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FISIOLOGIA DO EXERCICÍO

ADAPTAÇÕES FISIOLOGICAS AO
EXERCÍCIO FÍSICO

Wendel-Jason

FISIOLOGIA DO EXERCICÍO
ADAPTAÇÕES FISIOLOGICAS AO EXERCÍCIO FÍSICO

ADAPTAÇÕES FISIOLÓGICAS AO EXERCÍCIO FÍSICO


A realização do exercício físico constitui um estresse fisiológico para o organismo em
função do grande aumento da demanda energética em relação ao repouso, o que
provoca grande liberação de calor e intensa modificação do ambiente químico
muscular e sistêmico. Em consequência disso, a exposição regular ao exercício físico
ao longo do tempo (treinamento físico) promove um conjunto de adaptações
morfológicas e funcionais que conferem maior capacidade ao organismo para
responder ao estresse do exercício. Desta forma, após essas adaptações um exercício
de mesma intensidade absoluta, provocaria menores efeitos agudos após um período
de treinamento.
É bom salientar que as adaptações físicas, bem como os efeitos crônicos, dependem,
fundamentalmente, de uma adaptação periférica, envolvendo um melhor controle de
distribuição sanguínea e adaptações musculares.
FAZER ATIVIDADE FÍSICA PARA QUÊ?
A força muscular é fundamental para a saúde, para a manutenção de boa capacidade
funcional e para atingir qualidade de vida satisfatória. Ela pode ser aumentada através
de exercícios contra sobrecargas progressivas de trabalho com componente estático
cada vez mais elevado (sem ultrapassar 50-60% da força de contração voluntária
máxima). Nosúltimos anos, o treinamento complementar de força passou a fazer parte
dos programas de reabilitação cardíaca, ajudando a melhorara resistência muscular, a
função cardiovascular, o metabolismo, os fatores de risco coronariano e o bem-estar
geral. O exercício físico trás varias melhorias aos sistemas do nosso corpo, como:
Frequência Cardíaca
O treinamento aeróbico reduz tanto a frequência cardíaca em repouso como durante o
exercício realizado em cargas submáximas de trabalho. Esses efeitos são devidos à
redução da atividade simpática, aumento da atividade parassimpática, mudança no
marca-passo cardíaco ou mesmo melhora da função sistólica. Apesar de o
treinamento físico induzir melhora na potência aeróbica máxima, ele não modifica de
modo apreciável a frequência cardiaca máxima.
Pressão Arterial
O treinamento físico reduz a pressão arterial de repouso e durante exercício
submáximo. Da mesma forma que ocorre com a frequência cardíaca, o treinamento
físico parece provocar pouca alteração na pressão arterial máxima aferida no pico do
esforço.
Consumo De Oxigênio
O consumo máximo de oxigênio (Vo2 Max) avalia de forma específica a capacidade
aeróbica de um indivíduo. O sistema de transporte de oxigênio sofre uma adaptação
favorável com o treinamento físico, que se exterioriza através de maiores valores de
VO2 máx. O treinamento físico aumenta a diferença arteriovenosa de oxigênio através
do aumento da volemia, da densidade capilar, do débito cardíaco e da extração
periférica de oxigênio durante o exercício.
Função Ventricular
Para uma mesma intensidade de esforço submáximo, o indivíduotreinado apresenta o
mesmo débito cardíaco, porém à custa de frequência cardíaca mais baixa e volume
sistólico maior. A maior extração periférica de oxigênio durante o exercício pode
permitir que o indivíduo treinado alcance a mesma intensidade de exercício com
menor débito cardíaco. Como a frequência cardíaca no esforço máximo é semelhante
no indivíduo treinado e no destreinado, o aumento do débito cardíaco ocorre devido a
aumento no volume sistólico.
Metabolismo
Com o treinamento físico, a musculatura esquelética desenvolve grandes adaptações
na densidade capilar, na estrutura proteica miofibrilar e na sua composição enzimática.
Isso resulta em maior eficiência na utilização de lipídios como substrato energético,
retardando a utilização de glicogênio muscular, prolongando o tempo de exercício e
aumentando a intensidade de esforço que pode ser sustentado.
A INATIVIDADE FÍSICA AUMENTA OS FATORES DE RISCO E A CAPACIDADE
Ao se tratar do sistema cardiovascular em relação a atividade física, na maioria das
vezes só falamos dos benefícios que a pessoa que vai praticar a atividade passa a ter
nesse sistema, porém achamos importante ressaltar as consequências que podem
ocorrer no mesmo devido à inatividade física.
A inatividade física pode ter inúmeras consequências no sistema cardiovascular como
a diminuição da qualidade de funcionamento do miocárdio, que nada mais é que a
parede do nosso coração. Pois faz com que a nossa capacidade e atividade motora
seja menor e insuficiente para manter de forma permanente a perfusão miocárdica nos
níveis de repouso.
Causa também o aporte instável deoxigênio para as fibras miocárdicas, ou seja, o
nível de oxigênio no sangue diminui o que pode levar a uma isquemia miocárdica que
nada mais é do que a diminuição de passagem de sangue pelas artérias,gerando
várias outras complicações.
Outra causa da inatividade física no sistema cardiovascular é a diminuição no numero
de mitocôndrias, mioglobinas e de glicogênio, ou seja, em um individuo que não
pratica atividade física não ocorre a homeostase, definido por Cannon (1939) como a
manutenção do equilíbrio interno dinâmico. O que faz com que ocorra uma diminuição
nas fibras miocárdicas e elevação no nível de catecolaminas, não havendo um
equilíbrio morfofuncional.
A inatividade física causa também um aumento na sensibilidade geral do coração,
uma pessoa que não pratica nenhum tipo de atividade física pode sofrer infartos,
derrames e vários outros problemas de coração com mais facilidade.
O nosso organismo gasta energia constantemente ao manter todas as suas atividades
vitais. Essa energia provém da respiração celular, processos no qual moléculas
orgânicas são oxidadas, liberando energia.
Por isso ressaltamos a importância da atividade física, ela traz melhorias nas
propriedades físicas, morfológicas, bioquímicas e metabólicas do ser humano para
melhorar ao máximo as suas propriedades morfológicas, bioquímicas e metabólicas,
pois é de suma e extrema importância que passamos ter no cotidiano determinadas
quantidades de atividade motora.
A maioria dos especialistas recomendam exercícios durante 30 minutos três a cinco
vezes por semana, pois o exercício traz bem estar não só ao corpo maisa mente
também. A atividade física principalmente em grupo é muito recomendada no
tratamento de pessoas com problemas de depressão e autismo; atividades simples
como caminhar, dançar, andar de bicicleta e desempenhar atividades domésticas
surgem como alternativas para os que querem recuperar ou manter a forma física e
não podem gastar com academia. Essas atividades físicas estão entre as
recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a quem tem mais de 18
anos.
Uma nutrição adequada equilibrada é fundamental para que possamos obter todos os
nutrientes de que o corpo necessita, sendo imprescindível ter uma dieta variada, na
qual a deficiência de um nutriente em certos alimentos seja compensada por sua
presença em outros. Por isso, é muito importante consumir alimentos dos quatro
grupos básicos (verduras, legumes e frutas; cereais; leite/derivado e carne). Uma dieta
balanceada consiste em combinar variedade e quantidade adequadas de alimentos à
idade e ao grau de atividade física de cada um.
Se recomenda o consumo de álcool de forma moderada pois dentro de nosso
organismo, o álcool possui um efeito sedativo que age diretamente no sistema nervoso
autônomo (que controla funções como a respiração, circulação do sangue, controle de
temperatura, digestão e o equilíbrio das funções de todo o corpo) provocando
relaxamento nos músculos.
Entretanto, em pequenas doses, a influência da bebida alcoólica geralmente pode ser
um pouco estimulante pelo fato desta relaxar a tensão diária e de fazer com que as
pessoas se sintam mais abertas com os outros.
Outro fator importante é em relação aoconsumo de cigarro, o tabaco causa
dependência, física e psíquica, devido ao fato de conter nicotina, uma substância
existente na folha do tabaco e que viaja até aos pulmões “à boleia” do alcatrão
presente no fumo do tabaco. Quando o fumo é inalado, a nicotina entra no sistema
respiratório e daí passa para o fluxo sanguíneo.
Ora, a nicotina é uma substância psicoativa que causa dependência: quanto mais se
fuma, mais o organismo fica dependente, pelo que reage quando lhe sente a falta.
Emergem então os chamados sintomas da abstinência – nervosismo, ansiedade,
irritabilidade, dificuldade de concentração, insônias.

