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Exercícios Capítulo 8

𝑆(𝑆𝑀) = 𝐾(𝑆𝑀). 𝐸(𝑆𝑀)


𝐶(𝐺) = 0,12 𝑚𝑉
𝐶(𝐴) = 0,00 𝑉
𝐶(𝐼𝐷) = 0,00 𝑉
𝑆(𝑆𝑀) = 𝑆(𝐼𝐷)
𝑆(𝐼𝐷) = 𝐾(𝐼𝐷). 𝐸(𝐼𝐷)
1𝑉
1260 𝑚𝑉 = . 𝐸(𝐼𝐷)
1𝑉
𝐸(𝐼𝐷) = 1260 𝑚𝑉
𝐸(𝐼𝐷) = 𝑆(𝐴)
𝑆(𝐴) = 𝐾(𝐴). 𝐸(𝐴)
1260 𝑚𝑉 = 10 𝑋 𝑚𝑉. 𝐸(𝐴)
𝑚𝑉
1260 𝑚𝑉 = 10 𝑋 . 𝐸(𝐴)
𝑚𝑉
1260 𝑚𝑉
𝐸(𝐴) = = 126 𝑚𝑉
𝑚𝑉
10 𝑚𝑉

𝐸(𝐴) = 𝑆(𝐺)
𝑆(𝐺) = 𝐾(𝐺). 𝐸(𝐺)
𝑚𝑉
126 𝑚𝑉 = 0,02 . 𝐸(𝐺)
𝑟𝑝𝑚
126 𝑚𝑉
𝐸(𝐺) = = 6300 𝑟𝑝𝑚
𝑚𝑉
0,02 𝑟𝑝𝑚

𝑚𝑉 𝑚𝑉 1000 𝑚𝑉 𝑚𝑉
𝐾(𝑆𝑀) = 𝐾(𝐺). 𝐾(𝐴). 𝐾(𝐼𝐷) = (0,02 ) . (10 𝑋 ).( ) = 0,2
𝑟𝑝𝑚 𝑚𝑉 1000 𝑚𝑉 𝑟𝑝𝑚
𝑆(𝑆𝑀) = 𝐾(𝑆𝑀). 𝐸(𝑆𝑀)
𝑚𝑉
1260 𝑚𝑉 = (0,2 ) . 𝐸(𝑆𝑀)
𝑟𝑝𝑚
1260 𝑚𝑉
𝐸(𝑆𝑀) = = 6300 𝑟𝑝𝑚
𝑚𝑉
(0,2 𝑟𝑝𝑚)

𝑆(𝐺) = 126 𝑚𝑉
𝑆(𝐴) = 1260 𝑚𝑉
𝑆(𝐼𝐷) = 1260 𝑚𝑉
𝐶(𝐺) 0,12 𝑚𝑉
𝐶𝑅 (𝐺) = = = 9,5238 𝑋 10−4
𝑆(𝐺) 126 𝑚𝑉
𝐶𝑅 (𝐴) = 0,00
𝐶𝑅 (𝐼𝐷) = 0,00
𝐶𝑅 (𝑆𝑀) = 𝐶𝑅 (𝐺) + 𝐶𝑅 (𝐴) + 𝐶𝑅 (𝐼𝐷) = (9,5238 𝑋 10−4 ) + 0,00 + 0,00
𝐶𝐸 (𝑆𝑀) = 𝐶𝑅 (𝑆𝑀). 𝐸(𝑆𝑀) = (9,5238 𝑋 10−4 ). (6300 𝑟𝑝𝑚) = 5,999994 𝑟𝑝𝑚 = 6 𝑟𝑝𝑚
0,02 𝑚𝑉
𝑢(𝐺) 2
𝑢𝑅 (𝐺) = = = 7,9365 𝑋 10−5
𝑆(𝐺) 126 𝑚𝑉
1
(126 𝑚𝑉)
100 .
𝑢(𝐴) 2
𝑢𝑅 (𝐴) = = = 5,00 𝑋 10−4
𝑆(𝐴) 1260 𝑚𝑉
4 𝑚𝑉
𝑢(𝐼𝐷) √3
𝑢𝑅 (𝐼𝐷) = = = 1,8328 𝑋 10−3
𝑆(𝐼𝐷) 1260 𝑚𝑉

