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CADERNO DE DISCIPLINAS OPTATIVAS DO DEPARTAMENTO DE CINEMA E VÍDEO 1-2018 Instituto de Artes e

CADERNO DE DISCIPLINAS OPTATIVAS DO DEPARTAMENTO DE CINEMA E VÍDEO 1-2018

Instituto de Artes e Comunicação Social IACS Rua Lara Vilela, 126 - São Domingos Niterói CEP 24.210-590 Tels.: (21) 2629 9763

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GCV00156 CINEMA, AUDIVISUAL E LITERATURA I Curso: Cinema e literatura: adaptação, apropriação, recepção e memória

GCV00156

CINEMA, AUDIVISUAL E LITERATURA I

Curso: Cinema e literatura: adaptação, apropriação, recepção e memória

Profa. Marcela Soalheiro email: marcela_soalheiro@id.uff.br, terças 9h às 13h.

Ementa:

A relação entre o audiovisual e a literatura é objeto de inúmeros debates em suas

respectivas áreas, redundando em caminhos que por vezes estreitam e, por outras, tencionam os laços entre estas artes e suas obras. Os campos da comunicação, das letras

e da linguística buscam delimitar seus espaços nesses diálogos, elaborando

questionamentos que irão caminhar sobre essas tensões, reconhecendo as trocas possíveis e, aos poucos, buscando compreender processos contemporâneos de interações intertextuais e intermidiáticas.

A presente disciplina surge exatamente do desejo de participar deste debate, propondo

questões inerentes aos estudos do cinema e da literatura, através da percepção das potencialidades dos produtos midiáticos que são oriundos deste contexto. Distanciando- nos de uma perspectiva depreciativa da troca entre as artes, buscamos compreender as

potências presentes nestas relações, no que tange possíveis mudanças, atualizações e permanências.

Propomos, em um primeiro momento, a apresentação das teorias de adaptação e apropriação literária para o audiovisual, com um viés histórico, mas com ênfase em abordagens contemporâneas, além da exploração dos debates que cercam estas teorias e suas perspectivas.

Em um segundo momento, abordaremos brevemente as relações de memória que as adaptações e as apropriações literárias podem sugerir ao gerar interações com a memória cultural de um cânone literário.

Conteúdo programático:

Nosso objetivo é observar e analisar as dinâmicas que se desenham entre obras fonte e suas múltiplas versões adaptações e apropriações em um contexto intertextual, que gera referências e citações, além de possíveis interpretações e trocas. Buscamos compreender, também, através de um processo de familiarização com as teorias que cercam estas questões, quais as especificidades do espectador/leitor no que diz respeito à sua subjetividade intertextual e interpretativa com o texto e com a tela, com as palavras e as imagens.

Portanto,

1.1. Apresentar as teorias cinematográficas que dão conta da relação entre cinema e

literatura;

1.2. Explorar os debates acerca dos conceitos a partir das diferentes linhas teóricas;

1.3. Expor exemplos contemporâneos que explorem o horizonte da relação entre cinema

e literatura

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1.4. Construir uma base de conhecimento através da articulação das teorias abstratas com os exemplos

1.4. Construir uma base de conhecimento através da articulação das teorias abstratas com os exemplos expostos para que, desta forma, consigamos extrapolar os limites da teoria e pratiquemos este conhecimento através da produção audiovisual.

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GCV00268 CINEMA DOCUMENTÁRIO II Profa. Karla Holanda – email: holanda.k@gmail.com, quintas 14h às 18h. Ementa:

GCV00268

CINEMA DOCUMENTÁRIO II

Profa. Karla Holanda email: holanda.k@gmail.com, quintas 14h às 18h.

Ementa:

O curso fará uma breve revisão histórica do documentário, indo do clássico ao moderno,

abordando o cinema verdade/direto, e o documentário novo brasileiro o ideal é que o/a aluno/a já tenha certo conhecimento desses períodos, uma vez que a ênfase será em tendências autorais e contemporâneas. Assim, o curso, teórico e prático, se concentrará

na discussão de recursos e conceitos recorrentes no fazer documentário: o filme ensaio,

a dimensão subjetiva, a entrevista, a verdade, o mundo, a voz, a memória, o arquivo,

gênero, raça - em obras de realizadoras e realizadores brasileiros e estrangeiros.

Conteúdo programático:

Apresentação do curso. Documentário clássico: Flaherty/escola inglesa. Cinema

verdade. Cinema direto. Documentário moderno brasileiro. A verdade. O real. O tempo.

