferença.

Toda montagem e ajuste dos produtos requer mão de obra com conhecimento técnico, quesito que faz
Toda montagem e ajuste dos produtos requer mão de obra com conhecimento técnico, quesito que faz
2. Instruções para instalação do eixo cardan O eixo cardan deve ser montado de maneira

2. Instruções para instalação do eixo cardan

O eixo cardan deve ser montado de maneira que as estrias (quando houver) estejam protegidas de todo tipo de intempérie, como é mostrado na figura 1. As estrias seladas estão no ponto descente. Dessa forma não existe nenhuma possibilidade de água ou algum outro elemento penetrar nas estrias. Outro ponto importante para a instalação de eixos cardans é a condição do contra - flange onde serão montados (figura2). Devido a qualidade de balanceamento do eixo é necessário que a contra - flange esteja em boas condições e que sejam observados os valores da tabela 1, para que o eixo funcione conforme esperado. Antes da montagem, efetue uma limpeza rigorosa nas faces dos eixos cardans e contra - flange. Verifique as condições da contra - flange comparando com os valores fornecidos na tabela 1. Caso não estejam nas condições indicadas devem ser substituídas.

estejam nas condições indicadas devem ser substituídas. Figura 2 - Batimento Figura 1 - Instruções de

Figura 2 - Batimento

Figura 1 - Instruções de instalação

Rotação (RPM)

Batimento axial (mm)

Batimento radial(mm)

Tolerância

P

R

A

Até 500

0,10

0,10

h8/H8

De 500 a 1500

0,07

0,07

h7/H7

De 1500 a 3000

0,05

0,05

h6/H6

De 3000 a 5000

0,03

0,03

j6/J6

Acima de 5000

Sob consulta

Sob consulta

Sob consulta

Tabela 1 - Batimento

Os parafusos de fixação dos flanges devem ter uma resistência mínima conforme norma DIN 931 (classe 10.9) e porcas conforme DIN 980 (porca torque). O torque de aperto adequado deve seguir recomendação da tabela 2. Para aplicações especiais, onde há possibilidade de vibrações durante a operação deve-se consultar o fabricante.

Parafuso

Torque de aperto N.m.

M5

8,5

M6

14,0

M8

35,0

M10

69,0

M12

120,0

M14

190,0

M16

295,0

M18

405,0

M20

580,0

M22

780,0

M24

1000,0

M27

1500,0

M30

2000,0

Tabela 2 - Torque do parafuso

3. Alinhamento e montagem Para instalação do eixo cardan deve-se observar o alinhamento das setas

3. Alinhamento e montagem

Para instalação do eixo cardan deve-se observar o alinhamento das setas indicativas (figura 3) estas setas indicam a posição original em que o cardan foi alinhado e/ou balanceado. Caso não respeite este alinhamento o balanceamento pode perder o seu efeito.

este alinhamento o balanceamento pode perder o seu efeito. Figura 3 - Alinhamento 4. Manutenção de

Figura 3 - Alinhamento

4. Manutenção de eixos cardans.

4.1 Inspeção

Não existe um tempo pré-determinado para a manutenção do eixo cardan. Para eixo que trabalha

24 horas, é aconselhável fazer manutenção preventiva detalhada de todos os componentes a cada

seis meses. Sugere-se manutenção preditiva a cada 20 dias de operações para regime de 24 horas. Durante a operação, deve-se observar o comportamento do eixo cardan e notando-se alguma anormalidade (ruídos estranhos ao funcionamento do equipamento), deve-se parar e analisar as possíveis causas. Deve-se analisar copinho-olhal, flange-acoplamento, parafusos e porcas e principalmente conjunto deslizante para verificar se não há possíveis folgas.

4.2 Lubrificação

Os eixos cardans requerem lubrificação de seus componentes (cruzetas e conjuntos deslizantes).