𝑢𝑅 (𝑆𝑀) = √𝑢𝑅2 (𝐺) + 𝑢𝑅2 (𝐴) + 𝑢𝑅2 (𝐼𝐷)

𝑢𝑅 (𝑆𝑀) = √(7,9365 𝑋 10−5 )2 + (5,00 𝑋 10−4 )2 + (1,8328 𝑋 10−3 )2 = 1,9014 𝑋 10−3


𝑢𝐸 (𝑆𝑀) = 𝑢𝑅 (𝑆𝑀). 𝐸(𝑆𝑀) = (1,9014 𝑋 10−3 ). (6300 𝑟𝑝𝑚) = 11,9790 𝑟𝑝𝑚
𝑈𝐸 (𝑆𝑀) = 𝑡 . 𝑢𝐸 (𝑆𝑀)
Para 95,45% 𝑡 = 2
𝑈𝐸 (𝑆𝑀) = 2 . 11,9790 𝑟𝑝𝑚 = 23,9580 𝑟𝑝𝑚 = 24 𝑟𝑝𝑚
𝑅𝑀 = (6300 − 6 ± 24) 𝑟𝑝𝑚 = (6294 ± 24) 𝑟𝑝𝑚
Esquematize um método de compensação de resistência dos condutores utilizados para medição de
termoresistência com pontes de Wheatstone.
Compensação automática de termopar faz-se necessária, pois este tem suas saídas com base em zero graus.
Assim como a ponta fria encontra-se a uma temperatura ambiente, deve-se somar uma tensão de compensação
que é possível devido ao comportamento linear do termopar.

Para realizar a compensação (Explicação 1)


1. Montar a ponte de Wheastone com o termopar na seguinte configuração:

2. Colocar a termoresistência em 0℃ e consequentemente zerar a ponte 𝑈 = 0 𝑉. Assim, fixa-se as 3


resistências restantes.
3. Colocar o termoresistor a uma temperatura intermediária (50℃) para determinar a reta. Com isso, utiliza-
se o valor de tensão tabelado para essa temperatura e consequentemente o tipo de termopar. Então regula-
se a alimentação a fim de que a saída apresente valor para fazer a compensação.
4. Por fim liga-se o termopar em série com o medidor e o termoresistor, e ocorrerá a soma das tensões geradas
pelo termopar e termoresistor.
Para realizar a compensação (Explicação 2)
1. Montar a ponte com um dos braços contendo um termoresistor. Com este a 0℃, balancear os outros para
que a tensão de saída seja 𝑈 = 0 𝑉. A tabela usa como referencial o termoresistor a 0℃.
2. Aumenta-se a temperatura do termoresistor para 50℃, por exemplo, para determinar uma reta, já que a
tensão e a variação da temperatura variam linearmente. Após isso, verifica-se na tabela a tensão de saída
em 50℃ e calibrar a entrada até que a tensão de saída seja igual da tabela. Neste ponto a compensação
automática está feita.
3. Liga-se um termopar em série com o instrumento de medição. A ponta fria do termopar, o termoresistor
devem estar na mesma temperatura. A leitura final corresponde às tensões do termopar e termoresistor.
A ponta fira do medidor e a termoresistência estando na mesma temperatura geram uma tensão equivalente ao
caso de a ponta fria do medidor estar a 0℃, permitindo a comparação do valor de tensão obtido com as tabelas
do medidor.

Mostre o Esquema elétrico de um sistema de medição de termopares associados em paralelo.


Identifique a polaridade dos termopares representados no circuito e exemplifique uma aplicação dessa
configuração.
Ligando dois ou mais termopares em paralelo a um mesmo instrumento, o valor registrado por este
corresponde à média das 𝑚𝑉 geradas nos diversos termopares se as resistências internas forem iguais.
𝑈1 + 𝑈2 + 𝑈3
𝑈𝑇 =
3
Supondo que os termopares da figura acima sejam do tipo K e estão inseridos ao longo de uma barra de
aço que é aquecida durante um processo, é possível estimar a temperatura média dela através da média das tensões
geradas pelas temperaturas em cada termopar.

