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flaa, cio taabía 5 anaa da alagri
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1 por tarada noaao aaforço raconhacida


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Í palaa laitoraa a laitoraa do Chanacaa
nn

Chana, aqui a no axtarior, a palaa paa


GALF:5 ANOS
DE oPcÃo *1 aaaa qua noa conhacaa paaaoalaanta a
noa dia aau incantiia a apoio.
0 sauna Acto Lísaxca rznlaxs- ! São 5 anoa da atividadaa racaa-
rAgcaLr¡ .atari ccaplasanóú s ana. panaadoa pala cartaaa da qua n¿a,d a
da aaiatíncia no dia 17 da aaio da;
ta dificil a conturbado 1905, Sic
H bra ltsoianiaao a fsainiaao, Í É
GALF,`atrauaa da ncaaaa raflaxoaa ag '
aaadur_a_
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Ii caoa
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1 5 anos da pa na astrada, auita ba- a craacaaoa anquanto aaraa hu- ;


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talha, muitos acartoa a arroa, au¿ aanaa, nua procaaao difícil aaa d a Í
oa ancontroa a dasancontroa aaci- continuo apriaoraaanto da noaaaa ra-
Id' a da tudo, muito piqa a auita cg laçíaa paaaoaia. ¡
4-A1- _

rI9.fla Sic 5 anoa qua noa dio baaa pa- I


Sic 5 anos da luta contra o v ra. raafiraar noaaa crança no pqaalda ,
'D raconcaito qua discrinina aa avlhg Í vontada ds cada individuo a no do tr_a_|
raa.liaoicaa a aa raatringa fisica balho colativt para azaudanca da nc; 3
flf-a.Ql-n _ -i. ¡.

o paicologicansnta a aaua aparta - aaa vidaa a da raalidada social. |


antca ou caaaa a a alguns poucos sauna açno Lzšàlca renxuxsta uz
haraa a boataa antra inúaaroa ou- §7_ nâxo oc 1sa4 '
|àIl_n. ;.- _.

tros da cidada. _____..__.____......_.-_.--. |


na-ía-
São 5 anoa da auita fí, no aaa' informes c cart a s
tido da cradito a confiança, no no_s_ a) Ragistraaoa aqui, coa auita a1_agri
ao próprio trabalho, o qua vaa noa o aurgiaanto da ua outro grupo laahi-
co, aa Salvador, Bahia, qua vaa,daada
paraitindo auparar a maior parta ncvaaoro_da 83, atuando cantra,a dia-
doa ooataculoa ancontradoa pala cg criainaçao aobra aa aulharaa laabicaa
Sau noaa a Grupo Libartario Hqaoaaa -
ninho. ×ual(G.L.H) a o aau andaraço a CÂIXR
Sic 5 anos da atuaçío onda prg PÚSTÊL 2446,5alvador,Bn,Cap 40.000 ,'
curaaoa lavar para aa aulharas lí; b) na livrariaa a oa grupos fainia -
tas da Alaaanha Ocidantal voa sandb ¿
bicas ua trabalho da valoriraçio da aaaçados por grupos nao-nazistas coa.
aulhar s da sua aaxualidada, sabo- ataquaa principalaanta dirigidas a al
aulharas laabicaa. Tala qrvpoa-anviaai
ra naa aaapra aando ban acsitaa,- aanaagana, gar talafana ou carta, di-
Alguaaa aulharaa hoaosaaxvaia nio :ando qua vao aacar saga ou aquala
vraria a asus alogana aao do tipo:-Q;
acraditaa na iaøortíncia da qua |'¿¿ “pru” ¡'.b¿c“' “ur” .N .sul
zaaos s, ati aaaao, noa aanoapra - ou Horta a adia para aa laabicaa. üuaa
aauaa a autoria daataa lindas palavra
zu' í"°°"'°1'"t'"`d' °""t° 9°' "Â o Partido Nacional Socialista dos Tra
ta da inforaaçio) da qua ao riraa, glhadoraa Alaaíaa-floçëaa da protaata'
a foraa ancaainhadaa aos partidoa pa-
p°t °×.'p1°' d"p.1":' 1¡'b1°"Ê3 iticoa a ao dapartaaanto da justiça a
ainiata, aatío rindo da ai aaaaas saía paloa grupos faainiatag a hoaaa-
a×uaia.{5arviço da Inforaaçao Laabica
pois a paquana libardada s indapag ¡n¿.m“¿°nú_¡L¡s›
dancia qua hoja daafrutaa aa davaa c¡_,¡‹¡-¡¡¡u¡¡ M ¡,¡¡-¡¡¡¡¡ 14
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' CHANA _flfl__ Í_ " _ ;___ ___”


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SER ou ESTAR HoMossExuA1.,_E_|s A ousa'-mo?


Í' É sociedade nomofobica 1' em quav ftigulando seus codigos de linguagem
vemos nos obriga a negar a quem que- ;erotica especifica gua, es vezes, eg
remos e amamos. Ele nos impoe uma vi jglebsm inclusive praticas heterosse-
de dupla, um estado de esquizofrenia fixuais, com muito mais autonomia e dg
constante que neo nos permite viver bocha do que este discuta do ser ou
nem total nem integremente. Passamos ¡ester homossexual consegue csptarvãg
nossos dies com medo: medo pornoaeoa A horse que, he pouco, declerevsm seg
direitos; medo pela perde do emprego; ictos sue heterossexuslidade e a"n¿
medo pela perde- do sfeto,de nossos fã urelidsde' dessa instituição, percg
miliares e, as vezes, ste mesmo,nedo em, um pelo dis, queo voluptuosos pg
de Perder e vide. Pera tentar roqperl em ser os traseiros dos meninos e rg
este situação, muitas mulheres lssbi olvem pertir"pere outra". Senhores,
ces e homens homossexuais, pertenceg ue, ste ontem, enaltscial as "ela -
tes ou não s grupos organizados, vem Êgriss do lar" e so isa~s case de vi-
preferindo simplesmente deixar de msg pinhe pure aprender ums nove receita
;de_hoio, se dee conte, nuaa linda me
tir s assumir esta Fecets de suas pe_:_°_
eonslidedes em diferentes niveis e de nha, que e vizinha e uma mulher aul-
diversas formes.Esta medids,uma medi mo sensual que pode ensinar 'recai 7
de efetiva para o fim de auto-regras nas outras". Evidentemente, s este e
são, de vergonha e de culpa, esteseg; qb ponto, esses mudanças ns forge de
do co,nf'undida,atualmente, com ums cer, realizar nossas sexualidedes neo s e
ta elegia ao "carreirismo sexual",ou ,dao de meneire tranquila-como a gen-
seja, acredite-se que quando uma pes te pode ser levada a crer com osso no
sos se diz homossexual ele passe s-tre discurso go ser ou estar homossexual-
çar um destino inexorevel o quel je- iorque a unica sexuelidede valida ps
meis podera contradizer e, cogsequeg e o sistema ainda e s heterossexual Í
temente, do qual jamais podera esca- todos as outras permaneçam profun-
par. nrgumente-se,tsmbem, que existe emente estigmatizsdes. Pflrfiflfltflz qgl
uma pressão pare que as pessoas- se d_e_ bgre s homossexualidade seja umeori¿¿
clarem isso ou aquilo e que estapreg neo histórica e cultural(assim como
eso pode vir a "desempenhar o pepel tambem o e o *ser mulher, crisnçe,v£ §
de eliminar e anomalia e e ambiguigg lho, louco, sdolescsnte,_haterosse - “
de ne vide de sociedade e do indivi- kusl,etc..")2, s represseo que sobre I
duo“.(aspes:Peter Fry.-Ser ou neo ser bla e exercida produz dívisoas aeoi*ai¬
_homossexuel, eis e questso.ârtigo Eu muito concretas e, em termos de vida ¿
clicado no Folhetim de Folhs de Seo diaria, nos, "homossexuais e heterog i
paula, 1o.o1.s2). Êsxueis", estamos realmente colgce - ¡
¬k vemos tentar ir um_pouco mais e os em lados opostos.Em consequencia.,
fundo nessas ergumenteçoes e medir o ,orns-se irrelevante se se pessoas e V
seu reel alcance. Em primeiro lugar, firmes que sao ou estäo homossexuais
D arece dificil
, acreditar Q ue o feto pu neo dizem neda s respeito de auea
de alguem se declarar homossexual ig pexuslidades porque, na verdade,e1ss 1
plipue necessariamente que esse ol- Êerao marginalizados de qualquer jei Í
guem venha e passar o resto de seus o enquanto estiverem mentendoge is- É
dies amarrado e esse declsreçao mes- do pode ser por todos suas vidas) rg Ú
mo E P ro P ria revelia 1 "Frenchss e la- leçoes neo-heterossexuais. Quero di- Í ..i

dies, bichos-botes e trsvestis,cemi- ,er, ea outras palavras, qua neo seo l


nhëss, entendidas, etc..." vivem a¿ nossas declarecoes oirounstsncieis ou t

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§m5o sob re nossas sexualidades especi-, sexuais institucionais(cae:negte,ler


