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Manual de Operação

Imagem ilustrativa

Impressora 6 cores

Favor ler atentamente este manual antes da utilização da máquina.


Este manual pode sofrer alteração sem aviso prévio.

Rodovia Raposo Tavares, Telefone: 4613-9133 E-mail: sac@feva.com.br


27.580 km 27,5 – Moinho Ramal: 9120 www.feva.com.br
Velho – Cotia / SP
Sumário
I. Introdução ................................................................................ 2
II. 1.1 Considerações ................................................................... 3
III. 1.3 Generalidades sobre impressão flexográfica ................. 4
IV. 2. Características Técnicas..................................................... 7
V. 3. Preparação da Máquina para Impressão ......................... 10
VI. 4. Iniciando um trabalho ....................................................... 24
VII. 5. Diagnóstico de Falhas....................................................... 28
VIII. 6. Certificado de Garantia ..................................................... 31
IX. 7. Contato ............................................................................... 32
Introdução
Este manual tem por objetivo indicar melhor aproveitamento na utilização desta
máquina que ora temos a satisfação de integrar.

Da observação atenta deste manual dependerá o bom funcionamento e a


conservação prolongada desta máquina e de suas qualidades.

As discrições contidas neste manual, podem variar com a sua máquina, em virtude
da constante preocupação da FEVA em aperfeiçoar seus produtos, a fim de melhor
corresponder para os fins a que foi projetada.

Para chamada da Assistência Técnica da Feva ou para tirar dúvida junto


Departamento de Treinamento FEVA, citar o modelo e o número de fabricação de
sua máquina.

Máquinas Ferdinand Vaders S.A.


Rodovia Raposo Tavares, km 27,5 – n° 27.580
CEP: 06700-000 – Moinho Velho – Cotia – SP
Tel.: (11) 4613-9133 – Ramal: 9120
E-mail: sac@feva.com.br
Site. www.feva.com.br

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1.1 Considerações
A qualidade da flexografia vista como todo mundo evoluiu muito nos últimos quinze
anos, hoje não pode questionar nem mesmo contestar a ótima reprodução dos
impressos feitos em flexografia, seja ela impresso em qualquer substrato.

Precisamos entender que para se conseguir qualidade é necessário o controle das


variáveis do processo (velocidade máquina, tinta, cilindros, anilox, clichês substratos,
etc.), tudo isso acrescentando a comunicação estreita entre todas as pessoas
envolvidas direta ou indiretamente com processo, fabricantes de máquinas de tinta,
fabricante de cilindros Anilox e de clichês, empresários, impressores e instituições de
apoio, para a melhor qualidade de mão-de-obra (impressora flexográfica).

Temos que nos conscientizar de que tudo é importante e de que ninguém pode ou
deve trabalhar sozinho.

A máquina é importante sim, e sem dúvida, porém se não houver uma boa pré-
impressão, tinta compatível, clicheria idôneas, velocidade de máquinas, operador
treinado e que saiba utilizar todos os recursos que ela dispõe e que conheça o
processo flexográfico no tocante a características gráficas do processo, ficará difícil
conseguir bons resultados.

Nós, fabricantes de máquinas flexográficas estamos contribuindo com a nossa


parcela de participação e responsabilidade da maneira melhor que conhecemos, ou
seja, na melhoria de operacionalização da máquina, de como utilizar seus recursos e
fazendo um comentário para orientar em cada operação.

Estamos fazendo o que até hoje nenhum fabricante de máquina nacional fez, informar
o impressor sobre como tirar proveito dos recursos da máquina passo a passo.

Estamos à disposição para explicações e orientações.

ATENÇÃO
A segurança pessoal está acima de tudo!
Quando houver mais de um operador ou pessoal auxiliar
presente, tenha sempre em mente que á máquina poderá
entrar em funcionamento a qualquer momento.
Antes de colocá-la em funcionamento, certifique-se que todo o
pessoal envolvido com a sua operação esteja atento, evitando
riscos desnecessários.

Boa impressão!

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1.3 Generalidades sobre impressão flexográfica
O processo de impressão flexográfica consiste em sistema de impressão direta que
se utiliza de clichês em alto relevo, tintas líquidas de secagem muito rápida e que
imprime sobre vários tipos de suporte.

Grupo impressor flexográfico

A impressão flexográfica é baseada num princípio extremamente simples, possui


um sistema em tintagem capsulada que se chama Doctor Blade.

Em sua máquina FEVAFLEX vem instalado o sistema Doctor Blade, que consiste em
um sistema encapsulado de lâminas reversas.
A tinta circula dentro de um circuito fechado, evitando contaminações e evaporação
do solvente, mantendo a tinta limpa e com pouca variação de viscosidade e pH.
Além de manter uma limitação uniforme da camada de tinta independente da
velocidade do equipamento, permitindo assim, uma melhor receptibilidade nos
serviços executados.
A lâmina doctor blade tem a função de dosificar
a quantidade de tinta sobre o cilindro, garantindo que este volume de tinta seja
transferido ao clichê somente na quantidade ideal depositada dentro das células.

Uma lâmina de boa qualidade deve:

· Raspar de forma homogênea através do cilindro,


· Ser muito durável,
· Conter a tinta dentro da câmara com um mínimo de vazamentos,
· Facilidade na montagem e desmontagem.

