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Comportamento Mecânico dos Materiais

Prof. Marco Antonio Meggiolaro

Laboratório V
Ensaio de Fadiga – 𝜺𝑵
Lucas Affonso Guerreiro – 1610578
Rio de Janeiro, 31 de maio de 2019

1. Objetivo
O objetivo do Ensaio de Fadiga é fazer uma revisão sobre os modelos de projeto de vida à fadiga e
analisar os resultados obtidos no experimento para determinação da vida do material, comparando
com a base teórica do modelo selecionado.

2. Introdução
O teste de fadiga é definido como o processo de alteração estrutural permanente localizada pro-
gressiva que ocorre em um material sujeito a condições que produzem tensões e deformações
flutuantes em algum ponto ou pontos, podendo culminar em rachaduras ou na fratura completa após
um número suficiente de variações. Assim, o estudo do fenômeno é de importância crucial na con-
cepção de máquinas e estruturas, visto que a grande maioria das rupturas observadas em serviço
envolve fadiga.
A problematização em torno de problemas envolvendo fadiga de materiais ocorreu em meados do
século XIV, quando Wilhelm August Julius Albert, em 1829, exibiu os resultados dos seus testes de
carregamentos cíclicos em correntes de ferro. Entretanto, houve, algumas décadas depois, pro-
vavelmente, a maior contribuição no estudo de fadiga até então: August Wöhler, em Berlim, estu-
dava a ruptura de eixos ferroviários, que, até então, era imprevisível aos engenheiros. Embora os
ensaios de tração realizados com os materiais abordassem as cargas de acordo com os critérios
de resistência, quando em serviço, os eixos fraturavam após apenas algumas centenas de quilô-
metros. Nesse contexto surgiu a nomenclatura do fenômeno de “fadiga”, que faz alusão ao “can-
saço” visto pelo material. A partir de então, observou-se a importância de considerar, em projeto, o
serviço sob cargas alternadas, e não somente por cargas estáticas, como era comumente feito na
época.
As falhas pelo fenômeno da fadiga em um material iniciam-se com uma pequena trinca, cuja exis-
tência pode remontar ao seu processo de fabricação, ou pode se desenvolver ao longo do tempo
devido às deformações e tensões cíclicas ao redor dos concentradores de tensões.
O projeto de vida em função de fadiga pode ser geralmente dividido em quatro critérios:

• Vida infinita: exige que as tensões atuantes estejam abaixo da tensão limite de fadiga;
• Vida finita (safe life): condições de carregamento sensivelmente imprevisíveis, ou ao me-
nos, não constantes. A vida selecionada para o projeto deve incluir uma margem de segu-
rança para levar em consideração o carregamento
• Falha segura (fail safe): considera a possibilidade de ocorrência de trincas de fadiga, porém,
sem levar ao colapso as estruturas antes destas fissuras serem detectadas e reparadas.
• Tolerância ao dano: é um refinamento do anterior, porém, levando em consideração a exis-
tência de uma trinca, o projeto da estrutura é executado para que esta trinca não cresça,
evitando a falha do componente.
A partir do critério desejado, deve-se determinar o modelo de vida em fadiga adequado. Na verdade,
alguns pontos importantes também devem ser considerados na modelagem da vida em fadiga. O
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trabalho aqui proposto dará destaque teórico aos modelos de tensão-vida (𝑆𝑁) e deformação local-
vida (𝜀𝑁), apresentando resultados experimentais para esse último, que modelam a vida infinita e
vida finita. Observe na Figura 1 um processo típico de projeto de vida à fadiga na indústria automo-
bilística.

Figura 1. Esquematização em blocos dos passos de modelagem de vida a fadiga. Adaptado de Society of Automotive
Engineers (SAE).

