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PLANO DE CURSO

HABILITAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE


NÍVEL MÉDIO EM RÁDIO E TELEVISÃO

Eixo Tecnológico: Produção Cultural e Design

Autorizado pela Resolução nº 08/2019 de 26/03/2019


emitida pelo Conselho Regional do Senac São Paulo

Documento vigente a partir de: 04/04/2019


SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

INFORMAÇÕES DO CURSO NO SENAC SÃO PAULO

Área de Negócio: Comunicação e Artes


Subárea: Cinema, vídeo, rádio e TV
Formato de Oferta: presencial
Número do Plano de Curso: 258
Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio
Curso: TÉCNICO EM RÁDIO E TELEVISÃO
Carga Horária: 1284 horas
Ficha Técnica: 21394
Qualificação Profissional Técnica de Radialista - Setor Locução
Carga Horária: 300 horas
Ficha Técnica: 21295
Qualificação Profissional Técnica de Radialista - Locução – Noticiarista
de Televisão
Carga Horária: 300 horas
Ficha Técnica: 21283
Qualificação Profissional Técnica de Radialista - Apresentação de
Programas de Televisão
Carga Horária: 300 horas
Ficha Técnica: 21284
Qualificação Profissional Técnica de Radialista - Operação de Mídia
Audiovisual
Carga Horária: 240 horas
Ficha Técnica: 21285
Qualificação Profissional Técnica de Radialista - Analista Musical
Carga Horária: 252 horas
Ficha Técnica: 21286
Qualificação Profissional Técnica de Radialista - Sonoplastia
Carga Horária: 300 horas
Ficha Técnica: 21287

PC – Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio em Rádio e Televisão

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1 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

Título do Curso: Técnico em Rádio e Televisão

Eixo Tecnológico: Produção Cultural e Design

Carga Horária: 1.284 horas

2 REQUISITOS E FORMAS DE ACESSO

Para matrícula na Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio, o(a) candidato(a)


deve estar cursando, no mínimo, o 2º ano do Ensino Médio.

Documentos:

 Documento de Identidade (RG) (cópia simples);

 CPF ou documento que possua a numeração do CPF (apresentação);

 Certificado ou Histórico Escolar de conclusão do Ensino Médio ou outros


documentos educacionais que comprovem a conclusão do Ensino Médio
(apresentação do original e cópia simples ou cópia autenticada); ou

 Declaração de escola, comprovando estar cursando a escolaridade mínima


exigida (original).

As inscrições e as matrículas serão efetuadas conforme cronograma estabelecido pela


Unidade, atendidos os requisitos de acesso e nos termos regimentais.

Para matrícula nas Qualificações Profissionais Técnicas, quando realizadas de forma


independente da habilitação, o(a) candidato(a) deve ter no mínimo o Ensino
Fundamental completo.

Documentos:

 Documento de Identidade (RG) (cópia simples);

 CPF ou documento que possua a numeração do CPF (apresentação);

 Certificado ou Histórico Escolar de conclusão do Ensino Fundamental ou outros


documentos educacionais que comprovem a conclusão do Ensino Fundamental
(apresentação do original e cópia simples ou cópia autenticada).

As inscrições e as matrículas serão efetuadas conforme cronograma estabelecido pela


Unidade, atendidos os requisitos de acesso e nos termos regimentais.

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3 JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

A Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio em Rádio e Televisão – Eixo


Tecnológico Produção Cultural e Design, de acordo com o Catálogo Nacional de
Cursos Técnicos de Nível Médio instituído pela Resolução CNE/CEB nº 03/2008
fundamentada no Parecer CNE/CEB nº 11/2008, alterada pelas Resoluções CNE/CEB
nº 04/2012 de 06/06/2012 e CNE/CEB nº 01/2014 de 05/12/2014, atende ao
disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) – Lei Federal nº
9.394/1996, no Decreto Federal nº 5.154/2004, alterado pelo Decreto nº
8.268/2014; nas Resoluções CNE/CEB nº 04/2010 e 06/2012, nos Pareceres
CNE/CEB nº 07/2010 e 11/2012, no Regimento das Unidades Escolares Senac São
Paulo e nas demais normas do sistema de ensino.

Na perspectiva de atualizar o perfil profissional de conclusão, para que os egressos


possam acompanhar as transformações do setor produtivo e da sociedade, o Plano
de Curso da Habilitação Técnica de Nível Médio em Rádio e Televisão, aprovado pela
Resolução CRS nº 06/2012 de 31/01/2012, passa, nesta oportunidade, por revisão,
ajustando-se às diretivas do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio e
mantendo-se alinhado às exigências específicas da ocupação, incorporando as
inovações decorrentes dos avanços científicos e tecnológicos deste segmento, da
experiência acumulada pela instituição e de novas tecnologias educacionais.

Essa reformulação considerou, ainda, as diretrizes apontadas pelo Decreto nº 9.329,


de 04/04/2018, que alterou o Anexo do Decreto nº 84.134, de 30/10/1979, que
regulamenta a Lei nº 6.615, de 16/12/1978, visando adequar este curso às novas
funções em que se desdobram as atividades e os setores da profissão.

O panorama do mercado audiovisual brasileiro e mundial teve uma expressiva


mudança a partir do surgimento de novas ferramentas de interação, que
possibilitaram uma maior participação dos usuários na produção de conteúdo nas
mais diversas plataformas alterando o processo de emissão, recepção e
compartilhamento dos áudios e vídeos produzidos. Essa mudança de paradigma de
produção e tratamento de conteúdos audiovisuais também foi significativa para
alterar as relações profissionais nas principais emissoras e produtoras, possibilitando
uma maior inserção de profissionais autônomos e independentes.

A convergência midiática abriu as portas da área para um novo campo de produção,


mas também de reflexão e investigação. A iniciativa de oferecer o curso Técnico em

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Rádio e Televisão do Senac São Paulo justifica-se, sobretudo, diante dessas


mudanças do mercado e pelo crescente interesse dos alunos pelas diversas formas
de criação e produção audiovisual, o que requer não apenas o aprendizado, mas um
olhar crítico sobre essas novas produções.

Segundo dados da Ancine, até o ano de 2020, o Brasil tem potencial para ser o quinto
mercado do mundo em produção e consumo de conteúdos audiovisuais para cinema,
televisão e novas mídias1. Esse crescimento do mercado audiovisual brasileiro propõe
uma reorganização e, por consequência, novas possibilidades de qualificação dos
profissionais que serão formados pelo curso Técnico em Rádio e Televisão do Senac.
O curso tem o propósito de atender à demanda imediata de qualificação dos
profissionais no atual panorama do mercado, mas levando em consideração as
mudanças que as emissoras de rádio e televisão sofrerão nos próximos anos,
oferecendo formação para profissionais que questionam, inovam os processos e
produzem conteúdos audiovisuais em diferentes plataformas, em diferentes fases e
para as diversas mídias.

A produção de programas de televisão no Brasil sofreu um grande impacto positivo


após a aprovação da Lei nº 12.485/2011. Houve um considerável aquecimento do
mercado de conteúdo nacional, o que propicia condições bastante favoráveis e
intensifica o relacionamento das produtoras independentes com programadores e
canais de televisão, trazendo consequências muito benéficas à adequação de seus
produtos ao mercado, eficiência e gestão empresarial a seus negócios (SEBRAE,
2011)2.

Segundo a Pesquisa Brasileira de Mídia 20163, a televisão permanece como o


principal meio de comunicação e informação no Brasil. Nove de cada dez
entrevistados fizeram menção em primeiro ou segundo lugar à TV como o veículo
preferido para obter informações.

Nesse cenário, o curso Técnico em Rádio e Televisão do Senac procura desenvolver


nos alunos uma postura crítica com relação à linguagem e uso das plataformas de
rádio e televisão, possibilitando um olhar atento ao mercado e ao desenvolvimento
das tecnologias.

1
AGÊNCIA NACIONAL DO CINEMA. Plano de diretrizes e metas para o audiovisual: o Brasil de todos os olhares para todas as telas.
1a edição, julho/2013. Rio de Janeiro: Ancine, 2013.
2 SEBRAE. Estudo de inteligência de mercado audiovisual. Disponível em:
https://www.sebraemg.com.br/atendimento/bibliotecadigital/documento/diagnostico/estudo-de-inteligencia-de-mercado-
audiovisual. Acesso em: 11 dez. 2018.
3
PESQUISA BRASILEIRA DE MÍDIA 2016. Disponível em: http://pesquisademidia.gov.br/#/Geral/details-917. Acesso em: 10 jan.
2019.

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O Senac considera que, para atender esse mercado – que requer profissionais com
formação múltipla, sólida e abrangente –, é necessário não só que o egresso esteja
atento às inovações tecnológicas, mas que atue com criatividade e flexibilidade na
oferta das programações, ciente do papel cultural que esses meios exercem nas
diferentes camadas sociais, tanto como veículo de informação e entretenimento,
como de formação. O Técnico em Rádio e Televisão atua como profissional capaz de
responder adequadamente as demandas de mercado em meio as constantes
mudanças e novas possibilidades.

É nessa nova perspectiva tecnológica, que o curso Técnico em Rádio e Televisão do


Senac foi desenvolvido, para formar profissionais competentes tecnicamente e
responsáveis socialmente que dominam habilidades específicas para atuar no
mercado profissional de Rádio e Televisão de forma empreendedora.

Os perfis profissionais de conclusão das qualificações profissionais técnicas que


compõem o itinerário formativo desta habilitação profissional técnica de nível médio
atendem aos dispositivos legais e destacam competências específicas relacionadas
com as funções em que se desdobram as atividades da produção em Rádio e
Televisão.

Com o propósito de atender continuamente às demandas sociais e do setor produtivo,


o Senac se propõe à permanente revisão e atualização deste Plano de Curso mediante
as mudanças necessárias do perfil profissional de conclusão do Técnico em Rádio e
Televisão.

A instituição oferece esta habilitação profissional técnica de nível médio em sintonia


com sua Proposta Pedagógica, a fim de acompanhar as transformações tecnológicas,
legais e socioculturais, especialmente, aquelas voltadas à área de produção
audiovisual, respeitando valores estéticos, políticos e éticos, mantendo compromisso
com a qualidade, o trabalho, a ciência, a tecnologia e as práticas sociais relacionadas
com os princípios da cidadania responsável.

Objetivo geral:

 Formar profissionais com competências para atuar e intervir em seu campo de


trabalho, com foco em resultados.

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Objetivos específicos:

 Promover o desenvolvimento do aluno por meio de ações que articulem e


mobilizem conhecimentos, habilidades, valores e atitudes de forma
potencialmente criativa e que estimule o aprimoramento contínuo.

 Estimular, por meio de situações de aprendizagens, atitudes empreendedoras,


sustentáveis e colaborativas nos alunos.

 Articular as competências do perfil profissional com projetos integradores e


outras atividades laborais que estimulem a visão crítica e a tomada de decisão
para resolução de problemas.

 Promover uma avaliação processual e formativa com base em indicadores das


competências, que possibilitem a todos os envolvidos no processo educativo a
verificação da aprendizagem.

 Incentivar a pesquisa como princípio pedagógico e para consolidação do domínio


técnico-científico, utilizando recursos didáticos e bibliográficos.

4 PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO

O Técnico em Rádio e Televisão é o profissional que exerce funções e atividades


ligadas à supervisão técnica e operacional na criação, produção e veiculação de
diferentes gêneros e formatos de conteúdos audiovisuais, considerando softwares e
equipamentos de captação, iluminação, sonorização e edição. Pode atuar em
emissoras de rádio, de televisão, produtoras de áudio, vídeo e conteúdo, agências
de publicidade, agências de notícias e sistemas.

Para o desenvolvimento das suas atividades, atua em equipes multidisciplinares,


interagindo com equipes de produção de rádio, televisiva, jornalística, publicitária,
de entretenimento, cinematográfica e de produção de voz para sistemas.

O profissional habilitado pelo Senac tem como marcas formativas: domínio técnico-
científico, visão crítica, atitude empreendedora, sustentável, colaborativa, atuando
com foco em resultados. Essas marcas formativas reforçam o compromisso da
instituição com a formação integral do ser humano, considerando aspectos
relacionados ao mundo do trabalho e ao exercício da cidadania. Essa perspectiva
propicia o comprometimento do aluno com a qualidade do trabalho, o

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desenvolvimento de uma visão ampla e consciente sobre sua atuação profissional e


sobre sua capacidade de transformação da sociedade.