EM NOME DA EFICIÊNCIA
O desempenho aeróbio, normalmente caracterizado pelo VO2max, tem o volume
sanguíneo total como seu maior influenciador, pois este limita o retorno venoso e
assim o volume de ejeção e a concentração de hemoglobina, que determina a
capacidade de transporte de O2, refletindo, portanto, na diferença arteriovenosa de
oxigênio.
O volume de sangue total sofre variações conforme o tamanho do indivíduo e seu
estado de treinamento e a região onde se vive, sendo que seu total em pessoas de
tamanho corporal médio e atividade física normal geralmente são de 5 a 6 litros nos
homens e de 4 a 5 litros nas mulheres.
Em repouso, o volume sanguíneo, em sua maior parte, localiza-se nos canais de
retorno venoso (veia, vênulas, seios venosos). Por tanto, o sistema venoso representa
um grande reservatório de sangue prontamente disposto a suprir o aumento da
demanda. Quando isto ocorre, a estimulação simpática das vênulas e veias produz
constrições desses vasos, o que provocauma redistribuição rápida do sangue da
circulação venosa periférica de volta ao coração, e, em seguida para as áreas cujas
demandas são maiores. Não somente o sangue é desviado desses outros tecidos,
mas mais sangue do sistema venoso é enviado para a circulação arterial, assegurando
assim um aumento substancial do fluxo sanguíneo para área necessitada.
Então, à medida que o metabolismo aumenta durante o exercício, as funções do
sangue tornam-se mais vitais para o desempenho eficiente. Assim o sangue passa a
ter duas funções: o adequado fornecimento de O2 e nutrientes para o músculo no
exercício aeróbio e controle termorregulatório. Existe uma maior associação entre a
dissipação do calor durante o exercício com o volume de sangue do que com a
potência aeróbia.
Desta forma, para poder realizar suas funções, o sangue reajustará todo o
funcionamento dos sistemas corporais. Salientando que o deslocamento do volume
sanguíneo afetará as funções cardiovasculares, fazendo com que aumente o débito
cardíaco por consequência do aumento da frequência cardíaca, do volume de ejeção,
do volume diastólico e esvaziamento sistólico em relação ao repouso; isso com o
objetivo de fornecer O2 da ligação com a hemoglobina, resultando no aumento do
VO2 .
O fluxo sanguíneo aumenta devido à vasodilatação cutânea, causada pelo aumento da
temperatura corporal, na tentativa de evitar hipertermia, mas é necessário alcançar
certa intensidade de trabalho (> 30% do VO2max) para que ocorra esse fenômeno da
vasodilatação cutânea.
Estes valores vão aumentando conforme o indivíduo aproxima-se de seu VO2max, até
o momentoque a frequência cardíaca estabiliza e o volume de ejeção tem pequeno
aumento, mostrando que o indivíduo esta próximo de seu VO2max.
Em atividades que causam desidratação, caso não reposto o líquido perdido, haverá
redução no volume plasmático, resultando na diminuição da quantidade de sangue no
coração, bem como o volume de sangue que o coração consegue bombear a cada
batimento. Esse fenômeno diminuirá o volume de ejeção e para manter a mesma taxa
de trabalho a frequência cardíaca aumentará, mantendo o débito cardíaco e a pressão
sanguínea em condições de suportar o exercício.
Programas de treinamento com exercício podem melhorar a vasodilatação periférica e
capacidade oxidativa, reduzindo a produção de lactato sanguíneo.
A capacidade oxidativa de uma fibra muscular é determinada pelo número de
mitocôndrias, que provê maior capacidade de produção aeróbica de ATP; como
também pelo número de capilares que circundam a fibra muscular, que garante que
ela receba oxigênio para atividade contrátil.
O ON é um potente vasodilatador endógeno e parece ser responsável pela
manutenção do tônus vascular, pensa-se que exerce outros efeitos importantes como
inibidor/modulador da agregação plaquetária, da adesão dos leucócitos, da função
mitocondrial.
A produção de ATP ocorre no interior das mitocôndrias e envolve três vias metabólicas
cooperativas, que são o ciclo de acido cítrico (CICLO DE KREBS), a cadeia de
transporte de elétrons (cadeia respiratório) e a oxidação beta.
Como observado, a produção de energia aeróbia ocorre nas mitocôndrias. Portanto,
conforme Wilmore e Costil (2001:14), “não ésurpreendente que o treinamento aeróbio
também induza alterações da função mitocondrial que melhoram a capacidade de
produção de ATP das fibras musculares”. Isso ainda reforçado com a afirmação de
que a capacidade de a mitocôndria de utilizar oxigênio para a produção de energia
está relacionada ao se numero, tamanho e capacidade oxidativa.
ADAPTAÇÕES FISIOLÓGICAS AO EXERCÍCIO FÍSICO: OS SISTEMAS
Cardiovascular
As adaptações do sistema cardiovascular durante o exercício são caracterizadas por
meio de mecanismos de regulação e de índices de limitação funcional. O processo de
regulação da função cardiovascular no exercício é um mecanismo de ajuste do
sistema de transporte de oxigênio à demanda metabólica. Um sistema regulador
preciso aumenta o débito cardíaco a partir de informações aferentes de origem central
e periférica, no sentido de proporcionar ao músculo esquelético ao aporte de oxigênio
adequado às necedades energéticas.
Respiratório
O sistema respiratório apresentará maior facilidade para transportar e aproveitar o
oxigênio, com um custo energético menor, aumentando o débito cardíaco,
fortalecendo o miocárdio e regulando a pressão arterial.

