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MARXISMO CULTURAL,

IDEOLOGIA DE GÊNERO
E
DOUTRINAÇÃO IDEOLÓGICA E
POLÍTICA NAS ESCOLAS:
DESAFIOS DA
PÓS-MODERNIDADE
Adaptado de internet livre (9/09/2016):
“ A Igreja e os Desafios da Pós-Modernidade”
Aula 4 – “A Imposição da Nova Moralidade”
Norma Braga – IPN

Aula sem adaptações está no site da EBD:


http://webebd.com/ipn/mod/resource/view.php?id=312

http://webebd.com/ipn/

1
Lazer em família ? : Passeata “Agenda de Gênero”

www.sosracisme.org

2
1. Moralidade Relativa
1.1 Perda do valor da vida humana

Aborto Ativismo ambientalista

Banalização da Violência
Eutanásia
3
1. Moralidade Relativa
1.2 Destruição da família e da moral cristã:

Teoria Queer

Feminismo
(agenda de gênero)
Ativismo Gay

Pedofilia
(www.cblf.org;
www.nambla.org)
Poliamorismo Bestialidade
4
1. Moralidade Relativa
1.3 Foco nas crianças:

Kit Gay

Agenda de Gênero

Maquina de camisinhas Erotização infantil

5
1. Moralidade Relativa
1.4 Discurso politicamente correto:
Suas ações ou palavras pode ser consideradas como fascistas, ofensivas,
racistas, machistas, homofóbicas.

1.4.1 Imposição da nova moralidade:


- Discurso de ódio para aqueles que refutam a
nova moralidade.

- Perseguição política, cristã e intolerância.

1.4.2 Rotulação:
- Autoritários, fascistas, opressores,
retrógrados, intolerantes, racistas.

6
2. Como isso aconteceu...
A evolução da decadência ocidental ...

Todos esses movimentos do “politicamente correto” e


da relativização da moral ocidental (feminismo, lgbt,
multiculturalismo, gayzismo, vitimismo, doutrinação
ideológica e política, etc) tem um ponto comum:

“A IDEOLOGIA MARXISTA”

7
3. Ideologia Marxista: heresia religiosa

CRIAÇÃO:
P: Qual é o correlativo do marxismo para a criação, a origem suprema de tudo?

R: A matéria autocriada e autoprodutiva.

QUEDA:
P: Qual a versão do marxismo para a queda, a origem do sofrimento e da tirania?

R: O surgimento da propriedade privada.

REDENÇÃO:
P: Qual o método que o marxismo propõe para pôr o mundo em ordem outra vez?

R: Revolução! Derrubem os tiranos


e recriem o paraíso original do comunismo primitivo.

Nancy Pearcy . “Verdade Absoluta” pag. 101-103 8


4. Família para Marx e Engels

9
10
5. Religião para Marx

11
6. As previsões fracassam

Socialismo e marxismo clássico

Espera que as massas se rebelem Espera o colapso econômico


do capitalismo

As previsões
fracassaram

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7. História
Os pensadores marxistas se propuseram a
analisar o fenômeno. Na Itália e na Hungria,
respectivamente, Georg Lukács e Antonio
Gramsci foram pioneiros na ideia de que os
trabalhadores só perceberiam seus
verdadeiros interesses de classe se fossem
libertados da cultura ocidental, calcada em
valores judaico-cristãos.
Norma Braga - A nova Moralidade

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7.1 MARXISMO CULTURAL OU POLITICAMENTE CORRETO:
UM POUCO DE HISTÓRIA: A UNIÃO LUKÁCS + GRAMSCI
“Depois da I Guerra Mundial, o marxismo estava em plena crise teórica: como
foi possível a união dos trabalhadores para matar outros trabalhadores,
buscando defender os interesses de seus patrões? Quem os alienou?

Marx, de certa forma, já havia encontrado a “solução” em uma de


suas frases mais conhecidas: a religião é o ópio do povo [7]. Marx
havia entendido que havia um fator cultural que alienava o povo.
Porém, não conseguiu elaborar tal pensamento de forma adequada.

Tal elaboração será feita por dois filósofos, de forma independente,


um húngaro, Georg Lukács e o outro italiano, Antonio Gramsci (que
teve seu método acolhido pelos marxistas culturais). Quando
terminou a I Guerra, diante da grande crise teórica do marxismo,
para Gramsci e para os marxistas culturais, o grande adversário a ser
derrubado mostrou a sua face: a ética judaico-cristã, a filosofia
grega, o direito romano, eram como que uma espécie de veneno que
alienava as pessoas, impedindo os trabalhadores de lutarem de
forma revolucionária.” 14
8. Gyorgy Lukács (1885-1971)
Luckács e o ódio à civilização ocidental
Contrariamente ao previsto pela teoria marxista, a
adesão das massas à causa revolucionária foi
quase sempre nula.
A causa foi então “diagnosticada” pelo filósofo
Gyorgy Lukács: o inimigo a combater não era o
capitalismo, mas a cultura ocidental, assentada
sobre a tradição religiosa judaico-cristã, o direito
romano e a filosofia grega.

“Quem nos salvará da cultura ocidental?”


