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PLANO DE TRABALHO

1. DADOS CADASTRAIS

Órgão/Entidade Proponente: CGC:


Secretaria de Desenvolvimento Social e 04.836.678/0001-60
Combate à Pobreza – SEDES

Endereço:
Avenida 3, nº 390, Plataforma IV, 1º andar Centro Administrativo da Bahia – CAB

Município: Salvador UF:Bahia CEP:41745-016 DDD/ Telefone E.A.


(71)3115-6683/6292 Estadual

Conta Corrente Banco do Brasil Agência: 3832-6 Praça de Pagamento


991979-1 Salvador

Nome do Responsável CPF: 023.333.148-42


Valmir Carlos da Assunção

CI/Órgão Expedidor: Cargo: Função: Matrícula


13.204.791-89 - Secretário de Desenvolvimento Secretário 25.446.159-3
SSP/BA Social e Combate à Pobreza

Endereço residencial: CEP: DDD: (71)


Alameda Marine, nº 73, aptº 1404 – Condomínio 41.750-170 3272-4938
Lagoa dos Frades – Bloco A. STIEP. Salvador, Bahia.

2. DESCRIÇÃO DO PROJETO

Processo nº:
Título: Acesso à água para produção de alimentos para o
auto-consumo –“Segunda Água”, por meio de Cisternas de
Produção

Duração: Início: Término:

24 meses ALR ( Após Liberação de Recursos) 24 meses ALR

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3. IDENTIFICAÇÃO DO OBJETO

Este projeto irá beneficiar 1200 famílias de baixa renda com dificuldade de
acesso à água para produção de auto-consumo de alimentos com a construção de
1200 cisternas de produção com capacidade de armazenamento de 50 mil litros e
captação de água da enxurrada, bem como proporcionar capacitação, formação e
assistência técnica para a convivência com o Semi-Árido e Segurança Alimentar e
Nutricional. As famílias selecionadas devem ser co-responsáveis pela
implementação do projeto.

As cisternas serão construídas nas cidades de Caetité, Guanambi, Palmas de


Monte Alto, Pndaí, Boquira, Caturama, Macaúbas, Tanque Novo, Igaporã, Riacho
de Santana, Anagé, Bom Jesus da Serra, Cândido Sales, Encruzilhada, Planalto,
Poções, Vitória da Conquista, Caetanos, Mirante, Uibaí, Presidente Dutra, Central,
João Dourado, Itaguaçu da Bahia, Barra do Mendes, Ibipeba, Iraquara, Souto
Soares, Brotas de Macaúbas, Cafarnaum e Lapão.

Acesso descentralizado à água para produção de alimentos de origem vegetal e


animal às famílias que já têm acesso à primeira água, para garantir a Segurança
Alimentar e Nutricional às famílias que vivem no Semi-Árido Baiano.

Possibilitar a troca de conhecimentos entre agricultores e agricultoras através


de intercâmbios. Melhorar a qualidade de vida das famílias agricultoras da região
semi-árida, especialmente crianças, mulheres e idosos. Gerando renda monetária e
não monetária, de origem agrícola e não agrícola as famílias agricultoras envolvidas
diretamente no Programa.

O Projeto deve ainda contribuir com a integração União, Estados, Municípios e


Sociedade Civil na implementação de ações que tenham como foco a convivência
com o semi-árido.

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4. JUSTIFICATIVA DA PROPOSIÇÃO

A valorização da cisterna como equipamento eficiente de combate aos efeitos


da seca envolve uma profunda mudança de cultura: reconhecimento da vantagem
de investir não apenas em grandes obras ou ações emergenciais, mas em uma
solução simples, barata e emancipadora; a necessidade e a possibilidade de
conviver com as características naturais do semi-árido explorando todas as suas
potencialidades para assegurar condições dignas de vida para uma população
acostumada a sofrer com absoluta resignação, como se não houvesse outro destino
possível e, por fim, a superação do conceito que associa a região à pobreza.