Uma máquina ou uma peça estrutural são constituídos por mais de um componente. Normalmente,
não ocorre de todos eles falharem simultaneamente, justamente pois cada componente apresenta
características distintas, sendo o tempo de vida útil uma dessas características.
O ensaio de resistência à fadiga é o meio comumente utilizado para especificar limites de tensão e
de tempo de uso (vida útil) de componentes de máquinas, tal como determinar aplicações de mate-
riais diversos. É preferível ensaiar a própria peça, ou uma parte dela, em condições normais de
produção. Entretanto, muitas vezes não é possível realizar o teste na peça real e, por isso, é feito
em corpos de prova padronizados. No experimento analisado aqui, o foi feito um teste de fadiga de
carga axial (tração/compressão).
A seção de Desenvolvimento Teórico fará uma revisão de conceito teóricos essenciais para a com-
preensão dos dois modelos destacados, tal como a interpretação dos resultados obtidos em labo-
ratório.

3. Instrumentação e Metodologia
Como mencionado, é extremamente difícil fazer testes em componentes reais de máquinas. O en-
saio realizado foi feito em corpos de prova em máquinas determinadas para o ensaio de cargas
axiais, conforme destacado abaixo.

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3.1. Instrumentos e Aparelhagem
A máquina de ensaio de fadiga utilizada foi uma INSTRON® 8874, com atuador servo-hidráulico
com dois graus de liberdade (há a possibilidade de carregamentos axiais ou torcionais). O atuador
servo-hidráulico, ao contrário dos controladores puramente hidráulicos ou elétricos, garante maior
estabilidade e velocidade na resposta da atuação. Observa a Figura 2.que apresenta um esquema
da malha de controle usada no experimento.

Figura 2. Ilustração da malha de controle do mecanismo.

Além disso, usou-se um extensômetro do tipo clip-gage para controle da deformação do corpo de
prova. Seu comprimento de referência é de 10 mm. A malha de controle apresentada acima está
conectada a um computador para aquisição de dados e entrada dos parâmetros de controle. O
corpo de prova padronizado utilizado é de aço 1020, com área útil usinada. A Figura 3 e a Figura 4
mostram, respectivamente, a máquina do ensaio e o corpo de prova.

Figura 3. Fotografia da máquina utilizada. Figura 4. Fotografia do corpo de prova padronizado.

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3.2. Metodologia do Experimento
O procedimento é feito praticamente todo na máquina. O corpo de prova deve ser corretamente
posicionado no suporte da máquina, e devidamente fixado às garras. Em seguida, o extensômetro
clip-gage é acoplado ao CP, estando também ligado ao controlador da máquina. Nesse momento,
configura-se o programa de acordo com o tipo de carregamento desejado, a frequência e a ampli-
tude de deformações, para que, então, inicie-se o procedimento.

4. Desenvolvimento Teórico
O fenômeno da fadiga, como mencionado, está intimamente ligado à
aplicação de cargas alternadas ao longo do tempo e é caracterizada
pela iniciação e propagação de uma trinca que pode ser decisiva para
o colapso da peça. A Figura 5 apresenta um exemplo de surgimento
de microtrincas na superfície de uma peça. Podem-se destacar quatro
etapas importantes durante a vida de um material para a sua análise
e para o projeto de vida à fadiga, e são eles:
(i) Amolecimento/Endurecimento cíclico;
(ii) Iniciação de microtrincas;
(iii) Propagação de macrotrinca(s); Figura 5. Fotografia após
teste de dobramento de uma
(iv) Ruptura final; amostra com Ferrita delta.

O método para calcular o número de ciclos que um componente resiste a fadiga é de acordo com a
filosofia de projeto selecionado. Para filosofia de projeto de vida infinita e vida finita, deve ser usado
o método 𝑆𝑁 ou 𝜀𝑁.