Endócrino
O sistema hormonal está envolvido com o controle das funções metabólicas. Existem
muitas inter-relações entre os sistemas hormonal e nervoso. Pelo menos duas
glândulas, por exemplo, as medulas supra renais e a hipófise posterior, só secretam
seus hormônios em resposta a estímulos nervosos e os hormônios da hipófise anterior
em sua maioria só são secretados em resposta à ocorrência de atividade nervosa e
neuroendócrina nohipotálamo.
Alguns autores sugerem que aumentos na força e massa muscular que ocorrem como
consequência do treinamento de força possa ser mediada em partes por ajustes
crônicos nas concentrações circulantes de hormônios anabólicos, ou modificações no
numero de receptores para esses hormônios na célula muscular.
Nervoso
Indivíduos que praticam regularmente exercícios físicos apresentam melhor
desempenho cognitivo quando comparados a seus pares sedentários.
ADAPTAÇÕES FISIOLÓGICAS AO EXERCÍCIO FÍSICO
POR MEIOS DE:
Exercícios anaeróbicos
Os exercícios anaeróbicos utilizam uma forma de energia que não depende do uso do
oxigênio, são atividades de curta duração e de grande intensidade, e em algumas
vezes são direcionados apenas para alguns músculos. Na maioria das vezes são
utilizados para o aumento da massa muscular, da força, etc.

