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PADRÃO ISO

INTERNACIONAL 22000

Segunda edição
2018-06

sistemas de gestão de segurança de alimentos -


Requisitos para qualquer organização na cadeia
alimentar

Systèmes de gestão de la sécurité des Denrées alimentaires - Exigences derramar


tout organisme appartenant à la chaîne alimentaire

Referência a ISO
22000: 2018 (E)

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ISO 22000: 2018 (E)

Conteúdo Página

Prefácio .................................................. .................................................. .................................................. .................................................. .................................. v

Introdução .................................................. .................................................. .................................................. .................................................. ........................ vi 1

Escopo .................................................. .................................................. .................................................. .................................................. ......................... 1 2

referências normativas .................................................. .................................................. .................................................. ................................ 1 3

Termos e definições .................................................. .................................................. .................................................. ............................... 1 4

Contexto da organização .................................................. .................................................. .................................................. ................. 9


4.1 Compreender a organização e seu contexto .................................................. .................................................. ... 9
4.2 Compreender as necessidades e expectativas das partes interessadas .................................................. ............ 9
4.3 Determinar o escopo do sistema de gestão da segurança alimentar .................................................. ................. 9
4,4 sistema de gestão da segurança alimentar .................................................. .................................................. ..................................... 10

5 Liderança .................................................. .................................................. .................................................. .................................................. ....... 10


5.1 Liderança e compromisso .................................................. .................................................. .............................................. 10
5.2 Política .................................................. .................................................. .................................................. .................................................. .... 10
5.2.1 Estabelecer a política de segurança alimentar .................................................. .................................................. ............ 10
5.2.2 Comunicar a política de segurança alimentar .................................................. .................................................. ... 10
5.3 funções organizacionais, responsabilidades e autoridades .................................................. ..................................... 11

6 Planejamento .................................................. .................................................. .................................................. .................................................. .............. 11


6.1 Ações para enfrentar os riscos e oportunidades .................................................. .................................................. ............ 11
6.2 Objectivos do sistema de gestão da segurança alimentar e planejamento para alcançá-los ................... 12
6,3 Planejamento de mudanças .................................................. .................................................. .................................................. ................... 12

7 Apoio, suporte .................................................. .................................................. .................................................. .................................................. ................ 13


7.1 Recursos .................................................. .................................................. .................................................. ............................................ 13
7.1.1 Geral .................................................. .................................................. .................................................. ............................. 13
7.1.2 Pessoas .................................................. .................................................. .................................................. ............................... 13
7.1.3 A infraestrutura .................................................. .................................................. .................................................. ............ 13
ambiente 7.1.4 Trabalho .................................................. .................................................. .................................................. 13
7.1.5 elementos desenvolvidas externamente do sistema de gestão da segurança alimentar ...................... 14
7.1.6 Controlo de processos fornecidos externamente, produtos ou serviços ......................................... 14
7,2 Competência .................................................. .................................................. .................................................. ...................................... 14
7.3 Consciência .................................................. .................................................. .................................................. .......................................... 14
7,4 Comunicação .................................................. .................................................. .................................................. ............................. 15
7.4.1 Geral .................................................. .................................................. .................................................. ............................. 15
7.4.2 Comunicação externa .................................................. .................................................. .................................... 15
7.4.3 Comunicação interna .................................................. .................................................. ..................................... 15
7,5 informação documentada .................................................. .................................................. .................................................. ...... 16
7.5.1 Geral .................................................. .................................................. .................................................. ............................. 16
7.5.2 Criar e atualizar .................................................. .................................................. .......................................... 16
7.5.3 Controle de informação documentada .................................................. .................................................. ........ 17

8 Operação .................................................. .................................................. .................................................. .................................................. .......... 17


8.1 planejamento e controle operacional .................................................. .................................................. ................................... 17
8.2 Programas pré-requisito (PPRs) .................................................. .................................................. .................................... 17
8,3 sistema de rastreabilidade .................................................. .................................................. .................................................. .................... 18
8.4 preparação e resposta a emergências .................................................. .................................................. .................... 19
8.4.1 Geral .................................................. .................................................. .................................................. ............................. 19
8.4.2 Manuseamento de emergências e incidentes .................................................. .................................................. 19
controlo 8,5 perigo .................................................. .................................................. .................................................. ................................ 19
8.5.1 passos preliminares para permitir análise de perigos .................................................. ...................................... 19
8.5.2 Análise de perigos .................................................. .................................................. .................................................. ........ 21
8.5.3 Validação de medida de controlo (s) e combinações de medidas de controlo .................. 23
8.5.4 plano de controlo de perigo (HACCP / plano OPRP) .................................................. ............................................ 24
8.6 Atualizando a informação especificando os PPR e o plano de controle de risco ................................. 25

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8,7 Controlo de controlo e medição .................................................. .................................................. ......................... 25


8,8 Verificação relacionadas com PPR e o plano de controle de risco .................................................. ............................. 26
8.8.1 Verificação .................................................. .................................................. .................................................. ................... 26
8.8.2 Análise dos resultados das atividades de verificação .................................................. ......................................... 26
8,9 Controlo de não conformidades produto e do processo .................................................. ................................................ 27
8.9.1 Geral .................................................. .................................................. .................................................. ............................. 27
8.9.2 correções .................................................. .................................................. .................................................. ................... 27
8.9.3 As ações corretivas .................................................. .................................................. .................................................. .. 27
8.9.4 Manipulação de produtos potencialmente inseguros .................................................. ................................................ 28
8.9.5 Retirada / chamada .................................................. .................................................. .................................................. . 29

9 Avaliação de desempenho .................................................. .................................................. .................................................. ...................... 29


9.1 Monitorização, medição, análise e avaliação .................................................. .......................................... 29
9.1.1 Geral .................................................. .................................................. .................................................. ............................. 29
9.1.2 Análise e avaliação .................................................. .................................................. ...................................... 29
9.2 Auditoria interna .................................................. .................................................. .................................................. ................................... 30
revisão 9.3 Gestão .................................................. .................................................. .................................................. .................. 31
9.3.1 Geral .................................................. .................................................. .................................................. ............................. 31
Entrada para a revisão 9.3.2 Gestão .................................................. .................................................. ............................... 31
revisão de saída 9.3.3 Gestão .................................................. .................................................. ............................ 31

10 Melhoria .................................................. .................................................. .................................................. .................................................. . 32


10.1 Não-conformidade e ação corretiva .................................................. .................................................. .......................... 32
10.2 Melhoria contínua .................................................. .................................................. .................................................. ......... 32
10.3 Atualização do sistema de gestão da segurança alimentar .................................................. .................................................. ... 32

Anexo A ( informativo) referências cruzadas entre o CODEX HACCP e este documento ......................... 33 Anexo B ( informativo) referências cruzadas

entre este documento e ISO 22000: 2005 .............................. 34 Bibliografia .................................................. ..................................................

.................................................. .................................................. ..................... 37

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Prefácio

ISO (Organização Internacional de Normalização) é uma federação mundial de organismos nacionais de normalização (comités
membros da OIN). O trabalho de preparação de Normas Internacionais é normalmente realizado através de comitês técnicos da ISO.
Cada organismo membro interessado em um assunto para o qual foi estabelecido um comitê técnico tem o direito de ser
representado nesse comitê. As organizações internacionais, governamentais e não-governamentais, em ligação com a ISO, também
tomam parte no trabalho. A ISO colabora estreitamente com a Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC) em todos os assuntos de
normalização eletrotécnica.

Os procedimentos utilizados para desenvolver este documento e as que se destinam à sua futura manutenção são descritos nas directivas
ISO / IEC, Parte 1. Em particular, os diferentes critérios de aprovação necessárias para os diferentes tipos de documentos ISO deve ser
observado. Este documento foi elaborado em conformidade com as normas editoriais das directivas ISO / IEC, Parte 2 (ver www .iso .org /
directivas ).

Chama-se atenção para a possibilidade de que alguns dos elementos deste documento podem ser objecto de direitos de patente. ISO não
deve ser responsabilizada por identificação de quaisquer direitos de patentes. Detalhes de quaisquer direitos de patente identificados durante
o desenvolvimento do documento estará na introdução e / ou na lista ISO de declarações de patentes recebidos (ver www .iso Org / patentes ).

Qualquer nome comercial usado neste documento, informações dadas para a conveniência dos usuários e não constitui um
endosso.

Para uma explicação sobre a natureza voluntária das normas, o significado de termos e expressões específicas ISO relacionada à
avaliação da conformidade, bem como informações sobre a adesão da ISO com os princípios da Organização Mundial do Comércio
(OMC) nas Barreiras Técnicas ao Comércio (TBT) veja www .iso
. org / iso / .html prefácio .

Este documento foi preparado pelo Comité Técnico ISO / TC 34, Produtos alimentícios, Subcomité SC 17,
sistemas de gestão de segurança alimentar.

Quaisquer comentários ou perguntas sobre este documento devem ser dirigidas ao organismo de normalização nacional do usuário. A lista completa destes
corpos podem ser encontradas em www .iso .org / membros .html .

Esta segunda edição cancela e substitui a primeira edição (ISO 22000: 2005), o qual tem sido tecnicamente revista através da
adopção de uma sequência cláusula revisto. Ele também incorpora o técnico Rectificação ISO 22000: 2005 / Cor.1: 2006.

Os seguintes anexos são incluídos para fornecer aos utilizadores deste documento com mais informações:

- Anexo A : referências cruzadas entre os princípios CODEX HACCP e neste documento;

- anexo B : Referência cruzada entre este documento e ISO 22000: 2005.

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Introdução

0,1 Geral

A adoção de um sistema de gestão da segurança alimentar (SGSA) é uma decisão estratégica para uma organização que pode ajudar a melhorar o seu
desempenho global na segurança alimentar. Os benefícios potenciais para uma organização de implementação de um SGSA com base neste documento
são:

a) a capacidade de fornecer de forma consistente alimentos e produtos e serviços que atendam aos requisitos estatutários e regulamentares
aplicáveis ​ao cliente e seguros;

b) abordar riscos associados com os seus objectivos;

c) a capacidade para demonstrar conformidade com os requisitos especificados REFs.

Este documento emprega a abordagem de processo (ver 0.3), que incorpora o ciclo Plan-Do-Check-Act (PDCA) (ver 0.3.2) e
pensamento baseado em risco (ver 0.3.3).

Esta abordagem de processo permite que uma organização para planejar seus processos e suas interações. O ciclo PDCA permite que uma

organização para garantir que seus processos são devidamente financiados e gerenciados, e que oportunidades de melhoria são

determinados e executado.

pensamento baseada no risco permite que uma organização para determinar os fatores que podem fazer com seus processos e seus SGSA para
desviar-se dos resultados planejados, e para colocar em controles para evitar ou minimizar os efeitos adversos.

Neste documento, as seguintes formas verbais são usados:

- “Deve” indica um requisito;

- “Deveria” indica uma recomendação;

- “Pode” indica uma permissão;

- “Can” indica uma possibilidade ou a capacidade.

“NOTAS” fornecer orientação no entendimento ou esclarecer as exigências do presente documento.

0,2 princípios FSMs

A segurança alimentar está relacionada com a presença de riscos de segurança alimentar no momento do consumo (ingestão pelo consumidor). riscos
de segurança alimentar pode ocorrer em qualquer fase da cadeia alimentar. Portanto, o controle adequado toda a cadeia alimentar é essencial. A
segurança alimentar é assegurado através dos esforços combinados de todas as partes da cadeia alimentar. Este documento especifica os requisitos
para um SGSA que combina os seguintes elementos chave geralmente reconhecidos:

- comunicação interactiva;

- administração de sistema;

- programas de pré-requisitos;

- análise de perigos e pontos críticos princípios de controlo (APPCC).

Além disso, este documento baseia-se nos princípios que são comuns aos padrões do sistema de gestão ISO. Os princípios
de gestão são:

- foco no cliente;

- Liderança;

- acoplamento de pessoas; vi

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- processo de abordagem;

- melhoria;

- Baseada em evidências tomada de decisão;

- gestão de relacionamento.

0,3 Processo de abordagem

0.3.1 Geral

Este documento adota uma abordagem de processo para desenvolver e implementar um SGSA e melhorar a sua eficácia para
aumentar a produção de produtos e serviços seguros, atendendo aos requisitos aplicáveis. Entender e gerenciar processos
inter-relacionados como um sistema contribui para a eficácia e eficiência da organização na realização dos seus resultados
pretendidos. A abordagem de processo envolve a definição sistemática e gestão de processos e suas interações, de modo a
alcançar os resultados pretendidos de acordo com a política de segurança alimentar e a direcção estratégica da organização.
Gestão dos processos e do sistema como um todo pode ser conseguido usando o ciclo PDCA, com um enfoque global sobre
pensamento baseado em risco com vista ao aproveitamento de oportunidades e prevenir resultados indesejáveis.

O reconhecimento do papel da organização e posição na cadeia alimentar é essencial para garantir a comunicação
interactiva eficaz em toda a cadeia alimentar.

ciclo 0.3.2 Plan-Do-Check-Act

O ciclo PDCA pode ser descrito brevemente como se segue: Plano:

estabelecer os objetivos do sistema e seus processos, fornecer os recursos necessários para entregar os resultados e

identificar e riscos e oportunidades de endereço; Faz:

implementar o que foi planejado;

Verificar: monitorar e (quando relevante) medir processos e dos produtos e serviços resultantes,
analisar e avaliar informações e dados de monitoramento, medição e atividades de verificação, e relatar os
resultados; Aja:
tomar medidas para melhorar o desempenho, conforme necessário. Neste documento, e como ilustrado nas figura 1 , A

abordagem processo utiliza o conceito do ciclo PDCA em dois níveis. O primeiro cobre a estrutura global dos SGSA ( cláusula 4 para cláusula

7 e cláusula 9 para
cláusula 10 ). O outro nível (planeamento e controlo operacional) cobre os processos operacionais dentro do sistema de segurança
alimentar, tal como descrito em cláusula 8 . A comunicação entre os dois níveis é essencial.