4.1. Método 𝑺𝑵
Esta metodologia é usada quando os níveis de tensão são muito inferiores ao limite de escoamento
do material. É também conhecida como Fadiga de Alto Ciclo (FAC). A nomenclatura 𝑆𝑁 vem justa-
mente do fato da relação entre tensões e vida. Nesse método, a hipótese mais forte é de que a
distribuição de tensões é elástica, e que o dano a ser acumulado é resultado do deslizamento de
bandas no ponto crítico de uma peça, até que se forme uma microtrinca. Fatores como acabamento
superficial, tamanho, processos de tratamento influenciam fortemente o método, que pode ser adap-
tado para incluir essas características. A Figura 6 mostra uma representação da curva ilustrativa do
método, a curva de Wöhler. As curvas foram obtidas por meio de ensaios padronizados em diversos
corpos de prova. Em seus ensaios, Wöhler concluiu que a maioria dos materiais apresentava um
limite de fadiga, que é uma amplitude de carregamento (tensão) a partir da qual o dano à peça é
aproximadamente desprezível. A Equação 1 abaixo apresenta a relação matemática entre vida (𝑁)
e resistência à fadiga (𝑆𝐹 ):

𝑆𝐹 𝑁 𝐵 = 𝐶 Equação 1

onde B e C são constante características do material.

Figura 6. Representação ilustrativa da curva de Wöhler.


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4.2. Método 𝜺𝑵
A metodologia é na verdade um desenvolvimento mais abrangente do método anterior. Surgiu na
década de 1960, como resultado dos esforços individuais de L. F. Coffin S. S. Manson. Ao contrário
do método anterior, consiste em relacionar as alternações de deformações com a vida de uma peça,
além de considerar os efeitos de plasticidade, isso é, consegue modelar vidas curtas e abrange
carregamentos que estejam próximos ou além da resistência ao escoamento do material. Portanto,
o método se mostra bem mais completo do que o 𝑆𝑁, pois envolve menos simplificações, e conse-
gue abordar históricos de carga mais completos. Entretanto, o esforço matemático envolvido é con-
sideravelmente maior. Assim como os meios de obtenção da curva de Wöhler, considera-se que
conseguimos reproduzir a iniciação da trinca em um corpo de prova padronizado. Portanto, é im-
portante determinar o ponto crítico da peça, onde ocorrerá, mais provavelmente, deformação plás-
tica cíclica. Furos, entalhes e outros concentradores podem gerar deformações plásticas e consi-
dera-se que a vida para a nucleação da trinca de um componente contendo concentrador de tensão
pode ser aproximada por um corpo-de-prova liso submetido à mesma deformação cíclica verificada
no ponto crítico deste componente. A Figura 7 ilustra a hipótese feita.

Figura 7. Ilustração do ponto crítico da peça considerado para um corpo de prova padronizado.

Trabalhando com o histórico de alternações de deformações, é recomendável, ao aplicar o método


𝜀𝑁, utilizar os valores reais, e não os de engenharia, já que esses últimos não modelam grandes
deformações. Portanto, utilizar valores de engenharia (que se relacionam com as dimensões iniciais
da peça) pode acarretar altos erros no regime plástico. As relações abaixo ajustam as tensões e
deformações de engenharia (𝑆 e 𝑒 respectivamente) para as reais (𝜎 e 𝜖), com base no princípio de
que, nas deformações no regime plástico, os volumes são constantes:

𝜎 = 𝑆(1 + 𝑒) Equação 2

𝜖 = ln(1 + 𝑒) Equação 3

onde 𝑆 = 𝐹/𝐴0 e 𝑒 = Δ𝐿/𝐿0 .


A fim de quantificar o encruamento, ou o gradativo aumento da resistência, utiliza-se o modelo de
Ramberg-Osgood, que parte da hipótese que toda deformação pode ser decomposta em uma
componente elástica e uma componente plástica, de maneira que 𝜀𝑝𝑙 = 𝜀 − 𝜀𝑒𝑙 . O modelo ajusta
empiricamente de forma bastante razoável os fenômenos observados e segue o seguinte modelo
matemático:
1
𝜎 𝜎 ℎ Equação 4
𝜀 = 𝜀𝑒𝑙 + 𝜀𝑝𝑙 = +( )
𝐸 𝐻

onde ℎ e 𝐻 são chamados de expoente e coeficiente de encruamento.