Exercícios aeróbicos
Os exercícios aeróbicos trabalham uma grande quantidade de músculos de forma
rítmica, esses utilizam oxigênio no processo de geração de energia dos músculos. São
feitos em um determinado nível de intensidade, por período contínuo, e estimulam a
função dos sistemas cardiorrespiratório, vascular e o metabolismo.

SISTEMA MUSCULAR AO EXERCÍCIO

Hipertrofia Miofibrilar VS Hipertrofia Sarcoplasmática

Existem dois tipos diferentes de hipertrofia, a miofibrilar e sarcoplasmática, o processo


de hipertrofia muscular consiste no aumento do volume das células musculares,
através do aumento das suas estruturas e componentes. Para que este processo
ocorra, é preciso estimular o corpo através do treino, tirando-o da zona de conforto.

O que sãoas miofibrilas e o sarcoplasma?

As miofibrilas são basicamente os componentes contráteis das fibras musculares,


compostas por proteínas tais como a actina e a miosina. Os músculos contraem-se,
fazendo deslizar os filamentos finos (actina) sobre os filamentos grossos (miosina).
O sarcoplasma é basicamente o conteúdo semilíquido que rodeia as miofibrilas. É
comparável ao citoplasma de outras células, mas contém quantidades mais elevadas
de glicossomos (grânulos de glicogênio armazenado) e quantidades significativas de
mioglobina, uma proteína de ligação de oxigênio e cálcio.

O que é a hipertrofia miofibrilar?


As miofibrilas são estruturas constituídas por feixes de miofilamentos (as partes do
músculo que contraem). Elas são encontradas em cada fibra muscular esquelética.
Cada célula do músculo contém muitas miofibrilas. A hipertrofia miofibrilar ocorre
devido a um estímulo de sobrecarga (levantar mais carga do que aquela que o seu
corpo está habituado a levantar). Este processo gera micro lesões nas fibras
musculares. Durante o processo de recuperação, o corpo aumenta o volume e a
densidade das miofibrilas para que essas micro lesões não ocorra novamente.
É por isso que é necessário ir aumentando gradualmente as cargas que se levantam
para as miofibrilas continuarem a ser estimuladas.

O que é a hipertrofia sarcoplasmática?