Mostre o Esquema elétrico de um sistema de medição de termopares associados em série. Identifique


a polaridade dos termopares representados no circuito e exemplifique uma aplicação dessa configuração.
Dois ou mais termopares podem ser associados em série simples para obter a soma das tensões individuais.
É a chamada termopilha.

(Conferir as polaridades)
A associação em série é usada quando se pretende usar os termopares como conversores termoelétricos.
Nesse tipo de associação podem ser usados tantos termopares quanto se deseje, a fim de obter um
determinado valor de 𝑚𝑉 como resposta para alguma aplicação determinada, entretanto é importa que os
termopares sejam iguais.
𝑈𝑇 = 𝑈1 + 𝑈2 + 𝑈3

Mostre o Esquema elétrico de um sistema de medição de termopares associados em série oposta.


Identifique a polaridade dos termopares representados no circuito e exemplifique uma aplicação dessa
configuração.
Quando se está interessado em diferenças de temperaturas e não nos valores obtidos delas, como, por
exemplo, as diferenças de temperaturas existentes entre dois pontos distintos dentro da câmara de um forno, cujos
termopares devem ser ligados em série oposta. Essa montagem é conhecida também como termopar diferencial.
O par que mede maior temperatura vai ligado ao positivo do instrumento, e o que mede menor temperatura,
ao negativo.
É importante ressaltar que os termopares devem ser sempre do mesmo tipo.
𝑈𝑇 = 𝑈1 − 𝑈2

Descreva o princípio de funcionamento de uma Termoresistência.


O princípio de medição de temperatura utilizando uma termoresistência se baseia na variação do valor da
resistência elétrica de um condutor metálico em função da temperatura.

Explique o fenômeno de histerese.


Histerese é a tendência de um material ou sistema conservar suas propriedades na ausência do estímulo
que as gerou. É comum na maioria dos metais e demais substâncias, quando condicionados por alguma energia
de ativação, e após o término desta, manterem uma mínima quantidade de energia residual.

Quais as características de um termoresistor de platina?


Boa faixa de utilização, boa linearidade e melhor resistência à oxidação. Possui uma grande estabilidade
química e é relativamente fácil de obter na forma pura. As termoresistências Pt-100 são as mais utilizadas
industrialmente, devido à sua grande estabilidade, larga faixa de utilização e alta precisão.
Explique o princípio de funcionamento de um termopar?
Quando dois metais diferentes são unidos de modo a formar uma junção, algumas propriedades elétricas
se manifestam em função da temperatura. Ligando o dispositivo formado por dois metais unidos da forma
indicada na figura abaixo,

Observa-se por meio de um milivoltímetro o aparecimento de uma tensão, que é explicada pelo efeito
Seebeck.

Descreva o efeito Seebeck.


O efeito Seebeck é a produção de uma diferença de potencial (tensão elétrica) entre duas junções de
condutores (ou semicondutores) de materiais diferentes quando elas estão a diferentes temperaturas (força
eletromotriz térmica).
O efeito de Seebeck é muito resumidamente a sensibilidade de um termopar, que nos traduz a força
eletromotriz numa temperatura, quando a junta fria está 0ºC.
Denominamos a junta de medição de Tm, e a outra, junta de referência de Tr. A existência de uma f.e.m.
térmica AB, no circuito, é conhecida como efeito Seebeck. Quando a temperatura da junta de referência é mantida
constante, verifica-se que a f.e.m. térmica é uma função da temperatura Tm da junção de teste. Este fato permite
utilizar um par termoelétrico como um termômetro.
Explique o motivo e a solução para auto-aquecimento em termoresistências.
O autoaquecimento ocorre devido à dissipação de calor na termoresistência quando esta é atravessada por
corrente elétrica, o qual pode ser minorado se a tensão de alimentação for reduzida.

Descreva o efeito Peltier.


O efeito Peltier é a produção de um gradiente de temperatura na junção de dois condutores (ou
semicondutores) de materiais diferentes quando submetidos a tensão elétrica em um circuito fechado.

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