A memória. A imagem de arquivo. O ensaio. A entrevista. A voz. O mundo, os mundos.

Gênero. Raça.

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GCV00152 CINEMA E HISTÓRIA I Curso: História e historiografia do audiovisual Prof. Rafael de Luna

GCV00152

CINEMA E HISTÓRIA I

Curso: História e historiografia do audiovisual

Prof. Rafael de Luna email rafaeldeluna@hotmail.com, sextas 09h às 13h.

Ementa:

O curso consistirá na discussão de livros, artigos e autores que revisaram a historiografia do cinema e do audiovisual e propuseram novas abordagens, metodologias e enfoques para a pesquisa histórica sobre o audiovisual desde os anos 1970 até a atualidade. As aulas serão baseadas na leitura prévia de textos para sua discussão em sala de aula.

É necessário o conhecimento do idioma inglês para a leitura da bibliografia.

Trata-se de um curso oferecido para os mestrandos e doutorandos do programa de pós- graduação em cinema e audiovisual (PPGCINE-UFF), na linha de pesquisa “Histórias e políticas”, para o qual estão sendo abertas vagas para os alunos da graduação.

Conteúdo programático:

O curso consistirá na discussão de livros, artigos e autores que revisaram a historiografia do cinema e do audiovisual e propuseram novas abordagens, metodologias e enfoques para a pesquisa histórica sobre o audiovisual desde os anos 1970 até a atualidade. As aulas serão baseadas na leitura prévia de textos para sua discussão em sala de aula.

Bibliografia básica:

ALLEN, Richard C.; GOMERY, Douglas. Film History: Theory and Practice. New York: Knopf, 1985.

ALTMAN, Rick. Outra forma de pensar la historia (del cine): un modelo de crisis. Archivos de La Filmoteca, Valencia, fev. 1992.

AUTRAN, Arthur. Panorama da historiografia do cinema brasileiro. Alceu, Rio de Janeiro, PUC, v. 7, n. 14, jan-jun. 2007. http://revistaalceu.com.puc-

BERNARDET, Jean-Claude. Historiografia clássica do cinema brasileiro. São Paulo:

Annablume, 1995

BORDWELL, David; STAIGER, Janet; THOMPSON, Kristin. The Classical Hollywood Cinema: Film Style & Mode of Production to 1960. New York: Columbia University Press, 1985.

ELSAESSER, Thomas (org.). Early cinema: space, frame, narrative. Londres: BFI,

1990.

HUHTAMO, Erkki, PARIKKA, Huhtamo, Media archaeology: approaches, applications and implications. Los Angeles: University of California Press, 2011.

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MALTBY, Richard. New cinema histories. In: MEERS, Philippe (orgs.). Explorations in New Cinema History: Approaches

MALTBY, Richard. New cinema histories. In:

MEERS, Philippe (orgs.). Explorations in New Cinema History: Approaches and Case Studies, 2011.

BILTEREYST, Daniel;

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GCV00269 CINEMA INFANTO-JUVENIL Hermínia/Tunico – email: tunicoamancio@gmail.com, sextas 14h às 18h. Ementa: O curso

GCV00269

CINEMA INFANTO-JUVENIL

Hermínia/Tunico email: tunicoamancio@gmail.com, sextas 14h às 18h.

Ementa:

O curso destina-se aqueles que pretendem realizar conteúdos audiovisuais para crianças

e todos aqueles que se interessam em atuar ou pesquisar sobre os múltiplos diálogos

entre a criança e o audiovisual. O objetivo é refletir sobre desafios que estão colocados

hoje na concepção, produção e veiculação de conteúdos audiovisuais para crianças. Algumas discussões e questionamentos irão permear o programa do curso: quem é a criança com a qual se pretende falar? Como ela se relaciona com a mídia? Como a mídia retrata a criança? Que diálogos o cinema e a televisão têm buscado estabelecer com as crianças? Como a criança usa e se apropria do que vê nas múltiplas janelas? As novas tecnologias e de que forma impactam a relação das crianças com as mídias? De que forma o mercado e a publicidade influem na relação da criança com a mídia?

Gênero, etnia, cor, diversidade regional, deficiência, homossexualidade, transexualidade

- representação, inclusão e exclusão - qual o papel da mídia? O que e como abordar

estas questões com crianças? O que toca “corações e mentes” das crianças e por quê? A chamada “mídia de qualidade”, o que é e o que faz dela uma “mídia de qualidade”?