O sarcoplasma é o fluido e as fontes de energia que circundam as miofibrilas no
músculo. Ele contém mitocôndrias para gerar energia, mioglobina, glicogênio, creatina,
minerais e água.
A hipertrofia sarcoplasmática ocorre da mesma maneira que ahipertrofia muscular, ou
seja, através do estímulo provocado pelo treino. Neste caso, o organismo vai
aumentar a quantidade de mitocôndrias, capilares sanguíneos, mioglobina, etc.
Resumindo, a hipertrofia sarcoplasmática consiste no aumento quantitativo de
estruturas e componentes que permitirão aumentar a eficiência da contração das
fibras musculares.
Treino indicado para hipertrofia miofibrilar
O treino mais indicado para estimular a hipertrofia no nível das miofibrilas é o treino de
força, ou seja, poucas repetições (3-8) com muita carga (80% da Repetição Máxima).
O tempo de descanso aconselhado é de entre 2 a 4 minutos.
Quanto mais pesada for à carga levantada, mais unidades motoras o sistema nervoso
vai recrutar para completar o exercício e, por consequência, mais fibras musculares
serão estimuladas.
Treino indicado para hipertrofia sarcoplasmática
O tipo de treino mais adequado para promover a hipertrofia a nível sarcoplasmático é
o treino que combine cargas mais leves (60-70% da Repetição Máxima) com muitas
repetições (12-16). O tempo de descanso entre séries deve andar entre os 45 e os 90
segundos.
Na realização dos exercícios, o músculo deve ser mantido algum tempo debaixo de
tensão. Ou seja, o movimento excêntrico (parte negativa do exercício) deve ser mais
demorado do que o concêntrico (parte positiva).
Conforme vimos, existe um intervalo de repetições ideal para estimular os diferentes
tipos de hipertrofia a nível muscular:
1-5 RPM – leva a um aumento máximo de força e de volume das miofibrilas.
6-8 RPM – meio termo ideal para promover tanto a hipertrofia miofibrilar
esarcoplasmática.
9-12 RPM – intervalo ideal para estimular a hipertrofia sarcoplasmática.
Mais de 15 RPM – trabalho essencialmente de resistência muscular com baixo
estímulo no nível da hipertrofia.
Nota que tudo aquilo que foi falado aqui foi numa perspectiva de maximização dos
dois tipos de hipertrofia muscular. Ao se concentrar em um treino de poucas
repetições com cargas elevadas não quer dizer que não vai ter nenhum estímulo de
hipertrofia sarcoplasmática. Esses ganhos ocorrerão, mas a principal incidência será
no nível da hipertrofia miofibrilar.

TIPO DE FIBRAS MUSCULARES


Fibras-Tipo I
Essas fibras utilizam o sistema de energia AERÓBICO, ou seja, utiliza o oxigênio
como principais fontes de energia possuem um grande numero de mioglobina e
mitocôndrias, são lentas, geram pouca tensão, e é altamente resistente à fadiga, são
mais apropriadas para exercício de longa duração, tais como: natação, corrida, etc.

Fibras- Tipo II
Essas fibras o sistema de energia ANAERÓBICO, possuem capacidade
de contração rápida e gera muita tensão (a velocidade de contração e tensão gerada é
3 a 5 vezes maior comparada às fibras lentas) fadigam rapidamente, e possuem
capacidade glicolítica, utiliza a fosfocreatina e glicose.
Predominam em atividades anaeróbicas que exigem paradas bruscas, arranques com
mudança de ritmo, saltos. Ex.: basquete, futebol etc.

SISTEMA CARDIOVASCULAR AO EXERCÍCIO

Seja qual for à elevação no consumo de energia, é fundamental a adaptação imediata