Cilindro Anilox

No cilindro Anilox reticulado encontramos três configurações geométricas de células


(alvéolos): Piramidal, Tronco de Pirâmide e Hexagonal, estes alvéolos transportam a
tinta do cilindro Anilox para o clichê.
A retícula facilita a disposição da tinta nas velocidades elevadas. O cilindro Anilox
deve ser avaliado segundo cinco aspectos:
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• Lineatura
• Profundidade
• Configuração Geométrica
• Angulação
• Tratamento Superficial

Informações Complementares

A estimativa de desgaste regressível da lâmina é de 300.000 a 350.000 metros de


impresso, equivalente a 3 dias de trabalho a 150 m/min (desgaste dentro da zona de
rebaixo para lâminas metálicas). Em serviços de quadricromia geralmente se utiliza
uma lâmina de 0,15 mm. Esta lâmina tem seu perfil rebaixado e pela sua
característica, o desgaste geral é menor.
Em termos gerais, quanto maior a espessura da lâmina, maior é o contato com a
superfície do cilindro. Um contato maior obriga a uma maior pressão para obter uma
correta limitação na superfície (portanto maior desgaste).

As vedações nos extremos das câmaras normalmente duram mais que as lâminas,
porém é recomendável fazer a troca ao mesmo tempo.

Obs.: Nas cores prata, ouro e branco a lamina possui um desgaste maior.

1.3 Recomendações do fabricante

A segurança pessoal está acima de tudo! Quando houver mais de um operador ou


com pessoal auxiliar presente, tenha sempre em mente que a máquina poderá entrar
em funcionamento a qualquer momento. Antes de colocá-la em funcionamento,
certifique-se que todo o pessoal envolvido com a sua operação esteja atento, evitando
riscos desnecessários.

Para obtenção de um bom resultado com a Impressora FevaFlex:

Com a impressora, pode-se obter ótimos resultados, para isto deve-se levar em
consideração as variáveis do processo: clichês, tintas, suportes, velocidade da
máquina, etc.

Recomenda-se o seguinte:

Ajustar com atenção o cilindro Anilox com o cilindro emborrachado.


Deve-se obter uma perfeita uniformidade de contato, isto é, um perfeito paralelismo
entre o cilindro Anilox e o cilindro porta-clichês, e este último com o tambor central.
Uma pressão ideal nestes dois contatos contribuirá para a obtenção de uma
impressão perfeita.
Esta ajustagem é a parte mais delicada da impressora flexográfica.

Acertar a viscosidade da tinta com o solvente adequado, de modo a formar uma


película uniforme, com a impressora em movimento (máquina sem bateção) ou com

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a impressora parada (máquina com bateção). A viscosidade deverá variar de 18” à
27” (segundos) no copo Zanh 2.

Limpar sempre o clichê e o cilindro Anilox antes de pôr a impressora em movimento,


isto é, no início de um trabalho de impressão, ou quando de uma parada ocasional
devido a mudança de trabalho ou regulagem.
Manter constantemente lubrificadas as peças em movimento.

Assegurar-se sempre de que não haja pressão entre os cilindros emborrachado e


Anilox, quando a impressora permanecer inativa por um certo tempo, a fim de evitar
deformação na periferia do cilindro emborrachado.

Usar sempre o solvente correspondente a tinta. A tinta não deve secar no clichê, mas
conservar-se sobre o mesmo sempre úmida.

O conjunto de estufas e sopro de secagem não deve influir direto no conjunto


impressor. Evitar calor sobre os cilindros e sob o tanque de tinta, manter sempre os
cilindros impressores cobertos pela tampa bem como os reservatórios de tinta
(baldes). No caso de impressões de várias cores, imprimir sempre uma cor escura
após uma cor clara, tanto quanto possível, pois sempre existe uma transferência de
uma pequena quantidade de tinta da cor anterior para a cor sucessiva, resultando em
casos críticos em contraste mal definidos e desbalanceamento cromático.
Evidentemente uma cor clara sob uma cor escura, nunca é notada.

Para limpeza do clichê, use o solvente da tinta.

Limpar sempre os tanques e os cilindros impressores após um tipo de serviço,


certificando se da limpeza antes de um serviço. Tal prática é sempre necessário
particularmente quando se operar com tintas claras. E recomendável também possuir
e trabalhar com sobressalentes de tinteiro e de doctor blade para agilizar o processo
de troca de tinta e de trabalho.

Certificar-se da espessura e tipo do clichê. Como também da dureza do cilindro


emborrachado.

Recomenda-se também para cada jogo de porta clichê utilizar conjunto individual de
engrenagens, carretel e rolamentos, para também agilizar o processo de preparação
da máquina.

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2. Características Técnicas

2.1 Localização das principais partes da máquina

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1 - Unidade de sopro e exaustão do sistema de secagem entre cores
2 - Transmissão de força
3 - Unidade de força motriz primária
4 - Transmissão para o tambor central
5 - Unidade pneumática/hidráulica da armação do alinhador do material (fita)
6 - Alinhador do material (com sensor pneumática/hidráulico)
7 - Unidade de secagem final da tinta (com aquecimento opcional)
8 - Quadro geral de distribuição de força
9 - Sistema de secagem para impressão do verso (opcional)
10 - Sistema de impressão de verso (opcional)
11 - Manípulo de encosto grupo impressor
12 - Manípulo de encosto de pressão de tinta
13 - Manípulo de encosto de impressão
14 - Tambor Central
15 - Sistema de resfriamento por água gelada externa (opcional)
16 - Porta Clichê
17 - Cilindro Anilox: dosifica a quantidade de tinta para o clichê
18 - Sistema de encosto do grupo impressor com acionamento elétrico
19 - Sistema de dosagem de tinta com laminas encapsuladas (Doctor Blade)
20 - Talha elétrica ou manual
21 - Unidade pneumática de freio do desbobinador
22 - Unidade de desbobinamento
23 - Esticador de correia de transmissão do tambor para cilindro (calandra)
24 - Cilindro (calandra) resfriada por água gelada externa (opcional)
25 - Sistema de compactação da bobina
26 - Unidade de rebobinamento
27 - Correia dentada