Gyorgy Lukács 15
“O moderno Príncipe, desenvolvendo-se, subverte todo o sistema
de relações intelectuais e morais, uma vez que o seu
desenvolvimento significa, de fato, que todo ato é concebido como
útil ou prejudicial, como virtuoso ou criminoso, somente na
medida em que tem como ponto de referência o próprio Moderno
Príncipe e serve ou para aumentar o poder ou para opor-se a ele.
O Príncipe toma o lugar, nas consciências, da divindade ou do
imperativo categórico, torna-se a base de um laicismo moderno e
de uma completa laicização de toda a vida e de todas as relações
de costume”.
GRAMSCI. Antonio. Cadernos do Cárcere – Volume 3 – Maquiavel e Notas Sobre o
Estado e a Política. 3ª Edição, Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, 2002, p. 19 16
9.1 Antônio Gramsci (1891-1937)
A doutrina de Antonio Gramsci: infiltrar-se nas
instituições públicas e privadas e tomá-las
desde dentro.
Nisto se inclui a Teologia da Libertação, Teoria
da Missão Integral, o Direito Alternativo, o
controle da mídia e da cultura, a tomada de
decisões por entidades ilegítimas e sem
representatividade (orçamento participativo), a
legislação administrativa (decretos, portarias,
instruções normativas) e assim por diante.

“O ideal do Gramsci é que o partido revolucionário se torne, como diz ele, “autoridade
onipresente e invisível de um imperativo categórico de um mandamento divino”.
Quer dizer, o partido está sendo obedecido por todo mundo e sem que o pessoal
saiba a quem está obedecendo. Obedecem porque já não têm esquemas cognitivos,
nem esquemas linguísticos próprios...”
Olavo de Carvalho
http://www.olavodecarvalho.org/textos/poesiaeafins01.html
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10. ESC0LA DE FRANKFURT

A liberdade de ideias e a liberdade de expressá-las sem sofrer censura moral sempre foram
ideias correlacionadas e entrelaçadas. Mas ambas já morreram. Mas não morreram
agora. Sua morte começou entre os anos 1930 e 1968, quando um grupo de intelectuais e
filósofos se uniu para criar uma escola de pensamento que tinha como foco essencial a
destruição da civilização Ocidental e tudo o que ela representa (inclusive seu sistema
econômico baseado no capitalismo) por meio da 'emancipação'.
Max Horkheimer, um filósofo marxista, foi um dos pais fundadores da Escola de Frankfurt, a
qual incorporava toda a moderna Teoria Crítica da Sociedade e que, em grande escala, se
caracterizada como neomarxista.
Horkheimer, junto com Jürgen Habermas, Theodor W. Adorno, Herbert Marcuse e Erich
Fromm, para citar apenas alguns, criaram a Escola de Frankfurt e seu Instituto para
Pesquisa Social, uma instituição que moldou o pensamento cultural do Ocidente como um
todo e da Alemanha em particular.
De acordo com Horkheimer, a teoria crítica tinha o objetivo de "libertar os seres humanos
das circunstâncias que os escravizam". Assim sendo, seu principal objetivo era criar uma
plataforma teórica e ideológica para uma revolução cultural. 18
11. MARXISMO CULTURAL
http://www.recadosdoaarao.com.br/?cat=26&id=5216

"O Marxismo Cultural é a tática primária da esquerda


militante. Todos os adversários políticos são catalogados de
"racistas" quando são contra a imigração em massa, de
"homofóbicos" quando defendem que o casamento é entre um
homem e uma mulher, ou de "misóginos" quando defendem que
existem distinções fundamentais entre o homem e a mulher."
A estratégia da Escola de Frankfurt
“O que de mais importante se pode assimilar da forma de
operação da Escola de Frankfurt é que eles desenvolveram
tácticas que visavam a implementação da revolução comunista.
Frustrados com o facto do marxismo - economicamente - não
ter o que era preciso, eles - os teóricos da Escola de Frankfurt -
adicionaram aspectos culturais.
Embora existam várias sub-técnicas, aquelas que têm um peso
maior são:
19
FONTE: http://omarxismocultural.blogspot.de/2013/06/a-estrategia-da-
escola-de-frankfurt.html

11.1 Teoria Crítica


Esta técnica consiste em rodear e atacar a civilização
ocidental e todos os seus alicerces (igrejas, família,
economia) de todos os ângulos. Este ataque não é baseado
na lógica e na racionalidade e nem tem como alvo aqueles
que são politicamente mais informados. (É por isso que é tão
fácil encontrar contradição na "lógica" esquerdista) Este
ataque tem como finalidade desmoralizar as massas de modo
a que elas percam - também - a vontade e a força para
resistir à imposição da vontade da elite esquerdista.

Este ataque consiste na ridicularização, no envergonhar,


na vitimização, na personalização da vítimas, na
colectivização da culpa, nos gatilhos emocionais, na
contagem de "estórias", na infiltração de instituições de
comunicação (órgãos de informação, universidades, cultura
popular, "peritos" científicos), no pensamento de grupo
aceitável e "não-aceitável", na mobilização de grupos de
interesse, no suborno , na rejeição de responsabilidades
(aborto), e na repetição ad nauseum.).
20
11.1 Teoria Crítica (cont.)