Observe que a parcela elástica é modelada de acordo com a Lei de Hooke, isso é, considera-se
que a deformação é diretamente proporcional à tensão por um fator de 1/𝐸.

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Um fenômeno observado no comportamento cíclico dos materiais é a possibilidade de amoleci-
mento, endurecimento ou estabilidade (ou até um comportamento misto) em relação ao comporta-
mento observado na curva do teste de tração (curva monotônica). Isso ocorre devido à plastificação
inicial e, após alguns ciclos, espera-se que o comportamento chegue a um estado permanente e se
estabilize. A Figura 8 apresenta um exemplo de endurecimento cíclico em um teste de tração com
alternação de deformação fixada, como mostrado em (a). A tensão, durante o transiente, tende a
aumentar, como visto em (b), e o resultado obtido no diagrama tensão deformação é que os cha-
mados laços de histerese apresentam uma variação antes de estabilizar (c), apontando um endu-
recimento cíclico.

Figura 8. Endurecimento cíclico do material observado em diagramas.

Os laços de histerese nada mais são que as curvas que descrevem o histórico de deformações no
diagrama tensão-deformação. De mesmo modo que houve o endurecimento do material, há peças
que sofrem amolecimento, em que a tensão vista pela peça vai diminuindo com o tempo, e os laços
de histerese tendem a se estabilizar em faixas menores de tensões. Em geral, esse fenômeno
ocorre de maneira a mitigar os efeitos de tratamentos térmicos feitos na peça.
Os laços de histerese são satisfatoriamente modelados com a equação de Ramberg-Osgood, que
tem seus parâmetros ajustados para o comportamento cíclico, como mostrado. Observe que ela é
utilizada para casos em que ocorre simetria entre comportamentos de tração e compressão.
1
𝜎 𝜎 ℎ𝐶 Equação 5
𝜀 = 𝜀𝑒𝑙 + 𝜀𝑝𝑙 = +( )
𝐸 𝐻𝐶
Em geral, a curva cíclica é obtida pela junção dos bicos dos laços de histerese estabilizados de
vários CPs, que são testados sob controle de deformação em várias gamas de deformação diferen-
tes. A Figura 9 ilustra a curva cíclica bem ajustada a alguns laços de histerese.

Figura 9. Curva cíclica sobreposta a laços de histerese.


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A amplitude dos laços de histerese, por sua vez, pode ser adaptada a partir da curva cíclica, par-
tindo-se da variação de deformação e tensão:
1
Δ𝜀 𝜎 𝜎 ℎ𝐶 Equação 6
= +( )
2 2𝐸 𝐻𝐶

Por fim, para associar a gama de deformação com a vida da peça, usam-se as funções parabóli-
cas da relação de Coffin-Manson.
Δ𝜀 𝜎𝑐
= (2𝑁)𝑏 + 𝜀𝑐 (2𝑁)𝑐 Equação 7
2 2𝐸

onde 𝜎𝑐 e 𝑏 são coeficientes da parte elástica e 𝜀𝑐 e 𝑐 são coeficientes da parte plástica para uma
vida de 𝑁 ciclos.

Observe que a curva foi ajustada, na verdade, para o número de reversões de carregamento, que
é dado pelo dobro do número 𝑁 de ciclos.
Uma forma comum de apresentação da curva de Coffin-Manson é dividindo-a como uma soma das
partes elástica e plástica, que, em escala logarítmica, equivalem a duas retas, como mostra a Figura
10.

Figura 10. Curva de Coffin-Manson.

A regra de Miner é usada para determinar o dano total na peça após os ciclos de carregamento.
Soma-se os danos de cada evento, dados pela razão entre o número de ciclos, e a vida do compo-
nente.
𝑛𝑖
𝐷=∑ Equação 8
𝑁𝑖

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5. Resultados e Análise de Resultados
Como o ensaio foi realizado com limitação de deformação, foi programado na máquina uma ampli-
tude máxima de Δ𝜀 = 0,004 𝑚𝑚/𝑚𝑚. O teste foi realizado durante um determinado período e os
dados foram coletados e gerou-se uma planilha em Excel. Sabendo-se previamente o material do
corpo de prova, foram fornecidas as constantes relacionadas às equações apresentadas, apresen-
tadas na Tabela 1.
Tabela 1. Informações e constantes do material do corpo de prova.