Conteúdo programático:

1. Os conceitos de criança e infância

2. A recepção como interação

3. História da produção audiovisual para crianças

4. Diálogos com a educação

5. Linguagem e narrativas de fantasia

6. Panorama atual: segmentação, migrações e franquias

7. Infância: novas tecnologias, mercado, consumo e publicidade

8. Princesas e heróis

9. Representação, inclusão e exclusão

10. Infância: quem são as crianças

11. Vez e voz: documentários

12. Mídia de qualidade

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GCV00172 CRIAÇÃO DE TEXTOS II Curso: Curso introdutório à vida acadêmica voltado para os calouros

GCV00172

CRIAÇÃO DE TEXTOS II

Curso: Curso introdutório à vida acadêmica voltado para os calouros

Tutoras/Elianne Ivo email: elianne.ivo@gmail.com, sextas 14h às 16h.

Ementa:

A variedade de gêneros literários e a dimensão criativa da literatura. Os aspectos descritivos e narrativos do texto. Os aspectos temáticos e ideacionais do texto. A adaptação literária. Análise crítica e prática da redação criadora.

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GCV00223 ESTUDO DO SOM NO CINEMA Prof. Fernando Morais – email: fmorais29@terra.com.br, quintas 14h às

GCV00223

ESTUDO DO SOM NO CINEMA

Prof. Fernando Morais email: fmorais29@terra.com.br, quintas 14h às 18h.

Ementa:

Unindo leitura e pensamento sobre som com gravação e edição, a disciplina propõe exercícios a serem combinados não apenas com a turma, mas eventualmente trocados com outras gravações que venham de outros espaços, como demais aulas de som de outras graduações em cinema no país. Após chegar a um projeto comum em sala, os alunos do curso de Cinema e Audiovisual da UFF inscritos na disciplina iniciariam gravações e as compartilhariam. O universo de gravações vindas de lugares distintos e eventuais edições criaria uma cartografia sonora de uma cidade virtual, supostamente impossível de acordo com parâmetros exclusivamente geográficos.

Conteúdo programático:

- Diálogo com as instituições. Campo, estudos de som no cinema nas IFES brasileiras.

- Schafer, críticas, aplicações. Paisagem sonora. Território sonoro.

- Aplicação no cinema? Outras aplicações. História, literatura. Cidades, campo? Carta sonora.

- Chion. Modos de escuta.

- Gravações. Subdivisões: primeiros ambientes, sons específicos da cidade, músicas, vozes.

- Audições, discussão. O que ouvimos? O que tais sons representam.

- Compartilhamento, diálogos.

- Continuação das gravações, correspondências.

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GCV00200 ESTUDOS DE CINEMATOGRAFIA BRASILEIRA I Curso: Modulações e desvios do realismo no cinema brasileiro

GCV00200

ESTUDOS DE CINEMATOGRAFIA BRASILEIRA I

Curso: Modulações e desvios do realismo no cinema brasileiro

rafaeldeluna@hotmail.com, segundas 18h às 22h.

Pedro Vaz/Rafael

email:

pedrovazperez@gmail.com

/

Ementa:

Investigar as modulações e desvios das representações do realismo no cinema brasileiro, tendo em vista os artifícios de encenação, enquadramento e montagem, mapeando as forjas do realismo nas principais vertentes internacionais e os ecos na produção cinematográfica brasileira ao longo das décadas, dando ênfase à intensificação do recurso à teatralidade percebida em produções do início dos anos 70.

Conteúdo programático:

O objetivo do curso é investigar as modulações e desvios das representações do realismo no cinema brasileiro, tendo em vista os artifícios de encenação, enquadramento e montagem, a partir de dois blocos temáticos. Num primeiro momento, serão edificadas as principais vertentes internacionais com as quais o cinema brasileiro dialogou para forjar, de diferentes maneiras, certos tipos de experiência com a realidade a partir dos filmes, à luz de textos críticos e autores consagrados da teoria do cinema.

Neste percurso, serão abordados o cinema clássico americano e os jogos de transparência de sua narrativa, para em seguida buscar os contrapontos com as vanguardas históricas e suas obsessões pela intervenção na realidade pela imagem, como o realismo crítico e a teoria da montagem da vanguarda soviética. Por fim, acionaremos a leitura fenomenológica de André Bazin a partir do neorrealismo italiano e seus ecos posteriores nos cinemas novos, sobretudo na nouvelle vague.