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Figura 1 - Ilustração do ciclo Plan-Do-Check-Act nos dois níveis

0.3.3 pensamento baseada em risco

0.3.3.1 Geral

pensamento baseada no risco é essencial para alcançar um SGSA eficaz. Neste documento, pensamento baseado em risco é abordado em
dois níveis, de organização (ver 0.3.3.2) e operacionais (ver 0.3.3.3), o que é consistente com a abordagem processo descrito em 0.3.2.

0.3.3.2 gestão de riscos Organizacional

O risco é o efeito da incerteza, e qualquer incerteza pode ter efeitos positivos ou negativos. No contexto da gestão de risco
organizacional, um desvio positivo resultante de um risco pode proporcionar uma oportunidade, mas nem todos os efeitos positivos do
resultado risco em oportunidades.

Para estar de acordo com as exigências do presente documento, um plano de organização e ações implementos para enfrentar os
riscos organizacionais ( cláusula 6 ). Dirigindo riscos estabelece uma base para aumentar a eficácia das SGSA, alcançar melhores
resultados e prevenir efeitos negativos.

análise 0.3.3.3 Hazard - processos operacionais

O conceito de pensamento baseada no risco com base nos princípios HACCP a nível operacional está implícito neste documento. viii

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Os passos subsequentes na HACCP podem ser consideradas como as medidas necessárias para evitar perigos ou a reduzir os riscos para níveis

aceitáveis ​para assegurar a alimentação é seguro no momento de consumo ( cláusula 8 ). As decisões tomadas na aplicação do HACCP deve ser

baseada na ciência, livre de preconceitos e documentado. A documentação deve incluir quaisquer suposições-chave no processo de tomada de

decisão.

0,4 Relação com outras normas de sistemas de gestão

Este documento tem sido desenvolvidos dentro da estrutura de alto nível ISO (HLS). O objectivo da HLS é para melhorar o alinhamento
entre os padrões de sistema de gestão ISO. Este documento permite que uma organização para usar a abordagem de processo,
juntamente com o ciclo PDCA e pensamento baseada no risco, para alinhar ou integrar sua abordagem SGSA com os requisitos de
outros sistemas de gestão e padrões de apoio.

Este documento é o princípio fundamental e estrutura para FSMSs e estabelece os requisitos FSMs específicas para organizações toda a
cadeia alimentar. Outra orientação relacionada com a segurança alimentar, as especificações e / ou requisitos específicos para os setores de
alimentos podem ser utilizados em conjunto com este quadro. Além disso, a ISO desenvolveu uma família de documentos associados. Estes
incluem documentos para:

- programas pré-requisito (ISO / TS 22002 série) para sectores específicos da cadeia alimentar;

- requisitos para os organismos de certificação e auditoria;

- rastreabilidade.

ISO também fornece documentos de orientação para as organizações sobre como implementar este documento e normas relacionadas. A
informação está disponível no site da ISO.

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sistemas de gestão de segurança de alimentos - Requisitos para qualquer organização


na cadeia alimentar

1 Âmbito

Este documento especifica requisitos para um sistema de gestão da segurança alimentar (SGSA) para permitir uma organização que está directa ou
indirectamente envolvidos na cadeia alimentar:

a) para planejar, implementar, operar, manter e atualizar um SGSA fornecer produtos e serviços que sejam seguros, de acordo
com a sua utilização;

b) para demonstrar conformidade com as exigências legais e regulamentares aplicáveis ​segurança alimentar;

c) avaliar e avaliar os requisitos de segurança alimentar dos clientes mutuamente acordados ea demonstrar a conformidade com eles;

d) para se comunicar de forma eficaz questões de segurança alimentar para as partes interessadas da cadeia alimentar;

e) para assegurar que a organização está em conformidade com a sua política de segurança alimentar declarado;

f) para demonstrar conformidade com as partes interessadas relevantes;

g) procurar certificação ou registro de suas SGSA por uma organização externa, ou fazer uma auto-avaliação ou auto-declaração
de conformidade com este documento.

Todos os requisitos deste documento são genéricos e se pretende que sejam aplicáveis ​a todas as organizações na cadeia alimentar, independentemente
do tamanho e complexidade. As organizações que estão direta ou indiretamente envolvidos incluem, mas não estão limitados a, produtores de alimentos,
produtores de alimentos para animais, colheitadeiras de plantas selvagens e animais, agricultores, produtores de ingredientes, fabricantes de alimentos,
varejistas e organizações que prestam serviços de alimentação, serviços de catering, limpeza e serviços de saneamento, serviços de transporte, de
armazenamento e de distribuição, os fornecedores de equipamentos, de limpeza e desinfectantes, materiais de embalagem e outros materiais em contacto
com alimentos.

Este documento permite que qualquer organização, incluindo as pequenas e / ou menos desenvolvidas organizações (por exemplo, uma pequena fazenda, um
pequeno packer-distribuidor, um pequeno varejo ou serviço de alimentação de saída) para implementar elementos externamente desenvolvidos em suas SGSA.

recursos internos e / ou externos podem ser usados ​para atender aos requisitos deste documento.

2 Referências normativas

Não existem referências normativas contidas neste documento.

3 Termos e definições

Para efeitos do presente documento, os seguintes termos e definições.

ISO e IEC mantêm bancos de dados de terminologia para uso na normalização nos seguintes endereços:

- ISO plataforma de navegação on-line: disponível na https: // www .iso .org / obp

- IEC Electropedia: disponível na http: // www .electropedia .org /

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3.1
nível aceitável
nível de um perigo para a segurança alimentar ( 3,22 ) Não pode ser excedida na produto final ( 3.15 ) fornecida pelo
organização ( 3.31 )

3.2
critério de ação
especificação mensurável ou observável para o monitoramento ( 3,27 ) de um OPRP ( 3.30 ) Da Nota 1 da entrada: Um critério de ação é
estabelecido para determinar se um OPRP permanece no controle, e distingue entre o que é aceitável (critério atingidos ou alcançada significa que o
OPRP está a funcionar como desejado) e inaceitável (critério não encontrou nem alcançado significa que o OPRP não está a funcionar como desejado).

3,3
auditoria
sistemático, independente e documentado processo ( 3,36 ) Para obter evidências de auditoria e avaliá-la objetivamente para determinar a
extensão na qual os critérios de auditoria são cumpridas

Nota 1 de entrada: Uma auditoria pode ser uma auditoria interna (primeira parte) ou uma auditoria externa (segunda parte ou terceiro), e ele pode ser um combinado de
auditoria (da combinação de duas ou mais disciplinas).

Nota 2 à entrada: Uma auditoria interna é realizada pelo próprio ou por uma parte externa em seu nome organização. Nota 3 à entrada: “Examine

evidência” e “critérios de auditoria” são definidos na ISO 19011.

Nota 4 a entrada: disciplinas relevantes são, por exemplo, gestão da segurança alimentar, gestão da qualidade ou de gestão ambiental.

3,4
competência
capacidade de aplicar conhecimentos e habilidades para alcançar os resultados pretendidos

3,5
conformidade
cumprimento de uma requerimento ( 3,38 )

3,6
contaminação
introdução ou a ocorrência de um contaminante incluindo um perigo para a segurança alimentar ( 3,22 ) em um produtos ( 3,37 ) Ou ambiente de processamento

3.7
melhoria contínua
actividade recorrente para melhorar desempenho ( 3,33 )

3.8
medida de controlo
ação ou atividade que é essencial para evitar uma significativa perigo para a segurança alimentar ( 3,22 ) Ou reduzi-la a uma
nível aceitável ( 3.1 ) Da Nota 1 da entrada: Veja também perigo significativo da segurança alimentar ( 3.40 ).

Nota 2 de entrada: medida (s) de controlo é (são) identificado por análise de perigo.

3,9
correção
acção para eliminar um detectada não conformidade ( 3,28 )

Nota 1 de entrada: uma correcção inclui o manuseamento de produtos potencialmente inseguros e pode, portanto, ser feita em conjunto com um ação
corretiva ( 3.10 ).

Nota 2 de entrada: Uma correcção pode ser, por exemplo, o reprocessamento, processamento adicional e / ou eliminação das consequências adversas da
inconformidade (tal como disposição para outro uso ou etiquetagem específica).

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3.10
ação corretiva
ação para eliminar a causa de uma não conformidade ( 3,28 ) E para prevenir a recorrência Nota 1 de entrada:

Pode haver mais de uma causa para uma não conformidade. Nota 2 à entrada: ação corretiva inclui análise da causa.

3.11
ponto de controlo crítico PCC

no passo processo ( 3,36 ) em qual medidas de controle) ( 3.8 ) É (são) aplicada para prevenir ou reduzir uma
perigo significativo da segurança alimentar ( 3.40 ) A um nível aceitável, e definida limite crítico (s) ( 3.12 ) e
medição ( 3,26 ) Permitir a aplicação de correções ( 3,9 )

3.12
limite crítico
valor mensurável que separa a aceitabilidade da Nota inaceitabilidade 1 à entrada: limites críticos são estabelecidos para determinar se um CCP

( 3.11 ) Permanece no controle. Se um limite crítico é excedido ou não cumpridos, os produtos afetados devem ser tratadas como produtos

potencialmente inseguros. [FONTE: CAC / RCP 1-1969, modificado - A definição foi modificado e Nota 1 de entrada foi adicionado.]

3,13
informação documentada
informações que devem ser controladas e mantidas por um organização ( 3.31 ) E o meio no qual ele está contido

Nota 1 da entrada: informação documentada pode estar em qualquer formato e mídia, e de qualquer fonte. Nota 2 à entrada:

Documentado informações podem referir-se a:

- o sistema de gestão ( 3.25 ), Incluindo processos relacionados ( 3,36 );

- informações criado para que a organização para operar (documentação);

- evidência dos resultados obtidos (resultados).

3,14
eficácia
medida em que as actividades previstas são realizadas e resultados obtidos planeado

3.15
produto final
produtos ( 3,37 ) Que irá passar por nenhum processamento adicional ou transformação pela organização ( 3.31 ) Nota 1 de entrada: Um
produto que é submetido a processamento adicional ou transformação por outro organismo é um produto final no contexto da primeira entidade e
uma matéria-prima ou um ingrediente no contexto do segundo organização.

3,16
alimentação
produto único ou múltiplo (s), se processado, semi-processado ou em bruto, o qual é (são) destina-se a ser administrada aos animais para produção de
alimentos

Nota 1 da entrada: As distinções são feitas neste documento entre os termos Comida ( 3.18 ), alimentação ( 3,16 ) e comida animal ( 3,19 ):

- alimentar destinada a ser consumida por seres humanos e animais, e inclui alimentos alimentos para animais e animais;

- de alimentação destina-se a ser administrada aos animais produtores de alimentos; ©

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- ração animal destina-se a ser administrada aos animais não produtores de alimentos, tais como animais de estimação.

[Fonte: CAC / GL 81-2013, modificados - A palavra “materiais” foi alterado para “produtos” e “diretamente” foi eliminada.]

3.17
diagrama de fluxo
apresentação esquemática e sistemática da sequência e interacções de passos no processo de

3.18
alimentos
substância (ingrediente), se processado, semi-processado ou em bruto, o qual é destinado para o consumo, e inclui uma bebida,
goma de mascar e qualquer substância que tem sido utilizado no fabrico, preparao ou tratamento de “comida”, mas não inclui
cosméticos ou tabaco ou substâncias (ingredientes) utilizados apenas como drogas

Nota 1 da entrada: As distinções são feitas neste documento entre os termos Comida ( 3.18 ), alimentação ( 3,16 ) e comida animal ( 3,19 ):

- alimentar destinada a ser consumida por seres humanos e animais, e inclui alimentos alimentos para animais e animais;

- de alimentação destina-se a ser administrada aos animais produtores de alimentos;

- ração animal destina-se a ser administrada aos animais não produtores de alimentos, tais como animais de estimação.

[Fonte:. CAC / GL 81-2013, modificado - A palavra “humano” foi suprimido]

3,19
comida animal
produto único ou múltiplo (s), se processado, semi-processado ou em bruto, o qual é (são) destina-se a ser administrada aos animais não produtores de
alimentos

Nota 1 da entrada: As distinções são feitas neste documento entre os termos Comida ( 3.18 ), alimentação ( 3,16 ) e comida animal ( 3,19 ):

- alimentar destinada a ser consumida por seres humanos e animais, e inclui alimentos alimentos para animais e animais;

- de alimentação destina-se a ser administrada aos animais produtores de alimentos;

- ração animal destina-se a ser administrada aos animais não produtores de alimentos, tais como animais de estimação.

[FONTE: CAC / GL 81-2013, modificados - A palavra “materiais” foi modificado para “produtos”, foi adicionado “não” e
“directamente” foi eliminado.]