A ocupação está situada no Eixo Tecnológico Produção Cultural e Design cuja


natureza é “criar”, e pertence ao segmento Comunicação.

As seguintes competências compõem o Perfil Profissional de Conclusão do Técnico


em Rádio e Televisão:

 Desenvolver projetos de audiovisual.

 Realizar locução em diversas mídias.

 Operar equipamentos e sistemas de áudio.

 Produzir programas de rádio e TV.

 Apresentar e comentar notícias jornalísticas.

 Apresentar programas.

 Realizar e conduzir entrevista e debate.

 Realizar providências de produção.

 Operar equipamentos de vídeo.

 Operar equipamentos de áudio.

 Realizar programação musical.

 Tratar e executar registro sonoro.

 Criar desenho sonoro.

 Operar sistemas de sonorização e gravação.

O curso de Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio em Rádio e Televisão do


Senac possui as seguintes qualificações profissionais técnicas:

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Qualificação Profissional Técnica de Radialista – Setor Locução

O Radialista – Locutor apresenta, pelo rádio ou pela televisão, noticiosos,


programas e eventos, realiza entrevistas e faz comentários das pautas, com apoio e
operação de equipamentos de conteúdo audiovisual em diversas mídias, e presta
informações técnicas relativas à produção e aos temas abordados.

Pode atuar em emissoras de rádio, de televisão, produtoras de áudio, vídeo e


conteúdo, agências de publicidade, agências de notícias e sistemas. Para o
desenvolvimento das suas atividades interage com equipes de produção de rádio,
televisiva, jornalística, publicitária, de entretenimento, cinematográfica e de
produção de voz para sistemas.

O profissional formado pelo Senac tem como marcas formativas: domínio técnico-
científico, visão crítica, atitude empreendedora, sustentável, colaborativa, atuando
com foco em resultados. Estas marcas formativas reforçam o compromisso da
instituição com a formação integral do ser humano, considerando aspectos
relacionados ao mundo do trabalho e ao exercício da cidadania. Esta perspectiva
propicia o comprometimento do aluno com a qualidade do trabalho, o
desenvolvimento de uma visão ampla e consciente sobre sua atuação profissional e
sobre sua capacidade de transformação da sociedade.

A ocupação está situada no Eixo Tecnológico Produção Cultural e Design cuja


natureza é “criar”, e pertence ao segmento Comunicação.

No Brasil, a atividade profissional do Radialista está regulamentada pela Lei nº


6.615, de 16/12/1978, e pelo Decreto nº 9.329, de 04/04/2018, que alterou o anexo
do Decreto nº 84.134, de 30/10/1979. O Anexo citado aponta no quadro das funções
o Setor Locução - Função Comunicador, que corresponde a atividade
desenvolvida na Qualificação Profissional Técnica de Radialista – Setor
Locução.

As seguintes competências compõem o Perfil Profissional de Conclusão da


Qualificação Profissional Técnica de Radialista – Setor Locução:

 Desenvolver projetos de audiovisual.

 Realizar locução em diversas mídias.

 Operar equipamentos e sistemas de áudio.

 Produzir programas de rádio e TV.

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Qualificação Profissional Técnica de Radialista – Locução – Noticiarista de


Televisão
O Radialista - Noticiarista de Televisão apresenta, pelo rádio ou pela televisão,
noticiosos, programas e eventos, realiza entrevistas e faz comentários das pautas,
com apoio e operação de equipamentos de conteúdo audiovisual em diversas
mídias, e presta informações técnicas relativas à produção e aos temas abordados.

Pode atuar em emissoras de televisão, produtoras de vídeo e conteúdo, agências de


publicidade e de notícias. Para o desenvolvimento das suas atividades interage com
equipes de produção televisiva, jornalística, publicitária e de entretenimento.

O profissional formado pelo Senac tem como marcas formativas: domínio técnico-
científico, visão crítica, atitude empreendedora, sustentável, colaborativa, atuando
com foco em resultados. Estas marcas formativas reforçam o compromisso da
instituição com a formação integral do ser humano, considerando aspectos
relacionados ao mundo do trabalho e ao exercício da cidadania. Esta perspectiva
propicia o comprometimento do aluno com a qualidade do trabalho, o
desenvolvimento de uma visão ampla e consciente sobre sua atuação profissional e
sobre sua capacidade de transformação da sociedade.

A ocupação está situada no Eixo Tecnológico Produção Cultural e Design cuja


natureza é “criar”, e pertence ao segmento Comunicação.

No Brasil, a atividade profissional do Radialista está regulamentada pela Lei nº


6.615, de 16/12/1978, e pelo Decreto nº 9.329, de 04/04/2018, que alterou o anexo
do Decreto nº 84.134, de 30/10/1979. O Anexo citado aponta no quadro das funções
o Setor Locução – Função Comunicador, que corresponde a atividade
desenvolvida na Qualificação Profissional Técnica de Radialista – Locução –
Noticiarista de Televisão.

As seguintes competências compõem o Perfil Profissional de Conclusão da


Qualificação Profissional Técnica de Radialista – Locução – Noticiarista de
Televisão:

 Desenvolver projetos de audiovisual.

 Apresentar e comentar notícias jornalísticas.

 Realizar e conduzir entrevista e debate.

 Realizar providências de produção.

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Qualificação Profissional Técnica de Radialista – Apresentação de


Programas de Televisão

O Radialista – Apresentador de Programas de Televisão apresenta, pelo rádio


ou pela televisão, noticiosos, programas e eventos, realiza entrevistas e faz
comentários das pautas, com apoio e operação de equipamentos de conteúdo
audiovisual em diversas mídias, e presta informações técnicas relativas à produção
e aos temas abordados.

Pode atuar em emissoras de televisão, produtoras de vídeo e conteúdo, agências de


publicidade e de notícias. Para o desenvolvimento das suas atividades interage com
equipes de produção televisiva, jornalística, publicitária e de entretenimento.

O profissional formado pelo Senac tem como marcas formativas: domínio técnico-
científico, visão crítica, atitude empreendedora, sustentável, colaborativa, atuando
com foco em resultados. Estas marcas formativas reforçam o compromisso da
instituição com a formação integral do ser humano, considerando aspectos
relacionados ao mundo do trabalho e ao exercício da cidadania. Esta perspectiva
propicia o comprometimento do aluno com a qualidade do trabalho, o
desenvolvimento de uma visão ampla e consciente sobre sua atuação profissional e
sobre sua capacidade de transformação da sociedade.

A ocupação está situada no Eixo Tecnológico Produção Cultural e Design cuja


natureza é “criar”, e pertence ao segmento Comunicação.

No Brasil, a atividade profissional do Radialista está regulamentada pela Lei nº


6.615, de 16/12/1978, e pelo Decreto nº 9.329, de 04/04/2018, que alterou o anexo
do Decreto nº 84.134, de 30/10/1979. O Anexo citado aponta no quadro das funções
o Setor Locução – Função Comunicador, que corresponde a atividade
desenvolvida na Qualificação Profissional Técnica de Radialista – Apresentação de
Programas de Televisão.

As seguintes competências compõem o Perfil Profissional de Conclusão da


Qualificação Profissional Técnica de Radialista – Apresentação de Programas de
Televisão:

 Desenvolver projetos de audiovisual.

 Apresentar programas.

 Realizar e conduzir entrevista e debate.

 Realizar providências de produção.

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

Qualificação Profissional Técnica de Radialista – Operação de Mídia


Audiovisual

O Radialista – Operador de Mídia Audiovisual prepara e opera os equipamentos


de gravação, exibição e reprodução de conteúdo audiovisual em diversas mídias e
armazena os conteúdos de forma apropriada para utilização posterior.

Pode atuar em emissoras de rádio e televisão, produtoras de áudio, vídeo e


conteúdo, agências de notícias, produtoras cinematográficas e estúdios de produção
audiovisual. Para o desenvolvimento das suas atividades interage com equipes de
produção de rádio e televisiva, vídeo, jornalística e de entretenimento.

O profissional formado pelo Senac tem como marcas formativas: domínio técnico-
científico, visão crítica, atitude empreendedora, sustentável, colaborativa, atuando
com foco em resultados. Estas marcas formativas reforçam o compromisso da
instituição com a formação integral do ser humano, considerando aspectos
relacionados ao mundo do trabalho e ao exercício da cidadania. Esta perspectiva
propicia o comprometimento do aluno com a qualidade do trabalho, o
desenvolvimento de uma visão ampla e consciente sobre sua atuação profissional e
sobre sua capacidade de transformação da sociedade.

A ocupação está situada no Eixo Tecnológico Produção Cultural e Design cuja


natureza é “criar”, e pertence ao segmento Comunicação.

No Brasil, a atividade profissional do Radialista está regulamentada pela Lei nº


6.615, de 16/12/1978, e pelo Decreto nº 9.329, de 04/04/2018, que alterou o anexo
do Decreto nº 84.134, de 30/10/1979. O Anexo citado aponta no quadro das funções
o Setor Tratamento e Registros Sonoros ou audiovisuais – Função Operador
de Mídia Audiovisual, que corresponde a atividade desenvolvida na Qualificação
Profissional Técnica de Radialista – Operação de Mídia Audiovisual.

As seguintes competências compõem o Perfil Profissional de Conclusão da


Qualificação Profissional Técnica de Radialista – Operação de Mídia Audiovisual:

 Desenvolver projetos de audiovisual.

 Operar equipamentos de vídeo.

 Operar equipamentos de áudio.

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

Qualificação Profissional Técnica de Radialista – Analista Musical

O Radialista – Analista Musical realiza a pesquisa musical, seleciona o repertório,


cadastra os áudios para a elaboração da programação musical, organiza as playlists,
cria os filtros em função do perfil de audiência e monta e implementa a programação
musical gerada para a execução.

Pode atuar em emissoras de rádio, de televisão, produtoras de áudio, vídeo e


conteúdo, agências de publicidade e de notícias. Para o desenvolvimento das suas
atividades interage com equipes de produção de rádio, televisiva, jornalística,
publicitária, comercial e de entretenimento.

O profissional formado pelo Senac tem como marcas formativas: domínio técnico-
científico, visão crítica, atitude empreendedora, sustentável, colaborativa, atuando
com foco em resultados. Estas marcas formativas reforçam o compromisso da
instituição com a formação integral do ser humano, considerando aspectos
relacionados ao mundo do trabalho e ao exercício da cidadania. Esta perspectiva
propicia o comprometimento do aluno com a qualidade do trabalho, o
desenvolvimento de uma visão ampla e consciente sobre sua atuação profissional e
sobre sua capacidade de transformação da sociedade.

A ocupação está situada no Eixo Tecnológico Produção Cultural e Design cuja


natureza é “criar”, e pertence ao segmento Comunicação.

No Brasil, a atividade profissional do Radialista está regulamentada pela Lei nº


6.615, de 16/12/1978, e pelo Decreto nº 9.329, de 04/04/2018, que alterou o anexo
do Decreto nº 84.134, de 30/10/1979. O Anexo citado aponta no quadro das funções
o Setor Produção – Função Analista Musical, que corresponde a atividade
desenvolvida na Qualificação Profissional Técnica de Radialista – Analista
Musical.

As seguintes competências compõem o Perfil Profissional de Conclusão da


Qualificação Profissional Técnica de Radialista – Analista Musical:

 Desenvolver projetos de audiovisual.

 Realizar programação musical.

 Tratar e executar registro sonoro.

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

Qualificação Profissional Técnica de Radialista – Sonoplastia

O Radialista – Sonoplasta planeja, desenvolve e executa o desenho sonoro de uma


produção e opera os equipamentos de áudio para assegurar a concepção e a narrativa
do produto.

Pode atuar em emissoras de rádio, de televisão, produtoras de áudio, vídeo e


conteúdo, agências de publicidade, agências de notícias e sistemas. Para o
desenvolvimento das suas atividades interage com equipes de produção de rádio,
televisiva, jornalística, publicitária, de entretenimento, cinematográfica e de
produção de voz para sistemas.

O profissional formado pelo Senac tem como marcas formativas: domínio técnico-
científico, visão crítica, atitude empreendedora, sustentável, colaborativa, atuando
com foco em resultados. Estas marcas formativas reforçam o compromisso da
instituição com a formação integral do ser humano, considerando aspectos
relacionados ao mundo do trabalho e ao exercício da cidadania. Esta perspectiva
propicia o comprometimento do aluno com a qualidade do trabalho, o
desenvolvimento de uma visão ampla e consciente sobre sua atuação profissional e
sobre sua capacidade de transformação da sociedade.