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2.2 Painel Principal - 6 cores

2.3 Painel Secundário - 6 cores

2.4 Botoeiras de Bateção - 6 cores

2.5 Painel Principal - 6 cores

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3. Preparação da Máquina para Impressão
Qualquer sistema de impressão necessita de pré-condições para que se possa
trabalhar com bons resultados e produtividade. A flexografia não é diferente e com
uma característica muito peculiar, possui muitas variáveis no processo.
No contexto de se adquirir impressões com qualidade e produtividade, o item máquina
corresponde a aproximadamente 30 a 40% do processo. É necessário para tal que
trabalhemos com elementos de pré-impressão e de impressão com qualidade e bom
estado de conservação.

Podemos citar como exemplo:

• Clichês com espessuras regulares


• Um bom tratamento das imagens do impresso
• Trabalhos à serem desenvolvidos compatíveis com a configuração do cilindro Anilox
do equipamento
• Realização da curva de ganho de ponto para trabalhos de cromia
• Balanceamento do porta-clichê
• Tintas e solvente compatível com a velocidade de produção que se espera imprimir
• Materiais bem tratados, de boa qualidade e com espessura uniforme

Todos estes itens precisam ter uma ficha de controle que atestem sua qualidade e
característica, assegurando para você que estando em conformidade, não haverá
problemas.

Recomenda-se o seguinte:

• Discutir e pedir opiniões para fabricantes de máquinas, fabricantes de tintas,


fabricantes de Anilox, clicherias, fornecedores de dupla-face, etc.
• Treinar tecnicamente seus operadores
• Estabelecer procedimentos de impressão

3.1 Sistema de operação

Nos próximos seguimentos você impressor vai ter uma sequência de operações para
preparar e máquina impressora flexográfica FEVAFLEX; siga as instruções para um
melhor aproveitamento.

Você deverá estar familiarizado com a partida ou “start” da máquina para que durante
os procedimentos de ajustes e setup, quando for necessário, você poderá colocá-la
em funcionamento, sempre tendo como fator primordial a segurança pessoal, sua e
de seus companheiros e ajudantes no local de trabalho.

Por se tratar de uma máquina complexa e de elementos mecânicos móveis, cada


parte dela pode se tornar uma arma cruel, portando antes de iniciar o movimento de
impressão avise todo o pessoal envolvido com o trabalho para que todos possam
manter uma distância segura

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Inicia-se o “start” da impressora pelo painel de comando conforme sequência abaixo:

• Ligar a CHAVE GERAL (1) ATENÇÃO


• Soltar o botão de EMERGÊNCIA (2) A segurança pessoalestá acima de tudo!

• Acionar o botão LIGA (3) MÁQUIN A E QU IPA DA COM SIS TE MA DE


PAR ADA EMER GEN CI AL E M TO DAS AS

• Acionar ALINHADOR (4) CORES.

• Acionar BOMBA DE TINTA (5)


AO ENCOSTAR NO CORDÃO DE SEGURANÇA
A MÁQUINAIRÁ PARAR IMEDIATAMENTE.

• Acionar SECAGEM ENTRE CORES (6) NUNCA REALIZE AJUSTES COM A MÁQUINA
EM FUNCIONAMENTO.
• Regular temperatura no PIRÔMETRO (7)
• Acionar SECAGEM FINAL (8)
• Regular temperatura no PIRÔMETRO (9)
• Acionar a impressora acionando o botão

“velocidade” que possui o desenho de uma LEBRE. (10)

No contexto de impressão flexográfica existem 4 fases distintas, que são:

1- Montagem e colagem dos clichês


2- Preparação das tintas
3- Alimentação com material à ser impresso
4- Impressão

A ideia geral é preparar tudo com antecedência para poder imprimir ganhando tempo
e agilidade.

Seguimos uma sequência de operações para explicar todos os procedimentos de


impressão, sequência que não é padrão nas empresas e não tem por obrigação ser
seguido.

Nossa sequência parte do princípio de toda uma preparação fora da máquina,


principalmente na montagem dos clichês, onde há uma tendência de utilização de
máquinas denominadas “monta-clichês”, que, permite uma montagem precisa e uma
redução de tempo considerável no setup de impressão.

Sabemos e conhecemos nosso mercado, muitas empresas não possuem este


equipamento pelo fator custo, o que ocasiona a montagem dos clichês na própria
impressora ou improvisando um “monta-clichês”.

Deve-se também fazer um estudo sobre a aquisição do “Monta-clichê” se é benéfica,


seguindo a análise custo / benefício, o tempo gasto na montagem dos clichês sem o
equipamento, se é necessário fazer alguns ajustes no clichê depois de colado, e
quanto tempo isso demora.