O período para lubrificação irá depender do das condições gerais de trabalho e aplicação do eixo

cardan. Recomenda-se que a lubrificação seja feita de 30 em 30 dias para regime 24 horas e de 60 em

60 dias para regime de 8 horas.

A lubrificação deve ser efetuada em todos os pontos de lubrificação até que a graxa nova purgue pelos retentores e respiros.Para aplicações em ambientes normais recomenda-se a utilização da graxa tipo EP2 com base de sabão complexo de lítio. Para ambientes onde a temperatura é elevada e existe a possibilidade de contaminação da graxa por água ou outras condições que não permitem a utilização

da graxa EP2 recomenda-se consultar o fabricante.

4.3 Vibrações

As vibrações estão associadas a inúmeras causas, dentre as mais que se destacam estão:

Desalinhamento do eixo cardan;

Rotação fora do especificado no projeto;

Desalinhamento dinâmico;

Picos de tensão no funcionamento;

destes problemas, as vibrações no eixo cardan serão

excessivas, neste caso é necessário parar o equipamento para que possa ser feito uma análise ou até

mesmo uma manutenção preventiva no conjunto, a fim de eliminar as vibrações.

No surgimento de qualquer um

5. Transporte e armazenamento Temos que ter o máximo de cuidado ao desembalar o eixo

5. Transporte e armazenamento

Temos que ter o máximo de cuidado ao desembalar o eixo cardan para não danificar as graxeiras, apoiando-o sobre calços evitando contato das graxeiras com o calço e solo, o que poderia causar danos nas mesmas e impossibilitando a lubrificação do eixo cardan. Caso perceba que uma ou mais graxeiras foram danificadas, substitua imediatamente. Deve-se ter todo o cuidado com o transporte de eixo cardan, para evitar danos como empenamentos, o transporte deve ser feito lento e contínuo, o eixo cardan deve ser mantido na horizontal e o conjunto deslizante totalmente fechado (figura 4).

e o conjunto deslizante totalmente fechado (figura 4). Figura 4 - Transporte Ao armazenar o eixo

Figura 4 - Transporte

Ao armazenar o eixo cardan em estoque, remova-o da embalagem e apoie em calços para evitar empenamentos, evite humidade e proteja com plástico bolha para evitar contato com pó e resíduos industriais.

bolha para evitar contato com pó e resíduos industriais. Figura 5 - Armazenamento Recomenda-se que em

Figura 5 - Armazenamento

Recomenda-se que em caso de longos períodos de armazenagem, o eixo cardan seja posto na horizontal. Importante lubrificar cruzetas e conjunto deslizante no mínimo 2 vezes por ano, mesmo que o eixo cardan permaneça fora de uso.

6. Princípios básicos para seleção de eixos cardans As informações contidas neste catálogo são meramente

6. Princípios básicos para seleção de eixos cardans

As informações contidas neste catálogo são meramente informativas. A seleção de eixos cardans efetuada por clientes são de inteira responsabilidade dos mesmos, não cabendo a Solid Cardans a responsabilidade por possíveis erros de cálculos.Portanto recomendamos consultar a nosso setor de engenharia sempre que houver a necessidade de selecionar eixo cardan. Para a seleção de um eixo cardan é preciso às informações abaixo:

Potência do motor (Watts);

Rotação do motor (rpm);

Redução (i) caso o eixo cardan trabalhe após o redutor;

Ângulo de trabalho

Comprimento mínimo (Lz) (mm);

Curso compensatório (Lv) (mm);

Para seleção de torque nominal utilizar a formula =

Onde:

Tn = Torque nominal (N.m.);

P = Potência do motor (kW);

n = Rotação motor (rpm);

30000

× .

A determinação do tipo de eixo cardan baseia-se no torque nominal (Tn) e o fator de serviço (K)

tabela 3 dependendo do tipo de carga de cada equipamento. O torque máximo do sistema é calculado conforme abaixo:

= × .