|

gua cria categorias estanques; reproduçío, atc...) como tante: pom-


fificas o
se tolhe nossas reelizaçoes como seres que cria novos propostas de indepen-
.humanos mas sim o muro de preconcsi ví dencia feeinins. 3 experiencia leshir
tos que enuolue as ssxualidades deume ce, tão particulargente"t'uinina'que¿\_
maneira g eral . Nesse sentido,a gues -¬ àto a.eaternidade,6e uma das , poucas
ñforaao concretas de poder e autonoqiz
são que se coloca, para as pessoas igƒ |ecossiueis as mulheres. Sua repressao
iteressadas em trabalhar por um mundo 3
¿, atraves de
mpelhor, e de como derrubar este moro, lceitos da normalidade, estreitos g rígidos cgg
me preconceitos. Um dos caminhos pare; s a :apresse
be ser, sem duvida, a dasmistifioaçaoä 'ida sexualidade das colheres de dean
lda crença popularinum 39 sexo - os ng, ¿neire geral, independentenente_ _d e
hossaxuais e as lesbicas sao homens eä reuse praticas sexuais. No gxperien -
mulheres de todas as raças, classes ,j .cia lesbica, as mulheres neo se dcflir
precos, etc... - sem como o questionaƒ ,no em funcao dos homens; elas se de
mento profundo dos comportamentos magf 'finos em funçao de si adegas s e og
pulino e feminino exigidos parehomend dida de sua liberdade se da conforme
h_mulheres. De qualquer forma, o quefi io äçäo
maior ou esnor grau da identifica-
que oantãm_con os.valo:es ousou-
hao se pode conceber, sob pretexto del
igualitarismo ou seja o oue_for ( talÍ llinosgcompetiçao, autoriteri§eo,hi§-
|rarquis,_etc...)
rrente dizendo que pessoas são pessoas? ¡reproduçeo dos mesmos. e a reproduçao ou nao
?sic)e questionando a diuieso da m u7¿
4her(?)_am lesbica e não-lesoíc§)a, e§ L * Qcrsditando nisso, suites Ilulh
negaçao das diferentes experienciasj _res lssicaawfeministas lutam pelos
umanas originadas por nossas diferegl direitos das mulheres e contra a re-
os praticas sexuais. No caso das mu-ís ,pressao sexuad eu todos gs nieeisrlg
lheree lesoicas, por exemplo, 0 31132: 'tan pela descrioinalizacao do aberto
io sobre nossas sexualidades a q u e¢ o por salario igual pet' 'trabalho
em
É” p re F g mos for ç adas por uma repres~i I igual para homens e mulheres; lutam
ao exp1icita(podemos inclusive citar, contre a opressao dos trsuestis,sap¿
besos de penas da morte por lesbianiä tonas, bichos, prostitutas, negros e
mg no Mexico e nos Estados Unidos dosf loontra a recuperação das uexualida -
peculos EUI e XVI1)4ou pela repressão das pelo "mass-media*?do sistema e
*ais sutil, mas nao menos eficaz, d ak* aua"libaraçao saxual'qua igsiste e U
geterossexualidadeiobrigatoria, nunca. lnegar nosso trabalho ,espec fico sob o
lhes deixou mais proximas das outras mw ,pretexto do que a sexualidade e una
pheres ditasinormeis. f me de que, ao euidenciarnos as dife
@ ¬k Alias, o sempre bom £onbrer.pr_;`.r1Ê¡ irencas, estatua reforçando a sactaai
cipalmente quando falamos na criaçao: Ízaoeci_ , , ,
de categorias sexuais, que o surgimeg¿¡ -*› A experienciafleabica, cooo ja
to da figura do homossexual enquanto } foi dito, nega aspectos constituti-
especie, a,partir do sec._XIX,fez pari vo; da sistena(o papel da mulher e m
to da historia da repressao aos atosà nossa sociedade É questionado) e ten
i
homossexuais masculinos s que so tem * em,l *de a aorir novos caminhos para a ex
Bomum com a sexualidade lesbica o Fa-L Í pressão social da libido. Sua uisibi
íto de ambos serem execrados pelas s 0 I
. lidade, longe de "poder vir a elimi
goiedades capitalistas e socialistasff É nar a anomalia e a ambiguidade na
hgsso mundo contempoganeo. A afirma - + da'do individuoz, visa, pelo contr-
pao da sexualidade lesbica se da n o rio, a destruiçao do conceito do um-
.contexto mais amplo das reivindica - I unica sexualidade normal, saudavel a,
cosa do Movimento de Ligertaçäo dasF1 1 correta(como no caso da heterossexu-
zlhores(principalmente pos lãoã) e *re “ lidade institucional)e de suas ostr
_|
J-1

presenta um Foco de resistencia ccotr Ê turas cpressoras. ,


,a oominaçac machista. Colocar-se en- il * Nossa sociedade eo aceita, tol
yousnto uma mulher lesbica, portanto , * ra ou folcloriza os "Clodovis, Ney-
mao implica necessariamente estar s e * Matogrosso e Simones da vida" porqu-
"pendurando um rotulo.(Na,uerdade,z¢hg. 1-Ib-n:J-'I -' -H
* estes se recusam a ver a dolorosa
ima sã issue os produtos de magoado gi realidade, dizendogse "literalmente-
como as garrafas, e que usem rotules l « horrorizados com rotulos, negando a
ir e e i sf e, mesmo esses, a gente p__o¬-
Êl

existência do preconceito e afirmaã,


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hqs trocam ou alterar como quiser, nooi f do 1 do alto do suas torres deearfi
g

fie?). Colocar-se enquanto lesbica temí f que somos todos iguais.


¿meis a ver, num primeiro instante,com, Í Miriam'r

a ousca de uma vida de maior prazeai


sltagridadg, alegria e sem mentiras e au
=ÍÊšÊZ3Éš“°â íÍšZ“.2ÊÍZ$;,Eä",.ÍÍ3Ê22°
ânão eo porque desmistifica Ê _grgngg
gl. sociedade que tem auerseo aos ho-
'mens s mElneres,homos§exuais _
me "naturalidade" das relaçosshsteres ¬ 2. criaçao historico e a dssignaçao
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,_ _ - - ;r' _ Í--o J- I-I __...-


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CHANACOMQHÂÊA _ r-¬_ ou -_ ¬ ¬ do a e os se z _
*Í ' ”` f “t¬cu1aree"E1ë
nome) dada a um grupo de oessoascomi R: Nos temos festas par 1 ,
«caracteristicas supostamente distin-ç gemas vezes, quando uma mulher f a z
tas das dos demais. Estas
' caractlrisj
' _" anos
nto ou Sao gd muda
festasPara Um fl°V0onde
pgquenas aD3TÊfi'i
e gas
ticas são tidas como inatas ou natu-i me .
raís,smbora sejam apenas ínuençoesdsi te pode Ficar mais a ucntade.ñ maia-y
'
periodos historicos '
determina d o s . Apel
¿__ ria tem um cotidiano"normal", trabafli
lhe e esconde sua homosseëualidade ,,
laura homossa×ualidade,_por ex., qaoü São lesbicas de domingo. as vezes,ha¿
tinha si'do inventada ate 1859
, e soon:É Festas com dan‹;a,na cidade,s bares____oq'
trou em uso a partir da decadasds BÚ-i de você pode alugar um quarto. Entaqi
Í
e QG do sec. XIX. flfi'- ÍHQ13 tv BT ral ii
tudo acontece sob algum pretextocomo
3 Jacares e Lobisomens,doia ensaios H a Festa das Mulheres da Brigadarnâog
“sobre a homossexualidade
. -,Leila
-I? 3 ni-1_ traído* a a ,¬_l r¬_r
ccolis e Her o er»* Daniel , pag.
_ _ P: Has, nao ha clubes ou aeeociaçoee
Q. Demons, Duelere and Éoeta - Con -L nda as pessoas podes ir se conhecer
,ne×ione, Global Lesbianism 2;Gayfime¿¿ a'udar ueas_ga_gut£ae?
rtican History - Thomas Cromuell(cita-¿ R: Nos näo temos nenhum grupo desse ¡
do em
H É teroesexualidade
r `
Ubrigatorisf
. . tipo.E, se ha empreendimentos; como eg,
e existencia lesbica, Adrienne Rich P 1: 1 ""` 1 -- te, em apartamentos, ou_no circultade
5.Nouements of flf£irmatlon.oe×ua _ alguem,eles realmente nao devem s Q,
Neanings and Homosíkual Identities ¿ tornar conhecidos. as autoridades in-E
6 Hsteroseegualidade übrigatoria em teruiriam imediatamente porque elas,
Eiistëncia Lesbica,
_ Adrienne
. . tesRich - .; tem um medo danado que g insetisfa -*
NcuvsLlgz_flusst¿aoa Faciais i .-.--- ¬ .-1 cao politica possa tambem surgir.üCg,
7. veiculos de comunicaçao de massa _ fe flokka foi Fechado porque era um l_¡._:_1
gar de encontro de homossexuais d ai
Í¡l7“ ÍFÃ7 ¡¡Ê§ ,/ÊÍ? 3337
-"iI`U'I'u-"H1. lu . n-'Ç' _
3; 7 337 ¿ 5 Alemanha Ocidental e da 0riental.Hggz
i// .-. _ .......
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re, eles insta1eram'uma loja do depor
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f*; Has, não hacia, ate a em tempo _
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| res, ue grupo medico trabalhando co
1. Ile I

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: Sim, o grupo durou aproximadamen- .