A segunda parte do curso buscará compreender em que medida as principais vertentes investigadas ecoaram na produção cinematográfica brasileira ao longo das décadas forjando diferentes modulações da representação realista, desde a relação com o sistema clássico-narrativo das primeiras décadas, passando por nomes como Alberto Cavalcanti, Nelson Pereira dos Santos, Roberto Santos, Glauber Rocha e Leon Hirszman. Por fim, o curso se debruçará sobre a intensificação do recurso à teatralidade na forma realista percebida em algumas produções da passagem dos 60 aos 70, mas com diferentes modalidades em cada obra, como em “O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro, Os herdeiros, São Bernardoe Os inconfidentes.

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GCV00200 ESTUDOS DE CINEMATOGRAFIA BRASILEIRA II Curso: Mulheres no cinema brasileiro Karla Holanda e Marina

GCV00200

ESTUDOS DE CINEMATOGRAFIA BRASILEIRA II

Curso: Mulheres no cinema brasileiro

Karla Holanda e Marina Tedesco (holanda.k@gmail.com/ninafabico@gmail.com), quintas 9h às 13h.

Ementa: cinema silencioso; percalços da afirmação feminina; cinema de autoria feminina: o lado B da história; mulheres e ditadura; articulações feministas; cinema experimental; mulheres negras documentário; mulheres negras ficção; pioneiras nos anos 2000; biografia no documentário; documentaristas brasileiras contemporâneas.

Esta é uma disciplina do Programa de Pós-graduação em Cinema e Audiovisual e algumas vagas serão abertas para a graduação.

Bibliografia:

ANCINE.

Diversidade

de

gênero

e

raça

nos

lançamentos

brasileiros

de

2016.

Disponível

em:

https://www.ancine.gov.br/sites/default/files/apresentacoes/Apresentra%C3%A7%C3%

A3o%20Diversidade%20FINAL%20EM%2025-01-18%20HOJE.pdf

CAROLINA, Ana. Monteiro Lobato. In: CESAR, Ana Cristina. Literatura não é documento. Rio de Janeiro: Funarte, 1980.

DAVIS, Angela. Mulheres, raça e classe. São Paulo: Boitempo, 2016.

FREIRE, Vera. "Pesquisa 'Participação, formação técnica e aspirações das mulheres de cinema e vídeo no Rio de Janeiro". 1986.

GALVÃO, Maria Rita. Crônica do cinema paulistano. São Paulo: Ática, 1975.

GONZALEZ, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. In: Revista Ciências Sociais Hoje, Anpocs, 1984.

HOLANDA, Karla; TEDESCO, Marina Cavalcanti (orgs). Feminino e plural: mulheres no cinema brasileiro. Campinas, SP: Papirus, 2017.

hooks, bell. O olhar opositivo

https://foradequadro.com/2017/05/26/o-olhar-opositivo-a-espectadora-negra-por-bell-

hooks/#more-675

MOCARZEL, Evaldo. Ana Carolina Teixeira Soares: Cineasta brasileira. In: São Paulo:

Imprensa Oficial, 2010.

OLIVEIRA, Janaína. "'Kbela' e 'Cinzas': O cinema negro no feminino do 'Dogma Feijoada' aos dias de hoje". IN: VÁRIOS AUTORES. Avanca Cinema International Conference. Avanca: Cine-Clube de Avanca, 2016. p.646-654.

a espectadora negra. Tradução disponível em:

PEREIRA, Ana Catarina dos Santos. "A mulher cineasta: Da arte pela arte a uma estética da diferenciação". Covilhã, Portugal: Ars. 2016. Disponível em

http://www.labcom-ifp.ubi.pt/livro/256.

2016. Disponível em http://www.labcom-ifp.ubi.pt/livro/256. Instituto de Artes e Comunicação Social – IACS Rua

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PESSOA, Ana. Carmen Santos: O cinema dos anos 20. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2002. RAGO,

PESSOA, Ana. Carmen Santos: O cinema dos anos 20. Rio de Janeiro: Aeroplano,

2002.

RAGO, Margareth. Feminizar é preciso: por uma cultura filógina. In: São Paulo

em:

RIBEIRO, Djamila. O que é lugar de fala. Belo Horizonte: Letramento: Justificando,

2017.