Carga

Fator K (adimensional)

Carga contínua

1,2 a 1,5

Choques leves

1,5 a 2,0

Choques médios

2,5

Choques pesados

3,0

Choques extremos

4,0 a 6,0

Tabela 3 - Fator de trabalho

O

torque máximo não deverá aceder o torque contínuo indicado nas tabelas de eixos cardans.

O

eixo selecionado por este método tem como vida útil 5000 horas. Para aumentar a vida útil

do eixo cardan utiliza-se outro método onde são considerados outros fatores. Calcula-se o torque do sistema conforme abaixo:

= × 1 × 2 × 3 Onde:

Tc = Torque calculado (N.m.)

Tn = Torque nominal (N.m.)

K1 = Fator serviço motor (adimensional)

K2 = Fator serviço vida útil (adimensional)

K3 = Fator serviço angular (adimensional)

O resultado será utilizado como torque contínuo na tabela de eixo cardan, selecionado o eixo

O resultado será utilizado como torque contínuo na tabela de eixo cardan, selecionado o eixo conforme o torque determinado. Na tabela de eixos cardan selecione o correspondente ao torque que coincida com o tipo adequado ou imediatamente superior.

   

Tabela fator serviço motor (K1)

 

Acionamento

Com elemento elástico

 

Sem elemento elástico

Motor elétrico

 

1,00

 

1,00

 

Gasolina 4 ou + cilindros

 

1,25

 

1,75

 

Gasolina 1 a 3 cilindros

 

1,50

 

2,00

 

Diesel 4 ou + cilindros

 

1,50

 

2,00

 

Diesel 1 a 3 cilindros

 

2,00

 

2,50

 

Tabela 4 - Fator de serviço motor

 
   

Fator serviço vida útil (K2)

 

Vida x10³ horas

10

20

30

40

50

60

70

80

90

100

Fator

1,2

1,5

1,7

1,9

2,2

2,4

2,5

2,6

2,7

2,9

Tabela 5 - Fator de serviço vida útil

 

Tabela fator angular (K3)

 

Ângulo

4

6

8

10

12

14

16

18

20

22

24

26

de

3

trabalho

Fator

1

1,1

1,30

1,40

1,50

1,65

1,80

1,90

2,00

2,10

2,30

2,40

2,50

5

Tabela 6 - Fator de serviço angular

7. Limite recomendado para ângulo máximo de trabalho O limite máximo para o ângulo de

7. Limite recomendado para ângulo máximo de trabalho

O limite máximo para o ângulo de trabalho é determinado em relação a rotação máxima do eixo cardan conforme gráfico 1. Na seleção de eixos cardans deve-se levar em consideração a relação comprimento x rotação de trabalho, sendo necessário verificar a rotação crítica de trabalho, evitando-se problemas relacionados com a frequência transversal do eixo cardan. Essa frequência, se não observada, faz com que o eixo cardan oscile até ocorrer uma ruptura em um tempo mais curto, podendo causar danos ao equipamento e pessoal. A rotação crítica é determinada pela fórmula abaixo:

Onde:

=

1,22 × 10 8

2

×√ 2 × 2 ×0,7

Rc = Rotação crítica (rpm)

L = Comprimento do eixo cardan (mm)

D = Diâmetro externo do tubo (mm)

d = Diâmetro interno do tubo (mm)

cardan (mm)  D = Diâmetro externo do tubo (mm)  d = Diâmetro interno do

Figura 6 - Rotação x Grau

8. Balanceamento O balanceamento em eixos cardans deve ser efetuado quando a rotação de trabalho

8. Balanceamento

O balanceamento em eixos cardans deve ser efetuado quando a rotação de trabalho ultrapassa 300 rpm. O balanceamento consiste em equilibrar as massas dos componentes utilizados na fabricação do mesmo, garantindo que as vibrações do eixo cardan estejam dentro do limite aceitável. Aplica-se a norma NBR 8008/63 classe G16, ou conforme a necessidade do cliente.