Os ataques levados a cabo pela Teoria Crítica não se baseiam


em queixas individuais válidas, mas sim na própria existência
da Civilização Ocidental em si. Tudo aquilo que promove a
superioridade da cultura Ocidental é, por defeito, algo que tem
que ser destruído. Os marxistas culturais atacam (apenas e
só) com o propósito de desacreditar todo o edifício cultural
ocidental e acelerar assim a "revolução" (isto é, a instalação
da ditadura esquerdista

21
11.2 Politicamente Correcto.
O Politicamente Correcto foi criado como forma de expandir a guerra de
classes económica para a guerra de classes cultural. Foi esta forma de pensar
que gerou o conceito da Raça / Sexo / Classe, que expande o conceito
marxista da estruturação das classes. Fazer o papel de vítima satisfaz a
natureza humana de desejar o que não lhe pertence. Isto é feito suprimindo o
discurso político que não se alinha com a esquerda militante chamando-o de
"discurso de ódio", e classificando preferências políticas e gostos sexuais de
"direitos".

Qualquer voz que não aceite esta nova reestruturação social é classificada
de "racista", "sexista", "homofóbica", "machista", "nazi" e assim por diante.

A Teoria Crítica é a espada que ataca a civilização ocidental e o


Politicamente Correcto é o escudo que protege os "grupos-vítima", dando-lhes
assim livre acção. É por isto que uma activista feminista pode chamar os
nomes mais terríveis aos homens, ao mesmo tempo que estes mesmos
homens estão ideologicamente impedidos de dizer em público que existem
diferenças psicológicas e biológicas entre os homens e as mulheres.

A Teoria Crítica e o Politicamente Correcto podem facilmente ser


combinados. Por exemplo, os "direitos dos homossexuais" em nada estão
relacionados com os verdadeiros propósitos e desejos dos homossexuais. O
que se passa é que a Teoria Crítica classificou os valores morais Cristãos
como fundamentos da Civilização Ocidental, e como tal, esses valores tinham
que ser destruídos. O mesmo se passa com a família.
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11.2 Politicamente Correcto.
O activismo homossexual leva a cabo o propósito da Escola de Frankfurt de
destruir a Civilização Ocidental, destruindo a família e o Cristianismo (alicerces da
Civilização Ocidental). A ideia de atacar a família e o Cristianismo veio primeiro.
Depois disso, os teóricos buscaram formas de o fazer, identificando o activismo
homossexual (e a promoção do comportamento em si) como uma táctica.

Conseguem ver a manobra? Por exemplo, eis aqui a forma de atacar a família:
a) "É só um pedaço de papel!" - Não funcionou.
b) "É a violação institucionalizada!" - Não funcionou
c) "É um direito humano que se centra no amor, e como tal, todas as pessoas
deveriam ter o direito de casar!"
Espera lá. Mas eu pensava que era só um "pedaço de papel" ou que era a
"violação institucionalizada"?!

Esta é a forma como funciona o Marxismo Cultural /Politicamente Correcto. O


movimento homossexual e o movimento feminista em nada estão relacionados com
os propósitos dos homossexuais ou das mulheres; estes movimentos são formas
(armas) através das quais o esquerdismo avança na sociedade sem que as vozes
conservadoras possam resistir sem serem classificadas de "homofóbicas" e
"machistas".
O mesmo se passa com as igrejas; encontrem "valores" que sejam opostos aos
valores do Cristianismo, e transformem-nos em "direitos". Depois digam que os
Cristãos são contra os "direitos humanos". Por isso é que actualmente temos
activistas homossexuais que se assumem como "defensores dos direitos humanos"
(como se ter uma preferência sexual pela pessoa do mesmo sexo fosse um "direito
humano"). 23
11.3 Multiculturalismo
Depois da 1ª Guerra Mundial, os teóricos comunistas que
erradamente esperavam uma "revolução do proletariado" e a união da
classe operária por toda a Europa, ficaram horrorizados ao observarem
que os operários de cada um dos países envolvidos no confronto bélico
se uniram aos burgueses do mesmo país na luta contra os operários e
burgueses de outros países. Isto fez com que os marxistas se
apercebessem do poder do nacionalismo - e do patriotismo - numa
cultura etnicamente e culturalmente homogénea (a situação da Europa
do início do século 20).

Como forma de impedir que o nacionalismo volte a bloquear o avanço


da revolução, os marxistas culturais promovem o multiculturalismo.
Isto consiste literalmente em diluir a cultura Ocidental ao permitir que
membros de uma ou mais culturas opostas existam e aumentem o seu
número no Ocidente. (Já se tornou óbvio que o Multiculturalismo só é
promovido da forma que é no Ocidente. Nos países islâmicos, asiáticos
ou africanos, não existem manobras da ONU ou de outra grande
organização internacional a promover a "diversidade" e a "coesão".)

24
11.3 Multiculturalismo

A imigração, o relativismo moral e o revisionismo


histórico têm como propósito enfraquecer a posição
única da Civilização Ocidental e não ajudar essas
outras culturas. Os esquerdistas não se importam
com as prácticas islâmicas levadas a cabo pelos
mesmos no Ocidente; eles apenas usam os
muçulmanos como arma de ataque ao Ocidente
(exactamente o mesmo que é feito com o activismo
homossexual e o movimento feminista).

As civilizações precisam duma identidade coerente


ou então elas perdem a força e deixam de existir. O
enfraquecimento da identidade cultural do Ocidente
Cristão é precisamente o propósito do Marxismo
Cultural. 25
Conclusão:

O Marxismo Cultural é a táctica primária da


esquerda militante.

Todos os adversários políticos são catalogados


de "racistas" quando são contra a imigração em
massa, de "homofóbicos" quando defendem que o
casamento é entre um homem e uma mulher, ou de
"misóginos" quando defendem que existem distinções
fundamentais entre o homem e a mulher.