3,20
cadeia alimentar
sequência das fases da produção, processamento, distribuição, armazenamento e manuseamento de um Comida ( 3.18 ) E os seus ingredientes,

de produção primária até ao consumo Nota 1 de entrada: Este inclui a produção de alimentação ( 3,16 ) e comida animal ( 3,19 ).

Nota 2 de entrada: A cadeia alimentar também inclui a produção de materiais destinados a entrar em contacto com os alimentos ou as matérias-primas.

Nota 3 à entrada: A cadeia alimentar também inclui prestadores de serviços.

3.21
segurança alimentar
garantia de que os alimentos não irá causar um efeito adverso à saúde para o consumidor quando ele é preparado e / ou consumidos de acordo com seu

uso pretendido Nota 1 de entrada: A segurança alimentar está relacionada com a ocorrência de riscos de segurança alimentar ( 3,22 ) dentro produtos finais ( 3.15 )

E não inclui outros aspectos de saúde relacionados com, por exemplo, a desnutrição.

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Nota 2 à entrada: Não deve ser confundida com a disponibilidade de, eo acesso a alimentos ( “segurança alimentar”). Nota 3 à entrada: Isto inclui

alimentação alimento e animal.

[Fonte: CAC / RCP 1-1969, modificado - A palavra “dano” foi alterado para “efeito adverso à saúde” e foram adicionadas notas
à entrada.]

3,22
perigo para a segurança alimentar
biológica, química ou física no agente Comida ( 3.18 ) Com o potencial de causar um efeito Nota saúde adverso 1 à entrada: O termo “perigo”

não deve ser confundido com o termo “ risco ”( 3,39 ) Que, no contexto de segurança alimentar, significa uma função da probabilidade de um efeito nocivo

para a saúde (por exemplo, ficar doente) e a gravidade desse efeito (por exemplo, morte, hospitalização) quando expostos a um risco especificado. Nota 2 à

entrada: riscos de segurança alimentar incluem alérgenos e substâncias radiológicos.

Nota 3 de entrada: No contexto de alimentos para animais e ingredientes, os riscos de segurança alimentar relevante são aqueles que podem estar presentes em e / ou em
alimentos para animais e ingredientes e que podem por meio de consumo animal de alimentação ser transferido para alimentos e pode, assim, ter a potencial para causar um efeito
adverso à saúde para o animal ou para o consumidor humano. No contexto de outros que não os de manuseamento directamente alimentação humana e animal (por exemplo,
produtores de materiais de embalagem, desinfectantes) operações, riscos para a segurança alimentar relevantes são os perigos que podem ser directa ou indirectamente
transferidos para a alimentação quando utilizado como pretendido (ver 8.5.1.4 ).

Nota 4 a entrada: No contexto de alimentos de origem animal, os riscos de segurança alimentar relevantes são aqueles que são perigosos para as espécies animais a que o
alimento se destina.

[Fonte: CAC / RCP 1-1969, modificado - A frase “ou condição de” foi suprimida da definição e notas à entrada foram
adicionados.]

3.23
interessado ( termo preferido)
partes interessadas ( termo admitido) ou pessoa organização ( 3.31 ) Que podem afetar, ser afectado, ou perceber-se a ser afectada por uma
decisão ou atividade

3,24
monte
quantidade definida de um produtos ( 3,37 ) Produzido e / ou processado e / ou embalados essencialmente sob as mesmas condições

Nota 1 da entrada: O lote é determinada por parâmetros previamente estabelecidos pela organização e pode ser descrito por outros termos, por
exemplo lote.

Nota 2 à entrada: O lote pode ser reduzida a uma única unidade de produto.

[FONTE:. CODEX STAN 1, modificado - A referência a “e / ou processado e / ou embalados” foi incluída na definição e foram
adicionados notas à entrada]

3.25
Sistema de gestão
um conjunto de elementos interligados ou interagem de um organização ( 3.31 ) Para estabelecer políticas ( 3,34 ) e
Objetivos ( 3,29 ) e processos ( 3,36 ) Para atingir esses objectivos

Nota 1 da entrada: Um sistema de gestão pode abordar uma única disciplina ou várias disciplinas. Nota 2 à entrada: Os elementos do sistema

incluem estrutura, papéis e responsabilidades da organização, planejamento e operação.

Nota 3 à entrada: O escopo de um sistema de gestão podem incluir toda a organização, funções específicas e identificadas da

organização, seções específicas e identificadas da organização, ou uma ou mais funções em um grupo de organizações. © ISO 2018 -

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Nota 4 a entrada: disciplinas relevantes são, por exemplo, um sistema de gestão da qualidade ou um sistema de gestão ambiental.

3,26
medição
processo ( 3,36 ) Para determinar um valor

3,27
monitoração
determinação do estado de um sistema, uma processo ( 3,36 ) Ou uma actividade

Nota 1 da entrada: Para determinar o status, pode haver uma necessidade de verificar, supervisionar ou criticamente observar. Nota 2 de entrada: No contexto

da segurança dos alimentos, a monitorização é a realização de uma sequência planeada de observações e medições para avaliar se um processo está a

funcionar como desejado. Nota 3 à entrada: As distinções são feitas neste documento entre os termos validação ( 3,44 ), monitoramento ( 3,27 ) e verificação ( 3.45 ):

- validação é aplicada antes de uma actividade e fornece informações sobre a capacidade de fornecer resultados pretendidos;

- monitorização é aplicada durante uma actividade e fornece informação para a acção dentro de um período de tempo especificado;

- verificação é aplicada depois de uma actividade e fornece a informação para a confirmação de conformidade.

3,28
inconformismo
O incumprimento de um requerimento ( 3,38 )

3,29
objetivo
resultado a alcançar

Nota 1 da entrada: Um objetivo pode ser estratégico, tático ou operacional.

Nota 2 à entrada: Objetivos podem se relacionar com diferentes disciplinas (tais como financeiro, saúde e segurança, e as metas ambientais) e
podem aplicar em diferentes níveis (como estratégica, toda a organização, projeto, produto e
processo ( 3,36 )).

Nota 3 de entrada: Um objectivo pode ser expresso de outras maneiras, por exemplo, como um resultado pretendido, um propósito, um critério operacional, como um
objectivo SGSA, ou pelo uso de outros palavras de significado semelhante (por exemplo, como objectivo, meta, ou alvo ).

Nota 4 a entrada: No contexto da SGIA, os objetivos são definidos pela organização, consistente com a política de segurança alimentar, para alcançar resultados
específicos.

3.30
operacional OPRP programa pré-requisito

medida de controlo ( 3.8 ) Ou a combinação de medidas de controlo aplicado para prevenir ou reduzir uma perigo significativo da segurança
alimentar ( 3.40 ) para um nível aceitável ( 3.1 ), e onde critério de acção ( 3.2 ) e medição ( 3,26 ) Ou observação permitir o controlo eficaz do processo
( 3,36 ) E / ou produtos ( 3,37 )

3.31
organização
pessoa ou grupo de pessoas que tem suas próprias funções com responsabilidades, autoridades e relações para atingir os seus Objetivos ( 3,29
)

Nota 1 da entrada: O conceito de organização inclui, mas não se limita ao único-trader, empresa, corporação, firma, empresa, autoridade,
parcerias, caridade ou instituição, ou parte ou combinação destas, incorporada ou não, pública ou privada .

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3,32
terceirizar, verbo
fazer uma disposição em que uma externo organização ( 3.31 ) Realiza parte da função de uma organização ou processo ( 3,36 )

Nota 1 da entrada: uma organização externa está fora do escopo do Sistema de gestão ( 3.25 ), Embora a função de outsourcing ou processo
está dentro do âmbito.

3,33
desempenho
resultado mensurável

Nota 1 da entrada: Desempenho pode se relacionar tanto para quantitativos ou qualitativos resultados. Nota 2 à entrada: Desempenho pode se relacionar

com a gestão das actividades, processos ( 3,36 ), produtos ( 3,37 ) (Incluindo serviços), ou sistemas organizações ( 3.31 ).

3.34
política
intenções e direção de um organização ( 3.31 ) Como formalmente expressa pelo seu gestão de topo ( 3,41 )

3.35
PRP programa pré-requisito

condições básicas e atividades que são necessárias no organização ( 3.31 ) E em todo o


cadeia alimentar ( 3,20 ) Para manter a segurança dos alimentos

Nota 1 da entrada: Os PPR necessários dependem do segmento da cadeia alimentar em que a organização opera e do tipo de organização.
Exemplos de condições equivalentes são: boa prática agrícola (GAP), uma boa prática veterinária (VBP), a boa prática de fabrico (BPF), boas
práticas de higiene (BPH), a boa prática de produção (GPP), boas práticas de distribuição (PIB) e boa negociação prática (GTP).

3,36
processo
conjunto de actividades inter-relacionadas que transforma entradas e saídas

3,37
produto
saída que é um resultado de um processo ( 3,36 ) Da Nota 1 da

entrada: Um produto pode ser um serviço.

3,38
requerimento
necessidade ou expectativa que é expressa, geralmente implícita ou obrigatória

Nota 1 da entrada: “Geralmente implícita” significa que é costume ou prática comum para a organização e as partes interessadas que a necessidade

ou expectativa sob consideração está implícita. Nota 2 à entrada: Um requisito especificado é aquele que é indicado, por exemplo, informações

documentadas.

3,39
risco
efeito de incerteza

Nota 1 de entrada: Um efeito é um desvio em relação ao esperado - positivo ou negativo.

Nota 2 à entrada: A incerteza é o estado, mesmo parcial, de deficiência de informações relacionadas com, entendimento ou conhecimento, um evento, sua
conseqüência ou probabilidade.

Nota 3 à entrada: Risco é muitas vezes caracterizado por referência a potenciais “eventos” (conforme definido no Guia ISO 73: 2009,
3.5.1.3) e “consequências” (como definido no Manual ISO 73: 2009, 3.6.1.3), ou uma combinação destes. © ISO 2018 - Todos os direitos

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Nota 4 a entrada: Risco é muitas vezes expressa em termos de uma combinação das consequências de um evento (incluindo alterações em circunstâncias) e o

associado “probabilidade” (como definido no Manual ISO 73: 2009, 3.6.1.1) de ocorrência. Nota 5 a entrada: risco de segurança alimentar é uma função da

probabilidade de um efeito adverso para a saúde e da gravidade desse efeito, como consequência de (a) perigo (s) em Comida ( 3.18 ), Como especificado no

manual de Codex processual [ 11 ].

3.40
perigo para a segurança alimentar significativa
perigo para a segurança alimentar ( 3,22 ), Identificados através da avaliação do perigo, que precisa ser controlada por
medidas de controle ( 3.8 )

3,41
alta administração
pessoa ou grupo de pessoas que dirige e controla uma organização ( 3.31 ) No nível mais alto Nota 1 de entrada: A alta
administração tem o poder de delegar autoridade e fornecer recursos dentro da organização.

Nota 2 à entrada: Se o escopo do Sistema de gestão ( 3.25 ) Abrange apenas parte de uma organização, em seguida, a gestão de topo se refere
àqueles que dirigir e controlar essa parte da organização.

3,42
rastreabilidade
capacidade de seguir a história, aplicação, movimento e localização de um objecto por meio de fase especificado (s) de produção,
processamento e distribuição

Nota 1 da entrada: Movimento pode se relacionar a origem do material, história transformação ou distribuição do
Comida ( 3.18 ).

Nota 2 à entrada: Um objeto pode ser um produtos ( 3,37 ), Um material, um aparelho, equipamento, um serviço, etc. [FONTE:

Modified CAC / GL 60-2006, - Notas à entrada ter sido adicionado.]

3,43
atualização
atividade imediata e / ou planeada para assegurar a aplicação da informação mais recente Nota 1 de entrada:

Atualização é diferente dos termos “manter” e “reter”:

- “Manter” é manter algo em curso / para manter em bom estado;

- “Reter” é manter algo que é recuperável.

3,44
validação
<Segurança de alimentos> obtenção de provas de que um medida de controlo ( 3.8 ) (Ou combinação de medidas de controlo) será capaz de controlar
eficazmente a perigo significativo da segurança alimentar ( 3.40 )

Nota 1 de entrada: A validação é realizada no momento de uma combinação medida de controlo é concebido, ou sempre que as mudanças são feitas para as
medidas de controlo aplicados.

Nota 2 à entrada: As distinções são feitas neste documento entre os termos validação ( 3,44 ), monitoramento ( 3,27 ) e verificação ( 3.45 ):

- validação é aplicada antes de uma actividade e fornece informações sobre a capacidade de fornecer resultados pretendidos;

- monitorização é aplicada durante uma actividade e fornece informação para a acção dentro de um período de tempo especificado;

- verificação é aplicada depois de uma actividade e fornece a informação para a confirmação de conformidade.

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3.45
verificação
confirmação, através do fornecimento de evidência objetiva, que especificou requisitos ( 3,38 ) Foram cumpridas

Nota 1 da entrada: As distinções são feitas neste documento entre os termos validação ( 3,44 ), monitoramento ( 3,27 ) e verificação ( 3.45 ):

- validação é aplicada antes de uma actividade e fornece informações sobre a capacidade de fornecer resultados pretendidos;

- monitorização é aplicada durante uma actividade e fornece informação para a acção dentro de um período de tempo especificado;

- verificação é aplicada depois de uma actividade e fornece a informação para a confirmação de conformidade.

4 Contexto da organização

4.1 Compreender a organização e seu contexto

A organização deve determinar as questões externas e internas que são relevantes para a sua finalidade e que afetam sua capacidade de atingir o
resultado pretendido (s) de seus SGSA.