A ocupação está situada no Eixo Tecnológico Produção Cultural e Design cuja


natureza é “criar”, e pertence ao segmento Comunicação.

No Brasil, a atividade profissional do Radialista está regulamentada pela Lei nº


6.615, de 16/12/1978, e pelo Decreto nº 9.329, de 04/04/2018, que alterou o anexo
do Decreto nº 84.134, de 30/10/1979. O Anexo citado aponta no quadro das funções
o Setor Tratamento e Registros Sonoros ou Audiovisuais – Função
Sonoplasta, que corresponde a atividade desenvolvida na Qualificação
Profissional Técnica de Radialista – Sonoplastia.

As seguintes competências compõem o Perfil Profissional de Conclusão da


Qualificação Profissional Técnica de Radialista – Sonoplastia:

 Desenvolver projetos de audiovisual.

 Criar desenho sonoro.

 Operar sistemas de sonorização e gravação.

PC – Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio em Rádio e Televisão

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

5 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

O Modelo Pedagógico Senac considera a competência o ponto central do currículo dos


Cursos Técnicos, sendo a competência a própria unidade curricular.

A organização curricular do curso Técnico em Rádio e Televisão contempla as


certificações da habilitação profissional técnica de nível médio e seis qualificações
profissionais técnicas como saídas intermediárias, representadas nos quadros
abaixo, com a seguinte distribuição:

 A Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio em Rádio e Televisão


corresponde às UCs 1 a 20, representada no Quadro 1.

 A Qualificação Profissional Técnica de Radialista – Setor Locução


corresponde às UCs 1, 2, 3, 4 e 15, representada no Quadro 2.

 A Qualificação Profissional Técnica de Radialista – Locução – Noticiarista


de Televisão corresponde às UCs 1, 5, 7, 8 e 16, representada no
Quadro 3.

 A Qualificação Profissional Técnica de Radialista – Apresentação de


Programas de Televisão corresponde às UCs 1, 6, 7, 8 e 17, representada
no Quadro 4.

 A Qualificação Profissional Técnica de Radialista – Operação de Mídia


Audiovisual corresponde às UCs 1, 9, 10 e 18, representada no
Quadro 5.

 A Qualificação Profissional Técnica de Radialista – Analista Musical


corresponde às UCs 1, 11, 12 e 19, representada no Quadro 6.

 A Qualificação Profissional Técnica de Radialista – Sonoplastia


corresponde às UCs 1, 13, 14 e 20, representada no Quadro 7.

PC – Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio em Rádio e Televisão

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

Quadro 1 – Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio em Rádio e Televisão


Carga
Unidades Curriculares
horária
Integrador Radialista
– Setor Locução. UC1: Desenvolver projetos de audiovisual.* 60 horas
UC15: Projeto

24 horas
UC2: Realizar locução em diversas mídias. 108 horas

UC3: Operar equipamentos e sistemas de áudio. 48 horas

UC4: Produzir programas de rádio e TV. 60 horas


UC16: Projeto

Noticiarista de
Radialista –
Integrador

Televisão.
Locução –

24 horas

UC5: Apresentar e comentar notícias jornalísticas. 108 horas

UC6: Apresentar programas. 108 horas


Apresentação de
UC17: Projeto

Programas de
Radialista -
Integrador

Televisão.

24 horas

UC7: Realizar e conduzir entrevista e debate.** 72 horas

UC8: Realizar providências de produção. ** 36 horas


Operação de

Audiovisual.
Radialista -
Integrador

UC9: Operar equipamentos de vídeo. 84 horas


24 horas
Projeto
UC18:

Mídia

UC10: Operar equipamentos de áudio. 72 horas


Radialista –
Integrador

UC11: Realizar programação musical. 108 horas


24 horas
Musical.
Analista
Projeto
UC19:

UC12: Tratar e executar registro sonoro. 60 horas


Sonoplastia.
Radialista –

UC13: Criar desenho sonoro. 108 horas


Integrador

24 horas
Projeto
UC20:

UC14: Operar sistemas de sonorização e gravação. 108 horas

Carga Horária Total4 1284 horas

*A UC1 é comum às Qualificações Profissionais Técnicas, contemplada nos quadros 2 a 7.

**As UCs 7 e 8 são comuns às Qualificações Profissionais Técnicas de Radialista – Locução


–Noticiarista de Televisão e Radialista – Apresentação de Programas de Televisão,
contempladas nos quadros 3 e 4.

4
Soma das Unidades Curriculares, inclusive Projeto Integrador.

PC – Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio em Rádio e Televisão

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

Quadro 2 - Qualificação Profissional Técnica de Radialista – Setor Locução

integrador Radialista - Unidades Curriculares Carga horária

UC1: Desenvolver projetos de audiovisual. 60 horas


UC15: Projeto

Setor Locução

24 horas

UC2: Realizar locução em diversas mídias. 108 horas

UC3: Operar equipamentos e sistemas de


48 horas
áudio.

UC4: Produzir programas de rádio e TV. 60 horas

Carga Horária Total5 300 horas

 A UC15 é correquisito das UCs 1, 2, 3 e 4. Deve ser desenvolvida em


concomitância com essas UCs.

Quadro 3 - Qualificação Profissional Técnica de Radialista – Locução – Noticiarista de


Televisão

Unidades Curriculares Carga horária


Integrador Radialista –
Locução – Noticiarista

UC1: Desenvolver projetos de audiovisual. 60 horas


UC16: Projeto

de Televisão

UC5: Apresentar e comentar notícias jornalísticas 108 horas


24 horas

UC7: Realizar e conduzir entrevista e debate. 72 horas

UC8: Realizar providências de produção. 36 horas

Carga Horária Total6 300 horas

 A UC16 é correquisito das UCs 1, 5, 7 e 8. Deve ser desenvolvida em


concomitância com essas UCs.

5
Soma das Unidades Curriculares, inclusive Projeto Integrador.
6
Soma das Unidades Curriculares, inclusive Projeto Integrador.

PC – Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio em Rádio e Televisão

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

Quadro 4 - Qualificação Profissional Técnica de Radialista – Apresentação de Programas de


Televisão

Unidades Curriculares Carga horária

Programas de Televisão UC1: Desenvolver projetos de audiovisual.


Integrador Radialista –

60 horas
Apresentação de
UC17: Projeto

UC6: Apresentar programas. 108 horas


24 horas

UC7: Realizar e conduzir entrevista e debate. 72 horas

UC8: Realizar providências de produção. 36 horas

Carga Horária Total7 300 horas

 A UC17 é correquisito das UCs 1, 6, 7 e 8. Deve ser desenvolvida em


concomitância com essas UCs.

Quadro 5 - Qualificação Profissional Técnica de Radialista – Operação de Mídia Audiovisual

Unidades Curriculares Carga horária


Integrador Radialista –
Operação de Mídia

UC1: Desenvolver projetos de audiovisual. 60 horas


UC18: Projeto

Audiovisual
24 horas

UC9: Operar equipamentos de vídeo. 84 horas

UC10: Operar equipamentos de áudio. 72 horas

Carga Horária Total8 240 horas

 A UC18 é correquisito das UCs 1, 9 e 10. Deve ser desenvolvida em


concomitância com essas UCs.

7
Soma das Unidades Curriculares, inclusive Projeto Integrador.
8
Soma das Unidades Curriculares, inclusive Projeto Integrador.

PC – Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio em Rádio e Televisão

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

Quadro 6 - Qualificação Profissional Técnica de Radialista – Analista Musical

Unidades Curriculares Carga horária


Integrador Radialista
– Analista Musical
UC1: Desenvolver projetos de audiovisual. 60 horas
UC19: Projeto

24 horas

UC11: Realizar programação musical. 108 horas

UC12: Tratar e executar registro sonoro. 60 horas

Carga Horária Total9 252 horas

 A UC19 é correquisito das UCs 1, 11 e 12. Deve ser desenvolvida em


concomitância com essas UCs.

Quadro 7 - Qualificação Profissional Técnica de Radialista – Sonoplastia

Unidades Curriculares Carga horária


Integrador Radialista

UC1: Desenvolver projetos de audiovisual. 60 horas


UC20: Projeto

– Sonoplastia

24 horas

UC13: Criar desenho sonoro. 108 horas

UC14: Operar sistemas de sonorização e


108 horas
gravação.

Carga Horária Total10 300 horas

 A UC20 é correquisito das UCs 1, 13 e 14. Deve ser desenvolvida em


concomitância com essas UCs.

9
Soma das Unidades Curriculares, inclusive Projeto Integrador.
10
Soma das Unidades Curriculares, inclusive Projeto Integrador.

PC – Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio em Rádio e Televisão

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

5.1 Detalhamento das Unidades Curriculares:

Unidade Curricular 1: Desenvolver projetos de audiovisual.


Carga horária: 60 horas

Indicadores

1. Formata o projeto de acordo com o público-alvo, com base nos estudos e teorias da
comunicação.

2. Aplica a linguagem audiovisual na construção de projetos.


3. Seleciona formas de financiamento e distribuição para produções audiovisuais com
base na demanda de mercado.

Elementos da competência

Conhecimentos

 Historiografia:

- Cinema: primeiros diretores, transição do cinema mudo para o falado, cor,


Hollywood e cinema europeu, cinema brasileiro (cinema novo e contemporâneo).

- Rádio no Brasil: Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, Roquette Pinto, Pe. Landell de
Moura, Rádio Nacional, rádios paulistas, publicidade, surgimento da televisão, FM
dos anos 70 e 80, migração do AM para FM, internet e digital.

- Televisão no Brasil: TV Tupi e inauguração da TV no Brasil, transmissão por


microondas, introdução do videoteipe, transmissão via satélite, auge da TV como
veículo de comunicação de massa na década de 80, digitalização da produção e da
transmissão, TV por assinatura.

 Música: trilhas sonoras.

 Internet e transmídias.

 Teoria da comunicação e sistemas de comunicação: a influência da comunicação de


massa no receptor.

 Segmentação e público-alvo.

 Profissional do audiovisual: perfil e área de atuação.

 Contexto mercadológico.
 Equipamentos de produção, estúdios e locação.

 Linguagem audiovisual: gêneros, formatos, estética e narrativa.


 Mecanismos de fomento à produção audiovisual: legislação, direitos autorais e leis de
incentivo.
Habilidades

 Pesquisar formas de produção de rádio e televisão.

 Identificar diferentes teorias cinematográficas.

PC – Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio em Rádio e Televisão

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

 Identificar os diferentes meios de comunicação.


 Projetar e mensurar os impactos da produção no público-alvo.

 Identificar tendências do mercado de produção audiovisual.


 Organizar orçamento e cronograma de produção.

 Interpretar roteiro de produção.


 Ler e interpretar editais.

 Formatar projetos audiovisuais.


Atitudes/Valores

 Senso analítico na produção de conteúdo audiovisual.


 Equilíbrio na produção de questões técnicas e artísticas.

 Criatividade na proposição de ideias.


 Trabalho em equipe.

 Atitude empreendedora no posicionamento de projeto.

 Ética em relação ao respeito autoral.

 Responsabilidade com o cumprimento das etapas do projeto.

Unidade Curricular 2: Realizar locução em diversas mídias.


Carga horária: 108 horas

Indicadores

1. Apresenta, comenta e anima programas radiofônicos considerando os diferentes


gêneros, recursos vocais e formatos.

2. Utiliza diferentes estilos de locução nos vários segmentos.

3. Aplica os recursos vocais de acordo com as técnicas de locução.

4. Utiliza os expressivos da fala, conforme técnicas de interpretação para atuar em


rádio, vídeo e web.

Elementos da competência

Conhecimentos

 Gêneros e formatos de locução: esportivo, comercial, entrevista, musical, variedades,


publicitário, documental, audiodescrição, audiolivros, podcasts, gravado, ao vivo e
institucional.
 Técnicas de apresentação: interpretação de textos, improvisação; percepção espacial,
linguagem corporal (postura, ergonomia e movimentação no cenário); leitura de
teleprompter; espelho de programa.

 Estilos de locução: jovem, adulta, popular, jornalística, esportiva, AM e FM.

 Noções de anatomia e fisiologia do aparelho fonoarticulatório.