Os trabalhos de diversas organizações da sociedade civil e do estado vêm


demonstrando, na prática, que é possível mudar esse quadro. Já existem centenas
de experiências bem-sucedidas de captação e armazenamento de água de chuva,
por meio de cisternas rurais, integradas a um processo educativo para um bom
gerenciamento no uso da água.

Segundo estudos da Embrapa Semi-Árido (CPATSA/Embrapa), 60 dias após o


encerramento do período das chuvas, 550 mil dos 2,6 milhões de estabelecimentos
rurais da região passam a viver sem qualquer tipo de água para o consumo humano
ou animal, nos seus próprios agro ecossistemas familiares. Se for considerado um
período de 120 dias após o término das chuvas, pode-se projetar que mais de 1
milhão de estabelecimentos ficam sem qualquer fonte de água no período de seca.

A experiência tem demonstrado que é possível diminuir os efeitos da baixa


disponibilidade de recursos hídricos no período de seca com captação e
armazenamento de água da chuva. Diversas iniciativas de implantação de
mecanismos de captação e de construção de reservatórios foram implementadas e
amplamente difundidas.

Entre as iniciativas conhecidas destaca-se a eficácia das cisternas de placas


de cimento para a produção agrícola de autoconsumo. A cisterna de produção é uma
tecnologia simples para captação e armazenamento de água da chuva da enxurrada
e tem-se constituído numa alternativa apropriada para oferecer água para a

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produção em horta econômica, garantindo incremento na dieta alimentar dos
sertanejos, bem como água para a dessedentação de pequenos animais.

De tecnologia simples, a cisterna é construída na pequena propriedade rural


familiar de modo a aproveitar o escoamento da água da chuva sobre o solo –
enxurrada para propiciar a captação e o armazenamento. Dessa forma o consumo
da água da cisterna servirá para uso na produção de horta e para o consumo de
pequenos animais.

A tecnologia proposta e a metodologia de trabalho estão alinhadas com as


diretrizes do MDS expressas na ação orçamentária acesso à água para a produção
de alimentos para o auto consumo, bem como no edital de seleção pública de
projetos nº 15.

As cisternas de placas de cimento para captação e armazenamento de água


da chuva representam uma solução de acesso a recursos hídricos que provoca
grandes e importantes impactos nas condições de vida da população da região do
semi-árido brasileiro. Elas são destinadas à população rural de baixa renda que
sofre com os efeitos das secas prolongadas, que chegam a durar oito meses do ano.

As iniciativas da sociedade civil atuante no Semi-Árido Árido, bem como a


experiência de alguns governos estaduais e prefeituras, permitiram a difusão da
tecnologia de cisternas de placas como uma solução simples, barata e que traz
grandes benefícios à população. Além disso, o papel fundamental do Governo
Federal, ao transformar a tecnologia da cisterna em política pública para o nordeste.

O Governo do Estado da Bahia, no intuito de minimizar os danos sociais


causados pela falta de recursos hídricos na região do semi-árido, que afetam
severamente o modo de vida e as condições de sobrevivência da população, tem
apoiado e financiado diversas iniciativas inseridas no contexto mais amplo de
implementação de políticas de convivência com o semi-árido. Representando parte
desse esforço do Governo do Estado, a Secretaria de Desenvolvimento Social e
Combate a Pobreza - SEDES, no âmbito da Superintendência de Segurança
Alimentar e Nutricional, vem apoiando e financiando, desde de 2007, iniciativas da
sociedade civil, visando à construção de cisternas de placas para o consumo
humano e a produção, e a formação das famílias da zona rural da Bahia para
convivência com o semi-árido.

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Na concepção que norteia a atuação da SEDES, o desafio de construir
cisternas para aplacar os efeitos da pluviosidade irregular na região do semi-árido e
melhorar as condições de vida da população, envolve a necessidade de que seja
criada, e continuamente fortalecida, uma rede de atores governamentais e não-
governamentais, para fomentar uma dinâmica de aceleração continuada do
processo de desenvolvimento sustentável no semi-árido.