Material 𝑯𝒄 (MPa) 𝒉𝒄 E (MPa) 𝝈𝒄 (MPa) b 𝜺𝒄 c D (mm)


𝑨ç𝒐 𝟏𝟎𝟐𝟎 772 0,18 203000 896 −0,12 0,41 −0,51 10

Nesse momento, calcularam-se as tensões e deformações de engenharia para, em seguida, calcu-


larem-se as reais. Assim, é possível visualizar graficamente os laços de histerese obtidos após os
pontos (𝜀𝑟𝑒𝑎𝑙 , 𝜎𝑟𝑒𝑎𝑙 ) serem devidamente localizados no plano tensão-deformação. O Gráfico 1 apre-
senta, além dos laços determinados, a curva cíclica, determinada pela Equação 5.

Gráfico 1. Laços de histerese e curva cíclica associada.

Observe que ocorre um amolecimento cíclico do material, e, ao longo da história de carregamento,


sua resistência diminui. É possível também observar o efeito de estabilização desse amolecimento
após um determinado número de ciclos. A curva cíclica se ajustou de forma razoável. Em virtude
de possíveis erros experimentais (muito por conta das instabilidades da aplicação de carga, como
momentos parasitas) e imprecisões de medições, o resultado é satisfatório.
Em seguida, elaborou-se a curva de Coffin-Manson, como mostrada na Equação 7, e ajustada para
os parâmetros fornecidos na Tabela 1. O Gráfico 2 apresenta a curva obtida, tal como as parcelas
de deformação elástica e plástica.

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deformação plástica

deformação elástica

Gráfico 2. Curva de Coffin-Manson.

Observe, para vidas curtas e ciclos baixos, a contribuição plástica é predominante, como era espe-
rado, corroborando a escolha do método 𝜀𝑁 para esses casos. A escolha do método 𝑆𝑁 (curva de
deformação elástica) acarretaria enormes erros para vidas curtas.
A partir da equação de Coffin-Manson, calculou-se uma vida de 𝑁 = 74.472 ciclos. A vida de tran-
sição (que ocorre quando Δ𝜀𝑝𝑙 = Δ𝜀𝑒𝑙 ) é da ordem de 55.600 ciclos, sendo da mesma ordem de
grandeza que a vida do teste, e os efeitos de encruamento não poderiam ter sido desprezados.

6. Conclusão
O procedimento experimental foi bastante satisfatório e foi possível a confecção de uma curva cí-
clica bem aderente ao caso. Além disso, a análise dos laços de histerese confirmou a teoria de que
ocorre um fenômeno de alteração da resistência durante um período transiente, que viria a se es-
tabilizar. Talvez a conclusão mais importante seja a de que a seleção do método de previsão de
vida deve ser cauteloso e refletir bem a plasticidade do carregamento. Da mesma forma se ressalta
a relevância das constantes empíricas apresentadas, cujas estimativas devem ser evitadas, pois há
grande influência nos resultados vistos. De maneira geral, o objetivo foi atingido, e a revisão teórica
do problema de fadiga forneceu uma base consolidada para o estudo experimental.

7. Bibliografia
Shigley, J. E., Projeto de Engenharia Mecânica, Bookman, Michigan – USA, 2005.

DE CASTRO, Jaime T. P.; MEGGIOLARO, Marco Antônio. Fadiga: Volume I - Iniciação de Trincas,

https://essel.com.br/cursos/material/01/EnsaioMateriais/ensa15.pdf
Acesso em 29/05/2019

https://www.asminternational.org/documents/10192/1849770/06156G_Sample.pdf
Acesso em 29/05/2019

https://www.wmtr.com/What_Is_Fatigue_Testing.html?utm_source=read%20more%20links&utm_me-
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Acesso em 29/05/2019