no fluxo sanguíneo que influencia totalmente o sistema cardiovascular, assim como
mostra osistema cardiovascular com na figura B.
No inicio da atividade física o corpo entende que os músculos estão sendo mais
exigidos e precisam de mais nutrientes. Com isso a parte vascular dos músculos
exigidos para a atividade física se ajusta expandindo então pela dilatação das
arteríolas locais.
No gráfico B podemos observar que mesmo muitos órgãos necessitando de menos
nutrientes ainda sim consomem mais do que quando estão em repouso como o
coração, o encéfalo, a pele e outros.
Neste mesmo momento, há outros vasos que podem afetar temporariamente sua
provisão sanguínea se estreitando. Como também podemos ver o que acontece no
gráfico com o fígado e os rins.
Nas figuras acima podemos observar o sistema cardiovascular reagindo ao exercício
onde os rins mostram os mesmos valores que da citação, exceto a primeira
porcentagem: Normalmente, o fluxo sanguíneo renal em repouso é em média, de
1.100ml por minuto (20% do débito cardíaco total), estando entre os fluxos sanguíneos
mais altos para qualquer órgão, seja como percentual do débito cardíaco, seja em
relação ao peso do órgão. Durante o exercício máximo, o fluxo sanguíneo renal cai
para 250 ml por minuto ou apenas 1% do débito cardíaco total do exercício. Uma
grande redução temporária no fluxo sanguíneo durante o exercício extenuante ocorre
também nos tecidos do fígado, pâncreas e trato gastrintestinal. (Mcardle, W.D., Katch
F. I., Katch, V. L., 2003)
Com isso, podemos entender que o profissional da Educação Física deve incentivar
seus alunos a prática de hábitos saudáveis, tais como alimentação adequada, higiene
e atividades físicas,pois estas práticas, além de melhorarem a qualidade de vida do
ser humano, pode também promover efeitos benéficos para o sistema cardiovascular.
Se forem realizados corretamente e com uma alimentação saudável e balanceada
para este fim.
Portanto, as figuras tem competência e recursos necessários para problematizar o
assunto proposto e auxiliar na prática de atividades físicas de forma responsável que
vêm trazendo benefícios à sociedade.
SISTEMA PULMONAR AO EXERCÍCIO
A respiração é uma função vital do organismo, que tem como finalidade de conduzir
O2 da atmosfera até os tecidos e a eliminação de CO2 destes para o ambiente. Para
isso, o sistema respiratório usa uma série de músculos, que produzem variações de
pressão e volume na cavidade torácica, possibilitando a renovação do ar dos alvéolos.
A ventilação pulmonar é ajustada para favorecer concentrações alveolares de oxigênio
e dióxido de carbono que assegurem a renovação do ar adequada do sangue que
passa pelos pulmões, ou seja, é o volume de ar movimentado pelo pulmão por minuto,
obtido a partir da multiplicação do volume corrente (VC = quantidade de ar
movimentada a cada incursão respiratória) pela frequência respiratória (FR = número
de incursões realizadas por minuto) assim, um adulto apresenta uma ventilação média
em repouso de 7,5 l/min., com um volume corrente de 0,5 l e uma frequência
respiratória de 15 incursões por minuto.
A grande característica do sistema respiratório é sua adaptabilidade, de tal forma que
seu limite máximo de utilização é impossível ser alcançado pelo nosso organismo.
Para termos ideia dessa capacidadeadaptativa, podemos observar as alterações na
ventilação que ocorrem do repouso para o exercício máximo. O volume corrente no
exercício máximo pode chegar, por exemplo, a 3 litros (contra 0,5 em repouso) e a
frequência respiratória a 40/min. (contra 15/min. em repouso), produzindo uma
ventilação de 120 l/min., enquanto temos 7,5 l/min. em repouso.
O treinamento dos músculos respiratórios favorece a manutenção de altos níveis de
ventilação submáxima, uma vez que melhora a resistência ventilatória ao aumentar o
número de enzimas aeróbias dos músculos ventilatórios. Assim, consegue-se um
retardo no aparecimento da fadiga ventilatória, a qual está relacionada com uma
sensação de “falta de ar” e com um mal-estar local provocado pelos níveis de lactato
sanguíneo.
O volume de ar corrente aumenta durante o exercício, invadindo tanto o volume
inspiratório de reserva como o volume expiratório. Em uma inspiração máxima, mesmo
quando uma pessoa respira com toda sua capacidade vital, o ar permanece nos
pulmões. Esse volume pulmonar residual permite trocas contínuas de gás durante
todas as fases do ciclo respiratório, e podem variam com a idade, com o sexo, com o
tamanho corporal e especialmente com a altura e devem ser avaliados apenas com
relação às normas que consideram esses fatores.
A ventilação alveolar é a parte da ventilação pulmonar por minuto que entra nos
alvéolos e está implicada na troca gasosa com o sangue. A relação da ventilação
alveolar com o fluxo sanguíneo pulmonar denomina-se relação ventilação/perfusão.
Em repouso e durante exercícios leves, a relação mantém-se em torno de 0,8l. No
exercício vigoroso, a ventilação alveolar em pessoas sadias aumenta de maneira
desproporcional, e a relação pode alcançar 5 l.
INSPIRAÇÃO E EXPIRAÇÃO
A inspiração, que promove a entrada de ar nos pulmões, é dada pela contração da
musculatura do diafragma e dos músculos intercostais. O diafragma abaixa e as