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Jlššfi «R1 ¬ '|
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u1pereg_lgabicg§,_0fi Bl§1i¶?____ __

í cartas
te dois anos e havia entre 8 a 15 mu¿
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.fu-

lheree nele. Eles tinham um Ueparta-*


mento_¿ew@siquiatr§§_le_que era tam-
bem para distúrbios emocionais, de -1
fín- ._ -|- -_ ___

pressao, psicologia de criancas,etc.¿


Í//jr//Jr//Àf§¡
---I_ ...fiaínn

Eles queriam erradicar a cultura lag'


bica. As mulheres`se encontravam ca-1
n`Áñoe*¿ÊÊeršuietatsušowflfoíitäafll da duas semanas por duas ou tras ho-E
MENTE enoxelco na âtamâwfla on1ENTnL,fi¿ ras s todas as discussãss eram gravgj
mas í cuwsxosfinoo 1NcononTIvELcom:â das, embora ninguem saiba o que foi
poeailoaoa 5ú::AL1srâ_ na Ewrecu1sTA¿, feito das_graueçoes. No começo,hauia
QUE 55 setor, uma pureza Lëselcn oEs¿fl uma Falaçeo infernal que, durava o dia'
Jceaua â uxoâ Homossexunz âreãs no miss todo s as mulheres tambem tinham eus, 1
preencher um queetionario(todas aqua,
RG UE@EfiL1“¬___}*_ __ __,¿ Plas tipicas questäes de cgmportamen-É
PERGUN A: Os homosššxuais ds”N sua _ gto) com mais de á7U questoes exata -T
nha üriantal desenvolveram uma subcub imante como os outros pacientes.Ãssim,
tura na Forma_ de bares proprios, tepš as mulheres começava a se sentir cofi
cificos? Uoce tem ido a algum? cmo pacientes tambem. E as questães Ei
Resposta: Sim, algumas vazes.Porexe, trem elaboradas para determinar em que
plo, eu Fui aoiâchonhauser Ecko, e mi ,grau uma pessoa tinha tendencias ho-
ogrlim, e tambem ao Senefelder. Elesá
__z¡_

se ais
sao do tipo familiar ata as seis d a, E As questoes colocavam e homoasaxuä
tarde, quando a clientela muda,'embg¶ l1aaee-â9ae_uma dean ? 1
ra as pessoas heterossexuais conti -¿ . off' '- o-¬~ ¬ =-==-¿,'e-___¡zl.1__;;-;__|_=¿___-====L-__
nuem uindo depois da hora da mudangaf
pois nem todo mundo sabe dela. Entaog
quando eles entendem o que se passa,i i
ficam um pouco chccados.Nc Schonhau-I É
ser Ecko I' ha muitas mulheres,enguan~Ê _

Ifi_q¡.|g,,¡;|p Eapefelder a maioria eg-sz. Ê m


1
Uo es cdem den a 1 ¿:__|__

_R¡ Nao, dançar nao,e permitido nemtur


musica. Uoce uai la para encontrarasf *.~
*pessoas e tomar um cafe cu uma bebi-;

P" §3Íeuit°_dífíšileefeáéšëáfffèsu-
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Lomrimua na Páeiua 13 H.§
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_ ESTE E um Espâçs PARA N05, muLHEsEs


â Lfissxcas, rALâamns os como E samira,
samsuzu, sssmso E únnu mas suma
= muLH£R _ TIRE os seus ssnrxnsuroscm
sAuETA E os Ewuxc nana ads Pnoznflos
PusL1cÃ-Los com muito Pflãzsa, câLF

Í .às A +¬
|
-m F- flzm-

nana PRÃTICU
~mm

os rostos que me chamam sao os rostos quo


na chanan; nenhum oqtro chamaria.
o rosto dela a assis: exalando o jasmim
que meu daaejo pede, obacurscando a prata que
›..›-unfrl ' `~:.i...f'du. :""
\} À TA _ ii
4.;-.§_ /Í
*-17 ñhsso amor promete.
aau o desafio: sncano.cun a dupla natura-
'_ uniu:-7

za dos seus gastos - o fio vermelho estiçando d_g_


aaja dos seus olhos, a o segundo, nsgro,natando
:La uuzs inpindoaamsnte o movimento secreto talvez da un
hfiijfic M
HUERLA na nàraa prflflfltflfi s aacapas; sigo, penaign-to e qg
nha; lu banho; a to lava com palavns mais pala-
nuzazaá Aluna , vras u poesia.
nas fazia frmn ontun, a ou queria a chan;
nucainnv do sua-flflë quanto nai; quo o dasafio parsistofl
to n fiflflfifi - a dupla labia da nossos movimenta:
nansoi, vacílansoas
sua cflxstlnn CESAR I-É P* 2 C7F1

CANTO E MULHER K R R I N“fl

ERAH DUàS TE UEJU SEHPRE EN CHDÃ LAHTU, EH Qi


EH UHA na Esuu1nâ_ `Éu_.íiH

ERA um sü UURPU Pausa sn você na nun E LH: Inâcxuu


uma SG ÀLHA Nua,
nHAHâfl-sE E LEmsau.nz as seus LÃa1us,os seus
LAHBUZARAH-SE selos E coxas,
uuzâflnn HA n0ITE L NU 013 PARECE ATE nus ouço uncfi cansa 0 E
Aflñflflfl-SE PRAZER, DE PRAz£a,._
aaRnçARAn-sE E mnalun, uuu nas un :E110 os LHE nas
DU RHÚR DRS DURS HU LHERES un salao sâaoa os Quslao no car! na
FURHOU-SE UH SD COR na nâufln E os LHE amas, Tucauou-LHE
DE GUZU rena
NRRLÊ RDÚRGH CÀRHEH :um UIULENCIA, nuas u1uLEucI::
CÁRMEN ÃDURUU HARIÊ Knfllfla, m1nHn slua, missa alma,
. UERBG ERÊ UNO E G Ugggg H1NHk HURTE?, MINHA Uiüfll
1
SE TURNÚU ENCRHNHDU
ERÃ UNO Ir
¿f› ¬ ___ __ ____ __ 'T 7 \ nl-I __, ,__1|nIl|í77'7|'7'7 '77 7 7*

-
ñflñflflfl-SE... uomRnm...sE... I * Nâo sscasvà só rw.
HNRRAH-SE... PORTA DOS BANHE|FIOS-
JUSÉNILDA DUARTE MANDE O SEU RECADO DE AMOR
PELO CHANACOMCHANA
.- ¬_.- i._, _ , 1
iv---._--íz _,--_--zzzí-_.-í...-_-.-...-.-._ _.. . -. --__ _--._-.-.z -._
7 ' 1 í Ú
CHAN'
homossexual). |
Petra Von Kant enquanto Ioru ce-_
seus com Frank fora tratsou como 6 o.
'normal' para une mulher: cre 'prote-I
gioe' pelo narioo que a poosfe oe une
ou cfoutrs forma até que ele oeciue '
cefenoer-se no uarioo e gesso e obter
sucesso como Iiguriniste..¡.inoepen-
uencia financeira que começa e acqui-
rir irrita Front e perceoe que seu no
J.. cer oe nsnoo.soore Petra escíps-lne '
nas mãos. Ele tente então manter este
'Í'l'.., . pouer na once, mas isso só faz con '
I
JQ
'I' que Petra passe a ter nogo nele e fi-
. _.. _*

.L
-I'

_
I.. -:ÉI-1%*

‹‹ .L
-1.
nalmente peça o nirörcio. (hn: 3160 -
nia... eu falava com um nuro...I l.¡u
qyqgczazfiu-veuumazumfiëiflillllfli lner, ele sinos procurou ficar con e:
la, não completamente não oe toco,nee
pelo menos os cama..¿í é que veio o
nogo. Eüe tentou a técnica, a violen-
_ " dum,
ú
-

cia. su oeixei que ele me oouinesee.


f'-3'
zÉ-.r

rC?1
Tolerei isso, was... como se pareceu
sfiroioo esse howeI').
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i
Päã-§7›J
'°1\›"'I*
É.
_ ___ __..
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.aíq ,_ pfgfi.
U .
" .
l.-ii
H-› _