SCHVARZMAN, SHEILA. Humberto Mauro e o documentário. In: TEIXEIRA, Francisco Elinaldo (org.). Documentário no Brasil: tradição e transformação. São Paulo:

Summus, 2004. p.261-296

SCOTT, Joan. "História das mulheres". IN: BURKE, Peter. A escrita da história: novas perspectivas. São Paulo: Editora da Universidade Estadual Paulista, 1992. p.63-95

SELEM, Maria Celia Orlato. Políticas e poéticas feministas: Imagens em movimento sob a ótica das mulheres latino-americanas". Tese de doutorado em História. Campinas:

Unicamp.

SHOHAT, Ella; STAM, Robert. Crítica da imagem eurocêntrica. São Paulo: Cosac Naify, 2006.

SOIHET, Rachel. "Feminismos e cultura política: Uma questão no Rio de Janeiro dos anos 1970-1980". IN: ABREU, Marta; SOIHET, Rachel; GONTIJO, Rebeca (orgs). Cultura política e leituras do passado: Historiografia e ensino de história. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007. p.441-436

Perspectiva,

v.

15,

n.

3,

2001.

Disponível

SOUZA, Edileuza. "Contando nossas próprias histórias: Mulheres negras arquitetando o cinema brasileiro". IN: VÁRIOS AUTORES. Avanca Cinema International Conference. Avanca: Cine-Clube de Avanca, 2016. p.485-502

VEIGA, Ana Maria. "Cineastas brasileiras em tempos de ditadura: Cruzamentos, fugas, especificidades". Tese de doutorado em História Cultural. Florianópolis: UFSC.

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GCV00253 ESTUDOS DE CRÍTICA CINEMATOGRÁFICA Curso: Estudos sobre o cinema contemporâneo Prof. Reinaldo Cardenuto –

GCV00253

ESTUDOS DE CRÍTICA CINEMATOGRÁFICA

Curso: Estudos sobre o cinema contemporâneo

Prof. Reinaldo Cardenuto email: reicar@uol.com.br, quartas 18h às 22h.

Ementa:

Concentrando-se em estudos bibliográficos e na análise de filmes recentes, realizados sobretudo dos anos 1990 em diante, a disciplina oferece aos alunos uma síntese em torno de aspectos centrais do cinema contemporâneo. Afastando-se de uma metodologia habitual da pesquisa histórica sobre o campo artístico, que por vezes organiza a experiência formal a partir de leituras rigidamente cronológicas e excessivamente eurocêntricas, o curso é estruturado por meio de variados eixos temáticos, não lineares e multiculturais, propondo a cada aula uma reflexão acerca de aspectos políticos, sociais e estéticos que atravessam a cinematografia no tempo presente. Embora a disciplina não deixe de pensar o lugar das filmografias em convergência com heranças convencionais, ela se volta principalmente para o estudo de obras inventivas, de marcos recentes da experimentação criativa, articulando uma reflexão sobre os possíveis sentidos atuais da vanguarda. A partir de temas candentes como “as novas propostas de realismo fílmico”, “o cinema de fluxo” e “as dimensões experimentais do documentário”, o curso propõe um painel abrangente, mas não exaustivo, em torno de algumas inquietações formais encontradas na contemporaneidade.

Conteúdo programático:

Aula de apresentação: entrega do programa e introdução aos estudos sobre o cinema contemporâneo.

Aula 1: onde tudo termina? Uma reflexão sobre a crise dos projetos utópicos e as perspectivas contemporâneas da experiência estética. Filmes centrais de referência:

“Sans soleil” (1983), Chris Marker; “Filme socialisme” (2010), Jean-luc Godard.

Aula 2: hibridismos estéticos e expansões formais no campo cinematográfico. Filmes centrais de referência: “Imagens do mundo e inscrições da guerra” (1988), Harun Farocki; “Parallels” (2012), Harun Farocki.

Aula 3: os deslocamentos contemporâneos e a crise da representação: jornadas (im)possíveis? Filmes centrais de referência: “O espelho” (1998), Jafar Panahi; “Whisky” (2004), Pablo Stoll e Juan Pablo Rebella.

Aula 4: a incompletude como projeto fílmico. Filmes centrais: “Gosto de Cereja” (1997), Abbas Kiarostami; “Five (dedicated to Ozu)” (2003), Abbas Kiarostami; “Shirin” (2008), Abbas Kiarostami.

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Aula 5: o drama em estado mínimo. Filmes centrais: “Floresta dos lamentos” (2007), Naomi Kawase;

Aula 5: o drama em estado mínimo. Filmes centrais: “Floresta dos lamentos” (2007), Naomi Kawase; “Na praia à noite sozinha” (2017), Hong Sangsoo.