costelas se elevam, promovendo o aumento da caixa torácica, com consequente
redução da pressão interna (em relação à externa), forçando o ar a entrar nos
pulmões.
A expiração, que promove a saída de ar dos pulmões, é dada pelo relaxamento da
musculatura do diafragma e dos músculos intercostais. O diafragma se eleva e as
costelas abaixam o que diminui o volume da caixa torácica, com consequente
aumento da pressão interna, forçando o ar a sair dos pulmões.
Regulação da ventilação durante o exercício
A regulação da respiração durante o exercício é o resultado da combinação de fatores
neurais e químicos:
Regulação antecipada ao exercício de origem neural, o que aumenta o incremento
ventilatório antes do exercício a partir de informações das regiões do córtex motor que
estimulam os neurônios respiratórios.
Uma resposta reflexa, cuja origem se encontra na estimulação dos quimiorreceptores
e dos receptores musculares.
Elevação da temperatura muscular, que tem um efeito estimulador sobre os neurônios
do centro respiratório, tendo relevância em exercícios de certa duração.
Mais tarde, os metabólitos procedentes dos músculos (CO2, ácido láctico) estimulam,
diretamente ou por mediadores (H+), os quimiorreceptores aórticos e carotídeos e até
mesmo os centros respiratórios,aumentando a ventilação. Como demoram certo
tempo para ser produzidos, não podem ser a única causa de hiperventilação. Além
disso, apenas sua presença não é suficientemente potente para desencadear as
modificações que ocorrem em um exercício vigoroso.
A pressão de oxigênio (PaO2) aumenta e não constitui um estímulo para a ventilação.
A hiperventilação produz uma redução da PaCO2, circunstância que inibe a
hiperventilação. No entanto, esses fatores estimulantes sofrem oscilações entre o final
da inspiração e o final da expiração (PaCO2 capilar e alveolar, mais alta no final da
expiração e mais baixa no final da inspiração). Isso, associado a um provável aumento
na sensibilidade dos quimiorreceptores periféricos, provoca parte do estímulo
hiperventilatório durante o exercício.
Equilíbrio ácido-básico durante o exercício
O PH do sangue mantém-se levemente alcalino (7,4) qualidade que não pode sofrer
modificações importantes para a correta homeostase do organismo. A realização do
exercício sempre gera um aumento na produção de CO2 e quase sempre de ácido
láctico, com um aumento da concentração do íon hidrogênio (H+); por isso, durante o
exercício há uma tendência à acidose metabólica. Isso pode ser compensado com
sistemas tampões, presentes nos líquidos corporais, como o tampão bicarbonato, o
fosfato e as proteínas plasmáticas. Esses sistemas químicos esgotam-se com certa
rapidez, razão pela qual necessitam de tampões físicos, como os pulmões e os rins,
os quais atuam a médio e longo prazo e, além disso, potencializam a atividade dos
tampões químicos.
Alguns autores citam que a natação é uma boaatividade para ajudar no sistema
respiratório, pois exige um grande esforço da respiração, e se observa que a prática
dessa modalidade esportiva ajuda na absorção de oxigênio máxima com o aumento
do volume de ar que entra para os pulmões através da inspiração mais profunda; há
um aumento da capacidade de difusão do oxigênio e elevação da tolerância relativa ao
débito de oxigênio, e auxilia na prevenção de doenças do aparelho respiratório, como
também, do coração e do aparelho circulatório. Acrescenta ainda que, no coração
ocorre o fortalecimento da musculatura e aumento do volume, tendo como
consequência, diminuição da frequência cardíaca e do esforço cardíaco, aumento da
capacidade de transporte de oxigênio e aumento da elasticidade dos vasos
sanguíneos, proporcionando ao organismo melhor adaptação ao esforço físico.
Com as explicações acima se conclui que os exercícios físicos e atividades físicas nos
trazem benefícios. Além de fazer bem ao sistema respiratório eles fortalecem os
músculos, baixa colesterol, entre outros benefícios. O aumento na capacidade da
respiração levando maior volume de ar aos pulmões e consequentemente oxigênio
mais puro para o sangue, melhorando o aproveitamento de oxigênio pelo pulmão.
Pelo menos 30 minutos de atividade física nos ajuda a dormir melhor fazendo com que
o corpo esteja em equilíbrio e o sono fique mais saudável.
Quando praticamos atividade física nosso corpo, consome bem mais energia, nesse
consumo de energia as células precisam de muito mais oxigênio para realizar suas
funções, as células musculares aumentam o consumo de oxigênio e por issonossa
respiração fica mais forte, respiramos bem mais. É por isso também que o nosso
coração bate mais rápido, para enviar mais sangue pelo corpo e oxigenar todas as
células.
Durante a atividade física, precisamos repor o ar com mais frequência, pois na mesma
respiramos com mais rapidez, assim gastando-o mais. Se a pratica de repor o ar não
for realizado, pode haver consequências, como exemplo a falta de ar que nos deixa
impossibilitados de praticar as atividades que envolvem o sistema respiratório.
SISTEMA ENDÓCRINO AO EXERCÍCIO
Há uma relação benéfica entre a prática de exercícios físicos e o metabolismo do
sistema nervoso central. No exercício aeróbio (50% do Vo2pico) observando melhoras