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3.2 Primeira Etapa - Montagem e colagem dos clichês:

Antes de se executar a montagem e a colagem dos clichês, é necessário avaliar as


condições mecânicas dos porta-clichês; o pedido de manutenção deve ser feito pelo
impressor ao setor de manutenção da empresa.

No cilindro porta-clichê, verificar:

-Excentricidade máxima de 0,01mm


-Condições dos rolamentos
-Folga na chaveta da engrenagem
-Se a estocagem dos cilindros foi feita apoiando-os pelo corpo

Material necessário para a montagem:

• Pano e solvente para limpeza da tinta, álcool com benzeno


• Estilete
• Escala de aço ou trena
• Fita dupla-face com espessura e tipo de acordo com a característica do trabalho à
ser impresso
• Conta-fios (lupa)
• Cilindro porta-clichê
• Fita adesiva para vedar a borda
• Cilindro Anilox

Quando o operador ou montador receber os clichês, certificar-se:

• Do número de cores do trabalho


• Se foram colocadas as marcas de registro, cruzes ou micro pontos
• Se possuem a indicação da cor em cada placa de clichê
• Se a espessura está correta
• Se possui uma prova de impressão
• Das dimensões do trabalho;
• Da lineatura (quando quadricromia)
• De verificar na folha de processo qual o passo do porta-clichê, se é Z44 - 58,60

Iniciemos agora a limpeza primeiro do porta-clichê depois do clichê:

O porta clichê pode ser limpo com álcool ou benzina, o importante é ele estar isento
de pó e gordura para que a fita dupla-face possa ter uma boa aderência na superfície.

O clichê obrigatoriamente deve ser limpo com o solvente da tinta de impressão para
não ocorrer desgaste prematuro ou deformações futuras.

O solvente da tinta de impressão, por se tratar de um produto caro, deve ser usado
exclusivamente para a limpeza do clichê, não utilizá-lo na limpeza geral.

Escolher a fita dupla face em função do trabalho gráfico à ser realizado e também da
espessura.

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Geralmente é usada uma única espessura de dupla-face, escolhida quando da
aquisição do equipamento.

No mercado existem duas espessuras mais usadas: 0,38mm e 0,50mm.

Veja a tabela abaixo:

Tipo de impressão
Dorso Espessura
Traço Retícula Traço/Retícula

Espuma de
0,38mm / 0,50mm
Alta Densidade

Espuma de
Média Densidade 0,38mm / 0,50mm

Espuma de
Baixa Densidade 0,38mm / 0,50mm

fonte 3m

Antes de colar a fita dupla-face no porta-clichê, faça uma pré-montagem ou um pré


abraçamento do clichê no porta-clichê, sem a fita dupla-face.

Verifique no pré abraçamento a coincidência das marcas de registro (cruzes de


registro ou micro ponto) com a linha do pré registro no porta-clichê.

Este procedimento é para evitar desperdício de fita e também para certificar-se que a
fita não sobrará e nem faltará para a posterior colagem no clichê.

• Cole a fita dupla-face no porta-clichê evitando bolhas


• Cole todos os clichês nos porta-clichês tendo como referência a linha de pré-registro
do porta clichê
• A linha de pré-registro marcada no porta-clichê está alinhada com a chaveta do eixo

• Vede as bordas do clichê com fita adesiva, comumente utiliza-se fita crepe
• Lubrifique os rolamentos e engrenagens do porta-clichê
• Proteja com papel kraft ou plástico poli bolha os porta-clichês até o momento de seu
uso
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3.3 Segunda Etapa - Preparação das tintas

Existem duas tendências no contexto de escolha de tintas, a primeira é a mais aceita,


em virtude da praticidade e agilidade, é de trabalhar com tintas prontas
(desenvolvidas com base na lineatura e profundidade dos cilindros anilox.

A segunda, pouco comum, escolhida em função do custo mais baixo, é de trabalhar


com tinta mono pigmentada. Independente das tendências, é preciso ficar claro que
a tinta deve chegar pronta ao operador e a ele cabe a manutenção da viscosidade
que assegure o padrão tonal.

Não é função do operador acertar a tinta quanto a colocação de vernizes, baixar o


tom de azul, subir o tom de vermelho, nesta situação o processo torna-se improdutivo.

A viscosidade dos trabalhos de flexografia geralmente oscila entre 18” e 27” no copo
Zanh2 (viscosímetro).

Para fazer a verificação da viscosidade da tinta, mergulhar o viscosímetro no balde


de tinta até o copo ficar totalmente submerso, e ao tirá-lo do balde, iniciar
imediatamente a contagem de tempo com o auxílio de um cronômetro; a tinta irá
escoar pelo orifício existente no fundo do viscosímetro, e ao terminar o escoamento,
você obterá o tempo que deve estar entre os dois valores mencionados acima.

Viscosímetro: Copo Zanh 2

Na prática, quem determina a viscosidade é o próprio operador, segundo alguns


parâmetros:

• Tipo de trabalho
• Cilindro Anilox
• Tons e densidade das tintas

As tonalidades, os padrões devem ser desenvolvidos em função das lineaturas e


profundidades dos cilindros Anilox, podendo ter como referência, a escala Pantone®,
do sistema de entintagem e do fabricante da tinta.

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Em virtude disso, é necessário ter um controle de processo em nível de ficha técnica
mais elaborado (ver modelo na página seguinte), para se constatar o “como foi, como
deve ser e como deverá ser feito” afim de evitar diferenças tonais muito grandes, de
produção para produção de uma mesma embalagem.