Aula 6: o cinema de fluxo: um conceito possível para a vanguarda contemporânea? Filmes centrais: “Sombre” (1998), Phillipe Grandrieux; “Vendredi soir” (2002), Claire Denis.

Aula 7: por um novo realismo da “sinceridade”. Filmes centrais: “Juventude em marcha” (2006), Pedro Costa; “O céu sobre os ombros” (2011), Sérgio Borges; “Ela volta na quinta” (2014), André Novais Oliveira.

Aula 8: reflexões sobre a técnica do corte no cinema contemporâneo. Filmes centrais:

“Lady vingança” (2005), Park Chan-Wook; “Vênus negra” (2010), Abdellatif Kechiche.

Aula 9: invenção e deslocamento subjetivo no documentário contemporâneo. Filmes centrais: “As i was moving ahead occasionaly i saw brief glimpses of beauty” (2000), Jonas Mekas; “Os dias com ele” (2012), Maria Clara Escobar; “No intenso agora” (2017), João Moreira Salles.

Aula 10: o ensaio no campo do documentário. Filmes centrais: “Nostalgia da luz” (2010), Patricio Guzmán; “A caverna dos sonhos esquecidos” (2010), Werner Herzog.

Aula 11: dimensões do arquivo no documentário contemporâneo. Filmes centrais:

“Decasia” (2002), Bill Morrison; “The Maelstrom: a family chronicle” (2008), Peter Forgács.

Aula 12: redefinições da autoria nas novas práticas do documentário. Filmes centrais:

“O prisioneiro da grade de ferro” (2004), Paulo Sacramento; “Pacific” (2009), Marcelo Pedroso; “Doméstica” (2012), Gabriel Mascaro.

Aula 13 - derivas da mise-en-scène e da história no cinema de Aleksandr Sokurov. Filmes centrais: “Arca Russa” (2002); “Fausto” (2011).

Aula 14 - encerrar para abrir novas conversas: uma reflexão sobre a estetização do colapso. Filmes centrais: “O cavalo de Turin” (2011), Béla Tarr; “Guerra do Paraguay” (2015), Luiz Rosemberg Filho.

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GCV00210 ESTUDOS DE HISTORIA CINEMA MUNDIAL I Curso: Mestre Mizoguchi: mulher e poesia no cinema

GCV00210

ESTUDOS DE HISTORIA CINEMA MUNDIAL I

Curso: Mestre Mizoguchi: mulher e poesia no cinema japonês.

João Luiz Vieira (urbanosantos5@gmail.com), terças 14h às 18h.

Ementa:

Na oportunidade da realização da maior mostra dedicada ao cineasta Kenji Mizoguchi (1898-1956) trazida pela Fundação Japão em colaboração com o Instituto Moreira Salles, o Departamento de Cinema e Vídeo da UFF junta-se a esta importante iniciativa e promove um curso dedicado ao mestre japonês, enfatizando dois aspectos fundamentais de sua vasta obra: a ênfase em um cinema que busca uma relação poética no uso da linguagem cinematográfica (movimentos de câmera e planos-sequencia) e a centralização em um de seus temas fundamentais: a mulher na sociedade japonesa.

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GCV00211 ESTUDOS DE HISTORIA CINEMA MUNDIAL II Curso: Cinema-going, exibição e recepção: estudos multi-metodológicos

GCV00211

ESTUDOS DE HISTORIA CINEMA MUNDIAL II

Curso: Cinema-going, exibição e recepção: estudos multi-metodológicos

Ryan/João Luiz urbanosantos5@gmail.com, sextas 14h às 18h.

Ementa:

No presente, constata-se inclusive, entre os pesquisadores brasileiros um crescimento do interesse pelas investigações que versam sobre a prática de ir ao cinema [Cinemagoing Studies]. Este domínio, que, nas palavras de Biltereyst, Maltby e Meers (2011), se configura como uma recente abordagem para se compreender a história do cinema, exige um debate contínuo sobre conceitos, teorias e, principalmente, métodos de análise, na medida em que os estudiosos cujos trabalhos se encontram enquadrados nesse universo lidam com contextos socioeconômicos tão distintos entre si. Nesse sentido, a disciplina, ao pensar a prática de ir ao cinema como uma manifestação cultural importante, percorrerá, dentre outros, os seguintes pontos:

1- o crescimento e a modernização das cidades;

2- as modificações na geografia dos espaços de exibição cinematográfica;

3- as histórias das tecnologias de projeção da imagem e som;

4- as produções de sociabilidade, memórias e afetos das audiências;

5- o consumo audiovisual e a cultura dos fãs;

6- as políticas de gestão e preservação das salas de cinema.