A organização deve identificar, rever e atualizar informações relacionadas com estas questões externas e internas. NOTA 1

Questões podem incluir fatores ou condições positivas e negativas para consideração. NOTA 2 Entender o contexto pode
ser facilitada por se considerar questões externas e internas, incluindo, mas não limitado a, legal, tecnológico, competitivo, mercado,
cultural, social e ambientes econômicos, cibersegurança e fraude alimentar, defesa alimentos e contaminação intencional, conhecimento
e desempenho da organização, seja internacional, nacional, regional ou local.

4.2 Compreender as necessidades e expectativas das partes interessadas

Para garantir que a organização tem a capacidade de fornecer consistentemente produtos e serviços que atendam aos requisitos legais
aplicáveis, regulamentares e do cliente no que diz respeito à segurança alimentar, a organização deve determinar:

a) as partes interessadas que são relevantes para os SGSA;

b) os requisitos relevantes das partes interessadas dos SGSA.

A organização deve identificar, rever e atualizar informações relacionadas com as partes interessadas e as suas necessidades.

4.3 Determinar o escopo do sistema de gestão da segurança alimentar

A organização deve determinar os limites e aplicabilidade das SGSA para estabelecer seu escopo. O escopo deve especificar os
produtos e serviços, processos e local (s) de produção que estão incluídos nas SGSA. O escopo deve incluir as atividades,
processos, produtos ou serviços que podem ter uma influência sobre a segurança alimentar dos seus produtos finais. Ao determinar
neste âmbito, a organização deve considerar:

a) as questões externas e internas referidas no 4.1 ;

b) as exigências referidas no 4,2 .

O escopo deve estar disponível e mantido como informação documentada.

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sistema de gestão da segurança 4.4 Alimentação

A organização deve estabelecer, implementar, manter, atualizar e melhorar continuamente um SGSA, incluindo os processos
necessários e suas interações, de acordo com as exigências do presente documento.

5 Liderança

5.1 Liderança e compromisso

A alta administração deve demonstrar liderança e compromisso em relação aos SGSA por:

a) assegurar que a política de segurança alimentar e os objectivos da SGIA são estabelecidos e são compatíveis com a
direção estratégica da organização;

b) Assegurar a integração dos requisitos FSMs em processos de negócio da organização;

c) assegurar que os recursos necessários para as SGSA estão disponíveis;

d) comunicar a importância de uma gestão eficaz da segurança alimentar e em conformidade com os requisitos FSMs, requisitos
estatutários e regulamentares aplicáveis, e exigências dos clientes mutuamente acordados relacionados à segurança alimentar;

e) assegurar que o SGSA é avaliada e mantido para alcançar o seu resultado (s) pretendido (ver 4.1 );

f) dirigir e apoiar as pessoas que contribuem para a eficácia dos SGSA;

g) promover a melhoria contínua;

h) apoio a outras funções de gestão relevantes para demonstrar sua liderança como se aplica a suas áreas de responsabilidade.
NOTA
A referência a “negócio” neste documento pode ser interpretado de forma ampla para significar as atividades que são fundamentais para os
propósitos da existência da organização.

5.2 política

5.2.1 Estabelecer a política de segurança alimentar

A gestão de topo deve estabelecer, implementar e manter uma política de segurança alimentar que:

a) é apropriada ao propósito e contexto da organização;

b) fornece uma estrutura para a fixação ea revisão dos objectivos dos SGSA;

c) inclui um compromisso para satisfazer os requisitos de segurança alimentar aplicáveis, incluindo requisitos estatutários e regulamentares e
exigências dos clientes mutuamente acordados relacionados à segurança alimentar;

d) aborda comunicação interna e externa;

e) inclui um compromisso com a melhoria contínua dos SGSA;

f) aborda a necessidade de garantir competências relacionadas com a segurança alimentar.

5.2.2 Comunicar a política de segurança alimentar

A política de segurança alimentar deve:

a) estar disponível e mantido como informação documentada;

b) ser comunicada, entendido e aplicado a todos os níveis dentro da organização;

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c) estar disponível para as partes interessadas relevantes, conforme o caso.

5.3 funções organizacionais, responsabilidades e autoridades

5.3.1 A alta administração deve assegurar que as responsabilidades e autoridades para funções relevantes são atribuídos, comunicada

e entendida dentro da organização. A alta administração deve atribuir a responsabilidade e autoridade para:

a) assegurar que o SGSA está em conformidade com as exigências do presente documento;

b) elaboração de relatórios sobre o desempenho do SGSA à gestão de topo;

c) nomear a equipe de segurança de alimentos e o líder da equipe de segurança alimentar;

d) designar as pessoas com responsabilidade e autoridade definidas para iniciar e ação (s) documento.

5.3.2 O líder da equipe de segurança alimentar será responsável por:

a) assegurar o SGSA seja estabelecido, implementado, mantido e atualizado;

b) gestão e organização do trabalho da equipa da segurança alimentar;

c) assegurar a formação e competências relevantes para a equipe de segurança de alimentos (ver 7,2 );

d) relatar à gestão de topo sobre a eficácia e adequação dos SGSA.

5.3.3 Todas as pessoas devem ter a responsabilidade de denunciar o problema (s) em relação aos SGSA a pessoa (s) identificado.

6 Planejamento

6.1 Ações para enfrentar os riscos e oportunidades

6.1.1 Ao planejar as SGSA, a organização deve considerar as questões referidas no 4.1 e os requisitos referidos no 4,2 e 4.3 e
determinar os riscos e oportunidades que precisam ser enviadas para:

a) dar garantia de que os SGSA pode alcançar o seu resultado (s) que se destina;

b) aumentar os efeitos desejáveis;

c) prevenir, ou reduzir, os efeitos indesejados;

d) alcançar a melhoria contínua. NOTA

No contexto deste documento, o conceito de riscos e oportunidades é limitada a eventos e suas conseqüências relacionadas com o
desempenho ea eficácia dos SGSA. As autoridades públicas são responsáveis ​por lidar com os riscos de saúde pública. Organizações são
obrigados a gerenciar riscos de segurança alimentar (ver 3,22 ) E os requisitos relacionados com este processo que está previsto no cláusula 8 .

6.1.2 A organização deve planejar:

a) ações para enfrentar esses riscos e oportunidades;

b) como:

1) integrar e implementar as acções nos seus processos REFs;

2) avaliar a eficácia destas acções.

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6.1.3 As ações tomadas pela organização para enfrentar os riscos e as oportunidades devem ser proporcionais à:

a) o impacto sobre requisitos de segurança alimentar;

b) A conformidade dos produtos alimentares e serviços aos clientes;

c) os requisitos das partes interessadas na cadeia alimentar.

Nota 1 Ações para enfrentar os riscos e as oportunidades podem incluir: evitar o risco, tomada de risco, a fim de buscar uma oportunidade, eliminando a
fonte de risco, mudando a probabilidade ou as conseqüências, compartilhando o risco, ou aceitar a presença de risco pela decisão informada.

NOTA 2 Oportunidades pode levar à adoção de novas práticas (modificação de produtos ou processos), utilizando novas tecnologias e outras possibilidades
desejáveis ​e viáveis ​para atender às necessidades de segurança de alimentos da organização ou seus clientes.

6.2 Objectivos do sistema de gestão da segurança alimentar e planejamento para alcançá-los

6.2.1 A organização deve estabelecer objectivos para os SGSA nas funções e níveis relevantes. Os objectivos das deve

SGSA:

a) ser consistente com a política de segurança alimentar;

b) ser mensurável (se possível);

c) Ter em conta os requisitos de segurança alimentar aplicáveis, incluindo requisitos legais, regulamentares e do cliente;

d) ser monitorizada e verificada;

e) ser comunicada;

f) ser mantidos e atualizados conforme apropriado.

A organização deve manter informações documentadas sobre os objectivos para os SGSA.

6.2.2 Ao planejar como alcançar os seus objectivos para os SGSA, a organização deve determinar:

a) o que será feito;

b) os recursos que serão necessários;

c) que será responsável;

d) quando se vai ser preenchido;

e) a forma como os resultados serão avaliados.

6.3 Planejamento de mudanças

Quando a organização determina a necessidade de alterações no SGSA, incluindo mudanças de pessoal, as mudanças devem ser

realizadas e comunicadas de forma planejada. A organização deve considerar:

a) o objetivo das mudanças e suas possíveis consequências;

b) a integridade continuada dos SGSA;

c) a disponibilidade de recursos para implementar eficazmente as mudanças;

d) a atribuição ou re-alocação de responsabilidades e autoridades.

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7 Suporte

7.1 Recursos

7.1.1 Geral

A organização deve determinar e prover os recursos necessários para o estabelecimento, implementação, manutenção,
atualização e melhoria contínua dos SGSA. A organização deve considerar:

a) a capacidade de, e quaisquer restrições sobre, recursos internos existentes;

b) a necessidade de recursos externos.

7.1.2 Pessoas

A organização deve assegurar que as pessoas necessárias para operar e manter um SGSA eficazes são competente (ver 7,2 ).

Onde o apoio de peritos externos é usado para o desenvolvimento, implementação, operação ou avaliação dos SGSA,
evidências de acordo ou contratos que definem a competência, responsabilidade e autoridade de peritos externos deverá ser
mantido como informação documentada.

7.1.3 Infra-estrutura

A organização deve fornecer os recursos para a determinação, estabelecimento e manutenção da infra-estrutura necessária
para alcançar a conformidade com os requisitos das SGSA. NOTA
Infra-estrutura pode incluir:

- terrestres, navios, edifícios e instalações associadas;

- equipamentos, incluindo hardware e software;

- transporte;

- tecnologia da informação e Comunicação.

ambiente 7.1.4 Trabalho

A organização deve determinar, prover e manter os recursos para o estabelecimento, gestão e manutenção do ambiente de
trabalho necessárias para alcançar a conformidade com os requisitos das SGSA. NOTA

Um meio adequado pode ser uma combinação de factores humanos e físicas, tais como:

a) social (não-discriminatório, calma, não-confrontacional);

b) psicológica (por exemplo, o stress de redução, prevenção da neutralização, emocionalmente de protecção);

c) física (por exemplo, temperatura, calor, humidade, luz, o fluxo de ar, higiene, ruído). Estes factores podem variar

substancialmente, dependendo dos produtos e serviços fornecidos.

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7.1.5 elementos desenvolvidas externamente do sistema de gestão da segurança alimentar

Quando uma organização estabelece, mantém, atualiza e melhora constantemente os SGSA usando elementos desenvolvidas
externamente de um SGSA, incluindo PPR, a análise de risco eo plano de controle de risco (ver 8.5.4 ), A organização deve assegurar
que os elementos fornecidos são:

a) desenvolvido em conformidade com os requisitos deste documento;

b) aplicável aos locais, processos e produtos da organização;

c) especificamente adaptados aos processos e produtos da organização pela equipe de segurança alimentar;

d) implementado, mantido e atualizado conforme exigido por este documento;

e) mantido como informação documentada.

7.1.6 Controlo de processos fornecidos externamente, produtos ou serviços

A organização deve:

a) estabelecer e aplicar critérios para a avaliação, seleção, monitoramento de desempenho e reavaliação de fornecedores
externos de processos, produtos e / ou serviços;

b) assegurar a comunicação adequada de requisitos para o fornecedor externo (s);

c) assegurar que os processos fornecidos externamente, produtos ou serviços não afectam negativamente a capacidade da organização para
atender consistentemente às exigências dos SGSA;

d) reter a informação documentada dessas atividades e quaisquer ações necessárias, como resultado das avaliações e
reavaliações.

7.2 Competência

A organização deve:

a) determinar as competências necessárias de pessoa (s), incluindo fornecedores externos, fazendo o trabalho sob seu controle que afeta
seu desempenho de segurança alimentar e eficácia das SGSA;

b) assegurar que estas pessoas, incluindo a equipe de segurança alimentar e os responsáveis ​pela operação do plano de
controle de risco, são competente com base em educação, formação e / ou experiência;

c) assegurar que a equipa da segurança alimentar tem uma combinação de conhecimento e experiência no desenvolvimento e implementação
das SGIA (incluindo multi-disciplinar, mas não limitado a, os riscos de produtos, processos, equipamentos e segurança de alimentos da
organização no âmbito das SGIA) ;

d) quando aplicável, tomar medidas para adquirir a competência necessária, e avaliar a eficácia das ações executadas;

e) manter a informação documentada apropriado como prova de competência. NOTA

ações aplicáveis ​podem incluir, por exemplo, a oferta de formação para, o mentoring, ou a atribuição de re- de pessoas
empregadas; ou a contratação ou contratação de pessoas competentes.

7.3 consciência

A organização deve assegurar que todas as pessoas relevantes que fazem o trabalho sob o controle da organização deve estar ciente:

a) a política de segurança alimentar;

b) os objectivos do SGSA relevantes para a sua tarefa (s);

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c) a sua contribuição individual para a eficácia dos SGSA, incluindo os benefícios da melhoria do desempenho da segurança alimentar;

d) as implicações de não conformidade com os requisitos FSMs.

7.4 Comunicação

7.4.1 Geral

A organização deve determinar as comunicações internas e externas relevantes para os SGSA, incluindo:

a) sobre o que irá se comunicar;

b) quando a comunicar;

c) com quem se comunicar;

d) como se comunicar;

e) que se comunica.

A organização deve assegurar que a exigência de uma comunicação eficaz é entendida por todas as pessoas cujas actividades têm um
impacto sobre a segurança alimentar.