Olhando para as acções dos esquerdistas


segundo este prisma, fica mais fácil entender as suas
motivações, e construir rotinas de refutação mais
eficazes.

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12. MARXISMO CULTURAL OU POLITICAMENTE CORRETO:
12.1 A imposição da Nova Moralidade: recupera o dualismo
da "luta de classes" (opressor versus oprimido)

Na nova moralidade politicamente correta, que recupera o


dualismo da "luta de classes" (opressor versus oprimido) e o
expande, decide-se de antemão quem é o culpado e quem é a
vítima, de acordo com o seguinte esquema:

- Os pobres são os oprimidos dos ricos;


- Os negros são os oprimidos dos brancos;
- As mulheres são as oprimidas dos homens;
- Os filhos são os oprimidos dos pais;
-Os homossexuais são os oprimidos dos ‘heterossexuais’.

Discurso de vítima: Uma classe é sempre culpada e a outra é


sempre a vítima.
Norma Braga - A nova Moralidade
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12. MARXISMO CULTURAL OU POLITICAMENTE CORRETO:
12.2 A imposição da Nova Moralidade: Destruição do Ocidente
Ativismo “Agenda de Gênero”: leva crianças/jovens a confusão da
identidade sexual

Estudiosos afirmam que a expansão da ideologia de gênero teve início na


Conferência sobre as Mulheres, realizada em Pequim, em 1995. A jornalista norte-
americana e participante da conferência Dale O’Leary diz em seu livro The Gender
Agenda (ou algo como a Discussão do Gênero), de 1997, que o evento resultou em
orientações para que governos de todo o mundo incorporassem a “perspectiva de
gênero” em todo programa e em toda a política, em cada instituição pública e
privada.
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12. Marxismo cultural ou politicamente correto.
12.3 A agenda da destruição:
IDEOLOGIA DE GÊNERO
“Agenda de Gênero” → agenda da destruição
da identidade sexual e da família
Para o médico Dr. Christian Schnake, já é possível ver os resultados
desastrosos desta ideia de desconstrução da família:
“Nós vemos, hoje, os jovens confusos no que se refere à sua
identidade sexual, ou seja, usando a sexualidade de qualquer
maneira, de forma utilitarista, sem contar o próprio conceito de
‘pai e de mãe’ que fica cada vez mais distante de ser um referencial
para esta juventude”, diz o especialista.

http://www.pechrystianshankar.com.br/nao-deixe-de-ler-e-ver/
29
12. Marxismo cultural ou politicamente correto.
12.4 A agenda da destruição:
“O que é” IDEOLOGIA DE GÊNERO ?
A Ideologia de Gênero defende a ideia segundo a qual não existe apenas a mulher e o
homem, mas que existem também “outros gêneros”; e que qualquer pessoa pode
escolher um desses “outros gêneros”, ou mesmo alguns desses “outros gêneros” em
simultâneo.

Segundo a socióloga alemã Gabriele Kuby,


“A Ideologia de Gênero é a mais radical rebelião contra Deus que é possível: o ser
humano não aceita que é criado homem e mulher, e por isso diz: ‘Eu decido! Esta é a
minha liberdade!’ — contra a experiência, contra a Natureza, contra a Razão, contra a
ciência! É a perversão final do individualismo: rouba ao ser humano o que lhe resta da
sua identidade, ou seja, o de ser homem ou mulher, depois de se ter perdido a fé, a
família e a nação.

É uma ideologia diabólica: embora toda a gente tenha uma noção intuitiva de que se
trata de uma mentira, a Ideologia de Género pode capturar o senso-comum e tornar-se
em uma ideologia dominante do nosso tempo.”
http://www.pechrystianshankar.com.br/nao-deixe-de-ler-e-ver/
30
www.sofos.wikidot.com/ideologia-de-genero
12. Marxismo cultural ou politicamente correto:
12.5 “Ferramenta para” destruir uma sociedade
Métodos baseados no Marxismo Cultural (“Ideias Socialistas Pós modernas”) para
desestabilizar uma nação:

1. Diferente de uma democracia, onde se procura sempre o consenso, o “socialismo” se


legitima e reina sobre o dissenso. Por isso procura falsear a realidade exagerando ou
criando conflitos sociais; negro contra o branco, mulher contra o homem, jovens contra
adultos, homossexuais contra cristãos, empregado contra patrão. Qualquer cidadão
pode escolher uma classe de oprimido na qual se encaixar e está incluso
obrigatoriamente em uma ou duas classes de opressores. A medida que esses conflitos
se potencializam e os vínculos sociais se afrouxam surge a necessidade de um salvador,
de uma revolução, de uma fuga para as cavernas;

2. Para enfraquecer a sociedade é preciso desmoralizar as instituições tradicionais cuja


função é manter a sociedade estável e solucionar os conflitos sociais, em regra, a
família, a religião e o Estado. Os métodos “socialistas” tendem a fazer essas instituições
se apresentarem como as verdadeiras causadoras de todos os problemas existentes no
mundo, ou como extremamente incapaz de oferecer soluções para esses problemas; no
fundo um revolucionário socialista bem informado sabe que sua revolução não terá
sucesso sem enfraquecer esses três pilares sociais: o núcleo base, os valores morais e
o garantidor da ordem;

https://youtu.be/xq7a6Am1zsE ; https://youtu.be/o3EDynwWPZs
31
12. Marxismo cultural ou politicamente correto:
12.5 “Ferramenta para” destruir uma sociedade
3. O “socialismo” precisa de peões, ou melhor, “militantes sociopatas
megalomaníacos” com uma grande necessidade de autoafirmação e um sentido
moral fraco; seres com uma visão distorcida da realidade. Alguns sentem-se
como salvadores do mundo e acham que estão prestando um grande favor à
humanidade, outros são apenas sociopatas oportunista em busca do prestígio
que o poder político confere. Uma massa de manobra que será descartada logo
após cumprirem sua função, o galinho vira janta como todos os outros;