Ao solicitar a tinta ao fabricante, informe:

• O sistema de entintagem de sua impressora (Doctor Blade)


• Se o cilindro Anilox é cromado, revestido de cerâmica ou gravado a laser
• Velocidade de produção que se pretende atingir
• Aplicação da embalagem
• Padrão baseado em escala, ex: escala Pantone®
• Amostra da embalagem

Durante o processo de impressão é necessária a limpeza dos clichês, a medição e


anotação da viscosidade da tinta e a retirada de uma amostra do impresso a cada
bobina. Com estes procedimentos, o operador assegura uma regularidade de
reprodução.

Estes controles devem ser executados durante todo o processo produtivo.

Modelo de uma ficha técnica para controle do processo de impressão:

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Determinação de escolha do cilindro Anilox:

Para a escolha correta dos cilindros Anilox, devemos conhecer basicamente o tipo de
serviço e o sistema de entintagem da impressora.

Segue abaixo uma tabela orientativa relacionando:

Tipo de clichê
Tipo de Serviço X Tipo de fita dupla-face
Tipo de entintagem

Sistema de entintagem
Tipo de Serviço Clichê Fita dupla-face
Doctor Blade

Traço grande Chapado Recomendável macio Rígido tipo poliéster ou Anilox gravado a laser
com dureza entre 40/ acolchoada de alta 80 ou 100l/cm.
50 shore. densidade Profundidade 6,0 a 7,0
Espessura 2.84mm. bcm.
Pode se usar espessura
1.14mm
mas não é
recomendávei.

Traço fino e Dureza 60 a 65 shore: Anilox gravado a laser


pequenos chapados Recomendável Acolchoada 140 a 160l/cm.
espessura de 1,70mm a Profundidade 3,8a 4,0
1,14mm. bcm.

Dureza 60 a 75 shore: Anilox gravado a laser


Quadricomia de Acolchoada
espessura de 1,14mm. 180l/cm.
34l/cm
Profundidade 2,9 bcm.

Dureza 60 a 75 shore: Anilox gravado a laser


Quadricomia de Acolchoada
espessura de 1,14mm. 220l/cm.
40l/cm
Profundidade 2,5 bcm.

Colocação da tinta nos reservatórios

Agora vamos à colocação da tinta nos reservatórios:

1 - Homogeneizar a tinta (misturar) para que os pigmentos que estão sedimentados


no fundo do balde de tinta possam vir à superfície;

2 - Estabeleça a viscosidade tendo como referência dados da ficha de controle do


processo feita em serviços anteriores (utilize o viscosímetro Zanh2); ao estabelecê-
la, lembre-se de que na flexografia trabalhamos com viscosidade variando entre 18”
e 27”.

Acima de 27 segundos teremos problemas de secagem e comprometeremos a maior


velocidade da impressora; abaixo de 18 segundos, a tinta perde seu poder de
cobertura, tornando-se com aspecto de “lavada

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3 - Monte o sistema de entintagem: tinteiros, reservatórios de tinta, bombas,
mangueiras, viscosímetros automáticos, se houver

4 - Coloque a tinta no reservatório

5 - Mantenha os registros fechados

6 - Vá até o painel principal de comando e ligue a bomba de tinta

7 - Abrindo os registros com cautela, faça a circulação da tinta da câmara Doctor


Blade

8 - Para impressoras equipadas com sistema de entintagem Doctor Roll (sistema rolo,
ou seja, cilindro tinteiro - cilindro Anilox) procure não pressionar demasiadamente o
cilindro tinteiro no cilindro Anilox e também não deixar o sistema trabalhar sem tinta

9 - Para o sistema Doctor Blade manter desligada a bateção, quando encostar o


sistema no cilindro, abrir o registro de circulação de tinta, quando a tinta retornar ao
reservatório, acionar a bateção

10 - Concluída todas as etapas, o circuito estará completo

3.4 Terceira Etapa - Alimentação com material à ser impresso


Verificar qual é o lado do material que deverá receber a carga de tinta de impressão.

Quando se tratar de bobinas plásticas, existe um tratamento interno, externo ou em


ambos os lados; o teste pode ser realizado de duas formas:

1 - Com tinta de impressão aplicada com um pedaço de estopa ou um pincel nas duas
superfícies da bobina (interna e externa).

A verificação do resultado deste primeiro teste é feita com fita adesiva aplicada nos
dois lados (interno e externo) com tinta.

Ao desprender (arrancar) a fita, a superfície que ficar totalmente ou parcialmente sem


tinta é a região sem tratamento.

2 - Com uma solução de formaldeído (solução de tratamento) aplicar com algodão


sobre as duas superfícies (interna e externa).

A verificação do resultado deste segundo teste é feita com a observação da aderência


da solução em alguma das superfícies do substrato (filme); se a substância aderir ao
filme há tratamento, caso contrário não há tratamento.

Após realizar os testes e verificar qual o lado de impressão, passar o substrato (filme)
pela máquina usando material já utilizado e que possa ser impresso na frente e no
verso, utilizando um dos dois suportes de bobina no sistema de desbobinamento de
sua impressora.

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O material de teste deve ter a largura compatível e espessura próxima do material
que vai ser usado em produção para fazer o acerto sem gastar material limpo
desnecessariamente.

3 - Colocação da bobina no eixo (pneumático ou mecânico):

Verificar qual é o lado do material que deverá receber a carga de tinta de impressão.