-¡Lu-#11-.." 1
' Pooeríamos oizer que Petra esta-
ria a partir oe então lioertana. En -
tretauto, isso não seria completamen-
~*í~sz,¬;z,';s:¿,'f;*,';s'“í.";.z1"íz=1*s'â.^í.:1 . te veroaoe, sois apesar oe ter líoer-
taoo-se oe no ogressor (seu nsrioo) ,
' 0 reellsuo cojetifo não existe. O rg não liuertars-se os ogressão. Deixere
elisuo está na oielética entre 0 Qufi então, ce ser vítima ouro ser veículo
l é oeoo e o que 6 receoioo._1 unica ' os opressão. Sin, pois guess o repro-
-nm-
realionue É s reluçoü GB Úflffl CQ” °
ouzlr os pgoröes ne comportamento -no
público, eegunno os seios atrefes_oos uinaoor/oouinsoou impostos pela-eocií
¿ queie seJs apresentada: testro, cine-
cane (a grenoe opressora e represeor;
~ le, televisão. A unica stituoe resllg
?) machista ns qual foi oriaqa.
H te É estuosr cena um nestes meiflfi. R5
í rs não oeixsr se superar por etc* uusnoo Petra soanoone seu uerino
¿ [Rainer Ierner Fsssolnnerl oescoore-se homossexual, ele passe a
I.-;f¡'I-'_f"-f_I.','¡Hí._¡
¬ Y lr" V ___.ç_¡-*Í1 __ '1 _,___r n
exercer o papel oe opressore¬soore '
t 3; -M Lágrimas margss oe Pe tre sua assistente marlene - que a suave
tento. (será o suor o calor nos opres
1 von Kant' (Doe Bitteren Tranen Der P5
; tra Von Kant), um aos cais imyortsn - sores como afirmava £assoinoer?). Ru;
t tes clneastas oo novo cinema alemao , Lene por sua vez É o retrato os opri:
sioa: estã seogre celson; nunca reage
Rainer Werner Fsssoinoer, como ns oe¿
ä opressão exercise por Petra; estí o
-44

cria oe seus 42 filmes (entre eles


tengo tono vestios ne negro, colo se
*Quere1le"e o'Casemento oe Marie Bro-
o falta oe colorioo externo quisesse
1 un"), eooroa se relaçoes oe pooer. E
reproouzir s mesmo falta ue 'cores' '
s faz utilizenoo-se oe uma tin¿usgcu
en ritmo lento, câmsrus*qusse geracao oe sua oersonslioaoe.
e um único espaço cenico - eo quarto: .À situação oersenece a seen; .Ê
Porém eo contrário no que ee_pooerie até que uma terceira personsgel entre
ineginer, eu nenhum momento e msçante es cena: Karen, uma Joven snoicioea '
7-IN -_I7;|_n~ui|-I u :_z|-~

ou coisa pereciha- 40 ¢0fl¡rÊri°.¿ Hi? que 6 spresentaoe À Petra por Sinnnía


on estímulo ä nossa cepaciosoo oe ro- uma amiga cosun. Loren chegara recen-
ciocínio e oe crítica. gusnco íneeorg temente os Austrália once ceixara - n
cer (homossexual neclsraoo) escolhe ' msrioo.
E
uns homossexual -Petrs- como persons- Petre interesse-se por Lares e
Q gen central, não estais querenno Ia - oferece-lne uoraois e apoio h sus cer
í zer um filme score nouossexualiswo ' Pflira 00 HUOOIO- Qui mais elo É soro;
É eilplessente, :ee sim mostrar s subs- centeoo ã corrente oe relaçoes ne po:
: missao e s lute contra este stravãs oe cer: uerlene suosete-se s Petr; que,
I une personagem naturalmente nerginali agora, suonets-se e Karen.
seus (Petra ers eulner e oescoore-se Interessante notar, que egeegr

I __ __ _
______________---I-I-_-_--IIIIIIHII

z.Ç_;Hno_C_omcs¿oA______._ - ._,.., ....,J_.l... _.. n-


I

' oe sacas as suooissões serem sotivsos riível segunuo a gersonalioaoe oe ca-


K ossicsmente gor uns granoe oeoenoen - na us (Petra "oescsrre¿s“ n'outra '
I
n cia afetiva, as reações oe Larlene ' l pessoa; Marlene, es si oróoria. Pe -
são mais sutis co que ae ce Petra: a F tra lioerta-se aoás os ,rocesso inter
É filtiaa oescsrregs sua insatisfação o- no, 9rJ,rio¡ Marlene a¿uarcou que I
lcaeíonaoa pelo tratamento que receoe 5 lioeruuue [?) lne Iosse oaos our Pe-
¿ioe Karen, score Marlene. Esta por sua F tra - ou a colher que a¿uarua que o
¡¿vez limita-se, por exemplo, s oster ' noses a 'l1oerte', etc).
i
àna is fortemente
, nas teclas ao catilo- I JÁ ns versío teatral feita sor
Âgrafar. (Uma alegoria soore s situa - Lillor Fernanoes e estrelsoa por Fer-
ão classica oo homem ogriwioo nela ' ¡ nsnoa Lontenegro, ins L§¿ri;¡5“3¡¡¿,-
i,socieaaoe que oprime sua mulher, que ,
Íre age"oatenoo-se" ns cozinha ou gri -
Í gas oe Petra Von Kant" šzaêhistoria oe
us inuifíouo (Petra) Ê grooura oe ¡-
Íftanoo com os filhos?)
l Q_$ituaç§o vai fioanoo Gsoa '
Í aor. bus 0 amor real e naõ O aaor
nnfltioo por 'Don comoortaaento' colo
'

ifvez :ais tenss, até que Karen - Ja 12


Í a Êr s aaioria nos casamentos trsoicionsi
n I mosa - receoe un telefonema G8 SEU ua '_Asna
Iui~
{*uss... voce ve Frans e eu, nós oevi
Írioo que che¿srs os Austrália. Ela I amo; amar um ¿ranne suor. E pra nos-
Éparte para Franxfurt ao encontro ao I us ¿runoe suor significa saoer seapre
ínsrioo, oeixanuo Petra que Õomeçs s* i
I
orecisamente o que se oassu em nos e
,se autooestruir. (Un oetalhe inoortsn no outro. NÃO queríamos formar ua va-
H
*tez qlanao esse pro CCSBO OC BULOfl¢b -* ¿o casal protegioo por... coa couoor-_
ítruição inicia-se, sacana é retiraoa F
tamento. queríanos,poaer senore esco-
leo cenário. uetafõricswente, Fassoin- I
É
'T
lher, estar seuore alerta, seuore...
íaer estaria oizenco que a fslta oe e- lifres.') E esse amor Petra não encon
fnor resulta em autonestrui;ão?). trou so loco ae seu ex-aarioo Brant É
, E apesar ue ter sino soanuona-
I 'áonou que me ueceocionei muito, por
íos por Karen, Petra continua a oescšr 1 causa nele, ,or minha causa, e resol-
Í
ü V I

firegsr opressivsoente sua ira soore 4 i aususr. Acaosr com seu amor eo: as

Marlene. Até que finalmente 'explooe* le." ou sono que o nomes É feito ass
,em sua festa oe aniversário, e, aos ' à 1-=_.~àf-_ y_¡ ~

sis, tem necessioane na outra oessos,


={oerros, oiz que está loucasente apsi
¬
1 nas... nao aprenoeu à ser ooisl.
,xonaoa por Karen; o que choca sua mae I ouoenuo-se homossexual, Petra
Âvaleria ( Éminna filha ama una mulher invés oe procurar manter uma rela-
fUas mulher, minha filha! Ó, Deus, que msis i¿uslitšria com Larlene -
fhorrorl' ). Depois oa.eiplosÊJ o cola WC s astra tanto - prefere regroouzi
,pso e a recuperação. yetra procura,en -1a_ -1.ar-1@.-1 ;
UÉÍIO osoëis ce sosinsaor/ooúinsoo tao
Htão, esquecer-se oe Karen. Finalmente i 1
V
ossos na socieoaoe oítnista em
UO
JÊKDI que
*nota Marlene e chega-se a els cizenao x
\

fora crisos. ¿¿ora, era ela que nao '_


1
_15ora voce pooerí ter lioeroaoe e 3 saois ser sois, ou no caso, ouas. Prel
legria. ' Marlene beija-lhe a não , cisos sosiionsr-se ,or Karen, ser no:~
lagraoeciaa. Petra ciz que não queria valente o,rii1oa, uerramar sssr¿ss lí'
¶assia e peoe a ela que lhe fale soore Íillí
í,
l ¿rimas, sara a¿renuor¡ 'fi;o, mae. Cofi,
gsua rica. hsrlene olha-a e, surpreen-
íç-í_~
Í solo nšo Ê consolo. É greciso apren :Í
icente¢ente,srrusa os celas e... se ' i cer s sos: seu eiigir nana. hm nío ai
iYai! ssei (ssren). siwglesoente eu a _quizÍ
t
para ais. Passou. do agora eu cooeço
"
,_-
, ¿Ío a fill_r ¬r.¬j e '[__¿-figg I muito a ami-la. Agrenoi,
ruin. sprenoer oefia ser oonito
mãe, e isso foi Í)

