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INTRODUÇÃO

A Revolução Liberal Americana, é um tema transversal e actual, na medida em que nos


recorda a independência dos Estados Unidos da América, da Inglaterra. Toda via, o
trabalho apresentado não se esgota nas datas apresentada mas, far-se-á uma incursão
histórica no tempo e no espaço para se saber quais acontecimentos estiveram na base da
revolução liberal Americana.

Com o presentate trabalho da cadeira de História, pretende-se tomar conhecimentos e


aprender ainda mais sobre a história da grande potência mundia que é os Estados
Unidos da América.

Toda via, entende-se que para o melhor entendimento desta obra científica, bastará para
o leitor fazer uma leitura profunda do trabalho e logicamente deverá ser cuidada, tendo
em atenção aos factos e as datas históricas apresentadas

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1. A REVOLUÇÃO LIBERAL AMERICANA

A Guerra da Independência dos Estados Unidos, também conhecida como Guerra da Revolução
Americana ou ainda Revolução Americana de 1776, teve suas raízes na assinatura do Tratado de Paris,
que, em 1763, finalizou a Guerra dos Sete Anos. Ao final do conflito, o território do Canadá foi
incorporado pela Inglaterra. Neste contexto, as treze colônias representadas por Massachusetts, Rhode
Island, Connecticut, Nova Hampshire, Nova Jersey, Nova Iorque, Pensilvânia, Delaware, Virgínia,
Maryland, Carolina do Norte, Carolina do Sul e Geórgia começaram a ter seguidos e crescentes conflitos
com a metrópole inglesa, pois, devido aos enormes gastos com a guerra, a metrópole aumentou a
exploração sobre essas áreas. Constituiu-se em batalhas desfechadas contra o domínio inglês. Movimento
de ampla base popular teve como principal motor a burguesia colonial e levou à proclamação, no dia 4 de
julho de 1776, da independência das Treze Colônias - os Estados Unidos, primeiro país dotado de
uma constituição política escrita.
As ações militares entre ingleses e os colonos americanos começam em março de 1775. No
decorrer do conflito (Lexington, Concord e batalha de Bunker Hill), os representantes das colônias
reuniram-se no segundo Congresso de Filadélfia (1775) e Thomas Jefferson, democrata de ideias
avançadas, redigiu a Declaração da Independência dos Estados Unidos, promulgada em 4 de
julho de 1776, dando um passo irreversível. Procede-se também à constituição de um exército, cujo
comando é confiado ao fazendeiro George Washington.
Os britânicos, lutando a 5500 km de casa, enfrentaram problemas de carência de provisões,
comando desunido, comunicação lenta, população hostil e falta de experiência em combater táticas
de guerrilha. A Aliança Francesa (1778) mudou a natureza da guerra, apesar de ter dado uma ajuda
apenas modesta; a Inglaterra, a partir de então, passou a se concentrar nas disputas por territórios
na Europa e nas Índias Ocidentais e Orientais.
O curso da guerra pode ser dividido em duas fases a partir de 1778. A primeira fase, ao norte,
assistiu à captura de Nova York pelos ingleses (1776), além da campanha no vale do rio Hudson para
isolar a Nova Inglaterra, que culminou na derrota em Saratoga (1777), e a captura de Filadélfia (1777),
depois da vitória na batalha de Brandywine.
1.1 O TRATADO DE PARIS
A segunda fase desviou as atenções britânicas para o sul, onde grande número de legalistas
podiam ser recrutados. Filadélfia foi abandonada (1778) e Washington acampou em West Point a fim de
ameaçar os quartéis-generais britânicos em Nova York. Após a captura de Charleston (1780)
por Clinton, Cornwallis perseguiu em vão o exército do sul, sob a liderança do general Greene, antes de
seu próprio exército, exaurido, render-se em Yorktown, Virgínia (outubro de 1781), terminando
efetivamente com as hostilidades. A paz e a independência do novo país (constituído pelas treze colónias
da costa atlântica) foi reconhecida pelo Tratado de Paris de 1783.
Apesar das frequentes vitórias, os britânicos não destruíram os exércitos de Washington ou de
Green e não conseguiram quebrar a resistência norte-americana.
Mais tarde, em 1812 e 1815, ocorreu uma nova guerra entre os Estados Unidos e a Inglaterra.
Essa guerra consolidou a independência norte-americana.
Em 1773, devido à alta dos impostos, ocorreu em Boston a revolta do chá. Samuel Adams e John
Dickinson fundaram a Sociedade dos Filhos da Liberdade.
1.2 A INDEPENDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA
Em 4 de Julho de 1776, representantes das 13 colónias reunidos em Congresso declararam a
independência das 13 colônias inglesas do continente americano.
No dia 17 de Outubro de 1777, os norte-americanos venceram a batalha de Saratoga.
Os franceses, poloneses, espanhóis e prussianos, países antagonistas da Inglaterra, vieram em auxílio aos
rebeldes enviando soldados para ajudar na guerra da independência.
Em 17 de abril de 1783, o capitão britânico, James Colbert, com um grupo de 82 partidários britânicos
lançaram um ataque surpresa sobre o Forte Carlos (atualmente Gillett na comarca de Desha), Arkansas, à
beira do rio Arkansas. A invasão de Colbert fora a única ação da Guerra Revolucionária americana no

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estado de Arkansas. Colbert atacou o forte controlado por espanhóis em resposta a decisão da Espanha em
tomar lado junto aos americanos durante a Revolução.
Finalmente, no dia 3 de setembro de 1783, em Paris, foi assinado o tratado em que os Estados Unidos,
representados por John Adams, Benjamin Franklin e John Jay, tiveram sua independência reconhecida,
formalmente, pelo Reino da Grã-Bretanha.

CONCLUSÃO
Depois de um longo período de estudo para o entendimento da temática ora
apresentada, chega-se a conclusão que falar da revolução liberal americana é reviver os
marcos históricos que estiveram na base da independência nos Estados Unidos da
América, a revolução americana é logicamente apontada como a cisão de uma colonia
que era à América do Norte dos Ingleses.

Como qualquer outra revolução a história anotou guerras e lutas entre povos que
queriam um único objectivo, que era a independência e, com muita força e
determinação tiveram sucesso.

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