4. E por último, não é possível destruir os pilares da sociedade e fazer com que
ela permanece intacta. Ao fim do “processo politicamente correto” o banho de
sangue e caos social é invariavelmente o resultado da implementação do
“socialismo”.
Uma questão de fundamental importância para garantir a sobrevivência do
galinheiro: descobrir e desmascarar “os marxistas culturais politicamente
corretos” , lobos disfarçados em pele de cordeiros.

"Como você conhece um comunista? Bem, é alguém que lê Marx e Lênin. E como
você conhece um ex-comunista? É alguém que entende Marx e Lênin." - Ronald
Reagan. https://youtu.be/xq7a6Am1zsE
"O Socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros". Margaret Thatcher
https://youtu.be/o3EDynwWPZs
32
12. Marxismo cultural ou politicamente correto:
12.6 DOUTRINAÇÃO POLÍTICA E IDEOLÓGICA NAS ESCOLAS:
PRINCIPAL “Ferramenta” para DESTRUIR
“MAQUIAVELICAMENTE” crianças , jovens e universitários
12.6.1 Educação x Doutrinação - Prof. Nelson Lehmann da Silva

A Constituição Cidadã de 1988 dá direito de voto ao jovem de 16


anos. O que sabe ele de política?

Como “Cara Pintada” sai ele pelas ruas em demonstrações típicas de


oposição. Repete slogans colhidos na mídia, insultando alguma
autoridade, quase sempre manipulado por militantes partidários
profissionais. A escola e seus professores “fizeram sua cabeça”,
incutindo-lhes certas doutrinas carregadas de imprecisas emoções. A
escola pública brasileira, mas também as caras escolas particulares
da elite, são usinas onde se formam mentes simplórias e confusas
mas agudamente hostís ao Capitalismo e aos Estados Unidos da
América.
http://escolasempartido.org/artigos/173-a-doutrinacao-ideologica-nas-escolas 33
12. Marxismo cultural ou politicamente correto:
“Ferramenta” para destruir uma sociedade (cont.)
12.6 DOUTRINAÇÃO POLÍTICA E IDEOLÓGICA NAS ESCOLAS:
12.6.1 Educação x Doutrinação - Prof. Nelson Lehmann da Silva (cont.)
Sabidamente, todos os sistemas totalitários dedicam especial atenção à
formação da juventude. E doutrinam , sob pretexto de ensinar. Impõem uma
“verdade”coerente com o poder vigente ou a ser implantado.

No Brasil, hoje, as noções transmitidas de política e cidadania estão


flagrantemente contaminadas de conceitos marxistas, particularmente no
ensino de nível médio.

O que se ensina nas aulas de História, Sociologia, Geografia, e mesmo em


Literatura ou Filosofia, não passa de doutrinação.

Na maioria dos Estados, a rede pública de ensino está sob controle de


docentes sindicalistas, militantes partidários.Os textos escolares, quase sem
exceção, empregam o vocabulário marxista, mesmo o mais ortodoxo, como
“consciência de classe”, “luta de classes”, “modos de produção”,
“exploração internacional”, “imperialismo americano” e a rotineira
demonização do Capitalismo.
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12. Marxismo cultural ou politicamente correto:
“Ferramenta” para destruir uma sociedade (cont.)
12.6 DOUTRINAÇÃO POLÍTICA E IDEOLÓGICA NAS ESCOLAS:

12.6.1 Educação x Doutrinação - Prof. Nelson Lehmann da Silva (cont.)

O aluno que chega à Universidade vem viciado nos esquemas mentais


apreendidos de seus mal-formados mestres de Ciências Humanas.

No nível superior vão deparar-se igualmente comprofessores assumida ou


sutilmente tendenciosos à esquerda. Ali já teriam critérios próprios que os
poderiam imunizar, na melhor das hipóteses. O mal porém já está feito,
desde a adolescência, desde a formação de suas opiniões.

Hoje, o “politicamente correto” proíbe a menor menção vexatória a religiões,


culturas, raças, opções sexuais. Mas não se observa o menor escrúpulo em
ridicularizar lideranças políticas e autores que não rezem segundo a cartilha
esquerdizante. Os métodos de constrangimento vão do sorriso
condescendente à perda de pontos por resposta ideologicamente
discordante da do respectivo professor. No discurso se propaga a intenção
de “formar o cidadão crítico”; na verdade a crítica já é dada pronta, pré-
fabricada. 35
12. Marxismo cultural ou politicamente correto:
“Ferramenta” para destruir uma sociedade (cont.)
12.6 DOUTRINAÇÃO POLÍTICA E IDEOLÓGICA NAS ESCOLAS:

12.6.1 Educação x Doutrinação - Prof. Nelson Lehmann da Silva (cont.)

Concursos e admissão de professores dependem de critérios


inquestionavelmente políticos. Exemplos mais flagrantes disso foram
observados no Estado do Rio Grande do Sul e no Distrito Federal, onde a
máquina burocrática tem sido dominada há décadas por partidos de esquerda.
Os textos escolares comprovam o implícito ou explícito marxismo.