Cono Ji afirnei no inicio, a nzo oefis fazer sofrer'. ¶


lversäo cineflato¿rífica oe Tio Lagrliah Petra, agora mais sábia, usou ii
*tsargas oe Petra Von hsnt' nso tinha ' os olhos que ,ussuia embora näo 0 soul
'como temática prioolosl u Doooäboâvfl- Desse, e finalmente, notou Marlene; Ú)
ilioaoe es si, era antes sua_crítica ao :Tenho que peoir peroão our uma ,or _
Ipooer. Note-se que as relagoes :listen ç;o oe coisas, Marlene. No futuro ra-
“tes entre Larlene, Petra e Karen säo 0 sos colaoorar ce veruaoe, voce terí a
isicrocísao css relaçães ce oocer exis- recpsoensa que aerecc. É Iunoaaental
\
E tentes no sunco: s escala nierírquica Iszer voce feliz. (Lsrlene se levanta
¬ce opreasío (Karen ¬› Petra -eklhrlefle Vai atë Petra, poe-se ue Joelhus oiag.
1-e ou bocianaue -o homen. -o mulher; etc), te oela gera Deigar-lhe a 5:0). Aasii
io posicionamento diante ua ooressao Ya nflo, Larlene. senta aqui... Ne fale '
\
t_' lí I I; _, 'a a í I If" Wwínl.-a 7"" -_ "77 _¬1-fil|flIlIl","|7 W ,_ Li _I\_*___-í sr _
I

-
ÇÍUUWA
ds tus vide ". rsá viuis no seu oelício rodeado ds 1
Prefiro s vsrsío de Hfilloti ouro,poderes totais e escrs¶os,qos- q
se todo o povfi vivia na gisegia e i
ersfiro nie crer quo: 'D suor É o sob o seu dos nio.Hoje neo he mais g
melhor s mais insidioso dos instgg
fsraós,aae continuamos a ter epres ¿ |
soros que se nsnifistsn ou gases to-g -1

centos ssprsesivos ', como sfirnsvs dos os 1ugeres(fse lia,esoo1a,trehgzi |

Fsssbinder. #1 1ho,entrs outros loosis).£sousoto i


4 milhares do pessoas nao possuem os ¿
Deste diretor slsoio prefiro I meios minimos de v£da,cono casa,al¿r1
s sbssrvsçse que se segue: ' Melhor ¿¿¡madico
sentes,estudo,suprsgo,etsndinsnto
e ñospitalsr,s1lsrios doce- ¿
T
t entregar-se 3 sorte do que 3 falte _ tes e 1azor,guitos ps ses gastas o¿_l
os liberdade. Melhor ser vs ' suici f lhoãs ds dolares ea arnss nuclssrss.i
! Qual e gsntegsn que a nsior parts da-
1 dedo de sociedade * do que un populaçao mundial leva nisto?Rssta os
. fsntsens os vide ' modo,e oprsssío de sentirmos nossas i
vidas ameaçadas e o slouss nonanto. ¬
- Célia - Em none de um equilíbrio srnsfisntis-í
às,un1ãú soviética ú :susana uniúzz r
FW-
voeggàauâ- aumentam sno e ano as suas forças mit
šitares(is§o seu conter os outros pg
ses que ja possuem suas proprias Í

V mauro
bosías e outros que lutgs por cone- ¿
tru -les).Heis verbas sao aplicadas ¿
eo s mas do que se qualquer outro sg¿

1uUcí.ÊAn
tor.ë s corrida parsza norte,psrs a f
destruiçío total. z
Apesar da gravidade do problgoei
na sociedade bçasilsirs a discussao
,.., L g desta ouegtao e pocsris e quanto s H
MEDIDÀ DE EMERGÊNCIA 11
organirsçao das pessoas nus oovinen-¡
í to estadual o/ou nacional psoifists,t
f isto parace ainda seio diatsnts.n
1
1
III
1:
?qussteo e que a passividade s o como?
É disso são atitudes que servem para ,
I
L.
Eoanter esta situaç§o,fazsndo-nos cum*
išplicea do oue quer que venha a nos a
xcontecer. r
J
V Haste texto,baseado eu artigos Ç
toe jornais e revis§as,ebordo alguns Í
_ L.___l|._l

ípontos que creio sao importantes !


1'
para a compreensão de como estamos É
4 Viperto ge uma Futura guerra nuclear,
il-IZI__H

Ííceso nao façamos node para mudar es-


í ta situaç§o,detendo,atraves da nossa
¡orgenizaçao,a vontade da dsstruiçao
g que parece reger o nossa atual.
-fíííií ";_ ` '_' _í :.;;;
L? í¬;-11__:
`III'.

, un pouco os ursrdnxa ea sousa ar Cl,


NISA: g g fl_ M Y L M gf:
ríu L A materia É feita da átomos s o
À-`-:I- _ lT_
Letooo pode ser dividido.5eo as dsscg __I|-¡I |I \-I_-_I .u_m|¡-n.l|u¡-.1-.

hortas iniciais ds gnexagorss¡Dsmo-


.u.-¬ -¬|- ¬
- n-.F {crito,Laucipo,filÍsofos da Grecia ag*
FIV”
É. `
_. __
ÍH"
--- V .
íI_i
"_` V -
í.'_"!" *%tiga,seria inposs vol termos cnegado1
Fgfigwuwgmgíggd IN.TRDBUQED: A ? zía faqricação da tenha atoaica.Desde r
És Grecia antiga ate hoje,suitos zilgi
4 io d o filas Q dia
(ia sxibiça
W ' se- ¡` 1sÉfos e cientistas analisaram o ato-Ú
'I
uinte,es alguns cinemas de šao fiíu- 1 :;mo e a partir destas analises e de V
fão e de outros estados do §rasi1,pa- gexpgriëncias,fora@ descobrindo que s¿
.race ter tornado mais pslpavel o prgi sâoateria feita de atomos,pode ser cego
Íblumš das tombos flucleares e de uma gÍy¶rtida ea energia e a eneggia ea ea
npossivsl destruiçao do nosso glaneta *tsr£i(Eiostein)¡ous e fissao(trsns-
Dando uma olhada na Historia do ffgraação da Estaria as energia atre-
füresil e na Historia de outros pai- I ves de divisas do isotspg do urenio
;ses,o suceder de injustiças,desigua1 ¿23S)ds un eo etono_de ursnio pode
:dades e a escravidão tona formas dg elfornecer 200 milhoes de-volts ds os
›|

versas.Enquanto os antiguidade um f
|
1 , ¡

«---¬
O_Ç!:|A_NA_C_Oli¿IQt|ANà T I _....s.._......_.._.._.- se ¬ -fz-__ -f- -T __ _- -~- __»----> J___---- f Í;

mais Forte que a do sol.Em questão


nergia elštrica.Estas e outras des- os segundos a bola de fogo cresce. ¬
cobertas Foram ultilizadas no projg no caso de uma pomba de 550 quilo-
I
to americano chamado Hanhattau.,ini- tcns(d vezes e meia mais poderosa
¡.¡. _.¡-'_|-_
¡
ciado entre oifím da decada de 30 e que e de Hiroxm-na .)depois de um m¿.__¿
o começo da decada de 4ü,dursnte a J nuto e pela de Fogo teria uma altu-š
29 guerra mundial.Ests projeto.sob ¿ E
e direção de 3. Robert Uppenheimer ¿ ra f
de 6,5km e a largura de 5km.üuag¡
ocorre a explosão,a temperatura do
reuniu cerca de 600 mil pessoas*em f material da oomga convertidg instead
F
.!
milhares de fabricas¡e laboratories ã taneamente em gas,cnega a niveis sol
nos Estados Unidos.Uarios cientistas* encogtrados nas estrelaa.Um vento
que refugíaram-se nos Estados Unidos! E »
Fortiesimo começe a soprar da dire-
durante e 2! guerra mundial,devído W . L
ção de pela de Fogo,trazendo um ca-E
e ascensão do nazismo e do Fascismo,I ler de milhares de gregs.Imediata- Í
euxiiiarem os americanos na constru-1 I mente muitas pessoas sao instantaní
ção de pompa etomica(Enrico Fermi,Li¶ - mente reduzidas a vapor,calcine- T
1
se Neikner,entre outros). _ '¬
e 16 de julho de 1945(tres same I das pela redioetividade(reduzidas al
nas antes da bomba que caiu sogro HI; cinzas),esmagadas pela onda de cho-I
I
que ou pelos desabamentos,queimadasfi
roxima ),no deserto do novo flexico¡¡ L

houve e 19 explosao de uma bomba ate asfixiadas e atingidas por detritos.