7.4.2 Comunicação externa

A organização deve assegurar que informações suficientes é comunicada externamente e está disponível para as partes interessadas da
cadeia alimentar.

A organização deve estabelecer, implementar e manter uma comunicação eficaz com:

a) os fornecedores externos e empreiteiros;

b) os clientes e / ou consumidores, em relação a:

1) informações sobre o produto relacionado com a segurança alimentar, para possibilitar o manuseamento, visor, armazenagem, preparação, distribuição
e utilização do produto na cadeia alimentar ou pelo consumidor;

2) Perigos alimentos segurança identificadas que precisam ser controlados por outras organizações na cadeia alimentar e / ou pelos
consumidores;

3) disposições contratuais, consultas e pedidos, incluindo as suas alterações;

4) cliente e / ou feedback dos consumidores, incluindo reclamações;

c) autoridades estatutárias e regulamentares;

d) outras organizações que têm um impacto sobre, ou sejam afectadas pela eficácia ou actualização dos SGSA.

pessoas designadas deve ter responsabilidade e autoridade definidas para a comunicação externa de qualquer informação relativa à
segurança alimentar. Quando pertinente, informações obtidas através da comunicação externa deve ser incluída como entrada para a
revisão pela gestão (ver 9,3 ) E para a actualização das SGIA (ver 4,4 e 10.3 ).

Evidência de comunicação externa deve ser mantido como informação documentada.

7.4.3 Comunicação interna

A organização deve estabelecer, implementar e manter um sistema eficaz de comunicar as questões que têm impacto sobre a segurança
alimentar.

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Para manter a eficácia dos SGSA, a organização deve assegurar que a equipa da segurança alimentar é informado em tempo
hábil de mudanças no seguinte:

a) produtos ou novos produtos;

b) de matérias-primas, ingredientes e serviços;

c) os sistemas de produção e equipamento;

d) as instalações de produção, a localização do equipamento e do ambiente circundante;

e) programas de limpeza e saneamento;

f) sistemas de embalagem, armazenamento e distribuição;

g) competências e / ou atribuição de responsabilidades e autorizações;

h) os requisitos legais e regulamentares aplicáveis;

i) conhecimento sobre os riscos de segurança alimentar e medidas de controle;

j) cliente, o setor e outros requisitos que a organização observa;

k) inquéritos relevantes e comunicações de partes interessadas externas;

l) reclamações e alertas indicando perigos de segurança alimentar associados ao produto final;

m) outras condições que têm um impacto na segurança alimentar.

A equipa da segurança alimentar devem assegurar que esta informação está incluída na atualização dos SGIA (ver 4,4
e 10.3 ).

A alta administração deve assegurar que a informação relevante é incluída como entrada para a revisão pela gestão (ver 9,3 ).

7,5 informação documentada

7.5.1 Geral

SGSA da organização deve incluir:

a) documentado informação requerida pelo presente documento;

b) documentadas informações determinados pela organização como sendo necessários para a eficácia das SGSA;

c) documentado requisitos de informação e de segurança alimentar exigidos pelas autoridades legais, reguladoras e clientes.
NOTA
A extensão da informação documentada por um SGSA podem diferir de uma organização para outra devido a:

- o tamanho da organização e seu tipo de atividades, processos, produtos e serviços;

- a complexidade dos processos e as suas interacções;

- a competência das pessoas.

7.5.2 Criar e atualizar

Ao criar e atualizar informações documentadas, a organização deve assegurar apropriado:

a) identificação e descrição (por exemplo, um título, data, autor, ou número de referência);

b) formato (por exemplo, idioma, versão do software, gráficos) e meios de comunicação (por exemplo, papel, eletrônicos);

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c) análise e aprovação para adequação e adequação.

7.5.3 Controle de informação documentada

7.5.3.1 informação documentada exigido pelas SGSA e por este documento devem ser controlados para garantir:

a) ele está disponível e adequado para uso, onde e quando for necessário;

b) que é adequadamente protegido (por exemplo, a partir de perda de confidencialidade, uso indevido, ou perda de integridade).

7.5.3.2 Para o controle de informações documentadas, a organização deve abordar as seguintes atividades, conforme o caso:

a) distribuição, acesso, recuperação e utilização;

b) o armazenamento e preservação, incluindo a preservação de legibilidade;

c) o controlo de mudanças (por exemplo, controlo de versões);

d) de retenção e disposição.

informações documentadas de origem externa determinados pela organização como sendo necessários para o planejamento e operação

dos SGSA devem ser identificados, conforme apropriado, e controlado. informação documentada retidos como prova de conformidade deve

ser protegido contra alterações não intencionais. NOTA

O acesso pode implicar uma decisão sobre a permissão para exibir apenas as informações documentadas, ou a permissão e
autoridade para visualizar e alterar as informações documentadas.

8 Operação

8.1 planejamento e controle operacional

A organização deve planejar, implementar, controlar, manter e atualizar os processos necessários para atender aos requisitos para a
realização de produtos seguros, e para implementar as ações determinadas em 6.1 , de:

a) estabelecer critérios para os processos;

b) aplicação de um controlo dos processos em conformidade com os critérios;

c) manter a informação documentada na medida do necessário para ter a confiança para demonstrar que os processos foram
realizados como planejado.

A organização deve controlar as alterações previstas e rever as consequências das mudanças inesperadas, tomando medidas para mitigar

quaisquer efeitos adversos, se necessário. A organização deve assegurar que os processos terceirizados são controlados (ver 7.1.6 ).

8.2 Programas pré-requisito (PPRs)

8.2.1 A organização deve estabelecer, implementar, manter e atualizar PRP (s) para facilitar a prevenção e / ou redução de
contaminantes (incluindo riscos de segurança alimentar) no ambiente de produtos, processamento de produtos e de trabalho.

8.2.2 O PRP (s) é de:

a) apropriado para a organização e seu contexto no que diz respeito à segurança alimentar;

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ISO 22000: 2018 (E)

b) adequado para o tamanho e tipo da operação e da natureza dos produtos a ser fabricados e / ou tratadas;

c) implementado em todo o sistema de produção, quer como programas aplicáveis ​em geral ou como programas aplicáveis ​a
um determinado produto ou processo;

d) aprovados pela equipe de segurança de alimentos.

8.2.3 Ao selecionar e / ou o estabelecimento de PRP (s), a organização deve assegurar que legal aplicável, os requisitos do cliente
regulamentares e mutuamente acordadas são identificados. A organização deve considerar:

a) a parte aplicável da série 22002 ISO / TS;

b) normas aplicáveis, códigos de conduta e diretrizes.

8.2.4 Ao estabelecer PRP (s) a organização deve considerar:

a) construção, lay-out de edifícios e instalações associadas;

b) lay-out das instalações, incluindo zoneamento, espaço de trabalho e instalações de funcionários;

c) o fornecimento de ar, água, energia e outros utilitários;

d) de controlo de pragas, resíduos e eliminação de águas residuais e serviços de suporte;

e) a adequação dos equipamentos e sua acessibilidade para limpeza e manutenção;

f) processos de aprovação fornecedor e de garantia (por exemplo, matérias-primas, ingredientes, produtos químicos e embalagem);

g) recepção de entrada de materiais, armazenamento, envio, transporte e manuseamento de produtos;

h) as medidas para a prevenção de contaminação cruzada;

i) de limpeza e desinfecção;

j) higiene pessoal;

k) a consciência do produto informações / consumidor;

l) outros, conforme apropriado.

informações documentado deve especificar a selecção, o estabelecimento, monitoramento aplicável e verificação do PRP (s).

8.3 sistema de rastreabilidade

O sistema de rastreabilidade deve ser capaz de identificar exclusivamente o material de entrada a partir dos fornecedores e a primeira
fase da via de distribuição do produto final. Ao estabelecer e implementar o sistema de rastreabilidade, o seguinte deve ser considerado
como um mínimo:

a) relação de lotes de materiais recebidos, ingredientes e produtos intermédios para os produtos finais;

b) reformulação dos materiais / produtos;

c) de distribuição do produto final.

A organização deve assegurar que legal aplicável, requisitos regulamentares e do cliente são identificados.

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ISO 22000: 2018 (E)

informação documentada como evidência do sistema de rastreabilidade devem ser conservados durante um período definido para
incluir, no mínimo, a vida de prateleira do produto. A organização deve verificar e testar a eficácia do sistema de rastreabilidade. NOTA

Sempre que necessário, é esperado que a verificação do sistema para incluir a reconciliação de quantidades de produtos finais com a
quantidade de ingredientes como evidência de eficácia.

preparação 8.4 e resposta à emergência

8.4.1 Geral

A alta administração deve assegurar que os procedimentos estão no local para responder a potenciais situações de emergência ou incidentes que podem
ter um impacto na segurança alimentar que são relevantes para o papel da organização na cadeia alimentar.

informações documentado deve ser estabelecido e mantido para gerir essas situações e incidentes.

8.4.2 Manuseamento de emergências e incidentes

A organização deve:

a) responder a situações reais de emergência e incidentes por:

1), assegurando as exigências legais e regulamentares aplicáveis ​são identificados;

2) que comunica internamente;

3) comunicar externamente (por exemplo, fornecedores, os clientes, as entidades apropriadas, meios);

b) tomar medidas para reduzir as consequências da situação de emergência, adequada à magnitude da emergência ou incidente e o
potencial impacto na segurança alimentar;

c) testar periodicamente os procedimentos, caso seja possível;

d) avaliação e, se necessário, actualizar a informação documentada após a ocorrência de qualquer incidente, situação de
emergência ou testes. NOTA
Exemplos de situações de emergência que podem afetar a segurança e / ou produção de alimentos são desastres naturais, acidentes ambientais, o
bioterrorismo, acidentes de trabalho, emergências de saúde pública e outros acidentes, por exemplo, interrupção de serviços essenciais, tais como água, electricidade
ou o fornecimento de refrigeração.

controlo 8,5 perigo

8.5.1 passos preliminares para permitir análise de perigos

8.5.1.1 Geral

Para realizar a análise de perigos, informações preliminares documentados devem ser recolhidos, mantido e atualizado pela equipe de
segurança de alimentos. Esta deve incluir, mas não se limitam a:

a) aplicáveis ​requisitos legais, regulamentares e do cliente;

b) os produtos da organização, processos e equipamentos;

c) riscos de segurança alimentar relevantes para os SGSA.

8.5.1.2 Características das matérias-primas, ingredientes e materiais em contacto com produtos

A organização deve assegurar que todos os requisitos estatutários e regulamentares aplicáveis ​de segurança alimentar são identificados para todas as
matérias-primas, ingredientes e materiais de contato com o produto.

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A organização deve manter informações documentadas sobre todas as matérias-primas, ingredientes e materiais de contato do
produto, na medida necessária à condução da análise de perigos (ver 8.5.2 ), Incluindo o seguinte, quando apropriado:

a) características físicas, químicas e biológicas;

b) A composição de ingredientes formulados, incluindo aditivos e auxiliares de processamento;

c) fonte (por exemplo, animal, mineral ou vegetal);

d) O local de origem (origem);

e) método de produção;

f) O método de embalagem e entrega;

g) As condições de armazenamento e de vida de prateleira;

h) preparação e / ou manuseamento antes da utilização ou de transformação;

i) critérios de aceitação relacionados com a segurança dos alimentos ou especificações de materiais comprados e ingredientes apropriados para o uso
pretendido.

8.5.1.3 Características dos produtos finais

A organização deve assegurar que todos os requisitos estatutários e regulamentares aplicáveis ​de segurança alimentar são identificados para todos os
produtos finais destinados a ser produzido.

A organização deve manter informações documentadas sobre as características dos produtos finais, na medida necessária à
condução da análise de perigos (ver 8.5.2 ), Incluindo informações sobre o seguinte, conforme apropriado:

a) nome do produto ou identificação semelhante;

b) composição;

c) características físicas relevantes para a segurança alimentar biológicos, químicos e;

d) destina-se a vida de prateleira e condições de armazenagem;

e) As embalagens;

f) rotulagem relativa à segurança e / ou instruções para o manuseamento, a preparação de alimentos e o uso pretendido;

g) método (s) de distribuição e entrega.

8.5.1.4 Utilização prevista

O uso pretendido, incluindo o manuseamento razoavelmente esperada do produto final e qualquer uso não intencional, mas mau uso razoavelmente

esperado e uso indevido do produto final, serão considerados e devem ser mantidos como informação documentada na medida necessária à condução

da análise de perigos (ver 8.5.2 ). Sempre que necessário, grupos de consumidores / utilizadores devem ser identificados para cada produto. Grupos de

consumidores / utilizadores conhecidos por serem especialmente vulneráveis ​a riscos específicos de segurança alimentar devem ser identificados.

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8.5.1.5 diagramas de fluxo e descrição de processos

8.5.1.5.1 Preparação dos fluxogramas

A equipa da segurança alimentar deve estabelecer, manter e diagramas de fluxo de atualização como informações documentadas para os produtos ou
categorias de produtos e os processos abrangidos pelas SGSA.

diagramas de fluxo de fornecer uma representação gráfica do processo. Os fluxogramas devem ser usados ​na condução da análise de perigos
como uma base para avaliar a possível ocorrência, aumento, diminuição ou introdução de perigos para a segurança alimentar.