Diferentes dos tradicionais manuais de História, de autores conhecidamente


eruditos, os atuais textos didáticos são produzidos em autoria coletiva,
portando mínima ou nenhuma titulação. A indústria do livro escolar, seja dito
de passagem, de consumo obrigatório e em grande escala, será um dos
melhores negócios nas atuais circunstâncias.
...
12.6.2 O QUE PODEMOS FAZER?
Vamos conhecer o Escola Sem Partido?
http://www.programaescolasempartido.org/
36
12. Marxismo cultural ou politicamente correto:
“Ferramenta” para destruir uma sociedade (cont.)
12.6 DOUTRINAÇÃO POLÍTICA E IDEOLÓGICA NAS ESCOLAS:
12.6.2 O QUE PODEMOS FAZER?
Conhecer e Apoiar o
“MOVIMENTO ESCOLA SEM PARTIDO”
PASSO 1 - Como?
Divulgando na Escola de seu(s) filho(s) o “Movimento Escola Sem Partido”
e apoiando a implementação do mesmo.
PASSO 2 – Conscientização por meio de Atuação Política
Atuar em nível de conscientização junto as forças vivas da Escola do seu
Bairro, da sua Igreja e da sua Comunidade, de modo que haja uma união
política na sua Cidade, VOCÊ, SUA FAMÍLIA, SEUS AMIGOS E SUA
COMUNIDADE VOTAM PARA PREFEITO E VEREADOR, conheça os
candidatos e dê o seu voto aqueles que identificam-se com suas ideias
politicas e necessidades da Comunidade.
OBJETIVO:
Por aprovação de uma Lei contra o abuso da liberdade de ensinar.
O Programa Escola sem Partido é uma proposta de lei que torna
obrigatória a afixação em todas as salas de aula do ensino fundamental e
médio de um cartaz com o seguinte conteúdo: 37
12. Marxismo cultural ou politicamente correto:
“Ferramenta” destruição Brasil:
12.6 DOUTRINAÇÃO POLÍTICA E IDEOLÓGICA NAS ESCOLAS

12.6.3 Movimento Escola Sem Partido: ESP

Trata-se de uma proposta legislativa inspirada num anteprojeto de lei de minha


autoria, cujo principal objetivo, omitido pela reportagem, é tornar obrigatória a
afixação em todas as salas de aula do ensino fundamental e médio de um cartaz
com o seguinte conteúdo: (PL 867/2015 – Dep. Izalci ; PLS 193/2016 – Sen. Magno
Malta; SP, Municípios; Alagoas)
DEVERES DO PROFESSOR
I - O Professor não se aproveitará da audiência cativa dos alunos, com o objetivo
de cooptá-los para esta ou aquela corrente política, ideológica ou partidária.
II - O Professor não favorecerá nem prejudicará os alunos em razão de suas
convicções políticas, ideológicas, morais ou religiosas, ou da falta delas.
III - O Professor não fará propaganda político-partidária em sala de aula nem
incitará seus alunos a participar de manifestações, atos públicos e passeatas.
IV - Ao tratar de questões políticas, sócio-culturais e econômicas, o professor
apresentará aos alunos, de forma justa — isto é, com a mesma profundidade e
seriedade —, as principais versões, teorias, opiniões e perspectivas concorrentes
a respeito.
V - O Professor respeitará o direito dos pais a que seus filhos recebam a educação
moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.
VI - O Professor não permitirá que os direitos assegurados nos itens anteriores
sejam violados pela ação de terceiros, dentro da sala de aula. 38
12. Marxismo cultural ou politicamente correto:
“Ferramenta” para destruir uma sociedade (cont.)
12.6 DOUTRINAÇÃO POLÍTICA E IDEOLÓGICA NAS ESCOLAS:
12.6.3 Movimento Escola Sem Partido: ESP

Esses deveres já existem, pois decorrem da Constituição Federal e


da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Isto significa que os
professores já são obrigados a respeitá-los ‒ embora muitos não o
façam ‒, sob pena de ofender:

→ a liberdade de consciência e de crença e a liberdade de aprender dos


alunos (art. 5º, VI e VIII; e art. 206, II, da CF);
→ o princípio constitucional da neutralidade política, ideológica e
religiosa do Estado (arts. 1º, V; 5º, caput; 14, caput; 17, caput; 19, 34,
VII, 'a', e 37, caput, da CF);
→ o pluralismo de ideias (art. 206, III, da CF); e
→ o direito dos pais dos alunos sobre a educação religiosa e moral dos
seus filhos (Convenção Americana sobre Direitos Humanos, art. 12,
IV).

Portanto, o único objetivo do Programa Escola sem Partido é informar e


conscientizar os estudantes sobre os direitos que correspondem
àqueles deveres, a fim de que eles mesmos possam exercer a defesa
desses direitos, já que dentro das salas de aula ninguém mais poderá
fazer isso por eles. 39
Vídeos/Informações
Exemplos práticos de como todas essas
teorias são colocadas em prática hoje.
- Influência de Gramsci:
-http://www.youtube.com/watch?v=LS72CRET9y8
(especialmente a partir de 9’30’’)

- Estratégia pós-moderna – ativismo gay:


http://www.youtube.com/watch?v=jpHKYsrRjaY&feature=y
outu.be

- Doutrinação ideológica

http://www.programaescolasempartido.org/

- Livro didático 2016: Prof. Orley José Silva

- http://deolhonolivrodidatico.blogspot.com.br/2016/01/me
c-nao-desiste-livros-de-2016-para.html
40
41
14. Pós-modernidade
A pergunta é: o pós-modernista está comprometido com o relativismo, e
resvala no absolutismo? Ou os compromissos absolutistas são mais
profundos, e o relativismo é um manto retórico?