O resultado expresso nas eleições estaduais de 2006 levou um novo projeto


político à direção do Governo do Estado da Bahia, comprometido com o
desenvolvimento e a inclusão social, com a geração de trabalho e renda, pelo
desenvolvimento econômico e ambiental sustentáveis. A região semi-árida, a
educação e a saúde são as três grandes prioridades do Governo, reafirmadas no
amplo processo de participação popular através do Plano Plurianual Participativo
2008-2011.

Dentre muitas iniciativas do Governo da Bahia voltadas e articuladas com o


semi-árido, uma se torna essencial no contexto deste projeto: o Programa Água Para
Todos – APT, uma ação intersetorial de cinco secretarias de estado e órgãos
descentralizados que pretende investir em 4 anos R$ 2,1 bilhões para atingir o
objetivo estratégico de proporcionar “o atendimento aos direitos humanos
fundamentais de acesso à água em qualidade e quantidade, prioritariamente para
consumo humano, numa perspectiva de segurança alimentar, nutricional e de
melhoria da qualidade de vida em ambiente salubre nas cidades e no campo”.
Concebido no “contexto da sustentabilidade ambiental, o Programa Água para Todos
compreende a articulação e a integração dos processos de formulação,
planejamento, execução, monitoramento e controle social de ações relacionadas à
conservação de mananciais, infra-estrutura de oferta hídrica, serviços de
saneamento, projetos socioeconômicos e de geração de renda.”

O Governo da Bahia, dentro das metas do APT, compreende ser o MDS seu
parceiro prioritário para a construção de 100 mil cisternas de placas para consumo
humano, de 25 mil cisternas calçadão e mil barragens subterrâneas para produção
de alimentos entre 2008-2011. Essa parceria deve-se aos conhecidos resultados
obtidos ao inovar na execução das políticas publicas no Brasil, em parceria com a
sociedade civil organizada, contextualizando as ações e alcançando resultados de

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inclusão, transformação e sustentabilidade social jamais observados em nosso país.

O Programa Água Para todos completou, em agosto de 2008, um ano de


existência. Nesse momento há muito que comemorar e, além disso, comprova o
compromisso e empenho do Governo da Bahia em solucionar os problemas de
acesso a água enfrentados pela população, em especial a do semi-árido. Os
resultados alcançados nesse período são bastante significativos. Em um ano foram
1,11 milhões de beneficiários, em 1612 localidades de todo o estado em destaque
temos 16 mil cisternas de consumo construídas e 1 mil cisternas de produção em
execução pela SEDES em parceria com a ASA – Articulação no Semi-Árido.

Diante da proposta de universalizar o acesso a água para a população baiana


é que buscamos consolidar a parceria entre o Governo do Estado da Bahia e o
Governo Federal através deste MDS.

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5. METAS

Nº. Meta/Atividade Quantificação Início Término

Seleção e cadastramento das


famílias a serem beneficiadas com 1.200 famílias selecionadas e
1 Mês 1 Mês 6
cisternas de produção cadastradas

2 Capacitação de Pedreiros 100 pedreiros capacitados Mês 4 Mês 8

Capacitação das Famílias 1.200 beneficiários capacitados


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beneficiárias das cisternas de Mês 6 Mês 12
produção

Construção das Cisternas de 1200 cisternas construídas e


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Produção e implantação das hortas Mês 6 Mês 20
1200 hortas implantadas

5 Assistência Técnica. Assistência Técnica Mês 1 Mês 24

6. INDICADORES DE DESEMPENHO

100% de cisternas construídas em relação ao total previsto no convênio;


100% de pedreiros capacitados em relação ao total previsto no convênio;
100% de beneficiários capacitados em relação ao total previsto no convênio;
Divulgação institucional promovida no Estado da Bahia.
Cumprimento do prazo estabelecido.