Os fluxogramas devem ser claras, precisas e suficientemente detalhadas para a extensão necessária à condução da análise de perigos. Os
fluxogramas devem, conforme apropriado, incluir o seguinte:

a) a sequência e a interação dos passos na operação;

b) quaisquer processos externos;

c) em que as matérias-primas, ingredientes, auxiliares de processamento, materiais de embalagem, utilidades e produtos intermédios entrar no fluxo;

d) onde retrabalho e tomada de reciclagem local;

e) em que os produtos finais, produtos intermédios, subprodutos e resíduos são libertados ou retirados.

8.5.1.5.2 confirmação no local de diagramas de fluxo de

A equipe de segurança de alimentos deve confirmar no local a exatidão dos diagramas de fluxo, atualizar os diagramas de fluxo sempre que
adequado e reter a informação documentada.

8.5.1.5.3 Descrição de processos e o ambiente do processo

A equipa da segurança alimentar deve descrever, na medida necessária à condução da análise de perigos:

a) o layout das instalações, incluindo áreas de alimentos e manuseio não alimentar;

b) de equipamentos de processamento e materiais de contacto, auxiliares de processamento e o fluxo de materiais;

c) PRPs, parâmetros do processo, medidas de controlo (se existirem) e / ou o rigor com o qual eles são aplicados, ou procedimentos que podem
influenciar a segurança alimentar existente;

d) requisitos externos (por exemplo, de autoridades ou clientes estatutários e regulamentares) que podem afetar a escolha e
o rigor das medidas de controlo.

As variações decorrentes das variações sazonais esperados ou padrões de turnos devem ser incluídas conforme apropriado.

As descrições devem ser actualizada sempre que adequado e mantido como informação documentada.

8.5.2 Análise de perigos

8.5.2.1 Geral

A equipe de segurança de alimentos deve conduzir uma análise de risco, com base nas informações preliminares, para determinar os riscos
que precisam ser controlados. O grau de controle devem garantir a segurança alimentar e, se for o caso, será utilizado uma combinação de
medidas de controle.

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8.5.2.2 identificação de perigos e determinação de níveis aceitáveis

8.5.2.2.1 A organização deve identificar e documentar todos os riscos de segurança alimentar que são razoavelmente esperados para ocorrer

em relação ao tipo de produto, tipo de processo e ambiente de processo. A identificação deve ser baseada em:

a) as informações preliminares e os dados recolhidos em conformidade com 8.5.1 ;

b) experiência;

c) interna e informações externas, incluindo, na medida do possível, epidemiológicos, científicos e outros dados históricos;

d) a informação a partir da cadeia alimentar em riscos para a segurança dos alimentos relacionados com a segurança dos produtos finais, produtos
intermédios e a comida no tempo de consumo;

requisitos e) estatutárias, regulamentares e do cliente.

NOTA 1: A experiência pode incluir informações de funcionários e peritos externos que estão familiarizados com o produto e / ou processos em outras
instalações.

NOTA 2 Requisitos estatutários e regulamentares podem incluir objectivos de segurança alimentar (FSOs). O Codex Alimentarius define
FSOs como “A frequência máxima e / ou concentração de um perigo num alimento no momento do consumo que fornece ou contribui
para o nível adequado de protecção (ALOP)”. Perigos deve ser considerado em detalhe suficiente para permitir a avaliação do perigo e da
selecção de medidas de controlo adequadas.

8.5.2.2.2 A organização deve identificar passo (s) (por exemplo, receber as matérias-primas, processamento, distribuição e entrega) em que cada um

perigo para a segurança alimentar pode estar presente, ser introduzido, aumentar ou persistir. Ao identificar os perigos, a organização deve considerar:

a) as etapas anteriores e seguintes na cadeia alimentar;

b) todos os passos no diagrama de fluxo;

c) O equipamento de processo, utilidades / serviços, o ambiente do processo e pessoas.

8.5.2.2.3 A organização deve determinar o nível aceitável no produto final de cada perigo para a segurança alimentar identificados, sempre
que possível.

Ao determinar níveis aceitáveis, a organização deve:

a) garantir que legal aplicável, regulamentar e requisitos do cliente são identificados;

b) considerar a utilização prevista dos produtos finais;

c) examinar qualquer outra informação relevante.

A organização deve manter informações documentadas sobre a determinação dos níveis aceitáveis ​e a justificação para os
níveis aceitáveis.

8.5.2.3 Avaliação do perigo

A organização deve conduzir, para cada perigo a segurança alimentar identificado, uma avaliação dos perigos para determinar se a sua prevenção

ou redução a um nível aceitável é essencial. A organização deve avaliar cada perigo a segurança alimentar no que diz respeito a:

a) a probabilidade da sua ocorrência no produto final, antes da aplicação de medidas de controlo;

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b) a gravidade dos seus efeitos adversos para a saúde em relação ao uso pretendido (veja 8.5.1.4 ). A organização deve identificar

quaisquer riscos significativos de segurança alimentar.

A metodologia utilizada deve ser descrita, e o resultado da avaliação dos perigos será mantido como informação
documentada.

8.5.2.4 Selecção e categorização de medida de controlo (s)

8.5.2.4.1 Com base na avaliação de risco, a organização deve selecionar uma medida de controle apropriado ou combinação de medidas
de controle que serão capazes de prevenir ou reduzir os riscos de segurança alimentar significativos identificados a níveis aceitáveis
​definidos.

A organização deve classificar a medida selecionada identificado controle (s) a ser gerido como OPRP (s) (ver 3.30 ) Ou pelo CCP (ver 3.11
).

A categorização deve ser efectuada utilizando uma abordagem sistemática. Para cada uma das medidas de controle selecionado,
haverá uma avaliação do seguinte:

a) a probabilidade de falha do seu funcionamento;

b) a gravidade da consequência, no caso de falha do seu funcionamento; esta avaliação deve incluir:

1) o efeito sobre os riscos de segurança alimentar significativa identificados;

2) a localização em relação à outra medida (s) de controlo;

3) se for especificamente estabelecido e aplicado para reduzir os riscos para um nível aceitável;

4) se é uma única medida ou é parte de combinação de medida (s) de controlo.

8.5.2.4.2 Além disso, para cada medida de controle, a abordagem sistemática deve incluir uma avaliação da viabilidade de:

a) Estabelecimento de limites críticos mensuráveis ​e critérios / ou mensuráveis ​/ observáveis ​de ação;

b) monitorização para detectar qualquer falha para permanecer dentro dos limites críticos e / ou de acção / critérios observáveis ​mensuráveis;

c) aplicação de correções em tempo hábil em caso de falha.

O processo de tomada de decisões e resultados da selecção e categorização das medidas de controlo devem ser mantidos como
informação documentada.

exigências externas (por exemplo, requisitos legais, regulamentares e do cliente) que podem afetar a escolha e o rigor das
medidas de controlo também devem ser mantidos como informação documentada.

8.5.3 Validação de medida de controlo (s) e combinações de medidas de controlo

A equipa da segurança alimentar deve validar que as medidas de controle selecionadas são capazes de alcançar o controle pretendido
do perigo para a segurança alimentar significativo (s). Esta validação deve ser feito antes da implementação da medida de controle (s) e
combinações de medidas de controlo a incluir no plano de controle de perigos (ver 8.5.4 ) E após qualquer alteração nele (ver 7.4.2 , 7.4.3 , 10.2
e 10.3 ). Quando o resultado da validação mostra que as medidas (s) de controle é (são) não é capaz de atingir o controle pretendido, a
equipe de segurança de alimentos deve modificar e re-avaliar a medida de controle (s) e / ou a combinação (s) de controle medida (s).

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A equipe de segurança de alimentos deve manter a metodologia de validação e prova da capacidade da medida (s) de controle para

alcançar o controle pretendido como informações documentadas. NOTA

A modificação pode incluir alterações na medida de controlo (s) (ou seja, os parâmetros do processo, o rigor e / ou a sua combinação) e / ou
alteração (ões) nos tecnologias de fabrico de matérias-primas, as características do produto final, os métodos de distribuição e da utilização pretendida da
extremidade produtos.

8.5.4 plano de controlo de perigo (HACCP / plano OPRP)

8.5.4.1 Geral

A organização deve estabelecer, implementar e manter um plano de controle de risco. O plano de controle de perigo, deve ser mantido
como informação documentada e deve incluir as seguintes informações para cada medida de controle em cada CCP ou OPRP:

a) risco (s) de segurança alimentar a ser controlado no CCP ou pelo OPRP;

b) limite crítico (s) em critérios de PCC ou de acção para OPRP;

c) processo (s) de controlo;

d) de correcção (s) a ser feito se limites críticos ou critérios de acção não forem satisfeitas;

e) as responsabilidades e autoridades;

f) registros de monitoramento.

8.5.4.2 Determinação dos limites críticos e critérios de acção

limites críticos em CCPs e critérios de ação para OPRPs devem ser especificados. A justificativa para a sua determinação deve ser
mantido como informação documentada.

limites críticos em CCPs devem ser mensuráveis. Conformidade com os limites críticos devem assegurar que o nível aceitável não seja
excedido.

critérios de ação para OPRPs devem ser mensuráveis ​ou observáveis. Conformidade com os critérios de ação deve contribuir para a
garantia de que o nível aceitável não seja excedido.

8.5.4.3 sistemas de monitorização no CCP e para OPRPs

Em cada PCC, deve ser estabelecido um sistema de controlo para cada medida de controlo ou combinação de medida (s) de controlo para
detectar qualquer falha para permanecer dentro dos limites críticos. O sistema deve incluir todas as medições regulares em relação ao limite
crítico (s).

Para cada OPRP, deve ser estabelecido um sistema de monitorização para a medida de controlo ou combinação de medida (s) de controlo para
detectar a falha para satisfazer o critério de acção.

O sistema de monitoramento, a cada CCP e para cada OPRP, é composto por informações documentadas, incluindo:

a) as medições ou as observações que fornecem resultados dentro de um período de tempo adequado;

b) métodos de monitorização ou dispositivos usados;

c) métodos aplicáveis ​de calibração, ou para OPRPs, métodos equivalentes para a verificação de medições fiáveis ​ou
observações (ver 8,7 );

d) frequência de monitorização;

e) os resultados da monitorização;

f) responsabilidade e autoridade relacionadas ao monitoramento;

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g) a responsabilidade ea autoridade relacionadas com a avaliação dos resultados da monitorização.

Em cada PCC, o método de monitorização e a frequência deverá ser capaz de detecção atempada de qualquer falha de permanecer dentro de

limites críticos, para permitir o isolamento oportuna e avaliação do produto (ver 8.9.4 ). Para cada OPRP, o método de monitorização e frequência

devem ser proporcionais à probabilidade de fracasso e da gravidade das consequências.

Ao monitorizar um OPRP baseia-se em dados subjectivos de observações (por exemplo inspeção visual), o método deve ser
suportado por instruções ou especificações.

8.5.4.4 Ações quando os limites críticos ou critérios de ação não são cumpridas

A organização deve especificar as correções (ver 8.9.2 ) E ações corretivas (ver 8.9.3 ) A serem tomadas quando limites críticos ou critério de
ação não são atendidas e devem assegurar que:

a) Os produtos potencialmente inseguros não são liberados (ver 8.9.4 );

b) a causa de inconformidade é identificado;

c) o parâmetro (s) controlado pelo CCP ou pelo OPRP é (são) devolvido dentro dos limites críticos ou critérios de acção;

d) recorrência é evitada.

A organização deve fazer correções de acordo com 8.9.2 e ações corretivas, de acordo com 8.9.3 .

8.5.4.5 A execução do plano de prevenção de risco

A organização deve implementar e manter o plano de controle de risco, e reter provas da execução como a informação
documentada.

8.6 Atualizando a informação especificando os PPR e o plano de controle de risco

Após o estabelecimento do plano de controlo dos riscos, a organização deve atualizar as informações a seguir, se necessário:

a) Características de matérias-primas, ingredientes e materiais produto de contacto;

b) as características dos produtos finais;

c) utilização pretendida;

d) fluxo diagramas e as descrições de processos e de ambiente do processo. A organização deve assegurar que o

plano de controle de risco e / ou o PRP (s) são até à data.

8.7 Controlo de monitorização e medição

A organização deve fornecer provas de que a monitorização especificado e os métodos de medição e de equipamento em uso são
adequados para a monitorização e actividades de medição relacionada com o PRP (s) e o plano de controlo de perigo.

O equipamento de monitorização e medição utilizados devem ser:

a) calibrado ou verificado a intervalos especificados antes da utilização;

b) ajustada ou ajustada re-se necessário;

c) identificadas para permitir que o estado de calibração para ser determinada;

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d) protegido contra ajustes que possam invalidar os resultados da medição;

e) protegido contra danos e deterioração.

Os resultados de calibração e verificação devem ser mantidos como informação documentada. A calibração de todos os
equipamentos devem ser rastreáveis ​a padrões de medição internacionais ou nacionais; onde não existem normas, a base usada
para calibração ou verificação deve ser mantido como informação documentada.

A organização deve avaliar a validade dos resultados de medições anteriores quando o ambiente equipamento ou processo não é
encontrado para estar em conformidade com os requisitos. A organização deve tomar as medidas adequadas em relação ao meio ambiente
equipamento ou processo e qualquer produto afectado pela não conformidade.