PC – Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio em Rádio e Televisão

| 21 |
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

 Saúde vocal: cuidados pré, durante e após o seu uso, fatores de riscos, aspectos de
mau uso vocal e alimentação.

 Recursos de condicionamento e expressividade vocal: técnicas de relaxamento,


aquecimento e desaquecimento, respiração costodiafragmática, pausas, coordenação
pneumofonoarticulatória, precisão articulatória, equilíbrio ressonantal, flexibilidade,
intensidade e frequência da voz, modulação e velocidade de fala, recursos de
comunicação oral, pronúncia, tipos de texto e a postura corporal.
 Apresentação e interpretação: recursos expressivos de diversos formatos, adequação
do estado de ânimo, da postura corporal, do uso da voz e da movimentação no
ambiente.

 Interpretação de estilos radiofônicos: percepção corporal, emoção, interpretação.


 Linguagens midiáticas: diálogo intermídias, mídias digitais e linguagem audiovisual.

 Técnicas de improvisação e comentários.

 Mercado: tipos de contratação, carreira e precificação.

Habilidades

 Anunciar e interpretar peças comerciais em áudio.

 Entrevistar em áudio em diversas mídias.

 Improvisar em situações inesperadas.

 Diferenciar textos informativos de opinativos.

 Anunciar e desanunciar músicas.

 Utilizar termos técnicos nas rotinas de trabalho.

 Manter a saúde vocal.

 Utilizar a voz com o máximo de rendimento e o mínimo de esforço.

 Modular a voz.
 Articular e emitir sons com precisão e clareza.

 Realizar pausas respiratórias.

 Articular e pronunciar as palavras com clareza e precisão.

 Utilizar apoio diafragmático.


 Adequar a projeção vocal com o uso do equipamento.

 Equilibrar a caixa de ressonância do aparelho fonador.

 Integrar corpo, voz e pensamento.

 Adequar a colocação vocal ao tipo de programa.

 Evitar ataques vocais bruscos e uso de ar reserva.


Atitudes/Valores

 Ética em relação à linha editorial

 Flexibilidade nas diversas situações de trabalho.

PC – Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio em Rádio e Televisão

| 22 |
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

 Senso de hierarquia
 Senso crítico no tratamento das informações

 Ética e imparcialidade diante de fatos e no tratamento das informações.


 Trabalho em equipe.

 Iniciativa na proposição de soluções.


 Cuidado com a saúde vocal.

Unidade Curricular 3: Operar equipamentos e sistemas de áudio.


Carga horária: 48 horas

Indicadores

1. Realiza simultaneamente locução e operação de equipamentos e sistemas de áudio,


considerando as especificidades de um programa ao vivo ou gravado.

2. Aplica recursos de áudio, considerando os diferentes estilos de locução e segmentos de


rádio, roteiro e providências de produção.

Elementos da competência

Conhecimentos

 Equipamentos: microfones, câmeras, consoles, mesas, monitores de áudio e


periféricos.

 Operação e manipulação: modulação, níveis, canais, intensidade, entradas e saídas,


modos de captação.

 Sistemas de áudio: edição, gravação e automação.

 Técnicas de gravação e edição de áudio.

 Produção de programas de rádio: roteiro e indicações técnicas.

Habilidades

 Selecionar microfones, equipamentos periféricos e acessórios.

 Realizar conexões entre equipamentos.


 Adequar andamento para transição entre vinhetas e músicas.

 Utilizar termos técnicos na rotina de trabalho.


 Sincronizar operação de equipamentos.

 Operar mesa broadcast.


 Operar console de gravação.

 Ler e interpretar roteiro.

 Improvisar em situações inesperadas.

PC – Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio em Rádio e Televisão

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

Atitudes/Valores
 Zelo pela preservação dos equipamentos.

 Trabalho em equipe.
 Iniciativa na proposição de soluções técnicas.

Unidade Curricular 4: Produzir programas de rádio e TV.


Carga horária: 60 horas

Indicadores

1. Define o formato do programa, considerando o perfil do público alvo.


2. Planeja e organiza as etapas de produção do programa de acordo com gênero e
formato.
3. Cria, elabora e interpreta roteiros, considerando gênero, formato, público-alvo.

4. Aplica as técnicas de produção durante a gravação ou transmissão, considerando o


planejamento.

Elementos da competência

Conhecimentos

 Etapas de produção: pré-produção, produção e pós-produção.


 Formato de programa e público alvo: interfaces com departamento comercial e
marketing da emissora, gêneros e estilos de programação.

 Técnicas de produção: gravação, edição e transmissão.

 Produção de vídeo para programas de rádio: live, videocast, canais de vídeo na


internet.

Habilidades

 Pesquisar temáticas.

 Identificar público-alvo.

 Adequar o projeto às exigências legais.


 Realizar pesquisa e levantamento de dados e informações.

 Analisar e organizar dados e informações.


 Decupar e escrever roteiro.

 Levantar condições técnicas e materiais para execução do projeto.


 Supervisionar atividades de edição.

 Analisar qualidade do produto audiovisual.

 Coordenar atividades para a transmissão ao vivo de programas.

 Definir cronograma.

PC – Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio em Rádio e Televisão

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

 Organizar e acompanhar ensaio.


 Comunicar-se com clareza e assertividade com as equipes de produção.

Atitudes/Valores
 Senso analítico na produção de conteúdo audiovisual.

 Equilíbrio na produção de questões técnicas e artísticas.


 Trabalho em equipe.

 Iniciativa na proposição de ideias e soluções.


 Respeito aos direitos de propriedade intelectual.

 Flexibilidade para produzir conteúdo.

Unidade Curricular 5: Apresentar e comentar notícias jornalísticas.


Carga horária: 108 horas

Indicadores

1. Realiza análise técnica do roteiro e pauta, considerando o conteúdo, formato e gênero


jornalístico.
2. Apresenta postura corporal e expressividade oral frente à câmera, de acordo com a
pauta.

3. Segue orientação de direção e roteiro conforme o andamento do programa.

Elementos da competência

Conhecimentos

 Programas de televisão: tipos, gêneros e regionalização.

 Equipamentos: câmera, microfone, teleprompter, chroma-key, ponto eletrônico.

 Roteiro e pauta jornalística: técnicas de leitura de roteiro, noções básicas de escrita e


indicações técnicas.

 Termos técnicos de telejornalismo.

 Noções básicas do telejornalismo e reportagem.


 Direção de câmera: posicionamento, plano, enquadramento, movimento e ângulo.

 Técnicas de improvisação e comentários.


 Noções de auto maquiagem.

 Mercado: tipos de contratação, carreira e precificação.


 Noções de anatomia e fisiologia do aparelho fonoarticulatório.

 Saúde vocal: cuidados pré, durante e após o seu uso, fatores de riscos, aspectos de
mau uso vocal e alimentação.

PC – Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio em Rádio e Televisão

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

 Recursos de condicionamento e expressividade vocal: técnicas de relaxamento,


aquecimento e desaquecimento, respiração costodiafragmática, pausas, coordenação
pneumofonoarticulatória, precisão articulatória, equilíbrio ressonantal, flexibilidade,
intensidade e frequência da voz, modulação e velocidade de fala, recursos de
comunicação oral, pronúncia, tipos de texto e a postura corporal.
 Apresentação e interpretação: recursos expressivos de diversos formatos, adequação
do estado de ânimo, da postura corporal, do uso da voz e da movimentação no cenário.
Habilidades

 Analisar e interpretar roteiros e laudas jornalísticas.

 Interpretar o conteúdo da apresentação.

 Analisar fatos, notícias e eventos.


 Noticiar fatos.

 Ler textos no ar.

 Chamar reportagem.

 Operar equipamentos de áudio e vídeo.


 Ler teleprompter.

 Seguir as orientações do diretor de TV.

 Orientar-se pelo ponto eletrônico.

 Reconhecer a marcação das câmeras.

 Checar informações.

 Passar texto.

 Ensaiar a apresentação.

 Manter a saúde vocal.

 Utilizar a voz com o máximo de rendimento e o mínimo de esforço.


 Modular a voz.

 Articular e emitir sons com precisão e clareza.

 Realizar pausas respiratórias.

 Articular e pronunciar as palavras com clareza e precisão.


 Utilizar apoio diafragmático.

 Adequar a projeção vocal com o uso do equipamento.

 Equilibrar a caixa de ressonância do aparelho fonador.

 Integrar corpo, voz e pensamento.

 Adequar a colocação vocal ao tipo de programa.


 Evitar ataques vocais bruscos e uso de ar reserva.

 Memorizar e gravar textos.

 Utilizar termos técnicos do jornalismo.

PC – Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio em Rádio e Televisão

| 26 |
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

 Diferenciar textos informativos e opinativos.


 Respeitar à norma culta do idioma preservando as peculiaridades regionais.

 Lidar com conteúdo e situações técnicas inesperadas.


 Comentar fatos e assuntos.

 Estabelecer conexões entre assuntos, ideias, fatos e opiniões diversos.


Atitudes/Valores

 Ética considerando a linha editorial.


 Senso crítico.

 Flexibilidade nas diversas situações de trabalho.


 Respeito à hierarquia.

 Trabalho em equipe.
 Compromisso com a veracidade dos fatos.

 Respeito às peculiaridades regionais da língua portuguesa.

 Atitude observadora.

 Escuta ativa.

Unidade Curricular 6: Apresentar programas.


Carga horária: 108 horas

Indicadores

1. Realiza análise técnica do roteiro, considerando o conteúdo, gênero e formato do


programa.

2. Apresenta postura corporal e expressividade oral frente à câmera, de acordo com o


formato do programa.

3. Segue orientação de direção e roteiro, conforme o formato do programa.

Elementos da competência

Conhecimentos
 Programas de televisão: tipos, gêneros e regionalização.

 Equipamentos: câmera, microfone, teleprompter, chroma-key, ponto eletrônico.


 Noções básicas de iluminação: estúdio e externa.

 Roteiro: técnicas de leitura de roteiro, noções básicas de escrita e indicações


técnicas.

 Produção de TV: técnica e conteúdo.

 Direção de câmera: posicionamento, plano, enquadramento, movimento e ângulo.

 Técnicas de improvisação e comentários.

PC – Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio em Rádio e Televisão

| 27 |
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

 Noções de automaquiagem.
 Mercado: tipos de contratação, carreira e precificação.

 Noções de anatomia e fisiologia do aparelho fonoarticulatório.


 Saúde vocal: cuidados pré, durante e após o seu uso, fatores de riscos, aspectos de
mau uso vocal e alimentação.
 Recursos de condicionamento e expressividade vocal: técnicas de relaxamento,
aquecimento e desaquecimento, respiração costodiafragmática, pausas, coordenação
pneumofonoarticulatória, precisão articulatória, equilíbrio ressonantal, flexibilidade,
intensidade e frequência da voz, modulação e velocidade de fala, recursos de
comunicação oral, pronúncia, tipos de texto e a postura corporal.

 Apresentação e interpretação: recursos expressivos de diversos formatos, adequação


do estado de ânimo, da postura corporal, do uso da voz e da movimentação no
cenário.

Habilidades

 Gerenciar tempo.

 Acompanhar roteiro.

 Interpretar textos, roteiros e laudas jornalísticas.

 Ler teleprompter.

 Orientar-se pelo ponto eletrônico.

 Reconhecer a marcação das câmeras.

 Seguir as orientações do diretor de TV.

 Improvisar nas adversidades.

 Checar as informações.

 Selecionar material.
 Passar texto.

 Ensaiar apresentação.

 Anunciar eventos ao vivo.

 Anunciar promoções e peças publicitárias.


 Manter a saúde vocal.

 Utilizar a voz com o máximo de rendimento e o mínimo de esforço.

 Modular a voz.

 Articular e emitir sons com precisão e clareza.

 Realizar pausas respiratórias.


 Articular e pronunciar as palavras com clareza e precisão.

 Utilizar apoio diafragmático.

 Adequar a projeção vocal com o uso do equipamento.

PC – Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio em Rádio e Televisão

| 28 |
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

 Equilibrar a caixa de ressonância do aparelho fonador.


 Integrar corpo, voz e pensamento.

 Adequar a colocação vocal ao tipo de programa.


 Evitar ataques vocais bruscos e uso de ar reserva.

Atitudes/Valores
 Liderança de equipe.

 Respeito à hierarquia.
 Iniciativa na proposição de soluções.