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7. METODOLOGIA DE TRABALHO

O projeto prevê a integração do Governo Federal, estadual e sociedade civil


organizada por meio da uma parceria entre o Ministério do Desenvolvimento Social
e Combate a Fome e a Secretaria de Desenvolvimento social e Combate a Pobreza
do Estado da Bahia. A coordenação, supervisão técnica e fiscalização do projeto
ficarão a cargo da SEDES.

A execução do projeto se realizará em 24 meses, através de


subconveniamento com entidades civil de reconhecida experiência e capacidade
técnica comprovada em projetos de construção de cisternas e convivência
sustentável com o semi-árido. Os subconvênios serão firmados após aprovação
pela Procuradoria Geral do Estado da Bahia, respeitando-se a legislação
competente.

Com a descentralização de recurso o Estado da Bahia buscará fomentar as


economias locais e dar maior transparência e controle social à utilização de
recursos públicos. Trata-se não apenas de construção de cisternas, mas, de um
amplo processo de mobilização e formação social, no qual o modelo de execução
com a sociedade civil é o que possibilita maior envolvimento social garantindo a
reaplicabilidade e difusão da tecnologia. Além disso, busca-se dessa forma uma
maior capilaridade no atendimento ao estado com entidades executoras atuando em
cada região.

As entidades serão divididas por região do Estado atingindo assim os


municípios selecionados de acordo com as priorizações estabelecidas por estudos
do MDS. Essas entidades passarão a ser as executoras e contarão com equipe
técnica exclusiva para a execução do programa.

Os convênios serão monitorados e fiscalizados pela equipe de supervisão


técnica, que contará com profissionais de nível superior lotados na Coordenação de
Segurança Alimentar e Nutricional da SEDES. Esse trabalho será feito através de
relatórios, documentos contábeis e visitas a campo. A supervisão técnica contará

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com transporte e ajuda de custo para viagens.

O material didático previsto neste projeto será coordenado pela Assessoria


de Comunicação – ASCOM da SEDES e executado por meio de licitação publica
para a contratação de empresas gráficas. Muito mais do que a simples construção
das cisternas, o programa original - já executado em parte com o MDS - pretende
estabelecer uma nova cultura, em substituição a um comportamento secularmente
construído, de má convivência com o semi-árido. A cisterna, pelo impacto real e
imediato em cada família, é o elemento catalisador de um processo de mobilização
– absolutamente essencial em todas as etapas, desde a escolha das comunidades
e famílias beneficiadas, à boa utilização da água armazenada.

A qualidade da construção e a boa utilização da água armazenada dependem


fundamentalmente de um bom trabalho de capacitação dirigida aos públicos
específicos: pedreiros que realizarão os serviços e que serão contratados nas
próprias comunidades beneficiárias e as famílias que receberão as cisternas.

A Seleção das Famílias a serem beneficiadas passa por 3 etapas.


Primeiro a definição dos municípios e a quantidade de cisternas alocadas para
cada um, tendo como base para essa definição os critérios de priorização
estabelecidos pelo MDS que considera o índice de aridez, o índice de
desenvolvimento humano municipal e a quantidade de cisternas já construídas
em cada município (cobertura). A definição dos municípios será pactuada entre o
MDS e o Governo do Estado tendo em vista também as estratégias e a estrutura
disponibilizada para a execução do convênio.

Em segundo lugar deverá ser criada uma comissão municipal ou designado


um conselho municipal já existente (Conselho Municipal de Segurança Alimentar e
Nutricional, Conselho Municipal de Desenvolvimento rural Sustentável) que será
responsável pela definição das comunidades a serem atendidas, tendo como critério
a dificuldade do acesso à água e o nível de renda e condições sócio-econômicas
das comunidades. A comissão municipal deverá realizar um levantamento da
quantidade de famílias que necessitam de cisternas de produção nas comunidades
selecionadas e realizar um cadastramento prévio.