Quando se tratar de bobinas plásticas, existe um tratamento interno, externo ou em


ambos os lados; o teste pode ser realizado de duas formas:

1 - Com tinta de impressão aplicada com um pedaço de estopa ou um pincel nas duas
superfícies da bobina (interna e externa).

A verificação do resultado deste primeiro teste é feita com fita adesiva aplicada nos
dois lados (interno e externo) com tinta.

Ao desprender (arrancar) a fita, a superfície que ficar totalmente ou parcialmente sem


tinta é a região sem tratamento.

2 - Com uma solução de formaldeído (solução de tratamento) aplicar com algodão


sobre as duas superfícies (interna e externa).

A verificação do resultado deste segundo teste é feita com a observação da aderência


da solução em alguma das superfícies do substrato (filme); se a substância aderir ao
filme há tratamento, caso contrário não há tratamento.

Após realizar os testes e verificar qual o lado de impressão, passar o substrato (filme)
pela máquina usando material já utilizado e que possa ser impresso na frente e no
verso, utilizando um dos dois suportes de bobina no sistema de desbobinamento de
sua impressora.

O material de teste deve ter a largura compatível e espessura próxima do material


que vai ser usado em produção para fazer o acerto sem gastar material limpo
desnecessariamente.

• No sistema de eixo pneumático, Inflar com bico de ar a válvula do eixo expansivo


que trava a bobina

IMPRESSORA 6 CORES - NOVEMBRO DE 2016 18


4 - Colocar um tubete de PVC ou papelão no eixo do sistema de rebobinamento.

5 - Instalar o eixo com a bobina à ser impressa no lado do sistema de


desbobinamento, utilizando a talha elétrica da impressora.

Tenha o máximo de cuidado ao manusear a bobina de filme, assegure-se de que ela


está com as correntes de sustentação bem fixadas para não ocorrer nenhum
acidente.

6 - Verificar a rede de ar comprimido através dos manômetros de controle de tensão


do desbobinamento, que deverá estar entre 6 a 7 kgf/m2. (Manual do Sistema de
Controle de Tensão Pneumática Altec anexo). Veja a foto ao lado:

7 - Seguir o esquema de passagem do material segundo o número de cores de seu


equipamento.

(Ver Capítulo 2: Características Técnicas).

8 - Verificar se o material está passando pelo sensor do alinhador:

IMPRESSORA 6 CORES - NOVEMBRO DE 2016 19


9 - Verificar o acionamento (mecânico ou pneumático) da contra pressão através de
sua alavanca ou de sua válvula pneumática.

10 - Verificar o acionamento mecânico do cilindro contrapressão através de sua


alavanca mecânica.

11 - Verificar a rede hidráulica da impressora através dos manômetros hidráulicos que


controlam o encosto e o desencosto dos grupos impressores.

12 - Regular a distância da régua de secagem entre cores do tambor tendo como


referência a espessura do material.

IMPRESSORA 6 CORES - NOVEMBRO DE 2016 20


Start up da impressora para o alinhamento do material.

ATENÇÃO
A segurançapessoalestá acima de tudo!

Quando houver mais de um operador ou


pessoas ao redor da máquina, certifique-se
de que estão todos em segurança antes de
colocar a máquina em operação.

1 - Aumentar a pressão, caso o valor de 2 kgf/m2 de ar iniciais, não for o suficiente


para deixar o material tencionado;

2 - No painel de comando principal, ligar sequência a seguir:

1º - Puxar o botão de “emergência”;


2º - Pressionar o botão “liga” (verde);
3º - Alinhamento ligado no modo automático;

3 - Acionar a impressora pressionando o botão branco.


(Regular a velocidade para aproximadamente 15m / min):

Colocação dos porta-clichês no grupo impressor.

1 - Colocar os porta-clichês na impressora de acordo com a ordem de cores e


lineaturas dos cilindros Anilox.

2 - Utilizar a talha (elétrica ou manual) para a colocação dos porta-clichês, ou faça


manualmente colocando as camisas nos mandris.

3 - Não aperte em demasia os manípulos de travamento dos mancais onde está


apoiado o eixo do porta-clichê. No momento do acerto de impressão, mantenha-os
semi-apertados.

IMPRESSORA 6 CORES - NOVEMBRO DE 2016 21


1- Entre a 1ª e a 2ª cor e entre a 5ª e 6ª cor existe um controle remoto que contém as
mesmas funções do painel principal.

Existe também nesta caixa de comando, uma chave comutadora com as inscrições
“encosto” e “desencosto”.

Acione a chave e coloque-a na posição de “encosto”.

2- Centralizar as engrenagens dos Porta Clichês com a engrenagem do tambor


central.

3- Acione a chave comutadora com a inscrição “acionamento” (1), e apertando o botão


de “impulso” (2), você poderá, através de toques intermitentes, acionar o tambor
central.

IMPRESSORA 6 CORES - NOVEMBRO DE 2016 22


4 - Procure o primeiro ponto de parada no controle remoto e faça o mesmo para as
demais cores.

5- Engrene o porta-clichê no tambor central, coincidindo as marcas de pré-registro


(porta-clichê + o dente da engrenagem do tambor central)

6- Proceda da mesma maneira para as outras cores.

IMPRESSORA 6 CORES - NOVEMBRO DE 2016 23


4. Iniciando um trabalho
4.1 – Impressão

ATENÇÃO
A segurançapessoalestá acima de tudo!