 Senso crítico.
 Trabalho em equipe.

 Flexibilidade nas diversas situações de trabalho.


 Compromisso com a veracidade dos fatos.

 Respeito às peculiaridades regionais da língua portuguesa.

 Atitude observadora.

 Escuta ativa.

Unidade Curricular 7: Realizar e conduzir entrevista e debate.


Carga horária: 72 horas

Indicadores

1. Realiza pré-produção de entrevista e debate, considerando o entrevistado, o público-


alvo, conteúdo, gênero e formato do programa.

2. Medeia um assunto entre entrevistados, debatedores e o público, levando em


consideração o posicionamento de câmeras e orientações de direção e roteiro.

Elementos da competência

Conhecimentos

 Pré-produção de entrevista: reunião de pauta, pesquisa sobre tema e entrevistado,


agenda, questões técnicas e roteiro.

 Técnicas de entrevista: condução, ritmo, dinâmica e abordagem.


 Fontes de informação: verificação de origem e veracidade.

 Perguntas: abertas e fechadas, limites, criatividade e sondagem.


 Debate: planejamento, regras e condução.

 Diferentes estilos de entrevistadores e suas particularidades.

Habilidades

 Elaborar roteiro de entrevistas.

PC – Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio em Rádio e Televisão

| 29 |
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

 Pesquisar sobre o entrevistado.


 Formular perguntas.

 Instruir o entrevistado.
 Envolver o entrevistado.

 Provocar o entrevistado.
 Interromper o entrevistado.

 Rebater o entrevistado.
 Comentar fatos e assuntos.

 Gerenciar tempo.
 Adequar figurino às questões técnicas e conceituais do programa.

Atitudes/Valores
 Senso coletivo de trabalho

 Liderança de equipe

 Respeito à hierarquia

 Iniciativa na proposição de soluções


 Compromisso com a veracidade dos fatos.

 Consideração as especificidades culturais e políticas regionais.

 Escuta ativa.

 Atitude observadora.

 Atitude investigativa.

Unidade Curricular 8: Realizar providências de produção.


Carga horária: 36 horas

Indicadores

1. Realiza análise técnica a partir das características do projeto.

2. Estabelece plano de ação considerando o cronograma e as características de produção.

Elementos da competência

Conhecimentos
 Características de produção: orçamento, locações, equipamentos, equipe técnica e
artística.
 Organograma de produção: técnico e artístico.

 Etapas de produção: planejamento, pré-produção, produção, pós-produção,


distribuição e exibição.

PC – Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio em Rádio e Televisão

| 30 |
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

 Roteiro: criação, leitura e interpretação.


 Noções técnicas de captação e edição de áudio e vídeo.

 Produção audiovisual para internet: linguagem, plataformas e segmentação.


Habilidades

 Definir equipe técnica.


 Identificar e definir público-alvo.

 Definir equipamento de áudio e vídeo.


 Definir infraestrutura para a produção.

 Elaborar e gerenciar cronograma.


 Operar equipamentos de audiovisual.

 Elaborar roteiro de programas.


 Identificar plataformas audiovisuais.

Atitudes/Valores

 Senso coletivo de trabalho.

 Liderança de equipe.
 Respeito à hierarquia.

 Iniciativa na proposição de soluções.

Unidade Curricular 9: Operar equipamentos de vídeo.


Carga horária: 84 horas

Indicadores

1. Configura e testa os equipamentos de vídeo de acordo com o workflow de produção.

2. Grava, exibe e transmite conteúdo de vídeo, considerando roteiro, gênero e formato.

3. Realiza backup e armazena mídias produzidas em vídeo, em diversos formatos.

Elementos da competência

Conhecimentos
 Gêneros e formatos audiovisuais.

 Plataformas audiovisuais: broadcast, VOD e internet.


 Rider técnico.

 Roteiro audiovisual: formatos, interpretação e leitura.


 Equipamentos de vídeo em central técnica: gravação, transmissão, armazenamento e
computação gráfica.
 Equipamentos de reprodução e exibição

PC – Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio em Rádio e Televisão

| 31 |
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

 Fundamentos de vídeo: captação, edição, transmissão, distribuição e


armazenamento.

 Sistema operacional: Windows, Mac, Mobile.


 Softwares: gravação, edição, comutação, automação, caracteres, créditos,
teleprompter, logagem, armazenamento e distribuição.
 Sistemas de compartilhamento de vídeo.

 Etapas de produção: pré-produção, produção e pós-produção.


 Fluxo de sinal de vídeo: monitoração.

 Fotografia de vídeo: diafragma, pedestal, ISO, obturador, aspecto, FPS, Resolução,


HSL, GAMA.

 Cabos e conectores.
 Codecs e conteiners.

 Tráfego de Mídia.

 CCU – Controle remoto de câmera.

 Monitores de vídeo: regulagem e monitoração.


 Masterização de produto.

 Logagem e arquivamento de mídias.

 Mercado: tipos de contratação, carreira e precificação.

Habilidades

 Ler e interpretar roteiro técnico.

 Testar equipamentos.

 Conferir checklist.

 Detectar problemas técnicos.

 Realizar manutenção preventiva.


 Verificar agenda.

 Relatar ocorrências técnicas.


 Emitir parecer técnico.

 Administrar horário de produção.


 Checar sinal de vídeo.

 Sequenciar, alterar e checar playlist de exibição.

 Comutar equipamentos de transmissão e recepção.

 Receber, gravar e gerar conteúdo

 Configurar equipamentos de vídeo

 Organizar material de edição.

 Monitorar qualidade de vídeo.

PC – Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio em Rádio e Televisão

| 32 |
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

 Monitorar sinais de entrada e saída.


 Conferir material captado.

 Logar e realizar backup.


 Operar sistema de contingência e redundância.

 Monitorar qualidade técnica do sinal.


 Adequar formato do material para veiculação.

 Arquivar conteúdo final.


 Trabalhar sob pressão.

Atitudes/Valores
 Proatividade na resolução de problemas técnicos.

 Respeito à hierarquia.
 Raciocínio lógico.

 Agilidade no manejo dos equipamentos.

 Acuidade auditiva.

Unidade Curricular 10: Operar equipamentos de áudio.


Carga horária: 72 horas

Indicadores

1. Configura e testa os equipamentos de áudio de acordo com o workflow de produção.

2. Grava, exibe e transmite conteúdo de áudio, considerando roteiro, gênero e formato.

3. Realiza backup e armazena mídias produzidas em áudio, em diversos formatos.

Elementos da competência

Conhecimentos

 Softwares de áudio: automação, edição, armazenamento e distribuição.


 Plataformas audiovisuais: broadcast, VOD e internet.

 Equipamentos de áudio: de captação, edição, exibição, armazenamento e


transmissão.

 Sistemas de compartilhamento e armazenamento.


 Etapas de produção: configuração, operação, armazenamento.

 Fundamentos de áudio: frequência, modulação, compressão, equalização, efeitos,


amplitude, fase, timbre, altura, intensidade.

 Fluxo de sinal de áudio.

 Mesa/console de som analógico e digital.

PC – Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio em Rádio e Televisão

| 33 |
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

 Transmissão de programas radiofônicos: mesa broadcast.


 Caixas de som e monitores de áudio.

 Amplificadores.
 Daw (Digital Audio Workstation).

 Formatos, codec e mídias de áudio.


 Tipos de microfone, cabos, conectores e equipamentos periféricos.

 Rider Técnico de áudio: estúdio e externa.


 Roteiros de áudio: programas radiofônicos, textos publicitários e informes.

Habilidades
 Ler e interpretar roteiro técnico.

 Testar equipamentos.
 Conferir checklist.

 Detectar problemas técnicos.

 Realizar manutenção técnica preventiva.

 Verificar agenda.
 Relatar ocorrências técnicas.

 Emitir parecer técnico.

 Administrar horário de produção.

 Distinguir os elementos da música.

 Checar sinal de áudio.

 Sequenciar, alterar e checar playlist.

 Comutar equipamentos de transmissão e recepção de áudio.

 Gravar e gerar conteúdo.

 Organizar conteúdo de exibição, edição e gravação.

 Monitorar sinais de entrada e saída.

 Conferir material captado.


 Realizar backup e armazenar conteúdo final.

 Operar sistema de contingência e redundância.


 Monitorar qualidade técnica do sinal de áudio.

 Operar gravador.

 Operar console de gravação e mesa broadcast.

 Selecionar trilha sonoras.


 Sonorizar vídeos, vinhetas, comerciais.

 Mixar áudio.

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

 Nivelar modulação
 Masterizar produto.

 Adequar formato do material para veiculação.


 Configurar equipamentos de áudio de externa.

 Operar híbrida.
 Conectar e desconectar a linha do ouvinte.

 Trabalhar sob pressão.


Atitudes/Valores

 Proatividade na resolução de problemas técnicos.


 Respeito à hierarquia.

 Raciocínio lógico.
 Agilidade no manejo dos equipamentos.

 Acuidade auditiva.

Unidade Curricular 11: Realizar programação musical.


Carga horária: 108 horas

Indicadores

1. Pesquisa diversas fontes de registro musical, de acordo com a demanda.

2. Concebe programação, de acordo com público-alvo e estratégia comercial da emissora.

3. Diagrama programação de acordo com briefing, roteiro, linguagem e técnicas de


programação musical.

Elementos da competência

Conhecimentos

 Propriedades do som: altura, intensidade e timbre.


 Teoria musical: compasso, tempo, notas musicais e pausas.

 História da música: estilos, movimentos e estética.


 Leitura de interpretação de briefing.

 Acervo fonográfico: organização, pesquisa, manutenção, classificação e catalogação.


 Formato de programação: velocidade, relógio e idade.

 Direitos autorais.
 Legislação aplicada à produção sonora.

 Softwares de automação: configuração, programação e geração.

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

 Relatório de recolhimento: preenchimento e encaminhamento da programação


musical para o Ecad.

 Linguagem audiovisual: gêneros, formatos, roteiro, peças radiofônicas.


 Formatos e codecs de áudio e vídeo.

 Tendências de mercado: novas tecnologias, cultura, estilos musicais.


 Tipos de eventos: social, corporativo e oficial.

 Noções de marketing e promoção: music brand e oportunidades de mercado.


 Mercado: tipos de contratação, carreira e precificação.

Habilidades
 Reconhecer e selecionar estilos musicais.

 Interpretar briefing.
 Interpretar roteiro de produção.

 Identificar público-alvo.

 Pesquisar músicas, tendências de mercado e cultura.

 Selecionar e organizar repertório.


 Adequar repertório ao público-alvo.

 Administrar sistemas manuais e automatizados de gerenciamento de programação


musical.

 Acompanhar a programação musical.

 Analisar viabilidade econômica.

 Realizar pesquisa, manutenção e atualização de acervo musical

Atitudes/Valores

 Respeito ao estilo musical da emissora ou evento.

 Acuidade auditiva.
 Sensibilidade musical.

 Criatividade na seleção de repertório.


 Flexibilidade no desenvolvimento de propostas de programação.

 Respeito aos direitos autorais e intelectuais.

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

Unidade Curricular 12: Tratar e executar registro sonoro.


Carga horária: 60 horas

Indicadores

1. Edita e trata arquivos de acordo com as necessidades de reprodução.


2. Cria playlists para reprodução conforme programação musical.

Elementos da competência

Conhecimentos

 Tipos de mídia de armazenamento e reprodução: codecs, formatos, tipos, digital e


analógico.

 Noções de sistemas de sonorização: cabos, microfones, caixas, softwares,


plataformas, streaming, distribuição.

 Noções de sonoplastia: música, vinhetas, aberturas, trilhas, BG, e efeitos sonoros.

 Softwares de programação musical: tipos e funções.

 Edição: softwares e técnicas.

 Softwares de automação: live, programação e execução.

Habilidades

 Selecionar registros sonoros.

 Editar e equalizar registros sonoros.

 Marcar e ordenar pontos específicos de faixas em arquivos digitais.

 Manipular e converter arquivos analógicos e digitais de áudio e vídeo.

 Operar sistemas básicos de sonorização.

 Converter mídias.

 Acionar serviço de manutenção de equipamento.

Atitudes/Valores

 Respeito ao estilo musical da emissora ou evento.


 Acuidade auditiva.

 Sensibilidade musical.
 Criatividade na seleção de repertório.

 Flexibilidade no desenvolvimento de propostas de programação.


 Respeito aos direitos autorais e intelectuais.