9. Flange Olhal Bipartido modelo DIN Flange olhal bipartido modelo DIN Modelo SC 225 B

9. Flange Olhal Bipartido modelo DIN

9. Flange Olhal Bipartido modelo DIN Flange olhal bipartido modelo DIN Modelo SC 225 B SC
9. Flange Olhal Bipartido modelo DIN Flange olhal bipartido modelo DIN Modelo SC 225 B SC
9. Flange Olhal Bipartido modelo DIN Flange olhal bipartido modelo DIN Modelo SC 225 B SC

Flange olhal bipartido modelo DIN

Modelo

SC 225 B

SC 250

SC 285 B

SC 315 B

SC 350 B

SC 390 B

SC 435 B

SC 550 B

 

B

TM

45.000

65.000

100.000

150.000

190.000

270.000

430.000

500.000

 

TC

25.000

32.000

46.000

70.000

100.000

120.000

185.000

250.000

 

A

225

250

285

315

350

390

435

550

Diâmetro

de flange

B*

196

218

245

280

310

345

385

465

Centro de

furação

C*

140

140

175

175

220

250

280

300

Diâmetro

piloto

P*

5

5

5

5

8

8

10

15

Altura

piloto

LM

135

145

160

170

200

220

240

300

Centro de

articulação

R

155

150

180

195

220

270

290

350

Diâmetro

tubo

K

225

250

285

315

350

390

435

550

Diâmetro

de giro**

L

25

25

30

35

35

40

45

50

Espessura

flange

H*

16,5

18

20

22

22

24

27

30

Diâmetro

furos

Z*

8

8

8

8

10

10

10

18

QTD.

Furos

S

15

15

15

15

15

15

15

15

Ângulo

máximo

TC = Torque Calculado em N.m.TM = Torque Máximo em N.m.*Pode ser definido pelo cliente**Distância

TC = Torque Calculado em N.m.TM = Torque Máximo em N.m.*Pode ser definido pelo cliente**Distância mínima necessária para o eixo cardan girar livremente

mínima necessária para o eixo cardan girar livremente 10. Flange olhal fechado modelo DIN Flange modelo
mínima necessária para o eixo cardan girar livremente 10. Flange olhal fechado modelo DIN Flange modelo

10. Flange olhal fechado modelo DIN

cardan girar livremente 10. Flange olhal fechado modelo DIN Flange modelo DIN olhal fechado Modelo SC

Flange modelo DIN olhal fechado

Modelo

SC 90 F

SC 100 F

SC 120 F

SC 150 F

SC 150 F

SC 180 F

SC 200 F

SC 225 F

 

TM

850

2.200

2.500

4.500

7.000

8.500

12.000

15.500

 

TC

450

800

1.500

3.300

5.000

6.000

8.000

10.000

 

A

90

100

120

150

150

180

200

225

Diâmetro

flange

B*

74,5

84

101,5

130

130

155,5

175*

196*

Centro de

furação

C*

47

57

75

90

90

110

125*

140*

Diâmetro

piloto

P*

2,5

2,5

2,5

3

3

3

4*

5*

Altura piloto

LM

48

48

60

72

80

92

100

110

Centro

articulação

R

50

60

90

90

90

110

110

120

Diâmetro

tubo

K

100

100

125

150

150

168

200

225

Diâmetro

giro**

L

6

7

9

12

12

12

25

25

Espessura

flange

H*

8

8

10

12

12

14

16*

16*

Diâmetro

furos

Z*

4

6

8

8

8

8

8*

8*

QTD. Furos

S

20

20

20

20

20

20

20

20

Ângulo

máximo

TC = Torque calculado N.m. TM = Torque máximo N.m. *Pode ser definido pelo cliente ** Distância mínima necessária para o eixo cardan girar livremente