A terceira etapa será a seleção das famílias propriamente dita. Com base
no cadastramento prévio e tendo em vista a quantidade de cisternas alocadas

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para o município, a comissão municipal deverá selecionar as famílias levando-se
consideração os seguintes critérios de priorização, nessa ordem: Famílias
chefiadas por mulheres, com maior número de crianças de 0 a 6 anos, com
maior número de crianças em idade escolar; com maior número de pessoas
portadoras de necessidades especiais; com maior número de idosos.

A Comissão Municipal deverá optar por atender a totalidade de uma


comunidade tendo em vista a eliminação da necessidade de carro pipa ou
quando for indesejável e custoso deixar para outra etapa do programa apenas
um pequeno número de famílias na comunidade sem atendimento de cisternas.

As comissões municipais deverão ser formadas por entidades da


sociedade civil como Sindicatos, Igrejas, Movimentos, Pastorais, Clubes de
Serviço, Entidades de Classe e outros.

As famílias selecionadas deverão ser cadastradas (conforme formulário


padrão) no Sistema de Gerenciamento disponibilizado pelo MDS para o projeto
Cisternas (SIG Cisternas).

A capacitação de beneficiários é parte essencial para o sucesso do projeto. A


experiência vem demonstrando que somente o envolvimento das famílias, com a
devida conscientização e orientação, garante a adequada utilização da cisterna e a
maximização dos benefícios dela decorrentes. O processo de mobilização e
conscientização para a convivência com o semi-árido e para a manutenção e
utilização adequada da cisterna deve, obrigatoriamente, estar inserido na realidade
econômica e cultural das famílias.

Cada capacitação de beneficiários envolverá um grupo de até 30 pessoas,


num processo que deve durar no mínimo 12 horas, dividida em dois dias de
capacitação. O conteúdo da capacitação contemplará, pelo menos, os seguintes
elementos: Educação alimentar e Nutricional, manejo e cultivo da horta, como
efetuar a manutenção das cisternas construídas, gerenciamento e tratamento da
água reservada, meio ambiente, o clima semi-árido e suas conseqüências,
cidadania, protagonismo e participação social.

A metodologia do processo de capacitação contemplará espaços de


formação e informação, num primeiro momento ressaltando como e para que
finalidades a água da cisterna deve ser utilizada. Num segundo momento, o

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processo de capacitação deve tratar também das questões de meio ambiente,
cidadania e geração de renda, construção e manutenção de hortas.

O processo de capacitação levará também em consideração, a


organização prévia das comunidades com estruturação de grupos de trabalho para
acompanhamento e controle das construções das unidades familiares.

A capacitação de pedreiros envolve a organização de equipes de dez


pedreiros para participar do processo orientado de aprendizagem de técnicas e
suas aplicações na construção da cisterna de produção. É destinada a pedreiros
que já atuem na construção civil, e que possuam conhecimento específico de
construção de cisternas.

A capacitação ocorre paralelamente à construção demonstrativa de uma ou


mais cisternas, tendo suas etapas coordenadas por um pedreiro instrutor já
experiente, que explica e demonstra as técnicas e os procedimentos de construção
aos demais pedreiros.

A Assistência técnica, por sua vez, será voltada, em um primeiro momento,


para acompanhar a construção das cisternas de produção garantindo a adoção de
padrões de qualidade e o necessário envolvimento da comunidade no projeto. Em
um segundo momento, estará voltada a auxiliar na implementação do caráter
produtivo da implementação, ou seja, na implementação das hortas e canteiros
econômicos.

As viagens técnicas de intercambio entre agricultores busca fortalecer


praticas de troca de experiências, capacitar os agricultores com vivencias em dias
de campo demonstrativos, ampliar a difusão da tecnologia adotada no projeto.