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

Unidade Curricular 13: Criar desenho sonoro.


Carga horária: 108 horas

Indicadores

1. Prepara e configura equipamentos utilizando técnicas de acordo com a sonoplastia.


2. Produz peças de áudio utilizando os diferentes tipos de linguagem audiovisual.

3. Finaliza peças audiovisuais de acordo com os formatos e gêneros do roteiro ou


briefing.

Elementos da competência

Conhecimentos

 História da música: composição, estilos e gêneros.


 Teoria musical: ritmo, tempo, melodia e harmonia.

 Sistema operacional: Windows e MAC.

 Softwares de automação e edição de áudio.

 Elementos de composição sonora: trilha, efeitos, diálogos, som ambiente e música


autoral, incidental, ambiente.

 Efeitos e plug-ins: reverb, delay, compressor, chorus, flanger, phaser, pitch, gate, eq,
noise reduction, harmonizer e instrumentos virtuais.

 Roteiro: leitura, interpretação e intervenção.

 Equipamentos de captação, transmissão, modulação e equalização de áudio.

 Fundamentos do áudio: ondas sonoras, frequência, timbre, tom, altura, intensidade,


faixa dinâmica, fase de áudio, amplitude, pressão sonora, áudio desbalanceado e
balanceado, sistema analógico e digital e relação sinal/ruído.

 PPA (pós-produção de áudio): minimizar ruídos, distorções, equalizações,


compressões e efeitos de tempo e modulação, surround, áudio binaural e 3D.

 Mercado: tipos de contratação, carreira e precificação.

Habilidades

 Identificar, selecionar e editar registros sonoros.


 Equalizar e controlar dinâmica de registros sonoros.

 Emular ambientes em registros sonoros.


 Decupar registros sonoros.

 Interpretar e executar roteiro técnico e decupado.

 Pesquisar, selecionar e organizar músicas.

 Operar softwares de edição.

 Sonorizar peças das produções de rádio e TV.


 Harmonizar sonoplastia com movimentos, ângulos, planos e enquadramentos.

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

 Aplicar plug-ins de transição e efeito.


 Pesquisar, criar e produzir efeitos especiais (foley).

 Regular e controlar os níveis de áudio.


 Gerar master.

Atitudes/Valores
 Autonomia.

 Senso estético.
 Senso crítico.

 Sensibilidade musical.
 Acuidade auditiva.

 Zelo pela qualidade técnica e artística.


 Iniciativa na proposição de soluções.

 Concentração.

Unidade Curricular 14: Operar sistemas de sonorização e gravação.


Carga horária: 108 horas

Indicadores

1. Prepara os equipamentos de acordo com as etapas e necessidades de produção.

2. Opera equipamentos audiovisuais e sistemas de áudio conforme roteiro e/ou


orientações do diretor.

3. Finaliza e arquiva as mídias gravadas de acordo com o workflow de produção.

Elementos da competência

Conhecimentos

 Mesa broadcast e sistemas de automação.


 Mesa de gravação e equipamentos periféricos de gravação, modulação e equalização.

 PA: equipamentos, periféricos e dimensionamento.


 Tipos de sinais de áudio.

 Equipamentos de gravação, de reprodução e de retorno de áudio.


 Propriedades da acústica: reflexão, refração, difração, interferência, ressonância,
reverberação, tratamento e isolamento.
 Workflow de edição.

 Equipamentos portáteis de gravação e captação de áudio.

 Tipos de microfones.

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

 Monitores de áudio e caixas de som.


 Workflow de gravação de espetáculos ao vivo.

 Configuração de central técnica de emissora de rádio.


 Workflow de backup de áudio.

 Monitoração de sinais de áudio em reprodução e gravação, nível, loudness, streaming


e TV digital.

 Noções de eletricidade: corrente, tensão, potência, impedância, conectores,


mainpower, dimensionamento.

 Esquema de montagem de equipamentos de áudio: rider técnico, input list e mapa de


palco.

Habilidades
 Operar mesa de som analógica e digital.

 Pesquisar, selecionar e organizar músicas.

 Adequar volume e equalização para o ambiente.

 Configurar e alinhar sistema de sonorização.


 Avaliar timbre, formato e tipo de fonte sonora.

 Operar softwares de edição e automação de áudio.

 Configurar sistemas de gravação.

 Analisar ambiente de gravação.

 Escolher meios de registro.

 Alinhar sistemas de gravação.

 Ajustar estruturas de ganho.

 Preparar sistema de monitoração.

 Captar sinais de áudio para sistemas de gravação.


 Definir padrões de sincronismo.

 Gravar sinais de áudio em mídia digital.


 Mapear pistas de gravação.

 Arquivar sinais sonoros.


 Definir ângulo de cobertura, níveis de pressão sonora e resposta de frequência.

 Especificar equipamentos e rider técnico.

 Distinguir e decupar registros sonoros (qualidade).

 Interpretação de roteiro.

 Aplicar plug-ins de melhoria ou efeitos.

 Criar e produzir efeitos sonoros.

 Regular e controlar os níveis de áudio.

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

 Conferir funcionamento do sistema de áudio.


 Checar níveis de interferência.

 Trabalhar sobre pressão.


Atitudes/Valores

 Respeito à hierarquia.
 Trabalha em equipe.

 Respeito ao conceito original da obra audiovisual.


 Proatividade na resolução de problemas.

 Autonomia.
 Senso estético.

 Senso crítico.
 Organização.

 Memorização de ações e processos de produção.

 Atitude investigativa.

Unidade Curricular 15: Projeto Integrador Radialista – Setor Locução.

Carga horária: 24 horas

Unidade Curricular 16: Projeto Integrador Radialista – Locução - Noticiarista


de Televisão.

Carga horária: 24 horas

Unidade Curricular 17: Projeto Integrador Radialista – Apresentação de


Programas de Televisão.

Carga horária: 24 horas

Unidade Curricular 18: Projeto Integrador Radialista – Operação de Mídia


Audiovisual.

Carga horária: 24 horas

Unidade Curricular 19: Projeto Integrador Radialista – Analista Musical.

Carga horária: 24 horas

Unidade Curricular 20: Projeto Integrador Radialista – Sonoplastia.

Carga horária: 24 horas

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

O Projeto Integrador é uma Unidade Curricular de Natureza Diferenciada, baseada na


metodologia de ação-reflexão-ação, que se constitui na proposição de situações
desafiadoras a serem cumpridas pelo aluno.

O planejamento e execução do Projeto Integrador propiciam a articulação das


competências previstas no perfil profissional de conclusão do curso, pois apresentam
ao aluno situações que estimulam o seu desenvolvimento profissional ao ter que
decidir, opinar e debater com o grupo a resolução de problemas a partir do tema
gerador.

Durante a realização do Projeto, portanto, o aluno poderá demonstrar sua atuação


profissional pautada pelas marcas formativas do Senac, uma vez que permite o
trabalho em equipe e o exercício da ética, da responsabilidade social e da atitude
empreendedora.

As principais características do Projeto Integrador são:

 Articulação das competências do curso, com foco no desenvolvimento do perfil


profissional de conclusão.

 Criação de estratégias para a solução de um problema ou de uma fonte geradora


de problemas relacionada à prática profissional.

 Desenvolvimento de atividades em grupos realizadas pelos alunos, de maneira


autônoma e responsável.

 Geração de novas aprendizagens ao longo do processo.

 Planejamento integrado entre todos os docentes do curso.

 Compromisso dos docentes com o desenvolvimento do Projeto no decorrer das


Unidades Curriculares, sob a articulação do docente responsável pela unidade
curricular Projeto Integrador, que tem papel de mediador e facilitador do
processo.

 Espaço privilegiado para imprimir as Marcas Formativas Senac:

 Domínio técnico-científico.

 Atitude empreendedora.

 Visão crítica.

 Atitude sustentável.

 Atitude colaborativa.

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

A partir do tema gerador, o Projeto Integrador prevê três etapas para sua execução:

1ª Problematização: corresponde ao ponto de partida do projeto. Na definição do


tema gerador, deve-se ter em vista uma situação plausível, identificada no campo de
atuação profissional e que perpasse as competências do perfil de conclusão do curso.
Neste momento, é feito o detalhamento do tema gerador e o levantamento das
questões que irão nortear a pesquisa e o desenvolvimento do projeto. As questões
devem mobilizar ações que articulem as competências do curso para a resolução do
problema. Vale destacar que, caso o curso contemple mais de uma Unidade Curricular
- Projeto Integrador, o tema gerador articulará todas as competências relacionadas
a essa UC-PI.

2ª Desenvolvimento: para o desenvolvimento do Projeto Integrador, é necessário


que os alunos organizem e estruturem um plano de trabalho. Esse é o momento em
que são elaboradas as estratégias para atingir os objetivos e dar respostas às
questões formuladas na etapa de problematização. O plano de trabalho deve ser
realizado conjuntamente pelos alunos e prever situações que extrapolem o espaço
da sala aula, estimulando a pesquisa em bibliotecas, a visita aos ambientes reais de
trabalho, a contribuição de outros docentes e profissionais, além de outras ações
para a busca da resolução do problema.

3ª Síntese: momento de organização e avaliação das atividades desenvolvidas e dos


resultados obtidos. Nesta etapa, os alunos podem rever suas convicções iniciais à luz
das novas aprendizagens, expressar ideias com maior fundamentação teórica e
prática, além de gerar produtos de maior complexidade. Ressalta-se que a proposta
de solução deve trazer aspectos inovadores, tanto no próprio produto, quanto na
forma de apresentação.

Propostas de temas geradores:

Unidade Curricular 15: Projeto Integrador Radialista – Setor Locução.

Carga horária: 24 horas

Proposta 1: A locução diante das transformações do mercado audiovisual

A chegada da internet impactou diretamente veículos tradicionais como o rádio e a


TV. Com a popularização das plataformas de armazenamento de vídeos, surgiu a
figura de um novo tipo de comunicador: aquele que aprende de maneira empírica a
conquistar e manter um público cativo, ávido por conteúdo personalizado. E esse

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

novo personagem e seus populares canais têm disputado audiência com emissoras
de rádio e TV. Diante desse cenário, como transmitir informações e conteúdos
diversos de maneira atraente e inovadora, capaz de manter a audiência do veículo
ou canal onde o profissional esteja atuando e competir com estes profissionais? O
tema proposto pretende refletir sobre como a internet transforma o consumo de
conteúdos audiovisuais, impactando diretamente no trabalho do locutor.

Unidade Curricular 16: Projeto Integrador Radialista – Locução -Noticiarista


de Televisão.

Carga horária: 24 horas

Proposta 1: A Credibilidade da informação em tempos de fake news

A internet vem conquistando um espaço como um dos principais meios de


comunicação ao lado da televisão. Cada vez mais pessoas anônimas tem a
possibilidade de serem ouvidas e de produzir informações através das inúmeras
ferramentas como blogs, sites, imagens e principalmente vídeos que podem ser
compartilhados e se propagar com uma velocidade impressionante. Conforme o
receptor, a informação poderá ser ou não confirmada através de fontes confiáveis
como sites de notícias, de jornais impressos e científicos. O acesso à informação
tornou-se mais fácil, porém a credibilidade fica vulnerável. As novas ferramentas
digitais também facilitam a criação e customização das notícias, dificultando a
identificação imediata da veracidade ou não, mas mesmo assim, algumas vezes,
atingindo milhares de compartilhamentos. Diante desse novo perfil de consumo,
surgiram os influenciadores digitais que nem sempre tem referencial para dar
credibilidade à informação. Dentro desse cenário o tema proposto busca refletir sobre
o papel do Locutor Noticiarista de TV na propagação da informação com credibilidade.

Unidade Curricular 17: Projeto Integrador Radialista – Apresentação de


Programas de Televisão.

Carga horária: 24 horas

Proposta 1: O papel do apresentador de TV nas novas produções

A década de 1990 foi bastante produtiva e frutífera a diversos apresentadores como


Xuxa, Ana Maria Braga, Faustão e Ratinho, que tinham contratos multimilionários e
patrocínios diversos. Na década seguinte programas de variedades perdem espaço
para os reality shows e os apresentadores muitas vezes não são mais a figura central,

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desvinculando a imagem dos programas à um único apresentador. Em paralelo a


isso, a internet, e sobretudo o Youtube, aparece como uma forma de buscar o
entretenimento, apresentando novos comunicadores, que ganham uma relevância e
um número de seguidores, às vezes maiores que diversos programas televisivos.
Neste cenário o apresentador não garante pontos de audiência, mas, caso tenha
grande rejeição, pode até destruir bons formatos de programas. Dentro desse cenário
o tema proposto busca refletir sobre o papel do apresentador de programas de
televisão como um elemento agregador de audiência, mas não como identidade única
do programa, tendo que se desenvolver para comunicar em diversas plataformas.