A avaliação ea ação resultante será mantido como informação documentada. Software usado no monitoramento e medição
dentro dos FSMS serão validadas pela organização, fornecedor de software ou terceiros antes de usar. informação
documentada em atividades de validação devem ser mantidos pela organização eo software deve ser atualizado em tempo
hábil. Sempre que houver alterações, incluindo a configuração / modificações ao software de prateleira off-the-comercial
software, eles são autorizados, documentados e validados antes da aplicação. NOTA

software off-the-shelf comercial em uso geral dentro de sua faixa de aplicação projetado pode ser considerado como
suficientemente validada.

8,8 Verificação relacionadas com PRP e o plano de controlo de risco

8.8.1 Verificação

A organização deve estabelecer, implementar e manter atividades de verificação. O planejamento de verificação deve definir o propósito, os

métodos, frequências e responsabilidades para as actividades de verificação. As actividades de verificação devem confirmar que:

a) O PRP (s) são implementados e eficaz;

b) o plano de controlo é implementado de perigo e eficaz;

c) os níveis de perigo estão dentro de níveis aceitáveis ​identificados;

d) de entrada para a análise do risco é actualizado;

e) outras ações determinado pela organização são implementados e eficazes.

A organização deve assegurar que as actividades de verificação não são realizadas pela pessoa responsável por monitorar as mesmas
actividades.

Os resultados da verificação devem ser mantidos como informações documentadas e serão comunicadas. Se a verificação é baseado no ensaio
de amostras de produto final ou de amostras de processo directo e em que as amostras ensaiadas mostram não conformidade com o nível
aceitável do perigo para a segurança alimentar (ver 8.5.2.2 ), A organização deve lidar com o lote afetado (s) de produto como potencialmente
perigosos (ver 8.9.4.3 ) E aplicar medidas correctivas em conformidade com 8.9.3 .

8.8.2 Análise dos resultados das atividades de verificação

A equipe de segurança de alimentos deve conduzir uma análise dos resultados da verificação de que devem ser utilizados como uma entrada para a
avaliação dos SGSA desempenho (ver 9.1.2 ).

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8.9 Controlo de não conformidades produto e do processo

8.9.1 Geral

A organização deve assegurar que os dados provenientes do monitoramento de OPRPs e pelo PCC são avaliadas por pessoas
designadas que são competentes e têm a autoridade para iniciar as correções e ações corretivas.

8.9.2 correções

8.9.2.1 A organização deve assegurar que quando limites críticos em CCP (s) e / ou critérios de ação para OPRPs não forem cumpridos, os
produtos afetados sejam identificados e controlados com relação à sua utilização e libertação.

A organização deve estabelecer, manter e atualizar informações documentadas que inclui:

a) um método de identificação, avaliação e correção de produtos afetados para garantir a sua manipulação adequada;

b) as disposições de revisão das correções realizadas.

8.9.2.2 Quando limites críticos em CCPs não forem cumpridos, os produtos afetados devem ser identificados e tratados como produtos potencialmente
perigosos (ver 8.9.4 ).

8.9.2.3 Sempre que os critérios de ação para um OPRP não forem cumpridas, o seguinte deve ser realizada:

a) determinação das consequências de que a falha no que diz respeito à segurança dos alimentos;

b) determinação da causa (s) de falha;

c) identificação dos produtos afectados e manipulação de acordo com 8.9.4 .

A organização deve manter resultados da avaliação como informação documentada.

8.9.2.4 informações documentado deve ser mantido para descrever correcções efectuadas em produtos não conformes e processos,
incluindo:

a) a natureza de não conformidade;

b) a (s) causa da falha;

c) as consequências como um resultado de que a não conformidade.

8.9.3 As ações corretivas

A necessidade de ações corretivas devem ser avaliados quando limites críticos em CCP (s) e / ou critérios de ação para OPRPs não são cumpridas.

A organização deve estabelecer e manter informações documentadas que especifica as medidas apropriadas para identificar e eliminar a
causa das não conformidades detectadas, para evitar a recorrência e para retornar o processo para controlar depois de uma
não-conformidade é identificada. Estas acções incluem:

a) rever as não conformidades identificadas pelos relatórios de inspecção reguladoras cliente e / ou reclamações de consumidores e / ou;

b) analisar tendências em resultados do monitoramento que possam indicar perda de controlo;

c) a determinação da causa (s) de não conformidades;

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d) determinação e implementação de ações para assegurar que as não-conformidades não ocorram novamente;

e) documentar os resultados das ações corretivas tomadas;

f) verificar ações corretivas tomadas para garantir que eles são eficazes. A organização deve manter

informações documentadas sobre todas as acções de correcção.

8.9.4 Manipulação de produtos potencialmente inseguros

8.9.4.1 Geral

A organização deve tomar ação (s) para evitar que os produtos potencialmente inseguros de entrar na cadeia alimentar, a menos que possa
demonstrar que:

a) o risco (s) a segurança dos alimentos de preocupação é (são) reduzido para os níveis aceitáveis ​definidos;

b) o risco (s) a segurança dos alimentos de interesse vai ser reduzida para níveis aceitáveis ​identificados antes de entrar na cadeia alimentar; ou

c) o produto ainda se encontra com o nível aceitável definido (s) do perigo para a segurança alimentar (s) de interesse, apesar de não conformidade.

A organização deve manter os produtos que foram identificados como potencialmente perigosos sob seu controle até que os
produtos foram avaliados e a disposição foi determinada.

Se os produtos que deixaram o controle da organização são posteriormente determinado a ser inseguro, a organização deve notificar as
partes interessadas relevantes e iniciar uma retirada / chamada (ver 8.9.5 ). Os controles e respostas relacionadas de festas e autorização
para lidar com produtos potencialmente inseguros interessadas relevantes deve ser mantido como informação documentada.

8.9.4.2 Avaliação para liberação

deve ser avaliada cada lote de produtos afectados pela não-conformidade.

Os produtos afectados pela incapacidade de permanecer dentro de limites críticos em CCPs não será liberada, mas devem ser tratados de acordo
com 8.9.4.3 .

Os produtos afectados pela não cumpriu o critério de acção para a OPRPs só será liberado como seguro quando qualquer uma das seguintes
condições:

a) prova que não seja o sistema de monitoramento demonstra que as medidas de controlo têm sido eficazes;

b) a evidência mostra que o efeito combinado das medidas de controlo para o produto particular, está de acordo com o desempenho
pretendido (isto é, níveis aceitáveis ​identificados);

c) os resultados de colheita de amostras, análise e / ou outras actividades de verificação demonstrar que os produtos afectadas estão em conformidade com

os níveis identificados aceitáveis ​para o risco (s) em causa a segurança dos alimentos. Os resultados da avaliação para lançamento de produtos será

mantido como informação documentada.

8.9.4.3 Disposição de produtos não conformes

Produtos que não são aceitáveis ​para a liberação deve ser:

a) reprocessado ou adicionalmente processado dentro ou no exterior da organização para assegurar que o risco para a segurança alimentar é reduzida para
níveis aceitáveis; ou

b) reencaminhado para outro uso, enquanto a segurança alimentar na cadeia alimentar não é afectado; ou

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c) destruído e / ou eliminado como um resíduo.

informações documentadas sobre a alienação de produtos não conformes, incluindo a identificação da pessoa (s) com autoridade de
licenciamento deve ser mantido.

8.9.5 Retirada / chamada

A organização deve ser capaz de garantir a oportuna retirada / recall de lotes de produtos finais que tenham sido identificadas como
potencialmente inseguro, com a nomeação de pessoa competente (s) que tem a autoridade para iniciar e levar a cabo a retirada / recall.

A organização deve estabelecer e manter informações documentadas para:

a) notificar as partes interessadas (por exemplo, autoridades estatutárias e regulamentares, clientes e / ou consumidores);

b) tratamento de retirada / recordou produtos, bem como produtos ainda em stock;

c) realizar a sequência de acções a serem tomadas.

Retirada / e produtos finais ainda em estoque devem ser garantidos ou realizadas sob o controle da organização lembrou até
que sejam geridos de acordo com 8.9.4.3 .

A causa, extensão e resultado de uma retirada / chamada deve ser mantido como informação documentado e relatado para a gestão de
topo como entrada para a revisão pela gestão (ver 9,3 ).

A organização deve verificar a aplicação e eficácia das retiradas / relembra através do uso de técnicas adequadas (por
exemplo, simulação de retirada / recall ou prática retirada / chamada) e reter informação documentada.

avaliação 9 Desempenho

9.1 Monitorização, medição, análise e avaliação

9.1.1 Geral

A organização deve determinar:

a) o que precisa ser monitorado e medido;

b) os métodos de monitorização, medição, análise e avaliação, conforme o caso, para assegurar resultados válidos;

c) quando a monitorização e de medição deve ser realizado;

d) quando os resultados da monitorização e a medição deve ser analisados ​e avaliados;

e) que deve analisar e avaliar os resultados de monitoramento e medição. A organização deve reter a informação

documentada apropriado como evidência dos resultados. A organização deve avaliar o desempenho ea eficácia

dos SGSA.

9.1.2 Análise e avaliação

A organização deve analisar e avaliar os dados e as informações resultantes do monitoramento e medição, incluindo os resultados das
atividades de verificação relacionadas com PPR e o plano de controle de risco adequado (ver 8,8 e 8.5.4 ), A auditorias interna (ver 9.2 )
E auditorias externo.

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A análise deve ser realizada:

a) para confirmar que o desempenho geral do sistema atende as disposições previstas e os requisitos FSMs estabelecidos
pela organização;

b) identificar a necessidade de actualizar ou melhorar as SGSA;

c) para identificar as tendências que indicam uma maior incidência de produtos potencialmente inseguros ou falhas no processo;

d) para estabelecer informações para o planejamento do programa de auditoria interna relacionada com a situação e a importância de áreas a serem
auditadas;

e) para fornecer evidência de que correções e ações corretivas são eficazes.

Os resultados da análise e as atividades resultantes devem ser retidos como informação documentada. Os resultados devem ser
comunicados à gestão de topo e usado como entrada para a revisão pela gestão (ver 9,3 ) E a actualização das SGIA (ver 10.3 ). NOTA

Métodos para analisar os dados podem incluir técnicas estatísticas.

9.2 Auditoria interna

9.2.1 A organização deve executar auditorias internas a intervalos planejados para fornecer informações sobre se os SGSA:

a) está em conformidade com:

1) às necessidades da organização para seus SGSA;

2) os requisitos do presente documento;

b) é eficazmente aplicada e mantida.

9.2.2 A organização deve:

a) planejar, estabelecer, implementar e manter (um programa) auditoria (s), incluindo a frequência, métodos, responsabilidades,
necessidades de planejamento e elaboração de relatórios, que tomará em consideração a importância dos processos em
causa, mudanças nas SGSA, eo resultados do controlo, medição e auditorias anteriores;

b) definir os critérios de auditoria e uma margem de cada auditoria;

c) seleccionar Contas competentes e auditorias conduta para assegurar a objectividade e a imparcialidade do processo de auditoria;

d) assegurar que os resultados das auditorias são reportados à equipa da segurança alimentar e gestão relevantes;

e) reter a informação documentada como evidência da implementação do programa de auditoria e os resultados da auditoria;

f) fazer as correções necessárias e tomar as medidas correctivas necessárias dentro do prazo acordado;

g) determinar se o FSMS atende a intenção da política de segurança alimentar (ver 5.2 ) E os objectivos das SGIA (ver 6.2 ).

Actividades de acompanhamento por parte da organização deve incluir a verificação das ações executadas e o relato dos resultados de

verificação. NOTA

ISO 19011 fornece diretrizes para sistemas de gestão de auditoria.

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revisão 9.3 Gestão

9.3.1 Geral

A gestão de topo deve rever SGSA da organização, a intervalos planejados, para assegurar sua contínua pertinência,
adequação e eficácia.

Entrada para a revisão 9.3.2 Gestão

A revisão pela gestão deve considerar:

a) o status das ações de anteriores revisões pela gestão;

b) mudanças nas questões externas e internas que são relevantes para o SGSA, incluindo mudanças na organização e seu
contexto (ver 4.1 );

c) informações sobre o desempenho ea eficácia dos SGSA, incluindo tendências em:

1) resultado (s) de atividades de atualização do sistema (veja 4,4 e 10.3 );

2) A monitorização e os resultados das medições;

3) Análise dos resultados das actividades de verificação relacionados com PRP e o plano de controlo de perigos (ver 8.8.2 );

4) não conformidades e acções correctivas;

5) Resultados de auditoria (internos e externos);

6) inspecções (por exemplo, regulação, do cliente);

7) o desempenho de fornecedores externos;

8) a revisão de riscos e oportunidades e da efetividade das ações tomadas para resolvê-los (ver 6.1 );

9) na medida em que os objetivos dos SGSA foram cumpridos;

d) a adequação de recursos;

e) qualquer situação de emergência, incidente (ver 8.4.2 ) Ou retirada / chamada (ver 8.9.5 ) Que ocorreu;

f) As informações pertinentes obtidas através externo (ver 7.4.2 ) E interna (ver 7.4.3 ) De comunicação, incluindo pedidos e
reclamações de partes interessadas;

g) oportunidades de melhoria contínua.

Os dados devem ser apresentados de uma forma que permite a gestão de topo para relacionar a informação com objectivos declarados da
SGIA.

revisão de saída 9.3.3 Gestão

As saídas da análise crítica pela direção devem incluir:

a) as decisões e ações relacionadas a oportunidades de melhoria contínua;

b) a necessidade de atualizações e alterações nos SGSA, incluindo as necessidades de recursos e revisão da política de segurança alimentar e
objectivos dos SGSA.