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8. ORÇAMENTO

ORÇAMENTO GERAL
Orgão Financiador
Valor Unitário Valor Total
Especificação MDS (R$) SEDES (R$)
(R$) (R$)
INVESTIMENTO
1. Construção de uma cisterna
para produção - 50m³ 7.112,20 8.534. 640,00 8.004.060,00 530.580,00
Sub. Total investimento 8.534. 640,00 8.004.060,00 530.580,00
CUSTEIO
2. Seleção das Famílias
Beneficiárias das Cisternas de
Produção 16,03 19.240,00 0,00 19.240,00
3. Capacitação de Pedreiros em
construção de Cisternas para
produção 6.340,00 63.400,00 0,00 63.400,00
4. Capacitação das Famílias
beneficiárias das cisternas de
produção 1.848,00 73.920,00 0,00 73.920,00
5. Visitas de Acompanhamento
da Construção e de Assistência
Técnica 25,50 153.000,00 0,00 153.000,00
6. Viagem Técnica de
Intercambio entre os agricultores 13.800,00 41.400,00 0,00 41.400,00
7. Produtos Impressos para o
público alvo 6,50 7.800,00 0,00 7.800,00
Sub. Total Custeio 358.760,00 0,00 358.760,00
8. Total orçado para este projeto (R$) 8.893.400,00 8.004.060,00 889.340,00
* ORÇAMENTO DETALHADO EM ANEXO

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9. PLANO DE APLICAÇÃO DOS RECURSOS

Concedente Convenente
Código Tipo de Despesa
MDS SEDES
INVESTIMENTO
1. Construção de uma cisterna
443051
para produção - 50m³ 8.004.060,00 530.580,00
Subtotal investimento 8.534. 640,00
CUSTEIO
2. Seleção das Famílias
333039 Beneficiárias das Cisternas de
Produção 19.240,00
3. Capacitação de Pedreiros em
333039 construção de Cisternas para
produção 63.400,00
4. Capacitação das Famílias
333039 beneficiárias das cisternas de
produção 73.920,00
5. Visitas de Acompanhamento
333014 da Construção e de Assistência
Técnica 153.000,00
6. Encontro de Planejamento ,
333039 Monitoramento e Avaliação -
Encontro Estadual 41.400,00
7. Produtos Impressos para o
333032
público alvo 7.800,00
Subtotal custeio 358.760,00
TOTAL 8.004.060,00 889.340,00
TOTAL GERAL 8.893.400,00

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10. CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO

Exercício de 2008/2009 (R$)


Financiador
Mês 1 Mês 2 Mês 3 Mês 4 Mês 5 Mês 6

MDS 3.075.000,00 4.929.060,00

SEDES 889.340,00
TOTAL 3964340,00 4.929.060,00
Financiador Mês 7 Mês 8 Mês 9 Mês 10 Mês 11 Mês 12

MDS (11V1)
SEDES
TOTAL

Exercício de 2008/2009 (R$)


Financiador
Mês 13 Mês 14 Mês 15 Mês 16 Mês 17 Mês 18

MDS

SEDES
TOTAL
Financiador Mês 19 Mês 20 Mês 21 Mês 22 Mês 23 Mês 24

MDS (11V1)
SEDES
TOTAL

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11. DECLARAÇÃO

Na qualidade de Representante legal do proponente, declaro, para fins de prova


junto ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome – MDS, e para efeitos e
sob penas da Lei, que inexiste qualquer débito em mora ou situação de inadimplência com o
Tesouro Nacional ou qualquer órgão ou entidade da Administração Pública Federal, que
impeça a transferência de recursos oriundos de dotações consignadas nos orçamentos da
União, na forma deste Plano de Trabalho e sob penas do Art. 299 do Código Penal.

Peço deferimento ao que ora é solicitado, para fins de desenvolver o presente


Plano de Trabalho, conforme as cláusulas que irão reger o Convênio.

_____________________________________________
VALMIR CARLOS DA ASSUNÇÃO

Secretário de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza


Salvador, 19 de novembro de 2008. Estado da Bahia

CONVENENTE

12 - APROVAÇÃO PELA CONCEDENTE.

LOCAL E DATA:

ONAUR RUANO
Brasília, ___ de _________ de 2008. CONCEDENTE

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