Quando houver mais de um operador ou


pessoas ao redor da máquina, certifique-se
de que estão todos em segurança antes de
colocar a máquina em operação.

1- Certifique-se que não há nenhuma chave comutadora de impulso acionada.


2- Ligar a chave do alinhador colocando-a na posição “automático”.

3- Ligar a secagem “aquecimento entre cores” ( ± 60°C ).

4- Ligar a secagem “aquecimento final”( ± 80°C ).

IMPRESSORA 6 CORES - NOVEMBRO DE 2016 24


Os valores de temperatura nos pirômetros de secagem final devem seguir
orientação da tabela abaixo:

5- Acionar a impressora apertando o botão branco (aumentar a velocidade) que está


localizado no painel principal.

6- Com a impressora em movimento, numa velocidade de aproximadamente


20m/min, regule a pressão de entintagem (Anilox / porta-clichê);

Selecione o número da cor que será regulada.

Uma referência neste momento para um bom encosto (além do clichê entintado) é a
imagem sendo visualizada no Anilox.

7- A seguir, regule a pressão de impressão (porta-clichê no substrato) utilizando as


setas da direita, esquerda ou central voltadas para cima.

8) Verifique a tensão do material no desbobinamento; (± 20 kgf/m2).


IMPRESSORA 6 CORES - NOVEMBRO DE 2016 25
9) verifique também a tensão no rebobinamento; (2 a 4 kgf/m2 média)

No desbobinamento existe uma válvula que aciona o sistema de freio da bobina


(desbobinamento duplo).

No rebobinamento existem uma válvula, utilizada para regular a tenção do material


e a pressão do compactador.

Para cima, regula a tensão do material no sistema de cima e no sistema de baixo.

Para baixo, regula a pressão do compactador em cima da bobina impressa.

10) após imprimir as cores do trabalho, ajuste o registro de cores:

Motor Lateral = cilindro

IMPRESSORA 6 CORES - NOVEMBRO DE 2016 26


Manípulo Longitudinal = engrenagem;

11) Faça o mesmo procedimento para a pressão de impressão;


12) Ajuste as tonalidades das cores impressas (seguir padrão de cores referente a
ficha de controle de processo) no qual está a amostra;
13) Ajustar o sistema de secagem entre cores (sopro e exaustor) através da
manopla de regulagem de ar entre cores.

O tambor central deve estar resfriado pela água que circula internamente com uma
temperatura de 29°C.

Para impressoras de 6 e 8 cores: temperatura ± 25°C.

14) Ligar a trava dos grupos impressores;

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5. Diagnóstico de Falhas
DEFEITO CAUSAS SOLUÇÃO

Clichê inchado 1- Uso de solvente inadequado; 1- Utilizar solvente compatível com


o clichê;
2- Tempo de cura insuficiente; 2- Realizar (pela clicheria) o tempo
(clicheria) de cura correto;
3- Banho de acabamento saturado. 3- Medir a densidade do banho,
³45º Bé (Brumé)

Moiré 1- Inversão do ângulo das cores 1- Colocação dos ângulos corretos;


quadricromia;
2- Montagem errada das cores; 2- Sequenciar as cores da seguinte
forma: amarelo, magenta, cyan e
preto para impressão externa.
Preto, cyan, magenta e amarelo
para impressão interna.
3- Relação lineatura do clichê x 3- Relacionar corretamente a
lineatura do Anilox errada. relação lineatura do clichê x
lineatura do Anilox (para
trabalhos de cromia) a relação
mais comum é 1;15, mas não
é regra.

Odor forte 1- Retenção de solvente na 1- Verificar composição do solvente


embalagem; e sistema de sopro das unidades
de secagem;
2- Falta de sistema de exaustão 2- Instalação de sistema de
na empresa. exaustão externa.

Perda da força tonal da 1- Excesso de solvente; 1- Dosar o uso do solvente;


tinta 2- Cilindro Anilox inadequado; 2- Uso do Anilox adequado;
3- Cilindro Anilox desgastado; 3- Verificar a cada 6 meses a
capacidade volumétrica dos
cilindros Anilox;
4- Pouca homogenização da tinta. 4- Homogenizar a tinta.

Tonalidade incorreta 1- Variação de viscosidade; 1- Manter a viscosidade medindo


periodicamente no processo com
o viscosímetro Zanh2 ;
2- Mistura de tintas; 2- Evitar misturas;
3- Variação da velocidade em 3- Manter a mesma velocidade de
máquinas com sistema Doctor trabalho em produção.
Roll.

Suporte com variação 1- Variação de tensão; 1- Controlar tensão;


dimensional 2- Temperatura de secagem 2- Reduzir o tempo de secagem.
excessiva

IMPRESSORA 6 CORES - NOVEMBRO DE 2016 28


DEFEITO CAUSAS SOLUÇÃO

Desprendimento de 1- A secagem da 1º cor está muito 1- Adicionar solventes mais


tinta; a tinta está se lente; acelerados;
transferindo para os 2- A viscosidade da 2º cor está 2- Baixar a viscosidade;
cilindros subsequentes muito alta;
3- A secagem da 1º cor de 3- Adicionar solvente de secagem
impressão está muito acelerada. mais lente.

Ondulação do suporte 1- Material muito ressecado ou 1- Controlar a qualidade do material


úmido (celofane, papel); recebido através de sensores
laboratoriais;
2- Variação da tensão em material 2- Realizar choque térmico no
laminado; material.