A organização deve reter a informação documentada como evidência dos resultados de revisões de gestão.

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10 Melhoria

10.1 Não-conformidade e ação corretiva

10.1.1 Quando uma não conformidade ocorre, a organização deve:

a) reagir à não conformidade e, conforme o caso:

1) tomar medidas para controlar e corrigi-lo;

2) lidar com as consequências;

b) avaliar a necessidade de uma acção para eliminar a causa (s) de não conformidade, a fim de que ele não volte a ocorrer ou ocorrer em qualquer lugar,
por:

1) A análise da inconformidade;

2) determinar as causas de não conformidade;

3) determinar se existem não conformidades semelhantes, ou podem potencialmente ocorrer;

c) implementar qualquer ação necessária;

d) rever a eficácia de qualquer ação corretiva tomada;

e) fazer alterações nas SGSA, se necessário.

As ações corretivas devem ser apropriadas aos efeitos das não conformidades encontradas.

10.1.2 A organização deve reter a informação documentada como evidência de:

a) a natureza das não-conformidades e quaisquer ações subsequentes tomadas;

b) os resultados de qualquer acção correctiva.

10.2 Melhoria contínua

A organização deve continuamente melhorar a adequação e eficácia dos SGSA. A alta administração deve assegurar que a
organização melhore continuamente a eficácia das SGSA através do uso de comunicação (ver 7,4 ), Revisão pela gestão (ver 9,3 ),
De auditoria interna (ver 9.2 ), A análise dos resultados das actividades de verificação (ver 8.8.2 ), Validação de medida de controlo
(s) e uma combinação do (s) medida (s) de controlo (ver 8.5.3 ), Ações corretivas (ver 8.9.3 ) E SGSA actualização (ver 10.3 ).

10.3 Atualização do sistema de gestão da segurança alimentar

A alta administração deve assegurar que a SGIA é atualizado continuamente. Para alcançar este objectivo, a equipa da segurança alimentar deve
avaliar as SGSA em intervalos planejados. A equipa deve considerar se é necessário rever a análise de perigos (ver 8.5.2 ), O plano de controle de
risco estabelecidas (ver 8.5.4 ) E os PPRs estabelecidos (ver 8.2 ). As atividades de atualização devem basear-se:

a) entrada de comunicação, externo, bem como interno (ver 7,4 );

b) de entrada de outra informação acerca da adequação e eficácia dos SGSA;

c) de saída a partir da análise de resultados de actividades de verificação (ver 9.1.2 );

d) a saída de revisão pela gestão (ver 9,3 ).

As acções de actualização sistema deve ser mantido como informação documentada e relatada como entrada para a revisão pela gestão (ver 9,3
).

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Anexo A
(informativo)

referências cruzadas entre o CODEX HACCP e este documento

Tabela A.1 - Correspondência entre os princípios CODEX HACCP e etapas de aplicação


e cláusulas deste documento

CODEX princípios
etapas de aplicação CODEX HACCP uma Esse documento
HACCP

Montar equipe HACCP Passo 1 5,3 equipa da segurança alimentar

Descreva produto Passo 2 8.5.1.2 Características das matérias-primas,


ingredientes e materiais produto de
contacto

8.5.1.3 Características dos produtos finais

Identificar uso pretendido etapa 3 8.5.1.4 uso pretendido

Construir fluxo diagrama Passo 4 8.5.1.5 Os fluxogramas e descrições


de processos
Confirmação no local de passo 5
fluxograma
princípio 1 Liste todos os riscos potenciais Passo 6 8.5.2 Análise perigosa

Realizar uma análise de perigos Realizar uma análise de perigos 8.5.3 Validação da medida de controlo (s) e
Considerar medidas de controle combinações de medida de controlo (s)

princípio 2 determinar CCPs etapa 7 8.5.4 plano de controle de risco

Determinar os pontos críticos


de controlo (CCP)

princípio 3 Estabelecer limites críticos para passo 8 8.5.4 plano de controle de risco
cada PCC
Estabelecer limite crítico (s)

princípio 4 passo 9 8.5.4.3 sistemas de monitoramento no CCP e


sistema para cada PCC para OPRPs
Estabelecer um sistema para
monitorar o controle do PCC Estabelecer um monitoramento

princípio 5 Estabelecer medidas passo 10 8.5.4 plano de controle de risco


correctivas
Estabelecer a acção correctiva a 8.9.2 correções
tomar quando a monitorização indica 8.9.3 Ações corretivas
que um determinado CCP não está
sob controle

princípio 6 Estabelecer procedimentos de passo 11 8,7 Controlo de controlo e medição


verificação
Estabelecer procedimentos de
verificação para confirmar que o sistema 8,8 Verificação relacionadas com PPR e o plano
HACCP está a funcionar eficazmente de controle de risco

9.2 Auditoria interna

princípio 7 Estabelecer documentação e passo 12 7,5 informação documentada


manutenção de registros
Estabelecer documentação relativa
a todos os procedimentos e
registos adequados a estes
princípios e sua aplicação

uma publicações CODEX estão disponíveis através de Referência [ 12 ]. © ISO 2018 -

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ISO 22000: 2018 (E)

anexo B
(informativo)

referências cruzadas entre este documento e ISO 22000: 2005

Tabela B.1 - A estrutura principal Este

documento ISO 22000: 2005


4 Contexto da organização novo título
4.1 Compreender a organização e seu contexto Novo

4,2 Compreender as necessidades e expectativas das partes interessadas Novo

4.3 Determinar o escopo do sistema de gestão da segurança alimentar 4.1 (e novo)


4,4 . sistema de gestão da segurança alimentar 4.1

5 Liderança novo título


5.1 Liderança e compromisso 5.1, 7.4.3 (e nova)
5.2 Política 5.2 (e novo)
5,3 papéis organizacionais, responsabilidades e autoridades 5.4, ​5.5, 7.3.2 (e nova)
6 Planejamento novo título
6.1 Ações para enfrentar os riscos e oportunidades Novo

6.2 Objectivos do sistema de gestão da segurança alimentar e planejamento para alcançá-los 5.3 (e novo)

6,3 Planejamento de mudanças 5.3 (e nova)


7 Suporte novo título
7.1 Recursos 1, 4.1, 6.2, 6.3, 6.4 (e nova)
7,2 Competência 6.2, 7.3.2 (e nova)
7.3 Consciência 6.2.2
7,4 Comunicação 5.6, 6.2.2

7,5 informação documentada 4.2, 5.6.1

8 Operação novo título


8.1 planejamento e controle operacional Novo

8.2 Programas pré-requisito (PPRs) 7,2

8,3 sistema de rastreabilidade 7.9 (e nova)


8.4 preparação e resposta a emergências 5,7 (e nova)
8,5 controle de risco 7,3, 7,4, 7,5, 7,6, 8,2 (e nova)
8,6 Atualizar as informações especificando os PPR eo controle de risco plano de 7.7

8,7 Controlo de controlo e medição 8,3


8,8 Verificação relacionadas com PPR e o plano de controle de risco 7.8, 8.4.2

8,9 Controlo de não conformidades produto e do processo 7.10

avaliação 9 Desempenho novo título


9.1 Monitorização, medição, análise e avaliação novo título
9.1.1 Geral Novo

9.1.2 Análise e avaliação 8.4.2, 8.4.3

9.2 Auditoria interna 8.4.1

9,3 Revisão de gerenciamento 5.8 (e nova)


9.3.1 Geral 5.2, 5.8.1

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ISO 22000: 2018 (E)

Tabela B.1 ( contínuo)

Esse documento ISO 22000: 2005


9.3.2 input revisão da gestão 5.8.2 (e novo)
9.3.3 saída de revisão da gestão 5.8.1, 5.8.3

10 Melhoria novo título


10.1 Não conformidade e ação corretiva Novo

10.2 Melhoria contínua 8.1, 8.5.1

10.3 Atualização do sistema de gestão da segurança alimentar 8.5.2

Tabela B.2 - cláusula 7 : Suporte Este

documento ISO 22000: 2005


7 Suporte novo título
7.1 . Recursos 6
7.1.1 Geral 6.1
7.1.2 Pessoas 6.2, 6.2.2 (e nova)
7.1.3 A infraestrutura 6,3
7.1.4 Ambiente de trabalho 6,4
7.1.5 Desenvolvidas externamente elementos do sistema de gestão da segurança alimentar 1 (e novo)

7.1.6 Controle de processos fornecidos externamente, produtos ou serviços 4.1 (e novo)


7,2 Competência 6.2.1, 6.2.2, 7.3.2

7.3 Consciência 6.2.2


7,4 Comunicação 5.6
7.4.1 Geral 6.2.2 (e novo)
7.4.2 Comunicação externa 5.6.1

7.4.3 Comunicação interna 5.6.2


7,5 informação documentada 4,2
7.5.1 Geral 4.2.1, 5.6.1

7.5.2 Criar e atualizar 4.2.2


7.5.3 Controle da informação documentada 4.2.2, 4.2.3 (e nova)

Tabela B.3 - cláusula 8 : Operação Este

documento ISO 22000: 2005


8 Operação novo título
8.1 planejamento e controle operacional 7.1 (e novo)
8.2 Programas pré-requisito (PPRs) 7,2

8,3 sistema de rastreabilidade 7.9 (e nova)


8.4 preparação e resposta a emergências 5,7

8.4.1 Geral 5,7

8.4.2 Manejo de emergências e incidentes Novo

8,5 controle de risco novo título


8.5.1 passos preliminares para permitir análise de perigos 7.3

8.5.1.1 Geral 7.3.1

8.5.1.2 Características das matérias-primas, ingredientes e materiais em contacto com produtos 7.3.3.1

8.5.1.3 Características dos produtos finais 7.3.3.2

8.5.1.4 uso pretendido 7.3.4

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B.3 Tabela ( contínuo)

Esse documento ISO 22000: 2005


8.5.1.5 diagramas de fluxo e descrição de processos 7.3.5.1

8.5.1.5.1 Preparação de diagramas de fluxo de 7.3.5.1

8.5.1.5.2 Confirmação no local de diagramas de fluxo de 7.3.5.1

8.5.1.5.3 Descrição dos processos e ambiente de processo 7.2.4, 7.3.5.2 (e nova)


8.5.2 Análise perigosa 7,4

8.5.2.1 Geral 7.4.1

8.5.2.2 identificação de perigos e determinação de níveis aceitáveis 7.4.2

8.5.2.3 Avaliação de risco 7.4.3, 7.6.2 (e nova)


8.5.2.4 Selecção e categorização de medida de controlo (s) 7.3.5.2, 7.4.4 (e nova)
8.5.3 Validação da medida de controlo (s) e uma combinação do (s) medida (s) de controlo de 8,2

8.5.4 plano de prevenção de risco (HACCP / plano OPRP) novo título


8.5.4.1 Geral 7.5, 7.6.1

8.5.4.2 Determinação dos limites críticos e critérios de acção 7.6.3 (e novo)


8.5.4.3 sistemas de monitoramento no CCP e para OPRPs 7.6.3, 7.6.4 (e nova)
8.5.4.4 Ações quando os limites críticos ou critérios de ação não são cumpridas 7.6.5

8.5.4.5 Implementação do plano de controle de risco Novo

8,6 Atualizar as informações especificando os PPR eo controle de risco plano de 7.7

8,7 Controlo de controlo e medição 8,3


8,8 Verificação relacionadas com PPR e o plano de controle de risco novo título
8.8.1 Verificação 7.8, 8.4.2

8.8.2 A análise dos resultados de atividades de verificação 8.4.3


8,9 Controlo de não conformidades produto e do processo 7.10

8.9.1 Geral 7.10.1, 7.10.2

8.9.2 correções 7.10.1

8.9.3 Ações corretivas 7.10.2

8.9.4 Manipulação de produtos potencialmente inseguros 7.10.3

8.9.4.1 Geral 7.10.3.1

8.9.4.2 Avaliação para a liberação 7.10.3.2

8.9.4.3 Disposição de produtos não conformes 7.10.3.3

8.9.5 Retirada / chamada 7.10.4

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ISO 22000: 2018 (E)

Bibliografia

[1] ISO 9000: 2015, sistemas de gestão da qualidade - Fundamentos e vocabulário

[2] ISO 9001: 2015, sistemas de gestão da qualidade - Requisitos

[3] ISO 19011, Diretrizes para sistemas de gestão de auditoria

[4] ISO / TS 22002 (todas as partes), Programas pré-requisito sobre segurança alimentar

[5] ISO / TS 22003, sistemas de gestão de segurança de alimentos - Requisitos para organismos que prestem auditoria e certificação de sistemas de
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[6] ISO 22005, Rastreabilidade na cadeia alimentar humana e animal - Princípios gerais e requisitos básicos para a concepção e implementação
do sistema

[7] Guia ISO 73: 2009, A gestão de riscos - Vocabulário

[8] CAC / GL 60-2006, Princípios para Rastreabilidade / Produtos de rastreamento como uma ferramenta dentro de uma inspecção alimentar e Sistema de
Certificação

[9] CAC / GL 81-2013, Orientação para os governos na priorização de perigos na alimentação

[10] CAC / RCP 1-1969, Princípios gerais de higiene alimentar

[11] Joint FAO / OMS sobre Normas Alimentares. Comissão do Codex Alimentarius: Manual de Procedimentos. Vigésima quinta

edição de 2016 [12] Codex Alimentarius. Disponível a partir de: http: // www .fao .org / FAO -que -codexalimentarius / en /

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ICS 67.020; 03.100.70


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