no desempenho de diferentes tarefas cognitivas, tais como processamento, atenção
seletiva e memória de curto prazo e no exercício de força e intermitentes (combinando
esforços de alta intensidade a períodos de repouso) também exercem uma influência
positiva sobre a cognição.
Indivíduos que praticam regularmente exercícios físicos quando comparados a seus
pares sedentários, melhoram seu desenvolvimento cognitivo, razão pela qual se
sugere que o treinamento físico possa ser de suma importância não apenas para o
crescimento e desenvolvimento físico, mas também o intelectual. Além disso, a prática
habitual de atividade física está associada a uma melhor função executiva em criança
com hiperatividade e déficit de atenção, abrandar a perda cognitiva na população
idosa e atenuar os déficits cognitivos em pacientes acometidos por doenças
neurodegenerativas.
Têm-se hipóteses fisiológicas que explicam osefeitos agudos e crônicos do exercício
sobre a cognitivos, são elas:
Hipótese do aumento no fluxo sanguíneo regional e aporte energético
O cérebro, embora constitua apenas 2% da massa corporal, pode ser responsável por
até 20% do consumo energético total. O fornecimento de oxigênio e nutrientes através
do fluxo sanguíneo cerebral é determinante para suprir tamanha demanda energética.
É possível especular que essa redistribuição do fluxo esteja relacionada ao melhor
desempenho em tarefas cognitivas.
O aumento significativo no fluxo sanguíneo cerebral logo após uma sessão aguda de
exercício físico (+20%), representando maior oferta de oxigênio e nutriente
(carboidratos e creatina)e, por seguinte, maior aporte energético (ATP) podemos
assumir que esse seja um provável mecanismo através do qual o exercício físico
agudo favorece o desempenho cognitivo.
Hipótese de maior atividade de neurotransmissores
O exercício físico prolongado de intensidade moderada atua na ativação das
catecolaminas cerebrais, facilitando sua entrada através da barreira hematoencefálica
provavelmente em função da elevação da temperatura corporal induzida pelo
exercício.
De fato, sabe-se que a sensação de bem estar experimentada após uma sessão de
exercício físico realizado em intensidade moderada parece estar relacionada a maior
ação de neurotrasnissores, tais como noradrenalina, beta-endorfina e a própria
dopamina.
O papel da intensidade do exercício agudo sobre a resposta cognitiva
Uma sessão de exercício físico aeróbio realizado de forma contínua em intensidade
moderada (aproximadamente 60% do VO2max)poderia promover um efeito benéfico
em importantes funções cognitivas, tais como velocidade de processamento, atenção
seletiva e controle inibitório. Já uma sessão aguda de exercício físico continuo
realizado em alta intensidade (aproximadamente 80% do VO2max) exerceria efeitos
prejudiciais sobre a cognição,ou seja provocaria um quadro de fadiga sistêmica,
resultando na queda do desempenho físico cognitivo. Em estudos com exercícios
intervalados (80% da FCmax, intercalando com pausas ativas de um minuto a 60% da
FCmax) não prejudicou a memória de curto prazo e até mesmo melhorou a velocidade
de processamento, indicando que estas pausas minimizaram o quadro de fadiga,
evitando assim os prejuízos na cognição. A fadiga pode estar associada à redução do
aporte sanguíneo e energético cerebral, bem como à supressão de síntese de
neurotransmissores.
Hipótese de adaptações em estruturas cerebrais e plasticidade sináptica
Diversos estudos tem revelado que indivíduos fisicamente ativos apresentam maiores
ativações no espectro de bandas específicas (alfa e beta) no exame
eletroencefalograma quando comparados a seus pares sedentários, o que surge o
patrão de ativação cerebral diferenciado em função do nível individual de atividades
físicas e capacidades físicas.
Ao investigar mecanismos biomoleculares envolvidos no remodelamento das
estruturas cerebrais e na plasticidade sináptica, diversas pesquisas utilizam métodos
invasivos em modelos animais, onde os estudos mostram: 1)proliferação de novos
capilares cerebrais, 2) neurogênese e 3) surgimento de novas conexões sinápticas
após a realização detreinamento aeróbio regular.

SISTEMA NERVOSO AO EXERCÍCIO


CONCLUSÃO
A prática de exercício mostra-se uma importante terapia não farmacológica que pode
auxiliar no tratamento contra doenças cardiovasculares, como hipertensão. O exercício
físico contribui para uma diminuição da atividade simpática resultando em menores
valores de frequência cardíaca de repouso.
A realização de exercícios físicos regulares proporciona diversas modulações centrais
e periféricas, trazendo qualidade de vida e diminuindo o risco de agravamento das
doenças cardiovasculares em pacientes hipertensos, induz plasticidade funcional e
neuroanatômica; neurogênese; angiogênese, plasticidade sináptica e remodelamento
morfológico dendrítico.
Melhorando a memória, função cognitiva e neuroproteção.
Em virtude do que foi mencionado conclui-se que o trabalho nos mostrou os benefícios
que a atividade física nós oferece. Atuando nas áreas cardiovasculares, respiratória,
endócrino e nervoso. Tendo um alto índice de praticantes, cabe a nós professores
instruir de maneira correta a praticar essas atividades.
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