Instituto de Artes e Comunicação Social IACS Rua Lara Vilela, 126 - São Domingos Niterói CEP 24.210-590 Tels.: (21) 2629 9763

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GCV00219 LABOR.DE CRIACAO E REALIZ.AUDIOVISUAL II Curso: A rede, o riso e o risco Tunico

GCV00219

LABOR.DE CRIACAO E REALIZ.AUDIOVISUAL II

Curso: A rede, o riso e o risco

Tunico Amâncio (tunicoamancio@gmail.com), segundas 14h às 18h.

Ementa:

O riso, o cômico e o humor como fenômenos do brasil contemporâneo. Estudo das diversas manifestações no audiovisual, com ênfase na internet: sátira, humor, ironia

Conteúdo programático:

Stand-up comedies, longas-metragens, curtas metragens, séries e web-séries: elaboração de roteiros em processos essencialmente colaborativos. Estudos de caso, discussão da bibliografia, criação de esquetes e encenações. Paradigmas e modelos da roteirização, drama e comédia. Revisão de pressupostos dramatúrgicos construção de personagens e do arco narrativo. Estratégias de divulgação em multiplataformas. Exercícios práticos:

criação e roteirização, individual e em grupo de roteiros em diversos formatos. Eventual produção dos projetos viáveis - avaliação a partir de participação nos debates dos grupos, e no engajamento nos trabalhos finais requeridos.

Atenção: o curso exige pré-requisito, sendo, portanto, só permitido para alunos que tenham cursado argumento e roteiro.

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GCV00165 MÚSICA, CINEMA E AUDIOVISUAL II Curso: Musicais: utopias (queer) no audiovisual Jocimar Dias Jr.

GCV00165

MÚSICA, CINEMA E AUDIOVISUAL II

Curso: Musicais: utopias (queer) no audiovisual

Jocimar Dias Jr. Doutorando, PPGCINE-UFF, Orientador: João Luiz Vieira, Luiz Fernando Ulian Mestrando, PPGCOM-UFRJ, Orientador: Denilson Lopes (jocimardiasjr@gmail.com/luizwlian@gmail.com), segundas 14h às 18h.

Ementa:

Que aproximações são possíveis entre os estudos do gênero musical e a teoria queer? Não é de hoje que a apreciação do gênero musical e sua iconografia são utilizados para descrever pessoas queer ou seja, lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e outras sexualidades e performatividades de gênero que se distanciam da heteronormatividade. Na cultura americana anterior a Stonewall (e mesmo na posterior), era comum o uso eufemismos como “amigos de Dorothy” (“friends of Dorothy”, numa clara alusão a “O Mágico de Oz”), ou mesmo o adjetivo “musical” para descrever um indivíduo homossexual. Também pululam nos números musicais momentos de transgressão das barreiras de gênero pelos personagens que cantam e dançam livremente, e espontaneamente celebram desejos desviantes da norma vigente. Seriam estes momentos musicais utopicamente queer?

A influente análise de Richard Dyer vê o musical americano como uma constante

oposição entre as partes não-musicais (representativas, que se assemelham à “realidade”) e as partes musicais (não-representativas, utópicas): uma “sensação de utopia” é apresentada através dos números musicais, que resolvem os conflitos da narrativa através de respostas utópicas aos mesmos. Recentemente, autores como Brett Farmer expandem essa ideia em termos queer, pensando a trajetória linear da trama principal dos musicais hollywoodianos como representativa da reiteração estrutural do desenvolvimento heterocêntrico e edipiano, enquanto os números musicais poderiam ser lidos como quebras momentâneas e subversivas das formas libidinais dominantes, desvios não-lineares espetaculares que apresentam formações de desejos não-edipianos ou até anti-edipianos. Através da análise de filmes de Vincente Minnelli, Bob Fosse,

John Cameron Mitchell, Watson Macedo, entre outros, passando também pelos desenhos animados da Disney e séries como Glee, buscaremos mapear durante o curso

os diferentes aspectos de uma possível “utopia queer” que é colocada em cena através dos números musicais.