Unidade Curricular 18: Projeto Integrador Radialista – Operação de Mídia


Audiovisual.

Carga horária: 24 horas

Proposta 1: Os desafios da comunicação entre as equipes audiovisuais

Uma boa comunicação se estabelece quando as partes envolvidas no processo


compreendem o que está sendo compartilhado entre si. Da mesma forma, é o que
buscamos ao realizar a operação dos equipamentos visando evitar ruídos em
transmissões e gravações. Pensar em formas de preservar as boas condições de
operação dos equipamentos e das relações de trabalho nas tomadas de decisão
diárias que envolvem a produção de projetos audiovisuais é fundamental. A tomada
de decisão consciente e alinhada à sua equipe, pode melhorar o andamento das
produções e agregar valor ao trabalho operacional. O tema proposto busca estimular
o aluno a pensar sobre como o seu papel de protagonista pode solucionar questões
técnicas, mesmo que não haja conhecimento técnico pleno envolvido.

Unidade Curricular 19: Projeto Integrador Radialista – Analista Musical.

Carga horária: 24 horas

Proposta 1: Emoção versus tecnologia: o papel do analista musical na era da


intermediação digital

Na era dos algoritmos que, por meio de aplicativos de streaming musical, conseguem
oferecer uma programação individualizada e agradável para qualquer perfil de
ouvinte, o desafio do analista musical é produzir e oferecer a melhor programação
possível ao conjunto de ouvintes de uma determinada emissora. Para cumprir esse
propósito, quais os caminhos para identificar tendências e/ou conhecer

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profundamente o gosto musical do ouvinte? Este tema tem por objetivo gerar uma
reflexão sobre hábitos de consumo e como transformá-los em resultados positivos
em termos de audiência.

Unidade Curricular 20: Projeto Integrador Radialista – Sonoplastia.

Carga horária: 24 horas

Proposta 1: O som como instrumento narrativo em diversas plataformas

No audiovisual existem vários elementos que ajudam a contar uma história, seja em
uma ficção passando por um programa de entretenimento, um videogame ou um
documentário, cada decisão tomada será crucial para o entendimento da obra como
um todo. O som é parte determinante da narrativa e consegue emocionar o público
para elevar ou rebaixar algum personagem, para deixar uma paisagem ou cenário
com um significado diferente de acordo com o sentimento que a direção e sonoplastia
querem transmitir. Criar uma narrativa sonora, utilizando técnicas inovadoras ou
tradicionais, pode gerar entendimentos diferentes para diferentes plataformas, o som
da produção não é somente uma “música de fundo”.

Outros temas geradores podem ser definidos em conjunto com os alunos, desde que
constituam uma situação-problema e atendam aos indicadores para avaliação.

Indicadores para avaliação:

Para avaliação da unidade curricular Projeto Integrador são propostos os seguintes


indicadores, cuja função é evidenciar o alcance dos objetivos da unidade curricular:

 Adota estratégias que evidenciam as marcas formativas do Senac na resolução


dos desafios apresentados.

 Elabora síntese do Projeto Integrador, respondendo às especificações do tema


gerador.

 Apresenta os resultados do Projeto Integrador com coerência, coesão e


criatividade, propondo soluções inovadoras, a partir da visão crítica da atuação
profissional no segmento.

 Articula as competências do curso no desenvolvimento do Projeto Integrador.

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6 ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS

As orientações metodológicas deste curso, em consonância com a Proposta


Pedagógica do Senac, pautam-se pelo princípio da aprendizagem com autonomia e
pela metodologia de desenvolvimento de competências, estas entendidas como
“ação/fazer profissional observável, potencialmente criativo (a), que articula
conhecimentos, habilidades e atitudes/valores e que permite desenvolvimento
contínuo”.

As competências que compõem a organização curricular do curso foram definidas


com base no perfil profissional de conclusão, considerando a área de atuação e os
processos de trabalho deste profissional. Para o desenvolvimento das competências
foi configurado um percurso metodológico que privilegia a prática pedagógica
contextualizada, colocando o aluno frente a situações de aprendizagem que
possibilitam o exercício contínuo da mobilização e articulação dos saberes necessários
para a ação e para a solução de questões inerentes à natureza da ocupação.

A mobilização e a articulação dos elementos da competência requerem a proposição


de situações desafiadoras de aprendizagem, que apresentem níveis crescentes de
complexidade e se relacionem com a realidade do aluno e com o contexto da
ocupação.

No que concerne às orientações metodológicas para a unidade curricular Projeto


Integrador, ressalta-se que o tema gerador deve se basear em problemas da
realidade da ocupação, propiciando desafios significativos que estimulem a pesquisa
a partir de diferentes temas e ações relacionadas ao setor produtivo ao qual o curso
está vinculado. Neste sentido, a proposta deve contribuir para o desenvolvimento de
projetos consistentes, que ultrapassem a mera sistematização das informações
trabalhadas durante as demais unidades curriculares.

7 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E DE


EXPERIÊNCIAS ANTERIORES

De acordo com a legislação educacional em vigor, é possível aproveitar


conhecimentos e experiências anteriores dos alunos, desde que diretamente
relacionados com o Perfil Profissional de Conclusão do presente curso.

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

O aproveitamento de competências anteriormente adquiridas pelo aluno por meio da


educação formal, informal ou do trabalho, para fins de prosseguimento de estudos,
será realizado em acordo com as diretrizes legais e orientações organizacionais
vigentes.

8 CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

De forma coerente com os princípios pedagógicos da Instituição, a avaliação tem


como propósitos:

 Avaliar o desenvolvimento das competências no processo formativo.

 Ser diagnóstica e formativa.

 Permear e orientar todo o processo educativo.

 Verificar a aprendizagem do aluno, sinalizando o quão perto ou longe está do


desenvolvimento das competências que compõem o perfil profissional de
conclusão (foco na aprendizagem).

 Permitir que o aluno assuma papel ativo em seu processo de aprendizagem,


devendo, portanto, prever momentos para auto avaliação e de feedback em que
docente e aluno possam juntos realizar correções de rumo ou adoção de novas
estratégias que permitam melhorar o desempenho do aluno no curso.

8.1 Formas de expressão dos resultados da avaliação

Toda avaliação deve ser acompanhada e registrada ao longo do processo de ensino-


aprendizagem. As menções adotadas no Modelo Pedagógico Senac reforçam o
comprometimento com o desenvolvimento da competência e buscam minimizar o
grau de subjetividade do processo avaliativo.
De acordo com a etapa de avaliação, foram estabelecidas formas de registro
específicas a serem adotadas no decorrer do processo de aprendizagem:

8.1.1 Menção por unidade curricular

Ao final de cada unidade curricular, devem ser atribuídas menções que evidenciam o
desenvolvimento ou não da competência. As menções possíveis para cada unidade
curricular são:

 Desenvolvida – D

 Não desenvolvida – ND

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8.1.2 Registros parciais com foco nos indicadores de competência

Para acompanhar o processo de desenvolvimento das competências também são


realizados registros relativos aos indicadores, que evidenciam o desenvolvimento da
competência. As formas de registro relativas aos resultados possíveis para cada
indicador são:

Durante o processo

 Atendido - A

 Parcialmente atendido - PA

 Não atendido - NA

Ao final da unidade curricular

 Atendido - A

 Não atendido - NA

8.1.3 Menção para aprovação no curso

Para aprovação no curso, o aluno precisa atingir D (desenvolvida) em todas as


unidades curriculares (Competências e Unidades Curriculares de Natureza
Diferenciada).

Além da menção D (desenvolvida), o aluno deve ter frequência mínima de 75% em


cada unidade curricular, conforme legislação vigente, com exceção do Projeto
Integrador que terá como critério para aprovação apenas a Menção D (desenvolvida).
Os resultados possíveis no curso são:

 Aprovado - AP

 Reprovado - RP

8.2 Recuperação

A recuperação será imediata à constatação das dificuldades do aluno, por meio de


solução de situações-problema, realização de estudos dirigidos e outras estratégias
de aprendizagem que contribuam para o desenvolvimento da competência. Na
modalidade de oferta presencial, é possível a adoção de recursos de educação a
distância.

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9 ESTÁGIO PROFISSIONAL SUPERVISIONADO

O Estágio tem por finalidade propiciar condições para a integração dos alunos no
mercado de trabalho. É um “ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no
ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos”
(Lei n° 11.788/08).

Conforme previsto em legislação vigente, o Estágio pode integrar ou não a estrutura


curricular dos cursos. Será obrigatório quando a legislação que regulamenta a
atividade profissional assim o determinar.

Nos cursos em que o Estágio não é obrigatório, pode ser facultada aos alunos a
realização do Estágio, de acordo com a demanda do mercado de trabalho.

No presente curso, o Estágio não é obrigatório. A carga horária do estágio


deverá ser de, no mínimo, 20% do total de horas da habilitação, ou, no mínimo, o
mesmo percentual da respectiva qualificação profissional técnica.

10 INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS E RECURSOS DIDÁTICOS

A rede de Unidades Escolares do Senac São Paulo tem a infraestrutura necessária


para a realização dos cursos propostos, contando com dependências para
acolhimento dos alunos, salas de aula devidamente mobiliadas com cadeiras móveis
e armário para organização dos materiais, sala de atendimento, salas para Direção,
Secretaria, Equipe Técnica e Docentes, laboratórios de informática, bibliotecas com
o acervo contendo os títulos da bibliografia básica indicada no correspondente Plano
de Curso, computadores conectados à Internet, data show e outros equipamentos.

10.1 Instalações e equipamentos específicos:

 Estúdio de TV e estúdio de rádio; ou

 Sala multiuso de TV e sala multiuso de rádio.

 Laboratório de informática equipado com computadores com capacidade para


instalação de:

- Software de edição e gravação de áudio;

- Software de edição e gravação de áudio multipista;

- Interface de áudio para gravação;

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- Software de edição de vídeo;

- Software de animação e composição;

- Software de tratamento de imagem.

11 PERFIL DO PESSOAL DOCENTE

O desenvolvimento da oferta ora proposta requer docentes com o seguinte perfil


profissional:

Unidades Curriculares Perfil do Pessoal Docente

Docentes com experiência profissional em


produções de rádio e TV, e formação superior em
UC1: Desenvolver projetos de
Rádio e TV, Audiovisual, Cinema, Publicidade e
audiovisual.
Propaganda ou áreas correlatas e registro
profissional de radialista no SRTE.
Docentes com experiência profissional em
apresentação de programas de rádio, formação
superior em Rádio e TV, Audiovisual, Publicidade
e Propaganda, Artes Cênicas, Jornalismo ou áreas
correlatas e com registro profissional de radialista
no SRTE.
UC2: Realizar locução em diversas Docentes com experiência profissional em
mídias. fonoaudiologia clínica e formação superior em
Fonoaudiologia.
Docentes com experiência profissional em
interpretação para TV ou Cinema ou Teatro,
formação superior em Artes Cênicas ou áreas
correlatas e com registro profissional de Ator ou
de radialista no SRTE.

Docentes com experiência profissional em


UC3: Operar equipamentos e
apresentação de programas de rádio e operação
sistemas de áudio.
de equipamentos de estúdio de rádio e áudio,
formação superior em Rádio e TV, Audiovisual,
UC4: Produzir programas de rádio e Publicidade e Propaganda, Artes Cênicas,
TV. Jornalismo ou áreas correlatas e com registro
profissional de radialista no SRTE.

Docentes com experiência profissional em


apresentação de programas jornalísticos de TV –
UC5: Apresentar e comentar notícias telejornal ou programas de TV de outros formatos
jornalísticas. e gêneros, formação superior em Jornalismo,
Rádio e TV e Audiovisual, ou áreas correlatas e
com registro profissional de radialista no SRTE.