Decomposição da tinta 1- Excessiva umidade da tinta; 1- Cobrir banheiras e reservatórios


(perda fixotrópica e de tinta;
aglomeração da tinta) 2- Uso de solvente inadequado. 2- Usar solventes adequados.

Secagem muito rápida 1- Uso inadequado do solvente; 1- Uso de solventes adequados;


da tinta. 2- Movimentação de ar no 2- Evitar a movimentação de ar
ambiente; no ambiente;
3- Baixa velocidade de impressão; 3- Empregar velocidade adequada
à secagem da tinta.;

Secagem lenta da tinta 1- Uso inadequado de solvente; 1- Utilizar solventes adequados;


2- Viscosidade alta, acima de 27"; 2- Controlar a viscosidade com o
viscosímetro Zahn2;
3- Secagem inadequada nas 3- Verificar a temperatura e o fluxo
unidades de secagem; de ar nas unidades de secagem.
4- Excesso de retardador. 4- Controlar o uso do retardador
(pedir orientação ao fabricante
da tinta)

Sulcos na impressão ou 1- Deformação física do material; 1- Fazer amostragem qualitativa do


falhas de impressão material à ser impresso;
que ocorrem 2- Aglomeração de tinta ou sujeira 2- Utilizar filtros no reservatório e
irregularmente acumulada no cilindro entintador limpar o entintador
3- Deformação da matriz 3- Trocar a matriz e verificar sua
espessura.

Squash 1- Pressão de entintagem 1- Aliviar a pressão de entintagem;


excessiva;
2- Pressão de impressão excessiva 2- Aliviar a pressão de impressão;
3- Sujeira depositada no tambor do 3- Manter limpo o tambor;
contra-pressão 4- Utilizar fita dupla-face adequada.
4- Fita dupla-face inadequada

Impressão do piso 1- Descolagem da fita dupla-face; 1- Utilizar fita dupla-face com maior
(clichê) poder de adesão;
2- Altura do piso muito alta; 2- Controlar a altura do piso através
do teste de exposição do verso
do clichê (clicheria);
3- Descolagem do clichê 3- Limpar o cilindro porta-clichê com
líquidos desengordurantes antes
da montagem do clichê;
4- Sujeira no cilindro porta-clichê 4- Limpar o cilindro porta-clichê.

Rugas no substrato 1- Variação da gramatura do 1- Verificar a gramatura dos


suporte; materiais à serem impressos;
2- Desalinhamento do substrato na 2- Evitar a colocação de bobinas
máquina; desalinhadas.

Falsa imagem ou 1- Duas imagens grandes sendo 1- Trocar a relação de velocidade


fantasma entintadas no mesmo lugar; entre o cilindro anilox e cilindro
tomador (sistema Doctor Roll);
2- Falta de limpeza no cilindro 2- Limpar o cilindro Anilox.
Anilox;

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DEFEITO CAUSAS SOLUÇÃO

Falta de impressão 1- Choque do clichê quando entra 1- Distribuição (sempre que


em impressão; possível) de clichês em todo o
diâmetro do cilindro porta-clichê;
2- Clichês montados lado a lado no 2- Montar os clichês de maneira
cilindro porta-clichê; alternada;
3- Mancais gastos. 3- Reformar ou substituir os
mancais.

Alta viscosidade da 1- Não medição periódica da 1- Medir periodicamente a


tinta viscosidade; viscosidade no processo.

Baixa resistência da 1- Excesso de porosidade no 1- Reduzir a porosidade do cilindro


lâmina dosadora cilindro Anilox; Anilox;
2- Pressão incorreta da lâmina 2- Reduzir pressão da lâmina;
dosadora;
3- Ângulo da lâmina errado; 3- Ajustar ângulos de incidência da
lâmina;
4- Baixa dureza da lâmina. 4- Efetuar troca da lâmina por uma
de maior dureza.

Estrias (marcas de 1- Clichê e fita dupla-face 1- Adequar clichê a fita;


engrenagem) incompatíveis;
2- Diâmetro do cilindro porta-clichê 2- Corrigir o diâmetro do cilindro;
diferente do diâmetro primitivo
da engrenagem;
3- Excesso de folga na chaveta da 3- Substituir a chaveta;
engrenagem do cilindro porta-
clichê;
4- Engrenagem com ângulo 4- Substituir as engrenagens
incorreto ou com dentes defeituosas;
desgastados;
5- Cilindros porta-clichês fora de 5- Substituir os cilindros.
especificação (tubo de paredes
finas, batimento fora do
especificado, ponta do eixo com
material fora de especificação)

Excesso de ganho de 1- Diferenças de velocidade 1- Verificar diâmetro do cilindro


ponto periférica entre clichê e filme; porta clichê, espessura da dupla-
face e espessura do clichê;
2- Clichê de baixa dureza com fita 2- Adequar clichê e fita dupla-face;
dupla-face acolchoada;
3- Excesso de pressão do clichê no 3- Efetuar novo ajuste da pressão;
filme;
4- Cilindro Anilox com excesso de 4- Substituir por outro cilindro Anilox
volume de tinta; com menor volume
5- Viscosidade elevada da tinta. 5- Diluir o necessário.

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6. Certificado de Garantia

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7. Contato

FEVA - MÁQUINAS FERDINAND VADERS S.A.


Rodovia Raposo Tavares, 27580 - Moinho Velho
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Tel.: PABX / + 55 (11) 4613-9133
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