mica.De 1945 a l9¶9,os Estados Uni- O efeito da bomba seria bem maior I
dos manteve o mongpolio da 5omba.Em 1 caso ele tocasse no solo. Se isto gw
l9á9,s Uniao Sovíetíca experimegtou l contecesse,no local onde a bomba s¿
a sua prímeirq bomba atomica.ñte plodiese,Formaría-se uma cratera e
1956 o predominio americano Foi esm¿L os detritos da terra,como poeira e
restos da terra,subiriam
_-l._ _- 1_
com a bola
' a dor . w _______*fl_H _i__ , de fogo e depois cairiam de volta
|
I1-*

no solo sob a forma de poeira radio


f' I Hiroxima
Wiki Í JU mi: , I
-ativa morta1.Uma pesquisa feita pa
¡6 de agosto de 1 lo grupo americano Medicos pela res
Íl9á5,fim da 29 ä ponssoilidade socie1,tomando como _
1
Hguerrs mundisl.& exemplo a cidade de Boston(3 milhoe
felemenha e e Itaí de heoitantss)mostre o que scgnteeg
[lia estavam der~_ ria no local depois da explosao do
I.
}rotadas.ü Japão uma unica pomba nuclgar ( infeliz-
If
|
. fiestave cercado ¡ mente no artigo nso:e citado o poda‹
fipelos Estados U-i da bomba):l/Ssdos habitantes morre-
_Il PÉ_-L
šnidos e seus alii i ria imedistaments.Em qualquer ponto
i ¢ados.Hais cedo _ a lüü km eftemperatura seria de 800
T'
|
I

1
1ou mais tarde,is¿ graus centigrados. potencia da com
fter que se ren- š fi ba,comoinada com e onda de calor,l9
__ü;_,¿;;í;¿__e ___Jder e/ou seria 3; causaria traumas e queimaduras.Em
cupado.Tres semanas antes,os Estadcsfi
Unidos testaram a sua 19 bomba atomi* Í ssguidaçviriam os efeitos colaterai
da rodíaçao:vomito¡neuseas e diarrgu
ca.Fazia alguns anos que estavam em-1 ia.Dspendendo do nivel de radiaçao g
penhados na produção desta arma.§ Jal a que e pessoa e e×posta,os efeitosi
pec cairia de qualquer jeito.Entao ~ (nausea,queda de caoelos,vomitos¿h§%
porque Hirosuna. e Nagasaquí?Hortesy morragia,diarreia,Febre,ulceraçoes ä _':r---:

destruição,norror! Talvez uma demons- Il na pele,disFunçoEs ciroulatorias e 1


tração de força para os russos?flais « do sistema nervoso central) podem 5
ä para isto Foi preciso investir muiton 4 ser mortais.Na semana seguinte ao @
dinheíro,muito trabalho e material *I
ataque,maie de um milhas de pessoasl
visando a destrulçao de duas cidades .J
morreria devido age Ferimentos cau-{
e s morte da milhares de pessoas.Na l sados pela e×plosao.n maioria dos, _
era da inf'ormatica,qdo o homem jfifoièz hospitais seriam deatruidos.Dos me-F
lus,depois de tantos anos da nossa « dicos existentes na cidade apenas ¿
nist5ria,š esta a demonstração as for 10% soo;eviveria(cerca de 65U)ou ser
fUrÇã
1 Nggg
de que Mg somos _? W capazes? ¶ ja,um medico para caga grupo de,l7tU
__í"§ƒ___ _ _-;L:__ _ .:;':; ____ ____r _ _ _' 'I
Feridos.Eom a explosao grande numero
Q uz âcuuraczeln rw m um Q EE E Im
'¬'r"-«_-
1

m '7 -Í
de pessoas ficariam surdos e perder*
dá EXPLUÕISÊE: ”W_ L em a visao(olhar para a bola de Fogä
z ________?;1í' _,f1*¬;.;... _ i““*` ,|_
No inicio,todo tipo de equips- l produzida por_uma bomoa atomics e ,_
_ .Ê_L'__

qualquer distancia menor de 20 km e


I¡I(_`.\I '_

mento que dependesse da transmissão Q


de energia eletrica deixaria de fun-E sufigiente para causar queimaduras ¿
cíonar.Enquanto isso,uma onda mortalf gravissimas na retins).fls doenças L
de raios game atravesaaria quase tu-. provocadas pela radioatividade serie
i
1'
do,ínclusive as pessoas.Uma imensa f am muito comuns,mas equipamentos e r
pela de fogo começaria aiorilhar no L tratamentos não estariam a disposi-«
3 r s ¡
çao das vitimas,o que as levaria a
ceu,produzindo uma luz varias vezes Í
___ Í
1, I
411

cetâwacomcsâwa- ___... M -o t t T fiH......._...¬¡


uma morte lenta e dolorosa.Qs siste congelada.AvegetaçÊo(florestas tropij
mas de t ransp orte , comunicaçao e ele
_ cais por exemplo) provavelmente desgg
tricidads dos quais a medicina depe pareceria. _ g y
de,passariam a nao funcionar a epid 'i Umagescuridao continua_cobriria,
mia de doenças infecciosas seria ou o hemisferio norte.A quantidade de f
tro problema critico Com uma resis- Í ir : luz do sol que chegaria ate nos se- i
tencia a radioatividade muito maior ria reduzida a uma pequena percenta-l
que os humanos,certos 1nsetos(como ggm do normal,interrompendo a fotos-
as moscas por e×emplo),encontraa1am
- |
sintose e s cadeia alimentar. l
nos escombros da guerra,o ambiente Haveria o possivel transporte ;
r . ~ l de poeira de Fumaça,poeira e radios-L
propicia para sua reproduçao e cre¿¬
c1msnto,tornando-se
, - outro Fator _ de- E tividage vindos doghemisfazio norte '
transmissao
.
de doenças ea variaçoes
""' UL
para nos do hsmisferio sul,contami- ¿
de clima,causadas pela reduçao do _ nando tudo:o solo,as pessoas,os ani-
* '
zonio `
na atmosFera,causariam alter”a. mais. â
"'
çoes profundas na Forme Fisica dos A camada de ozonio que protege ¿|
seres humanos,animais e Elantas Na P a terra dos raios ultra violeta (um
semana seguinte a explosao,milhares tipo de radiação danosa),diminuÍria
de pessoas morreriam de leucemia,og muito.ü aumento dos raios ultra vio-'
tras deslvolveriam tumores malignok a Í lets afetaria o nosso sistema de imu
Catareta,leucemia e outras Formas d,
I ia'
nidade e o de outros mamiferds.Este"
cancer,apareceri§m entre a.populagaso sistema de imunidade seria suprimido
exposta a radiaçao.Hs mulheres grave quando recebesse doses bem baixas de
das dariamfa luz a crianças com de- ultra violeta.A exposiçao prolongada
feitos geneticos imErevisiveis(mais- a altos a altos indices de ultra vig
um efeito da radiaçao sofrida).Us 5 :I lets também pode Qerar uma cegueira
Feitos de uma unica bomba atomica s e qge se alastraria entre humanos e ma
rão sentidos SD anos agos a sua ex4¬ miferos.
i
plosao.3a com a explosao de milhares _ Todos os sistemas de comunica-
1 . `
de bombas,estes efeitos ` 'd1
. se multipli cao estariam_cortados. I
Estas sao algumas hipoteses,ba-
:ariam e segundo cientistas uma poe¬
ra Fina(resultants das explosoes de ssadas em pesquisas,do^que poderia Ê
milhares de bgmbas)ímpediria durant É contecer caso sobrevivessemos a gm â
semanas ou ste meses,a passagem da taque nuclear ocorrido~no hemisferio
i luz do sol.A temperatura cairia bru- norte(ond§ localizam-se Estados Uni-
talmente e repentinamente(independe2% dos e Uniao 5ovietíca).Parece-me im-
ts da estação do ano)para graus bem provavel cus algum pais sobrevive a P
abaixo de zero,queimando a vegetaça O. iI
um confronto nuclear.Como aliados 1
e congelando seres vivos.ü solo dev "I"' dos E.U¡R:somos umialvo provavel pa-¡
do a radiação não poderia ser util .à ra os misseis sovieticos ou de seus
:ado não se sabe por quanto tempo. aliados.§e o motivo de um confronto F
Provavelmente com o poder atual das nuclear e a busca_ds supremacia do “
oombas,os abrigos nucleares tambem É poder ou da divisas desta supremacia
seriam destruidos.Us Estados Unidos entre os §.U.A a a U.R.S.S,parece-mag
estäo fabricando jumbos espaciais muito dificil que em caso de guerra ;
|
| due possibilitariam a fuga dos seus nuclear(podendo haver a destruição É
L
governantes.Em cada jumbo gaba lüü g de ambos os paises) os combatentes )
pessoas,custando 120 milhoes de dolaj permitam que algum pais sobreviva.ü Í
;es.ã pergunta que alguns se coloca 111 raciocinio parece-me o seguints:ou
e qge mais cedo ou mais_tarde eles nos(E.U.A e U.R.5.S)tsmos o controle
r
|
| terao que atsrrisar e nao havera on- do mundo e/ou dividimos este contro-¡
í ___ -*-
CIE .
.-.- ;;'---zz... ____ _ _
z
___,--;-_:-1
le,ou ninguem mais o tera.A raciona-l
E o saâslt como Flcâslnz 1 lidade do homem "moderno"perece ser
h¬=:¬fr-r-P-:¬mm--:::::*-¬r--H!~=f¬
No caso de uma guerra nuclear i ._-¿;““:g::;::::::Í:::::i-L. '._;
no hemisfêrio norte,de 5 mil mega-
tons de potencia(menos da metade dor
arsenal nug1ear,hoje existente no É * i PELO
mundo,due e de 12 mil megatcns)o re-
latorio TTflP5,feito por cinco cien-r
“ .f
DESAR MAMENT
tistas norte-americanos(R.5.Turco,T. fiÍL|(:¡L_Ei¿"?(D
P.Âcksrman,3.5.Pollack e Carl Sagan) t.' ‹J¬-^ flvcu .~'
prëve o seguinte'para o 8rasil(1oca-1
lizado no hemisferio sul): '
Nos primeiros tres meses a tem-_
peratura Ficaria bem abaixo de zero,,
variando de -159 a -259.fluitos ani; J
mais e pessoas morreríam de sede,ja 9
que a agua fria da superficie seria
l 7 \ F7 7 lív' ` m
12 r
a da dominagao e_daWopre§a3ov i_Wss quanto isto 570 milhoes de pessoas J
sofrem de desnutriç5g,8flQ milhoãs são
i atacados com Ã; soneís,An?€š` UE analfabetas,l,5 milhas temgpouco ou
ELAS AEÀBÊÊ Fl on II GEN , _ s_ dg_; _ nenhum acgsso a serviços medicos e r
i No inigio da corrida armamentiãi 250 milhoes de crianças nao Frequenzy
jta,a estrategia de guerra se_susten-L tam ascolas.U relatorio da Rssociacad
itava no conceito de destruiçao mutuaw fds Controle de ñrmamentos(instituiçaq
¿assegurada.No cego de um ataque nu- 4 tparticular americana dg pesquisgs)i5i
¡c1ear,a retalíacao serig maciça com P Forma que os 55t oilhoes de dolares 1
eo disparo do arsenal atomico.Htual- % 'gastos em armas em l98U e-¿ HI I