PC – Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio em Rádio e Televisão

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

Docentes com experiência profissional em


fonoaudiologia clínica e formação superior em
Fonoaudiologia.
Docentes com experiência profissional em
UC6: Apresentar programas.
interpretação para TV ou Cinema ou Teatro,
formação superior em Artes Cênicas ou áreas
correlatas e com registro profissional de Ator ou
de radialista no SRTE.
Docentes com experiência profissional em
apresentação de programas de TV, formação
superior em Rádio e TV, Audiovisual, Cinema,
Publicidade e Propaganda, Artes Cênicas,
Jornalismo ou áreas correlatas e com registro
UC7: Realizar e conduzir entrevista e profissional de radialista no SRTE.
debate.
Docentes com experiência profissional em
interpretação para TV ou Cinema ou Teatro,
formação superior em Artes Cênicas ou áreas
correlatas e com registro profissional de Ator ou
de radialista no SRTE.

Docentes com experiência profissional em


apresentação de programas de TV, formação
UC8: Realizar providências de superior em Rádio e TV, Audiovisual, Cinema,
produção. Publicidade e Propaganda, Artes Cênicas,
Jornalismo ou áreas correlatas e com registro
profissional de radialista no SRTE.

Docentes com experiência profissional em


operação de equipamentos de vídeo: gravação,
exibição, armazenamento, monitoração e demais
dispositivos relativos a produção em switcher e
estúdio de TV e demais áreas de produção técnica
UC9: Operar equipamentos de vídeo.
de emissoras de TV e produtoras de vídeo,
formação superior em Rádio e TV, Audiovisual,
Cinema, Publicidade e Propaganda ou áreas
correlatas e com registro profissional de radialista
no SRTE.

Docentes com experiência profissional em


operação de equipamentos de áudio: gravação,
exibição, armazenamento, monitoração e demais
dispositivos relativos a produção em central
técnica, área técnica e estúdio de rádio e demais
UC10: Operar equipamentos de áudio.
áreas de produção técnica de emissoras de rádio
e produtoras de áudio e formação superior em
Rádio e TV, Audiovisual, Publicidade e Propaganda
ou áreas correlatas e com registro profissional de
radialista no SRTE.

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

Docentes com experiência profissional em


UC11: Realizar programação musical. produção musical em emissoras de rádio, TV,
produtoras de áudio e vídeo ou promotoras de
eventos, formação superior em Rádio e TV,
Audiovisual, Publicidade e Propaganda ou áreas
UC12: Tratar e executar registro
sonoro. correlatas e com registro profissional de radialista
no SRTE.
Docentes com experiência profissional em
UC13: Criar desenho sonoro. sonoplastia em rádio ou TV e operação de
equipamentos de áudio, formação superior em
Rádio e TV, Audiovisual, Publicidade e
UC14: Operar sistemas de
Propaganda, Jornalismo ou áreas correlatas e com
sonorização e gravação.
registro profissional de radialista no SRTE.

UC15: Projeto Integrador Radialista –


Setor Locução. Docentes com experiência profissional em
apresentação de programas de Rádio, formação
UC16: Projeto Integrador Radialista – superior em Rádio e TV, Audiovisual, Publicidade
Locução – Noticiarista de Televisão. e Propaganda, Artes Cênicas, Jornalismo ou áreas
UC17: Projeto Integrador Radialista – correlatas e com registro profissional de radialista
Apresentação de Programas de Comunicador no SRTE.
Televisão.
Docentes com experiência profissional em
produções de rádio e TV, formação superior em
UC18: Projeto Integrador Radialista –
Rádio e TV, Audiovisual, Cinema, Publicidade e
Operação de Mídia Audiovisual.
Propaganda ou áreas correlatas e registro
profissional de radialista no SRTE.
Docentes com experiência profissional em
produções de rádio e TV, formação superior em
UC19: Projeto Integrador Radialista –
Rádio e TV, Audiovisual, Cinema, Publicidade e
Analista Musical.
Propaganda ou áreas correlatas e registro
profissional de radialista no SRTE.
Docentes com experiência profissional em
sonoplastia em rádio ou TV e operação de
UC20: Projeto Integrador Radialista – equipamentos de áudio, formação superior em
Sonoplastia. Rádio e TV, Audiovisual, Publicidade e
Propaganda, Jornalismo ou áreas correlatas e com
registro profissional de radialista no SRTE.

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

Recomenda-se que os docentes sejam devidamente habilitados para a docência em


Educação Básica nos termos do Art. 62 da LDB e o Art. 40 da Resolução CNE/CEB nº
06/2012.11

Poderão ainda ser admitidos, em caráter excepcional, profissionais na seguinte


ordem preferencial:

 Na falta de licenciados, os graduados na correspondente área profissional ou de


estudos.

 Na falta de profissionais graduados em nível superior nas áreas específicas,


profissionais graduados em outras áreas e que tenham comprovada experiência
profissional na área do curso.

 Na falta de profissionais graduados, técnicos de nível médio na área do curso,


com comprovada experiência profissional na área.

 Na falta de profissionais com formação técnica de nível médio e comprovada


experiência profissional na área, outros reconhecidos por sua notória
competência e, no mínimo, com ensino médio completo.

Aos não licenciados deverá ser propiciada formação em serviço.

11
Esta recomendação passará a ser uma exigência a partir de 2020.

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

12 BIBLIOGRAFIA

UC1: Desenvolver projetos de audiovisual.

Bibliografia Básica

 DELBONO, B. de F. Comunicação audiovisual: repertório, programação e projeto.


Curitiba: CRV, 2018.

Bibliografia Complementar

 TESO, P. D. Desenvolvimento de projetos audiovisuais: pela metodologia DPA. São


Paulo: SciELO; Editus, 2016.

UC2: Realizar locução em diversas mídias.

Bibliografia Básica
 FERRARETTO, L. A. Rádio: o veículo, a história, a técnica. Porto Alegre: Sagra, 2007.

Bibliografia Complementar

 MAGNONI, A. F.; CARVALHO, J. M. de. O novo rádio, cenários da radiodifusão na era


digital. São Paulo: Senac, 2010.
 SAMPAIO, M. Curso de locução dirigida para todas as profissões. Rio de Janeiro:
Brasport, 2012.

UC3: Operar equipamentos e sistemas de áudio.

Bibliografia Básica

 MOSCAL, T. Soundcheck: o básico de som e sistemas de sonorização. Rio de Janeiro:


H. Sheldon, 2001.

Bibliografia Complementar

 FONSECA, N. Introdução à engenharia de som. São Paulo: Lidel Zamboni, 2012.

 MCLEISH, R. Produção de rádio um guia abrangente de produção radiofônica. São


Paulo: Summus, 2001.

UC4: Produzir programas de rádio e TV.

Bibliografia Básica

 MCLEISH, R. Produção de rádio um guia abrangente de produção radiofônica. São


Paulo: Summus, 2001.

Bibliografia Complementar
 BARBOSA FILHO, A. Gêneros radiofônicos: os formatos e os programas em áudio. São
Paulo: Paulinas, 2009.

 FERRARETTO, L. A. Rádio: o veículo, a história, a técnica. Porto Alegre: Sagra, 2007.

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

UC5: Apresentar e comentar notícias jornalísticas.

Bibliografia Básica

 BONNER, W. Jornal Nacional: modo de fazer. São Paulo: Globo, 2009.

Bibliografia Complementar

 VILLELA, R. Profissão jornalista de TV: telejornalismo aplicado na era digital. Rio de


Janeiro: Ciência Moderna, 2008.

UC6: Apresentar programas.

Bibliografia Básica
 ZETTI, H. Manual de produção de televisão. São Paulo: Cengage Learning, 2017.

Bibliografia Complementar

 MELLO, C. Extremidades do vídeo. São Paulo: Senac, 2008.

UC7: Realizar e conduzir entrevista e debate.

Bibliografia Básica

 BONNER, W. Jornal Nacional: modo de fazer. São Paulo: Globo, 2009.

Bibliografia Complementar
 VILLELA, R. Profissão jornalista de TV: telejornalismo aplicado na era digital. Rio de
Janeiro: Ciência Moderna, 2008.

UC8: Realizar providências de produção.

Bibliografia Básica
 BONNER, W. Jornal Nacional: modo de fazer. São Paulo: Globo, 2009.

Bibliografia Complementar

 ARAÚJO, G. F. de. Telejornalismo: da história as técnicas. Curitiba: Intersaberes. 2017.

 ZETTI, H. Manual de produção de televisão. São Paulo: Cengage Learning, 2017.

UC9: Operar equipamentos de vídeo.

Bibliografia Básica

 ZETTI, H. Manual de produção de televisão. São Paulo: Cengage Learning, 2017.

Bibliografia Complementar

 COSTA, F. M.; SÁ, S. P. de. Som + Imagem. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2012.

 CYSNE, L. F. O. A nova bíblia do som. São Paulo: Cia. do Ebook, 2016.

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

UC10: Operar equipamentos de áudio.

Bibliografia Básica
 MOSCAL, T. Soundcheck: o básico de som e sistemas de sonorização. Rio de Janeiro:
H. Sheldon, 2001.
Bibliografia Complementar
 FONSECA, N. Introdução à engenharia de som. São Paulo: Lidel Zamboni, 2012.
 MCLEISH, R. Produção de Rádio um guia abrangente de produção radiofônica. São
Paulo: Summus, 2001.

UC11: Realizar programação musical.

Bibliografia Básica
 SCHAFER, M. O ouvido pensante. São Paulo: Unesp, 2012.
Bibliografia Complementar
 BARBOSA FILHO, A. Gêneros radiofônicos: os formatos e programas em áudio. São
Paulo: Paulinas, 2009.
 SCHAFER, M. A afinação do mundo. São Paulo: Unesp, 2012.

UC12: Tratar e executar registro sonoro.

Bibliografia Básica
 MOSCAL, T. Soundcheck: O básico de som e sistemas de sonorização. Rio de Janeiro:
H. Sheldon, 2001.
Bibliografia Complementar
 FONSECA, N. Introdução à Engenharia de Som. São Paulo: Lidel Zamboni, 2012.

UC13: Criar desenho sonoro.

Bibliografia Básica
 SCHAFER, M. Educação sonora. São Paulo: Melhoramentos, 2009.
Bibliografia Complementar
 SCHAFER, M. A afinação do mundo. São Paulo: Unesp, 2012.
 SCHAFER, M. O ouvido pensante. São Paulo: Unesp, 2012.

UC14: Operar sistemas de sonorização e gravação.

Bibliografia Básica
 MOSCAL, T. Soundcheck: o básico de som e sistemas de sonorização. Rio de Janeiro:
H. Sheldon, 2001.
Bibliografia Complementar
 FONSECA, N. Introdução à engenharia de som. São Paulo: Lidel Zamboni, 2012.

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13 CERTIFICAÇÃO

Àquele que concluir com aprovação a Qualificação Profissional Técnica de


Radialista – Setor Locução, composta pelas unidades curriculares 1, 2, 3, 4 e 15, é
conferido o certificado de Radialista – Locutor, com validade nacional.

Àquele que concluir com aprovação a Qualificação Profissional Técnica de


Radialista – Locução – Noticiarista de Televisão, composta pelas unidades
curriculares 1, 5, 7, 8 e 16, é conferido o certificado de Radialista – Noticiarista
de Televisão, com validade nacional.

Àquele que concluir com aprovação a Qualificação Profissional Técnica de


Radialista – Apresentação de Programas de Televisão, composta pelas unidades
curriculares 1, 6, 7, 8 e 17, é conferido o certificado de Radialista – Apresentador
de Programas de Televisão, com validade nacional.

Àquele que concluir com aprovação a Qualificação Profissional Técnica de


Radialista – Operação de Mídia Audiovisual, composta pelas unidades curriculares 1,
9, 10 e 18, é conferido o certificado de Radialista – Operador de Mídia
Audiovisual, com validade nacional.

Àquele que concluir com aprovação a Qualificação Profissional Técnica de


Radialista – Analista Musical, composta pelas unidades curriculares 1, 11, 12 e 19, é
conferido o certificado de Radialista – Analista Musical, com validade nacional.

Àquele que concluir com aprovação a Qualificação Profissional Técnica de


Radialista – Sonoplastia, composta pelas unidades curriculares 1, 13, 14 e 20 é
conferido o certificado de Radialista – Sonoplasta, com validade nacional.

Àquele que concluir com aprovação todas as unidades curriculares que compõem a
organização curricular desta Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio e
comprovar a conclusão do Ensino Médio, é conferido o diploma de Técnico em Rádio
e Televisão, com validade nacional.

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