3 exemplos sobre os conflitos entre a teoria pós-modernista e o fato


histórico:

- Os pós-modernistas dizem que o ocidente é profundamente racista,


mas sabem muito bem que o Ocidente foi o primeiro a acabar com a
escravidão.

- Dizem que o ocidente é profundamente sexista, mas sabem muito bem


que as mulheres ocidentais foram as primeiras a ter direito de voto,
direitos contratuais e oportunidades que a maioria das mulheres do
mundo ainda não tem.

- Dizem que os países capitalistas do ocidente são cruéis com seus


membros mais pobres, subjugando-os e enriquecendo-se à custa deles,
mas sabem muito bem que os pobres no ocidente são muito mais ricos
que os pobres de qualquer outro lugar, tanto em posses materiais quanto
em oportunidades de melhorar sua condição.

Como explicar a contradição entre o relativismo e a política absolutista?


A política absolutista é primária e o relativismo é uma estratégia
retórica usada para promover essa política.

-Explicando o Pós-modernismo – Stephen Hicks


42
Vídeos
Exemplos práticos de como todas essas teorias são
colocadas em prática hoje.

-Influência de Gramsci:
-http://www.youtube.com/watch?v=LS72CRET9y8
(especialmente a partir de 9’30’’)

Estratégia pós-moderna – ativismo gay:


http://www.youtube.com/watch?v=jpHKYsrRjaY&featur
e=youtu.be

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15. A moral Cristã
A Moral é um conjunto de normas que
regulam o comportamento do homem em
sociedade, e estas normas são
adquiridas pela educação, pela tradição
e pelo cotidiano.
http://www.catequisar.com.br/texto/colunas/juberto/28.htm

As regras morais são


como que instruções de
uso da máquina chamada
Homem. Toda regra
moral existe para
prevenir o colapso, a A moral cristã diz
sobrecarga ou uma falha respeito a um conjunto
de funcionamento da
máquina.
de virtudes e valores,
que vão moldando em
C.S. Lewis nos um estilo de vida
“Cristianismo Puro e Simples”
cristão.
44
15. A moral Cristã

45
16. Moralidade cristã
moralidade
substantivo feminino
1. qualidade, característica do que é moral, do que segue os princípios da
moral.
2. conjunto dos princípios morais, individuais ou coletivos, como a virtude, o
bem, a honestidade etc.; moral.
https://www.google.com.br/#q=moralidade
A grande síntese da moralidade bíblica está expressa em Mates 22.37.38:
“ Respondeu-lhe Jesus:
Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de
todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento.
O segundo semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.
Dar prioridade aos relacionamentos: com Deus e com o próximo.

46
16. Moralidade cristã

O Sermão do Monte: Jesus nos diz


que os seus discípulos (os Filhos do
Reino) devem caracterizar-se pela
humildade, mansidão, misericórdia,
integridade, busca da justiça e da
paz, pelo perdão, pela veracidade,
pela generosidade e acima de tudo
pelo amor.
Fonte: As bases bíblicas da ética cristã
Alderi Souza de Matos
http://www.mackenzie.com.br/7153.html

• A moralidade deve ser tanto externa como interna (sentimentos, intenções): Mt 5, 28.
• A fonte do mal está no coração: Mc 7, 21-23.

47
16. Moralidade cristã

A regra de ouro:

Faça aos outros o que gostaria que fizessem por você . Mt 7.12

“Posso repetir “faca aos outros o que gostaria que fizessem para
você” até cansar, mas não conseguirei viver assim se não amar ao
próximo como a mim mesmo; só poderei aprender esse amor
quando aprender a amar a Deus; e só aprenderei a amá-lo quando
aprender a obedecê-lo.” Jo 14,21
C.S. Lewis – Cristianismo Puro e Simples

48
49
16. Moralidade cristã: NOTÍCIAS

50
51
52
17. Teoria Queer

53
17. Teoria Queer
•Artigos
https://colunas.gospelmais.com.br/conheca-teoria-queer-desconstrucao-
sexual-invadiu-brasil_5579.html

ATENÇÃO: Este slide e os cinco seguintes são parte do ARTIGO:

“#Alerta: conheça a Teoria Queer de


desconstrução sexual que invadiu o Brasil e
objetiva reorientar a sexualidade humana
Por Marisa Lobo - 28 de julho de 2013
Esclarecendo sobre a
“invencionice” da teoria Queer, que
está promovendo e influenciando
fortemente os saberes humanistas, a
reorientação sexual e a desconstrução
da heterossexualidade, ou seja, da
família tradicional.
Por Marisa Lobo (1)
54
17. Teoria Queer
“PORQUE VIRÁ TEMPO EM QUE NÃO SUPORTARÃO A SÃ
DOUTRINA; MAS, TENDO COMICHÃO NOS OUVIDOS,
AMONTOARÃO PARA SI DOUTORES CONFORME AS SUAS
PRÓPRIAS CONCUPISCÊNCIAS; E DESVIARÃO OS OUVIDOS
DA VERDADE, VOLTANDO ÀS FÁBULAS. MAS TU, SÊ SÓBRIO
EM TUDO, SOFRE AS AFLIÇÕES, FAZE A OBRA DE UM
EVANGELISTA, CUMPRE O TEU MINISTÉRIO.” 2 TIMÓTEO 4:3-5
“Se a teoria Queer pode tentar desconstruir a heterossexualidade,
acusando-a de ser ‘anormal’ ou ‘compulsória’, também posso eu
descontruir a homo normatividade e chamar a atenção para o
preconceito mundial contra a família tradicional, que representa o
avanço dessa teoria e que negligencia totalmente o saberes
médicos, jurídicos e religiosos que fazem parte igualmente da vida
de todo sujeito. Saberes estes garantidos pela constituição e pela
declaração dos direitos humanos. Temos que debater e promover o
equilíbrio e direitos, é fato. Porém, sem ferir nossos princípios, que
também são direitos, e ficar refém de invencionices sociais que por
querer defender seus direitos à dignidade, fere a dignidade do
outro”.
55
17. Teoria Queer
Do que se trata a teoria Queer?

A teoria Queer, oficialmente queer theory (em inglês), é uma teoria


sobre o gênero que afirma que a orientação sexual e a identidade
sexual, ou de gênero, dos indivíduos são o resultado de um constructo
social e que, portanto, não existem papéis sexuais essencial ou
biologicamente inscritos na natureza humana, antes formas
socialmente variáveis de desempenhar um ou vários papéis sexuais.
A teoria Queer teve origem nos Estados Unidos em meados da década
de 1980 a partir das áreas de estudos gay, lésbicos e feministas, tendo
alcançado notoriedade a partir de fins do século passado. Fortemente
influenciada pela obra de Michel Foucault e pelo movimento feminista,
dentro dessa teoria está a desconstrução da heterossexualidade como
normal, pela criação crítica de “heteronormatividade”, sugerindo que a
heterossexualidade é imposta e normativa.
Este seria um gênero neutro, onde crianças seriam criadas sem
definição de papeis sexuais e ou social, pois, para a teoria, não existe
diferença entre o sexo. Desta forma a teoria garante que se extinguiria
o preconceito entre homens e mulheres e gênero. 56
17. Teoria Queer
Em minha opinião é um objetivo é até nobre, mas que abriga uma prática
perigosa ao colocar este sujeito em conflito com sua sexualidade, podendo
gerar muitos transtorno de identidade de gênero, pois sabemos o quanto os
papéis, bem como figura e modelos de pai e mãe, são essenciais na
construção de um cidadão.

Embora essa dinâmica social contemporânea pulse de forma intensa na


tentativa de desconstruir a heterossexualidade como natural e a família
nuclear fundamentalmente heterossexual, patriarcal e fundada em laços
sanguíneos; apesar desses esforços, prevalece a heterossexualidade como
modelo, conforme a sua natureza biológica e não de forma normativa e/ou
compulsória, como tenta aludir a teoria Queer.

Não podemos negligenciar a verdade de que o sujeito é predisposto a


desenvolver características psicológicas do sexo a que pertence. A teoria
Queer promove um discurso nobre em seu meio, mas promove uma prática
totalmente arriscada, uma “invencionice” acolhida por aqueles que
defendem apenas um grupo, como se este grupo vivesse em uma ilha e
pudesse criar saberes, regras e normas, e os impor para a maioria da
população mundial, o que sabemos não ser possível. Faz parte de uma
educação saudável e da construção do sujeito saber lidar com a frustração e
entender que nem tudo é ou pode ser como idealizamos e ou queremos.
57
17. Teoria Queer
O mundo caminha para essa reorientação sexual, que deveria ser
vista pelas áreas médicas e psicológicas com grande desconfiança e
cuidado. Sabemos que é uma preocupação mundial. Há os que a
defendam, mas também os que criticam.
...
A critica que faço abertamente à teoria Queer, ou seja, ao
movimento LGBT que é o verdadeiro mentor dessa desconstrução,
é que eles impõem a aceitação da família homoafetiva não como
um direito o que é perfeitamente louvável, mas com um
absolutismo como questão fechada, não deixando espaço para
argumentações e ou opiniões contrarias.

Tentam com este pensamento o avanço na desconstrução total da


normalidade da heterossexualidade, objetivando afetar a família
tradicional, negligenciando estatisticamente a sua existência; não
levando, inclusive, em consideração que vivemos em um estado
democrático de direito. Agindo assim violam o próprio direito
humano.

...
58
17. Teoria Queer
...
Esse movimento deixa claro em sua teoria que está embasado nos
engajamentos políticos, assumindo a necessidade de se postular
algo como uma noção de pós-identidade e de uma política que
sustente tal existência à convenção indenitária, fazendo
claramente criticas aos saberes religiosos, médicos, psicológicos e
jurídicos, afirmando que esse discurso de normas e naturalidade é
forjado por estes profissionais.

Vou usar aqui uma fala do psiquiatra Dr.Adnet “contra a ciência


legítima não cabem malabarismos”.

As críticas à heterossexualidade da maioria da população mundial


são severas e descartam totalmente a biologia e genética,
descontruindo estes saberes afirmando que são historicamente
arquitetados por poderosos e devem ser desconstruídos pelo
movimento queer, numa forma de alinhamento epistemológico
com o construcionismo crítico.

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AMIGO JESUS, EU CONFIO EM VÓS. 60
DÚVIDAS

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