¿mente,o presidente dos E.U.fi Ronald f Lquivalem a renda da metade da populgn


ÂRcagan,Fa1a em guerra nuclear limita) lçäo mundial.U Brasil e atualmente o 1
¢de,localizadg,dada a maior eofisticg «maior Fabricante de armas do 39 mun-tT
leão e precisao das armas nucleares. ¿ )do,com a5% oa produção tot§l.Em 197%
lists mesmo presidente deu ao missel ¿ ro Brasil gastou l,3Ú§ bilhaogde dolar
irx,capgz de lançar sozinho dez bomeví .res em armas.Este pais que ja foi sor
fioas atomicas,o nome de Peace Keepgr,_ lFundo(mogetario internacional),onde é
Âmantenedgr da paz.Hoje,tanto um mis-1 ¿e inFlaçao,o desemprego,a miseria e 1
feel sovigtico como um americano,demg¡ io analfabetismo andam soltos,da-se 1
Íram em media de 6 a E minutos para, l fiao luxo ougao lixo de investir em ar!
íatingir seu alvo.Americanos e sovie- Ima vejam so quanta porgaria! ¿
ãticos detêm 97% de todas ae,ogivas í varias são as hipotecas de mot¿fi
gnucleares,podendo destruir pelo me- fvos que podem levar a uma guerra nu-5
lnos 20 vezes o planeta.ü,poder das ¡clear.Citargi.tres: l
,bombas qug existem hoje e cerca da I ¿}alguem pode resolver apertar É
¿i,6 milhoes de vezes o poder da de Jo botao. Í =
finiroxiui- .D artefato obre Hiroxi- Íp 2)alguma luta no Oriente Medio À
ma ra de 12 quilotonsÍl2 mil tonelä fou em outro lugar pode servir de prg;
dasfe provocoi a morte de 106 a 200 fitexto para que se inicie um atacue É
mil pessoas.Uma ogiva moderna e de ne/ou uma guerra nuclear. g
500 ouilotons(cerca de QO vezes o pg 1 3)uma Falha em um(ou mais de um)
dar da de Hiroximl ).Ha ogivas de lcomputador pode gerar o conflito nu-@
9 a 20 megatons e algumas ultrapas- Hclear sem que haja tempo de se deste;
sem 5C_megatonsÇl megeton equivale a- O E '
¬_` _I. partir de oÊ¿I
explosao de 1 milhao de toneladas del ombro de B5, '
TNT,ou seja,5.BUF vezes mais que a ' os E.U.A comgr
bgmba de Hiroxinag (atirada em 19A5)}
He vinte anog atras,Russia e Estados
Unidos possuiam juntos perto dei? Í
I_

*À.
\ -4
H 1Ro;¿¡MN ã:fl;;:U;":::¿ isseis volte-¿
|mil armas atomicas.De la para ca,o 1-nl.H-um

Ásrsenal multiplicou-se cerca de 25


N UNCA
¡IHIA"i-na-alí

H' lRu5is1g
ivezes. f . 4' F brsma prove um
l flaises Q ue J e construiram e/ou
Ítestgram bombas:Esta2os Unidos,União I . il otal de 57;
läovietica,França,Japao,China e India , ovos euromissg
Lâegundo especialistas da revista cmg MA I S s.E_ugares onde
meras instala-
firigana Ngusueek de novembro de 83,10 .¡III"""" os:Hlemanha§tä
'paises ja poderiam construir hoje ar -HJ

al de zoa mis
gtefatos atomicos:Rrgentine,ÃÇrica do sis;1ta1is(za¬
¿Sul,elemanQa Gcident§l,Cagade,Isragl meu?
gl de lifl; ;
'EItalia,Japao,Paquigtao,Suecia s Sui- elgica s ¬q
zca.ünze¿peises terag condiçoes de landefum total.
jcogstrui-las noslproximos 6 anosifiug
er4B em cada
ltralia,Austria,Belgica,Brasil,Coreia aim;s lngla
ido 5ul,Binamerca,Espanha,Formosa,Ho-u srraflõu miss
¿landa,Iraggs e Norgsga.Egito,Finlan- s sefao insta
;oia,Iugoslavia e Libia podem ter a I ados.H instala
"sua bombg ate l9Bá.U,mundo e hoje um f
ção dos misseim
-rh

Lpavil atomico.E se nos não fizermos Í


-na Europa,
_ nada I* ficara cada vez mais facil estel -uz;_ -. .pr

pavil ser aceso. r rans orma este continente em base de


+~‹~" - ______ ___!-ul-lr'-'-I
" 'T-of

,__l _ 'D_
i-Ii \
___ Tí
7
_' '“ 1-lí nfiflnlqnnflí ,I?¬ na

iengenhos voltados cpntra a U.e.*.S.-a


f*°1nIl_ ._. '
GAsTos Em names Nucirssrs:
T"*¬_._z_ na . i.IF-,1 \_o .ami :1,_"'í7_i__,--,uwfui LL f'f'
lipaisgs europeus '_.o_-se apenas
_ U mundofgastou em armas 4 tri- F h0=p0døir°§=”des nisiois e comentem
Ílhoes de dolares na decada de~?B.Em ro comando militar americano na area g
¿l9Bz,a cifra foi de 800 bilhoes de pgdera aciona-los.üs sovieticos oarsg
¶doia£ss,o que,signiFica cerca de 1,5 nao ficarem em desvagtagem,devem au-
hilhao de dolares por minuto og em msntarro numero de misseis instalados)
cruzeiros a cifra de 1,5 bilhoes.En- nos paises do lests(Hungria,Romënia, Í
É I
e t