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GCV00260 TEORIA E PRÁTICA DAS NARRATIVAS Prof. Mauricio – email: mauriciod@yahoo.com, quartas 18h às 22h.

GCV00260

TEORIA E PRÁTICA DAS NARRATIVAS

Prof. Mauricio email: mauriciod@yahoo.com, quartas 18h às 22h.

Conteúdo programático:

Março

Dia 24: apresentação

Dia 31: a narração no cinema e o foco narrativo. Machado, Arlindo. O sujeito na tela:

modos de enunciação no cinema e no ciberespaço. São Paulo: Paulus, 2007, p. 1 - 42.

Abril

Dia 7: normas e princípios narrativos. Texto: Bordwell, David. O cinema clássico hollywoodiano: normas e princípios narrativos. In: Ramos, Fernão Pessoa (Org.). Teoria contemporânea do cinema documentário e narratividade ficcional. São Paulo: Editora Senac, 2005.

Dia 14: feriado

Dia 21: feriado

Dia 28: uma teoria da narrativa: a narrativa para Rick Altman e exercícios de criação (Carolina Amaral). Altman, Rick. A theory of narrative. New York: Columbia University Press, 2008.

Maio

Dia 5: pensando a narrativa no documentário. Moreira Salles, João. A dificuldade do documentário. In: Martins, José Souza; Eckert, Cornelia; Caiuby Novaes, Sylvia (Orgs.). O imaginário e o poético nas ciências sociais. Bauru: EDUSC, 2005, p.57-71.

Dia 12: narrativas sobre o outro. Klinger, Diana. Duas epígrafes e uma breve reflexão sobre o valor biográfico. Outra travessia (UFSC), v. 14, p. 23, 2013. Escritas de si, escritas do outro. O retorno do autor e a virada etnográfica. 2. Ed., 2012.

Dia 19: narração como ensaio. Machado, Arlindo. Filme-ensaio. Trabalho apresentado no núcleo de comunicação audiovisual, XXVI Congresso Anual em Ciência da Comunicação, Belo Horizonte/MG, 02 a 06 de setembro de 2003.

Dia 26: apresentação de trabalhos

Junho

Dia 2: narrativa e construção da mise-en-scène. Oliveira Junior, Luiz Carlos. A mise-en- scène no cinema: do clássico ao cinema de fluxo. São Paulo: Papirus, 2011. P.135-154.

Dia 9: plano sequência e plano de longa duração. Orsini, Gian. A temporalidade no plano-sequência: aspectos temporais e narrativos nos filmes Ainda Orangotangos e Arca Russa. 8º CONECO + XII POSCOM, 2015, Rio de Janeiro.

e Arca Russa. 8º CONECO + XII POSCOM, 2015, Rio de Janeiro. Instituto de Artes e
e Arca Russa. 8º CONECO + XII POSCOM, 2015, Rio de Janeiro. Instituto de Artes e

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Dia 16: feriado Dia 23: apresentação de trabalho Dia 30: encerramento Julho Dia 7: V.S.

Dia 16: feriado Dia 23: apresentação de trabalho Dia 30: encerramento

Julho Dia 7: V.S.

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GCV00242 - TOP. ESPECIAIS EM CINEMA E VIDEO II Curso: Cinema e audiovisual experimental Prof.

GCV00242 - TOP. ESPECIAIS EM CINEMA E VIDEO II

Curso: Cinema e audiovisual experimental

Prof. Elianne Salvatierra email: elianys@gmail.com, terça 18h às 22h.

Estudo do cinema e do audiovisual experimental através da exibição dos filmes e das análises dos textos sobre as teorias que tentam compreender os novos modos de produção e realização.

Ementa: o cinema e o audiovisual como objeto de estudo. Resgatar e conhecer os principais trabalhos denominados como “experimentais” no cinema e no audiovisual. Recursos de captura de imagem em movimento e som que promoveram possibilidades de experimentação e formas de apropriações diversas.

Objetivos: formação crítica e criativa; estímulo para pensar as novas possibilidades do audiovisual e as possíveis pesquisas; referências da produção audiovisual experimental; estímulo para a produção expressiva e criativa; a experiência estética nos processos de produção do audiovisual nos espaços educativos.

Metodologia ver: apresentação dos principais trabalhos de cinema e audiovisual experimental através da exibição dos filmes. Refletir: análises realizadas a partir da leitura dos textos indicados. Fazer: realização de pequenos exercícios com o audiovisual. O objetivo dos exercícios é experimentar as possibilidades do audiovisual.

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