11. Flange olhal fechado modelo DIN Flange modelo DIN olhal fechado Modelo SC 225 F

11. Flange olhal fechado modelo DIN

11. Flange olhal fechado modelo DIN Flange modelo DIN olhal fechado Modelo SC 225 F SC
11. Flange olhal fechado modelo DIN Flange modelo DIN olhal fechado Modelo SC 225 F SC
11. Flange olhal fechado modelo DIN Flange modelo DIN olhal fechado Modelo SC 225 F SC

Flange modelo DIN olhal fechado

Modelo

SC 225 F

SC 250 F

SC 285 F

SC 315 F

SC 350 F

SC 390 F

SC 435 F

SC 550 F

 

TM

18.000

30.000

45.000

65.000

90.000

115.000

135.000

250.000

 

TC

10.000

20.000

25.000

42.000

48.000

75.000

100.000

145.000

 

A

225

250

285

315

350

390

435

550

Diâmetro

flange

B*

196

218

245

280

310

345

385

465

Centro de

furação

C*

140

140

175

175

220

250

280

300

Diâmetro

piloto

P*

5

5

5

5

8

8

10

15

Altura piloto

LM

115

125

145

165

185

200

220

300

Centro

articulação

R

122

150

180

195

220

270

290

350

Diâmetro

tubo

K

225

250

285

315

350

390

435

550

Diâmetro

giro**

L

20

25

30

35

35

40

45

50

Espessura

flange

H*

16

18

20

22

22

24

27

30

Diâmetro

furos

Z*

8

8

8

8

10

10

10

18

QTD. Furos

S

20

20

20

15

15

15

15

15

Ângulo

máximo

TC = Torque calculado N.m. TM = Torque máximo N.m. *Pode ser definido pelo cliente ** Distância mínima necessária para o eixo cardan girar livremente

12. Flange olhal fechado modelo SAE Flange olhal fechado modelo SAE Modelo SC 116 SC

12. Flange olhal fechado modelo SAE

12. Flange olhal fechado modelo SAE Flange olhal fechado modelo SAE Modelo SC 116 SC 151F
12. Flange olhal fechado modelo SAE Flange olhal fechado modelo SAE Modelo SC 116 SC 151F
12. Flange olhal fechado modelo SAE Flange olhal fechado modelo SAE Modelo SC 116 SC 151F

Flange olhal fechado modelo SAE

Modelo

SC 116

SC 151F

SC 175

SC 180 F

SC 203 F

 

F

F

TM

2.100

3.300

5.500

6.000

7.500

TC

1.200

1.600

3.500

4.200

6.000

A

116

151

175

180

203

Diâmetro flange

B

95,25

120,67

155,5

180

184,15

Centro de furação

C

69,85

95,25

168,2

155,5

196,2

Diâmetro piloto

P

1,6

1,6

1,6

3*

1,6

Altura piloto

LM

43

52

75

95

83

Centro articulação

R

80

92

93

215

215

Diâmetro tudo

K

116

151

175

180

203

Diâmetro giro

L

8

10

10

10

9,5

Espessura flange

H

11,2

13

9,7

16

11,2

Diâmetro furos

Z

4

4

8

10

12

QTD. Furos

S

20

20

20

20

20

Ângulo máximo

TM = Torque Calculado em N.m. TC = Torque máximo em N.m. *Piloto fêmea ** Distância mínima necessária para o eixo cardan girar livre

13. Código de identificação do cardan Código de identificação do cardan SC - 315 -

13. Código de identificação do cardan

Código de identificação do cardan SC - 315 - 110 - B - 4150 -
Código de identificação do cardan
SC
-
315
-
110
-
B
-
4150
-
100
-
R
R
Raspador
C
Coifa STD em couro
C1
Coifa bipartida em couro
C2
Coifa STD aluminizada
C3
Coifa bipartida aluminizada
Deslocamento axial
Medida cardan fechado
FE
Olhal fechado especial
BE
Olhal bipartido especial
B
Olhal bipartido
F
Olhal fechado
Diâmetro copo
Diâmetro flange
Solid Cardans

Tabela 7 - Nomenclatura cardan