Çw¡à|A_c_QM.cl1âuA_____
1 _ f
z 1, : : _' iQ_._¬_ ___
1 I3
Alemanha'0r1sntal,Tcheccalovaquia) e ,H 'Voce acha qu. ha mai. lesbica. tu
¡ so cabere aos russos decidir quando gèrtas .r°f. Bass 4L_ L" _ __9
E 9"' §I“° dír°Ça° di3para"l°§' Q .A * R: Ne.o,__as lesbicas estao em todee ee
2 anto a U R S S como os E U
Í procuram se r
° ' Í da ameaça . do og li lda
garantir pf ofiesoee
. ° Eu uma
guindaste,
conheço uma operadora.
.
_ maquiniste, uma pra
't;o,possuindo o mesmo ouüaproximado feseora, uma empregada
E
l
.
numero de armas.A isto chamam de e - i :g ma' trabalha na policia, f . do outra
correio.
e est;
e
iqui1ibrig.Naszgo caso de uma,guerra i ante de teologia s muitas eao escri
firnuclear e E rovavel q e ninguem _ . sobre]_.É
»torae ou trabalham no teatro. EnfimÍ«
iviva .Êntao que equälibrio e este izstamo- em todos os _ -a .
isque se estabelece a partir da possi- P: Voce sabe de casos de mulheres que
¿bilidade de uma matança coletiva?0u fperderam seus empregos por serem les
,otros paises pensam em ter a sua pro- ' as?
; pria bomba para nao se sentirem chag 3 Nao, eu nao seiflpcrque as mulheres
Ptageados e/ou ameaçados pelos que Ja
;a possuem.0 problema continua;fazer ao BB assumam ' "*° Bar em sua” V1”
zbumbas ou aumentar O próprio arsenal das privadas. Agora, mesmo se elas se
«não garante a sobrevivência de nin- ssumissem' °la°.q¡° parderiim ° ""
guem.Nesmo a guerra nuclear localiza r°9° porque aqui t°d° nu"d° t°m ° di
dafbnmbas sobre uma cidade ou estado rÊit9 3 ° d°"°Í d' tr5b¡%h&¢'fl°°I'tÊ'
-provavelmente levarš a uma guerra to 3° arri3°¡r1a“ 5° a°°“m1r P°rQ°ÉÊ°"
zt8¿;po¿s,$e um país joga uma bomba - erteza que sofreriam uma repreeseo
Ê em um lugar especifico de outro pais Ê1'tiV°' ›¬- ~ ze¬l - z~›-¬~f~~~¬
I
1(cidade ou estado),este respondera e ' Bqmv mas dÊ"°.h¡“°r m“1h°r'° qu°“Ã
'
aos aliados de ambos os
f
ises em
em untas nao e? _ .
~|questäo,entram tambem ' napa guerra.Alem
f : Quando voce tem um relacionamento 1
:disso,mesmo que eo uma bomba seja om uma mulher, você deve se conten- l
tar çom um apartamento de um quarto É
ãl§nçada,os sistemas de comunicaçao Eus e o que voce tem direito enquanto
leao cortados,o que impossibilitaria pessoa solteira. Tudo e confinados ea
.ou no minimo,diFicultaria em muito, lee unico quarto: viver; dormir;suavi_
`rualque; especie defentendimento.
¡ _ Ate l99á¡30 paises terao condi- ,da inteira. Um relacionamento freqo ni
*çoes de possuirem bombas etomicas. temente dançalcomo resultado diseo.?__
` Tudo leva a crer psrdade, tambem, que muitas mulheres 3
que se as pes
soas não se mobilizarem,os caminhos úesbicas csam com homens homoseexuaisi
em di£eç§o~a guarrafinuclear e a des- fpara conseguir apartamentos maiores.
tguiçao total Picarao cada vez mais Isso tambem faz,com que eles pareçam ¡
=Faceis e curtos. , 4l4I`l__
.m.fi1.a-..'1lfl..eé.tim9¬__._____.__.._,S
"
No proximo numerosfarei um arti 1 “P: As,mulheres se engontram atraves
Igo sobre as varias manifestaçoes pa- Á *de anuncios? Digo, nao apenas para 2
šcifistas que aconteceram e que estao ichar um relacionamento fixo, mae,sim
Iacontecendo no mundo,destacando o pg 'plssments para ter alguem com quem cof
:pel das mulheres dentro destas mani- P
íiiií.
L
4i

versar, alguem para partilhar das nei


'Festaço§s. Ate mais! N88 X Bfl8fl

, RUSELY
R: Nos temos o 'Uochenpost'ÍJornal.5eL
4L _ 7 7 _ T 7 77: ¬ lmanal) onde ha propostas de casamenÃÚ,
to e uma coluna chamada Troca de Co; *
-v
\

\
Írespondencia que voce pode user anoni
¢mamente. Eu tenho frequentemente reg ¿

asas
¬ J

,pondido a esses anuncios, nao por dgh


fisespero, mas simplesmegte por querer

11
I
3% Êtšíêz
Ttífl í

`_
hnhar se o_anuncio e de uma mulher lee* . J
ifazer contato com alguem. Has, algu- ¿
,mas vezes, o,tiro sai pela culatra ,
porque ninguem pode realmente adivig f
'§O§ÍiN9AQ§£)DAÍPA§INA Clfl§Q_“¶_
Pica ou neo, A unica coisa que voce _*
faz â'tt¿.;=âT¬eàt1z'ârä:“¡àtz5¬›ã1 f.à1.ztt.;m-.':"í§1
podeàdizer e "flulher procura correa- M
Msinuado e houve um papo de se buscar, pondencia com outra mulher".Ent;o,vg 1
uma eventual cure, mas as mulheres do me tem que responder para saber se_a¿¿
figrupo concordaram que elas nao que - se zmulher' significa lesbica ou nao.@
¬ am isso. Os doutores acreditavam
PI oce pode receber uma resposta amee- ;
çadora ou uma resposta positivasíu msg
`

lque o lesbianismo derivava principal


_:._1___

§mente de situaçšes de isolamento, mes encontrei com uma mulher durante u m


*resolveram tambem procurar outras rg ano e nos nunca declaraeos neeeo le¿_!
Lzëes. Entío, as mulheres tomaram ho;
imonios e fizeram testes de sangue
ieeieefieee "Ie aê;_w_e. ø.s=_1=1;e-e eflgieegfl- P
«Mais tarde, os temas eociologicos
frsm discutidos: camreire;_pepeis;
|.E|A E Ass|NE o
. ¡g|Ê|§|? _ CHANACQMCHANA
tbiente; etc... Ae conclueoee dos d
itores foram tornadas publicas, ma O. ll'--I-I-L'1-‹.__1enL1_;-__ -"- ;:__-:_-I
viii" ee; mn;-Í-pe-Í _| 'à"-""|`_ 1 ii' _' swf* “Ô
-|"*'-Í o

1to oooo oonol do ooouniooçoo foi olg Í


'ouoodo o oo anuncios quo folao do mg
llhoroo qgo qgoroo ao corroopondo; ooo 0
outros mo tom sido oooitornos ult¿._ f- 0 .*. zh
Hmgo dois anos mais ou oonoo.flgora vg
fioo tom quo oo: ooío sutil, gnrgoti d o,
Ho o que oporoco,no puolíooçoo o sim-
Loloooonto go anuncio ooo o titulo go L EsTA~1_
güorroopondonoio gntro onigoo o ooo” mibsfantgs E BMÍS 3°^5
k l io 'forros
1 " ondoncío entre
- flulhoroo - A 1TA S

ooo lo-o -o uno oo oo so-ro


0 fd, % ,,Íd°, ,,,,,,,,,,,z¿› as mf. zbzzzpozzz, 2934 -- 1-.nz s4s.19a
*..1::".-.:.::..P::: 3::-;r.:;;â'..:";; »~‹ fm-
:ronço do quo oojo molihor vivo: 1 3. ' R Rois BAR
to oidodoo monorío, oloo vivam oo 3 _ /F í
otomonto onruot dao, colocando :nun _-~.¬----«
ioo nos Jornais oomonoio o ooorovog' ÊÊÂTÊURÊ-mÊ¿.Ê'zz^R'Ê
o, uma porn os outrog, ooonao para D agqu-z¡mp,,¿°_11g.5_p_
odor oo1;ir oouo ooroçooo o dizor:"‹- ,Ê D `›
u ooo loooioo o tonho toío o tolo oo 0' .- ' 'Mz,257.a9o3-253.om4..
Lmontoo.' Iooo, cloro, oo çloo con- ou L g J
BIQUÇW lflhlf ÚUÊÇI ffii-llhíz 1-.lb-1-C3 3"'
Êrovo; dooooo onuno1oo,too onruotidoo §
ooo o o gior porto o o porque o los 1 AüUNCIE NO CHANACOflCH&NA E Í
bioniomo o tobu, o quo torno,o poooI_ “z %
Llidodo do onoontro ontro ;oob1ooo m SEU ANÚNCID E5TãBÍ CIRCULRNOG Ã
ãuito 11rn1todg.Eu ooho_ouo o trioto 0 O
ho mulhoroo loobiooo noo oodorom'vi- fo PBR RTÉ 0013 MESES À UflAT¶¡R ¡
L._.=1=;:.¿êzêam,¢.0=§.L¢;.osêz.§=Ae.:.1.m_é.1ê._~¿¿.2.¢¿._ Ê - 0
roduzido do Rouioto Conno×1ono,NE5, g flíN1M,GñLF',CX,P05TnL 52.513 SP
fiulhoroo no Europo Griontol, 1982 ¡ f
jflolifornio, Eotodoo Unidos. oo~d
É um -H __fl__m_fi£F¿F“ úwH__H,.H 0 Qä

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gfno'-2 *___ _ L Iu_|- L_.-¬.Ii

fi Ík? ': oonfíouoçio da po . U


\ ol. Eu lho ooorovo paro oobor oooxigi
to algun tino do futebol prooioando
do jogadora; Mou nono o Fognondo o_o
J. ülivoiro. Mou ondoroço o_Ruo Ito-
11o,,nfi 217, Pooouo dos Noçooo,Sonto
Andro, Sao Paulo, oop 09000
DESESAN CGRRESPÚNDER-SE,.,,,,,,
IIIIIÍIIIIIIII'i'IIIII'III*Iillllllilliili .Zi

oooooooooooooooooooooo":onuuouo Ru., Rgiggfidg QQ C¡_¡{;¡›g fl¡j_¡¡Q5


oooooooomooooooooooommooooooooo CIP
Êo3o Wlíli Frlflk
¡"'U¡ GÊG-É 'Ú VN-93 59.5-Úmnm P5” Ú Í Rua Nootor Poot:o‹no,8?, apto 501
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fiod. ñulolio Diniz, Av¿12,Ruo 18,Cooa
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